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Sou dadora de sangue (e medula) desde os 18 anos.

Não sei se já vos tinha dito, mas foi um dos objectivos a que me propus e cumpri logo assim que foi possível.

Sinto que tenho esta obrigação de ajudar se sou saudável.

Não custa nada e nunca se sabe quando poderemos ser nós a precisar. Num mundo ideal, não seria necessário. A vida, todavia, é feita de imprevistos e, se necessitarmos, iremos gostar de saber que esse recurso existe e está disponível e pronto a usar de imediato.

Todos os dias, há muitas pessoas que necessitam de transfusões sanguíneas por diversos motivos. Enquanto podemos, creio que devemos assegurar que este bem tão precioso e que salva tantas vidas não escasseia.

Agora que cumpro, novamente, os pré-requisitos para dar sangue, fui cumprir a minha missão.

Nos últimos tempos, o facto de ter atravessado uma gravidez e um ano de amamentação, foram impedimento temporário às doações. Para além destes motivos, existem alguns outros que podem conferir aqui em caso de dúvida sobre os critérios a cumprir.

Se têm mais de 18 anos, peso superior a 50kg e são/praticam estilos de vida saudáveis, por que não se inscrevem também como dadores de sangue?

Não custa nada, não dói, não dá fraqueza e as equipas do IPST, responsáveis pela recolha de sangue, são sempre muito agradáveis e estão disponíveis para nos ajudar e facilitar todo o processo.

Para nós é meia horita, para outra pessoa pode ser uma vida.