Chinelos com Pêlo – Sim ou Sopas?

chinelos com pêlo trend tendência 2017 spartoo

Quando pensas que não há mais nada para inventar no que diz respeito à moda, entras numa qualquer loja e engoles o ingénuo pensamento.

Desta feita, apetece-me discutir esta belíssima obra de quem não podia estar com o seu juízo intacto no momento da invenção.

Qual é o sentido por trás dos chinelos com pêlo?

Isto parece-me um modelo de calçado feito a pensar nas mesmas pessoas que usam sandálias com meias.

Não sei por que carga de água haveria alguém de querer calçar chinelos de piscina de livre e espontânea vontade. Depois, pêlo.

Afinal:

  • São calçado de Verão porque são chinelos?
  • Será que entram na categoria de calçado de Inverno porque têm pêlo?

Não entendo nem sei se quero. E o caldinho que se deve formar ali entre borracha e penugens sintéticas?

Sim ou sopas? Para mim, todo um panelão de sopa a ferver em pleno Verão.

Calçado Mãe & Filha

pisamonas

Sempre quis ser mãe de uma menina.

Antes sequer de sonhar com a Teresa, dizia que ter uma menina me permitiria voltar a brincar às bonecas e oferecer-lhe aquilo que gostava de ter para mim mas já não considero adequado ou não existe para o meu tamanho.

Bom, a parte da adequação é subjectiva, confesso: sou aquela mãe que não tem vergonha ne-nhu-ma de andar igual à filha. Não é sempre, mas há dias em que é a coisa mais fofa do mundo! Torna-se ainda mais engraçado porque a minha menina, embora pequenina, é muito vaidosa e percebe muito bem o que se passa à sua volta. Adora quando a deixamos imitar quem somos, o que fazemos ou o que vestimos.

Nem sempre é fácil alimentar esta coisa de mãe e filha, embora eu encontre muitos artigos na secção infantil.

É complicado encontrar, por vezes, moda gira para bebés abaixo dos 12 meses. Ainda por cima, a Teresa é uma bebé mais pequena que a média. No que toca ao calçado, torna-se tudo pior – o mesmo número de calçado nunca corresponde ao mesmo tamanho entre marcas e a maior parte dos sítios ainda nos pede os olhos da cara por algo que só será útil por um par de meses.

É terrível procurar calçado bonito que não pareça pantufos e modelos abaixo do tamanho 20 que se adequem a uma bebé que começa a querer dar os primeiros passos.

pisamonas

Já tinha ouvido falar da Pisamonas e recentemente fiz uma encomenda que me deixou muito satisfeita. Primeiro li e depois constatei que tinham calçado com uma óptima relação qualidade/preço. Apesar do meu receio com as diferenças de tamanho, se houvesse algum problema, o processo de envios, trocas e devoluções é rápido e gratuito.

Há modelos, cores e materiais para todos os gostos, muitos deles desde os tamanhos mais pequenos de bebé até aos maiores de adulto.

Encomendei justamente o que precisava e procurava, sem extravagâncias:

  • Botas safari, intemporais e úteis em todas as estações do ano, para mim e para a Teresa. Sim, na mesma cor e tudo.
  • Menorquinas em nobuck, castanhas, super básicas e bonitas, ficam bem com tudo, também para mim e para a Teresa. As dela têm uma fivela em velcro para não fugirem do pé (adoro esta adaptação do modelo para os mais pequeninos).
  • Merceditas em branco e rosa brilhante para a Teresa. Não vieram iguais para mim porque não havia, senão…

pisamonas

Fiquei surpreendida porque passadas menos de 48h após a minha encomenda, tinha um estafeta a entregar tudo muito bem empacotado à porta de casa.

Escusado será dizer que a vaidosa mais pequenina quis logo bisbilhotar o conteúdo e ficou toda contente quando percebeu que tinha sapatinhos novos!

Gostei muito de constatar que os modelos que escolhi para a bebé correspondem ao tamanho esperado e não têm diferenças entre si. Todas as peças são de óptima qualidade e algumas delas chegam a ser cerca de 20€ mais baratas relativamente a outros locais onde procurei.

Sem dúvida, a Pisamonas ganha aqui uma família de clientes – graúdos e miúda! Defendo que as crianças não devem ter calçado em excesso, mas quero assegurar que há alternativas para os imprevistos do quotidiano e para as ocasiões especiais e esta loja online é um bom sítio para o fazer.

pisamonas

Em manutenção

Se não tens nada melhor para dizer, está calada.

Foi o que me passou pela cabeça nos últimos dias e me levou a mal dar sinais de vida online. Ninguém nos diz qual é a forma ideal de lidar com más notícias, especialmente quando surgem todos os dias, sistematicamente, cada vez que ligamos a televisão. Crimes muito graves todos os dias. Cenários dantescos aqui perto. Quando é perto, parece que é como se fosse connosco.

Bom, se fosse só quando ligamos a televisão, ainda dava para moderar certos impactos. Actualmente, até em redes sociais alegadamente inofensivas ficamos a saber tudo o que se passa no mundo em segundos. Se for mau, então, faz furor e sai que nem pães quentes. 

Olhos que não vêem, coração que não sente?

Bem sei que a vida segue para os que cá ficam e que eventualmente os dias melhores e as tolices em directo nos fazem esquecer o mal do mundo, mas não deviam.

Sabem o que me fez maior impressão, há duas semanas, quando se deu aquela catástrofe que afectou os nossos? Haver quem não tivesse um pingo de bom senso e encharcasse as redes sociais de fotos de bonitas vidas de férias, sol e praia. Haver quem atirasse culpas para todos os lados sem sequer mexer um dedo para ajudar.

O luto é forçado e faz-nos pensar que temos de ser melhores, mais condescendentes, mais tolerantes, mais solidários, menos ruins. Menos egoístas, menos lamurientos, menos rancorosos. Mais felizes.

Temos de aprender a apreciar melhor o que a vida nos traz de bom.

Porque essa história de Deus e da fé é muito bonita mas não é um seguro ou atestado e a qualquer momento podemos ser nós a estar no meio de uma má situação que nada fizemos por merecer e sequer serve de algo apelar a justiças divinas, porque não existem.

Sandálias trendy: check!

sandálias 2017

Lembram-se da minha cobiça por umas sandálias com pompons?

Vocês já sabem que eu sou de ideias fixas. Não é deste ano que as vou vendo e engraçando com a cena algo kitsch, naif delas, mas só agora é que começa a ser mais fácil encontrá-las.

Siiim, também poderia ter implementado um DIY, mas tive mais onde me ocupar. Tinha-vos dito que já tinha catrapiscado umas muito giras no catálogo da Natura. Nas lojas, nem rasto delas… Até há coisa de duas semanas. Já a minha mãe andava em cima do assunto. Já a senhora da loja sabia do meu drama, também, e disse que assim que chegassem guardava umas para mim… E guardou.

sandálias natura

Claro que nesta busca houve vítimas, que cada vez que entrava na loja para ver se já tinham chegado as benditas sandálias lá acabava por trazer sempre qualquer modelito. Até outro par de sandálias, igualmente giro e deveras confortável.

Maneiras que foi isto: giras, confortáveis, de boa qualidade e a um preço razoável. Estou feliz com a minha compra e sei que é um modelito que terá o devido uso neste Verão.

Fica a dica para quem ainda não as viu, corram!

sandálias pompons

Comprar menos, gastar melhor.

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Poderia falar de qualquer coisa, mas hoje vou falar de malas e carteiras.

Entre coisas como deve ser e tralha que não sei muito bem se voltarei a utilizar, tenho malas a mais.

Isto não quer dizer que tenho aquilo que me faz falta!

No tempo das nossas avós, uma mala era mais que suficiente para todas as ocasiões.

Talvez a minha avó não fosse o melhor exemplo para este assunto, já que boa parte de todas as minhas bolsas – as que, efectivamente, têm boa qualidade – eram dela.

Hoje em dia, quando há algo de boa qualidade, custa os olhos da cara e pode ser uma odisseia comprar uma boa mala de modelo intemporal. Por outro lado, qualquer sacola de tendência efémera custa mais do que vale, tem mau aspecto e mal resiste a uma temporada.

Com todas as bolsas que comprei e mal cumpriram o seu propósito (acabando a maior parte por ir para o lixo), já devo ter gastado uma fortuna.Talvez esteja na altura de poupar para algo melhor.

Contem-me: que malas de senhora recomendam? Onde compram as vossas?

Preferencialmente, sem marcas, logotipos ou monogramas escarrapachados por todo o lado.

O dia em que a Teresa nasceu

hospital beatriz ângelo

Parece que foi ontem, mas já lá vai quase um ano. Cada vez que vejo, são tantas as vezes que vejo, vejo sempre para me lembrar sempre. Cada vez que vejo os registos tantos que fui fazendo, esqueço-me que já passou este tempo todo. Passou a correr. Ainda ontem estava a preparar a chegada da minha Teresa.

Tenho de falar do dia antes do dia. Iria ser a primeira consulta de CTG. 13 de Julho de 2016. Já passávamos das 38 semanas. Decorreu sempre tudo de forma pacífica, pelo que não me aborreci com a marcação algo tardia (e adiada…) da consulta quando recebi a carta do Hospital Beatriz Ângelo (HBA). Calhou-nos pela proa uma administrativa horrorosa que se recusou a registar a nossa presença quando chegámos, ainda antes da hora da consulta. Referiu que deveríamos ter chegado pelo menos meia hora antes. Que agora o médico já não a vai ver. Aqui tem a remarcação, para depois da data prevista do parto.

Fiquei furiosa, ansiosa, triste com tamanha insensibilidade e incompetência de um serviço que deveria funcionar em pleno e que tantas horas me havia feito esperar ao longo de todo o processo da gravidez. Apeteceu-me armar o maior escabeche nas urgências de obstetrícia, que estava nervosa e indisposta com este incidente. Optei antes por colocar os nervos na bagagem e regressar a casa.

Acalmámos, jantámos, deitámos. Afinal, haveria de correr tudo bem e a bebé chegaria ao mundo quando tivesse de chegar. Poderia faltar algum tempo. Uma, duas, quiçá três semanas. Adormecemos, com alguma dificuldade. O Luís pouco tinha dormido na noite anterior e preparava-se para, mais uma vez, acordar às cinco horas.

Acordei com um ploc dentro de mim. Não tive tempo de pensar no que era, porque a cama ficou alagada nesse instante. Amor, acorda. A Teresa vai nascer. Rebentou a bolsa. Eram duas e meia da manhã. E agora, o que fazemos? Perguntava ele em alvoroço. Arranjámo-nos calmamente, pegámos nas nossas coisas, ligámos aos nossos pais e em coisa de quinze minutos estávamos a dar entrada nas urgências do hospital. Foi rápido e indolor.

Na triagem, a coisa piorou: começaram as contracções horrorosas. O Luís ficou lá fora. Só quando já estava instalada no bloco (no HBA, há quartos isolados onde permanecemos durante todo o trabalho de parto), com duche tomado e toda uma panóplia de cabos, tubinhos e tubetas, é que o chamaram. As condições são, efectivamente, muito boas e diferentes da maioria dos hospitais públicos. Há cromoterapia, música a gosto, bolas de pilates e toda uma série de recursos para ajudar a melhorar este processo que pode ser muito moroso.

Pensei, na minha inocência, que a coisa iria ser rápida. Cerca das sete da manhã, muitas contracções, nada de dilatação. Precisava de, pelo menos, 4 dedos para poder fazer a epidural. Já gritava por ela! Foi necessário o recurso a fármacos, mas lá avançámos um bocadinho e finalmente tive direito à bendita anestesia. A manhã foi passando, fomos mantendo o contacto telefónico com as pessoas mais importantes, pairava muita ansiedade no ar.

Nada de dilatação, faça assim, faça assado, só não fiz o pino porque estava ligada ao CTG (que neste quarto ainda era cheio de fios), tenho fome, mas não pode comer, só esta gelatina, agora o pai tem que sair para fazermos o toque, pai já pode voltar. E eu já estava exausta. O Luís já estava exausto. Toda a equipa estava, com certeza, exausta e farta de aturar as minhas macacadas – acreditem, todos os profissionais de saúde e auxiliares que encontrei desde a entrada na urgência até à alta foram impecáveis! E a Teresa teimava em não vir conhecer o mundo.

Aparentemente, a piquena tinha a cabeça mal posicionada e não havia maneira de se endireitar. E as horas passavam. E as dores voltavam, vinham as repicagens da analgesia, eu melhorava qualquer coisa. Estava cansada. Não avançávamos. Aproximava-se a hora do jantar e nada de Teresa. Atravessámos três turnos, estamos a dizer olá novamente aos enfermeiros da noite anterior. Que raio descansaram eles, a sair depois das 9h e a estar por cá às 15h30′? Não quero esta vida para mim. Espero que jantem por mim.

Começava a ver o meu caso mal parado. Ouvia-os, todos, a falar em código. Não iria conseguir parir sem ajuda. E se agora vamos para cesariana? Eu não quero! Podem falar de ventosas e fórceps sem códigos, eu sei, não me assustam. Decidam, por favor, quero a minha filha! As dores voltavam, havia alguma hesitação no reforço da analgesia porque estava cada vez mais perto do grande momento e teria de sentir qualquer coisa para cooperar.

Fórceps, foi o que foi. Pediram ao pai para sair e o processo de expulsão foi algo que me custou muito, embora tenha a noção de que aconteceu depressa, o momento em si. Não sei por que é que pediram ao pai para sair do quarto. Há homens sensíveis, mas o meu não é um deles, bolas! Logo a seguir (obviamente!) entrou para poder pegar na bebé ao colo e viu tooodo o cenário escangalhado.

Sabe muito melhor que eu dos estragos ocorridos e de todos os pontos que levei – e que me custaram tanto, porque os senti bem de mais a todos! – por dentro e por fora. Não ficou traumatizado. Passei por uma episiotomia (teve que ser e fui informada, tal como em todos os outros momentos) e ainda ocorreu uma laceraçãozita noutro local. Se chegaram a esta parte da leitura, não se assustem! Passadas duas semanas, parecia que nada tinha acontecido.

Sabem que mais? É mesmo verdade quando nos dizem que, por maiores que sejam as dores, esquecemos (quase) tudo imediatamente quando temos os nossos bebés nos braços. Às 21h15′ do dia 14 de Julho de 2016, nasceu a minha Teresa. Foi, é, o melhor desta vida. Não sei como aconteceu, mas apaguei as horas dolorosas anteriores ao momento. E foi uma festa. Senti que toda a equipa estava realmente connosco, feliz connosco, a dar o melhor por nós.

Fomos para o recobro, no mesmo serviço. A Teresa teve maminha. Pouco tempo depois, fomos transferidas para o internamento – no HBA, os quartos do internamento acolhem duas mães e os seus respectivos bebés, que estão sempre ao pé de nós. Cada quarto tem o seu quarto de banho, é mesmo um hospital excepcional no que toda às condições. Não tivemos acesso aos nossos pertences, já que devem ser trazidos dentro do horário de visitas (antes das 20h). Ainda assim, foi-nos providenciado tudo aquilo de que poderíamos necessitar nas primeiras horas.

Posso dizer que nem meia hora depois de estar no internamento, já tinha ido à casa de banho autonomamente. Tomei duche e tudo. Tive dores, sim. Os primeiros dias do pós-parto foram um pouco aborrecidos nesse aspecto, mas nada do outro mundo – fico mais transtornada, por exemplo, quando tenho uma gripe daquelas mesmo feias. Tivemos alta menos de 48h depois e a estadia não poderia ter sido melhor. Ok, se por lá passarem, levem uns acepipes.

Não fiz nenhum plano de parto previamente e não creio que tivesse necessitado. Para mim, o meu parto foi o mais humanizado que poderia ter sido – num hospital, com todos os recursos necessários para assegurar que nada correria mal, com conforto e com muito respeito. Decorreu em óptimas condições, contei com óptimos profissionais de saúde, estivemos sempre a comunicar, coloquei as questões que entendi serem necessárias e obtive sempre resposta. Aturaram coisas que não eram da sua competência, sempre com a maior amabilidade.

Nunca é possível prever um parto, pelo que acredito que as coisas aconteceram como tinha que ser e fomos – eu, a Teresa e o Luís – tratados com a maior dignidade. Melhor, só se tivesse sido mais rápido, mas não poderíamos ter feito mais nada neste sentido. Não poderia ter escolhido melhor o local de nascimento da Teresa e recomendo mesmo muito o HBA. Daqui a uns anos, é lá que quererei ser mãe novamente.

Medalha de Bronze nº 7 – Protecção Solar de Rosto

protector solar rosto

Aproveitemos enquanto o Verão ainda nem começou para continuar esta troca de ideias sobre produtos especiais de corrida para o sol. Medalhas de Bronze? Está aberta a temporada! Hoje falamos do rosto e decidi reunir aqueles de que gosto mais.

Quant@s de vós estão insatisfeit@s com o protector solar que usam no rosto?

Ora é oleoso, ora diz que hidrata mas não hidrata, ora… Já não sabemos quando ou como usar, não é?

Pessoalmente, tenho três que adoro e por isso venho falar-vos deles, porque todos eles têm a sua utilidade na minha vida, embora os utilize em circunstâncias diferentes:

  • Fotoprotector Fluido Fusion Water FPS50+, Isdin – Este protector é perfeito. Posso utilizar o meu hidratante habitual por baixo. Posso usar maquilhagem por cima. Não é nada de mais em termos de fragrância, é absorvido muito rapidamente, não gera qualquer incómodo e não interfere com a aplicação de outros produtos. Não fica oleoso durante o dia. Pessoas com pele oleosa: este é o vosso protector solar de rosto!

  • Protector Solar SPF 50 gel-creme para peles oleosas, Youth Lab – Já falei dele aqui, porque é um dos meus produtos cosméticos favoritos. Vamos supor agora que têm pele mista/oleosa, até têm um tom clarinho e/ou querem um produto versátil que dispense o uso de hidratante e de uma tintinha por cima. É este o vosso produto tudo em um. É como se fosse um bb cream, com pouca (mas suficiente, pelo menos para mim) cobertura, dos bons. Chega perfeitamente no dia-a-dia!
  • Creme Protector com FPS 50 UVA/PA++++ Advanced NovAge, Oriflame – Foi o que experimentei mais recentemente, há coisa de dois meses. Não tem cor, também não o consigo utilizar como o Fluid Water – este é o tipo de protector que as peles mais secas irão gostar, ou então quem, como eu, tem dias daqueles em que não quer cor e há uma preguiça brutal para aplicar hidratante, mais protector e tudo mais, e ainda ter de reaplicar porque o sol se faz forte (por exemplo, na praia ou piscina). Este é o protector que anda na minha necessaire!

Espero ter ajudado na busca pelo protector solar de rosto para este ano.

medalha de bronze

5 Blogs que me dão prejuízo

Ou 5 blogs de beleza que adoro e nos quais confio.

Também seria um bom título para este post, não anulando o facto de a primeira afirmação ser a maior das verdades. Antes de escrever, também leio (e é bem mais fácil!) e gera-se sempre uma vontade do consumismo à conta destas cinco que nem queiram saber.

Queiram, queiram mesmo: porque se há blogs que devem ler se gostam das lides da beleza e gostam de ter conhecimento de potenciais investimentos neste domínio, esta é a lista que têm de conhecer.

the skin gameThe Skin Game – A Ana estudou Farmácia, trabalha com dermocosmética e é uma fofa simpática que tem uma escrita super amigável e explica um montão de coisas sobre beleza e saúde de forma a que o mais nabo dos nabos fica a compreender tudo. Para além disso, tem das melhores reviews de produtos de dermocosmética. Quando precisamos de algo e não sabemos muito bem o que escolher, ela tem sempre a recomendação ideal. Em suma: dá-me vontade de trazer a farmácia inteira para casa.

make downMake Down – A Sara também é farmacêutica e pró da dermocosmética. Padrões? Ahhh! Também há muitas explicações, reviews das boas, vídeos de favoritos e produtos acabados aos montes, e uma espécie de consultório de dúvidas online.

let's talk about beautyLet’s Talk About Beauty – A Saúde é a minha área e está visto que são das pessoas que gosto mais. A Ana Rita é das pessoas que conheço há mais tempo, do mundo dos blogs. É das pessoas de quem mais gosto, é médica e ainda por cima tem um blog destes que me fazem querer torrar dinheiro: em cremes, em maquilhagem, em gadgets, em tudo. As reviews são muito completas, as fotos são óptimas, é tudo bonito e agora imaginem quando estamos as duas juntas e nos metemos a trocar cromos de compras online.

coquette à portuguesa

Coquette à Portuguesa – Mais um guia de como fazer voar dinheiro! A Jael mostra, de uma forma simples, um monte de coisas giras e boas e deixa-nos a suspirar numa tentativa vã de controlar o impulso de compra. As descrições são sintéticas, as fotos são lindas, os produtos parecem ser escolhidos cautelosamente para serem todos muito apetecíveis. O estilo é simples mas on point. É pegar em tudo e colocar na wishlist!

raquel mendesRaquel Mendes – Agora, com nome próprio. Antigamente, era a Luxurious Skin. Mais uma vez, o que é que eu posso fazer quando me põem à frente fotos lindas com reviews super honestas, realizadas de forma super acessível e descontraída? Pior, melhor, também tem vídeos super giros de ver!

O melhor desta lista que partilhei convosco, para o caso de não conhecerem estes blogs (duvido!), é que todas as autoras são pessoas super familiares, com ar de pessoa normal que poderia fazer parte do nosso grupo de amigas.

Para quem passa a vida a perguntar-me sobre este ou aquele produto que não sabem muito bem como escolher para vós: a sério, dêem uma espreitadela neste que é o meu top 5.

 

Less by Miguel Castro e Silva

less-restaurante

Tenho de vos falar do primeiro Zomato Gold meetup em Lisboa.

Se houve surpresas boas ultimamente, esta foi uma delas. Enquanto a bebé era muito pequenina e os tempos eram de grande contenção, praticamente deixámos de fazer algo que adoramos: jantar fora.

Ainda não estamos à vontadinha, mas estamos a retomar a normalidade e já nos podemos dar ao luxo de comer fora de vez em quando. Assim que ouvi falar do Zomato Gold, subscrevi logo – assim, sempre poupamos nas nossas saídas. Esta parte vocês já sabiam.

restaurante lisboa

Relembro, se colocarem o código “AGUIDA” no checkout, têm 25% de desconto na subscrição.

O plano de 3 meses está a 10€, menos de metade do que quando subscrevi!

Não esperava receber nada em troca, pelo que fiquei feliz por ser convidada para o primeiro jantar entre subscritores Gold. Infelizmente, coincidiu com um turno do maridão. Foi da maneira que aproveitei para pôr a conversa em dia com o meu primo preferido, que não via há séculos.

less restaurante
A minha companhia: o meu primo Diogo, que vale por irmão!

O jantar decorreu no restaurante Less by Miguel Castro e Silva (Príncipe Real), um espaço lindo dentro do edifício da Embaixada. Apesar de a sala ser aberta, o espaço onde decorrem as refeições está bem delimitado e o ambiente é muito acolhedor e romântico – fica a dica para os casalinhos!

Habitualmente, há uma carta. Nesta noite, fomos presenteados com um menu especial, onde constavam alguns pratos que nunca haviam sido servidos ao público. O grupo escolhido para esta aventura não poderia ser melhor!

restaurante lisboa
Começámos por descontrair com um gin lover sour e uma couvert de pão, tostas e manteiguinhas especiais.

zomato meetup

Fiquei agradavelmente impressionada quando vi o que nos seria servido. Hoje em dia, é muito habitual encontrarmos menus impossíveis de decifrar, tanto na carta como no prato. Aqui, e de acordo com o lema less is more, apesar de haver um certo factor surpresa, dava para ter uma boa ideia do que se avizinhava. Gosto muito pouco de surpresas com a comida, pelo que gostei muito do conceito. O que nos foi servido:

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  • Tártaro de atum com cebolete – Não sou a maior fã de peixe, nem de tártaros, nem sequer de cebolete! Ainda assim, consegui comer este prato e… Gostei! É incrível a capacidade que o atum tem de absorver bons molhos e ficar delicioso.

zomato gold

  • Brandade de bacalhau com compota de tomate seco – Estava muito bom! Mais uma vez, não sou fã de peixe e ainda menos de comida tipo empadão, mas este prato estava delicioso. Crosta crocante, contraste de sabor, humidade certa… Gostei. Gostei muito!

zomato gold

  • Ravioli de abóbora assada com amêndoa – A foto não faz, de todo, justiça ao prato. Consta da carta habitual e percebe-se porquê. Porque é o quê, é o quê? Delicioso. Por mim, funcionaria muito bem como sobremesa tal é o doce da abóbora. Adorei o contraste entre doce e salgado e os mooontes de parmesão às lascas por cima.

foodie

  •  Risotto de trompetas com vitela crocante – Este foi o meu prato favorito do jantar. Este risotto foi dos melhores que já comi, estava divino! A carne, por outro lado, estava um pouco seca, cozinhada de mais. O risotto compensa e creio que futuramente a carne será apresentada de outra forma, já que este prato foi uma nova experiência do chef Miguel.

zomato

  • Crumble de pêra com zabaglione de Disaronno – Houve uma pequena alteração ao que constava da nossa ementa e parece-me que saímos beneficiados. Também estava delicioso e foi o remate perfeito para este jantar.

Todos os pratos foram acompanhados por vinhos de produção do chef Miguel, que esteve presente e comunicou com o grupo. O atendimento é rápido e muito simpático, no geral. Há uma grande atenção aos detalhes.

Este é um espaço onde quero regressar e que recomendo muito. Só há que ter atenção a um pormenor: convém fazer reserva previamente, já que o restaurante costuma estar cheio.

Less by Miguel Castro e Silva Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Bio-Oil – A família cresceu

O Bio-Oil é um dos meus cosméticos favoritos de todo o sempre.

Deveria ter dedicado todo um post ao Bio-Oil há muito tempo. Conheço-o desde que chegou a Portugal mas só comecei a dar-lhe o devido valor durante a gravidez. Nunca mais nos largámos. O entusiasmo inicial passou, mas como se tornou essencial e nunca faltou no meu armário, acabei por ir esquecendo o assunto. Por ser algo tão natural.

Trata-se de uma mistura de óleos de plantas, vitaminas e um ingrediente exclusivo e patenteado pela marca que dá pelo nome de PurCellin Oil. A quem interessar esta questão, não é um óleo 100% vegetal, já que contém parafina. É prático, fácil de aplicar, é rapidamente absorvido e funciona.

bio oil

O resto vocês já sabem por alto: falei dele aqui, utilizei-o para prevenir as estrias da gravidez e o facto é que não tenho nenhuma. Mas as potencialidades do Bio-Oil são muitas, e da cabeça aos pés faz sentido utilizá-lo para atenuar manchas, estrias, cicatrizes, hidratar todas as partes do corpo (até os lábios!), nutrir o cabelo…

É mesmo polivalente e, no meu entender, havia um problema: os frascos eram demasiado pequenos para quem usa o produto em áreas extensas do corpo. Acabava até por sair caro! A Portugal, só tinha chegado o formato de 60ml. Só há coisa de 1 ano é que chegou o formato de 125ml, que era melhor mas ainda não era o ideal.

Este mês, finalmente, passámos a poder comprar por cá o frasco de 200ml (e eu pude festejar esse momento!). Tratando-se de algo tão bom e versátil, recomendo a toda a gente. É um produto compatível com a preguiça e capaz de agradar à maioria das pessoas. Se não conheciam, façam o que sugiro e depois digam-me de vossa justiça!

bio-oil