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Como se não tivesse dito vezes suficientes aqui pelo blog que sou da opinião de que os vestidos nunca existem em demasia nos nossos roupeiros, cá venho eu mais uma vez bater na mesma tecla e mostrar-vos um que, a manter-se disponível no meu tamanho, há-de vir morar comigo.

Seríamos muito felizes neste nosso matrimónio. Não me parece que seja loucura desejar um vestido tão bonito, tão trabalhado, de uma marca cuja qualidade já conheço há vários anos. A Derhy conquista-me pelos detalhes de todas as peças. Um dos meus vestidos favoritos, que lembra a roupa das princesas muito, muito antigas, cheio de pedrarias e feito com tecidos nobres, é desta marca. Na verdade, era uma túnica que a minha mãe comprou para ela, e como não gostou de a ver vestida, adaptámo-la para ser um vestido para mim (bastou adicionar uma faixa na cintura e elásticos nas mangas).

Voltando ao vestido da foto, para além de ser um óptimo aliado nos dias de preguiça em que não há paciência para nos arranjarmos, dado que é todo muito bem trabalhado e rico em pormenores, é uma daquelas peças de roupa que nos deixa com o ego num pedestal por nos deixar mais elegantes. O mérito é das partes laterais, que são completamente pretas e dão uma certa ilusão de magreza.

Por isso, agarrem-me que eu vou-me a ele, não sei o que lhe faço! Sei, sei, visto-o e não o tiro mais. É esse o risco.

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