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Vichy Beauty Talks

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Uma grande conversa sobre beleza

Cortesia da Vichy, aconteceu na semana passada na 39A Concept Store a 1ª edição das Beauty Talks. Foi um evento que contou com a presença de vários speakers de diversas áreas e que foi moderado pela lindíssima apresentadora Luísa Barbosa.

Cada vez mais, há a consciencialização de que a beleza é um processo muito mais complexo do que apenas utilizar cosméticos; é um processo holístico e subjectivo que engloba factores como a alimentação, a saúde e a informação. Esta última é a chave do empowerment, e uma mulher informada e confiante tem consigo a bagagem necessária para ser feliz e bem sucedida no que quiser.

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Luísa Barbosa e Helena Magalhães durante o seu pitch de 5 minutos.

Em blocos de 5 minutos, cada orador deu o seu contributo para várias componentes do que é a beleza. Desta feita, o painel foi composto pela Sara Rodi (escritora), Luís Filipe Borges (apresentador de televisão) e Sara Santos, Ana Ni Ribeiro, Helena Magalhães, Inês Ribeiro, Catarina Lopes (diretora do Magic Spa dos hotéis Pestana) e Inês Santos Lima (da Google Portugal).

Vai uma e-zine gratuita sobre beleza?

Durante o evento, foi também apresentada a Vichy Mag, para quem ainda não a conhecia: semanalmente, a marca disponibiliza uma revista online com conteúdos sobre beleza e bem-estar. Nesta plataforma, vai ser possível ler não só sobre a beleza que se relaciona com o aspecto mas também sobre alimentação saudável, estratégias para lidar com o stress e outros conteúdos variados escritos por especialistas de diversas áreas.

Gosto desta perspectiva de interesse genuíno e proximidade entre marcas e consumidores e aplaudo este projecto. Espero que, futuramente, continuem a ser promovidas as Beauty Talks e que se transformem em algo rotineiro, já que a temática da beleza tem sempre coisas interessantes para debater.

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Rotina de Verão #2

Tal como prometido e em jeito de conclusão, falta falar um bocadinho dos produtos de rosto e protecção solar que ajudaram a manter a pele em bom estado durante as últimas férias de Verão.

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Na categoria dos produtos de rosto, não quis abrir grandes cerimónias. Quis manter a minha pele, que tem estado bastante oleosa na zona T, hidratada. Acima de tudo. Não é fácil atinar com um conjunto de produtos quando mudamos a nossa rotina do dia-a-dia, de sítio e de água. Negligenciei as limpezas profundas e esfoliações, que preferi deixá-las para o regresso a casa do que agredir a pele desnecessariamente.

1. O Rose Hydrate Miracle Makeover Facial Oil da Superfacialist, que já teve o merecido destaque neste posté um essencial. Antes de lavar a cara “a sério”, utilizei-o sempre para tentar atenuar os efeitos da desidratação. Um mimo!

2. Como produto de lavagem, optei pela Foaming Cleansing Fluid da linha Pureness da Shiseido. Gosto muito da linha, no geral, mas optei por levar apenas a espuma. É consistente e limpa a pele na perfeição sem a deixar a repuxar. Isto é, a parte do meu rosto que é oleosa fica limpinha, e a parte seca e desidratada não resseca. Fica tudo bonito e suave!

3. Esqueci-me de levar o tónico do costume e não quis meter-me em aventuras nem investimentos, e decidi optar pelo que não falha: água de rosas. Não agride, não faz mal, é quase dada e é polivalente (que serviu para ser pulverizada nos dias de maior calor e há sempre mil e uma utilidades). Também é um clássico cá do blog.

4. Um dos produtos que maior importância tem nesta rotina, com vista a garantir a hidratação da pele do rosto, foi (é sempre!) o Quenching Sérum SOS da Caudalíe, já apresentado aqui e um dos meus produtos indispensáveis. Não me alongo, que no post já existente está tudo dito.

5. Também da família Caudalíe e porque o contorno dos olhos começa a exigir cuidados específicos, recorri ao Creme de Olhos Polyphenol C15. Tenho de dedicar um post a toda a linha (em conjunto com a minha mãe), mas interessa dizer que consegui manter a região periocular até mais hidratada e com a pele visivelmente mais uniforme do que antes. E sem vestígios de mília!

6. O hidratante escolhido para esta temporada, sem FPS (que utilizo o protector solar separadamente), foi o Cuidado Hidratante Anti-imperfeições da Vichy. Conheço que não goste dele alegando que é pesado e pegajoso. É verdade que não é dos hidratantes mais leves do mercado para as peles oleosas, e que nem sequer é matificante, mas deixa pouco brilho e a situação não se agrava ao longo do dia. E é dos poucos hidratantes para peles oleosas que experimentei até hoje que assegura as necessidades de hidratação da minha pele. Apesar de ter alguns “activos peeling“, ácidos, não irrita a minha pele.

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Pela primeira vez em muitos anos, consegui atravessar a época das férias de praia sem uma grande alergia ao sol. Tive algum receio com o protector solar que escolhi para me acompanhar, por ser uma novidade e por não ser de uma das marcas nas quais confio desde sempre (e bem se sabe que com o sol não se pode brincar e mais vale jogar pelo seguro!), mas correu tudo bem. Creio que o próprio estado do tempo ajudou, que parece que este ano mal tivemos Verão. Tive apenas o cuidado de evitar o óleo protector solar da Clarins do qual fiquei fã por só ter FPS 30 e não saber se seria a melhor opção para mim na praia durante muitos dias seguidos.

1. Do ano passado, transitou o Gel Fotoprotector Cream Dry Touch Color FPS 50+ da ISDIN. Já vos tinha dito que o adorava e até ganhou uma Medalha de Bronze. Ide ler o post para avivar a memória, que está lá tudo dito.

2. Para o corpo, confiei no Leite Sublimador FPS 50 da L’Oréal Paris. Se receios tinha, desvaneceram rapidamente. Bem se sabe que nos últimos anos a indústria da protecção solar evoluiu muito e já é possível encontrar boas opções nos supermercados, mas precisei de ver (e sentir) para crer. Para além da protecção eficaz, o bendito do protector tem brilhinhos que ajudam a dar aquele glow que não temos naturalmente no início da temporada de praia. Ah, é fluido o suficiente para ser fácil de espalhar e não é pegajoso nem deixa a pele branca tipo fantasma. Tem uma ligeira coloração, nada que se note. O cheiro também não é o habitual para um protector solar, é super suave e creio que agrada facilmente à maior parte das mulheres. Sim, que não me parece que os homens queiram parecer os vampiros do Twilight.

3. Por fim, os cabelos não podem ser esquecidos e resolvi estender os cuidados para além dos praticados em casa. Fiquei traumatizada com as asneiras de há dois anos atrás e não quero, por nada deste mundo, estragar o cabelo novamente. Para aplicar várias vezes durante a exposição ao sol, contei com o Óleo Protector Solar Elvive. Cheirinho agradável, super fluido e leve e protecção solar. Não há muito mais para dizer, é prático (vem em formato de pulverizador) e gostei muito de o utilizar.

Espero que esta partilha possa ser útil para alguém e que tenham tão bons resultados com as minhas sugestões, tal como eu também os tive. Posso dizer que não me importava de ter férias e levar tudo na mala novamente?

Promoções Vichy

LOGO-VICHY&ME

Das últimas temporadas de saldos, uma das coisas que mais me alegra são as promoções das marcas de farmácia. A sério! Sabe Deus das pipas de massa que gastei em tempos, e da festa que fazia cada vez que havia algum desconto, por pequeno que fosse. Hoje em dia, começa a ser cada vez mais comum as marcas terem iniciativas destas.

Até ao dia 9 de Fevereiro, nas farmácias aderentes, a Vichy oferece descontos que vão até aos 50% na vossa compra seguinte.

Quadro-Desconto

Vão aproveitar?

Recentemente, a Vichy enviou-me o kit rotina Normaderm Kiss. Os produtos não são novidade e, pessoalmente, gosto bastante de todos eles. O novo formato é que merece atenção: juntaram-se os produtos essenciais da linha Normaderm – para peles oleosas e com imperfeições, para quem não conhece – num pack de miniaturas que vem embalado numa latinha bastante bonita e que pode servir para guardar outras coisas. Os produtos incluídos são o Gel de Limpeza Purificante, a Loção Purificante Adstringente, o Concentrado Activo Anti-imperfeições e a base Normaderm.

É um bom mimo que se pode encontrar nas farmácias e é uma boa ideia de presente de Natal. Para quem já conhece os produtos e gosta, este pack de miniaturas é bastante útil para levar na necessaire de viagem. Atrevo-me a dizer que estas quantidades podem durar cerca de uma semana. Para quem não conhece os produtos, dá para formular uma primeira impressão mas penso que estas quantidades não são suficientes para que haja grandes resultados visíveis (falo por mim, que no meu primeiro contacto com a linha Normaderm só entre a segunda e a terceira semana é que comecei a ver resultados para além da redução da oleosidade momentaneamente).

A base Normaderm é uma das minhas favoritas e o que é bom para divulgar… Na cor certa. O tom da amostra é o 35, que considero que seja escuro para a maior parte das mulheres portuguesas. Embora seja fácil aceder a amostras desta base nas farmácias e parafarmácias, penso que seria mais fácil disponibilizar o kit Normaderm Kiss com vários tons de base incluídos ou, em alternativa, com o tom abaixo (que me parece mais universal).

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 04 – A tua base preferida

Dilema! A Correcteur Fluide Couvrance da Avène ou a Dermablend da Vichy? Ambas têm suuuper cobertura, preços bons, acessíveis (encontram-se à venda em farmácias e andam abaixo dos 20€) e são fáceis de utilizar. Não são a minha escolha diária, mas são a nata da nata das bases, para mim.

A grande diferença, a meu ver, reside no acabamento. A Dermablend fica mate, a Couvrance toma um brilho mais natural.

Se têm contras? Têm pois: podem ser um bocado pesadas e transferem que é uma coisa doida. Nada que não vá lá com um fixador. A gama de cores também não é a melhor, se bem que no meu caso há sempre um tom que encaixe. Oscilo entre os tons do meio de ambas as bases e em Agosto não há duvida: Soleil da Couvrance, Bronze da Vichy.

Também querem participar no desafio? Regras aqui.

A Guida e a Maquilhagem

Corneille
Corneille, por Rally Ae. Imagem recolhida no Deviant Art.

Já há algum tempo que não respondo a tags nem retribuo selos ou coisas afins, mas a Marisa desafiou-me a responder a algumas questões sobre a minha relação com a maquilhagem e como achei piada ao desafio, cá venho hoje para responder.

1. Que idade tinhas quando começaste a usar maquilhagem?

Tanto quanto me lembro, e para mal das pessoas que gostavam de mim e tentavam evitar a todo o custo que fizesse tristes figuras – e que, por coincidência, eram as mesmas pessoas que me punham os “brinquedos” nas mãos, comecei a usar maquilhagem aos 13 anos. É lógico que não saia para a rua carregada de base, mas um gloss, blush e sombra (muitas vezes de gosto duvidoso!) eram hipóteses possíveis.

2. Como é que te interessaste a sério pela maquilhagem?

Chega uma altura em que, quer queiramos quer não, somos influenciados pelo que os media nos mandam. Na sociedade em que vivemos, a imagem conta imenso, e a certa idade começamos a preocupar-nos em disfarçar imperfeições e destacar o que temos de bonito. Aos 16/17 anos, comecei a preocupar-me com a maquilhagem em ocasiões especiais. Aos 18, seria incapaz de sair de casa sem usar sequer um pozinho. Aí, surgem as preocupações com os diferentes produtos, porque andamos sempre em busca da perfeição!

3. Quais é que são as tuas marcas favoritas?

Na questão qualidade-preço, gosto muito d’O Boticário no geral. Tem um leque variado qb de produtos, sempre simples e práticos de usar e servem bem no dia-a-dia. Também uso bastantes produtos da Avon, que tem apresentado óptimas propostas nos últimos tempos. Gosto bastante da Make Up For Ever, e no que toca a bases a Vichy é a nº1.

4. O que é que a maquilhagem significa para ti?

Significa a possibilidade que toda a gente tem para uma aparência perfeita na medida em que escondemos o que não gostamos e destacamos os nossos pontos altos. Ou assim deveria ser!

5 . Se só pudesses usar apenas 4 produtos no teu rosto, quais seriam?

Tarefa fácil, pois normalmente é assim no dia-a-dia (visto não haver tempo para mais)! Base, blush, gloss e rímel.

6. Qual é a tua parte favorita na maquilhagem?

A que, infelizmente, acaba por ficar de lado visto o tempo ser necessário para outras coisas: brincar com cores.

7. O que é que achas sobre a questão produtos baratos (de supermercado) versus produtos mais caros (de perfumaria/de topo)?

Pessoalmente, o que interessa é ter um produto de boa qualidade. A marca é praticamente irrelevante, se tiver um bom preço ainda é melhor.

8. Qual é o conselho que podes dar a quem se inicia neste mundo?

Vão com calma, sem pressão, que as coisas acabam por sair naturalmente com a prática. Não sou nenhuma perita, e adoro quando vejo que progredi. Ajuda muito ouvir conselhos de quem percebe e ver as experiências alheias na Internet!

9. Refere uma moda em relação à maquilhagem que nunca compreendeste/gostaste?

Contornos dos lábios com cor mais escura que o batom. Feio, feio, feio.

10. O que é que achas sobre a comunidade de beleza no Youtube/Blogs?

Estas comunidades são de extrema importância, porque se há uns anos não tínhamos quase como aprender sobre estes assuntos, hoje em dia temos o mundo nas mãos. Aprendemos uns com os outros, absorvemos as dicas de quem sabe e partilhamos informações de forma a agilizar tanto os processos de compra de produtos como o de utilização.

E é tudo por aqui, sintam-se à vontade para responder a estas perguntas se assim o entenderem.

Ah! Falando noutro assunto: como podem ver, a Guida já está no WordPress! Está tudo tremido, ainda não atinei com a barra lateral e não sei mais o que não está a funcionar. Agradecia que comunicassem se derem por alguma falha, em breve estará tudo nos trincos!

10 Vaidosices Sem as Quais Já Não Vivo[:en]10 Beauty Must Haves

Beleza Top 10 Beauty

Já lá dizia o velho que só sentimos falta daquilo que temos, e olhem que é bem verdade. E é por isso que acredito que vive mais feliz quem tem pouca coisa do que quem tem muito ao seu dispor, porque com o poder de escolha vêm as indecisões, a vontade de ter mais, a desilusão com o que comprámos e não gostámos e, em casos extremos, perdemos a completa noção daquilo que podemos ou não gastar e deixamos de distinguir o que é necessário do que é supérfluo.

No entanto, não sejamos pessimistas, porque tudo é bom quando andamos equilibrados e já que temos a sorte de viver num local do mundo onde nos podemos dar a certos luxos e mimos, por que não? Quem não gosta de uma mariquice ou outra que sirvam para elevar o nosso potencial enquanto pessoas bonitas que levante o dedo.

Hoje mostro-vos as pequeninas coisas da bolsa das mariquices que fazem parte do meu dia-a-dia e que quando falham é o caos instalado:

1. Touche Éclat da Yves Saint Laurent – Iluminador, corrector, seja. Não é barato, mas é do melhor que já se fez para combater a típica cara de morta que muitas mulheres mundo fora têm pela manhã, e a embalagem sempre foi e sempre será um mimo: douradinha que é para brilhar!

2. Toalhitas Johnson’s Baby – São suaves, cheirosinhas e não ardem nos olhos. Óptimas para uma limpeza “à gato” quando estamos longe da civilização e para quando a preguiça de lavar a cara como deve ser é mais que muita antes de ir dormir.

3. Rímel Big Eyes da Eyeko – Confesso que só tenho pena de que não haja uma versão castanha. Fora esse pormenor, é o melhor rímel que já me chegou às mãos: é económico, cumpre com o que promete e ainda por cima é à prova de água! Inverno ou Verão, este é o meu rímel de eleição.

4. Bálsamo Tigre Branco – O completo multitask. É útil no combate à dor de cabeça, à constipação, entre outras coisas (consta até no panfleto que ajuda a dar conta da flatulência…). Não conseguia encontrar em lado nenhum, e tinha o vermelho porque a Ana foi uma querida e enviou-me um boiãozinho quando encontrou à venda. Descobri no fim-de-semana que há nas duas versões e em diversos tamanhos aqui perto, e já comprovei a eficácia do branquinho que já ocupa o lugar do bálsamo vermelho na bolsa.

5. Nívea Creme – E não me alongo mais. É outro multitask dos grandes, e vocês sabem como eu o adoro!

6. Creme Benamôr da Nally – Se não fosse bom, já não estaria à venda. É barato e é o melhor creme que já meti na cara! E a mãe também já usa, e parece que tem feito bem aos problemas de psoríase dela. É universal, dá para a avó e para a neta. Hidrata tudo sem que se sinta oleosidade e tem-me ajudado imenso no combate ao acne. Para além do mais, este creme tem um cheirinho óptimo e a embalagem é das coisas mais mimosas que já vi.

7. Fond de teint Norma Teint da Vichy – Socorro! O meu acabou. No que toca a este tipo de produto, creio que a Norma Teint é a melhor porque alia qualidade e bom preço. É leve mas cobre as imperfeições todas e é quase impossível ficarmos com cara de batata frita. Até podem existir outras bases/fond de teint que façam o mesmo, mas algo me diz que são mais caras. Para quê?

8. Lápis de olhos Black Mania da Essence – Há melhores mas eu não preciso de melhor. Cumpre perfeitamente o propósito dele e pelo preço que tem, não se pode pedir mais. Desde o traço direitinho até ao esfumado rápido e básico, este belo lápis consegue fazer proezas. E não derrete assim com tanta facilidade, já tive piorzinhos da Sephora.

9. Perfume Romance do Ralph Lauren – Perfume. Ando bastante feliz com este e com o Pure White Linen da Estée Lauder, mas o Romance é O Eleito. É delicado, digno de princesa.

10. Hydra-Stick da Mustela – Também já sabem da minha paixão por ele. É do melhor que há na prevenção e simplesmente o único que resolve os meus problemas com o cieiro. E na correria, consigo perfeitamente espalhá-lo sem parecer que me atiraram um ovo estrelado à cara.

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Beleza Top 10 Beauty

I’ve always heard we only miss what we already have, and I believe it’s true. And it’s why I think people who almost don’t have anything may be happier than those who own the world, because with the power of choice comes a huge basket of indecision, cravings for more, the dellusion with what we got but didn’t like at all and, in some extreme situations, we completelly loose the notion of what we can or can’t spend and are unable to see what we need and just get what we want.

But let’s not be quite so pessimist, because everything’s wonderful while we can moderate things and since we’re lucky enough to live in a place somewhere in the world where we can spoil ourselves a bit, why not? Who doesn’t like some futile things to make our beautiful bodies and faces look even better?

Today I’m showing you the little things from my necessaire I can’t live without anymore:

1. Touche Éclat from Yves Saint Laurent – Highlighter, concealer, who cares. It’s not cheap, but it’s the best thing ever to fix the corpse faces we all see in the mirror when we wake up, and the package is just sooo cute: golden, to shine as a star!

2. Johnson’s Baby Wipes – They’re soft, have a nice scent and don’t burn my eyes. They’re great for a quick clean when we’re far from the civilization or when we’re too lazy to wash our faces before we go to bed.

3. Big Eyes Mascara from Eyeko – It’s just a pity it’s not available in brown. After that, it’s the best mascara I ever had: it’s cheap, lasts for ages, does what it promises and it’s still waterproof! This is my favorite mascara ever, for the entire year.

4. White Tiger Balm – The perfect multitask. It’s useful for fighting headaches, caughs, among other things (on the leaflet I could read it’s even good to fight flatulence…). I couldn’t fing it anywhere, and I got the red version because Ana was just cute and sent me a jar when she saw it in a store. Last weekend I found out the two versions are available in a store close to me, in two or three different sizes, and I’ve already tested the white balm and love it so much that it’s now in my purse instead of the red balm.

5. Nívea Creme – And theres’s nothing left to say. It’s another big multitask, and you know how I love it!

6. Benamôr Cream from Nally – If it wasn’t good, it would already be dead. It’s cheap and it’s the best thing I’ve ever put on my face! And my mother uses it too now, and it seems it’s good for her psoriasis. It’s universal, it’s good for the grandma and for the granddaughter. It hydrates everything without feeling oily or greasy and it’s been helping me a lot solving my acne problem. Plus, this precious cream has a great scent and the package is one of the most beautiful things I’ve ever seen.

7. Norma Teint fond de teint from Vichy – Help! Mine just got empty. I think this is the best product of its kind because it has a great quality and a good price. It’s not heavy but it covers everything and it’s almost impossible to look like a french frie during the day. Maybe there are other products doing the same, but something inside me says they’re more expensive. For what?

8. Black Mania eye pencil from Essence – I know there are better pencils out there, but I just don’t need them. This one is ok for its purpose and I couldn’t ask for more for around 2€ (I can’t remember how much it was). It’s good as a liner and perfect for a quick smokey look, it can do miracles for us. And it doesn’t melt so much as I’d think, I already got worse stuff from Sephora.

9. Romance perfume from Ralph Lauren – Perfume. I’m really enjoying this one, as well as Pure White Linen from Estée Lauder, but Romance is still The One. It’s soft, delicate, good for a princess.

10. Hydra-Stick from Mustela – You know I love it too. It’s the best at preventing and the only one that cures my dry lips. And, in a hurry, I can perfectly spread it on my face without looking like someone has thrown me a fried egg.

Maquilhagem para Pele Oleosa: É Mais que Possível!

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Longe vão os tempos em que as maquilhagens eram pesadonas e não serviam para qualquer pele. Longe vão também os tempos em que a maquilhagem não estava ao acesso de toda a gente!

Hoje podemos usar maquilhagem quer tenhamos a pele extremamente seca ou muito oleosa, com ou sem marcas e manchas e até as peles mais sensíveis já têm direito a linhas específicas e não agressivas de maquilhagem.

Tenho por aqui livros com dicas de beleza com mais de dez anos (alguns já caminham mesmo para os cinquenta ou sessenta anos!) e, segundo constatei, as possibilidades que temos agora ao nosso dispor são bastante recentes. Não é preciso retroceder muito no tempo para encontrarmos em livros e revistas escritos do género “se tem pele oleosa, evite a todo o custo a maquilhagem, pois esta estraga ainda mais a pele e confere-lhe um ar artificial”. E este é um exemplo, entre muitos outros, e um dos mais comuns.

A Guida recebeu um email da Cláudia:

“Depois de me teres aconselhado com os produtos a usar com acne e manchas, gostava que me ajudasses a escolher os produtos para corrigir e disfarçar o acne. Que tipo de corrector devo usar (textura e cor), base (liquida, creme, pó) e o pó solto ou compacto? E algumas marcas destes produtos! E mais algum produto que saibas. É que eu gostava de ter uma cara com melhor aparência, mas sem parecer artificial.”

Antes de mais, e antes que me caiam o Carmo e a Trindade em cima, por estas bandas eu dou a minha opinião e cada pessoa é livre de experimentar ou não, e agradeço até que dêem também os vossos palpites. Não sou dermatologista nem nada que se pareça, pelo que o que conto aqui é fruto da minha própria experiência. Pode funcionar com algumas pessoas e com outras não, pois somos todos diferentes!

Indo agora ao propósito do post, creio que, tal como a Cláudia, tod@s nós gostamos de exibir uma pele limpinha e bonita, nem que para isso tenhamos que recorrer aos “disfarces”. Nesta hora, o mais importante é saber escolher o que se adequa à nossa situação, pois de contrário podemos destacar ainda mais as nossas carinhas de gente humana e imperfeita.

Já referi n vezes que os meus hidratantes preferidos para a cara são o creme Benamôr da Nally e o Nívea creme (o da lata azul, sim!). Desde que com os devidos cuidados, e ao contrário do que a maior parte das pessoas pensam, eles não deixam a pele oleosa! No entanto, com o Verão, o calor e o suor torna-se complicado sair à rua sem cara de fritadeira, e acabo por reservar estes meus cremes de eleição para o Inverno e para a noite.

Quando sei que estou mais exposta a factores que libertam a batata frita que há em mim, prefiro utilizar cremes hidratantes que controlem a oleosidade e o brilho da pele. Quem tem o mesmo problema, como a Cláudia, deveria pensar em aplicar um destes cremes antes da maquilhagem. Este tipo de cremes, para além de manter a pele mais seca e sem brilhos, permite uma fixação mais eficaz da maquilhagem.
Poderia referir marcas caras das quais gosto, mas prefiro falar de opções mais em conta (lema cá do blogue, vocês sabem!) e igualmente boas, tanto que me levaram a desistir dos “Ferraris”.

Neste ponto temos o creme 1. Cuidado anti-brilho da linha Sebospecific da Yves Rocher (sei que a imagem não corresponde, é um creme “irmão” cuja foto anda desaparecida). Existe em bisnaga de 40ml e boião de 50ml e ambos andam abaixo dos 10€. É o que estou a usar e gosto bastante.
Em alternativa, temos em 2. o creme Nívea Visage Young Control Shine, que se encontra à venda no supermercado e também é acessível. Deixei de o usar simplesmente porque me sai mais barato o do ponto 1. e o efeito é o mesmo.

Feita a hidratação, pode ser uma boa ideia aplicar também um primer. Não é obrigatório, mas faz a diferença. Tal e qual como o primeiro que usamos para pintar portas, paredes e por aí fora, o primer tem como finalidade conferir à pele alguma uniformidade quando aplicarmos a base (vão ver que até os poros gigantes ficam escondidos!). Para além disso, impede o contacto directo entre a maquilhagem (que pode ser agressiva, mesmo quando no rótulo diz que não) e a pele. Dos que já experimentei, aconselho o do ponto 3. da Sephora. É mesmo da marca deles, é possível encontrar mais baratos de outras marcas, mas eu prefiro este. Se não quiserem comprar antes de saber se funciona, tentem pedir amostras directamente na loja. Foi assim que o descobri, quando abri uma amostra por engano ao pensar que era base.

E passamos agora à base (dúvidas, dúvidas: ler aqui). Há quem prefira aplicar o corrector primeiro. Eu não o faço por um motivo simples: não sou a pessoa mais habilidosa do mundo e acabaria por misturar a base com o corrector, o que resultaria em ter que aplicar corrector novamente. Adiante.
Hoje em dia temos no mercado montanhas de bases próprias para peles oleosas, com acne, com mais ou menos cobertura, com as mais diferentes texturas, com acabamento mate e para todas as carteiras. Para o dia-a-dia, eu aconselho o mais suave possível. Por isso, são de evitar as bases oleosas e muito espessas.
A baixo preço, a tão falada Essence oferece boas bases que vão de encontro a todos os gostos. O melhor? Nenhuma passa dos 4€. Em 4. temos a base em mousse. Esta é uma opção bastante económica, pois para cada utilização basta uma quantidade reduzidíssima e têm logo a pele significativamente mais bonita e uniforme, com efeito mate e sem que sintam sequer que têm maquilhagem. Só tem um senão: eu gosto de aplicar a base com pincel e com esta não me dou lá muito bem, fica bastante pesada! Isto acaba por ser uma vantagem, pois significa que é óptima para trazerem na bolsa e aplicarem com os dedos.
Em 5. temos a base líquida com efeito mate, e esta já é amiga do pincel. Por fim, em 6. temos uma base mineral em pó. É possível obter vários níveis de cobertura com ela sem que fique com um aspecto artificial. A forma mais simples de a aplicar é seca, com um pincel kabuki. No entanto, é possível aplicá-la molhada ou com creme hidratante, como a Kah mostra. Dizem que a maquilhagem mineral é a melhor para a pele. No entanto, devo dizer que há por aí queixas de que certas marcas agravam os problemas de acne porque o pó entope os poros. Não dei por isso nem com a base da Essence nem com a da Yves Rocher (sim, a YR lançou agora em Setembro uma linha de maquilhagem mineral! Ainda não espreitaram? Façam-no aqui, nas páginas 10-11).

Se o creme anti-brilho e a base específica não foram suficientes e se já testaram e ao fim de pouco tempo a pele manifesta brilho, é caso para aplicar pó. Convém não exagerar! As panquecas estão ultrapassadas e
, por isso, só se aplica pó (pode ser solto ou compacto, eu acho o pó compacto mais prático!) nas zonas críticas (zona T, em princípio). Sugiro o pó compacto 7. da Essence. Para que não haja ideias pré-concebidas, este pó não traz esponja nem pincel. É à escolha do freguês! Pessoalmente, prefiro aplicar o pó com um pincel muuuito macio, pois dá um ar mais leve e é mais fácil não cometer abusos. O pó pode também dar uma ajuda no que toca à fixação da maquilhagem.
No tempo de Verão, tenho optado por um pó bronze.

Por fim, e para que tenhamos preparado a nossa pele, há que corrigir pequenos defeitos que ainda existam como manchas de borbulhas, olheiras e essas coisas. Para quem tem pele oleosa, eu aconselho os correctores em stick. Por um lado, são mais práticos para toda a gente. Por outro, geralmente oferecem maior cobertura e não são tão brilhantes. Têm o 8. que é o Coverstick da Essence e o 9. que é a caneta correctora da Vichy. Esta serve para manchinhas pequenas e não tanto para as olheiras. Ronda os 8€, e gosto dela porque para além de cobrir as imperfeições ajuda a eliminá-las.

Acerca da Essence: apesar de ter referido produtos da linha normal, há uma linha específica para peles com acne, a linha Pure Skin. Sinceramente, ainda não consegui encontrar uma diferença entre as duas linhas, pelo que me parece que tanto faz escolherem produtos de uma linha ou de outra.

Agora, têm uma pele preparada com o básico e podem sair de casa (um blush, gloss e rímel completam!) ou continuar as vossas aventuras no mundo da maquilhagem. Se querem ler mais sobre marcas acessíveis e produtos, tenho este post.

Mãos à obra e divirtam-se entre pincéis e cosméticos!

Questões de Marketing

batom

Tod@s tendemos a pensar que os produtos mais caros são os que têm melhor qualidade e a olhar de lado para o que é mais barato.

Este comportamento acontece com tudo, desde os bens de primeira necessidade até àquilo que eu chamo mariquices. É claro que há pessoas mais niquentas que outras e que com a nossa tão bem conhecida crise global temos vindo a mudar de atitude, quanto mais não seja porque a carteira encolheu e não nos deixa gastar como antes.

Com isto, temos vindo a descobrir que afinal a qualidade não tem que ser cara.

Escrevo este post porque já por diversas vezes ouvi gente céptica das minhas opiniões e escolhas quanto a cosméticos e maquilhagem, como já tive a oportunidade de falar cá no blogue. Já vos sugeri marcas e lojas que nos permitem ter bons produtos a preços muito acessíveis.

É provável que apanhemos alguns dissabores nas nossas aventuras com as comprinhas baratas, mas isso faz parte da aprendizagem e sempre que isso aconteça até é bom partilhar com o máximo de pessoas possível para que não cometam o mesmo erro.

Quando encontramos algo de que gostamos, temos que fazer a mesma coisa e divulgar a toda a gente. Neste aspecto, sou da opinião que os blogues, sites e fóruns pela Internet fora vieram dar uma grande ajuda, pois toda a gente pode divulgar a sua opinião, mostrar fotos com a aplicação dos produtos e divulgar massivamente a informação.

No entanto, continuamos a ser bombardead@s por anúncios que levam até a pessoa mais simples a desejar muito o produto xpto que faz maravilhas. E não, não pode ser de outra marca porque só o da marca xpto é que faz maravilhas! Os outros não. Ou assim pensamos!

Sabem que mais? No meio disto tudo, há cerca de meia dúzia de grandes empresas que possuem muitas outras mais pequenas.

Que significa isto? Significa que os produtos vêm muitas vezes da mesma fábrica mas têm embalagens, marcas e preços diferentes. Mas no fim vai tudo dar à mesma entidade e são sempre as mesmas pessoas a lucrar.

Não acreditam? Pois vejam:

  • A Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) possui a Benefit, a Guerlain, a Givenchy, a Kenzo, a Lowe, a Sephora, a Dior, a Fresh, a MAKE UP FOR EVER, e a Acqua di Parma;
  • A L’Oréal é dona da Garnier, da Maybelline NY, da Kérastase, da Redken, da Mizani, da Shu Uemura, da Lâncome, da Biotherm, da Helena Rubinstein, da Kiehl’s, da Cacharel, da Diesel, da Yves Saint Laurent, da Vichy, da La Roche-Posay, da Innéov e da The Body Shop, entre outras marcas;
  • Já a Chanel tem a Bourjois;
  • À Estée Lauder pertencem a Clinique, a Prescriptives, a Origins, a MAC, a La Mer, a Bobbi Brown, a Tommy Hilfiger, a Aveda, a Jo Malone, a Bumble and Bumble, a Darphin, a Missoni, a Aramis, a Lab Series, a Kiton, a Donna Karan, a American Beauty, a Good Skin, a Flirt! e a Sean John;
  • A Coty é dona da Rimmel London, da Lancaster, da Davidoff, da Jil Sander, da Calvin Klein e umas poucas marcas de perfumes de artistas famosos;
  • O vosso dinheiro vai para a Proctor and Gamble se comprarem Max Factor, Covergirl, Aussie, Clairol, SK II, Olay, Braun, Gillette, Head and Shoulders, Herbal Essences, Pantene, Hugo Boss e outros perfumes;
  • Da Unilever são a Dove, a Rexona, a Axe, a Impulse, a Lux, a Ponds, a Sunsilk, a Vaseline/Vasenol e a Timotei;
  • A Beiersdorf é mãe da Eucerin, da Nivea, da Hansaplast, da Labello, da La Prairie e outras marcas.

É, ao que parece passamos séculos a revolver produtos que ao fim ao cabo são da mesma marca (serei eu ou os desodorizantes da Dove e da Rexona são iguais?) e a esmifrarmo-nos tod@s para trazer o mimo xpto que afinal até existia numa marca irmã mais barata.

Podíamos continuar a lista, mas são horas de pesquisa que vocês podem ir fazendo aos poucos: basta lerem os rótulos e pesquisarem.

Desviando para outro tema, ao lerem os rótulos também descobrem o tipo de porcarias que andam a meter na pele. Assunto para outros posts!

Cabe a cada um ler as críticas das outras pessoas, ler os rótulos, conferir os preços, experimentar, descobrir qual o produto que melhor se adequa à pessoa em si (e se não funcionar, na maior parte dos casos até dá para trocar na garantia. Se não der, em vez de o deixar a apodrecer numa gaveta qualquer dá-se a uma pessoa próxima que o utilize), vasculhar nos saldos, em outlets ou em sites do ramo se vamos mesmo optar pelo produto da marca xpto.

Sempre que possível, antes de comprar, peçam amostras! Eu juro que não é uma estratégia de pedinchões e eu faço-o muitas vezes. Tenham o cuidado de pedir amostras só quando querem realmente experimentar um produto. Muitas vezes, até as podem pedir na Internet, na parte dos contactos de cada empresa: sejam específicos e descrevam o que procuram. Não se esqueçam da morada e enviem feedback assim que experimentarem!

Afinal, nem tudo o que parece é e nos dias que correm temos que ter cada vez mais cuidado com o que nos entra pelos olhos e pelos ouvidos.

Protectores Solares

protector solar

Para fazer a vontadinha à Patrícia e porque eu sei que há por aí mais gente a quem este post vai fazer jeito, hoje vamos falar deste amigo que deve andar connosco mesmo nos dias enfarruscados.

Parvoíce ou não, eu até no Inverno ponho protector solar na cara. Já falei de escaldões aqui e realmente foi uma grande falha da minha parte não ter logo falado de protectores solares.

Sei que há por aí muita coisa no mercado, na imagem podem ver aqueles que já experimentei e gostei. Sou fiel ao número 1, mas vou variando para tentar descobrir alternativas.

  • O protector solar serve para proteger a nossa pele das radiações ultravioleta, que são bastante nocivas e provocam, mais do que o envelhecimento da pele, cancro. Mesmo que tenham pele escura, é necessário usá-lo, de preferência acima do factor de protecção (SPF) 15.

E o que é o SPF?

O SPF é a capacidade de protecção contra queimaduras que cada protector solar (não se deixem enganar por quem diz que é o número de horas durante as quais o protector é eficaz!), e é por isso que as peles claras, que são mais frágeis quando expostas ao sol, necessitam de maior protecção.

No caso das peles escuras, pode até bastar aplicar o protector solar uma ou duas vezes por dia, mas nos restantes casos, se andarem ao ar livre, o protector é para ser aplicado de três em três horas.

Passemos então às minhas sugestões:

  1. A La Roche-Posay é a rainha dos protectores solares com o Anthelios, sem dúvida! Só há na farmácia, e podem ser mais caros que os restantes mas valem cada cêntimo gasto. Para verem uma situação extrema, a minha mãe é alérgica ao sol e este é o único protector com que se dá bem, o de factor 60. Existe para o corpo (também serve para o rosto) e para o rosto, mais fluído. Não é pegajoso, absorve rapidamente e é à prova de água. O cheirinho é bom e não tem nada a ver com a maior parte dos que pairam no ar na praia (detesto o cheiro da maior parte dos protectores solares que as pessoas usam na praia. Bleh!).
  2. A Mustela, que para quem não sabe é uma marca que tem cuidados para crianças, também tem uma linha de protecção solar. Para quem tem pequeninos, são estes os protectores que indico! Mas também servem para peles sensíveis e clarinhas. Tem um senão: não é branco, é meio amarelado, e a cor permanece na pele depois de aplicar. Por mais que espalhem, vão ter a cor do protector até ser preciso aplicar de novo. O cheiro não é nada por aí além, e apesar destes inconvenientes acho que é preferível andar protegido do que ligar a mariquices. A sério, vale a pena! Nesta linha há também um stick para os lábios, olhos, nariz e maçãs do rosto.
  3. Também da farmácia, há a Vichy. Têm produtos para o rosto e para o corpo, adequados à necessidade de cada pessoa e são muito bons. Não deixam a pele oleosa, são de rápida absorção e cheiram muitíssimo bem. São bons e eu aprovo.
  4. Creio que já referi algures que me deram para experimentar um protector da Eucerin que eu adorei. Parece que é para o corpo, mas eu tenho aplicado no rosto todas as manhãs e gosto do dito. Tem factor de protecção 50, é muito leve, tem um cheiro agradável, não fica com a cor marcada, espalha-se com muita facilidade e não deixa a pele oleosa. Isto leva-me a pensar que a gama de protecção solar da Eucerin é óptima, pelo menos protector que experimentei é.
  5. Há uma semana descobri também a linha do Boticário. Trouxe o Bloqueador Multiativo SPF 30 e não tenho queixas a fazer, é o que tenho usado no corpo todos os dias. Parece-me que o infantil também é óptimo e o stick é bom, eu acho. A embalagem é um dos prós deste protector, pois não deixa entrar areias nem nada: para abrir a tampa, é só rodar. Assim, não há tampas perdidas nem partidas, nem areias, nem malas peganhosas com creme à solta. O cheiro não é nada de especial, não cheira bem nem mal, tem uma boa textura, a pele absorve o produto rapidamente e não fica oleosa nem com a cor marcada. Para além disso, é bastante acessível, visto que neste momento os protectores desta linha não chegam aos 10€.
  6. Não sou lá grande amiga dos protectores solares do supermercado, apesar de ter a consciência que muitos deles já estão à altura dos da farmácia. Houve uma altura que usei estes da Garnier no dia-a-dia, e gostei mais do infantil. Não me arrisquei a levá-los para a praia, até porque sei dos escaldões que os meus meninos da praia apanhavam mesmo com toneladas de protectores de supermercado em dias de sol escaldante. Nunca apanhei escaldões, mas nunca fiando. São baratos e penso que são suficientes para andarmos na rua, nas nossas tarefas do costume. Ambos são bastante fluídos, cheiram bem e não marcam.

Se experimentaram outros protectores solares e gostaram, se têm críticas a fazer sobre os que sugeri, comentem!