A minha bola aromatizadora

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Gosto de ter a casa limpa e bem perfumada.

Gosto muito do cheiro a casa, aquele que não se compra em frasquinhos e que é um exclusivo de cada lar. Sabem? Aquele cheirinho acolhedor a conforto que nos diz que chegámos ao nosso abrigo.

Não obstante, por cima deste aroma característico, gosto muito de pôr outros cheiros. Não sou, de todo, fã de aerossóis e ambientadores de ligar à tomada. As velas são uma boa escolha, mas perigosa, especialmente com uma bebé em casa.

Depois de ouvir falar tão bem das bolas aromatizadoras, decidi comprar uma na Conto de Fadas.

Foi uma espécie de presente de Natal de mim para mim.

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Adorei a máquina desde o primeiro momento e posso dizer que não há um dia em que não a ligue. Optei pela bola bege de 400ml (cobre uma área de cerca de 50m²) da Boles d’Olor.

Já era fã dos aromas desta marca, noutros formatos, pelo que lhe fui fiel também com os óleos que comprei para o aromatizador (todos em tamanho pequeno, para experimentar).

Quem já esteve cá em casa desde essa altura, acabou por comprar ou está a meditar na aquisição de uma bola destas. É porque são mesmo boas!

A manutenção é simples: coloca-se água dentro do recipiente, deitam-se umas gotas de óleo com essência, liga-se o botão e já está. Há que ter o cuidado de desligá-la ao fim de 8h (para dar descanso ao motor) e limpar o recipiente de 2 em 2 dias.

Não consome muita energia, rende imenso e é eficaz. Acho que ainda não decidi qual é a minha essência preferida, dentro das que encomendei: adorei as de colónia infantil, mas também gostei muito da Borealis e da Nuvem.

O mais engraçado é que há sempre um sonzinho relaxante de água a correr (quase como se fosse chuva) e um espectáculo de cores que mudam. Até a Teresa adora olhar para a bola!

A Mel agora é Zaxy?

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Vêem o que quero dizer quando reapareço, do nada, e digo que estou a leste do mundo?

Duh, são sapatos de borracha e já toda a gente tinha percebido que houve uma mudança. Menos eu! Para quem ainda está mais longe disto que eu: a Mel era uma marca de calçado da Melissa.

Mais barata, dentro do budget que estou que estou disposta a empregar dentro do género, mas de igual qualidade. Podem bisbilhotar os arquivos do blog para perceber que gosto mesmo deles.

Na verdade, a marca continua a existir, mas mudou de nome e agora chama-se Zaxy.

Bem me tinha parecido que os modelitos eram semelhantes de mais para ser só uma coincidência a Mel ter desaparecido do mapa. Eia, que imitadores, dizia eu cada vez que via as novidades na montra.

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Não tenho muito mais para acrescentar a esta minha constatação, a não ser que continuo deliciada com muitos dos modelos que têm saído e que até está na hora de pensar em substituir umas das sabrinas que tenho na colecção e que de tão maltratadas que foram, já merecem a reforma.

Miúda de gostos simples e baratos, eu, hã?

Guida na Cozinha

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Feito por mim: pudim prestígio, biscoitos de manteiga e ovos moles.

Habituei-me, de pequenina, a comer bem.

Sou muito niquenta (já fui mais) e creio que se deve ao facto de a minha mãe cozinhar muito, muito bem.

Atrevo-me a dizer que quando as pessoas, habitualmente, não gostam de determinado prato, é porque ainda não o provaram cozinhado como deve ser. Pela senhora minha mãe.

Outra casa onde estou habituada a comer muito bem é a da minha sogra.

Posto isto, como devem calcular, antes de vir morar com o Luís, não estava muito habituada às lides da culinária.

Desenrascava-me nas raras vezes em que precisava de cozinhar e lá me aventurava com algumas receitas, que lá iam saindo bem, mas ficava por aí. Pois bem:

Sinto o maior orgulho em dizer-vos que, apesar de não ser nenhuma chef xpto, adoro cozinhar.

E em 7 meses de vivência comum, não houve experiência culinária que saísse mal. Ninguém passou fome. Nenhum jantar ficou esturricado. Pelo contrário! Posso dizer que até inovei numas poucas coisas.

O mais giro é perceber que há coisas que funcionam por instinto. Isso e que até consigo confeccionar com sucesso os pratos que mais me agradam e saem tal e qual os das pessoas que melhor os fazem.

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Feito por mim: quiche, massa de coisas, perca no forno.

E apurar o menu ao nosso gosto, não estando dependente da opinião de terceiros na nossa cozinha? Esta parte trouxe muitos mais vegetais e alimentos diferentes, no geral, para a minha dieta. E reduziu drasticamente os fritos.

Imaginem que até fiz da cloche uma das minhas melhores amigas: os meus pais tinham uma nova, que lhes foi oferecida quando casaram e nunca a utilizaram. Já lhe conheço as manhas todas e os petiscos, e serve perfeitamente para cozinhar para duas ou três pessoas.

Devo dizer que esperava uns quantos fracassos culinários, como bolos crus ou sabores intragáveis.

Calha a todos, mas aqui ainda não aconteceu. Sendo sincera, até atino com os melhores temperos e consistências. Há um ano, não previa que fosse lidar tão bem com o facto de ter de gerir a minha cozinha.

E há que dizer, a saber cozinhar bem até me sinto melhor mãe (vá, estou a brincar, mas que mãe que se preze é que não se orienta na cozinha?).

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Feito por mim: bolo prata, caldo verde, bolo de pêra rocha com vinho do Porto.

Entre o verniz e o gelinho

Gelinho não, que não soa bem.

Verniz gel, assim é que é. Mas não é dele que vamos falar, pelo menos não como o conhecemos.

Sei que não é beeem uma novidade, já que surgiu em meados de Outubro, mas a Andreia lançou uma linha de vernizes que se aplicam da forma tradicional, mas que prometem resultados semelhantes à aplicação de verniz gel.

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A utilização da linha Hybrid Gel é muito simples:

  • Limpa-se a unha, para retirar eventuais gorduras e sujidade;
  • Aplica-se uma das 48 cores de verniz Fusion Color;
  • E, posteriormente, uma camada do top coat Fusion Shine.

Et voilá! A marca promete que temos verniz para durar impecavelmente por muitos dias, tal e qual como se fosse uma aplicação de verniz gel.

Tive conhecimento desta novidade na InBeauty e, na altura, tive a possibilidade de escolher um dos dois kits que a Andreia montou em parceria com duas das nossas Youtubers.

Optei pelo da Mafalda (não desfazendo nos tons que a Bárbara escolheu, que também são lindos), porque tem uma mistura equilibrada de tons neutros e outros que fogem ao habitual sem perderem a discrição.

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Já os experimentei a todos e o que tenho a dizer é o seguinte:

  • Duram mais de uma semana à vontade (há que salientar que não sou nenhuma dondoca);
  • Não fossem as lascas que surgem sempre nas unhas do polegar e indicador direitos, poderia estender a utilização de uma só aplicação de verniz até às 2 semanas (depois disso, são as unhas que precisam de obras);
  • A pigmentação varia consoante as cores, como é habitual. Há algumas que ficam impecáveis com uma demão, outras que necessitam de duas;
  • O top coat seca muito, muito rápido e é super brilhante. Ainda não experimentei com outros vernizes, mas acredito que o desempenho se mantenha em alta e, por isso, recomendo-o!
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Fusion Color no tom H5. Aplicação com 3 dias.

Os preços rondam os 3€ para os vernizes coloridos e os 5€ para o Fusion Shine, em lojas de beleza especializadas (Hair & Body, Pluris e outras do género). Não é nada de mais e não conheço concorrência à altura.

Considero que são um óptimo investimento, especialmente para quem não tem paciência nem para estar sempre a mudar de verniz porque o anterior lascou, nem para esperar por secagens demoradas.

E vocês, já experimentaram?

O Álbum da Teresa

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Os primeiros tempos da vida de um bebé passam a correr.

Parece um cliché, mas garanto que é verdade. Todos os dias os petizes aprendem coisas novas e, nos primeiros meses, crescem visivelmente da noite para o dia.

Acreditem quando vos digo que há coisas importantes que, se não registamos, acabamos por esquecer muito rápido.

Eu faço questão de tirar muitas fotos, gravar vídeos e registar momentos da Teresa.

Como um arquivo que não é tratado é uma espécie de arquivo morto, faz todo o sentido manter e organizar um álbum (mais álbuns, mas um como “resumo”) do primeiro ano de vida.

Antes de a cachuchinha nascer, pedi-vos ajuda na escolha do melhor álbum. Bom, até poderia ter sido eu a fazê-lo, mas já tinha assuntos a mais em mãos.

Vi álbuns para todos os gostos: artesanais, produzidos em série, incompletos, com floreados a mais, a custarem os dois rins, baratos e feios…

Até álbuns com fotografias de outros bebés na decoração eu encontrei. Qual é o sentido? Não é suposto serem os nossos bebés os protagonistas destas recordações?

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Acabei por optar pelo álbum da Aiaimatilde.

Tenho vários artigos desta marca portuguesa, adoro todos e o álbum de bebé ia de encontro a tudo o que procurava.

É lindo, tem um formato prático de manusear e compor, dá para registar tudo o que é mais relevante, não é caro (custa 12.50€) e sei que a Teresa vai adorar folheá-lo quando for mais crescida.

Há para menino e para menina, e só me arrependo de não ter pedido para personalizar a capa com o nome da minha pequenina.

Açúcar na Papa

Estou longe de ser a pessoa mais fundamentalista com a alimentação da minha filha.

Tal como tudo na vida, o equilíbrio é um bom princípio. Ainda assim, preocupo-me muito com a saúde dela e sei que é importante ter cuidado com o que lhe ponho no prato.

Mantivemos o aleitamento materno exclusivo até aos 4 meses.

Depois disso, apesar de não ter sido muito rígida, fui introduzindo a sopa e a fruta no regime alimentar da Teresa.

Poderia (e deveria, talvez) ter mantido a amamentação exclusiva até aos 6 meses, mas angustiava-me ver a pequenina toda interessada em ver-nos comer e ficar triste por não poder comer nada.

Parecia que queria saltar da cadeira e fazia (e faz, ainda faz…) caretas quando via talheres ou copos a passar à frente dela.

Sem stress nenhum, decidimos avançar com a introdução dos alimentos e foi um sucesso.

Adora tudo o que lhe damos. Como sempre teve uma óptima progressão de peso, ainda não lhe dei a conhecer as papas. Achei que não faria sentido algum introduzir farinhas tão cedo.

Porém, com o aproximar dos 6 meses, planeio dar-lhe mais alimentos novos e, finalmente, experimentar as papas. Preferencialmente feitas em casa!

Repito, não sou fundamentalista com a alimentação da Teresa. Sei bem que, fora de casa, pode ser necessário recorrer a um desses malfadados produtos de compra, pré feitos. Não estou assustada com essa parte e eu própria faço questão que ela coma de tudo.

O problema para mim é que, segundo a indústria alimentar, o que deveria ser uma excepção transformou-se na regra.

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Constituição de uma papa à venda no mercado, para bebés a partir dos 4 meses.

Na consulta dos 4 meses, quando discuti a introdução dos alimentos com a enfermeira que nos acompanha, foi-me dito que poderia apostar em papas de compra adequadas à idade da bebé. Infelizmente, pasmem-se, também se fala assim nas escolas.

Ora bolas, poder até posso!

Mas quem é que, no seu perfeito juízo e preocupação, sabendo ler um rótulo e interpretar a informação que tem à sua frente vai encharcar um bebé com açúcar e óleos da treta sem que haja um bom motivo (não vejo motivos, mas…)? Eu não!

É mesmo uma questão de desinformação, porque nem o argumento da disponibilidade económica é válido – sai muito mais barato comprar os ingredientes e fazer as papas em casa, como deve ser.

Ainda não sei bem para onde me virar, mas o que não falta actualmente (porque é um assunto cada vez mais debatido, felizmente) são manuais e sítios com receitas para bebés.

Fica no ar a questão: como se admite às marcas que, em pleno século XXI e após décadas de lutas neste domínio, continuem a lucrar com a disseminação de informações erróneas e produtos que não fazem, de todo, bem à saúde dos nossos bebés?

Eles adoram-nas, sem dúvida, são tão doces! Raríssimas são as marcas no mercado que disponibilizam papas com uma constituição minimamente decente.

E olhem que vos escreve uma pessoa que adora toda a espécie de papas doces…

A ver agora: Black Sails

Houve uma fase da minha vida em que acompanhava muitas séries.

Mudam-se os tempos e a disponibilidade, mudam as vontades e a responsabilidade, e a dada altura desliguei-me da televisão e das manhas da Internet. Durante dois ou três anos, passou a ser raro acompanhar o que quer que fosse.

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Com a chegada do Netflix a Portugal, durante a gravidez, voltei a ganhar apetite por séries e agora é raro o dia em que não vejo nem que seja 20 minutos de uma série. É terapêutico e por vezes é este o tempo de repouso que sobra antes de dormir.

A vantagem aqui é que, como as temporadas estão disponíveis na totalidade a qualquer hora, vou vendo conforme posso e me apetece, quando já não quero faço pausa e dá para ver tudo o que há da mesma série de seguida, sem perder o fio à meada.

Misturar histórias de várias séries quando as vemos em simultâneo, quem nunca?

De momento, estou a ver Black Sails.

O Luís gosta muito e está quase a chegar a 4ª temporada. Como gostamos de ver séries juntos, estou a ver o que já está feito e ele sempre aproveita para avivar a memória. Passámos agora para a 3ª temporada e eu adorei as outras duas.

Gosto de dramas de época, no geral.

Se contarem com factos verídicos, um tanto melhor.

Neste caso, a história é uma prequela d’A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson e a acção decorre essencialmente na ilha de New Providence, durante o apogeu da pirataria.

Há uma luta pela independência desta colónia de Inglaterra, sendo que todas as nações civilizadas a declaram inimiga de todo o mundo.

Como resposta, a solução encontrada pelos seus habitantes (muitos deles piratas) é declarar guerra ao mundo. Pelo meio, há muitas histórias e tricas que tornam o enredo muito mais interessante.

Um dos pontos positivos para mim é a imprevisibilidade que tantas vezes surge no desenrolar dos episódios.

A título de curiosidade, os piratas Charles Vane, Jack Rackham, Anne Bonny, Ned Low, Hornigold e Blackbeard existiram mesmo, embora as suas vidas sejam (parcialmente) ficcionadas na série.

Posto isto, se não conhecem a série mas gostam do género, recomendo muito que a vejam!

Feliz 2017!

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Mafalda, Quino

Que este ano que começa agora nos/vos encha as medidas!

São estes os meus votos. Que, em jeito de retrospectiva e assim muito rápido, 2016 foi um ano do caneco. Para o bem e para o mal. Conheci o melhor e o pior deste mundo e gostava que 2017 me trouxesse só do melhor.

Para não me ir embora deste post assim, sem mais dizer, aqui fica uma lista de coisas nas quais vou investir. No final do ano, logo faremos um balanço:

  • Ler 12 livros. Um por mês. Tenho lido muito pouco e… Não pode ser!
  • Tirar a carta de condução. Há quantos anos digo isto? E o jeito que me dava agora, com a Teresinha…
  • Fazer mais exercício físico. Neste momento, estou parada. Seja o ginásio, ou a piscina (de preferência com a Teresa), qualquer coisa é melhor que ser lontra a tempo inteiro.
  • Ir à praia. Uma das coisas em que 2016 falhou foi nisto. Mudanças, obras e bebé. Ter dado uns mergulhos na piscina e no rio já foi uma sorte. Foi o primeiro ano da minha vida em que não pus os pés no mar, e custou muito. Em 2017, quero praia a valer, com a minha Teresocas. Vai ser uma festa!
  • Manter o aleitamento materno. Pelo menos até a Teresa fazer um ano, gostava muito. E agora é que temo alguns obstáculos, com a introdução da alimentação complementar.
  • Ter uma situação profissional estável. Vou ficar com a Teresa(pelo menos) até ao seu aniversário, mas ainda assim…
  • Voltar a doar sangue. Por ora não posso, por causa da amamentação. O peso também pode ser um obstáculo.
  • Comer menos carne. Não consegui implementar, mas gostava que pelo menos 50% das refeições cá de casa fossem vegetarianas ou, na loucura, com peixe.
  • Acabar de arrumar a casa. Entenda-se terminar as obras e decoração (se é que é possível). Estamos bem, temos tudo o que é necessário (e alguns luxos, diria), mas está tudo muito simples e velhão. Ainda! Há muito a melhorar.
  • Viajar. É ambicioso, mas gostava que fôssemos passar uns dias fora dos locais habituais. Conhecer coisas novas. Mostrar o mundo à Teresa.
  • Manter o blog actualizado. Porque é algo de que gosto muito, mesmo, e estamos a aproximar-nos dos 10 anos!
  • Criar um negócio próprio. Ideias há muitas, preciso de as organizar.

Parece que é isto. E vocês, que ambições têm para este ano?

Matilda, a Gata

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Em minha casa, as minhas regras.

Cresci habituada a ter animais de estimação, embora com algumas restrições. Na casa dos meus pais, a princesa era (e é) a Nina. Havia uma certa simpatia por cães, mas gatos nunca foram permitidos. Manias e preconceitos, vá-se lá entender.

Quando eu e o Luís nos juntámos, foi consensual que adoptaríamos um gato assim que possível.

Aliás, imaginem-me na sala de partos do hospital (porque isto aconteceu), no pico do sofrimento, numa lástima, a praguejar e a dizer que o próximo filho só poderia ser cão ou gato.

É claro que me passou a maluqueira, de tal forma que queremos manos para a Teresa, mas acabámos mesmo por trazer uma miau cá para casa.

Se o respectivo já tinha experiência com gatos eu, pelo contrário, não sabia muito bem o que esperar. Sempre me venderam que os gatos são animais ariscos e traiçoeiros, pelo que tinha algum receio.

Cá para nós, com base no senso comum e na experiência do Luís, teimámos que queríamos um macho grande, felpudo e pacífico.

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E eis que a Mati nos cai do céu.

Literalmente! Foi num sábado, no início de Novembro, que a história começou. A Tânia contou-me que lhe tinha caído uma gatinha no quintal. Linda, felpuda, de porte pequeno e muito dócil.

Derretemo-nos, e como a Tânia não podia acolher mais bichanos (porque já tem dois), ficou decidido que se a gata não tivesse dono, viria morar connosco.

Não há acesso directo ao local onde foi encontrada, pelo que foi necessário tratar do assunto com cautela.

Passaram dias, passou uma semana, foram feitos anúncios, averiguou-se se teria chip (não tinha), perguntou-se porta a porta e nunca surgiu ninguém.

As expectativas foram crescendo, dissiparam-se as dúvidas e… Agora a Matilda faz parte da nossa família!

Matilda, Mati

Foi o nome que escolhemos sem ter de pensar muito. É o nome de um tanque de guerra.

Eu própria sugeri, por causa de um jogo que o Luís tem na consola (World of Tanks), que se fosse um macho seria o Panzer ou o Maus. Sendo fêmea, tinha de se chamar Matilda. Não podia ser mais simples.

Temos tratado dela como a princesa que é e confiámos desde logo na Flamvet para todos os cuidados de saúde (checkups, vacinação e esterilização) necessários.

Adoro a Dra. Marta (é a veterinária da Nina) e recuso-me a ir a outro lado ou ser atendida por outros profissionais.

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Estima-se que a Mati tenha agora cerca de 9 meses.

É uma minorca (não pesa sequer 4kg) e pensamos que não vai crescer muito mais, embora seja provável que descenda de uma mistura de gato Europeu Comum com Bosques da Noruega.

Está tudo bem com a saúde dela, e desde que está connosco já ganhou muito e bom pelinho. Está cada vez mais fofa!

Ficou integrada muito rapidamente e é muito mimosa – esta parte assusta-me, porque é tão dócil que aceita festinhas de toda a gente, o que nos deixa especialmente preocupados e amedrontados com a possibilidade de uma fuga acidental de casa.

É ter cuidado em duplicado, pela Teresa e por ela.  É muito pacífica, não faz grandes avarias e até à bebé dá miminhos, com o bónus de respeitar o espaço e as coisas dela (devo tê-la apanhado duas ou três vezes em cima da colcha do berço e nada mais que isso).

Nunca pensei que fosse possível encontrar uma gata tão especial e docinha. Cá por casa, estamos encantados com a filha felina!

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Maquilhagem nova, quem disse?

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Há muito que, no Brasil, O Boticário já não é só O Boticário.

Para quem não sabe do que falo, eu explico: entre outros projectos e marcas, o boti boti detém uma marca de maquilhagem muito gira chamada Quem disse, Berenice?

Para quem vai tendo atenção ao que surge do outro lado do Atlântico, nomeadamente através de blogs, creio que é acertado dizer que há sempre algum entusiasmo com os coloritos, efeitos, acabamentos e críticas positivas que vão sendo tecidas em grande escala.

Desta feita, estava a ser tremendamente injusto assistir a tudo do lado de cá e não poder pôr as mãos em cima de um montão de produtos muito catita.

Pois bem: no final de Novembro, a marca chegou a Portugal.

Finalmente! Para muitas de vós, não deve ser novidade. De qualquer forma, são três as lojas (no Norteshopping, no Dolce Vita Tejo e no Vasco da Gama) repletos de opções para todos os gostos e habilidades.

O melhor? Os preços são acessíveis.

A minha relação com a QDB começou uns dias antes da abertura das lojas. Chegou um pacotinho cá a casa com dois produtos para experimentar: um lápis preto (Pretuxo) e um batom vermelho (Vermeli).

Bom, pensei eu, nada de novo, apesar de serem dos itens de maquilhagem que mais uso. Até que decidi experimentar o batom e percebi que não era só mais um.

É certo que os batons líquidos mate já andam neste mundo há algum tempo, mas se falarmos de um que é mesmo mate, que é à prova de beijinhos e refeições e que (atenção, atenção) não resseca nem repuxa as peles dos lábios, subimos a fasquia.

Depois, o lápis de olhos. Bom, não é o mais preto que tenho, mas ainda assim é muito pigmentado, facílimo de aplicar e ganha pontos porque também é muito resistente, à prova de lágrimas e esfregadelas.

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Lápis de olhos mate Pretuxo e metalizado Cobrelex; Batons líquidos mate – Vermeli e Marronli

Escusado será dizer que fiz logo uma pesquisa a correr, para ver o que as brasileiras mais recomendam da marca e quais as cores que mais me interessavam, e fui com a minha lista (enorme, por sinal) à loja do Vasco da Gama.

Aqui fica um alerta: não se entusiasmem muito, porque há muitos produtos que ainda não chegaram a Portugal. E um recado para a marca, que aqui também se faz disso: por favor, tragam tudo depressa. Para ontem!

Mesmo com a loja apinhada e com a desilusão de não encontrar algumas das coisas que queria trazer, comprei aqueles que são os dois produtos que mais tenho utilizado nas minhas maquilhagens, mais um lápis em gel e um batom líquido mate – o Cobrelex e o Marronli, respectivamente. São perfeitos!

E vocês, já experimentaram algum produto da Quem disse, Berenice? Quais recomendam?