O meu P9 Lite

huawei p9 lite gold

Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva. Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente. Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo. É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina, pelo que estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

huawei p9 lite gold

Optei pelo Huawei P9 Lite.

 De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries). É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem. A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado. Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois. Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

capas huawei p9 lite case cover
Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

Sapatilhas na berlinda

puma basket heart

Correndo o risco de me tornar repetitiva, tenho a dizer que não sou menina de calçado desportivo. Ou, melhor, não era. Nos últimos anos, parece que as marcas constataram que havia toda uma multidão feminina à espera que as malfadadas sapatilhas se tornassem bonitas. Porque de nada serve o conforto se depois os ténis não condizem com o resto da indumentária!

Ora recuperaram modelitos giros mas que andavam esquecidos, inventaram novidades que nos deixaram doidas e rendidas à cena dos sapatos de correr, enfim… Que levante a mão quem não acha piada nenhuma a um par que seja destas sapatilhas trendy a que me refiro.

Se, por um lado, os especialistas têm tido a decência e atenção de lançar modelos mais femininos e apelativos, que possam ser calçados no dia-a-dia sem parecer que vamos para um ginásio, o facto de ter havido uma clara adesão a este movimento democratizou a utilização dos ténis.

puma basket heart

Por mim falo: dou por mim a calçá-los mais vezes do que algum dia imaginei e em todas as colecções tenho visto novidades que me deixam a cobiçar mais um par. Desta feita, são os novos Basket Heart da Puma. Não são novidade, por si só. Nem sequer são nada assim de tão novo e espantoso, não fossem os atacadores largos de cetim em laçarote fazer a diferença. Nada que eu não fizesse já com outros ténis, botas e galochas. Mas, oooooh, vejam as cores novas em camurça! Nem sei de quais gosto mais. Por mim, vinham os cinza, mas também vinham os rosa!

Exagero da minha parte ou por aí também gostam dos Basket Heart? Investimos nos laçarotes ou em pompons de peluche, como já se tem visto por aí? Contem-me de vossa justiça.

Ser rei de coisa nenhuma

castelo

Há uns dias, enquanto via o noticiário à hora de almoço, julguei que estava a assistir a alguma peça humorística. Pensei, por momentos, que poderia ter entendido tudo ao contrário. Rebobinei. Fui, de imediato, ao Google e caí em mim. Era mesmo verdade!

O deputado José Manuel Coelho, do PTP, que só faz macacadas em assembleia na Madeira, foi pedir asilo ao Principado da Pontinha.

Há tanto por onde pegar nesta notícia que a minha cabeça deu tilt. Histórias tontas dentro da política, bom, ouvimo-las diariamente aos montes. Haver um Principado no arquipélago da Madeira? É toda uma novidade!

A história remonta a 2007, quando o autoproclamado Príncipe D. Renato de Barros II adquiriu aos ingleses (consta que não era nem do interesse deles nem de Portugal – vá-se lá entender quem havia de querer um calhau a 70m da praia!) o ilhéu onde se situa o Forte de São José. Este território terá sido vendido em hasta pública em 1903, deixando de pertencer aos portugueses. Para quem quiser saber da história como deve ser, há o documentário Um Sonho Soberano que tem tudo bem explicado. A título de curiosidade, recomendo a visualização!

A compra deste terreno onde se inclui o dito forte já é, na minha opinião, megalómana. Com o dinheiro nele investido, eu teria milhentos outros projectos – rentáveis, alguns deles – para realizar. Claro que as mentes brilhantes poderiam ter congeminado algum plano genial para fazer com que esta compra valesse a pena. Bem sabemos como a Madeira prospera à conta do turismo, pelo que decerto surgiria algum projecto bom relacionado com a hotelaria ou restauração. Como o proprietário é mais criativo e ambicioso, decidiu proclamar a independência e criar uma micronação.

É assim que surge o Principado do Ilhéu da Pontinha.

Imaginam um país que não terá área superior à de uma pequena casa? O Príncipe (e alguns apoiantes, incluindo o senhor deputado José Manuel Coelho, a quem a situação seria conveniente) dizem que está tudo dentro dos trâmites legais e que, sim senhores, o Principado é independente de Portugal. Os meios oficiais, porém, parecem não o reconhecer. Em que ficamos afinal?

Da mesma forma que esta história me parece uma anedota, aplaudo o Príncipe D. Renato pela sua criatividade e ambição e, olhem, também eu gostaria imenso de ter um país só meu para ser o que quiser e fazer o que me der na veneta. Parece um sonho que se torna real!

E é mesmo aí que se encontra o cerne da questão: as ideias (viáveis ou não, dava outra discussão) ficam-se pelo papel e só não se acabou a brincadeira porque o nosso governo ainda não teve para se aborrecer (porque há sempre outras questões mais importantes por resolver). O governo regional da Madeira recusou-se a fornecer energia eléctrica ao forte se o Sr Renato não lhe vender o Ilhéu. O Príncipe, numa manobra que tanto tem de tonta como de atrevida (a propósito do asilo do deputado do PTP), promete que quem invadir o Ilhéu sofrerá consequências. De quem? Dos zero habitantes da sua micronação?

A brincar se dizem as verdades. Este episódio lembra-me algo que acontece tantas e tantas vezes (ah, as tais questões de importância para o governo do nosso país!): somos donos de um terreno ou imóvel. Se for da conveniência do Estado, não se preocupem, que mesmo que não queiramos vender, trata-se de arranjar uma maneira de nos tirarem das mãos aquilo que é aparentemente nosso.

Não é preciso procurar mais longe do que nos mesmos noticiários que passaram esta peça que mais parece saída de uma comédia, pois também nos dão conhecimento de, por exemplo, demolições de bairros inteiros, alegadamente ilegais, onde há famílias que pagam os devidos impostos (IMIs e o diabo a sete) há décadas. Afinal, ser rei, dono ou senhor do que quer que seja é só uma mera ilusão.

Talvez o louco não seja o Príncipe.

10 do Momento

Comecei por ter um blog de beleza,

Embora considere que grande parte da essência do blog passe por aí mesmo. Só decidi que me daria à liberdade de escrever sobre o que quisesse e, às tantas, acabo por me esquecer que vocês gostam tanto quanto eu de saber das lides dos betumes e tintas. Verdade ou mentira?

Vai daí, desde Junho de 2015 que não faço um apanhado dos 10 cosméticos que mais tenho gostado ultimamente. Está na hora de partilhar convosco os meus aliados e desenganem-se se pensam que, com os tempos, se mudam todas as vontades. Só mudam algumas!

favoritos beleza
Os meus 10 favoritos actuais. Da esquerda para a direita, de cima para baixo.

Eis o meu top, sem ordem específica.

  • Bio Oil – Comecei a utilizar quando estava grávida e nunca mais o larguei. Até no rosto o utilizo, à laia de sérum. Nunca fui muito rigorosa (sei que há grávidas que têm todo um ritual de aplicação de cremes e mistelas 2 ou 3 vezes por dia, mas eu que sou preguiçosa tinha dias em que nem sequer utilizava nada), mas o facto é que a pele se mantém elástica, hidratada e sem estrias.
  • Quenching Serum SOS, Caudalíe – Não me canso de falar dele, se não se lembram podem espreitar o que já disse aquiaqui, aqui e aqui. Preciso de dizer mais alguma coisa?
  • BB Cream Beyond the Solution, Lioele – Não é novo e já falei dele neste post. Agora, mais que nunca, dou-lhe o devido valor. Muito boa cobertura, hidratante, não fica empoado tipo estuque mas também não me deixa com cara de fritadeira. Agora tenho menos tempo que antes para me arranjar, pelo que gosto de atalhar caminho no que diz respeito à preparação da pele para a maquilhagem.
  • Protector Solar SPF 50 gel-creme para peles oleosas, Youth Lab – Foi a Ana que mo deu a conhecer e nunca mais o larguei. Todos, mas todos os dias, faça chuva ou faça sol, utilizo protector solar. Se já tinha todo um historial de alergias ao sol, a gravidez deu-me a conhecer a realidade das manchas e rugas. Mais vale prevenir do que remediar, e este protector solar é o melhor do mundo para o rosto porque não pesa, não tem aquele cheiro a “sintético” a praia nem fica todo oleoso na cara. Como bónus, tem uma ligeira corzinha. Há dias em que acabo por nem aplicar mais nada no rosto.
  • Poudre de Riz de Java, Bourjois – É uma reedição do famoso produto da Bourjois, em comemoração dos seus 150 anos. É um pó solto translúcido com subtis cintilâncias que nos deixam o rosto com um ar polido e iluminado. Não acumula nem tende a ficar oleoso. A embalagem é prática, contendo uma patilha “doseadora” que não deixa que saia demasiado pó do compartimento. Esta parte é completamente secundária mas também tem de ser referida: tem um cheirinho tão bom!
  • Batom Color Sensational Vivid Matte, Maybelline – Eu sei que não tem uma durabilidade imaculada, que nem sequer fica mate e que só chegaram 4 cores a Portugal. Se procuram um daqueles batons líquidos mate à prova de tudo, esqueçam. Ainda assim, são dos que mais tenho usado, especialmente a cor 50 (Nude Thrill). A aplicação é super confortável, não resseca os lábios, efectivamente confere o conforto de um gloss sem ser pegajoso nem brilhante. E tem um sabor/aroma bastante agradável.
  • Blindagem Capilar, Novex – Já falei dela aqui e nem me vou alongar mais que isto: poupa-se muito tempo na secagem e preservação do penteado. Xô, humidade!
  • Emulsão de Banho, Anjinho – Só para contextualizar, a Anjinho/Angelito/Babyheart (há-de ter outros nomes noutros países) é a marca de produtos de higiene para bebé do Aldi e está muito subvalorizada. É mesmo muito boa e muito barata e volta e meia trago alguns produtos para a Teresa. A emulsão de banho é um deles e também a utilizo. Adoro! Não resseca a pele no banho, é um mimo. Se tiverem um Aldi por perto, não olhem para este produto (nem para o resto da marca) de lado!
  • Gel de Limpeza 2 em 1 Pure Active, Garnier – É para peles oleosas e surpreendeu-me muito porque é delicado. Não arde nem resseca a pele – palminhas por terem compreendido que as peles oleosas podem ser sensíveis e desidratadas e criarem um produto que respeita estas características! É eficaz, é prático e é económico (a embalagem é gigantesca para o que é habitual num gel de limpeza de rosto – tem 200ml).
  • Purelan, Medela – Este é aquele produto do qual possivelmente nunca ouviriam falar se não estivessem grávidas/fossem mães. O Purelan é um creme muito espesso e hidratante de lanolina pura. Tipicamente, utiliza-se nos mamilos quando estão gretados/sensibilizados pela amamentação. Mas também serve para muitas outras coisas! Para peles muito secas e sensíveis (como os lábios), garanto-vos que não há melhor que isto. Há quem gaste muito pouco, ao longo da amamentação. Eu já vou na segunda bisnaga à conta da função multi-usos.

E é o que tenho para dizer por agora. Pode parecer aborrecido, mas é mesmo o que mais tenho utilizado e que mais me tem surpreendido. E nem é necessário dizer que utilizo tudo exaustivamente, pois não?

Bebés 101: Escolher Fraldas

Escolher as melhores fraldas (e restantes produtos associados à muda) para os nossos bebés é um grande desafio.

Lembro-me que, quando estava grávida e pensava nas compras que tinha de fazer para a Teresa, as fraldas eram um dos produtos que maiores dúvidas levantava. Queremos aproveitar as promoções, mas por outro lado nunca sabemos quais são as melhores, nem se os bebés farão alergia ou quais os tamanhos a trazer.

Se vão ser mães pela primeira vez ou acabaram de dar à luz e ainda andam aos apalpões, deixem-me ajudar-vos com este post. Começo por vos dar um conselho de amiga (a sério, podem dizer-vos o contrário, mas isto é o que tenho verificado):

Não façam stocks de fraldas antes de os bebés nascerem.

A sério. Em primeiro lugar, não se deixem iludir pelas histórias de promoções e feiras de bebés. Salvo raríssimas excepções, não compensam. Vão ter os mesmos ou melhores descontos ao longo do resto do ano. Depois, já viram se investem tudo numa determinada marca e vai na volta o bebé é alérgico ou nem sequer gostam da marca? Não vale a pena fazer fretes. O que sugiro é que tenham 1 ou 2 pacotes de tamanho 1 a jeito para quando a criança nascer. Tenho quase a certeza que, numa aflição, o hospital (se for esta a vossa opção) onde nasce o bebé também vos fornece algumas fraldas. Referi o tamanho 1 porque é o que faz mais sentido na maior parte dos casos:

  • Abrange um leque de pesos que apanha a maior parte dos recém-nascidos;
  • Há marcas que já disponibilizam o tamanho 0 (para bebés abaixo dos 3kg), como as Dodot Sensitive – se necessitarem, dá perfeitamente para comprar já depois de o bebé nascer e assim não ficam com fraldas empatadas para os Nenucos;
  • Mesmo que tenham um bebé grande, acreditem que é provável darem conta de um pacote de fraldas T1 num instante. Os recém-nascidos tendem a ser muito cagõezinhos!

Stocks de fraldas só se fazem quando já conseguimos prever mais ou menos o crescimento dos nossos bebés. É o meu conselho de amiga!

Quanto a marcas, segue abaixo a minha crítica.

Comecemos por desmistificar o descartável vs pano. Até podem ter óptimas intenções para com o ambiente, mas quando começarem a ver as fraldas de pano/reutilizáveis todas feias e a ter de as lavar à velocidade da luz, vão desistir dessa ideia. Felizmente, hoje em dia o mercado oferece-nos opções de fraldas descartáveis para todos os gostos, ideologias e bolsos. Há que salientar que só posso falar das que conheço, pelo que fico à espera de ouvir outras opiniões nos comentários. Felizmente, a Teresa nunca fez alergia a coisíssima nenhuma e espero que assim se mantenha.

  • Bambino – eram as do hospital. Já as conhecia de outras andanças. São razoáveis. Não transbordam mas são muito “plásticas”.
  • Chicco Dry Fit Advanced – Foram as que comprei em primeiro lugar e foram as melhores. Estão frequentemente com 50% de desconto. São fofas, respiráveis, ajustam-se bem e não transbordam. Recomendo muito!
  • Continente – No que diz respeito às marcas brancas, são as que mais gostamos (e as que mais compramos). Não devem muito às da Chicco. Só não me parecem tão fofas e, consequentemente, um pouco menos absorventes. É frequente terem packs mensais a cerca de 11€. Querem melhor?
  • Lidl – Não são más, mas não se ajustam tão bem ao corpo do bebé. São muito “rígidas”. Se os cocós forem muito líquidos, estas fraldas transbordam especialmente pelas costas, já que o rebordo não tem elasticidade.
  • Libero – Fujam! A sério. Ouvi dizer muito bem delas, nem sei bem como. Transbordam, trespassam, são um horror. E o pior é que a humidade também se mantém à superfície. Resultado: muitos rabinhos assados.
  • Dodot Sensitive – Não percebo, também, o alarido feito em torno desta linha. As fraldas são boas. Mas poderiam ser melhores! Parecem-me muito “plastificadas” no interior. Têm uma espécie de rede. E retêm muita humidade nessa camada, o que resulta numa espécie de caldinho a refogar e acaba por originar o mesmo que as Libero.

Aparte: gostava muito de experimentar as Nunex, mas nunca calhou. São portuguesas e ouvi falar muito bem delas. Confere?

Passando ao capítulo da limpeza, impera o seguinte conceito (especialmente nos primeiros tempos de vida do bebé): façam-na da forma mais simples possível. O ideal é utilizar compressas com água, mas este formato nem sempre é o mais prático.

Por aqui, adoramos as Water Wipes (são toalhitas praticamente só com água). Com o passar do tempo, após verificarmos que não havia reacções adversas, começámos a intercalar com as Huggies Pure e com a Johnson’s Baby Gentle Cleansing. Já experimentámos todas as variedades da Dodot, marca branca Continente e Lidl, outras variedades de Huggies e todas elas tendem a deixar o rabinho da Teresa irritado.

Sei que há várias marcas no mercado que disponibilizam linimentos, mas eu diria que é um produto dispensável (de qualquer forma, gosto do da Uriage).

O que fica a faltar nesta conversa? Ah, os cremes da muda da fralda. Aqui tenho uma opinião muito vincada e uma experiência muito positiva com determinados produtos, pelo que me recuso a experimentar outros:

  • Quando a pele está íntegra, com bom aspecto, não aplico sempre creme. Aplico a pasta d’água da Bioderma uma ou duas vezes por dia e chega. Quando vejo que o rabinho está a ficar vermelho, siga deste belo produto em todas as mudas!
  • Quando a coisa é mais séria (muito xixi, cocós mais ácidos), aí recorro à pomada Nutraisdin ZN40 da Isdin. É do melhor que há neste mundo.
  • Uma boa dica caso por cima disto necessitem de um produto tipo talco para ajudar a “secar”: utilizem farinha Maizena. A sério, tal como se fosse pó de talco. Faz-se disto há séculos, está estudado e tem bom resultado.

Penso que não me esqueci de nada do que considero ser importante sobre a temática das fraldas, mas caso tenham dúvidas ou sugestões a fazer é só escrever. Espero ter ajudado alguém com a minha experiência!

Bolachas para toda a família

Do bebé de 6 meses até ao velhote da família. A sério.

Sou mãe de uma menina muito boa de boca. Amamentei em livre demanda e de forma exclusiva até aos 4 meses da Teresa. Depois disso, tive pena da piquena, que tinha os seus ataques quando nos via comer e não lhe dávamos nada. Introduzi, então, sem grandes regras quanto a horários e quantidades, a sopa e a fruta. Foi um sucesso! Comeu muitos vegetais diferentes e só não achou grande piada às nabiças. A esta altura do campeonato já fez a introdução de alguns cereais e da carne.

Estou a transitar das sopinhas e purés (a Teresa ainda mama quando lhe apetece e não me parece que vá mudar em breve) para uma espécie de baby led weaning (BLW). Mais tarde, falarei melhor disto, mas o BLW consiste, por alto, em dar autonomia ao bebé para que coma o que lhe apetecer, com as suas mãos.

bolachas saudáveis
Feito por mim: bolachas de banana, aveia e coco.

Por um lado, a Teresa adora a sopa e nem faria sentido tirá-la da sua dieta dado que até nós devoramos sopa nesta casa. Neste momento, a sopa até me ajuda a quantificar o que a Teresa come. Noutra medida, a bebé adora ter os seus bocadinhos de alimentos no tabuleiro para explorar. Como decidimos que, pelo menos até a Teresa fazer 1 ano, ficarei em casa com ela, temos todo o tempo do mundo para que possa descobrir a comida à vontade.

Não tenho quaisquer intenções que a Teresa coma bolachas maria, ou outras semelhantes carregadas de açúcar. Mas a bela da bolacha sempre ajuda a coçar o dente! Ora, no outro dia a Carla partilhou algo que veio mesmo a calhar: bolachas de banana, aveia e coco compatíveis com toda a família. São tão simples de fazer e foram um sucesso para a filha e para o pai. Duvidam? Precisam de:

  • 3 bananas maduras
  • 150g de flocos de aveia
  • 50g de coco ralado
biscoitos
As minhas bolachas antes de irem ao forno.

Esmaguem a banana com um garfo (ou, se forem impacientes, triturem). Envolvam-na muito bem com os flocos de aveia e com o coco ralado. moldem bolas e achatem (para ficar em forma de bolacha), disponham num tabuleiro forrado com papel vegetal e levem ao forno por coisa de 15 a 20 minutos (quando as bolachas estiverem tostadas por fora, já está).

E agora, contem-me: são ou não são saborosas? O que dizem os vossos miúdos?

A minha bola aromatizadora

bola aromatizadora

Gosto de ter a casa limpa e bem perfumada.

Gosto muito do cheiro a casa, aquele que não se compra em frasquinhos e que é um exclusivo de cada lar. Sabem? Aquele cheirinho acolhedor a conforto que nos diz que chegámos ao nosso abrigo. Não obstante, por cima deste aroma característico, gosto muito de pôr outros cheiros.

Não sou, de todo, fã de aerossóis e ambientadores de ligar à tomada. As velas são uma boa escolha, mas perigosa, especialmente com uma bebé em casa. Depois de ouvir falar tão bem das bolas aromatizadoras, decidi comprar uma na Conto de Fadas. Foi uma espécie de presente de Natal de mim para mim.

bola aromatizadora

Adorei a máquina desde o primeiro momento e posso dizer que não há um dia em que não a ligue. Optei pela bola bege de 400ml (cobre uma área de cerca de 50m²) da Boles d’Olor. Já era fã dos aromas desta marca, noutros formatos, pelo que lhe fui fiel também com os óleos que comprei para o aromatizador (todos em tamanho pequeno, para experimentar).

Quem já esteve cá em casa desde essa altura, acabou por comprar ou está a meditar na aquisição de uma bola destas. É porque são mesmo boas! A manutenção é simples: coloca-se água dentro do recipiente, deitam-se umas gotas de óleo com essência, liga-se o botão e já está. Há que ter o cuidado de desligá-la ao fim de 8h (para dar descanso ao motor) e limpar o recipiente de 2 em 2 dias.

Não consome muita energia, rende imenso e é eficaz. Acho que ainda não decidi qual é a minha essência preferida, dentro das que encomendei: adorei as de colónia infantil, mas também gostei muito da Borealis e da Nuvem. O mais engraçado é que há sempre um sonzinho relaxante de água a correr (quase como se fosse chuva) e um espectáculo de cores que mudam. Até a Teresa adora olhar para a bola!

A Mel agora é Zaxy?

zaxy

Vêem o que quero dizer quando reapareço, do nada, e digo que estou a leste do mundo? Duh, são sapatos de borracha e já toda a gente tinha percebido que houve uma mudança. Menos eu! Para quem ainda está mais longe disto que eu: a Mel era uma marca de calçado da Melissa. Mais barata, dentro do budget que estou que estou disposta a empregar dentro do género, mas de igual qualidade. Podem bisbilhotar os arquivos do blog para perceber que gosto mesmo deles.

Na verdade, a marca continua a existir, mas mudou de nome e agora chama-se Zaxy. Bem me tinha parecido que os modelitos eram semelhantes de mais para ser só uma coincidência a Mel ter desaparecido do mapa. Eia, que imitadores, dizia eu cada vez que via as novidades na montra.

Não tenho muito mais para acrescentar a esta minha constatação, a não ser que continuo deliciada com muitos dos modelos que têm saído e que até está na hora de pensar em substituir umas das sabrinas que tenho na colecção e que de tão maltratadas que foram, já merecem a reforma. Miúda de gostos simples e baratos, eu, hã?

Guida na Cozinha

doces
Feito por mim: pudim prestígio, biscoitos de manteiga e ovos moles.

Habituei-me, de pequenina, a comer bem.

Sou muito niquenta (já fui mais, mas neste post velhinho dá para se recordarem) e creio que se deve ao facto de a minha mãe cozinhar muito, muito bem. Atrevo-me a dizer que quando as pessoas, habitualmente, não gostam de determinado prato, é porque ainda não o provaram cozinhado como deve ser. Pela senhora minha mãe. Outra casa onde estou habituada a comer muito bem é a da minha sogra.

Posto isto, como devem calcular, antes de vir morar com o Luís, não estava muito habituada às lides da culinária. Desenrascava-me nas raras vezes em que precisava de cozinhar e lá me aventurava com algumas receitas, que lá iam saindo bem, mas ficava por aí. Pois bem:

Sinto o maior orgulho em dizer-vos que, apesar de não ser nenhuma chef xpto, adoro cozinhar.

E em 7 meses de vivência comum, não houve experiência culinária que saísse mal. Ninguém passou fome. Nenhum jantar ficou esturricado. Pelo contrário! Posso dizer que até inovei numas poucas coisas. O mais giro é perceber que há coisas que funcionam por instinto. Isso e que até consigo confeccionar com sucesso os pratos que mais me agradam e saem tal e qual os das pessoas que melhor os fazem.

comida
Feito por mim: quiche, massa de coisas, perca no forno.

E apurar o menu ao nosso gosto, não estando dependente da opinião de terceiros na nossa cozinha? Esta parte trouxe muitos mais vegetais e alimentos diferentes, no geral, para a minha dieta. E reduziu drasticamente os fritos. Imaginem que até fiz da cloche uma das minhas melhores amigas: os meus pais tinham uma nova, que lhes foi oferecida quando casaram e nunca a utilizaram. Já lhe conheço as manhas todas e os petiscos, e serve perfeitamente para cozinhar para duas ou três pessoas.

Devo dizer que esperava uns quantos fracassos culinários, como bolos crus ou sabores intragáveis. Calha a todos, mas aqui ainda não aconteceu. Sendo sincera, até atino com os melhores temperos e consistências. Há um ano, não previa que fosse lidar tão bem com o facto de ter de gerir a minha cozinha.

E há que dizer, a saber cozinhar bem até me sinto melhor mãe (vá, estou a brincar, mas que mãe que se preze é que não se orienta na cozinha?).

cozinha portuguesa
Feito por mim: bolo prata, caldo verde, bolo de pêra rocha com vinho do Porto.

Entre o verniz e o gelinho

Gelinho não, que não soa bem.

Verniz gel, assim é que é. Mas não é dele que vamos falar, pelo menos não como o conhecemos. Sei que não é beeem uma novidade, já que surgiu em meados de Outubro, mas a Andreia lançou uma linha de vernizes que se aplicam da forma tradicional, mas que prometem resultados semelhantes à aplicação de verniz gel.

hybrid gel andreia

A utilização da linha Hybrid Gel é muito simples: limpa-se a unha, para retirar eventuais gorduras e sujidade; aplica-se uma das 48 cores de verniz Fusion Color e, posteriormente, uma camada do top coat Fusion Shine. Et voilá! A marca promete que temos verniz para durar impecavelmente por muitos dias, tal e qual como se fosse uma aplicação de verniz gel.

Tive conhecimento desta novidade na InBeauty e, na altura, tive a possibilidade de escolher um dos dois kits que a Andreia montou em parceria com duas das nossas Youtubers. Optei pelo da Mafalda (não desfazendo nos tons que a Bárbara escolheu, que também são lindos), porque tem uma mistura equilibrada de tons neutros e outros que fogem ao habitual sem perderem a discrição.

hybrid gel andreia

Já os experimentei a todos e o que tenho a dizer é o seguinte:

  • Duram mais de uma semana à vontade (há que salientar que não sou nenhuma dondoca);
  • Não fossem as lascas que surgem sempre nas unhas do polegar e indicador direitos, poderia estender a utilização de uma só aplicação de verniz até às 2 semanas (depois disso, são as unhas que precisam de obras);
  • A pigmentação varia consoante as cores, como é habitual. Há algumas que ficam impecáveis com uma demão, outras que necessitam de duas;
  • O top coat seca muito, muito rápido e é super brilhante. Ainda não experimentei com outros vernizes, mas acredito que o desempenho se mantenha em alta e, por isso, recomendo-o!
hybrid gel
Fusion Color no tom H5. Aplicação com 3 dias.

Os preços rondam os 3€ para os vernizes coloridos e os 5€ para o Fusion Shine, em lojas de beleza especializadas (Hair & Body, Pluris e outras do género). Não é nada de mais e não conheço concorrência à altura. Considero que são um óptimo investimento, especialmente para quem não tem paciência nem para estar sempre a mudar de verniz porque o anterior lascou, nem para esperar por secagens demoradas.

E vocês, já experimentaram?