Bolinhos de Manteiga

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Hoje trago-vos a minha receita dos tão aguardados e desejados bolinhos de manteiga que preparei e que fizeram sucesso, pois cá em casa querem que repita a dose e os bolinhos foram todos devorados no próprio dia. Aviso que é preciso ter atenção às medidas, porque não as controlei, foi tudo a olho!

Ingredientes

  • Margarina (2 barras de 100g, marcadas na embalagem)
  • 1 ovo e uma gema
  • Açúcar (+- 15 colheres de sopa)
  • Fermento (uma colher de chá)
  • Essência de baunilha (uma colher de chá)
  • Leite (umas 5 ou 6 colheres de sopa)
  • Farinha de trigo (eu fui metendo e mexendo até ter massa boa para mexer com as mãos sem colar!)

Preparação

Derreta a margarina e junte num recipiente com o açúcar. Bata até ficar uma pasta fofinha.
Junte o ovo e a gema com a baunilha à pasta de margarina e açúcar e bata de novo.
Junte o fermento e alguma farinha e o leite, vá batendo. Cuidado com a farinha: vá adicionando em pequenas quantidades e mexendo sempre com a colher de pau, até ficar com a textura semelhante à da massa do pão.
Estenda com o rolo da massa e corte com forminhas a gosto. Disponha num tabuleiro de ir ao forno bem untado com margarina.
Leve ao forno até ver que estão preparados, como na imagem acima.

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Cobertura (opcional)

Achei que os biscoitos ficavam muito simples e, então, decidi que não lhes ficava mal uma cobertura jeitosa de chocolate e glacé.

Chocolate

Derreta 150g de chocolate com meia colher de sopa de margarina em banho maria e está pronto a usar. Passado algum tempo, o chocolate seca e fica rijo de novo.

Glacé

Junte aproximadamente uma colher de chá de margarina derretida com uma colher de sopa de leite quente e mexa. Vá adicionando açúcar em pó (icing sugar) e mexendo até obter a textura adequada. Se quiser, pode adicionar corante alimentar. Tal como o chocolate, ao fim de algum tempo o glacé seca e enrijece.

Pode guardar os biscoitos, após arreferecem e secarem, por alguns dias.

Et voilá!

Compras de Carnaval

Hoje foi dia de compras para o Carnaval, visto que não encontrei o disfarce que queria (o que é que querem, nunca há kimonos!) e muito menos tinha tempo para o fazer. Assim, optei por mascarar-me de fada, que o disfarce é engraçadote e bem mais fácil de arranjar. E lá fui eu, Lisboa fora, à procura dumas asas, duma varinha de condão, dum maiô, de tule para fazer um tutu e de feltro para fazer o chapéu e forrar as sapatilhas. Por mais incrível que pareça, não consegui encontrar collants cor-de-rosa! Ah, e ainda trouxe uns bónus, porque a carteira permitiu uns passeios pelas lojas onde fui às compras.

1. Asas de fada da H&M (encontrei na secção infantil!).
2. Maiô cor-de-rosa Domyus, da Decathlon.
3. Varinhas de condão. À falta de uma, tenho duas. A da estrelinha veio da Claire’s. A outra, da borboleta, vinha junto com as asas da H&M.
4. Necessaire da Water Closet.
5. Fio com pendente da Minnie Mouse, da H&M, que andava a ser namorado há muito tempo.
6. Lip gloss Honey B da H&M.
7. T-shirt da H&M. Foi super barata e é bem amorosa, mas não espero milagres. Se após a lavagem não ficar grande espingarda, pelo menos serve para ir para a praia ou para andar de volta das coisas lá da terra.
8. Lápis para os olhos duplo, preto e rosa-choque da Claire’s.
9. Lápis para os olhos Dark Purple e Dark Turquoise da H&M.
10. Lápis para as sobrancelhas Dark Brown da H&M.
11. Tule rosa-choque e lilás e feltro magenta para fazer o tutu e o chapéu de fada.
12. Bandelete com lacinho rosa-choque da Claire’s.
13. Palete de sombras da Claire’s.
14. Verniz preto com purpurinas da Claire’s.
15. Óculos de sol da H&M. Hei-de comprar uns melhorzinhos daqui por uns tempos, apesar de já ter mais de dez pares!

Resta agora dedicar-me à costura e às invenções, porque na sexta-feira tem que sair desta casa uma bela fadazinha!

Dar é uma Dádiva

Há já algum tempo que andava a ponderar ser dadora de medula óssea. Ainda não se tinha proporcionado tal acção porque, para ser sincera, não estava bem esclarecida sobre o processo e não sabia sequer onde tinha que me dirigir para fazer a inscrição no banco de dadores de medula óssea. É uma vergonha, bem sei, mas em vez de ir pesquisar sobre o assunto, limitei-me a uma terrível ignorância que quase me levava a pensar que a dádiva de medula óssea era como a dádiva de sangue, em que a colheita é feita na altura em que nos dirigimos aos locais de colheita, e que era bastante arriscada para a minha saúde, pois tinha a ideia de que a extracção da medula era feita a partir de ossinhos frágeis da coluna vertebral.

Na aula de Biologia estamos a aprender coisas sobre mutações e cancros e, ao falarmos na leucemia, calhou em conversa entre a turma e a professora o tipo de tratamentos a que são submetidos os doentes leucémicos e, consequentemente, falámos sobre os transplantes de medula. Tal como eu, havia várias pessoas com dúvidas sobre este assunto, que foram esclarecidas pela professora Sarita, que até nos disse os hospitais onde nos podemos dirigir para nos tornarmos dadores de medula óssea. Um dos hospitais calhava-me em caminho, porque tinha assuntos para tratar lá. Assim sendo, juntei o útil ao agradável e fui ao Centro de Histocompatibilidade do Sul (CEDACE), no Hospital Pulido Valente.

Se ao chegar ao CEDACE ainda havia espaço para caberem em mim algumas dúvidas e incertezas, rapidamente fiquei à vontade ao ler o panfleto informativo que o segurança do pavilhão me forneceu, seguido de um inquérito simples que tive que preencher com dados relativos à minha saúde. De seguida, tive que aguardar até que uma senhora que era médica, enfermeira, ou qualquer outra coisa relacionada com as técnicas de saúde e análises me chamasse para recolher uma pequena amostra do meu sangue para analisar e, caso esteja tudo bem, introduzir os meus dados na base de dados de dadores de medula óssea.

Não saí do CEDACE mutilada ou coisa que o valha, pelo contrário! Saí de lá feliz por saber que posso salvar uma vida: se algum doente precisar da minha medula, os médicos entrarão em contacto comigo para que se façam mais análises que servem para comprovar que a minha medula é mesmo compatível com medula do doente. Passada essa fase, podem recolher as células de que precisam a partir do meu sangue (como quando vamos doar sangue!), e devolvem o meu sangue à corrente sanguínea ou, noutros casos, tenho que ser sujeita a uma pequena intervenção cirúrgica para, com umas agulhas especiais (não se sente nada, o dador é anestesiado), retirar a medula dos ossos da bacia, que irá recuperar nas duas semanas seguintes ao procedimento.

Dêem vocês também este contributo para a sociedade, salvem vidas!

Massa Chinesa à Preguiçoso

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Há dias em que não nos apetece fazer nada, nem cozinhar. Abrimos a porta do frigorífico e percebemos que temos que fazer o almoço se queremos comer. Ontem foi um desses dias, e reparei que havia massa chinesa na despensa e uma mistura chinesa, que veio por engano em vez da típica macedónia, no congelador. Surgiu-me então uma ideia que até saiu bem (os leitores já devem ter reparado que sou apologista do que é rápido e prático) e que serve para duas pessoas.

Ingredientes:

– Massa chinesa (duas meadas)
– Mistura chinesa (se preferir, corte cenoura, bambu, feijão verde, cebola e pimento em pequenos pedaços, junte rebentos de soja e coza)
– Milho, cogumelos, atum, carne ou qualquer outro ingrediente do seu agrado (neste caso apenas utilizei cogumelos enlatados)
– Azeite
– Molho de soja
– Meio caldo Knorr de galinha
– Margarina
– Sal qb

Procedimento

Coza a massa chinesa e junte-lhe o caldo Knorr.
Numa pequena frigideira ou wok com um pouco de margarina, frite a mistura chinesa e os ingredientes adicionais da sua preferência. Junte um fio de azeite e molho de soja e mexa bem. Retire do lume quando a mistura estiver cozinhada.
Junte a massa e o resto do cozinhado e mexa bem com o auxílio de dois garfos.

Cá está, uma solução simples à altura de um problema complexo!

A comida está na mesa!

P.S. – Fiquei bastante feliz por saber que as leitoras que comentaram não gostam de açúcar no chá!

Beba Chá!

Tea Love por Magdalena

Tal como denuncia este post no meu outro blogue, sou uma amante assumida de chá. Confesso que há dias em que até passo os limites do saudável, chegando a beber mais de 5 litros de chá. Não quero fazer de mim um exemplo para vocês, mas a verdade é que beber chá, nem que seja só uma chávena por dia, faz muito bem à saúde! Para além disso, há infusões que fazem milagres à pele das pessoas.

Se me perguntarem por que é que bebo chá, respondo que o bebo porque gosto, porque sim, porque faz bem, porque já não consigo passar sem o cheiro da chávena quente e o sabor a descanso. Bebo chá porque detesto café e porque o tenho de tal forma entranhado que já nem a água sem sabor me cai bem.

Há chás para todos os tipos de problemas e é fácil encontrar os benefícios de cada planta pela Internet, se bem que prefiro os livros que herdei dos meus avós (se alguém precisar de alguma ajudinha, posso tentar!). O meu chá preferido? É o chá verde! Arrepia-me e faz-me sentir nova por dentro. Atenção (e eu sei que há várias meninas que me lêem interessadas nesta matéria), porque o chá verde tem teína, que equivale à cafeína, para quem (como eu) não gosta de café, ajuda a evitar a retenção de líquidos e traz ainda outros benefícios visto que é um óptimo anti-séptico (e isto é bom para quem tem acne! Beba chá verde ou aplique-o na pele em compressas), melhora a circulação sanguínea, acelera o metabolismo celular e, por ser rico em anti-oxidantes, atrasa o aparecimento das rugas! E não, não tem que ser amargo! Eu não gosto de chá com açúcar, portanto este não é um problema para mim. Experimentem juntar-lhe um pouquinho de limão e vejam a grande diferença no sabor. Convém referir que esta é uma combinação super, porque segundo estudos que podem encontrar se fizerem uma pequena pesquisa, o limão vai ajudar o organismo a absorver os anti-oxidantes presentes no chá.

Se ainda não estiver doce como querem, podem ainda juntar mel, e esta é uma dica que se aplica a qualquer chá. Pelo amor de Deus, não ponham açúcar no chá, o vosso corpo não merece!

Nestes dias frios, até as pessoas que não bebem regularmente chá não dizem que não a uma chávena! Seja de que forma for, faça um esforço e beba chá, pela sua saúde!

MAS ATENÇÃO! – Se tem problemas de saúde, está a fazer algum tratamento médico ou está grávida e bebe chá, fale com o seu médico e pergunte-lhe que chás pode beber e quais são aqueles que deve evitar!

Massa de Coisas Boas

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Há uns tempos, comi uma massa muito boa que deixou imensas saudades de comer. Após eternidades de desejos daquela massa, e muita persistência, lá me explicaram o que é que tinha ido parar à panela e eu recriei o petisco aqui em casa para o almoço.
Ingredientes
  • Massa fusili multicolor (daquelas que trazem massa normal, laranja e verde!). Usei meia embalagem desta massa que comprei no Mini-preço (não queria fazer publicidade mas não me lembro mesmo da quantidade!)
  • Salsichas (uma lata de 6)
  • Cogumelos (uma lata grande)
  • Meia embalagem de peito de perú fumado fatiado (se for outro fiambre qualquer também serve!)
  • Meia embalagem de chourição
  • Uma lata (pequena ou grande, conforme queiram!) de milho
  • Dois pacotes de natas
  • Queijo ralado
  • Sal qb (Tenham atenção porque o fiambre, o chourição e os cogumelos já são meio salgados!)
  • Margarina
 Para fazer, não há mais simples:
  1. Meta o forno a aquecer previamente para a segunda parte do processo. Numa panela à parte, coze-se a massa. Cortam-se as salsichas, o chourição e o fiambre em cubinhos pequenos e fritam-se juntamente com o milho e os cogumelos numa frigideira previamente untada com margarina. Quando apurar, junta-se as natas e deixa-se o molho engrossar, juntando no final algum ketchup e molho inglês. Quando a massa estiver pronta, frita-se por um nadinha com um pouco de margarina.
  2. Num pirex, mistura-se a massa e o resto da comida, com a ajuda de um garfo. Polvilha-se o preparado com queijo ralado e leva-se o pirex ao forno até gratinar. Pronto está!

Bom apetite!