Vinte e Um

bolo de aniversário

Foi um dia normalíssimo, com excepção aberta ao Facebook e ao telemóvel, nada parou.

Ah, e ao jantar! Família fofinha à mesa e bolo especial feito pela mamã.

Nada de velinhas com números e coisas afins, porque 21 já é um número que começa a pesar.

A propósito, já vos disse que não gosto de números ímpares?

aniversário

Os festejos propriamente ditos foram feitos ontem, com a amigalhada (quase) toda junta num jantar amigável.

Descobri que aos vinte e um já não temos presentes para abrir. Mentira! Recebi o vestido azul da minha vida (depois mostro, depois mostro), escolhido pelo primocas mais artista de todos. Da próxima só exijo que seja uma criação dele (jeitinho para isso teria ele!).

Dizia eu, aos vinte e um já não temos presentes para abrir. Não é preciso pensar muito para descobrir o motivo: é que aos vinte e um espera-se que sejamos grandinhos o suficiente para não necessitar de nada objectificável.

Têm toda a razão, neste momento não preciso de nada e já tenho todas as ferramentas para fazer caminho.

Aos vinte um, recebi os melhores presentes de todos: a companhia daqueles de quem gosto e que nem sempre é possível reunir e as palavras mais bonitas.


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