Etiqueta: Nívea

Produtos Terminados #1

Todas as oportunidades são boas para falar da beleza.

Se é para partilhar opiniões sobre cosméticos, até o facto de termos chegado ao fim da embalagem é um bom pretexto para dizer qualquer coisa. Assim, há mais diversidade e menos coisas boas (ou não) a escapar aos domínios do esquecimento.

Tenho de fazer mais vezes algo que gosto muito de ver noutros blogs e canais: falar dos produtos que termino. Coisa sucinta. Que depois, se assim o quiserem, poderei alongar-me sobre algum produto em especial noutro momento.

As fotografias não são as melhores (que são tiradas logo no momento com o telemóvel, ou havia lá eu de guardar embalagens gastas?), mas o que importa é a informação. Siga a primeira leva desta categoria!

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1. EDT Amazonian Wild Lily – The Body Shop

Aroma floral intenso, embora fresco. Não foi o meu favorito, mas ainda assim era agradável. A durabilidade dele na pele é muito fraca.

Demorei anos a terminar este frasco, mas finalmente já foi. Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye!

2. Body Milk Nutritivo – Nivea

Clássico! Há muitos hidratantes corporais, eu sei. Muitos cheirinhos bons e muitas texturas. De vez em quando, gosto de regressar a este. Gosto muito dele, é eficaz, tem a fragrância clássica da Nivea, não é caro e gasta-se muito bem.

3. Gorgeous Growth – Viviscal

Não falo de um produto, falo de quatro. Usei o champô, condicionador e sérum por causa da queda de cabelo no pós-parto. Quando deixei de amamentar, também tomei o suplemento alimentar.

Foi um suplício utilizar os produtos de cabelo: não gostei do cheiro, e excepção feita ao condicionador, deixavam o meu cabelo com um aspecto hediondo. Deixaram o meu cabelo ressequido e pesado. Esperava melhores resultados destes produtos de farmácia, já que há produtos em lojas de beleza mais eficazes.

Quanto ao propósito principal: sim, ajudam ao crescimento do cabelo e das unhas. Mas a queda (e as unhas quebradiças) mantêm-se. Alguém por aí com resultado diferente?

4. Gel de Banho Sabão de Alepo e Óleo de Rosa – Ultra Suave

Cheira muito bem, é barato, sabe bem utilizá-lo no banho e não deixa a pele ressequida. Gostei!

5. Champô Pro-Keratin Refill – L’Oréal Professionnel

Esteve guardado durante séculos por preconceitos com a sua composição (tem ingredientes que gosto de evitar, como o cloreto de sódio, o hidróxido de sódio e sulfatos a rodos). Dei-lhe uma chance.

Não é mau, mas também não é nada de extraordinário. Não fez nada pelo meu cabelo, mas também não agravou os danos que já tinha. Cheira bem, lava bem, mas fica por aqui.

Continuo sem compreender muito bem por que é que uma marca tão boa oferece champôs tão meh por vezes.

6. Condicionador Reparador – Cien

Foi uma boa surpresa. Comprei-o nas férias porque me esqueci do condicionador habitual em casa e este pareceu-me razoável.

Pelo preço, parece-me muito bem. Não é pesadão, também não é fluido como água, cumpre aquilo a que se propõe e é, a léguas, mais interessante que outras opções de marcas conhecidas nos supermercados. Compraria novamente.


O lamiré está dado por hoje, espero que estas breves linhas sirvam para ajudar alguém em dúvidas nas compras.

Já experimentaram algum destes produtos? Partilhem comigo as vossas opiniões!

Lip Butter – Labello

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Quem lê este blog desde os seus primórdios, já deve saber das minhas guerras com os lábios secos, desidratados, do cieiro.

Confesso, tive muitas saudades do batom de cereja quando andou desaparecido, mas a verdade é que os batons do cieiro da Labello nunca fizeram muito pela saúde dos meus lábios.

Quis o destino que surgisse, contudo, uma novidade que viria mudar a minha opinião.

Há uns dias, quando abri a minha caixa do correio, tinha à minha espera a novíssima Lip Butter Original, com manteiga de karité, óleo de amêndoas e hydra IQ (uma tecnologia exclusiva da Nivea que ajuda a garantir hidratação por 24h).

Não senti grande entusiasmo pela boa nova, mas tenho uma doença que muitas de vós devem conhecer, que consiste no facto de não conseguir manter bálsamos labiais fechados e intactos.

Em menos de um fósforo, mudei radicalmente de opinião e fiz as pazes com a Labello.

Esqueçam a consistência dos sticks, porque esta manteiga não tem nada a ver com aquilo a que estamos habituadas pela marca.

  • É muito mais consistente e hidratante, mas sem ser pegajosa.
  • Não tem sabor nem fragrância, o que é um bónus para quem tem reacções de sensibilidade ou alergias.
  • É muito confortável depois de aplicada, e dura muitas horas sem que sintamos necessidade de reaplicar.
  • A sensação de hidratação não é ilusória, como noutras manteigas que são aparentemente ricas mas que na verdade desaparecem rápido e não conservam nem fornecem hidratação.

Vai directamente para o meu top de hidratantes labiais, tem feito toda a diferença com a chegada do frio. O melhor de tudo? Está à venda em super e hipermercados e cada lata de 16,7g custa 2,69€.

Conseguem arranjar melhor e mais barato? Eu não!

Hidratar no Duche – Nívea

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Apesar de já ter feito da aplicação do hidratante corporal uma rotina, sim, admito.

Sou preguiçosa. Muito preguiçosa.

Acreditem, se houver algum óleo nas prateleiras do polibã, os hidratantes bem podem esperar e ganhar teias de aranha porque o mais provável é eu não lhes tocar. Assim sendo, quando surgiram no mercado os condicionadores corporais da Nívea, fiquei muito curiosa.

Já conhecia o conceito, e confesso que o facto de ter de aplicar o produto e depois enxaguar já deixava no ar algumas reticências.

Uma das alegadas vantagens deste tipo de produto é a rapidez e poupança de tempo na aplicação, mas se tenho de o aplicar para posteriormente enxaguar, acho que o argumento cai por terra e os óleos continuam a ganhar a batalha. 

Pessoalmente, vi algo aliciante nos condicionadores corporais: o facto de levarem uma enxaguadela por cima, faria com que saísse do banho hidratada mas, ao mesmo tempo, mais fresca que uma alface. Eis que ressurgia a vontade de experimentar um produto deste tipo.

Eis que tive a possibilidade de testar os Body Milk Para Duche da Nívea.

Por esta altura, já terminei ambos.

Começando pelas conclusões, estes condicionadores corporais não me convenceram. Tenho a Nívea em muito boa conta no que toca aos hidratantes: sou a maior fã do Nívea Creme e também adoro os Body Milk da marca.

Os condicionadores só se assemelham aos restantes hidratantes da marca pelo cheiro, que é o tradicional da Nívea. Uma delícia!

No resto, como se não bastasse o facto de não ser assim tão prático, não considero que seja suficiente para hidratar a minha pele. Consegui utilizar ambos os produtos, mas não nos braços e pernas.

Não considero que sejam hidratantes como um óleo ou loção. Nem o que está designado especialmente para as peles secas. Se utilizar o condicionador corporal nas pernas, exclusivamente, fico com elas a estalar e necessito de aplicar um hidratante.

Gostava de saber se alguém tem uma opinião diferente da minha. Por enquanto, acho que vou manter-me fiel aos óleos e hidratantes convencionais. Sim, incluindo o Body Milk tradicional da Nívea. Esse sim, é um hidratante à maneira!

Maquilhagem para pele oleosa: é mais que possível!

pele oleosa

Longe vão os tempos em que as maquilhagens eram pesadonas e não serviam para qualquer pele.

Longe vão também os tempos em que a maquilhagem não estava ao acesso de toda a gente!

Hoje podemos usar maquilhagem quer tenhamos a pele extremamente seca ou muito oleosa, com ou sem marcas e manchas e até as peles mais sensíveis já têm direito a linhas específicas e não agressivas de maquilhagem.

Tenho por aqui livros com dicas de beleza com mais de dez anos (alguns já caminham mesmo para os cinquenta ou sessenta anos!) e, segundo constatei, as possibilidades que temos agora ao nosso dispor são bastante recentes.

Não é preciso retroceder muito no tempo para encontrarmos em livros e revistas escritos do género “se tem pele oleosa, evite a todo o custo a maquilhagem, pois esta estraga ainda mais a pele e confere-lhe um ar artificial”. E este é um exemplo, entre muitos outros, e um dos mais comuns.

Recebi um email da Cláudia:

Depois de me teres aconselhado com os produtos a usar com acne e manchas, gostava que me ajudasses a escolher os produtos para corrigir e disfarçar o acne.

Que tipo de corrector devo usar (textura e cor), base (liquida, creme, pó) e o pó solto ou compacto?

E algumas marcas destes produtos! E mais algum produto que saibas.

É que eu gostava de ter uma cara com melhor aparência, mas sem parecer artificial.

Antes de mais, e antes que me caiam o Carmo e a Trindade em cima, por estas bandas eu dou a minha opinião e cada pessoa é livre de experimentar ou não, e agradeço até que dêem também os vossos palpites.

Não sou dermatologista nem nada que se pareça, pelo que o que conto aqui é fruto da minha própria experiência. Pode funcionar com algumas pessoas e com outras não, pois somos todos diferentes!

Indo agora ao propósito do post, creio que, tal como a Cláudia, tod@s nós gostamos de exibir uma pele limpinha e bonita, nem que para isso tenhamos que recorrer aos “disfarces”.

Nesta hora, o mais importante é saber escolher o que se adequa à nossa situação, pois de contrário podemos destacar ainda mais as nossas imperfeições.

Já referi n vezes que os meus hidratantes preferidos para a cara são o creme Benamôr da Nally e o Nívea creme (o da lata azul, sim!). Desde que com os devidos cuidados, e ao contrário do que a maior parte das pessoas pensam, eles não deixam a pele oleosa!

No entanto, com o Verão, o calor e o suor torna-se complicado sair à rua sem cara de fritadeira, e acabo por reservar estes meus cremes de eleição para o Inverno e para a noite.

Quando sei que estou mais exposta a factores que libertam a batata frita que há em mim, prefiro utilizar cremes hidratantes que controlem a oleosidade e o brilho da pele. Quem tem o mesmo problema, como a Cláudia, deveria pensar em aplicar um destes cremes antes da maquilhagem.

Este tipo de cremes, para além de manter a pele mais seca e sem brilhos, permite uma fixação mais eficaz da maquilhagem.

Poderia referir marcas caras das quais gosto, mas prefiro falar de opções mais em conta (lema cá do blogue, vocês sabem!) e igualmente boas, tanto que me levaram a desistir dos “Ferraris”.

Neste ponto temos o creme 1. Cuidado anti-brilho da linha Sebospecific da Yves Rocher (sei que a imagem não corresponde, é um creme “irmão” cuja foto anda desaparecida). Existe em bisnaga de 40ml e boião de 50ml e ambos andam abaixo dos 10€. É o que estou a usar e gosto bastante.

Em alternativa, temos em 2. o creme Nívea Visage Young Control Shine, que se encontra à venda no supermercado e também é acessível. Deixei de o usar simplesmente porque me sai mais barato o do ponto 1. e o efeito é o mesmo.

Feita a hidratação, pode ser uma boa ideia aplicar também um primer.

Não é obrigatório, mas faz a diferença. Tal e qual como o primeiro que usamos para pintar portas, paredes e por aí fora, o primer tem como finalidade conferir à pele alguma uniformidade quando aplicarmos a base (vão ver que até os poros gigantes ficam escondidos!).

Para além disso, impede o contacto directo entre a maquilhagem (que pode ser agressiva, mesmo quando no rótulo diz que não) e a pele. Dos que já experimentei, aconselho o do ponto 3. da Sephora. É mesmo da marca deles, é possível encontrar mais baratos de outras marcas, mas eu prefiro este.

Se não quiserem comprar antes de saber se funciona, tentem pedir amostras directamente na loja. Foi assim que o descobri, quando abri uma amostra por engano ao pensar que era base.

E passamos agora à base (dúvidas, dúvidas: ler aqui).

Há quem prefira aplicar o corrector primeiro. Eu não o faço por um motivo simples: não sou a pessoa mais habilidosa do mundo e acabaria por misturar a base com o corrector, o que resultaria em ter que aplicar corrector novamente. Adiante.

Hoje em dia temos no mercado montanhas de bases próprias para peles oleosas, com acne, com mais ou menos cobertura, com as mais diferentes texturas, com acabamento mate e para todas as carteiras. Para o dia-a-dia, eu aconselho o mais suave possível. Por isso, são de evitar as bases oleosas e muito espessas.

A baixo preço, a tão falada Essence oferece boas bases que vão de encontro a todos os gostos. O melhor? Nenhuma passa dos 4€. Em 4. temos a base em mousse. Esta é uma opção bastante económica, pois para cada utilização basta uma quantidade reduzidíssima e têm logo a pele significativamente mais bonita e uniforme, com efeito mate e sem que sintam sequer que têm maquilhagem.

Só tem um senão: eu gosto de aplicar a base com pincel e com esta não me dou lá muito bem, fica bastante pesada! Isto acaba por ser uma vantagem, pois significa que é óptima para trazerem na bolsa e aplicarem com os dedos.

Em 5. temos a base líquida com efeito mate, e esta já é amiga do pincel. Por fim, em 6. temos uma base mineral em pó. É possível obter vários níveis de cobertura com ela sem que fique com um aspecto artificial. A forma mais simples de a aplicar é seca, com um pincel kabuki. No entanto, é possível aplicá-la molhada ou com creme hidratante, como a Kah mostra.

Dizem que a maquilhagem mineral é a melhor para a pele.

No entanto, devo dizer que há por aí queixas de que certas marcas agravam os problemas de acne porque o pó entope os poros. Não dei por isso nem com a base da Essence nem com a da Yves Rocher (sim, a YR lançou agora em Setembro uma linha de maquilhagem mineral! Ainda não espreitaram? Façam-no aqui, nas páginas 10-11).

Se o creme anti-brilho e a base específica não foram suficientes e se já testaram e ao fim de pouco tempo a pele manifesta brilho, é caso para aplicar pó. Convém não exagerar! As panquecas estão ultrapassadas e, por isso, só se aplica pó (pode ser solto ou compacto, eu acho o pó compacto mais prático!) nas zonas críticas (zona T, em princípio).

Sugiro o pó compacto 7. da Essence. Para que não haja ideias pré-concebidas, este pó não traz esponja nem pincel. É à escolha do freguês! Pessoalmente, prefiro aplicar o pó com um pincel muuuito macio, pois dá um ar mais leve e é mais fácil não cometer abusos. O pó pode também dar uma ajuda no que toca à fixação da maquilhagem.

No tempo de Verão, tenho optado por um pó bronze.

Por fim, e para que tenhamos preparado a nossa pele, há que corrigir pequenos defeitos que ainda existam como manchas de borbulhas, olheiras e essas coisas.

Para quem tem pele oleosa, eu aconselho os correctores em stick. Por um lado, são mais práticos para toda a gente. Por outro, geralmente oferecem maior cobertura e não são tão brilhantes.

Têm o 8. que é o Coverstick da Essence e o 9. que é a caneta correctora da Vichy. Esta serve para manchinhas pequenas e não tanto para as olheiras. Ronda os 8€, e gosto dela porque para além de cobrir as imperfeições ajuda a eliminá-las.

Acerca da Essence: apesar de ter referido produtos da linha normal, há uma linha específica para peles com acne, a linha Pure Skin. Sinceramente, ainda não consegui encontrar uma diferença entre as duas linhas, pelo que me parece que tanto faz escolherem produtos de uma linha ou de outra.

Agora, têm uma pele preparada com o básico e podem sair de casa (um blush, gloss e rímel completam!) ou continuar as vossas aventuras no mundo da maquilhagem. Se querem ler mais sobre marcas acessíveis e produtos, tenho este post.

Mãos à obra e divirtam-se entre pincéis e cosméticos!

Questões de Marketing

batom

Tod@s tendemos a pensar que os produtos mais caros são os que têm melhor qualidade e a olhar de lado para o que é mais barato.

Este comportamento acontece com tudo, desde os bens de primeira necessidade até àquilo que eu chamo mariquices. É claro que há pessoas mais niquentas que outras e que com a nossa tão bem conhecida crise global temos vindo a mudar de atitude, quanto mais não seja porque a carteira encolheu e não nos deixa gastar como antes.

Com isto, temos vindo a descobrir que afinal a qualidade não tem que ser cara.

Escrevo este post porque já por diversas vezes ouvi gente céptica das minhas opiniões e escolhas quanto a cosméticos e maquilhagem, como já tive a oportunidade de falar cá no blogue. Já vos sugeri marcas e lojas que nos permitem ter bons produtos a preços muito acessíveis.

É provável que apanhemos alguns dissabores nas nossas aventuras com as comprinhas baratas, mas isso faz parte da aprendizagem e sempre que isso aconteça até é bom partilhar com o máximo de pessoas possível para que não cometam o mesmo erro.

Quando encontramos algo de que gostamos, temos que fazer a mesma coisa e divulgar a toda a gente. Neste aspecto, sou da opinião que os blogues, sites e fóruns pela Internet fora vieram dar uma grande ajuda, pois toda a gente pode divulgar a sua opinião, mostrar fotos com a aplicação dos produtos e divulgar massivamente a informação.

No entanto, continuamos a ser bombardead@s por anúncios que levam até a pessoa mais simples a desejar muito o produto xpto que faz maravilhas. E não, não pode ser de outra marca porque só o da marca xpto é que faz maravilhas! Os outros não. Ou assim pensamos!

Sabem que mais? No meio disto tudo, há cerca de meia dúzia de grandes empresas que possuem muitas outras mais pequenas.

Que significa isto? Significa que os produtos vêm muitas vezes da mesma fábrica mas têm embalagens, marcas e preços diferentes. Mas no fim vai tudo dar à mesma entidade e são sempre as mesmas pessoas a lucrar.

Não acreditam? Pois vejam:

  • A Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) possui a Benefit, a Guerlain, a Givenchy, a Kenzo, a Lowe, a Sephora, a Dior, a Fresh, a MAKE UP FOR EVER, e a Acqua di Parma;
  • A L’Oréal é dona da Garnier, da Maybelline NY, da Kérastase, da Redken, da Mizani, da Shu Uemura, da Lâncome, da Biotherm, da Helena Rubinstein, da Kiehl’s, da Cacharel, da Diesel, da Yves Saint Laurent, da Vichy, da La Roche-Posay, da Innéov e da The Body Shop, entre outras marcas;
  • Já a Chanel tem a Bourjois;
  • À Estée Lauder pertencem a Clinique, a Prescriptives, a Origins, a MAC, a La Mer, a Bobbi Brown, a Tommy Hilfiger, a Aveda, a Jo Malone, a Bumble and Bumble, a Darphin, a Missoni, a Aramis, a Lab Series, a Kiton, a Donna Karan, a American Beauty, a Good Skin, a Flirt! e a Sean John;
  • A Coty é dona da Rimmel London, da Lancaster, da Davidoff, da Jil Sander, da Calvin Klein e umas poucas marcas de perfumes de artistas famosos;
  • O vosso dinheiro vai para a Proctor and Gamble se comprarem Max Factor, Covergirl, Aussie, Clairol, SK II, Olay, Braun, Gillette, Head and Shoulders, Herbal Essences, Pantene, Hugo Boss e outros perfumes;
  • Da Unilever são a Dove, a Rexona, a Axe, a Impulse, a Lux, a Ponds, a Sunsilk, a Vaseline/Vasenol e a Timotei;
  • A Beiersdorf é mãe da Eucerin, da Nivea, da Hansaplast, da Labello, da La Prairie e outras marcas.

É, ao que parece passamos séculos a revolver produtos que ao fim ao cabo são da mesma marca (serei eu ou os desodorizantes da Dove e da Rexona são iguais?) e a esmifrarmo-nos tod@s para trazer o mimo xpto que afinal até existia numa marca irmã mais barata.

Podíamos continuar a lista, mas são horas de pesquisa que vocês podem ir fazendo aos poucos: basta lerem os rótulos e pesquisarem.

Desviando para outro tema, ao lerem os rótulos também descobrem o tipo de porcarias que andam a meter na pele. Assunto para outros posts!

Cabe a cada um ler as críticas das outras pessoas, ler os rótulos, conferir os preços, experimentar, descobrir qual o produto que melhor se adequa à pessoa em si (e se não funcionar, na maior parte dos casos até dá para trocar na garantia. Se não der, em vez de o deixar a apodrecer numa gaveta qualquer dá-se a uma pessoa próxima que o utilize), vasculhar nos saldos, em outlets ou em sites do ramo se vamos mesmo optar pelo produto da marca xpto.

Sempre que possível, antes de comprar, peçam amostras! Eu juro que não é uma estratégia de pedinchões e eu faço-o muitas vezes. Tenham o cuidado de pedir amostras só quando querem realmente experimentar um produto. Muitas vezes, até as podem pedir na Internet, na parte dos contactos de cada empresa: sejam específicos e descrevam o que procuram. Não se esqueçam da morada e enviem feedback assim que experimentarem!

Afinal, nem tudo o que parece é e nos dias que correm temos que ter cada vez mais cuidado com o que nos entra pelos olhos e pelos ouvidos.

Reparador DermaProtect – Barral

barral

Recebi cá em casa umas amostras de produtos Barral que nunca tinha experimentado e que fazem parte da linha DermoProtect.

Uma delas, um pacotinho que me parece que vai durar alguns dias, corresponde ao creme de pés da marca.

Só tenho problemas de pés secos no Verão, quando ando com calçado aberto, pelo que no Inverno gosto dos cremes Nívea e do Cire Aseptine, que são mais que suficientes principalmente se os aplicar generosamente antes de dormir, com meias muuuito grossas.

Não esperava muito deste creme da Barral, apesar de ser indicado para “pele endurecida e gretada”, pois nenhum dos cremes de pés que experimentei deu conta do recado por completo neste tempo quente. Sabem que mais? Fui surpreendida.

Mal apliquei o creme senti logo que os pés ficaram hidratados e ao invés do resto dos cremes, a sensação durou.

Para além disso, esperava escorregar dos chinelos assim que os calçasse devido à gordura do creme. Escorregar? Qual quê! Nada disso. O creme não cheira a menta nem a outras coisas manhosas como costumam cheirar os cremes para os pés. Tem um cheirinho doce agradável, não muito intenso. Para terminar, o desperdício também não é favorecido, visto que não é preciso usar uma grande quantidade de cada vez para que se note a eficácia do produto.

Segundo o folheto informativo, este creme é até indicado para os pés das pessoas diabéticas, que dão mesmo muito trabalho a tratar e qualquer descuido pode trazer muitos problemas (sabem o que é passar meses a fazer tratamentos porque se rebentou uma bolha?).

O preço de uma bisnaga de 100ml ronda os 8€. Não é barato, mas também há por aí coisas muito mais caras e que não têm metade da qualidade deste creme.
Gostei!

Mais alguém experimentou?

Ai, o Fim-de-Semana!

macaofeira

Por algum motivo que ainda desconheço, o modem ranhoso do e-escolas não funcionou, o que me manteve looonge da Internet durante o fim-de-semana. Como sabem, vim para a terra e isto de não ter acesso às modernices do costume deixa-me com os nervinhos em franja.

Mas não vale a pena lamentar muito e os senhores da TMN vão ter que me ouvir amanhã ou depois, porque eu até me contentava com o mísero GB a que tinha acesso mensalmente (ok, vá, só preciso da tal Internet fora de casa e por isso duuura anos, excluindo os meses de férias). Isto de não haver serviço é que é uma grande chatice!

Aqui em Lisboa já tenho tudo e mais alguma coisa e já posso trocar umas palavritas convosco. Portanto, vá, vamos ao que há de novo!

Como já referi, houve por Mação uma Feira Mostra com montes de coisinhas da região e as barraquitas da feira do costume, com bijutarias e essas coisas. Cheguei a Mação na sexta-feira, mas não me apeteceu sair de casa. Assim, só ontem é que fui ver como param as modas.

Derreti-me com os brinquedos do antigamente e com o artesanato! Bem, como se vê, trouxe um rapa (este tem letras! Juro que nunca tinha visto um assim), uma ardósia (tinha uma mas estava partida), umas miniaturas para um quadro que estou a fazer para a cozinha, uma bolsa de retalhos bem bonita (que, por ora, anda na mala com os óculos de sol) e, das bancas normalzecas, trouxe um par de brincos estrelados e uma mão cheia de ganchinhos para o cabelo que há-de ser cortado.

Havia uma feira do livro, e achei este livro maravilha do Saramago por 4€ e tal. Já o tinha lido, mas não o tinha na minha colecção! Aconselho vivamente a quem não o leu, é muito interessante e tem daquelas histórias que só o senhor Zé consegue inventar.

A coisinha da Nívea foi parar à foto mas, na verdade, foi brinde da revista Saber Viver, que os senhores este mês foram a modos que simpáticos! Veio a calhar, pois esqueci-me do meu creme de pentear em Lisboa. Olhem que a magana é boa!

revistas

Sou tentada a entrar na tabacaria cada vez que passo por ela: há sempre uma montra repleta de revistas giras e interessantes, das que não nos fazem crescer e das que nos fazem crescer água na boca. A mãe quis ir a correr comprar a TeleCulinária das tardes, e lá fomos nós. Babei-me tanto a folheá-la que a vou surripiar por uns tempos para experimentar algumas receitas, que depois hei-de mostrar!

Como queria alguma coisa para ler e recortar e não havia Vogues nem coisas do género que nos fazem gastar dinheiro em publicidade e essas tretas e quase não têm nada escrito e já tinha as revistas interessantes do costume, trouxe uma que leio de quando em vez: a Saber Viver. Para além de ser barata, costuma ter bons artigos e desta vez até tinha um brinde catita.

Por fim, trouxeram-me o livro do meu ano, 1990, que não tinha encontrado ainda.

Mas, o que fez a Guida durante o resto do tempo?

No sábado espetaram-me com um almoço-convívio de pessoas que andaram cá no colégio (que já não é colégio há montes de tempo). Era perto duma terra que se chama Castelo mas que não tem castelo nenhum, rodeada de verde, num parque de merendas, com montes de velhotes e zero de pessoas do meu escalão etário. Não foi a maior seca do mundo, mas não esteve muito longe! O sítio era lindo.

O almoço, o que era? Sardinhas, entremeadas, farinheira e salsichas muuuito salgadas. Tudo acompanhado de pão e migas. Tudo coisas que eu adoro (ou não). Mas não passei fome.

Ouvi dizer que havia por ali uma nascente e imaginei logo uma nascente daquelas que “estamos habituados” a ver: no meio do verde, no meio das rochas, tipo riacho. E lá fui em busca de tal preciosidade. Voltei à mesa bastante triste, pois não tinha visto nascente nenhuma e pensei que fosse por ser mesmo muito distraída. Quando ma mostraram, que desilusão! Era uma bica. Sim, uma bica! E estava tudo a encher os garrafões de cinco litros por lá.

Ouvi dizer, também, que lá por cima, nos moinhos, a paisagem era linda. Não hesitei em fazer-me à estrada até perceber que até lá acima eram uns valentes quilómetros e sabe-se lá por que estradas. Acabámos por ir lá todos de carro. E não é que, a 620 metros de altitude, a vista era mesmo linda? Só se respirava verde, só se via verde! Nem a melhor máquina do mundo conseguiria fotografar o que se vê lá! Ao longe, até dava para ver Mação em tamanho microscópico. Não é por acaso que se diz que ali é o verde horizonte!

Será que posso ficar com aquele verde todo só para mim um dia? Se me sair o Euromilhões? Será que posso aproveitar uma das muitas casas de pedrinhas que foram abandonadas e ruíram para fazer a minha? Será que me deixam viver naquele sítio?

Esta e muitas outras perguntas ficam no ar, e são elas que me fazem dizer, com orgulho, e por todas as coisas que descubro de cada vez que lá vou, que Mação é a minha terra!

Unhas

fazer unhas

Ora cá está uma parte de nós com que nos devíamos preocupar mais do que nos preocupamos: as unhas.

Elas que deveriam andar sempre lavadinhas e fora da boca, andam muitas vezes fora do sítio.
Desenganem-se os homens que andam cá pelo blog se acham que este post é só para meninas, pois é na ala masculina que encontramos uma percentagem maior de roedores de unhas.

Toda a gente deveria ter certos cuidados básicos com as mãos e unhas:

  • Lavar as mãos e as unhas com sabonete frequentemente nunca fez mal a ninguém. Ah, e existem escovinhas próprias para lavar bem as unhas e tirar tudo o que for porcaria. Em último caso (agh, agh, isto é tão feio!), podem usar um palito;
  • Depois das lavagens, convém hidratar. Eu diria que este passo deve ser feito, pelo menos, de manhã e à noite. Não é preciso grandes festivais, há bons cremes a preços muito acessíveis. Podem usar o Creme Nívea ou o Alantoíne da Nally, por exemplo, que são excelentes;
  • Para quem tem unhas amarelas, é possível melhorar. Este problema costuma acontecer ou porque fumamos ou porque usamos vernizes de cores fortes, como o vermelho. Assim, deixar o tabaco é uma boa opção. Quanto a vernizes, a gente já fala! Para dar cabo do amarelo, deitem água oxigenada, limão ou água com gás numa tacinha e mergulhem lá as unhas por cerca de 10 minutos. Vão repetindo o ritual e vão ver que as vossas unhas ficam com melhor aspecto;
  • Cerca de uma vez por semana, dependendo da velocidade a que crescem as vossas unhas, devem dar uso ao corta-unhas e/ou à lima. Nunca se cortam as unhas muito rentes e atenção às unhas dos pés, cujos cantos merecem especial cuidado para que não fique nada encravado! Quanto às limas, devem usá-las sempre no mesmo sentido, ou correm o risco de lascar as unhas;
  • Se as unhas partirem, nada de usar supercola! O melhor é mesmo cortá-las todas por igual;
  • Pelo amor de Deus, não roam as unhas. Ajuda se vos falar sobre a quantidade de porcaria e bicharada que levam à boca de cada vez que as roem? E se vos lembrar o que é a dor de roer mais do que deviam?

Quem só gosta dos tratamentos básicos, a história fica por aqui. Sucede que a maior parte de nós, meninas, gosta de trabalhar mais um bocadinho para ter unhas vistosas.

[Meninos vaidosos e preocupados: A Risqué lançou há pouco tempo vernizes especiais para homem, como podem ver aqui. Não, não são brilhantes! Estes vernizes servem apenas para dar às unhas uma camada de protecção e torná-las mais bonitas e têm um acabamento fosco. Se procurarem bem nas lojas que vendem os produtos da marca, são capazes de encontrar aqui em Portugal.]

Algumas de nós gostam de limar as unhas mais quadradas, outras preferem o clássico arredondado.

Cabe a cada menina decidir o que gosta mais e fica melhor, e o mesmo se aplica ao tamanho das unhas. Eu, pessoalmente, não gosto de unhas muito compridas porque não dão jeito nenhum para pintar, moldar ou escrever.

Na pior das hipóteses, corto-as curtas de três em três semanas. Convém que tenham cuidado para que o vosso sonho de unhas não se transforme em pesadelo e em vez de terem mãos bonitas parece que têm garras de águia (yuck!).

Depois, escolhemos os vernizes. Primeiro que tudo, é importante passar uma camada base de verniz especial (há os que fortalecem, os que nutrem, por aí fora) ou de verniz transparente, para que as cores que escolhermos não agarrem à unha. Neste momento, é-nos permitido escolher qualquer cor que imaginemos, que a sociedade vai aceitar. Se não aceitar, o que importa? O que interessa é nós gostarmos e sentirmo-nos bem connosco.

Escolhida a cor, começamos a pintar – com calma!

Convém escorrer o pincel na borda do frasquinho para o verniz não ficar feio nas unhas, cheio de marcas e bolhinhas e pelos dedos fora. Começa-se pelo centro das unhas e só depois pintamos as extremidades.

É possível misturar cores, passar camadas de uma cor por cima de outra diferente, usar autocolantes, brilhantes, fazer riscas, desenhos, pintas e por aí fora.
Não se aflijam se sairem por fora: há canetas correctoras ou podem usar cotonetes embebidas em acetona (nada de exageros!).

Vamos aos truques.

  • A experiência diz-me que pintar as unhas perto da hora de deitar não é boa ideia, ou corremos o risco de acordar com marcas de lençóis nas unhas!
  • Se têm pressa e gostam de sair do normal, sugiro-vos que façam como eu e usem brilhantes. Dá um aspecto totalmente diferente e mesmo que marquem as unhas no que quer que seja, não se vai notar.
  • Para um aspecto brilhante acabadinho de sair da manicure, experimentem finalizar as vossas pinturas com uma camada de verniz transparente.

Agora, mãos à obra que queremos ver unhas bonitas!
E se eu arranjar uma brincadeira com este post?

A Guida Aconselha um Velho Amigo

nivea vintage

Nos últimos dias, aqui por Portugal, instalou-se um fresquinho anormal e aumentaram, em grande número, os problemas de saúde das pessoas. Para as pessoas com gripes e constipações, não posso recomendar mais do que chá de mel e limão (são de evitar o chá preto e o chá verde, por exemplo, pois têm grandes concentrações de teína que só irão ser prejudiciais para o organismo na medida em que aceleram o metabolismo, e o nosso corpo precisa é de descanso!) e repouso debaixo dos cobertores.

Mas não só de gripes padece o nosso país, porque igualmente aborrecidos são os problemas de pele derivados do frio, do nariz molhado da constipação, da pele que rebenta por causa da febre, de algumas doenças relacionadas com o sistema nervoso/imunitário que se podem manifestar ou agravar nesta altura.

Para a pele excessivamente seca ou com eczemas/descamações, e até para o cieiro, não conheço melhor remédio que o creme Nívea, que me foi recomendado pela dermatologista. Este pode ser substituído pela vaselina, que fica em segundo lugar na minha preferência devido ao cheiro.

O creme Nívea é um produto que está sempre presente cá em casa porque serve para todo o corpo, prevenindo a pele seca, eczemas (sim, somos três pessoas a sofrer desse mal cá em casa. Se houver por aí colegas do mesmo clube e não souberem muito bem como atenuar, para além do creme Nívea, o sabonete de alcatrão pode ajudar, no banho), cieiro, o aparecimento de estrias, entre outros males.

Preciso de dar mais motivos às pessoas que ainda não dão crédito ao velhinho Nívea?