Etiqueta: Alimentação Infantil

Leitinhos ao lanche

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Tenho a certeza que todos queremos dar o melhor aos nossos filhos.

Queremos que desenvolvam estilos de vida saudáveis, que tenham boa vitalidade e que cresçam bem de forma a serem adultos saudáveis no futuro.

Um dos pontos cruciais na formação e desenvolvimento do nosso organismo é a alimentação.

Um regime alimentar saudável é composto por alimentos diversificados e equilibrados. Para além disso, as refeições principais são importantes, mas o pequeno-almoço e os lanches não devem ser negligenciados.

O tempo é precioso nos dias que correm mas nem por isso há que comprometer a qualidade dos lanchinhos que providenciamos aos nossos filhos. Em menos de cinco minutos, acredito que todos conseguimos preparar lanches saudáveis para que possam levar nas suas lancheiras no dia-a-dia.

Devem ser compostos por leite, fruta e sandes de queijo e/ou fiambre.

O leite é uma fonte rica em cálcio e vitamina D, que ajudam a formar ossos, dentes e músculos fortes. Contém, também, boa parte das proteínas, hidratos de carbono  e outros nutrientes necessários para o correcto e normal desenvolvimento dos nossos filhos pequenos.

Nem sempre é fácil fazer com que os petizes bebam leite simples, e hoje em dia já existem opções muito boas de leitinhos com sabores.

A Mimosa tem os leites Bem Essencial Sabores – de chocolate, morango e cereais, com menos 40% de açúcar adicionado que o habitual, com menos cacau e mais polpa de fruta (no caso do de morango). Assim, agrada-se aos pequenos sem comprometer a sua alimentação.

Precisam de ideias? É só espreitar as sugestões de lanches da Mimosa.

Bolachas para toda a família

Do bebé de 6 meses até ao velhote da família. A sério.

Sou mãe de uma menina muito boa de boca. Amamentei em livre demanda e de forma exclusiva até aos 4 meses da Teresa.

Depois disso, tive pena da piquena, que tinha os seus ataques quando nos via comer e não lhe dávamos nada. Introduzi, então, sem grandes regras quanto a horários e quantidades, a sopa e a fruta.

Foi um sucesso!

Comeu muitos vegetais diferentes e só não achou grande piada às nabiças. A esta altura do campeonato já fez a introdução de alguns cereais e da carne.

Estou a transitar das sopinhas e purés (a Teresa ainda mama quando lhe apetece e não me parece que vá mudar em breve) para uma espécie de baby led weaning (BLW).

Mais tarde, falarei melhor disto, mas o BLW consiste, por alto, em dar autonomia ao bebé para que coma o que lhe apetecer, com as suas mãos.

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Feito por mim: bolachas de banana, aveia e coco.

Por um lado, a Teresa adora a sopa e nem faria sentido tirá-la da sua dieta dado que até nós devoramos sopa nesta casa. Neste momento, a sopa até me ajuda a quantificar o que a Teresa come.

Noutra medida, a bebé adora ter os seus bocadinhos de alimentos no tabuleiro para explorar. Como decidimos que, pelo menos até a Teresa fazer 1 ano, ficarei em casa com ela, temos todo o tempo do mundo para que possa descobrir a comida à vontade.

Não tenho quaisquer intenções que a Teresa coma bolachas maria, ou outras semelhantes carregadas de açúcar.

Mas a bela da bolacha sempre ajuda a coçar o dente!

Ora, no outro dia a Carla partilhou algo que veio mesmo a calhar: bolachas de banana, aveia e coco compatíveis com toda a família. São tão simples de fazer e foram um sucesso para a filha e para o pai. Duvidam? Precisam de:

  • 3 bananas maduras
  • 150g de flocos de aveia
  • 50g de coco ralado
biscoitos
As minhas bolachas antes de irem ao forno.
  • Esmaguem a banana com um garfo (ou, se forem impacientes, triturem).
  • Envolvam-na muito bem com os flocos de aveia e com o coco ralado.
  • Moldem bolas e achatem (para ficar em forma de bolacha), disponham num tabuleiro forrado com papel vegetal.
  • Levem ao forno por coisa de 15 a 20 minutos (quando as bolachas estiverem tostadas por fora, já está).

E agora, contem-me: são ou não são saborosas? O que dizem os vossos miúdos?

Açúcar na Papa

Estou longe de ser a pessoa mais fundamentalista com a alimentação da minha filha.

Tal como tudo na vida, o equilíbrio é um bom princípio. Ainda assim, preocupo-me muito com a saúde dela e sei que é importante ter cuidado com o que lhe ponho no prato.

Mantivemos o aleitamento materno exclusivo até aos 4 meses.

Depois disso, apesar de não ter sido muito rígida, fui introduzindo a sopa e a fruta no regime alimentar da Teresa.

Poderia (e deveria, talvez) ter mantido a amamentação exclusiva até aos 6 meses, mas angustiava-me ver a pequenina toda interessada em ver-nos comer e ficar triste por não poder comer nada.

Parecia que queria saltar da cadeira e fazia (e faz, ainda faz…) caretas quando via talheres ou copos a passar à frente dela.

Sem stress nenhum, decidimos avançar com a introdução dos alimentos e foi um sucesso.

Adora tudo o que lhe damos. Como sempre teve uma óptima progressão de peso, ainda não lhe dei a conhecer as papas. Achei que não faria sentido algum introduzir farinhas tão cedo.

Porém, com o aproximar dos 6 meses, planeio dar-lhe mais alimentos novos e, finalmente, experimentar as papas. Preferencialmente feitas em casa!

Repito, não sou fundamentalista com a alimentação da Teresa. Sei bem que, fora de casa, pode ser necessário recorrer a um desses malfadados produtos de compra, pré feitos. Não estou assustada com essa parte e eu própria faço questão que ela coma de tudo.

O problema para mim é que, segundo a indústria alimentar, o que deveria ser uma excepção transformou-se na regra.

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Constituição de uma papa à venda no mercado, para bebés a partir dos 4 meses.

Na consulta dos 4 meses, quando discuti a introdução dos alimentos com a enfermeira que nos acompanha, foi-me dito que poderia apostar em papas de compra adequadas à idade da bebé. Infelizmente, pasmem-se, também se fala assim nas escolas.

Ora bolas, poder até posso!

Mas quem é que, no seu perfeito juízo e preocupação, sabendo ler um rótulo e interpretar a informação que tem à sua frente vai encharcar um bebé com açúcar e óleos da treta sem que haja um bom motivo (não vejo motivos, mas…)? Eu não!

É mesmo uma questão de desinformação, porque nem o argumento da disponibilidade económica é válido – sai muito mais barato comprar os ingredientes e fazer as papas em casa, como deve ser.

Ainda não sei bem para onde me virar, mas o que não falta actualmente (porque é um assunto cada vez mais debatido, felizmente) são manuais e sítios com receitas para bebés.

Fica no ar a questão: como se admite às marcas que, em pleno século XXI e após décadas de lutas neste domínio, continuem a lucrar com a disseminação de informações erróneas e produtos que não fazem, de todo, bem à saúde dos nossos bebés?

Eles adoram-nas, sem dúvida, são tão doces! Raríssimas são as marcas no mercado que disponibilizam papas com uma constituição minimamente decente.

E olhem que vos escreve uma pessoa que adora toda a espécie de papas doces…