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E os bebés?

Vestuário Bebés

Eu sei que sou muito ingénua e que, vai na volta, este post até nem faz muito sentido. Mas faz! Um dos dramas de quem faz muitas compras online e até tem lojas da sua preferência é, perante a maternidade, verificar que os bebés são muitas vezes esquecidos.

Há lojas específicas e há lojas de “gente grande” que também têm montes de roupinhas, calçado e acessórios em tamanho miniatura, facto. Mas, e as outras? Tenho de colocar aqui uma ressalva: falo das que até têm uma secção infantil mas que não contemplam os bebés.

Tenho verificado um fenómeno curioso nas minhas compras para os tempos que se avizinham: há lojas físicas (como a Lanidor) que não têm peças para recém-nascidos, mas disponibilizam-nas na Internet. Compreendo que assim seja, devido ao tamanho das lojas e outros factores que, não sendo da minha conta, podem fazer todo o sentido.

Mas numa loja online, embora haja espaço do alojamento, é muito mais simples albergar uma maior variedade de artigos. Especialmente quando são comercializadas marcas que os disponibilizam.

O meu coração de futura mamã parte-se todo aos bocadinhos cada vez que descubro calçado fofinho de criança ou quando vejo catálogos de vestuário de marcas infantis presentes nos locais que refiro (o Spartoo que tanto adoro é um exemplo!) e depois quando se abre o separador dos artigos de bebé… Chapéu. Não há nada. Rien de rien para os bebés. Protesto!

7 Semanas e não sei o que vestir.

O que mais oiço nos últimos dias: "não pode ser tão pouco tempo! Se calhar, são gémeos!"
O que mais oiço nos últimos dias: “não pode ser tão pouco tempo! Se calhar, são gémeos!”

Há uns dias, mostrei-vos como estava a minha barriga. Bem sei que ainda não há ecografia para confirmar, mas é bem possível que esteja tudo certinho e que à corrente data a minha gestação vá nas 7 semanas + 2 dias. Há cerca de uma semana, ainda não eram visíveis as mudanças físicas.

Agora, estou em vias de não ter calças que me sirvam. Nas pernas, passa tudo como deve ser. O problema é fechar os botões. Ganhei peso, mas está tudo situado na barriga e no peito. Não como mais do que antes. Não tive enjoos até agora, mas também não tenho grandes apetites. Tenho, sim, muita sede.

Pelo andar da carruagem, creio que daqui a uns meses não ando: rebolo! Certamente, terei de comprar algumas peças de roupa. Há camisolas, blusas, túnicas e vestidos que servem perfeitamente, bem como alguns leggings. Não posso dar-me ao luxo de não caber na minha roupa, mas não vou aguentar-me só assim! Para já, necessito de comprar roupa interior e calças. A grande questão é: de que tamanho?

Alguém me consegue ajudar nesta missão? Penso mais à frente e compro algo mais folgado, há peças que se adaptem? Onde compensa comprar? Marias mais experientes cá do blog, que já sabem melhor que eu como se processa a história da gravidez, por favor, ajudem-me!

[Vale-me o facto de o último trimestre já se dar em tempo de calor e poder viver à base de vestidinhos!]

Limpar Botas Dr Martens

Bom, o título pode não ser o mais correcto e não quero que venham ao engano. Na verdade, o que dá origem a este post é a limpeza das linhas amarelas da costura das solas do calçado Dr Martens, já que, no demais, também não há muito que limpar. Já anda aí o tempo frio e chuvoso, pelo que as minhas botas saíram da caixa onde estavam guardadas.

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Possivelmente, há quem goste de calçado todo encardido. Eu defendo que o estado em que se encontram os sapatos que trazemos diz muito sobre nós! Os sapatos também fazem parte da indumentária, e eu gosto muito que os meus estejam sempre limpinhos.

Para as pessoas que, à minha semelhança, gostam de manter a limpeza do calçado, uma das coisas que nos deixam de nervos em franja é a sujidade das costuras das solas de sapatos. Agora que me apercebo, falo das costuras amarelas das botas mas aplica-se (quase) a quaisquer outras botas, ténis ou sapatos de costuras claras na sola, com tendência a sujar com a utilização.

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Desde que conheci os géis e pós detergentes com oxigénio activo, não quero outra coisa, porque servem para limpar quase tudo. É como vos mostrei há uns meses com as minhas Birks: basta humedecer as costuras das botas e, com uma escova de dentes velha, esfregar um pouco de pó “oxi action“, aguardar um pouco e enxaguar bem. Et voila! Costuras amarelas, como novas. Ah, se repararem que as botas em si estão mais brilhantes no depois, é porque lhes dei com o spray cockpit (o dos carros, sim) e passei com um pano. Estão como novas!

Espero que esta dica vos tenha sido útil.

Quando é aceitável vestir roupa quente?

Quando chegamos às meias estações, acontece sempre um fenónemo bizarro em que saímos à rua e encontramos pessoas todas descascadas, de calções e chinelos, e outras todas encasacadas, como se estivéssemos no pico do Inverno.

É estranho, ninguém gosta de assumir que, eventualmente, vai parar a um dos extremos, e creio que há uma questão que passa pelas cabeças de todos nós a dada altura: a partir de quando é que é aceitável sair à rua com a roupa da estação seguinte?

Eu sou da opinião que não vale a pena ser mais papista que o Papa. Ainda por cima, actualmente, as estações do ano parecem estar “diluídas” e todos os dias é o salve-se quem puder. Não podemos confiar nas previsões meteorológicas, porque sai sempre tudo ao lado. Sabemos que se levarmos o chapéu de chuva, não vai chover. No dia em que o deixarmos em casa, apanhamos uma molha dos diabos.

O melhor é, na minha opinião, não fazer grandes planos quanto ao que se vai vestir durante a semana e procurar compor a toalete por camadas. Assim, não corremos o risco de vestir a mais nem a menos. Não passamos frio e, se tivermos calor, é só tirar o agasalho, echarpes, o que for preciso. Ninguém precisa de calçar autênticas pantufas em Outubro, mas creio que não é o fim do mundo se nos apetecer calçar algo como umas botas de cano alto.

É como em tudo: o importante é ter bom senso e ser feliz!

Dos gostos e da idade

Dou por mim a pensar, muitas vezes, em como gosto de determinada coisa e não me imagino a desgostar dela daqui a algum tempo. Aplica-se aos hobbies, à comida, à música e, para um efeito mais prático, ao vestuário.

Imaginamos que determinada peça vai ser sempre das nossas preferidas e, de repente, puff, lá está ela a um canto, esquecida, até que acaba por ir embora do nosso guarda-roupa para fazer outro alguém feliz. Não vos acontece?

Não creio que seja só uma questão de ciclos. Habitualmente, percebo bem as diferenças entre o que poderei voltar a usar mais tarde (e, nesse caso, guardo. E é por isso que tenho muita, muita roupa!) e o que é efémero no meu roupeiro. Num outro segmento, há aquelas peças que continuam a ter piada passado uns tempos, mas que parece que já não nos enchem as medidas. Estamos crescidas de mais para elas. Quando as vestimos, parece que voltámos ao tempo do liceu, não de uma boa maneira. Sabem do que falo?

Não sei se sou a melhor pessoa para tecer considerações sobre as idades e as roupas, já que assumo orgulhosamente que compro várias coisas na secção infantil. Mas, ainda assim, paira no ar esse dilema.

Bolhas, bolhas, bolhas

Não sei o que se passou ao longo do meu processo de crescimento, que parece que agora é que tenho pés de bebé.

É raro os meus pés sofrerem. Sofrem com os saltos altos demoníacos do costume, mas ficamos por aí. Faço caminhadas infinitas e nada se passa. Ando descalça e nada se passa. Calço chinelos de enfiar os dedos, rosinhas, fofinhos e inofensivos e… Tungas. Toma lá um escaldão na planta dos pés. Ali. Bolhas gigantes e incómodas. Nunca tal me tinha acontecido e os chinelos nem sequer eram novos nem de plástico/borracha, daqueles que uma pessoa sabe a léguas de distância que não são uma boa escolha. Não era o caso destes. Agora, parece que só estou bem com os pés de molho.

Espero que seja um mal breve e que não aconteça novamente. Fiquei com um pó aos chinelos que acho que nestes dias de calor extremo começo a andar mesmo com sapatilhas e meias. Pelo menos, essas não me roem os pés! Só me apetece praguejar contra a indústria da chinelada. Nota para mim mesma: chinelos Havaianas. Só Havaianas!

Síndrome do Pé Descalço

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Marilyn Monroe, fonte desconhecida.

Em tempo de Verão, e já que assim me encontro de momento, gostava que discutissem uma questão comigo. Se há coisa que me faz confusão, é que as pessoas andem por casa com os sapatos da rua. Contra mim falo, que também o faço – em casa dos meus pais, que são eles que ditam as regras e rotinas e não se ralam com coisas destas. Quando tiver a minha, podem ter a certeza que há-de existir uma sapateira à porta e que anda tudo descalço.

Podem ser minhoquices minhas, mas analisemos bem esta questão: por que havemos nós de passear os micróbios feios da rua por casa? Eu gosto de poder estar à vontade, sentar-me no chão se me apetecer, sem ter de pensar que pelo meio há vestígio de xixis de bichos e outras coisas pouco bonitas.

Depois, andar descalço é das melhores coisas do mundo. Não é tão bom andar de pés ao léu a sentir chão limpinho? Este método até ajuda a impor hábitos rigorosos de limpeza da casa, o que a mim não soa nada mal. Na pior das hipóteses, que se usem uns pantufos ou chinelos de enfiar o dedo. Tudo menos os sapatos da rua!

Se calhar, sou eu que sou maluquinha. Por favor, digam-me que não sou a única!

Ouro ou Prata?

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Vocês sabem que não sou assim fãaa de calçado mais desportivo. Vocês sabem que eu nem sequer gosto de sapatos tipo pantufa. No melhor pano cai a nódoa e, nesta temporada, as lojas foram invadidas por slip ons bastante engraçados, no meu entender. E tenho resistido a comprar um par. O que me agrada nos modelitos é que não são aquela coisa feiosa de lona a que fomos habituadas ao longo dos anos (alguém se lembra da febre dos Vans que pareciam tabuleiros de xadrez há 10 anos atrás? blhec). Há montes de tecidos diferentes, texturas, acabamentos, cores e padrões. Eu sei, muitas de vós devem achar isto uma grande foleirada, mas o bling bling dourado tem-me agradado imenso.

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Eu até nem estava à procura de calçado deste género. Na verdade, vocês sabem que tenho a Victoria em boa conta no que toca a ténis e sapatilhas. É uma marca com modelos giros e confortáveis, a preços acessíveis e o melhor é que é feita em Espanha. Não é Portugal, mas é mesmo aqui ao lado e não um Oriente qualquer em condições desumanas. Os meus ténis preferidos, aqueles que calço para tudo e mais alguma coisa, têm os dias contados e estava à procura de um modelo igual. No entretanto, ando com os meus Adidas Superstar pretos, mas não é a mesma coisa, que eu gostava mesmo era do ar retro e colorido dos meus ténis obsoletos. Para além de não o ter encontrado (eu sei que 2011 já lá vai, Victoria, mas podiam ter continuado a fazer dunks janotas!), deparei-me novamente com os controversos slip ons. Agora, não consigo ignorá-los. Há mais cores, mas estes das imagens foram os que caíram em graça. E agora, mando vir os douradinhos ou os de purpurinas prateadas?

Entendidos em mochilas, onde andam?

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Chega o sol e o calor, aproximam-se as férias, e o drama de fazer malas é uma realidade daquelas que assustam muito. Tento ser organizada e prática quando organizo as bagagens, mas nem sempre consigo. Habitualmente, prefiro mochilas a malas ou trolleys porque posso transportar mais facilmente a carga sem estar dependente de terceiros.

As mochilas têm as suas desvantagens e a principal, no meu entender, é o facto de boa parte delas não ter divisórias práticas e funcionais. Os fechos, muitas vezes, também não ajudam. A qualidade dos materiais também é questionável e só damos valor a esta variável quando já temos as costas todas desfeitas.

Avizinha-se uma época de acampamentos e viagens e começo a ver a minha vida a andar para trás quando percebo que a minha mochila de campismo, velhinha que só ela, está a pedir a reforma. Nunca fui grande fã dela, mas tem muitas histórias para contar. E é gira, em tons de tijolo e amarelo.

Agora, instala-se a questão: onde é que encontro uma mochila como deve ser, gira e funcional? Não precisa de ser gigantesca, até era bom que desse para ser funcional no dia-a-dia. Mas tem de ser compatível com carga para um fim-de-semana em viagem/campismo, incluindo a possibilidade de levar uma esteira e um saco-cama.

Sou fã da North Face, mas não me apet€ce muito ir por aí. Não sei se as opções das lojas mais comuns (Decathlon,  Sport Zone, …) compensam. Gosto das Camelbak mas não sei se dão para o que pretendo. Se alguém puder ajudar, agradecia mesmo muito!

[Ah, também tenho andado a bisbilhotar sacos-cama como deve ser, múmia, mas deixemos essa conversa para outra altura…]

Problemas de Logística

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Quando chegam as meias estações e tenho de fazer mudanças de roupas e sapatos (que aqui não dá para ter tudo a jeito e exposto durante todo o ano!), fico sempre com uma dor de cabeça que nem vos digo, nem vos conto.

Bom, a verdade é que a minha dor de cabeça não se fica pelas meias estações. Creio que posso dizer que todas as semanas, todos os dias, o filme se repete, para que vejam o caos em que vivo. Para não vos massacrar muito com o assunto, vou ficar-me por uma pequena fracção da história. Senão, aposto que iriam sair daqui com uma dor de cabeça como as que tenho.

Considero que não tenho assim tanto calçado quanto isso. Vá, se calhar tenho mais que as pessoas normais. Tenho algumas dezenas de pares. Possivelmente, já passei a centena. Estimo muito os pares que tenho e duram anos, mesmo quando os uso exaustivamente. Quando têm visíveis sinais de desgaste, descarto-os logo ou levo ao sapateiro caso tenham remédio.

Tento manter o tipo de calçado organizado por caixas ou sacos de modo a ter todos os pares de uma mesma família (sapatos de salto, sapatilhas, sandálias, sabrinas, botas, …) organizados, simplificando a tarefa de vislumbrar todas as opções na hora de as escolher. Não é que, mesmo assim, dou por mim invariavelmente com uma guerra de sapatos instalada no chão do meu quarto todos os dias?

E arrumar tudo? Não há espaço. Divido o quarto, não sou só eu e não grande arrumação. Tenho caixas debaixo da cama, mas não chega. Tenho caixas empilhadas ao fundo da cama, mas não chega. É um pesadelo. Não sei o que é pior: arrumar tudo direitinho ou ter de desarrumar tudo para ver o que tenho. É um filme, uma tragédia.

Já está na altura de me pirar do ninho e encontrar o meu próprio lar, com direito a closet e tudo…