Vichy Beauty Talks

beauty talks

Uma grande conversa sobre beleza

Cortesia da Vichy, aconteceu na semana passada na 39A Concept Store a 1ª edição das Beauty Talks. Foi um evento que contou com a presença de vários speakers de diversas áreas e que foi moderado pela lindíssima apresentadora Luísa Barbosa.

Cada vez mais, há a consciencialização de que a beleza é um processo muito mais complexo do que apenas utilizar cosméticos; é um processo holístico e subjectivo que engloba factores como a alimentação, a saúde e a informação. Esta última é a chave do empowerment, e uma mulher informada e confiante tem consigo a bagagem necessária para ser feliz e bem sucedida no que quiser.

beauty talks
Luísa Barbosa e Helena Magalhães durante o seu pitch de 5 minutos.

Em blocos de 5 minutos, cada orador deu o seu contributo para várias componentes do que é a beleza. Desta feita, o painel foi composto pela Sara Rodi (escritora), Luís Filipe Borges (apresentador de televisão) e Sara Santos, Ana Ni Ribeiro, Helena Magalhães, Inês Ribeiro, Catarina Lopes (diretora do Magic Spa dos hotéis Pestana) e Inês Santos Lima (da Google Portugal).

Vai uma e-zine gratuita sobre beleza?

Durante o evento, foi também apresentada a Vichy Mag, para quem ainda não a conhecia: semanalmente, a marca disponibiliza uma revista online com conteúdos sobre beleza e bem-estar. Nesta plataforma, vai ser possível ler não só sobre a beleza que se relaciona com o aspecto mas também sobre alimentação saudável, estratégias para lidar com o stress e outros conteúdos variados escritos por especialistas de diversas áreas.

Gosto desta perspectiva de interesse genuíno e proximidade entre marcas e consumidores e aplaudo este projecto. Espero que, futuramente, continuem a ser promovidas as Beauty Talks e que se transformem em algo rotineiro, já que a temática da beleza tem sempre coisas interessantes para debater.

beauty talks

O meu bolo de aniversário

bolo de aniversário

Fiz 27 anos no dia 16 de Fevereiro.

Não fiz um grande alarido porque já começam a ser muitos anos e, tendo em conta o que aconteceu na minha vida ao longo do último ano e picos, decidi que iria querer alguma paz nesta data. Não que fosse de grandes festejos antigamente, mas aproveitava o aniversário para convocar um jantar entre amigos e chegávamos a ser perto de 40 pessoas à mesa. Actualmente, gosto de ter por perto a família mais próxima e mesmo assim já somos muitos.

Não é por ter decidido manter os festejos mais simples que iria abdicar de um bolo à altura, e este ano decidi que seria eu a fazê-lo. Sabia o que queria comer e, salvo algumas excepções, tenho descoberto que se queremos algo bem feito, à nossa maneira, temos de ser nós a fazê-lo.

bolo de aniversário
O meu bolo, acabadinho de fazer. Já com os coraçõezinhos (Vahiné, comprei no supermercado), ainda sem as framboesas e restantes enfeites.

Não me meti a inventar: peguei na receita do bolo que eu e a Catarina fizemos na Academia Vaqueiro em Maio de 2014, que é muito simples, e adaptei-a ao meu gosto. Eis o que vão necessitar:

  • Para o bolo:
    • 30g de chocolate em pó (diluídos num pouquinho de água quente)
    • 6 ovos (claras em castelo + gemas)
    • 250g de açúcar amarelo
    • 125g de margarina derretida
    • 200g de farinha para bolos
    • 70g de farinha Maizena
    • 70g de fermento em pó
    • 50g de açúcar baunilhado
    • 200g de mix de frutos vermelhos
  • Para a cobertura/recheio
    • 200g de cream cheese
    • 4 colheres de sopa de açúcar amarelo
    • 200ml de natas frescas (para bater)
    • 1 limão (raspas + sumo)

E faz-se assim:

Pre-aqueçam o forno a 180ºC. Bater as claras em castelo, juntar o açúcar baunilhado e reservar no frigorífico. Bater as gemas com o açúcar, juntar a margarina. Numa tigela à parte, juntar a farinha, a Maizena e o fermento. Juntar as farinhas à mistura e adicionar as claras. Untar e enfarinhar 3 formas redondas. Dividir a massa em três partes: 1 simples; 1 com mix de frutos vermelhos; 1 com o chocolate dissolvido. Levar ao forno, desenformar e deixar arrefecer totalmente.

Bater o queijo creme e o açúcar. Noutra taça, bater as natas bem firmes, juntar a raspa e o sumo de limão. Envolver tudo e levar ao frigorífico.

Montar o bolo juntando o recheio entre camadas e, no fim, a cobertura. Decorar com framboesas.


Há que dizer que dupliquei o recheio/cobertura, porque sou gulosa por este tipo de ingredientes e quis certificar-me que o bolo não ficava apenas com um gostinho da “molhanga” mas sim bem atestado e a transbordar! Saiu muito bem e os meus convidados (e eu, claro, que a opinião mais importante é sempre a do aniversariante) adoraram.

Estou ou não uma menina muito prendada?

bolo de aniversário

Querido, mudei o tapete!

tapete noc noc

O cartão de visita da nossa casa é o tapete da entrada.

Curiosidades da minha vida, sobre o meu lar: fizemos a escritura na sexta-feira 13 de Maio. Duplamente abençoado, ou quê? Em precisamente dois meses, tivemos de fazer tudo e em velocidade relâmpago. Ora, começámos as obras e limpezas a 14 de Maio, a 14 de Junho mudámo-nos definitivamente e a 14 de Julho nasceu a Teresa. Pode parecer giro, mas não teve piada nenhuma a instabilidade e a correria por que passei no fim da gravidez. O mais importante é que tudo correu bem e o essencial ficou concretizado atempadamente. Adiante!

Como devem calcular, neste período, não nos metemos com rococós e todos os aspectos de aprimorar a decoração ficaram em segundo plano. Os detalhes ficaram em stand by (nem vale a pena falar em obras de remodelação para coisas que estão boas mas não são lá muito bonitas), fomos relaxando e houve detalhes simples que nos faziam imensa confusão ao início mas que acabaram por ficar esquecidos no meio de tudo o resto.

Por exemplo, o tapete de entrada.

A sério, não queiram ver a coisa horrorosa que tínhamos à porta quando viemos para cá e que se deixou andar por ali. Queríamos muito substituí-lo, mas procurávamos algo especial (tínhamos uma ideia específica, até) e o malfadado objecto não estava assim em tão más condições que necessitasse de substituição imediata.

rascunho noc noc
Eis o belíssimo rascunho que enviei à Noc Noc.

Entretanto, conheci a Noc Noc – Tapetes com Pinta, mostrei ao Luís e começámos a namorá-los. Gostámos muito da fofura de todos os tapetes e ainda mais do facto de serem portugueses e personalizados manualmente. Ainda assim, queríamos algo tão específico que não imaginávamos que fosse exequível – Cuidado com os donos!, queríamos nós no nosso tapete e a alusão à nossa família de humanos rabugentos, da qual também faz parte a Mati, que é a nossa gata endiabrada. Assim, avisam-se logo os potenciais chatarrões que possam tocar à campainha.

Como perguntar não custa nada, fiz um rascunho para enviar à marca, a expor o que me pairava na cabeça para ver o que era possível fazer. Mal se entendia que o meu boneco era um gato, mas mesmo assim a Maria e a Matilde foram umas fofinhas – não gozaram com o meu desenho e foram cozinhar a ideia. Não imaginam como fiquei feliz quando vi o projecto que me enviaram de volta, de tão lindo que ficou! Nem eu tinha imaginado que sairia algo tão espectacular.

noc noc
O projecto que a Noc Noc fez com base no meu rascunho – merecem um prémio por aturar a chaladice de gente tonta como eu!

E ficou determinado o fim do tapete velho e feio, que foi despachado para dar lugar ao Noc Noc mais lindo de todos!

A ter em conta: o tapete fica mesmo à medida da ombreira da minha porta (duvido que existam portas mais estreitas), por isso não tenham medo que seja grande de mais; tem um revestimento anti-derrapante por baixo; a estampagem está muito bem feita e não fica esbatida com a utilização.

Dentro do que já existe ou caso tenham uma ideia genial, não perdem nada em contactar a Noc Noc para terem aquele tapete txanã à porta da vossa casa e que vai deixar todos os vossos convidados/visitantes a cobiçá-lo.

Nós ficámos encantados com o nosso tapete, que tem mesmo muita pinta ♥

As minhas sabrinas do momento

zaxy

São as Zaxy Pop Heart, em azul.

Eu sei que já venho fora de horas, mas já sabem que sou assim e não há nada a fazer. Andei que séculos a namorá-las. Sabrinas confortáveis, diferentes do habitual mas, ainda assim elegantes. Ainda por cima, num material que é quase todo o terreno: é impermeável e facilmente lavável. Neste caso é, literalmente, ouro sobre azul!

O modelo não é novo, novo. Já tem alguns meses. O problema é que, quando estas Zaxy apareceram, não as trouxe comigo e depois nunca mais encontrei o meu tamanho em lado nenhum.

Surpresa! Na época dos saldos, que por sinal coincidiu com o meu aniversário, lá as desencantei (foi o marido que as avistou, na verdade) na Prof. Não sei muito bem como se deu o fenómeno, mas agradeço aos anjinhos e desde que moram comigo quase me esqueci que tenho toda uma colecção de sabrinas à minha disposição para usar.

É simples: gosto muito destas e as cores ficam bem com praticamente toda a roupa que tenho vestido ultimamente. Só por este motivo, já valeram totalmente a pena.

Boas, bonitas e baratas, querem melhor? É por estas e por outras que apregoo aos sete ventos as qualidades das Zaxy, Melissa e afins.

Calçado de borracha tem tudo para correr mal se queremos vestir-nos de forma elegante, mas neste caso corre sempre tãooo bem!

Mark by Avon

mark avon

Na semana passada, tive o privilégio de comparecer na apresentação da linha Mark da Avon, acabadinha de chegar ao nosso país.

Em jeito de lembrete, em tempos fui revendedora e, mais importante ainda, ávida consumidora da marca. Gostava de estar a par de todas as novidades e experimentar tudo o que podia. Acredito que se queremos vender um produto, temos de o conhecer bem de antemão. Não iria ficar muito contente se uma das minhas clientes comprasse algo que, no fim, a deixasse desapontada!

Para além do que surgia por cá, gostava de bisbilhotar o que existia no estrangeiro e babava com os lançamentos da tal linha Mark (que já existe há quinhentos mil anos noutros países). Imaginem o meu entusiasmo agora!

mark avon

Ainda não tive a oportunidade de testar muitos produtos, mas estou ansiosa e espero que tragam para Portugal boas novidades. Do que vi, fiquei contente com algumas coisas, mas não posso deixar de referir que fiquei decepcionada quando descobri que, afinal, alguns itens já existiam e apenas passaram por uma mudanças de imagem. E se, indiscutivelmente, alguns deles eram muito bons, outros deixam a desejar e mais valia terem desaparecido dos catálogos.

Gostava que esta novidade fosse mesmo, mesmo nova, até porque quem não se actualiza devidamente corre o risco de perder terreno. Num mercado onde cada vez há mais opções de boa qualidade a baixos preços em lojas físicas, é pena que algumas marcas de venda directa por catálogo não invistam em melhorar. Digo-vos isto sem qualquer intenção de parecer ingrata, já que sabem perfeitamente que sou cliente (e hei-de continuar a ser) da Avon há séculos.

mark avon

Resta-me tecer comentários relativamente ao que me passou pelas mãos, a ver se ajudo alguém nas compras:

  • Invistam nos batons (falei deles aqui – esta cor até existe na nova linha, aqui e aqui); máscara; verniz; lápis de olhos em gel (são dos meus preferidos e já os mostrei neste post).
  • Desistam dos lápis de olhos clássicos, aqueles que têm uma esponjinha no terminal, são muito rijos e pouco pigmentados; das sombras em creme, que também são rijas, pouco pigmentadas e não ficam homogéneas na pele.

É Carnaval, ninguém leva a mal!

bebé carnaval

Tinha mesmo de mostrar a minha Minnie. Porque eu nem era eu se não mostrasse à minha filha, logo de pequenina, o que é o Carnaval. Porque ela pode ser 7 meses de gente, mas já alinha nas minhas macacadas. É uma vaidosa, é a minha princesa!

Para quem diz ah e tal, que é difícil encontrar disfarces de Carnaval para bebés: ilustres, do pouco se faz muito! Encontrámos um vestido com saia de tule a 3.99€ na H&M (há-de servir para outras trapalhadas), as orelhinhas com laçarote comprámos no chinês – vinham numa bandolete, mas a minha mãe retirou-as e coseu numa fita de cabelo. O casaco (feito pela minha mãe para mim, já tem quase 30 anos!) e os collants (e os sapatos, aqui estava descalça mas usa sempre sapatos tal e qual gente crescida) são da roupa que veste normalmente.

Ficou ou não ficou a Minnie mais amorosa de todas?

E agora, vá, vamos tod@s limpar a baba e seguir com as nossas vidas.

Amostras L’Oréal para vocemecês

Experimentar coisas novas é bom, se for grátis ainda é melhor.

A L’Oréal Paris lançou recentemente três máscaras de argila diferentes para dar resposta às necessidades de todos os tipos de pele. No mínimo, a abordagem é interessante, já que as argilas são um ingrediente natural utilizado há séculos para este propósito e actualmente são cada vez mais as marcas a “simplificar” e ir buscar o bom que já existe ao invés de nos impingirem novidades que não são tão boas assim.

mascara argila

É claro que o mundo da cosmética está sempre a evoluir, há sempre novas descobertas a surgir e nós gostamos, mas em equipa que ganha não se mexe e por vezes isso acontece com o que já conhecemos há muito. Mais simples que isto, embora possivelmente menos confortável (não sei, que também não experimentei), só se comprarem as argilas tal e qual como são numa ervanária.

Para quem quiser experimentar, se clicarem nas imagens abaixo podem pedir amostras deste produto gratuitamente. Depois digam o que acharam e se vale a pena!

Gravidez 101 – o que vestir?

roupa grávida
Com direito a duas barrigas na fila de baixo, à esquerda – a Patrícia e eu.

Pensavam que eu me esquecia dos assuntos da gravidez só porque a Teresa já está cá fora? Naninão! Se aprendi algo, tenho que partilhar. Por isso, não esperem que eu me cale porque vou querer ajudar quem se cruzar com estes posts em estado de graça.

Sabemos que, nalgum ponto da gravidez, a nossa roupa vai deixar de servir.

Pelo menos, boa parte dela. Apesar de, alegadamente, constar que a barriga de grávida só se nota muito mais tarde, aqui foi necessário começar a repensar o guarda-roupa logo às 7 semanas de gestação. Ainda o primeiro trimestre ia pela metade!

A verdade é que foi precisamente nesta altura que ganhei a maior parte do peso da gravidez. No final da viagem, foram cerca de 11kg a mais. Foi algo expressivo, especialmente se tiverem em conta que meço 1.58m! Assim sendo, sinto-me mais do que no direito de expor a minha opinião quanto ao vestuário a comprar na gravidez. Pode haver quem tenha outras opiniões (partilhem nos comentários, que é útil para todas!), esta é a minha.

A boa notícia é que não necessitam de comprar muita roupa.

Na secção de pré-mamã, digo. O resto depende um bocadinho do estilo de cada pessoa, mas eu diria que não vale mesmo a pena comprar muita roupa. Siga a missa, fiquem com os meus conselhos:

  • Na secção de grávida, comprem 1 ou 2 pares de calças do vosso tamanho, eventualmente leggings (eu não o fiz e arrependi-me). É mais do que suficiente e sempre se vão sentir mais confortáveis com uma peça que aconchega a barriga.
  • Em alternativa, se se sentirem confortáveis (foi o meu caso e só descobri lá para as 20 semanas), esta é a altura ideal para vestirem calças descaídas, daquelas que normalmente ficam horríveis e marcam pneus inexistentes. Calças descaídas! Eventualmente, no tamanho acima do que era habitual. O mesmo se aplica a calções, no caso de apanharem boa parte do Verão. Tudo descaído e folgadão abaixo da barriga.
  • Invistam em sutiãs, porque vão haver grandes mudanças. Dica para quem não tem umas mamas gigantes: experimentem sutiãs sem armação, pode ajudar a amenizar o problema da sensibilidade. Nesta fase, não se ponham a comprar sutiãs de amamentação. Esperem pelo bebé e pela subida do leite, aí é que vão descobrir o tamanho mais adequado. Nesses primeiros dias, o mais provável até é abominarem toda e qualquer roupa que possa estar em contacto com o peito. Quem vos avisa…
  • Cuecas de algodão em quantidades industriais. E aqui, decidam porque não há meio termo. Ou escolhem umas de gola muito alta que acompanhem a barriga de grávida, ou então umas descaídas. Conforto acima de tudo! Falando em cuecas, munam-se de pensos diários tipo algodãozinho e mudem-nos com frequência. Vão ter litradas de corrimento e não vão querer sentir-se desconfortáveis nem potencializar uma infecção!
  • Se vão atravessar o Inverno, não invistam em peças muito quentes porque vão passar o tempo todo cheias de calor. Optem por várias camadas de roupa mais fina e fresca. De nada!
  • No demais, utilizem a roupa normal, que estão muito bem. Só é preciso optar por peças mais folgadas ou com maior elasticidade, mas tenho a certeza que têm por aí muitas túnicas e vestidos que servem perfeitamente.

Por hoje, é isto. Se perderam o post sobre o calçado ou se já se esqueceram, podem vê-lo aqui. Se o assunto é meias/collants, também já partilhei aqui aqueles que foram a minha salvação em tempos de muito inchaço nas pernas!

O meu P9 Lite

huawei p9 lite gold

Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva. Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente. Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo. É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina, pelo que estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

huawei p9 lite gold

Optei pelo Huawei P9 Lite.

 De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries). É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem. A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado. Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois. Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

capas huawei p9 lite case cover
Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

Sapatilhas na berlinda

puma basket heart

Correndo o risco de me tornar repetitiva, tenho a dizer que não sou menina de calçado desportivo. Ou, melhor, não era. Nos últimos anos, parece que as marcas constataram que havia toda uma multidão feminina à espera que as malfadadas sapatilhas se tornassem bonitas. Porque de nada serve o conforto se depois os ténis não condizem com o resto da indumentária!

Ora recuperaram modelitos giros mas que andavam esquecidos, inventaram novidades que nos deixaram doidas e rendidas à cena dos sapatos de correr, enfim… Que levante a mão quem não acha piada nenhuma a um par que seja destas sapatilhas trendy a que me refiro.

Se, por um lado, os especialistas têm tido a decência e atenção de lançar modelos mais femininos e apelativos, que possam ser calçados no dia-a-dia sem parecer que vamos para um ginásio, o facto de ter havido uma clara adesão a este movimento democratizou a utilização dos ténis.

puma basket heart

Por mim falo: dou por mim a calçá-los mais vezes do que algum dia imaginei e em todas as colecções tenho visto novidades que me deixam a cobiçar mais um par. Desta feita, são os novos Basket Heart da Puma. Não são novidade, por si só. Nem sequer são nada assim de tão novo e espantoso, não fossem os atacadores largos de cetim em laçarote fazer a diferença. Nada que eu não fizesse já com outros ténis, botas e galochas. Mas, oooooh, vejam as cores novas em camurça! Nem sei de quais gosto mais. Por mim, vinham os cinza, mas também vinham os rosa!

Exagero da minha parte ou por aí também gostam dos Basket Heart? Investimos nos laçarotes ou em pompons de peluche, como já se tem visto por aí? Contem-me de vossa justiça.