Coisas que os Aliens Raptaram #1 – Creme Chinês[:en]Things Aliens Kidnapped #1 – Chinese Cream

Alguém me sabe dizer o que é que aconteceu às latinhas minúsculas de creme do chinês, de bordas vermelhas e alguns desenhos, tanto quanto me posso lembrar, que a minha avó comprava nas lojas dos 300 ou nos chineses, meio amarelado e de cheiro intenso, que se metia na ponta do nariz quando estávamos a ficar constipados? Ficávamos logo nos trincos! Nunca mais vi coisa do género à venda. Os aliens devem ter confiscado tal engenho, porque não encontro nada disso nem nos chineses nem no Google. Alguém me elucida sobre tal assunto?

Agradeço que partilhem informações úteis sobre o tal creme milagroso!

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Does anybody know what happened to those tiny little cans filled with some chinese cream, which borders were red and they had some drawings? As far as I can remember, my grandmother used to buy it at dollar or chinese stores, it was kind of yellowish and its scent was intense, I remember it was used on the tip of our noses when we got coughs. We would get better in a blink! I never saw it again. I think aliens must have kidnapped this, because I cannot find anything about it in chinese stores or Google. Do you know what I am talking about?

Please, tell me if you know what this is!

Coisas Aleatórias

Margarida Canas
Fotografia por João Coelho

Sim, eu prometi que postava na sexta-feira e não postei, e vou continuar ausente nos próximos dias. Sabem que mais? Estou doente. E, aparentemente, estou de férias. Para não dizerem que eu fugi, e antes de me ir deitar, venho aqui responder a um desafio da Ana Rita, que consiste em partilhar convosco seis coisas aleatórias, linkar a pessoa que nos indicou, mostrar estas regras e indicar mais seis pessoas. Como eu sou do contra, não vou indicar ninguém mas convido quem quiser a responder a este meme.

1. Gelado – Ultimamente, ando com desejo de ir à Costa da Caparica comer um daqueles gelados enormes, bons, cheios de mariquices a decorá-lo e que deixam a carteira substancialmente mais leve, sabem? Bem que já me convidavam para um passeio vespertino na Costa…

2. Assertividade – Chamem-me os nomes que quiserem. Como sabem (e se não sabiam, passaram a saber), é nas férias da Páscoa que os alunos que terminam o Ensino Secundário vão naquilo a que chamamos viagens de finalistas, e que na maior parte dos casos, para mim, não passam de um eufemismo que quer dizer “semana em que apanhamos grandes tosgas, não fazemos rabo e fornicamos com qualquer coisa que se mexa e que poise no nosso leito”. Esta é a minha opinião, e visto que não houve opções de viagem decentes, como Paris, Londres ou Andorra, ou qualquer outro sítio onde se faça algo minimamente útil, decidi ficar em casa. Para apanhar bebedeiras e ter piscina à porta, mais valia ter ido para o Algarve, que saía bem mais barato!

Mas não querendo desviar-me da palavra chave – assertividade – que se traduz na capacidade de saber dizer “NÃO”, ponho-me a pensar e alongo-me em grandes diálogos com os meus botões sobre quantas alminhas infelizes é que vão sofrer e arrepender-se, seja de que forma for, lá nos belos destinos das viagens de finalistas, como Lloret de Mar, La Manga ou Palma de Maiorca. Juro que fico preocupada e envergonhada pela imagem triste que passam do nosso escalão etário.

3. Hemograma – Não, não é nenhum teste que nos mostra se somos emos ou não! Da última vez que tentei doar sangue, fui rejeitada como dadora porque tinha os níveis de hemoglobina baixos, apesar de a médica ter dito que eu não estou anémica. Como eu sou uma pessoa bastante preocupada com a minha saúde e com tendência para a hipocondria, exigi à minha médica que me passasse um hemograma, pois não percebo como é que isto aconteceu e quero resolver o assunto. Amanhã, lá vou eu levantar o resultado do exame.

4. Reciclagem – Mal de uns, bem de outros. Sou o tipo de pessoa que podemos etiquetar com um letreiro gigante na testa a dizer “ferro-velho”, porque guardo tudo e nunca deito nada fora. Quero com isto dizer que sou o tipo de pessoa que não tem vergonha nenhuma de recolher alguma “relíquia” que encontre no lugar dos monos, ao pé do ecoponto. No sábado passado encontrei uma pilha enorme de livros ainda em condições de serem lidos ao lado do papelão e fiz a minha selecção: ainda ganhei meia dúzia de livros! O belo do namorado, que estava comigo a passear o canídeo, fez caretas e ficou envergonhado. Ah, magano! Quero com isto pedir às pessoas que não deitem o que pode ser útil a outras pessoas nos contentores, deixem as coisas acomodadinhas ao lado dos contentores! Ah, e não tenham vergonha de recolher algo que não está estragado e que pode dar jeito! Acreditem, já encontrei uma máquina de costura funcional e um candeeiro de pau preto em óptimo estado de conservação no sítio dos monos!

5. Exames – Faltam praticamente dois meses para os Exames Nacionais e eu nem sei por onde me agarrar, visto que tenho quatro exames, muita matéria para estudar e pouco tempo para actuar!

6. Part-time – Alguém me arranja um em Julho? Um em que eu não esteja a recibos verdes? Por favor, na área de Lisboa! Não sou esquisita e sei descascar batatas e lavar a loiça!

E é tudo por agora, dêem às vossas pessoas umas belas férias da Páscoa!

Eu Cá Não Sou de Intrigas, Mas…

Nós bem que temos os nossos receios na mudança do gás cá de casa para gás natural e queremos aguentar ao máximo sem mudar por todos os motivos e mais alguns.

Numa tarde destas, diverti-me a fazer coisinhas lindas em massa FIMO em casa de amigos. Para quem não sabe, esta massinha é tipo plasticina, moldamos o que queremos e dá para fazer coisas bem bonitas, com a vantagem de, depois de ir ao forno durante algum tempo, enrijecer e tornar-se bastante resistente. O que não esperávamos era que nos saíssem os planos furados. Eu, que estou farta de fazer fornadas de tudo e mais alguma coisa de massa FIMO e de ser bem sucedida, fiquei pasmada quando olhei para o  maldito forno e vi tudo queimado e derretido. Desliguei-o e abri a porta e nem queiram imaginar o pivete que se espalhou no ar, ainda por cima aquela nhanha é tóxica! Tirei o tabuleiro para fora, coloquei-o debaixo de água e quando consegui agarrar nos bonecos… Estavam esponjosos! Fiquei sem perceber porquê, seria do gás natural? Não tinha muita lógica, mas ok.

Mais tarde, quando foram fazer bolos de laranja e os meteram a cozer no forno, na temperatura mínima… Aconteceu o mesmo! Muito antes do previsto, os bolos tinham queimado!

Conclusão: há algo errado com as mudanças do gás, algum tubo mais aberto do que devia, alguma ligação mal feita, sei lá! Fica o aviso: se mudarem para o gás natural, atenção ao fogão/forno!

Vá Lá, Vamos Deixar-nos de Preconceitos e…


Quer-me cá parecer que estas calças à aladino que se vêm usando desde o verão passado dão também bons vestidos! Aliás, quando as vi à venda pela primeira vez à venda… Pensei mesmo que fossem vestidos! Mas não. São calças super confortáveis que podem ser convertidas em vestidinhos bonitos que se usam com correntezinhas bonitas ou cintos na cintura!

Though, desde que comecei a vesti-las fui sempre usando como peça única. Hoje decidi ir para a escola assim, “só de calças”. E houve várias pessoas que gabaram o belo do vestido. E quando eu lhes disse que, na verdade, se tratava de calças à aladino? Passaram-se…


P.S. – Tire o cavalinho da chuva se tiver maminhas grandes ou se não tiver cintura, é que isto usa-se mesmo tipo cai cai e não oferece grande suporte ao peito. E se não houver cintura… Cairá no risco de parecer uma saca de batatas!

Luta na Lama[:en]Green Clay Mask


Ou máscara de argila verde! Ou máscara de outra argila qualquer (qualquer, salvo seja!). Eu venho falar da argila verde porque é aquela que eu uso, pois apesar de não ter a pele muito oleosa, a verdade é que volta e meia aparece uma ou outra borbulha e os pontos negros vão aparecendo às resmas se não der conta deles. E, posto isto, conclui-se que a argila verde é adequada a peles normais a oleosas, com tendência acnéica. Se este não é o seu tipo de pele, pesquise sobre argilas branca, rosa e amarela (se fizerem questão, posso falar sobre elas mais tarde!).

Eu falo por mim: os resultados desta maravilhosa máscara caseira são mais que visíveis: menos imperfeições, vê-se (e sente-se!) que a pele fica mais macia e as borbulhas e os pontos negros tendem a aparecer com muito menos frequência. Aplica-se a máscara uma ou duas vezes por semana.

Não é novidade para ninguém que eu sou apologista do que é bom, básico e barato. Neste caso, não mudei de lema: a argila verde pode ser encontrada em ervanárias e supermercados ao preço da chuva mijona (não chega aos 2€ por kg). Existem máscaras já preparadas à venda, mas são muito mais caras e nunca as experimentei. No caso desta argila em pó, tem que se ter cuidado: deve ser guardada num local seco e fresco e, depois de cada uso, convém fechar bem o pacote.

Como preparar

1. Existem milhentas maneiras de preparar a argila: com infusões, com água destilada, por aí fora. Façam vocês a experiência! Eu uso chá verde bem concentrado a ferver – deito uma pinguinha num recipiente pequenino (tipo as tigelinhas dos patés) de vidro.
2. Vai-se adicionando argila, cautelosamente, e mexendo com uma colher ou vareta de vidro, madeira, ou plástico. Diz-se que quando a argila entra em contacto com metais altera a sua radioactividade, o que não sei se é verdade ou mentira. Por precaução, prefiro ter esta indicação em conta.
3. Quando a máscara tiver a textura ideal, nem líquida nem em pedra, aplica-se por todo o rosto, à excepção dos lábios e contorno dos olhos, com um pincel bem macio.
4. Deixar repousar. Nesta altura, convém não falar nem mexer muito o rosto, sob o risco de deixar rachas na máscara e esta não fazer efeito em alguns sítios.
5. Quando a máscara estiver seca (e por esta altura vai ser como se tivessem a cara engessada!), retirar com água morninha.
6. Aplique o seu creme hidratante de eleição e seja feliz!

Espero ter sido útil!

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Or any other clay mask (any other, heh). I am here to talk about green clay because i tis the one I use, because though I do not have extremely oily skin, the truth is that sometimes there is an annoying spot and blackheads keep on appearing everyday if I do not take care of them. So, green clay is good for normal to oily skins, specially if they tend to have acne. If this is not your skin, take a look at white, pink or yellow clays (if you wish, I can talk about them later).

I speak for myself: the results of this wonderful mask are more than visible: less flaws/blemishes, you can see (and feel) that the skin turns to be softer and the spots and blackheads tend to appear less frequently. You can use this mask once or twice a week.

It is not new that I am apologist of what is good, basic and cheap. In this case, I did not change: you can find green clay in nature stores and supermarkets for less than 2€/kg. There are also ready to use green clay masks, but they are so much more expensive and I never tried them. Powder clay needs to be kept in a fresh and dry place and after each use you must make sure you keep the bag well closed.

How to prepare

  1. There are lots of ways to prepare clay: with infusions, distilled water, so on. Try it yourself! I use hot and concentrated green tea – I only need something like a spoon in a small cup.
  2. Add the clay, carefully, and mix with a glass/wood/plastic spoon. It seems that clay can become radioactive if it gets in touch with metals, which I do not know if it is true, but I prefer to play safe.
  3. When the mask has a good texture, nor liquid or too solid, apply it over your face, avoiding lips and eyes, with a soft and clean brush.
  4. Let it settle for something like 20 minutes. You will not want to talk or move your face too much in risk of crackling the mask.
  5. When it has dried out, rinse your face with warm water.
  6. Apply your mosturiser and be happy!

Absurdo

O que vocês não sabem é que ananás é comida para porcos. É daquelas coisas que nem toda a gente sabe, só os sábios. Por isso, não comam bifanas à terça-feira, ou morrerão de indigestão. E já que falamos de cães, aproveito para vos contar que hoje os ovos estrelados tinham três gemas azuis e sabiam a pudim flã, não fosse dar-se o caso de a avó Teresa se chamar Via Láctea por causa dos meteoritos que choveram ontem no gabinete do director da escola quando ele jogava ao galo com a gata preta que imprimiu no intervalo. Para agravar a situação, resta dizer que amanhã vamos ter uma noite de sol e que começa oficialmente a época propícia à sementeira de rebuçados Dr Bayard no quintal da Dona Anita, que é mãe da Virgem Maria e avó do D. Afonso Henriques e da Beatriz Costa, a senhora da franjinha que se casou com senhor Ramsés.

Se, por ventura, virem as galinhas que fugiram do circo, digam-lhes que eu telefonei a avisar que o milho se perdeu pelo caminho e que vão ter que passar na churrasqueira e trazer dois frangos assados para comermos ao almoço com o arrozinho que plantei há bocado. Aviso ainda que não andem descalços pela rua porque os senhores da meteorologia informaram que andam à solta umas minhocas que cantam o fado e fazem xixi no meio do passeio quando as pessoas dizem “banana”!

O que É que a Guida Traz na Mala? #2

Minha Mala What's In My Purse

1. Ah, a mala! Esta é grande e preta, de vinil, não a conseguem ver toda mas dá para imaginar. Era da minha avó, veio dos Porfírios. A sério!
2. A minha necessaire. Este veio da secção infantil da Zara Home há coisa de um ano.
3. Óculos de sol da H&M, porque o sol que apanho ainda não justifica o uso de uns óculos de sol como deve ser.
4. A minha máquina fotográfica digital. Anda sempre comigo!
5. “Coraline e a Porta Secreta” – porque depois de ver o filme, fiquei com vontade de ler o livro.
6. A minha carteira da Hello Kitty.
7. O meu porta-moedas da Lanidor.
8. O meu telemóvel.
9. A minha agenda da Hello Kitty com a esferográfica Agatha Ruiz de La Prada.
10. O meu MP3.
11. Lenços de papel.
12. A minha pen.
13. A minha esferográfica Hello Kitty.
14. O meu bloco de notas zebra.
15. O creme das mãos Aseptine Cire.
16. Porque as constipações dão cabo da gente, Halls!
17. A caixinha do batom do cieiro, com o batom lá dentro.
18. Revista Artes Decorativas de Feltro e Trapilho.

Coraline e a Porta Secreta

Se vos apetece ir ao cinema e não sabem o que ver, vejam “Coraline e a Porta Secreta”. Se não vos apetecer ir ao cinema, vão na mesma!

Este filme foi uma grande (e boa!) surpresa para mim. Primeiro, porque ao ver o anúncio na televisão, não despertou a minha atenção. Pensei que fosse um filme tolo para pessoas pequenas. Depois, e porque no IMDB o filme tem uma boa pontuação e portanto a história tinha que ser boa, o filme é em 3D, o que nos faz pular para dentro do filme.
Confesso que a minha última ida ao cinema foi uma das melhores, senão a melhor! Tudo neste filme é lindo! Vejam-no e depois dêem-me razão!

Resta-me agora sonhar com o gato que se chama gato e que é esmifradinho e fofinho ao mesmo tempo, resta-me sonhar com o outro mundo perfeito da Coraline e esquecer o que aconteceu a seguir!

Sacher Torte ou Bolo de Chocolate Austríaco

Ah, este hoje não tem foto mas quer-me cá parecer que foi porque quando o fiz… Desapareceu em menos de um fósforo. Ora, e pergunta quem não sabe, qual é a diferença entre um bolo de chocolate normal e um bolo de chocolate austríaco? E eu respondo: o bolo de chocolate austríaco é meio amarguito por fora, é muito bom! A receita deste foi apanhada na Internet e aldrabada por mim. Quando o fizer de novo, mostro a foto do dito.

Ingredientes

– 8 Ovos
– 300g de Margarina
– 300g de Açúcar
– 600g de Chocolate de Culinária
– 3 Colheres de Sopa de Cacau
– 300g de Farinha de Trigo
– 250g de Doce de Damasco

Como Fazer

1. Coloque 300g do chocolate a derreter em banho-maria. Aqueça o forno a coisa de 150ºC-180ºC.
2. Bata as claras em castelo e junte-lhe 100g de açúcar. Bata de novo.
3. Noutro recipiente, bata as gemas e o resto do açúcar. Quando ficar cremoso, junte-lhe a margarina. Bata, vá juntando o chocolate e batendo. Junte o cacau, continue a bater.
4. Numa forma untada com margarina (as formas redondas são mais bonitas!), deite a massa e leve ao forno por cerca de 1h. Vá espreitando para ver quando é que o bolo está pronto. Se for necessário, vá espetando um palito!
5. Coloque os restantes 300g de chocolate a derreter em banho-maria com uma colherinha de margarina.
6. Quando o bolo estiver pronto, retire-o do forno, deixe-o arrefecer e corte-o em duas ou três partes na horizontal. Recheie-o com o doce de damasco.
7. Depois de composto o bolo, cubra a torta.
8. Este passo é opcional. Ao servir, pode polvilhar o bolo com açúcar em pó ou servir com chantilly. É ao gosto do freguês e segundo o que a imaginação do cozinheiro permitir!

Bom apetite!

A Guida é que Entende de Caracóis!

Enquanto pessoa que tem um amontoado de lã rebelde em cima da cabeça, devo dizer que nem sempre foi (e nem sempre é!) fácil tratar do cabelo por causa dos caracóis. No entanto, e porque a prática leva à perfeição e a minha mamã nunca me explicou o que é que havia de fazer para sair à rua sem parecer que trazia um ninho em cima e porque o que funciona para os outros nem sempre funciona connosco, venho aqui partilhar a minha experiência e espero conseguir ajudar alguém.

1. Menos é mais. Comecemos por falar do banho. Sou o tipo de pessoa que tem a pele bastante sensível e que não pode usar qualquer champô nem ao desbarato. Assim, tento usar o mínimo possível de “detergentes” na cabeça. Prefiro os champôs de bebé, Lactacyd (sim, so what?), ou produtos de cabeleireiro (mas as marcas como a Skala convêm mais ao meu bolso e são igualmente boas!). Pessoas sensíveis, cuidado com os rótulos e essas coisas! Publicidades enganosas? Longe da gente. Pantene e Fructis, em especial, deixam o meu couro cabeludo a arder e a descamar!
Posto isto, e na hora de fazer o cabelo espumar, basta uma quantidade minúscula de champô e um pouco de água para lavar bem o cabelo. Acreditem, o meu cabelo já dá pela cintura quando está esticado e uso apenas o equivalente a uma colher de sobremesa de champô no duche. Ah, resta referir que também é para aplicar amaciador e que este ritual de lavagem só deve ser feito uma ou duas vezes por semana.

2. De 15 em 15 dias, mais coisa menos coisa, convém aplicar uma máscara específica para hidratar o cabelo e reparar as agressões diárias! Novamente, Skala é amiga do bolso e é muito boa! Podem sempre optar pelas máscaras caseiras (se quiserem, posto receitas!).

3. Pentear, pentear. Diz-se por aí que não se deve pentear o cabelo molhado porque o parte todo. Ora, quem diz isto é porque não tem caracóis! Para mim, é impossível passar uma escova quando o cabelo está seco, até porque ficaria semelhante a uma vassoura! Pentear é sempre depois do duche, com a ajuda de um creme de pentear, se for necessário! À falta de creme de pentear, um pouquinho minusculuzinho de óleo de bebé ou de creme hidratante espalhado nas mãos e aplicado pelas pontas fora (cuidado para não chegar às raízes! Há-de ficar parecido com uma salada cheia de azeite.). Dêem preferência aos pentes de madeira com dentes largos ou às escovas sem bolinhas nas pontas, se me faço entender!

4. Há que dizer não aos secadores e difusores!

5. Aplicar um pouco de espuma, ou gel. Eu prefiro espuma! E não venham com as tretas do costume que a espuma faz mal, temos é que saber tratar do cabelo!

6. Ora bem, por uma semana dá para molhar o cabelo no duche (eu faço-o todos os dias!) sem usar champôs e nhanhas dessas, e o cabelo vai ficar com um aspecto bem melhor!

Espero ter sido útil!