Corneille
Corneille, por Rally Ae. Imagem recolhida no Deviant Art.

Marisa desafiou-me a responder a algumas questões sobre a minha relação com a maquilhagem e como achei piada ao desafio, vou responder.

1. Que idade tinhas quando começaste a usar maquilhagem?

Tanto quanto me lembro, e para mal das pessoas que gostavam de mim e tentavam evitar a todo o custo que fizesse tristes figuras – e que, por coincidência, eram as mesmas pessoas que me punham os “brinquedos” nas mãos, comecei a usar maquilhagem aos 13 anos.

É lógico que não saia para a rua carregada de base, mas um gloss, blush e sombra (muitas vezes de gosto duvidoso!) eram hipóteses possíveis.

2. Como é que te interessaste a sério pela maquilhagem?

Chega uma altura em que, quer queiramos quer não, somos influenciados pelo que os media nos mandam. Na sociedade em que vivemos, a imagem conta imenso, e a certa idade começamos a preocupar-nos em disfarçar imperfeições e destacar o que temos de bonito.

Aos 16/17 anos, comecei a preocupar-me com a maquilhagem em ocasiões especiais. Aos 18, seria incapaz de sair de casa sem usar sequer um pozinho. Aí, surgem as preocupações com os diferentes produtos, porque andamos sempre em busca da perfeição!

3. Quais é que são as tuas marcas favoritas?

Na questão qualidade-preço, gosto muito d’O Boticário no geral. Tem um leque variado qb de produtos, sempre simples e práticos de usar e servem bem no dia-a-dia.

Também uso bastantes produtos da Avon, que tem apresentado óptimas propostas nos últimos tempos. Gosto bastante da Make Up For Ever, e no que toca a bases a Vichy é a nº1.

4. O que é que a maquilhagem significa para ti?

Significa a possibilidade que toda a gente tem para uma aparência perfeita na medida em que escondemos o que não gostamos e destacamos os nossos pontos altos. Ou assim deveria ser!

5 . Se só pudesses usar apenas 4 produtos no teu rosto, quais seriam?

Tarefa fácil, pois normalmente é assim no dia-a-dia (visto não haver tempo para mais)! Base, blush, gloss e rímel.

6. Qual é a tua parte favorita na maquilhagem?

A que, infelizmente, acaba por ficar de lado visto o tempo ser necessário para outras coisas: brincar com cores.

7. O que é que achas sobre a questão produtos baratos (de supermercado) versus produtos mais caros (de perfumaria/de topo)?

Pessoalmente, o que interessa é ter um produto de boa qualidade. A marca é praticamente irrelevante, se tiver um bom preço ainda é melhor.

8. Qual é o conselho que podes dar a quem se inicia neste mundo?

Vão com calma, sem pressão, que as coisas acabam por sair naturalmente com a prática. Não sou nenhuma perita, e adoro quando vejo que progredi. Ajuda muito ouvir conselhos de quem percebe e ver as experiências alheias na Internet!

9. Refere uma moda em relação à maquilhagem que nunca compreendeste/gostaste?

Contornos dos lábios com cor mais escura que o batom. Feio, feio, feio.

10. O que é que achas sobre a comunidade de beleza no Youtube/Blogs?

Estas comunidades são de extrema importância, porque se há uns anos não tínhamos quase como aprender sobre estes assuntos, hoje em dia temos o mundo nas mãos.

Aprendemos uns com os outros, absorvemos as dicas de quem sabe e partilhamos informações de forma a agilizar tanto os processos de compra de produtos como o de utilização.

E é tudo por aqui, sintam-se à vontade para responder a estas perguntas se assim o entenderem.

Ah! Falando noutro assunto: como podem ver, a Guida já está no WordPress! Está tudo tremido, ainda não atinei com a barra lateral e não sei mais o que não está a funcionar. Agradecia que comunicassem se derem por alguma falha, em breve estará tudo nos trincos!

7 comments on “Eu e a Maquilhagem”

  1. Ahahah, a famosa moda do lápis mais escuro que o batom! Também não sou perita em maquilhagem mas tenho evoluído nos últimos anos. Acreditas que há uns anos atrás, era madrinha num casamento e tive a infeliz ideia de pagar à cabeleireira para me maquilhar? Como se não bastasse o cabelo ter ficado horrível (com umas trancinhas foleiras…), ela fez precisamente isso: utilizou um lápis mais escuro que o batom, aliás, como ela própria usava. Escusado será dizer que senti uma vergonha enorme de ir assim na rua e quando cheguei a casa a primeira coisa que fiz foi tirar aquilo da minha boca.

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