Etiqueta: Portugal

As melhores fraldas – PÁRA TUDO!

Não passou assim tanto tempo desde que partilhei convosco a minha experiência no que toca a escolher as melhores fraldas para os nossos bebés. O post que dá pelo título de Bebés 101: Escolher Fraldas condensou tudo o que tinha aferido em meio ano de maternidade.

Novas experiências merecem actualizações.

Não testei muito mais marcas, na verdade houve mais duas experiências:

  • Referi, nos comentários, que iria experimentar as Dodot Activity. Não são as piores, mas não diria que acrescentam algo às do Continente. São caras e não fazem nada a mais que as outras por estes lados.
  • Falaram-me das Nunex, falaram-me tanto das Nunex, eu andava tão curiosa com elas que foi ver para crer. Não há sequer concorrência à altura! Imaginem os piores dos xixis e dos cocós, nas piores noites, daquelas em que tudo transborda. Com as Nunex, simplesmente não acontece.

nunex

Ficam em conta, são portuguesas, são óptimas e é o que a Teresa passou a usar sempre. São fofas, não ficam demasiado húmidas junto à pele, têm pacotes mensais muito maiores que os que usávamos, incluem toalhitas e o melhor é que, por vezes, até estão em promoção (aí então não há mesmo como encontrar mais barato).

Os únicos contras…

Deveriam ser vendidas em todo o lado, mas de momento só estão disponíveis online ou no Jumbo, que para mim fica fora de mão.

Para além disso, (ainda) não disponibilizam fraldas-cueca, que seriam um espectáculo para bebés que já começam a utilizar o bacio/sanita – caso da princesa cá de casa, porque decidimos dar uma oportunidade à elimination communication (higiene natural) há coisa de 2 meses e, apesar de não termos esperado grandes resultados, temos sido bem sucedidos.

Está a escapar-nos alguma coisa importante no maravilhoso mundo das fraldas? Contem tudo!

Querido, mudei o tapete!

tapete noc noc home casa decoração decor

O cartão de visita da nossa casa é o tapete da entrada.

Curiosidades da minha vida, sobre o meu lar: fizemos a escritura na sexta-feira 13 de Maio.

Duplamente abençoado, ou quê? Em precisamente dois meses, tivemos de fazer tudo e em velocidade relâmpago.

Ora, começámos as obras e limpezas a 14 de Maio, a 14 de Junho mudámo-nos definitivamente e a 14 de Julho nasceu a Teresa.

Pode parecer giro, mas não teve piada nenhuma a instabilidade e a correria por que passei no fim da gravidez. O mais importante é que tudo correu bem e o essencial ficou concretizado atempadamente. Adiante!

Como devem calcular, neste período, não nos metemos com rococós e todos os aspectos de aprimorar a decoração ficaram em segundo plano.

Os detalhes ficaram em stand by (nem vale a pena falar em obras de remodelação para coisas que estão boas mas não são lá muito bonitas), fomos relaxando e houve detalhes simples que nos faziam imensa confusão ao início mas que acabaram por ficar esquecidos no meio de tudo o resto.

Por exemplo, o tapete de entrada.

A sério, não queiram ver a coisa horrorosa que tínhamos à porta quando viemos para cá e que se deixou andar por ali.

Queríamos muito substituí-lo, mas procurávamos algo especial (tínhamos uma ideia específica, até) e o malfadado objecto não estava assim em tão más condições que necessitasse de substituição imediata.

rascunho noc noc
Eis o belíssimo rascunho que enviei à Noc Noc.

Entretanto, conheci a Noc Noc – Tapetes com Pinta, mostrei ao Luís e começámos a namorá-los.

Gostámos muito da fofura de todos os tapetes e ainda mais do facto de serem portugueses e personalizados manualmente.

Ainda assim, queríamos algo tão específico que não imaginávamos que fosse exequível – Cuidado com os donos!, queríamos nós no nosso tapete e a alusão à nossa família de humanos rabugentos, da qual também faz parte a Mati, que é a nossa gata endiabrada. Assim, avisam-se logo os potenciais chatarrões que possam tocar à campainha.

Como perguntar não custa nada, fiz um rascunho para enviar à marca, a expor o que me pairava na cabeça para ver o que era possível fazer.

Mal se entendia que o meu boneco era um gato, mas mesmo assim a Maria e a Matilde foram umas fofinhas – não gozaram com o meu desenho e foram cozinhar a ideia.

Não imaginam como fiquei feliz quando vi o projecto que me enviaram de volta, de tão lindo que ficou! Nem eu tinha imaginado que sairia algo tão espectacular.

noc noc
O projecto que a Noc Noc fez com base no meu rascunho – merecem um prémio por aturar a chaladice de gente tonta como eu!

E ficou determinado o fim do tapete velho e feio, que foi despachado para dar lugar ao Noc Noc mais lindo de todos!

A ter em conta: o tapete fica mesmo à medida da ombreira da minha porta (duvido que existam portas mais estreitas), por isso não tenham medo que seja grande de mais; tem um revestimento anti-derrapante por baixo; a estampagem está muito bem feita e não fica esbatida com a utilização.

Dentro do que já existe ou caso tenham uma ideia genial, não perdem nada em contactar a Noc Noc para terem aquele tapete txanã à porta da vossa casa e que vai deixar todos os vossos convidados/visitantes a cobiçá-lo.

Nós ficámos encantados com o nosso tapete, que tem mesmo muita pinta ♥

Ser rei de coisa nenhuma

castelo

Há uns dias, enquanto via o noticiário à hora de almoço, julguei que estava a assistir a alguma peça humorística.

Pensei, por momentos, que poderia ter entendido tudo ao contrário. Rebobinei. Fui, de imediato, ao Google e caí em mim. Era mesmo verdade!

O deputado José Manuel Coelho, do PTP, que só faz macacadas em assembleia na Madeira, foi pedir asilo ao Principado da Pontinha.

Há tanto por onde pegar nesta notícia que a minha cabeça deu tilt. Histórias tontas dentro da política, bom, ouvimo-las diariamente aos montes. Haver um Principado no arquipélago da Madeira? É toda uma novidade!

A história remonta a 2007, quando o autoproclamado Príncipe D. Renato de Barros II adquiriu aos ingleses (consta que não era nem do interesse deles nem de Portugal – vá-se lá entender quem havia de querer um calhau a 70m da praia!) o ilhéu onde se situa o Forte de São José.

Este território terá sido vendido em hasta pública em 1903, deixando de pertencer aos portugueses. Para quem quiser saber da história como deve ser, há o documentário Um Sonho Soberano que tem tudo bem explicado.

A título de curiosidade, recomendo a visualização!

A compra deste terreno onde se inclui o dito forte já é, na minha opinião, megalómana. Com o dinheiro nele investido, eu teria milhentos outros projectos – rentáveis, alguns deles – para realizar.

Claro que as mentes brilhantes poderiam ter congeminado algum plano genial para fazer com que esta compra valesse a pena.

Bem sabemos como a Madeira prospera à conta do turismo, pelo que decerto surgiria algum projecto bom relacionado com a hotelaria ou restauração.

Como o proprietário é mais criativo e ambicioso, decidiu proclamar a independência e criar uma micronação.

É assim que surge o Principado do Ilhéu da Pontinha.

Imaginam um país que não terá área superior à de uma pequena casa? O Príncipe (e alguns apoiantes, incluindo o senhor deputado José Manuel Coelho, a quem a situação seria conveniente) dizem que está tudo dentro dos trâmites legais e que, sim senhores, o Principado é independente de Portugal.

Os meios oficiais, porém, parecem não o reconhecer. Em que ficamos afinal?

Da mesma forma que esta história me parece uma anedota, aplaudo o Príncipe D. Renato pela sua criatividade e ambição e, olhem, também eu gostaria imenso de ter um país só meu para ser o que quiser e fazer o que me der na veneta. Parece um sonho que se torna real!

E é mesmo aí que se encontra o cerne da questão: as ideias (viáveis ou não, dava outra discussão) ficam-se pelo papel e só não se acabou a brincadeira porque o nosso governo ainda não teve para se aborrecer (porque há sempre outras questões mais importantes por resolver).

O governo regional da Madeira recusou-se a fornecer energia eléctrica ao forte se o Sr Renato não lhe vender o Ilhéu.

O Príncipe, numa manobra que tanto tem de tonta como de atrevida (a propósito do asilo do deputado do PTP), promete que quem invadir o Ilhéu sofrerá consequências. De quem? Dos zero habitantes da sua micronação?

A brincar se dizem as verdades. Este episódio lembra-me algo que acontece tantas e tantas vezes (ah, as tais questões de importância para o governo do nosso país!): somos donos de um terreno ou imóvel.

Se for da conveniência do Estado, não se preocupem, que mesmo que não queiramos vender, trata-se de arranjar uma maneira de nos tirarem das mãos aquilo que é aparentemente nosso.

Não é preciso procurar mais longe do que nos mesmos noticiários que passaram esta peça que mais parece saída de uma comédia, pois também nos dão conhecimento de, por exemplo, demolições de bairros inteiros, alegadamente ilegais, onde há famílias que pagam os devidos impostos (IMIs e o diabo a sete) há décadas.

Afinal, ser rei, dono ou senhor do que quer que seja é só uma mera ilusão.

Talvez o louco não seja o Príncipe.

Entre o verniz e o gelinho

Gelinho não, que não soa bem.

Verniz gel, assim é que é. Mas não é dele que vamos falar, pelo menos não como o conhecemos.

Sei que não é beeem uma novidade, já que surgiu em meados de Outubro, mas a Andreia lançou uma linha de vernizes que se aplicam da forma tradicional, mas que prometem resultados semelhantes à aplicação de verniz gel.

hybrid gel andreia professional higicol verniz esmalte unhas swatch resenha review opinião manicure gelinho sem lâmpada forno

A utilização da linha Hybrid Gel é muito simples:

  • Limpa-se a unha, para retirar eventuais gorduras e sujidade;
  • Aplica-se uma das 48 cores de verniz Fusion Color;
  • E, posteriormente, uma camada do top coat Fusion Shine.

Et voilá! A marca promete que temos verniz para durar impecavelmente por muitos dias, tal e qual como se fosse uma aplicação de verniz gel.

Tive conhecimento desta novidade na InBeauty e, na altura, tive a possibilidade de escolher um dos dois kits que a Andreia montou em parceria com duas das nossas Youtubers.

Optei pelo da Mafalda (não desfazendo nos tons que a Bárbara escolheu, que também são lindos), porque tem uma mistura equilibrada de tons neutros e outros que fogem ao habitual sem perderem a discrição.

hybrid gel andreia professional higicol verniz esmalte unhas swatch resenha review opinião manicure gelinho sem lâmpada forno

Já os experimentei a todos e o que tenho a dizer é o seguinte:

  • Duram mais de uma semana à vontade (há que salientar que não sou nenhuma dondoca);
  • Não fossem as lascas que surgem sempre nas unhas do polegar e indicador direitos, poderia estender a utilização de uma só aplicação de verniz até às 2 semanas (depois disso, são as unhas que precisam de obras);
  • A pigmentação varia consoante as cores, como é habitual. Há algumas que ficam impecáveis com uma demão, outras que necessitam de duas;
  • O top coat seca muito, muito rápido e é super brilhante. Ainda não experimentei com outros vernizes, mas acredito que o desempenho se mantenha em alta e, por isso, recomendo-o!
hybrid gel andreia professional higicol verniz esmalte unhas swatch resenha review opinião manicure gelinho sem lâmpada forno
Fusion Color no tom H5. Aplicação com 3 dias.

Os preços rondam os 3€ para os vernizes coloridos e os 5€ para o Fusion Shine, em lojas de beleza especializadas (Hair & Body, Pluris e outras do género). Não é nada de mais e não conheço concorrência à altura.

Considero que são um óptimo investimento, especialmente para quem não tem paciência nem para estar sempre a mudar de verniz porque o anterior lascou, nem para esperar por secagens demoradas.

E vocês, já experimentaram?

O Álbum da Teresa

álbum de bebé aiaimatilde portugal papelaria acessórios material escolar

Os primeiros tempos da vida de um bebé passam a correr.

Parece um cliché, mas garanto que é verdade. Todos os dias os petizes aprendem coisas novas e, nos primeiros meses, crescem visivelmente da noite para o dia.

Acreditem quando vos digo que há coisas importantes que, se não registamos, acabamos por esquecer muito rápido.

Eu faço questão de tirar muitas fotos, gravar vídeos e registar momentos da Teresa.

Como um arquivo que não é tratado é uma espécie de arquivo morto, faz todo o sentido manter e organizar um álbum (mais álbuns, mas um como “resumo”) do primeiro ano de vida.

Antes de a cachuchinha nascer, pedi-vos ajuda na escolha do melhor álbum. Bom, até poderia ter sido eu a fazê-lo, mas já tinha assuntos a mais em mãos.

Vi álbuns para todos os gostos: artesanais, produzidos em série, incompletos, com floreados a mais, a custarem os dois rins, baratos e feios…

Até álbuns com fotografias de outros bebés na decoração eu encontrei. Qual é o sentido? Não é suposto serem os nossos bebés os protagonistas destas recordações?

álbum aiaimatilde

Acabei por optar pelo álbum da Aiaimatilde.

Tenho vários artigos desta marca portuguesa, adoro todos e o álbum de bebé ia de encontro a tudo o que procurava.

É lindo, tem um formato prático de manusear e compor, dá para registar tudo o que é mais relevante, não é caro (custa 12.50€) e sei que a Teresa vai adorar folheá-lo quando for mais crescida.

Há para menino e para menina, e só me arrependo de não ter pedido para personalizar a capa com o nome da minha pequenina.

Guida guarda-tudo a investir na descendência

caixa bebé biscuit artesanato diy portugal avó filó recordações
A caixa da Teresa, obra da Kandandus da Avó Filó.

Filho de peixe, sabe nadar.

Posso dizer, com orgulho, que muitos dos meus brinquedos e colecções estão guardados e em boas condições para que a Teresa possa divertir-se como eu me diverti. Quem diz brinquedos, diz roupas e bugigangas.

Da mesma forma que a Teresa herda o que é meu, eu também herdei coisas da mãe, das avós, das primas e das tias. Se está nas minhas mãos, é garantido que vai ser bem estimado. Se está em bom estado ou tem remédio, gosto de guardar.

Disse algo novo até agora?

Deixem-me acrescentar que adoro que os meus pais tenham guardado muitas recordações da minha infância (há álbuns fotográficos intermináveis, o cordão umbilical, a primeira madeixa de cabelo cortada, o primeiro desenho) e lamento pelas que se perderam.

Dá para imaginar que, há coisa de 20 anos, quando nos assaltaram a casa levaram os meus dentes de leite?

Dêem-me o desafio de completar colecções, que eu aceito sem pestanejar. Especialmente se for para a minha Teresocas, e espero que ela dê o devido valor um dia e lhe ganhe o gosto.

Havia coisas que queria guardar e que não são compatíveis com os típicos álbuns de bebé, e longe estava eu de imaginar que há caixas destinadas a este fim.

É certo que não cheguei a investigar muito, porque fui surpreendida pela minha vizinha e amiga Filó com a caixa que vos mostro na foto.

Não é amorosa? E tem espaço para as coisinhas bonitas que queria guardar da minha menina: no interior, tem 4 caixinhas com bonequinhos em biscuit nas respectivas tampas para guardar:

  • A pulseira da maternidade
  • O cordão umbilical
  • A primeira madeixa de cabelo
  • E os dentinhos de leite

É um projecto a longo prazo daqueles que vai ser delicioso rever daqui a muitos anos.

A caixa exterior é personalizável e adorei a aproximação às características físicas. Será que vai ser mesmo assim? Foi uma surpresa e pêras ♥♥♥

Achei a ideia giríssima e é uma óptima sugestão para aquelas pessoas próximas que vão ter bebés e não sabemos o que oferecer.

Aliás, se espreitarem a página Kandandus da Avó Filó, o que não falta são ideias e projectos giríssimos que merecem mesmo uma visita. E eu sou da opinião que os presentes feitos à mão são muito mais bonitos!

Pantufos de Carneira – Coisas que os Aliens Raptaram

pantufos carneira vintage portugal

Não sei como é que um fenómeno destes aconteceu, que só dei por ela assim em cima do joelho.

É como aquela história de Santa Bárbara e as trovoadas.

O que é que aconteceu aos bons e velhos pantufos de carneira?

Aqueles de pelinho, quentes e confortáveis que duravam eternidades? Corro tudo e, hoje em dia, só encontro imitações baratas.

Não me aborrecem os materiais sintéticos, mas as solas parecem sofrer de grande fragilidade e o revestimento é sempre em tecido sintético manhoso.

Das últimas visitas que fiz à Serra da Estrela, já nem por lá (nem nos arredores) encontrei o que procurava. Aí, para piorar, os malfadados sintéticos saem a preço de ouro.

Se justificassem o desaparecimento da carneira à antiga por motivos de poupança, entendia. Mas a saírem assim ao mesmo preço para o consumidor?

Não sei quando é que se deu este fenómeno, mas aposto que são os extraterrestres que andam aí todos embrulhadinhos e encasacados com as carneiras que estavam destinadas aos nossos pantufos.

Se encontrarem por aí os bons pantufos que procuro, por favor, avisem-me!

Abertura CODE Telheiras

Loja de roupa CODE moda fashion trends trendy pingo doce ootd lotd look do dia blog
Eu e a Graziela, carregadinhas de roupa nova!

Há algumas semanas, o Pingo Doce de Telheiras levou uma reforma de tal ordem que agora é um espaço novo e único dentro do género.

Uma das (muitas) novidades foi a abertura de uma loja CODE no perímetro do centro comercial.

Antigamente era dentro do hipermercado, lembram-se? Para celebrar, convidaram algumas bloggers para conhecer a colecção de Inverno e trazerem para casa as suas peças favoritas.

Devo dizer que fiquei agradavelmente surpreendida. Não conhecia bem as propostas da CODE, já que não era habitual entrar numa.

O meu termo de comparação era a restante oferta das cadeias de supermercados, que deixa muito a desejar no geral.

Habitualmente, as peças são caras para a qualidade que têm e não há variedade (quantas vezes procuramos algo que vimos num catálogo e não encontramos?).

Loja de roupa CODE moda fashion trends trendy pingo doce ootd lotd look do dia blog infantil

Na CODE, há modelitos para todos os gostos, idades e tamanhos, e o melhor é que os preços são mesmo muito acessíveis. Há de tudo, desde a roupa interior aos acessórios, e nalgumas lojas creio que até há roupa para a casa.

Para complementar, é frequente haver promoções (neste dia, por exemplo, estava em vigor uma campanha de “leve 3, pague 2”).

Uma dica para quem recebe o subsídio de alimentação em vales, que pode dar jeito: caso desejem, podem utilizá-los nesta loja.

Loja de roupa CODE moda fashion trends trendy pingo doce ootd lotd look do dia blog
Eu, a Jael e a Maria Inês em amena cavaqueira enquanto apreciávamos a loja.

Fiquei com pena de ainda ser muito cedo e não saber o sexo do bebé, porque a secção infantil tinha peças lindas, lindas!

Para mim, optei por trazer peças que já procurava há algum tempo e que não têm a utilização limitada pelo crescimento da minha barriga e alguns acessórios.

Estão curiosas para saber o que trouxe comigo? Mostro-vos tudo em breve, estejam atentas ao blog e ao Instagram. Deixo-vos com um vídeo que foi feito durante a tarde da abertura da CODE Telheiras.

Restaurante Maria Albertina

Restaurante Maria Albertina zomato gold foodie review

Numa destas noites, como bons comilões que somos, aceitámos o convite do restaurante Maria Albertina e rumámos à Parede para jantar.

Após andarmos perdidos por ruas até então desconhecidas, conseguimos encontrar o local. Quem o vê por fora, se não conhecer, não imagina o que está escondido por trás da porta.

O Maria Albertina é um estabelecimento que serve comida típica portuguesa.

Tem uma configuração um pouco diferente do típico e velhinho restaurante: o espaço é amplo mas acolhedor, com uma decoração que alia elementos tradicionais e antigos à modernidade dos dias que correm.

Os menus são conhecidos e apreciados pela população portuguesa, no geral, mas têm um toque especial dado pelo Chef Eduardo Cardoso, responsável pela cozinha e cuja carreira inclui vários restaurantes nacionais e internacionais com Estrelas Michellin.

Optámos por pedir pratos que fossem familiares ao nosso paladar.

O L. optou por ficar pelas típicas entradas (pão com manteiga, queijos e afins), mas eu experimentei os cogumelos frescos salteados. Bem sei que é um petisco simples, mas é dos que mais gosto e nem sempre fica perfeito. Aqui, não tenho nada a apontar! Estavam no ponto, deliciosos.

Posteriormente, optámos por pedir ambos o mesmo prato (neste restaurante, aconselho que peçam 1 dose por pessoa!): abanicos de lombo de porco ibérico com puré de maçã. Por norma, viria com batata a murro, mas preferimos trocar por batata frita (porque somos gulosos).

Sobre eles, tenho a dizer que estavam muito bons. Não estavam demasiado passados, estavam bem condimentados (como pede o paladar do português) e os acompanhamentos estavam igualmente bem confeccionados.

Passámos à sobremesa, com muitas indecisões.

É que a oferta é muito variada e as sobremesas tinham óptimo aspecto. O L. pediu mousse de chocolate preto e eu escolhi o cheesecake de framboesa à chef (mas fiquei a meditar nas farófias!). As sobremesas são servidas em dose generosa e ambas estavam deliciosas.

Outro dos aspectos que nos fez adorar a experiência e ficar com vontade de a repetir foi o atendimento.

Ostaff é super atencioso e simpático, e mesmo com a casa cheia não escapou nenhum detalhe, o serviço foi rápido e quiseram sempre ter a certeza que tudo estava do nosso agrado.

Os preços habituais não são nada do outro mundo, sendo que, em média, gastarão cerca de 25€/2 pessoas por refeição. Aconselho que façam reserva com antecedência, já que aos fins-de-semana o restaurante fica cheio.

Fomos informados que, durante a semana, costuma haver menos movimento. Pareceu-me um espaço com bastante potencial para jantares de grupo, e inclusivamente decorreram dois ou três durante a nossa visita.

Sem dúvida, foi uma boa surpresa e é uma óptima opção para comer fora sem ir à falência nas imediações de Cascais.

Maria Albertina Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Sombras Argent Makeup

argent makeup sombras maquilhagem review resenha swatch opinião low cost portugal beleza beauty blog

No final do mês passado, a portuguesa Argent Makeup lançou a sua mais recente novidade: sombras de maquilhagem de óptima qualidade a preços bastante acessíveis.

Os pincéis da marca já eram excepcionais, pelo que a maquilhagem só poderia sair a condizer.

Registei uma fotografia das cores no meu braço. Ao vivo, são ainda mais bonitas e, algumas delas, intrigantes. A Posh aparenta alternar entre tons de lilás, rosa e castanho conforme a luz.

Todas as sombras são bastante macias e pigmentadas. São fáceis de trabalhar e apenas a Wicked esfarela ligeiramente, mas ainda assim não é nada preocupante. A Classy, a Posh e a Stubborn são as minhas preferidas.

argent makeup sombras maquilhagem review resenha swatch opinião low cost portugal beleza beauty blog
Imagem retirada da loja online Argent Makeup

As sombras são vendidas avulso, em refill, mas em embalagens de plástico onde podem permanecer guardadas sem sofrerem danos.

São inteiramente fabricadas na União Europeia e atendem a todas as normas de segurança e qualidade. Cada sombra tem o preço unitário de 3€99.

Caso optem por comprar 4 sombras + o conjunto de pincéis de olhos, poupam dinheiro porque a despesa total fica nos 24€98.

Consta, ainda, que está para breve o lançamento de uma paleta magnética reutilizável para que possamos guardar as sombras todas juntas e em segurança.

Talvez este seja aquele presente especial que queriam oferecer a uma pessoa querida e vaidosa, sem esquecer que a marca é cá das nossas e muito promissora.

Como evidência do que aqui vos digo, dêem uma espreitadela na Vogue de Janeiro ’16, onde aparece um dos best sellers da Argent Makeup.

P.S. Por lapso, coloquei ao contrário os nomes de duas sombras: a Posh e a Stubborn. Desculpem a gralha!