Pincéis & Companhia


Um dos dilemas das mulheres que gostam de maquilhagem é encontrar bons pincéis e que estes tenham um preço acessível.
Enquanto pessoa que gosta de reciclar e fazer trabalhos de Artes Decorativas, sempre tive que comprar pincéis dos feitios mais variados ou aproveitar pincéis já existentes quando não encontrava nenhum com um formato específico que correspondesse ao que eu precisava. Acreditem ou não, posso dizer que passei horas a ver pincéis em papelarias e lojas especializadas no comércio de produtos para as Artes. Assim, consegui eleger aquelas que são para mim as melhores marcas de pincéis e consegui ver neles outra utilidade, até porque ao longo do tempo fui acumulando pincéis novos na minha mala (é uma mala relativamente grande!) e pensei que, com tão boa qualidade, davam bons pincéis de maquilhagem. E não me enganei! Nem pensem que vou gastar balúrdios em pincéis na Sephora e na M.A.C. quando consigo arranjar pincéis melhores e mais baratos! Nas lojas de Artes (até na Papelaria Fernandes encontram pincéis bons!), conseguem encontrar de tudo: os pincéis para os azulejos e porcelanas são muito suaves, há vassourinhas e pincéis óptimos para blush e outros pós; há pincéis com todas as formas possíveis e imaginárias para sombras e batons. Se não houver, por que não puxar pela cabeça e aproveitar um pincel que dê para cortar as cerdas da maneira que quisermos? Quanto a marcas, gosto da Tigre e de marcas semelhantes (mas mais baratas!) como a Rodilux, por exemplo.

Outra maneira de arranjar um pincel janota à última da hora é esta que a Kah sugeriu há uns dias no Shampoo de Laranja: entre outras funcionalidades (vá, ponham a cabecinha a trabalhar!), podemos utilizar cotonetes para fazer o côncavo do olho, como podem ver no vídeo abaixo.

Agora, ponham mãos à obra e vasculhem o AKI, as papelarias e essas lojinhas e encontrem as vossas ferramentas de trabalho!

Ah, não se esqueçam de lavar os pincéis semanalmente, com champô para bebé, por exemplo! Divirtam-se!

A Guida Gosta de Experimentar à Altura da Crise

Hoje foi dia de levantar uma encomenda e de ir dar uma volta ao shopping. Como ida ao shopping que é ida ao shopping exige uma investigação do interior das lojas para que estejamos a par do que se passa pelo mundo das compras e das modas, não podia deixar de ir vasculhar a parafarmácia do Continente, que já andava a namorar há algum tempo. Estava larga de trocos, e decidi fazer um “investimento experimental”. Deixo-vos aqui a lista do que comprei (e já testei!).

1. Face Primer da Oriflame (8,95€) – Não é péssimo, mas já experimentei primers melhores. O da Sephora, por exemplo, parece-me uma boa alternativa e não é assim *tão* caro. No entanto, este primer usa-se. Vamos ver como é que se comporta no Verão.

2. Blush mineral da Essence no tom 04 Best Friends (3,69€) – Surpresa! Quem é que diz que não há boa maquilhagem ao preço da uva mijona? Amei o tom e o bicho é fácil de aplicar, e fica no sítio por muito tempo! Apliquei-o à hora de almoço, já andei mundos e fundos na rua e o blush continua no sítio.

3. Base Soft Touch Mousse Make-up da Essence no tom 01 Matt Sand (3,99€) – Outra surpresa! Alguém já usou a base Dream Matte Mousse da Maybelline? Penso que não preciso de dizer mais nada.

4. Rímel Wonder Lash da Oriflame na cor Black (6,95€) – Por preços mais baixos, já vi muitas opções melhores. O rímel da Eyeko ou um outro da Yves Rocher que comprei há uns tempos, são muito melhores e mais baratos. No entanto, este rímel serve para desenrascar. Provavelmente, ainda está muito fluído para que se veja o efeito apregoado na embalagem. Acontece com vários rímeis!

5. Corrector 3 em 1 Forget it! da Essence (3,29€) – Bem, serve para trazer na bolsa connosco e desenrasca bem. Mas não é espectacular!

6. Pó Compacto Silk Touch da Oriflame no tom Light (11€) – Bingo! Quando olhei para a cor do pó, tive medo que quando o aplicasse fosse ficar com cara de fantasma. Nem por isso! Conhecem o Blot Powder Pressed da M.A.C.?

Agora, vamos à parte mais interessante deste post. Aposto que a maior parte de vós nunca ouviu falar da Essence! E eu também só a descobri há pouco tempo, por acaso, na parafarmácia. E fiquei chocada com a variedade e com os preços dos produtos da marca! É tudo super barato, e em tempo de crise temos que saber virar-nos: não custa nada ir experimentando aos poucos, e olhem que fiquei bem satisfeita com o que trouxe! Dêem também uma vista de olhos, a marca tem de tudo: primers, correctores, sombras, rímeis, batons, vernizes, pinceis, lápis, cremes, tónicos e essas coisas todas que a gente gosta! E com embalagens bem bonitas!
Dizia eu que em Portugal não há bons cosméticos a preços bem amigos…

Medo do Canal 2

Há quem tenha medo do escuro. Há quem tenha medo de aranhas, de palhaços, medo das alturas, medo de cães. Há as pessoas que têm medo de coisas que é normal ter medo e as pessoas que têm medos “estranhos”. E é a este segundo grupo que eu pertenço, ou pertenci.
Quando era pequena, muito pequena, talvez até aos meus três anos, tive um medo de estimação que ninguém entendia. Para mim, o Canal 2 da RTP era um bicho de sete cabeças que me dava pesadelos e comichões! Agora, riam-se à vontade que eu não me vou zangar convosco.

Andei à volta na Internet por um bom bocado à procura do logótipo que me dava cabo da vida quando ainda usava fraldas e aí o têm acima enquadradinho numa bela televisão (sim, eu tinha que deixar as coisas minimamente catitas! Ou eu não me chamo Joana Margarida.).

Quando eu era pequenina, não podiam mudar para o Canal 2. Se o fizessem, eu desatava a chorar.
Quando eu era pequenina, tinha pesadelos com o Canal 2. Não os imaginam? Então, vêem aquele dois muito bonitinho, manuscrito, a giz? Eu sonhava que tal criatura me perseguia e fazia maldades.
Quando eu era pequenina, apertava muito as mãos e encolhia os dedos dos pés com medo do Canal 2.
Quando eu era pequenina e ia para a terra, havia uma televisão velha na sala onde eu dormia. Eu não podia passar-lhe à frente, porque começava a chorar. Eu não conseguia dormir decentemente naquela sala, porque sonhava que a televisão se ligava sozinha, mostrava pulgas e, de repente, quando eu menos esperava, saltava de lá o Canal 2. Para me fazer o quê? Adivinhem, MALDADES!

E por aí andou a história. Lembro-me que a minha avó me lavava as mãos com sabão azul e branco e dizia “já podes abrir as mãos, o Canal 2 já foi embora!”. Mas eu não acreditava, e continuava a chorar. Consta até que, na opinião da minha avó, eu estava possuída por demónios!
No meio desta encruzilhada, as pessoas cá de casa começaram a reparar que eu tinha muito (e quando eu digo muito, é muito mesmo!) medo do meu tio Quim. E ele metia-se comigo, com cara de mau e voz de monstro e dizia “olha o Canal Doiiiiiiiis!”. Calculem lá, aí é que a porca torcia o rabo. No meio do medo, era o tio Quim quem me trazia mais desgostos. Até que certa alminha se lembrou que, uma vez, o tio Quim apareceu algures no Canal 2 e a gente cá em casa tinha assistido ao programa, penso eu. E, zás, desmistificou-se o motivo de tamanha confusão: o tio Quim era o “culpado” pelo medo do pobre e infeliz canal de televisão. Mas o medo manteve-se.

Mas, perguntam vocês, como é que terminou este drama?
Certo dia, a mãe Guida, farta de tamanha parvoíce e muito, mas mesmo muito, passada da marmita, fez um ultimato à filhinha pequenininha bonitinha, que sou eu: “Joana Margarida, ou páras com a porcaria do medo do Canal 2 ou levas!”.

E parece que o recurso ao argumento ad baculum resultou. Até hoje, não voltei a ter problemas com canais de televisão nenhuns. Quanto ao tio Quim? Ah, a cara de mau é a mesma que há mais de 15 anos, mas também já não me alarma com a história do Canal 2!

Hoje a Guida Não Sabe de Nada


O que é que se faz ao cabelo assim, encaracolado, quando já nos dá pela cintura?

Não quero mais franjas. Não sei se o corto (pelos ombros, talvez?), se o deixo crescer… Não sei o que lhe vou fazer. Só sei que um dia vou experimentar pintá-lo de preto (ou não!).

Aceitam-se conselhos, opiniões e testemunhos. Gostei de ver o cabelo da Rita mas não tenho tenho coragem de fazer o mesmo. Se ia sobreviver sem poder fazer tranças, rabos de cavalo e outras coisas bonitas? Hum, não me parece…

 

Provavelmente, estarei mesmo a falar de coisas dos aliens para muitos de vós. Gostava de vos poder mostrar uma música, ou de a relembrar aos leitores mais velhos. Costumo dizer que quando uma música existe, está no Youtube. Mas esta não está! O disco existe cá em casa, e é dos La Pandilla. Quando era mais nova, lembro-me que até fizeram uma cover da música, acho que foram os Onda Choque, e toda a gente a cantarolava por aí. Eu, como tenho um papá jeitoso que tem uma grande colecção de discos, não podia ter em falta este disco no meu repertório. De certeza que já ouviram a “Achilipu” algures. Pelos vistos, os alienígenas raptaram-na da Internet!

P.S. – Olha a malvada aqui!

A Camila é que Sabe Desenrascar

Para quem não conhece, a Camila é maquilhadora profissional é a dona do DIY FOR VIXENS (há também um canal no Youtube cheio de tutoriais!), que é um blogue que vale a pena espreitar, cheio de dicas e outras coisas importantes sobre maquilhagem.

Num destes dias, a Camila explicou como é possível curvar as pestanas à moda antiga, sem reviradores e coisas da mesma família, como podem ver no vídeo abaixo.

Não menos importante, depois das pestanas reviradas e aperaltadas com rímel, é a matéria da limpeza. E neste ponto a Camila também nos ajuda. Para começar, é preciso óleo de amêndoas doces puro (sem cheiros nem outras coisas XPTO. Há bonito e barato na farmácia ou no supermercado, por menos de 1€ o frasco), champô Johnson’s Baby (para evitar que os olhos ardam!), algodão e água corrente. Depois, faz-se assim:

1. Num algodãozinho, derrama-se uma pinga de nada de óleo de amêndoas doces e vai-se retirando a maquilhagem dos olhos até que esta desapareça totalmente. Se for preciso, pode ser utilizado mais óleo, mas cuidadosamente e em pequenas quantidades (ninguém quer ficar com óleo nos olhos nem com a cara toda pingada!).
2. Quando o trabalho do óleo de amêndoas doces estiver feito, lava-se a cara com água e usa-se o champô para lavar a área dos olhos e as pestanas. Assim, acaba-se a ditadura da cara de palhaço quando acordamos de manhã e ficou algum resto de maquilhagem do dia anterior, por mais que tenhamos tentado limpar!

Obrigada, Camila!

Conspiração Católica?

Tal como muito boa gente por aí, eu também tenho uma terrinha. E venho cá passar todas as santas festividades porque é tudo mais bonito do que em Lisboa e porque temos de cuidar das nossas coisas por cá.

Em Mação, entre procissões e outras tradições, no Domingo de Páscoa é hábito o padre ou os diáconos ou outro representante da Igreja visitar as pessoas casa a casa e trazer a cruz com Jesus Cristo para darmos uma beijoca no ventre do dito cujo. Quem me conhece, nem precisa de imaginar a minha cara de nojo cada vez que penso ou falo neste assunto.
É claro que é muito bonito fazerem a visita pascal e trazerem o Senhor com eles e abençoarem as casas e essa lengalenga toda que vocês já conhecem. Mas imaginem a quantidade de doenças e micróbios que passam de boca em boca! Principalmente hoje em dia, que há tudo e mais alguma coisa maléfica a pairar no ar e ninguém conhece ninguém, e que temos todos os meios de prevenir doenças e que costumamos implicar por males bem menores. É claro que temos também a opção de tocar no Senhor na cruz, que é o que eu faço apesar de não ser católica. Mas as pessoas fazem-nos caretas feias! Lembro-me que quando a minha avó ainda era viva, há muito tempo, fui repreendida por não dar um beijinho ao Jesus:

– Ó Joana Margarida, então não dás um beijinho ao Senhor?
– Não, está porco!

E o padre disse:

– Não está sujo, menina! A gente limpa com um paninho!

Limpam com um paninho? O caraças é que limpam! Usam o mesmo lencinho minúsculo, sem desinfectante, durante todas as visitas, e limpam sempre com o mesmo sítio. Devo dizer que isto me faz imensa confusão porque é muito pouco higiénico e pode ser uma maneira de andar por aí a cultivar doenças pelo mundo fora!

E é nestas alturas que pergunto onde é que andam as autoridades competentes, a ASAE, o Ministério da Saúde, sei lá! Em vez de andarem a proibir a venda de muita coisa boa e que não faz mal a ninguém, não deviam intervir em casos destes? Ou será que é feio porque se trata da Igreja?

O Dilema da Sexta-Feira Santa

Hoje é Sexta-feira Santa e as pessoas não podem comer carne. Ou não devem, se acreditarem nesta história toda que roda à volta de Jesus Cristo e da cruz e dos apóstolos e as coisas todas que daí derivam.

Confesso que, apesar de ter ido à missa todos os domingos durante mais de 10 anos (porque achava bonito a minha avó ir à missa e lá para o meio dar uma moeda, apesar de ter que sentar e levantar constantemente ser uma grande tortura!), de ser crismada, de concordar com uma série de coisas e de valores que aprendi na igreja (não é preciso ir à igreja para adquirir certas capacidades que temos que ter para viver em sociedade!), sou agnóstica.
Na minha opinião, acho que não se adequa tentarmos incutir ideologias que requerem uma certa maturidade para que haja reflexão a crianças. Assim, por volta dos 15 ou 16 anos, deixei de acreditar e de apoiar muito do que tinha aprendido, passei a questionar o que me rodeia, o que teve um ênfase ainda maior quando comecei a perceber as patranhas dos pontífices da Igreja.
Sobre este assunto, ainda tenho que acrescentar o facto de grande parte dos católicos que conheço serem uma fraude. Não quero ofender ninguém: são uma fraude na medida em que vão à missa uma vez numa década, rezam quando estão em apuros e sem sentimento e muitos são pessoas pouco humildes. Assim, conheço pessoas muito mais “católicas” que estas, sem que sigam esta religião, ou mesmo que afirmem que não têm religião. Ser humano fica bem a toda a gente e, tenham vergonha, uma coisa que aprendi na igreja é que devemos dar sem esperar receber, e muitos dos católicos que conheço não aprenderam esta lição.

E é no meio disto e de outras discussões sobre este assunto que dá pano para mangas que acontece aquilo a que chamo o dilema da Sexta-feira Santa. Não acredito na história do católico praticante ou não praticante: ou somos católicos, ou não somos. E se somos, cumprimos certos hábitos desta religião (e o mesmo se passa com qualquer outra religião!), para além de sermos pessoas boas e pensarmos nos outros, como toda a gente deve fazer.
Cá em casa, os meus pais afirmam que são católicos, bem como os meus tios e primos e por aí fora. Acontece que há anos que não os vejo pôr os pés numa igreja nem dar o devido valor ao Natal e outras datas marcantes do catolicismo por aí fora.
No entanto, o meu pai diz que hoje não se pode comer carne cá em casa! Mas obriga-me a comer peixe. E eu contra-argumento:

1. O meu pai come peixe porque é bonito comer peixe neste dia e não atribui nenhum significado. Quando lhe perguntei por que é que se come peixe na Sexta-feira Santa, ele não me soube dar uma razão válida. Ora, cheira-me que se queria ser mais papista que o Papa, devia saber que a Quaresma é uma época de sacrifício pelos motivos que toda a gente sabe e a tradição seria fazer um jejum de toda a carne pelo menos durante a Semana Santa. Mas não sejamos tão extremistas, pelos vistos a maior parte das pessoas opta mesmo pelo suposto jejum só hoje.

2. Ainda assim, peixe é carne. É animal, é carne! É carne branca, bem sei, mas assim o peixe é tão carne como qualquer frango, com a diferença que são animais completamente diferentes! Se querem tanto fazer jejum à carne, hoje as mesas deviam ter comida vegetariana!

Junto ainda o facto de eu detestar peixe. Detesto a Sexta-Feira Santa!

Coisas que os Aliens Raptaram #2 – Ferrari Amarelo

“Carro amarelo!” – batam na pessoa que está ao vosso lado, mas levezinho e só uma vez. Este é um jogo parvo que o meu primo me ensinou e que consiste em dizer “carro amarelo” cada vez que vemos um carro amarelo, com excepção aberta aos táxis e autocarros, e bater no braço da pessoa que está ao nosso lado. Assim, apercebemo-nos da quantidade significativa de carros amarelos que andam por aí a circular!

Quanto aos ferraris amarelos, nunca vi um ao vivo. Como se fosse fácil ver por aí algum na estrada! Mas não quero com isto dizer que os aliens levaram o ferrari amarelo. O que eles levaram foi a música do Gabriel, o Pensador! Lembram-se daquela música que há uns anos atrás (era eu pequena!) se ouvia muito, principalmente na Rádio Cidade (agora Cidade FM, desde que uns portugueses parvos decidiram comprar a rádio para a assassinarem por completo, na minha opinião)? A que dizia “eu queria um ferrari amarelo”? Ora, experimentem procurá-la no Google e vão ver que encontram milhentas referências à música, mas vídeos ou ficheiros de música… Está quieto ou mau! Será que não é do Gabriel? O que é que lhe aconteceu? Elucidem-me!

Leitores, pessoal aí do Brasil, ajudem-me a perceber o que é que aconteceu ao ferrari amarelo do Gabriel!

A Guida Recomenda o Dove Wild Rose

Desodorizante Dove Wild Rose Deodorant

Ou Dove Hair Minimising, dizem vocês! Trouxe este desodorizante há coisa dum mês porque adoro os desodorizantes da Dove e nunca tinha visto este cor-de-rosinha à venda, pelo que resolvi dar-lhe uma oportunidade. Cheirei-o primeiro e amei! Cheira a rosas, mas não é nada enjoativo nem intenso. Coincidência ou não, pareceu-me estranho ter mais tempo entre depilações, porque os pêlos não crescem tão rápido. Segundo a página do produto, prometem que:

  • Nas primeiras aplicações, a pele das axilas fica mais suave e hidratada;
  • Após um mês de uso, o pêlo está mais fino e fácil de remover;
  • Com a continuação do uso, as axilas ficam livres de pêlos por mais tempo.

Os senhores não são mentirosos e eu só me apercebi do produto que tinha em mãos quando, há bocado, vi o anúncio do tal roll on na televisão! É verdade, o produto cumpre com o prometido, é uma boa aquisição!

Já o experimentaram? Digam de vossa justiça!