Guida guarda-tudo a investir na descendência

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A caixa da Teresa, obra da Kandandus da Avó Filó.

Filho de peixe, sabe nadar.

Posso dizer, com orgulho, que muitos dos meus brinquedos e colecções estão guardados e em boas condições para que a Teresa possa divertir-se como eu me diverti. Quem diz brinquedos, diz roupas e bugigangas.

Da mesma forma que a Teresa herda o que é meu, eu também herdei coisas da mãe, das avós, das primas e das tias. Se está nas minhas mãos, é garantido que vai ser bem estimado. Se está em bom estado ou tem remédio, gosto de guardar.

Disse algo novo até agora?

Deixem-me acrescentar que adoro que os meus pais tenham guardado muitas recordações da minha infância (há álbuns fotográficos intermináveis, o cordão umbilical, a primeira madeixa de cabelo cortada, o primeiro desenho) e lamento pelas que se perderam.

Dá para imaginar que, há coisa de 20 anos, quando nos assaltaram a casa levaram os meus dentes de leite?

Dêem-me o desafio de completar colecções, que eu aceito sem pestanejar. Especialmente se for para a minha Teresocas, e espero que ela dê o devido valor um dia e lhe ganhe o gosto.

Havia coisas que queria guardar e que não são compatíveis com os típicos álbuns de bebé, e longe estava eu de imaginar que há caixas destinadas a este fim.

É certo que não cheguei a investigar muito, porque fui surpreendida pela minha vizinha e amiga Filó com a caixa que vos mostro na foto.

Não é amorosa? E tem espaço para as coisinhas bonitas que queria guardar da minha menina: no interior, tem 4 caixinhas com bonequinhos em biscuit nas respectivas tampas para guardar:

  • A pulseira da maternidade
  • O cordão umbilical
  • A primeira madeixa de cabelo
  • E os dentinhos de leite

É um projecto a longo prazo daqueles que vai ser delicioso rever daqui a muitos anos.

A caixa exterior é personalizável e adorei a aproximação às características físicas. Será que vai ser mesmo assim? Foi uma surpresa e pêras ♥♥♥

Achei a ideia giríssima e é uma óptima sugestão para aquelas pessoas próximas que vão ter bebés e não sabemos o que oferecer.

Aliás, se espreitarem a página Kandandus da Avó Filó, o que não falta são ideias e projectos giríssimos que merecem mesmo uma visita. E eu sou da opinião que os presentes feitos à mão são muito mais bonitos!

8 ou 80

Eu sei que sou uma queixinhas que só sei dizer que está mal, que está tudo mal.

Sou mesmo. E já que tenho a fama, ao menos que venha com o proveito e quero ter direito ao usufruto total deste meu estatuto.

Falemos dos tamanhos de roupa, aliás, dos tamanhos de calçado para bebés.

Mães que me estão a ler, certo? Estamos sintonizadas? Certo. Marcas e lojas, atentem aqui um bocadinho.

Nós, mães, estamos fartas de procurar sapatinhos minúsculos que, de tão minúsculos, nunca estão contemplados nas vossas colecções.

Temos filhos e filhas que querem pôr os pés no chão e merecem ter o que calçar abaixo do tamanho 15. Mais, querem saber? Já está na hora de serem uniformes nas poucas opções que disponibilizam.

Exemplo: tanto tenho sapatinhos de tamanho 12/13 que são grandes para os pés da Teresa, como sapatos do tamanho acima que não lhe servem. Da mesma marca. How come? 

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Pés de Teresinha e suas aventuras.

Outra que me anda atravessada, porque nem todos os miúdos começam a querer andar  (nada contra, queridas “colegas”, que cada bebé leva o seu tempo e está tudo muito bem) lá para os 10 meses.

Que tal disponibilizarem tamanhos mínimos com sola mais rija? Abaixo do 18, é quase impossível de encontrar e acreditem que pode dar uma ajuda valente aos petizes.

Por hoje, é só isto. E já é muito. Mães que me lêem: se tiveram/têm este problema, como o contornaram/contornam? Onde compram os sapatos para os vossos bebés?

Mixórdia de Brigadeiros

Aviso à navegação: este post é non friendly para quem anda metido em dietas.

Nada melhor que matar saudades com escritos bem docinhos aqui no estaminé!

Assim, até Dezembro começa melhor e o meu regresso da licença de maternidade (pois, sim, acabou a minha, mas recomeçou a do Luís e optámos por dedicar toda a nossa atenção à nossa pequenina e a uma série de assuntos pendentes) torna-se menos penoso.

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Adiante, que o que vocês querem é a sobremesa.

O que se passou foi isto: um dia destes, apareceu na minha timeline uma fotografia de uma sobremesa com um aspecto bastante apetitoso. Estava numa página de culinária e tinha a receita.

Como tinha disponíveis outros ingredientes e teimei que não iria fazer as coisas à maneira deles, parece-me que não deve ser o tal pudim prestígio de que falavam. É, sim, uma mixórdia de brigadeiros.

Devo dizer que é das melhores coisas do mundo! E é simples de fazer. Se eu consigo, vocês também conseguem.

Ingredientes

Para o creme branco:

  • 1 Lata de leite condensado (esta lata é usada como medida)
  • 1 Lata de leite
  • 2 Colheres de sopa de farinha Maizena
  • 200ml de natas
  • 100g de coco ralado

Para o creme de chocolate:

  • 1 Lata de leite condensado (esta lata é usada como medida)
  • 1 Lata de leite
  • 2 Colheres de sopa de farinha Maizena
  • 200ml de natas
  • 1 Colher de sopa de chocolate em pó
  • 100g de chocolate de culinária
  • 50g de Nutella

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Preparação

Agora vem a parte gira da coisa. É que é simples, simples.

Pegam nos ingredientes do creme branco, batem tudo e levam ao fogão em lume brando, sempre a mexer, até começar a engrossar. Reservam.

Pegam nos ingredientes do creme de chocolate e fazem a mesmíssima coisa: bater, levar ao lume sempre a mexer e retirar quando engrossar. Há mais simples?

Podem dispor como preferirem.

Eu optei por usar taças individuais. Colocam metade da taça com o creme branco e metade com o creme de chocolate.

Polvilhem como vos apetecer. Podem usar coco, pepitas de chocolate, amêndoas picadas… Eu escolhi raspas de chocolate de leite.

Devo dizer que ficou divinal e que entrou (desta forma que fiz) para o meu caderninho das receitas que funcionam. Espero que também seja do vosso agrado!

Pantufos de Carneira – Coisas que os Aliens Raptaram

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Não sei como é que um fenómeno destes aconteceu, que só dei por ela assim em cima do joelho.

É como aquela história de Santa Bárbara e as trovoadas.

O que é que aconteceu aos bons e velhos pantufos de carneira?

Aqueles de pelinho, quentes e confortáveis que duravam eternidades? Corro tudo e, hoje em dia, só encontro imitações baratas.

Não me aborrecem os materiais sintéticos, mas as solas parecem sofrer de grande fragilidade e o revestimento é sempre em tecido sintético manhoso.

Das últimas visitas que fiz à Serra da Estrela, já nem por lá (nem nos arredores) encontrei o que procurava. Aí, para piorar, os malfadados sintéticos saem a preço de ouro.

Se justificassem o desaparecimento da carneira à antiga por motivos de poupança, entendia. Mas a saírem assim ao mesmo preço para o consumidor?

Não sei quando é que se deu este fenómeno, mas aposto que são os extraterrestres que andam aí todos embrulhadinhos e encasacados com as carneiras que estavam destinadas aos nossos pantufos.

Se encontrarem por aí os bons pantufos que procuro, por favor, avisem-me!

Tal filha, tal mãe.

pink adidas stan smith rosa

Perdoem-me se pouco escrevo e, quando escrevo, só falo da maternidade.

É que isto de ter filhos é um mundo novo (ai, mais clichés!). Sem dar por ela, tudo se transforma num mar de bebés, coisas de bebés e experiências relacionadas com ser mãe.

Sempre quis ter uma menina.

Sempre disse que, quando fosse mãe, gostava de ter uma menina. O sexo não é, de todo, o mais importante quando pensamos nos filhos. Queremos que sejam saudáveis e lindos.

O resto vem por acréscimo, mas eu gostava de ter alguém a quem passar todo o meu espólio de brinquedos, roupas e acessórios. Tal e qual como fizeram comigo. Vou deixar para outro dia as trapalhadas que a Teresa já herdou mesmo sem ter noção, ainda.

Ter meninas significa que o universo das roupas e vaidosices é infinito e tem muito mais piada.

Vejam bem, estou aqui mortinha para encher a Teresa de laçarotes, mas quis o destino que me calhasse na rifa uma carequinha. Lá chegaremos.

Eu já tinha consciência de que as secções infantis das lojas do costume tinham roupas muito giras e que, por vezes, nos servem.

Não é novidade, que já vos tenho dito ocasionalmente, que compro muitas coisas destinadas aos mais pequerruchos. Agora, tenho a desculpa ideal. Será que o matchy matchy é uma coisa pirosa de mais?

De vez em quando, parece-me que pode ser muito giro vestirmo-nos a condizer com as pessoas pequeninas. Ou vesti-las como nós!

Tal filha, tal mãe.

Já tenho estudado umas quantas hipóteses destas combinações de que falo. Se há coisa com que me entusiasmo, é com o vestuário da donzela.

Eu até posso andar cansada e com roupa desinteressante, mas ela está sempre feita bonequinha. Quando me aperalto, ainda mais bonequinha ela anda. Por isso mesmo, gostava muito que combinássemos no que vestimos.

Quando a Teresa nasceu, a tia Rita ofereceu-lhe uns Adidas Stan Smith brancos com a parte de trás cor de rosa.

Estou seriamente a ponderar comprar uns para mim. O Luís diz que também quer uns para ele.

Acho que é esta a primeira peça que podemos ter (até o papá alinha!) iguais uma à outra e deixa-me entusiasmada quanto ao que o futuro nos reserva.

Afinal, partilhar estes detalhes também faz parte da cumplicidade que existe na relação mãe-filha!

(Quase) 3 Meses Depois

baby girl
A minha Teresa, já com dois meses e meio, a ficar com muito cabelinho.

Ainda não estou operacional.

O que quero dizer é que, olhem, bem, não sei muito bem o que quero dizer.

Estou um bocado (grande!) desorganizada nesta nova logística da maternidade.

Até era menina para escrever que admiro muito as mães que conseguem fazer 1001 coisas sozinhas, muitas vezes com mais que um filho.

Já descobri (em boa parte, pelos milhentos baby blogs que existem hoje em dia) que é tudo uma grande peta e que não há cá histórias de milagres e mares de rosas: há poses para as fotografias e, quase sempre, empregadas domésticas pelo caminho.

família

Já nasceu a Teresinha!

Não é novidade para vocês, já que fui minando o Instagram e o Facebook com fotografias que acusam a existência da minha pequenina linda.

O parto custou um bocadinho, mas correu tudo muito bem, recuperei rápido e tem sido uma alegria. Logo explico tudo, tudo. É que isto de voltar à escrita é muito bonito, mas tenho muito para contar e pouco tempo para escrever.

Quem inventou a licença de maternidade deveria ter-lhe chamado licença de adaptação a pequenos seres com muita personalidade e muito dependentes da mamã/mama!

Há meses que digo “é hoje que vou postar”.

Tenho rascunhos e tenho ideias. Quando olho para o relógio, passou mais um dia e eu continuo com muitas tarefas pendentes. Sigam o meu conselho: não combinem mudanças com ter filhos.

Guardem estas aventuras para momentos diferentes da vida, ou darão por vós como eu, que já cá tenho a garota e a minha casa ainda parece um estaleiro de obras.

Escusado será dizer que a Teresa nasceu em Julho e em Outubro ainda não tem o seu quarto pronto. Sabem que mais? É porque também não lhe faz falta, que ainda dorme comigo e com o papá no nosso quarto.

Resumidamente, muito resumidamente, é isto que vos digo.

Os meus dias consistem em cuidar e mimar muito a Teresa, tentar descansar qualquer coisa (acreditem que é muito complicado quando há uma bebé linda mas muito chatinha e que mama exclusivamente e em livre demanda) e fazer algo pela casa.

Só agora é que começo a ver tudo mais composto e, ainda assim, escrevo-vos quase às 3 da manhã de um feriado.

Estou de volta!

E espero que vocês não tenham fugido. Muito obrigada pela vossa compreensão.

babywear

O que veste uma mãe?

roupeiro vintage

Nunca tinha pensado muito nas diferenças de guarda roupa que podem (ou não) existir antes e depois da maternidade.

Não sei se é um fenómeno que pode ter a ver com idades, com o próprio facto de ser mãe ou com as modificações corporais inerentes à gravidez e pós-parto.

Não posso queixar-me, é certo. Nunca tive, sequer, preconceitos.

Passado um mês do nascimento da Teresa, acabei por dar pouco uso aos fatos de banho que levei na bagagem de férias e troquei-os pelos biquinis minúsculos do costume.

Com vestígios de barriga a badalar, mas sem um pingo de vergonha. Para quê? Afinal, queria aproveitar o (pouco) sol a que tinha direito.

Voltando ao tópico de discussão, o que é que veste uma mãe?

Dou por mim a pegar nalgumas peças de roupa do meu roupeiro e a ponderar se é adequado vesti-las agora que sou mãe. Por quê? Por que não?

Não é um trapo que determina a minha qualidade enquanto progenitora nem compromete a minha autoridade, o que haveria de mudar?

A minha prioridade tem sido o conforto, o que muitas vezes anda de mãos dadas com o estereótipo da jovialidade, que pouco condiz com o conceito de mãe estipulado pela nossa sociedade.

Uma das coisas que me aborrece (e reconheço que o que visto, por vezes, pode não ajudar) é quando pessoas que mal conheço formulam juízos em tom depreciativo: “já mãe? Tão novinha?”.

Quando lhes digo que idade tenho, meia sem jeito, invariavelmente respondem que pareço muito mais nova, nunca diriam pelo aspecto físico e pela roupa.

Por que haveriam as mães de mudar a maneira de vestir se quem está mal não são elas?

E vocês, mães que me lêem: mudaram a vossa forma de vestir?

Finalmente, a recuperar.

pós parto perder peso
Fotografia tirada a 12 de Agosto. Perdoem a qualidade!

Está tudo a voltar ao sítio.

E muito mais rapidamente do que esperava. Passado praticamente um mês, já consigo vestir toda a minha roupa de antes de estar grávida.

Apesar de não estar tudo nos conformes e “engomadinho” (nunca tive uma barriga lisinha, lisinha, é verdade), até estou para me atrever a levar biquinis bonitos para uns diazinhos de praia fluvial.

Sabem o que foi pior na gravidez?

Isso, fartei-me de me queixar do edema. E sabem o que é ainda pior? Desengane-se quem pensa que vai tudo embora depois do parto, porque ainda andei coisa de duas semanas em modo balão.

Não sei se os pés vão voltar ao que eram, porque já voltei ao peso pré-gravidez, o inchaço generalizado já passou mas há sapatos que não voltaram a servir.

O corpo muda e não volta ao que era.

Parece que é mesmo verdade, mas não é necessariamente mau. Vou acreditar que ainda passou pouco tempo e que, naturalmente, ainda há muitos achaques que hão-de resolver-se por si só.

No demais, e espero que isto possa ser elucidativo para quem tem medo dos efeitos da gravidez, ainda bem que o corpo não volta ao que era porque acredito piamente que vai ficar melhor.

Visivelmente, e embora hajam partes no meu corpo que ainda estão meio deformadas, estou mais magra e com curvas mais equilibradas. Gosto muito das mudanças de ser mãe!

Bebé A Caminho – 37 Semanas

Onde é que tinha ficado na história da minha gravidez?

Gravidez 36 Semanas
Fotografia tirada às 36 semanas + 6 dias.

Já passaram quase 10 semanas desde que fiz o último post deste género.

Na verdade, a minha ausência foi predominante aqui pelo blog, mas foi por uma boa causa – finalmente, entrámos no processo de mudança de casa e no meio de obras, restauros, desarrumos e arrumos (mais tarde, falarei melhor deste processo), não tenho tido tempo para escrever. De todo! Nem Internet, mais ou menos.

As velocidades são uma treta e por vezes nem sequer consigo dar aquele olá básico nas redes sociais, que ajuda a deixar toda a gente mais descansada. Mais uns dias, mais uns dias e parece-me que tudo volta a entrar nos eixos. Por quanto tempo? Não sei.

Ora, está tudo muito longe de estar pronto e a minha filhota estará aqui connosco a qualquer momento.

Dizem que as últimas semanas são as que mais demoram a passar, mas a mim parece-me que o tempo continua a voar.

Tendo em conta todos os sintomas e queixas habituais desta fase, deixem-me que vos diga que tenho vivido uma gravidez santa: nada de enjoos, há várias semanas que não sei o que é a azia, nada de incontinência e durmo na maior, com excepção feita a algumas cãibras (que já eram minhas conhecidas anteriormente) e viagens à casa de banho.

Ecografia 3º Trimestre
Imagem da ecografia do último trimestre, às 32 semanas.

Sabem que mais? Das 33 semanas para agora, até perdi peso e volume. Ainda assim, não consegui escapar ao edema de que vos falei. Agravou-se, e embora tenha algum controlo, os meus pés parecem paiolas.

Com a miss Teresa, também não há muitas novidades.

Não, ainda não nasceu. Assim que acontecer, estejam descansad@s, eu aviso! Continua a mexer-se muito, é uma crescida (na ecografia das 32 semanas, tinha uma estimativa de peso de 2130g), está posicionada nos conformes para nascer e tem umas grandes bochechas, tal mãe, tal pai. CTG? Só para depois das 38 semanas.

O quarto dela não está pronto, nem perto disso. Não estou muito preocupada porque, quando ela nascer, não é lá que dorme. A cómoda está pronta e arrumada, o ovo a jeito e o saco pronto. O dela! O meu ainda está a ser arrumado.

Gravidez 35 Semanas
Fotografia tirada às 35 semanas + 4 dias.

Contrariamente ao que podem pensar pelas fotos, se fiz 3 horinhas de piscina este ano, já foi muito. Gostava de ter tempo para mais, que a água fresca sabe que nem ginjas!

Estou a atravessar um dilema: por um lado, o calor é insuportável e começo a sentir alguns entraves à mobilidade habitual. Por outro, dava mesmo muito jeito que a miúda se mantivesse cá dentro, no seu T0 amniótico, até às 40 semanas.

Pés de Balão

Ora, contei-vos que estava a conseguir controlar bem o edema dos membros inferiores, não foi?

Partilhei um montão de dicas preciosas sobre o assunto e até vos falei das meias que tenho utilizado e que se revelam muito eficazes.

Edema Pés gravidez inchaço

Imaginem, então, se não tivesse o menor cuidado. A rondar os 8 meses de gestação, posso dizer que ostento umas belíssimas paiolas no lugar dos pés.

Diziam vocês, grávidas e mães de serviço, que a coisa só se tolera com chinelos Havaianas? Balelas, não tenho outra forma de vos responder. São do mais desconfortável que se pode calçar nesta fase, por serem tão rasos.

Só estou bem com uns ténis Adidas Zx Flux que comprei há uns meses, mas não posso calçar sempre a mesma coisa e muito menos passar estes dias escaldantes com os pés fechados.

Tinha esperança que os meus pés aumentassem, efectivamente, um tamanho.

Aliás, tenho sido salva por modelitos no tamanho acima do habitual que tinha na colecção (com palmilhas ou porque sim, mesmo não calçando), que continuam a ser compridos de mais.

Tenho pés maiores, sim, mas só para cima e para os lados! Ao ponto de, adivinhem – algumas das minhas Havaianas nem sequer servirem!

Impera o desespero e o desconforto, e seja o que Deus quiser durante o próximo mês. Já falta pouco, é o que vale.