Mark by Avon

mark avon makeup maquilhagem swatch opinião review resenha beleza beauty

Na semana passada, tive o privilégio de comparecer na apresentação da linha Mark da Avon, acabadinha de chegar ao nosso país.

Em jeito de lembrete, em tempos fui revendedora e, mais importante ainda, ávida consumidora da marca. Gostava de estar a par de todas as novidades e experimentar tudo o que podia.

Acredito que se queremos vender um produto, temos de o conhecer bem de antemão. Não iria ficar muito contente se uma das minhas clientes comprasse algo que, no fim, a deixasse desapontada!

Para além do que surgia por cá, gostava de bisbilhotar o que existia no estrangeiro e babava com os lançamentos da tal linha Mark (que já existe há quinhentos mil anos noutros países). Imaginem o meu entusiasmo agora!

mark avon makeup maquilhagem swatch opinião review resenha beleza beauty

Ainda não tive a oportunidade de testar muitos produtos, mas estou ansiosa e espero que tragam para Portugal boas novidades.

Do que vi, fiquei contente com algumas coisas, mas não posso deixar de referir que fiquei decepcionada quando descobri que, afinal, alguns itens já existiam e apenas passaram por uma mudanças de imagem.

E se, indiscutivelmente, alguns deles eram muito bons, outros deixam a desejar e mais valia terem desaparecido dos catálogos.

Gostava que esta novidade fosse mesmo, mesmo nova, até porque quem não se actualiza devidamente corre o risco de perder terreno.

Num mercado onde cada vez há mais opções de boa qualidade a baixos preços em lojas físicas, é pena que algumas marcas de venda directa por catálogo não invistam em melhorar.

Digo-vos isto sem qualquer intenção de parecer ingrata, já que sabem perfeitamente que sou cliente (e hei-de continuar a ser) da Avon há séculos.

mark avon makeup maquilhagem swatch opinião review resenha beleza beauty

Resta-me tecer comentários relativamente ao que me passou pelas mãos, a ver se ajudo alguém nas compras:

  • Invistam nos batons (falei deles aqui – esta cor até existe na nova linha, aqui e aqui); máscara; verniz; lápis de olhos em gel (são dos meus preferidos e já os mostrei neste post).
  • Desistam dos lápis de olhos clássicos, aqueles que têm uma esponjinha no terminal, são muito rijos e pouco pigmentados; das sombras em creme, que também são rijas, pouco pigmentadas e não ficam homogéneas na pele.

É Carnaval, ninguém leva a mal!

bebé carnaval disfarce minnie mickey disney diy menina

Tinha mesmo de mostrar a minha Minnie.

Porque eu nem era eu se não mostrasse à minha filha, logo de pequenina, o que é o Carnaval. Porque ela pode ser 7 meses de gente, mas já alinha nas minhas macacadas. É uma vaidosa, é a minha princesa!

Para quem diz ah e tal, que é difícil encontrar disfarces de Carnaval para bebés: ilustres, do pouco se faz muito!

Encontrámos um vestido com saia de tule a 3.99€ na H&M (há-de servir para outras trapalhadas), as orelhinhas com laçarote comprámos no chinês – vinham numa bandolete, mas a minha mãe retirou-as e coseu numa fita de cabelo.

O casaco (feito pela minha mãe para mim, já tem quase 30 anos!) e os collants (e os sapatos, aqui estava descalça mas usa sempre sapatos tal e qual gente crescida) são da roupa que veste normalmente.

Ficou ou não ficou a Minnie mais amorosa de todas?

E agora, vá, vamos tod@s limpar a baba e seguir com as nossas vidas.

Amostras L’Oréal para vocemecês

Experimentar coisas novas é bom, se for grátis ainda é melhor.

A L’Oréal Paris lançou recentemente três máscaras de argila diferentes para dar resposta às necessidades de todos os tipos de pele.

No mínimo, a abordagem é interessante, já que as argilas são um ingrediente natural utilizado há séculos para este propósito e actualmente são cada vez mais as marcas a “simplificar” e ir buscar o bom que já existe ao invés de nos impingirem novidades que não são tão boas assim.

mascara argila

É claro que o mundo da cosmética está sempre a evoluir, há sempre novas descobertas a surgir e nós gostamos, mas em equipa que ganha não se mexe e por vezes isso acontece com o que já conhecemos há muito.

Mais simples que isto, embora possivelmente menos confortável (não sei, que também não experimentei), só se comprarem as argilas tal e qual como são numa ervanária.

Para quem quiser experimentar, se clicarem nas imagens abaixo podem pedir amostras deste produto gratuitamente. Depois digam o que acharam e se vale a pena!

Gravidez 101 – o que vestir?

roupa grávida moda o que vestir gravidez gestação
Com direito a duas barrigas na fila de baixo, à esquerda – a Patrícia e eu.

Pensavam que eu me esquecia dos assuntos da gravidez só porque a Teresa já está cá fora?

Naninão! Se aprendi algo, tenho que partilhar. Por isso, não esperem que eu me cale porque vou querer ajudar quem se cruzar com estes posts em estado de graça.

Sabemos que, nalgum ponto da gravidez, a nossa roupa vai deixar de servir.

Pelo menos, boa parte dela. Apesar de, alegadamente, constar que a barriga de grávida só se nota muito mais tarde, aqui foi necessário começar a repensar o guarda-roupa logo às 7 semanas de gestação. Ainda o primeiro trimestre ia pela metade!

A verdade é que foi precisamente nesta altura que ganhei a maior parte do peso da gravidez. No final da viagem, foram cerca de 11kg a mais. Foi algo expressivo, especialmente se tiverem em conta que meço 1.58m!

Assim sendo, sinto-me mais do que no direito de expor a minha opinião quanto ao vestuário a comprar na gravidez. Pode haver quem tenha outras opiniões (partilhem nos comentários, que é útil para todas!), esta é a minha.

A boa notícia é que não necessitam de comprar muita roupa.

Na secção de pré-mamã, digo. O resto depende um bocadinho do estilo de cada pessoa, mas eu diria que não vale mesmo a pena comprar muita roupa. Siga a missa, fiquem com os meus conselhos:

  • Na secção de grávida, comprem 1 ou 2 pares de calças do vosso tamanho, eventualmente leggings (eu não o fiz e arrependi-me).
    • É mais do que suficiente e sempre se vão sentir mais confortáveis com uma peça que aconchega a barriga.
  • Em alternativa, se se sentirem confortáveis (foi o meu caso e só descobri lá para as 20 semanas), esta é a altura ideal para vestirem calças descaídas, daquelas que normalmente ficam horríveis e marcam pneus inexistentes.
    • Calças descaídas! Eventualmente, no tamanho acima do que era habitual. O mesmo se aplica a calções, no caso de apanharem boa parte do Verão. Tudo descaído e folgadão abaixo da barriga.
  • Invistam em sutiãs, porque vão haver grandes mudanças.
    • Dica para quem não tem umas mamas gigantes: experimentem sutiãs sem armação, pode ajudar a amenizar o problema da sensibilidade.
    • Nesta fase, não se ponham a comprar sutiãs de amamentação. Esperem pelo bebé e pela subida do leite, aí é que vão descobrir o tamanho mais adequado.
    • Nesses primeiros dias, o mais provável até é abominarem toda e qualquer roupa que possa estar em contacto com o peito. Quem vos avisa…
  • Cuecas de algodão em quantidades industriais. E aqui, decidam porque não há meio termo.
    • Ou escolhem umas de gola muito alta que acompanhem a barriga de grávida, ou então umas descaídas. Conforto acima de tudo!
    • Falando em cuecas, munam-se de pensos diários tipo algodãozinho e mudem-nos com frequência. Vão ter litradas de corrimento e não vão querer sentir-se desconfortáveis nem potencializar uma infecção!
  • Se vão atravessar o Inverno, não invistam em peças muito quentes porque vão passar o tempo todo cheias de calor. Optem por várias camadas de roupa mais fina e fresca. De nada!
  • No demais, utilizem a roupa normal, que estão muito bem. Só é preciso optar por peças mais folgadas ou com maior elasticidade, mas tenho a certeza que têm por aí muitas túnicas e vestidos que servem perfeitamente.

Por hoje, é isto. Se perderam o post sobre o calçado ou se já se esqueceram, podem vê-lo aqui. Se o assunto é meias/collants, também já partilhei aqui aqueles que foram a minha salvação em tempos de muito inchaço nas pernas!

O meu P9 Lite

huawei p9 lite gold tech review tecnologia emui android

Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva.

Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente.

Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo.

É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina.

Por isso, estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

huawei p9 lite gold

Optei pelo Huawei P9 Lite.

De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries).

É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem.

A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado.

Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois.

Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

capas huawei p9 lite case cover
Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

Sapatilhas na berlinda – Puma

puma basket heart sapatilhas ténis moda trend trendy outfit lotd ootd look do dia ideias

Correndo o risco de me tornar repetitiva, tenho a dizer que não sou menina de calçado desportivo.

Ou, melhor, não era. Nos últimos anos, parece que as marcas constataram que havia toda uma multidão feminina à espera que as malfadadas sapatilhas se tornassem bonitas.

Porque de nada serve o conforto se depois os ténis não condizem com o resto da indumentária!

Ora recuperaram modelitos giros mas que andavam esquecidos, inventaram novidades que nos deixaram doidas e rendidas à cena dos sapatos de correr, enfim…

Que levante a mão quem não acha piada nenhuma a um par que seja destas sapatilhas trendy a que me refiro.

Se, por um lado, os especialistas têm tido a decência e atenção de lançar modelos mais femininos e apelativos, que possam ser calçados no dia-a-dia sem parecer que vamos para um ginásio, o facto de ter havido uma clara adesão a este movimento democratizou a utilização dos ténis.

puma basket heart

Por mim falo: dou por mim a calçá-los mais vezes do que algum dia imaginei e em todas as colecções tenho visto novidades que me deixam a cobiçar mais um par.

Desta feita, são os novos Basket Heart da Puma.

Não são novidade, por si só. Nem sequer são nada assim de tão novo e espantoso, não fossem os atacadores largos de cetim em laçarote fazer a diferença. Nada que eu não fizesse já com outros ténis, botas e galochas.

Mas, oooooh, vejam as cores novas em camurça! Nem sei de quais gosto mais. Por mim, vinham os cinza, mas também vinham os rosa!

Exagero da minha parte ou por aí também gostam dos Basket Heart? Investimos nos laçarotes ou em pompons de peluche, como já se tem visto por aí? Contem-me de vossa justiça.

Ser rei de coisa nenhuma

castelo

Há uns dias, enquanto via o noticiário à hora de almoço, julguei que estava a assistir a alguma peça humorística.

Pensei, por momentos, que poderia ter entendido tudo ao contrário. Rebobinei. Fui, de imediato, ao Google e caí em mim. Era mesmo verdade!

O deputado José Manuel Coelho, do PTP, que só faz macacadas em assembleia na Madeira, foi pedir asilo ao Principado da Pontinha.

Há tanto por onde pegar nesta notícia que a minha cabeça deu tilt. Histórias tontas dentro da política, bom, ouvimo-las diariamente aos montes. Haver um Principado no arquipélago da Madeira? É toda uma novidade!

A história remonta a 2007, quando o autoproclamado Príncipe D. Renato de Barros II adquiriu aos ingleses (consta que não era nem do interesse deles nem de Portugal – vá-se lá entender quem havia de querer um calhau a 70m da praia!) o ilhéu onde se situa o Forte de São José.

Este território terá sido vendido em hasta pública em 1903, deixando de pertencer aos portugueses. Para quem quiser saber da história como deve ser, há o documentário Um Sonho Soberano que tem tudo bem explicado.

A título de curiosidade, recomendo a visualização!

A compra deste terreno onde se inclui o dito forte já é, na minha opinião, megalómana. Com o dinheiro nele investido, eu teria milhentos outros projectos – rentáveis, alguns deles – para realizar.

Claro que as mentes brilhantes poderiam ter congeminado algum plano genial para fazer com que esta compra valesse a pena.

Bem sabemos como a Madeira prospera à conta do turismo, pelo que decerto surgiria algum projecto bom relacionado com a hotelaria ou restauração.

Como o proprietário é mais criativo e ambicioso, decidiu proclamar a independência e criar uma micronação.

É assim que surge o Principado do Ilhéu da Pontinha.

Imaginam um país que não terá área superior à de uma pequena casa? O Príncipe (e alguns apoiantes, incluindo o senhor deputado José Manuel Coelho, a quem a situação seria conveniente) dizem que está tudo dentro dos trâmites legais e que, sim senhores, o Principado é independente de Portugal.

Os meios oficiais, porém, parecem não o reconhecer. Em que ficamos afinal?

Da mesma forma que esta história me parece uma anedota, aplaudo o Príncipe D. Renato pela sua criatividade e ambição e, olhem, também eu gostaria imenso de ter um país só meu para ser o que quiser e fazer o que me der na veneta. Parece um sonho que se torna real!

E é mesmo aí que se encontra o cerne da questão: as ideias (viáveis ou não, dava outra discussão) ficam-se pelo papel e só não se acabou a brincadeira porque o nosso governo ainda não teve para se aborrecer (porque há sempre outras questões mais importantes por resolver).

O governo regional da Madeira recusou-se a fornecer energia eléctrica ao forte se o Sr Renato não lhe vender o Ilhéu.

O Príncipe, numa manobra que tanto tem de tonta como de atrevida (a propósito do asilo do deputado do PTP), promete que quem invadir o Ilhéu sofrerá consequências. De quem? Dos zero habitantes da sua micronação?

A brincar se dizem as verdades. Este episódio lembra-me algo que acontece tantas e tantas vezes (ah, as tais questões de importância para o governo do nosso país!): somos donos de um terreno ou imóvel.

Se for da conveniência do Estado, não se preocupem, que mesmo que não queiramos vender, trata-se de arranjar uma maneira de nos tirarem das mãos aquilo que é aparentemente nosso.

Não é preciso procurar mais longe do que nos mesmos noticiários que passaram esta peça que mais parece saída de uma comédia, pois também nos dão conhecimento de, por exemplo, demolições de bairros inteiros, alegadamente ilegais, onde há famílias que pagam os devidos impostos (IMIs e o diabo a sete) há décadas.

Afinal, ser rei, dono ou senhor do que quer que seja é só uma mera ilusão.

Talvez o louco não seja o Príncipe.

10 do Momento

Comecei por ter um blog de beleza,

Embora considere que grande parte da essência do blog ainda passe por aí mesmo.

Só decidi que me daria à liberdade de escrever sobre o que quisesse e, às tantas, acabo por me esquecer que vocês gostam tanto quanto eu de saber das lides dos betumes e tintas. Verdade ou mentira?

Vai daí, desde Junho de 2015 que não faço um apanhado dos 10 cosméticos que mais tenho gostado ultimamente.

Está na hora de partilhar convosco os meus aliados e desenganem-se se pensam que, com os tempos, se mudam todas as vontades. Só mudam algumas!

favoritos beleza review swatch resenha opinião beauty blog
Os meus 10 favoritos actuais. Da esquerda para a direita, de cima para baixo.

Eis o meu top, sem ordem específica.

  • Bio Oil – Comecei a utilizar quando estava grávida e nunca mais o larguei. Até no rosto o utilizo, à laia de sérum.
    • Nunca fui muito rigorosa (sei que há grávidas que têm todo um ritual de aplicação de cremes e mistelas 2 ou 3 vezes por dia, mas eu que sou preguiçosa tinha dias em que nem sequer utilizava nada), mas o facto é que a pele se mantém elástica, hidratada e sem estrias.
  • Quenching Serum SOS, Caudalíe – Não me canso de falar dele, se não se lembram podem espreitar o que já disse aquiaqui, aqui e aqui. Preciso de dizer mais alguma coisa?
  • BB Cream Beyond the Solution, Lioele – Não é novo e já falei dele neste post. Agora, mais que nunca, dou-lhe o devido valor.
    • Muito boa cobertura, hidratante, não fica empoado tipo estuque mas também não me deixa com cara de fritadeira.
    • Agora tenho menos tempo que antes para me arranjar, pelo que gosto de atalhar caminho no que diz respeito à preparação da pele para a maquilhagem.
  • Protector Solar SPF 50 gel-creme para peles oleosas, Youth Lab – Foi a Ana que mo deu a conhecer e nunca mais o larguei. Todos, mas todos os dias, faça chuva ou faça sol, utilizo protector solar. Se já tinha todo um historial de alergias ao sol, a gravidez deu-me a conhecer a realidade das manchas e rugas.
    • Mais vale prevenir do que remediar, e este protector solar é o melhor do mundo para o rosto porque não pesa, não tem aquele cheiro a “sintético” a praia nem fica todo oleoso na cara.
    • Como bónus, tem uma ligeira corzinha. Há dias em que acabo por nem aplicar mais nada no rosto.
  • Poudre de Riz de Java, Bourjois – É uma reedição do famoso produto da Bourjois, em comemoração dos seus 150 anos.
    • É um pó solto translúcido com subtis cintilâncias que nos deixam o rosto com um ar polido e iluminado.
    • Não acumula nem tende a ficar oleoso.
    • A embalagem é prática, contendo uma patilha “doseadora” que não deixa que saia demasiado pó do compartimento.
    • Esta parte é completamente secundária mas também tem de ser referida: tem um cheirinho tão bom!
  • Batom Color Sensational Vivid Matte, Maybelline – Eu sei que não tem uma durabilidade imaculada, que nem sequer fica mate e que só chegaram 4 cores a Portugal.
    • Se procuram um daqueles batons líquidos mate à prova de tudo, esqueçam.
    • Ainda assim, são dos que mais tenho usado, especialmente a cor 50 (Nude Thrill).
    • A aplicação é super confortável, não resseca os lábios, efectivamente confere o conforto de um gloss sem ser pegajoso nem brilhante. E tem um sabor/aroma bastante agradável.
  • Blindagem Capilar, Novex – Já falei dela aqui e nem me vou alongar mais que isto: poupa-se muito tempo na secagem e preservação do penteado. Xô, humidade!
  • Emulsão de Banho, Anjinho – Só para contextualizar, a Anjinho/Angelito/Babyheart (há-de ter outros nomes noutros países) é a marca de produtos de higiene para bebé do Aldi e está muito subvalorizada. É mesmo muito boa e muito barata e volta e meia trago alguns produtos para a Teresa.
    • A emulsão de banho é um deles e também a utilizo. Adoro!
    • Não resseca a pele no banho, é um mimo.
    • Se tiverem um Aldi por perto, não olhem para este produto (nem para o resto da marca) de lado!
  • Gel de Limpeza 2 em 1 Pure Active, Garnier – É para peles oleosas e surpreendeu-me muito porque é delicado.
    • Não arde nem resseca a pele – palminhas por terem compreendido que as peles oleosas podem ser sensíveis e desidratadas e criarem um produto que respeita estas características!
    • É eficaz, é prático e é económico (a embalagem é gigantesca para o que é habitual num gel de limpeza de rosto – tem 200ml).
  • Purelan, Medela – Este é aquele produto do qual possivelmente nunca ouviriam falar se não estivessem grávidas/fossem mães.
    • O Purelan é um creme muito espesso e hidratante de lanolina pura. Tipicamente, utiliza-se nos mamilos quando estão gretados/sensibilizados pela amamentação.
    • Mas também serve para muitas outras coisas! Para peles muito secas e sensíveis (como os lábios), garanto-vos que não há melhor que isto.
    • Há quem gaste muito pouco, ao longo da amamentação. Eu já vou na segunda bisnaga à conta da função multi-usos.

E é o que tenho para dizer por agora. Pode parecer aborrecido, mas é mesmo o que mais tenho utilizado e que mais me tem surpreendido. E nem é necessário dizer que utilizo tudo exaustivamente, pois não?

Bebés 101: Escolher Fraldas

Escolher as melhores fraldas (e restantes produtos associados à muda) para os nossos bebés é um grande desafio.

Lembro-me que, quando estava grávida e pensava nas compras que tinha de fazer para a Teresa, as fraldas eram um dos produtos que maiores dúvidas levantava.

Queremos aproveitar as promoções, mas por outro lado nunca sabemos quais são as melhores, nem se os bebés farão alergia ou quais os tamanhos a trazer.

Se vão ser mães pela primeira vez ou acabaram de dar à luz e ainda andam aos apalpões, deixem-me ajudar-vos com este post. Começo por vos dar um conselho de amiga (a sério, podem dizer-vos o contrário, mas isto é o que tenho verificado):

Não façam stocks de fraldas antes de os bebés nascerem.

A sério. Em primeiro lugar, não se deixem iludir pelas histórias de promoções e feiras de bebés. Salvo raríssimas excepções, não compensam. Vão ter os mesmos ou melhores descontos ao longo do resto do ano.

Depois, já viram se investem tudo numa determinada marca e vai na volta o bebé é alérgico ou nem sequer gostam da marca? Não vale a pena fazer fretes.

O que sugiro é que tenham 1 ou 2 pacotes de tamanho 1 a jeito para quando a criança nascer.

Tenho quase a certeza que, numa aflição, o hospital (se for esta a vossa opção) onde nasce o bebé também vos fornece algumas fraldas. Referi o tamanho 1 porque é o que faz mais sentido na maior parte dos casos:

  • Abrange um leque de pesos que apanha a maior parte dos recém-nascidos;
  • Há marcas que já disponibilizam o tamanho 0 (para bebés abaixo dos 3kg), como as Dodot Sensitive – se necessitarem, dá perfeitamente para comprar já depois de o bebé nascer e assim não ficam com fraldas empatadas para os Nenucos;
  • Mesmo que tenham um bebé grande, acreditem que é provável darem conta de um pacote de fraldas T1 num instante. Os recém-nascidos tendem a ser muito cagõezinhos!

Stocks de fraldas só se fazem quando já conseguimos prever mais ou menos o crescimento dos nossos bebés. É o meu conselho de amiga!

Quanto a marcas, segue abaixo a minha crítica.

Comecemos por desmistificar o descartável vs pano.

Até podem ter óptimas intenções para com o ambiente, mas quando começarem a ver as fraldas de pano/reutilizáveis todas feias e a ter de as lavar à velocidade da luz, vão desistir dessa ideia.

Felizmente, hoje em dia o mercado oferece-nos opções de fraldas descartáveis para todos os gostos, ideologias e bolsos.

Há que salientar que só posso falar das que conheço, pelo que fico à espera de ouvir outras opiniões nos comentários. Felizmente, a Teresa nunca fez alergia a coisíssima nenhuma e espero que assim se mantenha.

  • Bambino – eram as do hospital. Já as conhecia de outras andanças. São razoáveis. Não transbordam mas são muito “plásticas”.
  • Chicco Dry Fit Advanced – Foram as que comprei em primeiro lugar e foram as melhores. Estão frequentemente com 50% de desconto.
    • São fofas, respiráveis, ajustam-se bem e não transbordam. Recomendo muito!
  • Continente – No que diz respeito às marcas brancas, são as que mais gostamos (e as que mais compramos).
    • Não devem muito às da Chicco. Só não me parecem tão fofas e, consequentemente, um pouco menos absorventes.
    • É frequente terem packs mensais a cerca de 11€. Querem melhor?
  • Lidl – Não são más, mas não se ajustam tão bem ao corpo do bebé. São muito “rígidas”.
    • Se os cocós forem muito líquidos, estas fraldas transbordam especialmente pelas costas, já que o rebordo não tem elasticidade.
  • Libero – Fujam! A sério. Ouvi dizer muito bem delas, nem sei bem como.
    • Transbordam, trespassam, são um horror.
    • E o pior é que a humidade também se mantém à superfície. Resultado: muitos rabinhos assados.
  • Dodot Sensitive – Não percebo, também, o alarido feito em torno desta linha. As fraldas são boas. Mas poderiam ser melhores!
    • Parecem-me muito “plastificadas” no interior. Têm uma espécie de rede.
      • E retêm muita humidade nessa camada, o que resulta numa espécie de caldinho a refogar e acaba por originar o mesmo que as Libero.

Aparte: gostava muito de experimentar as Nunex, mas nunca calhou. São portuguesas e ouvi falar muito bem delas. Confere?

Passando ao capítulo da limpeza, impera o seguinte conceito (especialmente nos primeiros tempos de vida do bebé): façam-na da forma mais simples possível.

O ideal é utilizar compressas com água, mas este formato nem sempre é o mais prático.

Por aqui, adoramos as Water Wipes (são toalhitas praticamente só com água).

Com o passar do tempo, após verificarmos que não havia reacções adversas, começámos a intercalar com as Huggies Pure e com a Johnson’s Baby Gentle Cleansing.

Já experimentámos todas as variedades da Dodot, marca branca Continente e Lidl, outras variedades de Huggies e todas elas tendem a deixar o rabinho da Teresa irritado.

Sei que há várias marcas no mercado que disponibilizam linimentos, mas eu diria que é um produto dispensável (de qualquer forma, gosto do da Uriage).

O que fica a faltar nesta conversa? Ah, os cremes da muda da fralda. Aqui tenho uma opinião muito vincada e uma experiência muito positiva com determinados produtos, pelo que me recuso a experimentar outros:

  • Quando a pele está íntegra, com bom aspecto, não aplico sempre creme.
  • Aplico a pasta d’água da Bioderma uma ou duas vezes por dia e chega. Quando vejo que o rabinho está a ficar vermelho, siga deste belo produto em todas as mudas!
  • Quando a coisa é mais séria (muito xixi, cocós mais ácidos), aí recorro à pomada Nutraisdin ZN40 da Isdin. É do melhor que há neste mundo.
  • Uma boa dica caso por cima disto necessitem de um produto tipo talco para ajudar a “secar”: utilizem farinha Maizena.
    • A sério, tal como se fosse pó de talco. Faz-se disto há séculos, está estudado e tem bom resultado.

Penso que não me esqueci de nada do que considero ser importante sobre a temática das fraldas, mas caso tenham dúvidas ou sugestões a fazer é só escrever. Espero ter ajudado alguém com a minha experiência!

Bolachas para toda a família

Do bebé de 6 meses até ao velhote da família. A sério.

Sou mãe de uma menina muito boa de boca. Amamentei em livre demanda e de forma exclusiva até aos 4 meses da Teresa.

Depois disso, tive pena da piquena, que tinha os seus ataques quando nos via comer e não lhe dávamos nada. Introduzi, então, sem grandes regras quanto a horários e quantidades, a sopa e a fruta.

Foi um sucesso!

Comeu muitos vegetais diferentes e só não achou grande piada às nabiças. A esta altura do campeonato já fez a introdução de alguns cereais e da carne.

Estou a transitar das sopinhas e purés (a Teresa ainda mama quando lhe apetece e não me parece que vá mudar em breve) para uma espécie de baby led weaning (BLW).

Mais tarde, falarei melhor disto, mas o BLW consiste, por alto, em dar autonomia ao bebé para que coma o que lhe apetecer, com as suas mãos.

bolachas saudáveis bebé paleo receitas simples fitness saúde nutrição infantil introdução alimentos
Feito por mim: bolachas de banana, aveia e coco.

Por um lado, a Teresa adora a sopa e nem faria sentido tirá-la da sua dieta dado que até nós devoramos sopa nesta casa. Neste momento, a sopa até me ajuda a quantificar o que a Teresa come.

Noutra medida, a bebé adora ter os seus bocadinhos de alimentos no tabuleiro para explorar. Como decidimos que, pelo menos até a Teresa fazer 1 ano, ficarei em casa com ela, temos todo o tempo do mundo para que possa descobrir a comida à vontade.

Não tenho quaisquer intenções que a Teresa coma bolachas maria, ou outras semelhantes carregadas de açúcar.

Mas a bela da bolacha sempre ajuda a coçar o dente!

Ora, no outro dia a Carla partilhou algo que veio mesmo a calhar: bolachas de banana, aveia e coco compatíveis com toda a família. São tão simples de fazer e foram um sucesso para a filha e para o pai. Duvidam? Precisam de:

  • 3 bananas maduras
  • 150g de flocos de aveia
  • 50g de coco ralado
biscoitos
As minhas bolachas antes de irem ao forno.
  • Esmaguem a banana com um garfo (ou, se forem impacientes, triturem).
  • Envolvam-na muito bem com os flocos de aveia e com o coco ralado.
  • Moldem bolas e achatem (para ficar em forma de bolacha), disponham num tabuleiro forrado com papel vegetal.
  • Levem ao forno por coisa de 15 a 20 minutos (quando as bolachas estiverem tostadas por fora, já está).

E agora, contem-me: são ou não são saborosas? O que dizem os vossos miúdos?