fernando pessoa

Chamem-me maluca, ou chamem maluca à minha mãe, porque um dia destes quando lhe estava a contar sobre as coisas bonitas mas excêntricas que tenho visto na Internet, ela disse muito naturalmente que:

Anda tudo numa onda de Fernando Pessoa!

E tem razão.

Estão cépticos em relação ao assunto? Então, vejam.

mochos

Para começar, dou destaque aos mochos.

Ultimamente é possível encontrá-los em tudo o que é sítio: estampados ou bordados em vestuário ou roupa para a casa, pintados ou esculpidos em mobiliário, sob a forma de bolinhos, peluches ou mesmo acessórios e joalharia. Por que é que nos levam até ao Pessoa? Por causa dos olhos, talvez devido aos óculos.

bigode

Depois, há os bigodes.

Estes aparecem igualmente num rol interminável de coisas. Acho especial piada aos pendentes em forma de bigode, aos bonecos para lápis, pensos e canecas. Quem sabe, ainda voltam a estar na moda os homens com bigode (amor, amor, ficas desde já proibido de cometer tal proeza!).

óculos

Passamos aos óculos,

que não são necessariamente à Pessoa, mas não deixam de ser vintage. De há uns tempos para cá, parece que andamos a desviar os óculos dos nossos pais e avós. Eu falo por mim, ando mesmo! Usurpei a maior parte dos óculos que eram da minha avó e já coloquei lentes escuras nuns e transparentes noutros.

Quero ver se coloco lentes graduadas nalguns deles. Os meus preferidos? São mesmo os antigos óculos “de ver” da minha mãe, em massa tartaruga, redondinhos. Substituí as lentes por umas escuras e agora tenho os óculos de sol mais lindos do mundo!

scrapbooking

Por fim, há os Moleskines.

Até eu tenho um para as coisas do blogue, e acreditem que é útil! São cadernos onde gostamos de escrever o que nos dá na veneta e colar meia dúzia de coisas, os Post-its, o scrapbooking e encher as nossas paredes de colagens está em alta.

Somos peritos dos recortes e colagens. Lembrem-se que o nosso querido Fernando Pessoa escrevia imenso em guardanapos e papelinhos.

Sabem que mais? Esta onda agrada-me.

6 comments on “Tendências: Fernando Pessoa”

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