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Querido, mudei o tapete!

tapete noc noc

O cartão de visita da nossa casa é o tapete da entrada.

Curiosidades da minha vida, sobre o meu lar: fizemos a escritura na sexta-feira 13 de Maio. Duplamente abençoado, ou quê? Em precisamente dois meses, tivemos de fazer tudo e em velocidade relâmpago. Ora, começámos as obras e limpezas a 14 de Maio, a 14 de Junho mudámo-nos definitivamente e a 14 de Julho nasceu a Teresa. Pode parecer giro, mas não teve piada nenhuma a instabilidade e a correria por que passei no fim da gravidez. O mais importante é que tudo correu bem e o essencial ficou concretizado atempadamente. Adiante!

Como devem calcular, neste período, não nos metemos com rococós e todos os aspectos de aprimorar a decoração ficaram em segundo plano. Os detalhes ficaram em stand by (nem vale a pena falar em obras de remodelação para coisas que estão boas mas não são lá muito bonitas), fomos relaxando e houve detalhes simples que nos faziam imensa confusão ao início mas que acabaram por ficar esquecidos no meio de tudo o resto.

Por exemplo, o tapete de entrada.

A sério, não queiram ver a coisa horrorosa que tínhamos à porta quando viemos para cá e que se deixou andar por ali. Queríamos muito substituí-lo, mas procurávamos algo especial (tínhamos uma ideia específica, até) e o malfadado objecto não estava assim em tão más condições que necessitasse de substituição imediata.

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Eis o belíssimo rascunho que enviei à Noc Noc.

Entretanto, conheci a Noc Noc – Tapetes com Pinta, mostrei ao Luís e começámos a namorá-los. Gostámos muito da fofura de todos os tapetes e ainda mais do facto de serem portugueses e personalizados manualmente. Ainda assim, queríamos algo tão específico que não imaginávamos que fosse exequível – Cuidado com os donos!, queríamos nós no nosso tapete e a alusão à nossa família de humanos rabugentos, da qual também faz parte a Mati, que é a nossa gata endiabrada. Assim, avisam-se logo os potenciais chatarrões que possam tocar à campainha.

Como perguntar não custa nada, fiz um rascunho para enviar à marca, a expor o que me pairava na cabeça para ver o que era possível fazer. Mal se entendia que o meu boneco era um gato, mas mesmo assim a Maria e a Matilde foram umas fofinhas – não gozaram com o meu desenho e foram cozinhar a ideia. Não imaginam como fiquei feliz quando vi o projecto que me enviaram de volta, de tão lindo que ficou! Nem eu tinha imaginado que sairia algo tão espectacular.

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O projecto que a Noc Noc fez com base no meu rascunho – merecem um prémio por aturar a chaladice de gente tonta como eu!

E ficou determinado o fim do tapete velho e feio, que foi despachado para dar lugar ao Noc Noc mais lindo de todos!

A ter em conta: o tapete fica mesmo à medida da ombreira da minha porta (duvido que existam portas mais estreitas), por isso não tenham medo que seja grande de mais; tem um revestimento anti-derrapante por baixo; a estampagem está muito bem feita e não fica esbatida com a utilização.

Dentro do que já existe ou caso tenham uma ideia genial, não perdem nada em contactar a Noc Noc para terem aquele tapete txanã à porta da vossa casa e que vai deixar todos os vossos convidados/visitantes a cobiçá-lo.

Nós ficámos encantados com o nosso tapete, que tem mesmo muita pinta ♥

Trouxe dos 90s – Anita

Anita

Hoje é dia de trazer à ribalta outro clássico para quem cresceu nos anos 90, ou nas décadas anteriores. Na verdade, ainda hoje as meninas deliram com os livros da Anita. Ou Martine, como lhe quiseram chamar há uns tempos.

Bom, há que dar a mão à palmatória aqui: afinal, a Anita sempre se chamou Martine. As histórias originais, em francês, surgiram em 1954 pelas mãos de Gilbert Delahaye e Marcel Marlier (escritor e ilustrador das histórias). Em Portugal, a Editorial Verbo foi responsável pela circulação dos livros a partir de 1966 e foi aqui que a protagonista das histórias mudou de nome para nos soar mais familiar.

Anita

No ano passado, a Zero a Oito decidiu devolver o nome original à menina das histórias e é claro que passados quase 50 anos ninguém achou piada à ideia. É a Anita e não se fala mais nisso!

Devo ter dado muitos dos meus livros às minhas primas mais novas e fiquei com pena porque agora bem que gostava de os ter para a minha Teresinha. O que vale é que, pelos vistos, ainda estão disponíveis sem a nhanha do nome “novo”, ainda que não sejam os livros antigos e bonitos (com capas e algumas ilustrações diferentes das de hoje em dia) a que estava acostumada.

E vocês, ainda guardam as aventuras da Anita?

Aiai 2014

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Ainda não vos tinha mostrado, mas nem seria normal se:

  1. Não adoptasse a agenda aiaimatilde para 2014 depois de ter gostado tanto da do ano passado;
  2. Não vos mostrasse a bendita.

Fui conquistada pelas ilustrações fofinhas e pela originalidade, claro, e pelo facto de ser totalmente feita em Portugal. Mas não posso esquecer o resto: o formato A6, que cabe em qualquer bolsa e a organização com espaço de sobra para anotar os meus afazeres de cada dia. Ah, e há dois detalhes que muito boas agendas não trazem: a fitinha marcadora de páginas e o elástico para fechar a agenda, de forma a que toda a papelada que vamos guardando não se solte.

Acho que nos próximos anos não me apanham a comprar outras agendas!

E vocês, usam agendas? Que modelo adoptaram para 2014?

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Acreditem se quiserem, até há relativamente pouco tempo eu era uma daquelas pessoas que não ligava grande coisa às escovas de dentes e dentífricos. Não queria uma escova de dentes qualquer, mas também não apostava em opções de grande popularidad€. Tinha medo de escovas de dentes eléctricas, mas trazia comigo a escova tradicional com as cerdas mais rijas que encontrasse. Ainda assim, acreditem, ao fim de menos de um mês, as cerdas das escovas ficavam todas voltadas para o exterior, tal era a força que eu aplicava na escovagem. Quanto às pastas dentífricas, não queria chatices com os expositores dos mercados, recheados de tanta coisa a tantos preços diferentes. Optava pela pasta antiga, tradicional, que comprava na mercearia. Ainda hoje adoro o sabor dela. Em último caso, havia sempre no armário um qualquer dentífrico de marca branca. Pensava que há coisas mais importantes na vida. É verdade, há coisas muito importantes mas chegar à terceira idade com os meus dentes intactos é algo que ambiciono e com certeza a preocupação com produtos de qualidade, mesmo que custem um pouco mais que os que estamos habituados a comprar, vai poupar uma pipa no dentista mais tarde.

Custa-me a crer que em Portugal ainda preferimos remediar do que prevenir. Pensamos que a saúde é cara, mas gastamos rios de dinheiro noutras coisas supérfluas. Já que andamos todos a contar tostões e não se sabe como será o futuro, cá fica uma deixa para repensar os hábitos e poupar a longo prazo. A falta de saúde da boca pode, inclusivamente, ser responsável por problemas tão graves como os enfartes do miocárdio.

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Desde Novembro do ano passado, fiquei convencida com a qualidade da pasta dentífrica Pro-Expert da Oral-B. Já vos falei resumidamente dela aqui, mas quero deixar a derradeira prova para outro post. Acreditem que faz mesmo a diferença na higiene oral, deixa a boca limpinha como nenhuma outra e com a sensação de termos feito uma limpeza profissional. Até o sabor é o mesmo que quando saímos dessas limpezas! Os dentes ficam “lisos” por muito mais tempo e o hálito permanece fresco. Quando fui à consulta da higienista oral e aprendi a utilizar a escova eléctrica Tri-zone, também fiquei a perceber qual era o encanto com este tipo de equipamento. A cabeça da escova assemelha-se a uma escova tradicional, mas as cerdas deslocam-se lateralmente. O que vos posso dizer é que, sem esforço nenhum, a Tri-zone faz em cerca de dois minutos algo que nunca conseguiríamos fazer com uma escova tradicional: os movimentos são tantos e tão rápidos, que os dentes ficam imaculadamente limpos.

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Estou encantada! Eu pertencia ao grupo de pessoas que achava que estas preocupações eram mariquices dignas de quem não tinha mais que fazer. Balelas, minha gente! Experimentem estes métodos de qualidade extrema e depois contem-me se tenho ou não razão. Aliás, quem é que gostava de experimentar esta dupla imbatível?

Há já alguns dias, e é por isso que já estamos cheios de ervas daninhas e outras coisas típicas de lugares abandonados.

Mas não se apoquentem, que mais logo (ou amanhã, na pior das hipóteses) já vos conto coisas boas e já vos dou novas das Havaianas. Não, ainda não é sobre a vencedora do passatempo!

Por falar em passatempo, vou poder presentear-vos com algo muito bom para o pós-férias.

No demais, espero conseguir manter o blog devidamente actualizado durante o Agosto molengão longe da cidade e das preocupações.

Quem fica a trabalhar porque já teve férias em Julho ou só as vai ter em Setembro?

Fifi Lapin pour Pimkie

fifi lapin pimkie

Se há blogue de ilustrações ao qual gosto de estar atenta, é o Fifi Lapin.

Há muito tempo que adoro os coelhinhos vestidos com as peças de grandes marcas, como se eles próprios desfilassem nas passerelas.

Ultimamente, não tenho conseguido ver tudo aquilo que me agrada por estas bandas da Internet, e ontem tive uma grande surpresa quando passei em frente à Pimkie.

fifi lapin

Amei tudo, não está aqui tudo da colecção (e, aliás, alguém me sabe dizer se o vestido e o top dos barquinhos fazem parte?) e avizinha-se uma nova visita para breve.

Sonhos Estranhos

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Utopia, aguarela pintada por mim

Isto de se aproximar a época de estágio tem muito que se lhe diga.

Até costumo ser uma pessoa pacífica quando tenho de aguardar pelo que quer que seja, e não entro em pânico em testes e exames. Desta vez, tudo muda.
Sou masoquista o suficiente para não querer saber de mim nem me ralar muito com as coisas, gosto de deixar acontecer. Quando se trata do resto do mundo, cá estou eu toda ralada.

Tenho muito, muito medo de falhar. De prejudicar alguém.

De, graças à minha ignorância e à possível falta de condescendência de um orientador de estágio, sentir que pus alguém em risco, e que eu própria posso ter o curso em risco!
Então, fico ansiosa. E se em condições normais tenho sonhos estranhíssimos como este e estes, com a hora da verdade aí à porta, dá asneira. Pois dá!
Começou por, certa noite, sonhar que no estágio em lar de idosos tinha de entubar nasogastricamente um senhor que não tinha narinas e tinha a boca cosida. Triste, não? Lembro-me de, no sonho, uma das hipóteses a experimentar ser colocar as sondas através dos ouvidos. Não me perguntem como.

Na noite seguinte, sonhei que o meu avô materno ainda estava vivinho da silva aqui connosco e que havia um jantar onde também estava a minha avó paterna.

E estavam os dois ao despique, não me lembro do motivo, mas sei que a discussão gerava em torno da dúvida sobre qual era a avó de quem eu gostava mais. E o meu avô ria, ria, porque eu tentava deixar as coisas equilibradas para que ninguém ficasse triste, mas aparentemente tudo tombava a favor da avó materna.
E o avô riu tanto que teve um AVC. A Guida maluca, pois claro, tratava do assunto e começava a reabilitação ali mesmo. Era tão bom ser tudo assim tão simples, não era?

Depois, um amigo da minha idade. Sonhei que ele tinha doença pulmonar obstrutiva crónica e que ia ficar dependente de oxigenoterapia para sempre, mas não queria.

Chorava baba e ranho porque o equipamento ficava mal com a roupa. Aliás, não gostava de se ver ao espelho por causa dos garfos nasais. E os amigos davam-lhe nas orelhas: “nós bem dissemos, nós bem avisámos que não devias fumar!”.
Como eu já estava farta de toda esta situação, fui pesquisar e descobri que havia um procedimento novo um pouco arriscado: os pulmões eram retirados e iam à lixívia, ficavam como novos.
O único problema encontrava-se no facto de, como os pulmões ficavam branquinhos para sempre, se surgisse uma nova anomalia esta não seria visível.
Entretanto, já sonhei com múmias, com velhinhas arraçadas de Inspector Gadget, enfim…
Algo não está bem.

Magalhães – Caneta Digital

caneta magalhãesDiz que esta foi a melhor compra dos últimos tempos!

Magalhães ou não Magalhães, estava a precisar de qualquer coisa mais jeitosa que um rato que me permitisse fazer uns rabiscos cá pelas folhas de desenho virtuais que o Paint, Photoshop e afins nos dão.

Se estão na mesma situação e não querem nada muito XPTO (tablets incluídas), esta é uma boa opção.

Vale os vinte e tal Euros que custa, encontram as drivers sem problemas (contactem-me se for preciso) e conseguem fazer coisas bem engraçadas.

Claro está que os traços no computador não ficam iguais aos que desenhamos na folha, mas com jeitinho e paciência tudo se resolve.

Já alguém experimentou esta caneta por aí?