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O meu P9 Lite

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Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva.

Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente.

Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo.

É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina.

Por isso, estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

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Optei pelo Huawei P9 Lite.

De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries).

É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem.

A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado.

Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois.

Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

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Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

A Minha Wishlist de Natal

Pensei muuuitas vezes antes de publicar este post, porque a verdade é que:

  1. Não há nada que me faça falta.
  2. Há um bebé a caminho e, já que olho para o meu umbigo, deveria ter uma visão mais profunda do que se avizinha.

Depois, lembrei-me que também sou filha de Deus e que as épocas festivas servem para sonhar e meditar em caprichos. Não tem mal nenhum, faz bem e felizmente o Pai Natal ainda não cobra para ler cartas!

Justificando muito rapidamente as minhas escolhas, já que na imagem têm tudo direitinho, é tudo muito simples:

  • Sim, o meu telemóvel precisa de um upgrade, experimentei o Huawei Mate S conforme vos contei aqui e aqui e fiquei apaixonada. Ainda por cima, na semana passada chegou a Portugal a versão Pink. Há como não querer? Não! Pai Natal, era meeesmo isto.
  • A musa Dita Von Teese lançou o seu livro de beleza Your Beauty Mark: The Ultimate Guide to Eccentric Glamour. Quero porque quero. Já agora, consta que anda por aí um batom da MAC de edição especial da mesma senhora, também podia vir morar comigo.
  • Já bati nesta questão e volto a dar-lhe destaque: ando a namorar esta placa alisadora da Philips há quinhentos anos. Ando. Porque é tudo de bom. É grande, segura e eficaz.
  • É óbviooo que não preciso de mais paletas de sombras. Mas gosto muito delas, são um presente que aprecio e faço olhinhos a estas três da imagem. Optaria pela Chocolate Bar Semi Sweet da Too Faced, é linda e cheirosa e sempre fazia companhia à mana, mas a Cocoa Blend da Zoeva é tão lindinha e acessível e a Nude Dude da The Balm faz pendant com as minhas meninas.
  • Botas de cano alto, acima do joelho. Por que é que é tão difícil encontrar o modelo perfeito? As da imagem são da Aldo, mas não me deixam totalmente satisfeita. É que as que tenho sofreram um pequeno acidente, mas apesar de terem arranjo, não sei quanto tempo de vida terão pela frente. As que vejo nas lojas actualmente são caríssimas e medíocres. Por que é que teimam em encher tudo de fivelas, buracos e utilizar tecidos reles (tipo neoprene, hello!) na parte traseira? É o medo.
  • Gosto de colorir livrinhos engraçados, gosto do Sherlock e… Quem é que resiste a um livro de colorir do Sherlock Holmes?

Não encarem os meus caprichos como esquisitice, até porque sou uma pessoa fácil de agradar e entreter com bugigangas.

Se estão mesmo interessad@s nos meus desejos e querem mais pistas sobre o que poderiam oferecer à minha pessoa (ninguém oferece presentes a gente crescida, mas just in case…), aproveitem para me encher de collants e cuecas da avó, daquelas de algodãozinho que se fazem difíceis de encontrar hoje em dia (a sério!), túnicas e vestidos folgados.

Também não me vou ofender se decidirem encher-me o sapatinho de quinquilharias e bibelotes para a casa, hã? Como disse, sou muito fácil de contentar e sou pior que os miúdos: gosto mesmo é do mistério de desembrulhar os presentes.

E vocês, o que querem neste Natal?

Tudo Sobre o Huawei Mate S

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Há algumas semanas, contei-vos que tive a oportunidade de testar uma das últimas novidades da Huawei, e fiquei apaixonada.

Falo do smartphone Mate S.

O mercado está repleto de opções, e quem procura modelos de topo, deve ter atenção a uma série de detalhes.

Neste post, irei partilhar convosco a minha experiência de utilização e as especificações do telemóvel.

Quando comparado com modelos concorrentes, creio que se pode dizer que dificilmente há como ultrapassar a relação qualidade/preço do Mate S e que, apesar de ser um modelo algo dispendioso, é muito melhor do que outros na mesma linha de preços e até mais caros.

Têm dúvidas? Depois do que vos vou dizer, estejam à vontade para comparar as opções óbvias no Google.

Não irei dedicar muitas palavras a descrever como é bonito, porque já o tinha feito assim que o recebi. Caso queiram rever as minhas primeiras impressões, podem fazê-lo neste post.

Apesar de ser maior do que estou habituada, consegui adaptar-me a ele na perfeição. O peso também é bastante aceitável.

Para quem habitualmente utilizava um Huawei Ascend G300 e um Y530, posso dizer-vos que a mudança foi drástica.

Já eram telemóveis que precisavam de um upgrade, é certo, e tendo em conta que eram de linhas mais acessíveis, imaginem a diferença.

É um sonho utilizar um smartphone que não congela nem trava uma única vez e que corre mil e uma aplicações ao mesmo tempo, sem aquecer nem um bocadinho!

Como se não bastasse a rapidez e fluidez, existem vários bónus.

Com o telemóvel bloqueado, se desenharmos determinadas letras (M para Music, W para Meteorologia, C para a Câmara, …), iremos abrir directamente as respectivas aplicações.

Há, também, a tecnologia Fingerprint 2.0, que serve para tarefas como desbloquear o telemóvel, utilizar determinadas aplicações mais rapidamente ou realizar certos comandos como desligar o alarme despertador.

Num registo semelhante, também tem Knuckle Control 2.0, que serve para fazer capturas e outras acções com os nós dos dedos.

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O meu irmão, com cabeça de tigre porque… Porque só vos queria mesmo mostrar que não há ruído!

A câmara deixa mexer manualmente numa série de opções e tem modos e filtros para todos os gostos. Tem um processador de imagem à altura das máquinas fotográficas normais.

Gostam de selfies e de todos os filtros especiais que certas aplicações conferem? Aqui, está tudo condensado só na câmara.

A lente traseira tem 13MP e flash “normal” e âmbar, para que as fotos nocturnas fiquem com um aspecto menos frio.

A câmara frontal também tem flash, e uma lente de 8MP. Ambas permitem captar fotografias panorâmicas. Conseguem tirar fotografias quase em qualquer ambiente sem qualquer tipo de ruído.

O som também é especial, já que este smartphone tem 3 microfones em vez de um. A qualidade de som é óptima, e posso dizer-vos que fiz chamadas com muito ruído à volta (obras e vento) sem qualquer perturbação.

A nível das colunas, conseguem ouvir até cerca de 3/4 do volume possível (que já é muuuito alto!) sem qualquer ruído. Não aconselho o volume máximo, essencialmente por questões de saúde e segurança.

Quanto à autonomia, mesmo que tenha sempre os dados móveis ligados e utilize apps de alto consumo energético, dura-me, no mínimo, um dia. De contrário, funciona mais de dois dias sem problema nenhum.

É impressionante, tendo em conta que estava habituada a baterias que duram menos que um dia sem recarga.

No que toca às especificações, aqui ficam as “entranhas” do Mate S:

  • Altura – 149.8mm
  • Largura – 75.3mm
  • Peso – Cerca de 156g (já com a bateria incluída, que não é amovível)
  • CPU – Hisilicon Kirin 935, Octa core (4*2.2GHz + 4*1.5GHz), 64-bit
  • SO – Android 5.1 + EMUI 3.1
  • ROM: 32GB/64GB/128GB
  • RAM:3.0GB
  • PVP – 699,90€

Resumindo e concluindo: fiquei apaixonada pelo Mate S e vai ser muito difícil regressar aos antepassados, também da família Huawei.

O Natal está aí à porta, e eu gostava muito de ter um menino destes no meu sapatinho. Aposto que vocês também!

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Eu vidrada no Mate S, na Benetton on Canvas, no Chiado. Na companhia da Jael e da Ana.

Huawei Mate S

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Esta semana, recebi para testar durante umas semanas um dos mais recentes lançamentos da Huawei.

Falo do smartphone Huawei Mate S.

No mês passado, assisti à sua apresentação e fiquei encantada com com as novidades e não iria ficar descansada enquanto não pudesse ver com os meus próprios olhos e mexer com as minhas próprias mãos.

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Irei contar-vos tudo detalhadamente, mas por ora queria partilhar convosco algumas fotos do momento inicial e as minhas primeiras impressões sobre a utilização.

A caixa exterior é toda ela feita em cartão e bastante compacta. É simples mas elegante, preta, com as letras e o logótipo da marca a cobre.

A caixa interior é semelhante e abre-se como se fosse uma caixa de bombons, daquelas em que levantamos a tampa como se fosse a capa de um livro.

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Lá dentro, encontramos:

  • O equipamento
  • Ocabo USB com o respectivo adaptador para a corrente
  • Uns headphones todos catita
  • Uma capa
  • Uma peça para ajudar a abrir o compartimento do cartão SIM (dos pequeninos, atenção!) e micro SD, bem como o manual de instruções.

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O smartphone em si é bastante apelativo, na minha opinião.

De momento, estão disponíveis as cores Titanium Grey e Mystic Champagne, sendo que a segunda é a que recebi e que me parece que vai agradar mais ao público feminino. A frente é branca nas extremidades e a traseira é num tom de dourado discreto.

O telemóvel é super fino, de margens arredondadas e nas superfícies frontal e traseira também é “arredondado”, o que ajuda na tarefa de o segurar e prevenir algumas quedas.

Não é assim tão grande como aparenta e não se enquadra na categoria de phablet. Eu, que sou pequenina, até agora não tive quaisquer dificuldades de utilização devido às medidas do telefone.

Para já, não vou entrar em mais detalhes, porque quero guardar tudo para outro post mais específico com tudo o que vocês querem saber e que vos vai fazer querer meter o Mate S na lista de presentes para este Natal.

Habemus Android! – Huawei Ascend G300

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O MacBook deu o berro.

Vai ao arranjo, e entretanto lá tive de, finalmente, investir num telemóvel novo porque o antigo também já estava meio demente há uns tempos valentes.

Descobri que o Huawei Ascend G300 afinal ainda existia nalguns sítios e tufas, já cá canta.

Até agora, estou muito satisfeita com o que ando a descobrir, mas adorava saber que aplicações devo instalar e truques que os principiantes desconhecem. Existe alguma manha que deva saber?

Ah, apesar de não me ter dedicado muito ao assunto, já estou presente em terras Instagramianas com o nome aguidaequesabe.