As melhores fraldas – PÁRA TUDO!

Não passou assim tanto tempo desde que partilhei convosco a minha experiência no que toca a escolher as melhores fraldas para os nossos bebés. O post que dá pelo título de Bebés 101: Escolher Fraldas condensou tudo o que tinha aferido em meio ano de maternidade.

Novas experiências merecem actualizações.

Não testei muito mais marcas, na verdade houve mais duas experiências:

  • Referi, nos comentários, que iria experimentar as Dodot Activity. Não são as piores, mas não diria que acrescentam algo às do Continente. São caras e não fazem nada a mais que as outras por estes lados.
  • Falaram-me das Nunex, falaram-me tanto das Nunex, eu andava tão curiosa com elas que foi ver para crer. Não há sequer concorrência à altura! Imaginem os piores dos xixis e dos cocós, nas piores noites, daquelas em que tudo transborda. Com as Nunex, simplesmente não acontece.

nunex

Ficam em conta, são portuguesas, são óptimas e é o que a Teresa passou a usar sempre. São fofas, não ficam demasiado húmidas junto à pele, têm pacotes mensais muito maiores que os que usávamos, incluem toalhitas e o melhor é que, por vezes, até estão em promoção (aí então não há mesmo como encontrar mais barato).

Os únicos contras…

Deveriam ser vendidas em todo o lado, mas de momento só estão disponíveis online ou no Jumbo, que para mim fica fora de mão.

Para além disso, (ainda) não disponibilizam fraldas-cueca, que seriam um espectáculo para bebés que já começam a utilizar o bacio/sanita – caso da princesa cá de casa, porque decidimos dar uma oportunidade à elimination communication (higiene natural) há coisa de 2 meses e, apesar de não termos esperado grandes resultados, temos sido bem sucedidos.

Está a escapar-nos alguma coisa importante no maravilhoso mundo das fraldas? Contem tudo!

A minha experiência Blue Therapy

youzz

Há cerca de um mês, chegou às minhas mãos um kit da Biotherm por parte da Youzz (uma plataforma online onde se podem inscrever para testar produtos – o meu código de apadrinhamento é 74pbspobj8), com produto da linha Blue Therapy. Combinámos que iria experimentar devidamente e que partilharia o meu feedback no blog (não fui a única, daí haver tanto conteúdo sobre este assunto a ser publicado por estes dias!).

Esta linha propõe-se a proteger a pele de agressões externas enquanto repara sinais de envelhecimento como manchas, rugas e falta de firmeza, sendo enriquecida com extractos de algas (Alaria esculenta) e raiz de baicalina, antioxidantes.

Recebi um boião do creme de dia Multi-Defender com FPS 25 e duas amostras: uma do sérum e outra do creme de noite da mesma linha. Por óbvios motivos, o foco da minha análise recai sobre o primeiro produto, já que os restantes não continham quantidade suficiente que me permitisse retirar grandes conclusões.

Passando ao que interessa!

Bem sei que o boião não é o melhor formato de apresentação, porque para além de não ser o mais higiénico, leva a que o conteúdo se deteriore mais rapidamente. Consciente destes factos, contudo, aqui me assumo apoiante deste recipiente à antiga, que eleva o ritual da aplicação do creme a outro nível. E este boião é qualquer coisa, robusto, de vidro azul com tampa de metal prateado!

Não fiquei fã do aroma: não cheira mal,é floral, mas é demasiado fresco e evidente e “pica-me” o nariz. Preferia uma fragrância mais suave, ou a ausência dela.

A textura, que é mencionada como sendo “areada e leve”, apesar de ser diferente dos hidratantes habituais, diria ainda assim que pesa um pouco, especialmente se tivermos em conta que é um produto que se destina a peles mistas. É um creme algo consistente, mas muito fácil de espalhar e é absorvido rapidamente.

youzz

É um creme confortável de utilizar se não aplicar maquilhagem a seguir. Não se torna oleoso ao longo do dia e a fragrância que tanto me incomoda desaparece após alguns minutos. Nos dias em que uso maquilhagem, evito utilizar este produto: torna-se pesado e fica tudo oleoso com maior rapidez.

Apesar de ter algumas ressalvas, ao fim de praticamente um mês a utilizar este hidratante, gostei dos resultados. Tenho algumas dificuldades em encontrar um hidratante que respeite a minha pele do rosto, que é mista, com muita oleosidade na zona T, mas ainda assim desidratada. Este portou-se muito bem e não sou só eu a ver as mudanças: a minha pele está visivelmente mais hidratada, mais viçosa. O problema com a oleosidade não foi agravado.

Não serei a melhor pessoa para falar da acção em sinais de envelhecimento, já que estou a atravessar aquela fase em que já não sou assim tão jovem mas também ainda não tenho muito por onde me queixar, mas espero que a utilização do produto tenha algum contributo que seja visível daqui a alguns anos 🙂

Eis o veredicto final:

O Blue Therapy Multi-Defender SPF 25 é um bom produto, mas no meu entender não oferecerá melhores resultados nem terá melhor desempenho que outros disponíveis no mercado, muitos deles a preços mais acessíveis (ronda os 60€ em perfumarias).

Talvez num pacote promocional compense, mas em condições normais não será o meu favorito para investir. Tendo como termo de comparação outras linhas que já utilizei até mesmo dentro da marca Biotherm, haveria outros produtos pelos quais optaria muito mais rapidamente.

Zomato Gold

zomato gold

Depois de ter falado da minha visita ao Dote para comer umas belas francesinhas e de ter mencionado o Zomato Gold, foram várias as pessoas que me perguntaram no que é que consistia e se valia a pena subscrever o serviço.

Fui tentando responder a todos, mas ter estas informações aqui condensadas pode ser útil para mais gente e o melhor é que tenho um código de 25% de desconto na subscrição, para quem quiser/precisar!

Ora, o serviço Gold do Zomato consiste numa funcionalidade especial que vos concede coma 2 pague 1 (em dois menus, um é-vos oferecido) numa rede de mais de 300 restaurantes e bares em Lisboa e arredores. Obviamente, não são tooodos os restaurantes de Lisboa mas é um bom leque e garanto que há espaços daqueles que visitamos, voltamos a visitar e vamos querer sempre regressar.

Com base nisto, assim que apareceu, eu própria aproveitei um desconto de lançamento e fiz uma subscrição de 3 meses para experimentar e posso dizer-vos que em duas visitas já compensa o investimento. Consoante o plano que subscrevem, têm direito a mais ou menos visitas a cada estabelecimento (eu, por exemplo, no plano base de 3 meses, tenho direito a 2 visitas/restaurante).

Código: AGUIDA – 25% de desconto

Se têm o hábito de comer fora pelo menos 1 ou 2 vezes por mês (em Lisboa), eu diria que é algo que vale muito a pena. Se quiserem fazê-lo e utilizarem o código AGUIDA no checkout, têm direito a 25% na vossa subscrição. É um miminho que eu não tive, por isso toca a aproveitar!

Abençoado 13 de Maio

pastorinhos fátima

Eu e a religião não somos lá muito amigas, mas gosto de estar de bem com as divindades todas. Se são bênçãos, eu quero. Se é respeito, eu tenho. Sou agnóstica, a minha família é católica e, só pela graça, tenho as minhas simpatias com alguns símbolos relevantes. E posso não ser religiosa mas tenho muita fé.

Bem sabem, tenho o meu carinho pelo Santo António. O número 13 é uma coisa cá nossa e, desde o ano passado, o 13 de Maio passou a ser uma data especial. Pastorinhos, Nossas Senhoras e Papas de lado, o 13 de Maio para nós foi, na verdade, o habemus casa.

Foi há um ano atrás. 13 de Maio, sexta-feira. Sexta-feira 13. Ligam a estas coisas? Bom, andávamos há meses a lutar pela nossa casinha linda que é mais do que alguma vez poderíamos ter imaginado. Eu estava grávida, bem grávida. As burocracias eram muitas e o tempo era pouco. Houve mais pessoas interessadas. Não tínhamos assim tantas hipóteses. Estávamos a ficar assustados, desesperados. Contrariamente ao que seria de prever, a casa é nossa.

Foi neste dia, há um ano atrás, que tudo ficou formalizado. A casa é nossa! Ainda está longe de ficar perfeita, à nossa maneira, mas é nossa, tem as nossas coisas, arrumadas ao nosso jeito, conforme as nossas regras. Tem o nosso cheiro. É o nosso lar.

O que se seguiu foi engraçado. Começámos as obras e limpezas no dia 14 de Maio. Mudámo-nos a 14 de Junho. A Teresa nasceu a 14 de Julho. Se fosse de propósito, não teria acontecido assim! Mas estas são histórias que ficam para outro dia. 2016 foi um ano do caraças!

Alerta Sandálias

sandálias pom pom

Frufrus, berloques e penduricalhos? É aqui! Gosto muito de complicar o que podia ser simples e no que toca à moda, não é excepção. Lembra coisas que podiam ser da nossa infância? Ah, melhor ainda!

De há uns dois anos para cá, têm aparecido pompons um pouco por todo o lado. Agora que penso nisto, creio que comecei por vê-los mesmo em sandálias. Acredito que seja fácil replicar a ideia para fazer um DIY low cost, e assim até o trabalho final seria único original. Mas nem todas temos tempo ou jeito para isso, pelo que acredito que dá jeito saber onde é que dá para encontrar estas sandálias bonitas. As da imagem são todas da marca Gioseppo e os preços não são assim nada do outro mundo. Sei que a Natura também tem algo semelhante no catálogo desta estação, mas ainda não as vi nas lojas (e agradeço que me dêem o alterta se as virem!).

Eu cá não sou de intrigas, mas desde que me deu na telha aquela vontade de ter as benditas sapatilhas que estão esgotadas em todo o lado, agora quando quero algo específico tomo logo nota de todos os sítios que disponibilizam modelitos dentro do género. E olhem que não acontece com muita coisa!

Ó mãe, arranja-te!

dia da mae

Passo mais tempo que o desejável em casa. Tenho o privilégio de ficar com a Teresa a tempo inteiro até ao seu primeiro aniversário e à entrada para a creche. Adoro poder estar (quase) sempre com ela, mas é algo que implica muitos sacrifícios e que, por vezes, me leva ao desespero.

Uma das coisas que mais me aborrece actualmente é a falta de estímulos diários e novidades. É sempre muito do mesmo, tentar completar tarefas básicas que nunca ficam concluídas de uma só vez, ver os mesmos sítios a cinco minutos de casa, falar (ou ouvir) as mesmas duas ou três pessoas e, quando dou por ela, passou o dia e continua tudo na mesma. A motivação para cuidar de mim não tem sido muita.

Sempre fui bastante vaidosa e, quando era mais nova, adorava ser fotografada. Continuo a ter muito gosto pela escolha de vestuário bonito e não posso dizer que ando por aí toda deslavada, mas é notória a diferença nas minhas rotinas. Por um lado, estou muito mais à vontade com a minha imagem. Por outro, não há paciência nem motivação para caprichar como antes. Para quê? Pois, para quem, para mim, sempre, deveria eu concluir, porque se não estiver no meu melhor não consigo dar o meu melhor por mais ninguém! Para mim, o meu melhor depende de muitas coisas mas também depende da imagem e da minha própria avaliação do meu aspecto.

Ultimamente, não estou a gostar de mim na maior parte dos dias. Não gosto, sequer, da maior parte das fotos em que apareço. Cresci habituada a ver mães que não estavam no seu melhor, umas mais que outras. Porque o mundo não lhes deu o seu melhor. Porque as pessoas próximas não lhes deram o seu melhor. Porque nós, os filhos, não lhes demos o nosso melhor. Porque elas deram o seu melhor e, mesmo assim, tinham o peso do mundo às costas. E as mães, mesmo assim, arranjam maneira de mostrar aos filhos o seu melhor. As mães são um dos nossos modelos de aprendizagem, inspiram-nos e dão-nos força ao longo das nossas vidas. Eu fico encantada quando a Teresa, ainda tão pequenina, fica toda empolgada quando me vê a arranjar-me e sorri quando termino.

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Todas temos as nossas vulnerabilidades e a vida é feita de altos e baixos. E isto da maternidade, das famílias e das pessoas tem muito que se lhe diga porque somos seres sociais, criamos e temos relações e elas geram sempre um feedback. Ligamos menos do que devemos aos detalhes, mas são eles mesmos que podem fazer a diferença. Ninguém é assim tão forte que passe bem sem mimos. A diferença começa por sermos nós a dar o exemplo e fazer o que está ao nosso alcance, por insignificante que possa parecer.

Na sexta-feira passada, antes do Dia da Mãe, a Rowenta fez uma surpresa que me comoveu bastante. Éramos um grupo de mulheres, bloggers, mães, a quem esta experiência foi mantida secreta até estarmos no local onde tudo aconteceria. Mimaram-nos muito: provaram-nos que mesmo com um rol interminável de diferenças entre nós, somos todas lindas. E mulheres que estão lindas, que são lindas, que se sentem lindas, são mulheres mais felizes e com outra força para encarar o mundo.

O resultado, que adorei, está à vista e foi fruto de um trabalho em equipa muito bom. Não se esqueçam, que eu vou tentar lembrar-me também: façam por sentir-se bonitas e arranjadas! Vão ver que é meio caminho andado para os dias correrem melhor.

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Styling: Diogo Raposo Pires | Produção fotográfica: Flying Studios | Maquilhagem: Marta Chaves | Hairstyle: Make Up Happen | Catering: Dieta dos 3 F’s

Expocosmética 2017 – O Rescaldo

expocosmetica
Nós no stand da Blogazine. Desculpem a qualidade maravilhosa e contra a luz, foi a fotografia que se arranjou e está mui linda ♥

Se eu podia viver sem ir à maior feira de estética e beleza que acontece no nosso país?

Podia, mas não era a mesma coisa!

Cheguei à conclusão que já ando nestas aventuras de partir num autocarro para abastecer de tintas, cremes e betumes há quase 7 anos. Quem corre por gosto não cansa e por muito desgastantes que estes eventos possam ser, em proveito da vaidade justifica-se a proeza. Foram raríssimas as ocasiões em que falhei a minha visita.

Manter um blog tem-me dado o privilégio de conseguir uma credencial especial nos últimos anos que me poupa as filas intermináveis para entrar e ainda dá direito a algumas novidades para experimentar, o que agradeço à organização do fundo do coração. Tenho que dizer que acima do networking, o que continua a fazer com que abdique de folgas e descanso ao fim de tantos anos são as compras.

Não estarei a exagerar se vos disser que em cada uma destas visitas poupo centenas de Euros. Com o PVP habitual? Não compraria 1/10 dos cosméticos e que, sim, utilizo e volto a comprar uma e outra vez. Não trago só as minhas compras: aproveito e levo a lista de compras das mulheres (e homens, vá) da família. Trago o mínimo possível porque não há costas que aguentem nem tempo para bisbilhotar tudo. Pensem, por exemplo, em tintas para o cabelo e não me venham cá com tretas de que só pinta o cabelo quem quer. Há quem goste do cabelo grisalho, mas não é o meu caso. Para mim, no que diz respeito à minha imagem, é só uma vulnerabilidade, é sinal de velhice e desleixo e não é algo que queira mostrar.

Adiante, blogs. Adoro conhecer quem, como eu, mantém blogs. Adoro a humildade e o esforço da organização da Expocosmética para nos dar uma oportunidade digna e percebo que não consigam controlar tudo o que se passa tanto por parte dos autores convidados como pela que compete aos stands e marcas. Eu iria de qualquer forma, com ou sem convites.

expocosmetica
A Maria, eu e o Luís. Foto pela Ana Isabel.

Este ano, o Luís voltou a ir comigo. Porque quis! Que eu cá não obrigo ninguém a fazer nada, mas agradeço a companhia e a ajuda. Durante a maior parte do tempo, a Maria esteve connosco e lá fizemos os três (os quatro!) o nosso percurso.

Adorei rever caras que já são constantes na Expo como a Embelleze, a Andreia e a Inoeh. Trouxe novidades de todas elas e estou mortinha por mostrar tudo. Sucedeu o mesmo com a Flormar, marca que praticamente desconhecia (apesar de ter um batom deles há anos e uma loja muito perto de mim), com a By Simone G. e a Lupa/Bioseivas, que são novas para mim e deixaram-me em êxtase com os seus produtos capilares bastante promissores.

Passei noutros expositores para fazer compras e ainda dei um saltinho aos que estavam no roteiro enviado a todos os bloggers convidados, estando marcados como pontos de interesse com novidades para nós. Não vou dizer nomes.

Tenho de referir algumas situações que presenciei e que foram desagradáveis.

Cada acção gera uma reacção e não há cooperação possível quando as partes envolvidas não sabem o que estão a fazer. Passo a descrever:

  • No stand de uma das marcas mais importantes de estética do nosso país – à nossa frente, estava uma amálgama de miúdas com blogs. Não consegui ouvir o que as representantes da marca estavam a dizer, mas ouvi as meninas a dizerem entre si que ainda faltava passarem nos sítios x, y e z para irem buscar as suas borlas. Uma dizia “Ai, será que também me dão? Ao pé de vocês ainda sou um bebé!”. Tenho vergonha alheia.
  • No stand do ponto anterior – quando, finalmente, conseguimos alcançar as senhoras da marca, o que nos disseram foi… Bom, não nos disseram nada a não ser que os brindes que tinham para bloggers tinham acabado. Assim, a seco. Fiquei sem perceber o que se passava ali porque não se apresentaram, não apresentaram a marca, não apresentaram novidade alguma. Merecem abordagens como a que referi acima.
  • Num stand de protectores solares – A verdade é que fiquei sem conhecer a gama de produtos que disponibilizam, porque se focaram nuns bronzers das Kardashian. Tenho ali um papel com uma breve descrição sobre alguns produtos que nada me dizem porque não mos mostraram. Ah, e tenho uma bolsa com meia dúzia de amostras em sachet de bronzeadores e protectores solares que nunca conseguirei usar porque, obviamente, como é que é suposto testar protector solar só numa perna ou só num braço? Queremos que falem bem de nós, disse a representante da marca. Okayyy!
  • Mais um stand, desta vez de produtos de spa – Última história, prometo! Mostram-nos um hidratante muito bem cheiroso, facto. Mostram-nos outro hidratante bastante engraçado, sobe o entusiasmo. De seguida, dizem-nos que podemos tirar as fotos que quisermos ao espaço (a sério?) e dão-nos um sachet de anti-rugas, salientando que a amostra não é para a nossa idade. Mais uma vez, queremos que falem bem de nós.

Fazemos assim: por cada motivo de queixa, têm de haver vários daqueles bonitos que gostamos de ver por aqui. Garanto-vos que existem e que vão ver que, contrariamente ao que possam pensar se leram o post até aqui, há coisas boas a destacar desta edição da Expocosmética. Durante este mês, pinky promise: vou deixar aqui tuuudo aquilo de que gostei com todos os detalhes. Porque o que é bom merece ser partilhado!

Gravidez 101 – A mala de maternidade

Não convém que falte nada quando o bebé nascer!

Considero, porém, que há muito stress desnecessariamente em torno da arrumação da mala de maternidade. Por isso, vamos por partes:

  • Não sejam como eu (que só deixei tudo pronto 1 ou 2 dias antes de a Teresa nascer), assegurem-se que está tudo pronto ali por volta das 30 semanas. Nunca se sabe o que pode acontecer a partir daí!
  • Não se esqueçam que está previsto passarem cerca de 48h no internamento após o parto. Não vão passar férias no hospital. Uma mochila para vocês e o saco do bebé está mais do que bem.

Cada hospital terá a sua a lista para nos ajudar a organizar tudo, mas há sempre adaptações e experiências de amigas e familiares que nos ajudam a decidir o que levar. Não se incomodem com a possibilidade de esquecerem algo importante, que entre família/amigos e o próprio hospital, haverá alguma solução para remediar. Se vos der conforto, eu e a Teresa só vimos as nossas coisas depois das 12h do dia seguinte ao seu nascimento. Por quê? Porque a miss nasceu fora de horas e o hospital (foi o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures) só permitiu que o Luís nos levasse as malas durante o horário de visitas. Não foi lá muito agradável, mas o hospital providenciou tudo aquilo de que poderíamos necessitar durante as primeiras horas. E o que é que levámos, afinal?

Mala da mãe

O hospital fornece toalhas, pelo que não levei nenhuma comigo. Levei uma malinha de fim-de-semana (mas serve qualquer mochila ou saco de ginásio) apetrechada com:

  • 3 camisas de dormir – só usei 1, mas mais vale jogar pelo seguro. Se soubesse o que sei hoje, teria dado preferência a pijamas (com calças, mesmo) folgados. Façam como se sentirem mais confortáveis, mas levem 2 ou 3 mudas. Ah, e esqueçam aquela treta que as lojas nos querem impingir de camisas brancas. Evitem o branco, a sério!
  • Roupão – fino, hoje em dia os serviços hospitalares têm quase todos ar condicionado. Não precisei do meu.
  • 3 sutiãs de dormir – ou tops, qualquer coisa que vos dê conforto nestes primeiros dias.
  • Muitas cuecas de algodão – devo ter levado umas 10, usei cerca de metade. Mas mais vale jogar pelo seguro.
  • Pensos higiénicos super absorventes, nocturnos, com alas, o mais seguro que encontrarem… Mas finos e com acabamento de algodãozinho – Se servir de referência, aqui optei pelos Renova First Silk Sensation Noite. Não pesco nada de pensos higiénicos, optei por estes um pouco às cegas (porque atendiam às características que procurava e eram os mais baratos na altura) e não me arrependi. Combinados com as cuecas de algodão, são mesmo o mais confortável de se usar no pós-parto (na minha opinião).
  • Chinelos de banho e chinelos de quarto – sim, 2 pares diferentes, não vão querer passear pelo quarto/serviço de pés molhados depois do banho (não sejam idiotas como eu).
  • Bolsa de higiene – com escova e pasta de dentes, desodorizante, miniaturas dos vossos hidratantes habituais, gel de banho e champô (sim, vão querer lavar a cabeça). Levem também uns artigos básicos de maquilhagem (bb cream, blush e máscara), juro que vão sentir-se mais compostas com uma tintinha na cara. Mesmo que permaneçam de pijama. Levem também elásticos/ganchos para o cabelo. Não levem secadores, é perda de tempo, não vão pegar neles.
  • Snacks – Eu não o fiz, mas a família tratou de me trazer um fornecimento de frutas, docinhos e petiscos. Ninguém vos vai fazer passar fome no hospital, vocês é que vão ter a iniciativa de não tocar na comida quando olharem para o aspecto dela.
  • Entretenimento – Não vão ter grande tempo ou vontade de pegar neles, mas levem a máquina fotográfica, o MP3, o tablet, o telemóvel, um livro, um caderno, os carregadores… Bom: eu dei muito uso à máquina fotográfica e escrevi qualquer coisa. Mas fui mais carregada do que devia!

Podem, também, levar uma muda de roupa para a alta, mas eu optei por pedir ao Luís que a trouxesse mais tarde, depois de perceber como tinha ficado o meu corpo no pós-parto.

Mala de bebé

Mais uma vez, não incluí toalhas (nem produtos de banho) porque o hospital disponibilizava e, na verdade, a Teresa só tomou uma banhoca lá antes de vir para casa. Eis o que é necessário:

  • 1ª muda de roupa – esta deve ir convosco para o bloco. Convém ser algo prático e sem grandes rococós, tal como as restantes mudas.
  • 5 mudas de roupa – compostas (à semelhança da primeira muda) por body, roupa exterior (blusa + calas/cueiro/babygrow), meias/collants e, dependendo da estação do ano, casaquinho/camisola e gorro. Na verdade, só usei duas. Mas mais vale jogar pelo seguro!
  • Estojo de higiene – Não é nada de mais, mas vale a pena levar um pente ou escova (escusado será dizer que a nossa carequinha não precisou), corta-unhas/tesoura (esqueçam a ideia da lima, não funciona com unhas fininhas e minúsculas) e creme para a muda da fralda.
  • Fraldas e toalhitas – não é grave se não levarem, mas levem. Sabe muito bem ter opção de escolha para os nossos bebés. Façam uma média de 8 fraldas por dia (podem precisar de menos, ou de mais, mas é uma boa média).
  • Chucha – Ah e tal que não se deve dar a chucha nas primeiras horas de vida porque compromete não sei o quê, então venham de lá os senhores enfermeiros tentar acalmar o bebé cada vez que ele chorar quando muitas das vezes seria algo muito simples de resolver com uma chucha. A sério, levem.

Creio que não me esqueci de nada, mas gostava que partilhassem também as vossas ideias! Já referi que a Teresa nasceu no Hospital Beatriz Ângelo mas vou deixar para outro post o relato da nossa experiência por lá. Como sei que pode fazer a diferença para algumas leitoras, deixo já aqui o spoiler: não podíamos ter sido melhor tratadas, tudo decorreu impecavelmente e as instalações são luxuosas!

Quanto é que são muitos sapatos?

sapatos barbie
Imagem de origem desconhecida.

A pergunta pode parecer tonta e fútil, mas aposto que não sou a primeira a matutar neste assunto. Começo por dizer que não tenho nenhum closet cheio de sapatos (bem vistas as coisas, até era bem capaz de encher o equivalente à minha despensa adaptada a roupeiro com calçado) nem nada que se pareça.

Quando é que nos passámos da marmita e temos mais do que é aceitável?

E quanto é que é essa coisa do aceitável? Ainda que eu tivesse um sem fim de sapatos, o mais provável seria o mundo inteiro estar-se nas tintas porque é um assunto que só a mim diz respeito e as pessoas, pois claro, empregam o seu escasso tempo noutras discussões.

Adiante, passemos aos factos: tenho pares de sapatos bons cuja última utilização que me recordo foi em tempos remotos para lá do nascimento de Cristo e não ficaria, sequer, surpreendida se me deparasse com modelitos cuja existência se perdeu na minha memória. Estou sozinha?

Apliquem à roupa, acessórios ou ao que quiserem, também, mas lembrei-me disto agora que ando em arrumações e desarrumações típicas da mudança de estação. Dou por mim a concluir que tenho por aqui sapatos bonitos que por algum motivo não saem à rua.

Se estas situações de calçado que não utilizamos existem, não será que estes pares estão a mais?

E se tivermos dezenas de pares cuja posse é justificada com a devida utilização e estão em bom estado/são de boa qualidade, será que estas dezenas equivalem a dizer muitos, de sobra, a ocupar espaço desnecessariamente? Fica lançada a discussão!

E ainda acrescento: se tivessem de escolher 5 pares de sapatos e não pudessem ter mais, quais seriam? Creio que já respondi a isto algures, mas é pertinente reflectir novamente. Um dia destes, partilho as minhas escolhas e gostava que fizessem o mesmo. Se tiverem blogs e postarem sobre isto, por favor, dêem-me os links para poder partilhar!

Francesinhas no Dote

Era o aniversário do Luís e decidimos que iríamos almoçar fora.

Tinha de ser algo especial, algo de que gostasse mesmo muito, mas não nos apetecia ir muito longe. Não é só no meio de Lisboa que existem bons restaurantes e mesmo dentro do leque dos que detêm várias casas com o mesmo nome, a expansão para as nossas bandas tem acontecido e sempre dá para visitar os sítios badalados de que falam todos os nossos amigos sem nos metermos no meio do trânsito.

francesinha
Claro que a minha é sem ovo!

Ficou decidido, após pesquisa no Zomato, que o almoço seria no Dote (Colinas do Cruzeiro, Odivelas). Inicialmente, não tínhamos a certeza se iríamos ao Dote ou ao Marco, mas optámos pelo primeiro tendo em conta a opinião da Telma e do Pedro. Uma das primeiras coisas que descobrimos assim que chegámos foi que a nossa indecisão era desnecessária, já que ambas as casas pertencem à mesma entidade e servem os mesmíssimos pratos. Assim, faz sentido que se situem frente a frente!

Devo dizer que, apesar de não ser perita em francesinhas, tenho um paladar exigente e sei analisar quando o prato é bom ou não. Parti para esta experiência com outras duas ou três para servir de comparação. Bom, não é o mesmo que a francesinha em forno de lenha, tradicional, mesmo no Porto. Mas olhem que não é nada, nada má!

Pedimos ambos a opção mais simples, tradicional, sem inovações, que dá pelo nome de Top. A minha tem a particularidade da ausência de ovo estrelado, já que é algo de que não gosto. Estava deliciosa, com boa batatinha frita caseira e temi não conseguir comer tudo, mas lá fiz o enorme sacrifício de não deixar restos no prato (há sempre espaço para boa comida!). O molho estava presente em abundância e deixaram-nos à vontade para pedir mais, caso desejássemos. E a comilança ficou por aqui? Não!

cheesecake

Quando ouvimos falar em sobremesa, o empregado que nos atendeu teve o desplante de mencionar um cheesecake de frutos vermelhos. Que golpe baixo! Escusado será dizer que eu, que dizia estar para lá de cheia e que não iria conseguir comer mais nada, pedi uma fatia para mim. Já ouviram falar naquele estômago extra para guloseimas? Pois.

Claro que nem só de comida se faz um restaurante, pelo que tenho de destacar também a simpatia extrema e a amabilidade dos funcionários. Deixaram-nos à vontade e foram muito queridos com a Teresa – aliás, nada temam se quiserem levar as vossas crianças, porque as instalações estão preparadas para elas. Os preços são acessíveis e o melhor é que este é um dos parceiros do Zomato Gold (é um serviço que podemos subscrever e que nos concede 2 por 1 em 300 restaurantes de Lisboa).

Só falta dizer que talvez seja aconselhável fazerem reserva, porque consta que o espaço enche muito rapidamente. No nosso caso, apanhámos um momento de calmaria, já que fomos quase fora de horas num dia de semana.

Se gostam de francesinhas, recomendo muito o Dote!

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