Playmobil Reyes
Pacote Playmobil alusivo aos Reis Magos

Está a chegar ao fim o Dia dos Reis e, consequentemente, está mais que na hora de pôr fim ao ócio blogosférico. A verdade é que tenho certa aversão a grandes mudanças e transições. Tem de ser tudo feito com calma, porque as novidades são muitas ultimamente e ainda não consegui assimilá-las todas. O bom disto é que, a partir de agora, tenho muito mais tempo para dedicar ao blog e irei fazê-lo. Porque quero e porque tem de ser, com muita honra!

Ainda venho a tempo de falar do Natal e da passagem para o novo ano? Sei que sim. Sou tão ou mais cusca que vocês que por aqui passam para ler o que escrevo. Adoro saber o que as pessoas recebem nos anos e no Natal, bem como os seus objectivos globais e reflexões. Não devo ser a única, e parece-me mais que justo partilhar convosco um bocadinho do que é meu.

Começando pela ordem natural dos eventos, há que regredir ao Natal. Fiquei surpreendida por ter recebido presentes para moi même. Amigos e família, vocês são fantásticos! Como vem aí um bebé e, em simultâneo, há as mudanças, pensei que os (poucos) presentes que viessem não seriam para mim. É claro que recebi muitas coisas boas para apetrechar a casa e para o enxoval da ervilha (que, a avaliar pela minha barriga, deve ser uma melancia), mas também fui muito mimada. E adorei tudo, tudo, tudo!

Para além do dinheirinho habitual, que dá muito jeito, recebi cosméticos de toda a espécie, roupa e acessórios. A ervilhinha teve direito a uma manta bem gira, muitas roupinhas, um saco de pano muito giro e um peluche em forma de elefante (tinha de ser). Para a casa, apesar de já termos quase todos os apetrechos de cozinha, ganhei um serviço de talheres de uso quotidiano, uma chaleira de assobio (sim, dou-lhe uso e considero-a essencial, chamem-me velhota se quiserem!), um serviço de café e um tabuleiro, ambos de uma colecção que já tínha visto e adorado. Também recebi velas giríssimas. Resumindo e concluindo: não vejo o chão ao meu quarto, que começa a ficar apinhado de caixas com tralhedo de toda a espécie. Foi um óptimo Natal no seu verdadeiro sentido e encheram-me de mimos.

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Imagem de fonte desconhecida.

Seguindo com a procissão, passemos aos clichés da transição do ano do calendário. 2015 foi uma montanha russa autêntica e 2016 há-de passar-se no mesmo modo. Trocando por miúdos, vai ser muito bom e espero estar à altura de todos os desafios.

O ano que começou há uns dias vai ter de ser o ano em que cresço e me transformo numa pessoa muuuito disciplinada. Vai ser duro, mas não estou sozinha.

  • Vou adoptar hábitos mais saudáveis, a sério. Já comecei há algum tempo, agora vai ser com rigor. Tenho de estabelecer boas rotinas de sono e comer convenientemente (em quantidade e qualidade).
  • Vou ter de gerir a casa de forma a ter sempre tudo organizado e não deixar faltar nada.
  • Não vou estoirar dinheiro em coisas supérfluas. Vou poupar tudo o que puder.
  • Vou cuidar de mim, da ervilha e da família.
  • Vou dedicar-me aos meus projectos pessoais, aqueles que vão sendo magicados e rascunhados ao longo dos anos nos cadernos.
  • Vou fazer por ter sempre o blog em dia.

É simples e é isto. Espero estar sempre por aqui para partilhar convosco as minhas peripécias, e que vocês continuem a acompanhar-me. Feliz 2016!

2 comments on “Do Ano Velho e do Ano Novo”

    • Bom ano 🙂 Eu abdico quase na totalidade do acompanhamento típico das refeições (arroz/batata/massa) e substituí por completo por vegetais. Não me faz muita diferença porque como (quase) sempre sopa, e pelo menos um dos snacks envolve cereais com algum açúcar. A ver se faço um post sobre a questão da alimentação e suplementação na gravidez. Beijinhos e tudo a correr bem por aí!

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