Qual papel? – Ah, Gato Fedorento, que nostalgia. Igualmente nostálgicos são os álbuns fotográficos impressos, que com a chegada das câmaras digitais acabaram por ficar meio esquecidos porque com a possibilidade de visualizar as fotos assim que as tiramos deixou de haver correrias ao fotógrafo para revelar o rolo.

Eu, com infinitas pastas minadas de fotografias tiradas desde 2004, dei por mim armada em filha ciumenta a queixar-me à minha mamã que, sim senhora, mostrava muitas fotos e gaba-se muito do filho às colegas/amigas mas da Joana Margarida, que é boa e bonita, está quieto, Belchior. E eis que a mãe Guida responde “eu mostrava fotos, se as tivesse”.

Que lamentável! Nesta casa não havia fotos minhas desde 2004? Como é possível? É claro que tive de remediar. E eis que surgiu a oportunidade de fazer um Livro Foto Prestígio Quadrado no Photobox.

De si, o formato do álbum fazia-me lembrar os livros infantis, sabem? Pequeninos, bonitos, coloridos. Agradou-me de todo, e por que não começar ao jeito das histórias se ao fim ao cabo este era um livro “meu”, com bocadinhos de mim? As opções de personalização, essas, são intermináveis. Têm 30 páginas mais a capa de cartão rijo para avariarem com as imensas opções de cores e padrões, combinações de fotos, etc. É a perdição, acreditem que escolher as fotos para o álbum acaba por nem ser a maior aventura.

Para que reclamações não pudessem haver, pimbas. Levas com fotos das mais antigas às mais recentes.

Parece que não, mas 30 páginas dão meeesmo para muitas fotos. Até dão para as pessoas que tornam os meus dias mais coloridos. Para mais tarde recordar, sim!

Fiquei super satisfeita por ter direito a um álbum só para mim e agora ando a pensar em imprimir tudo o que anda pelo arquivo cá de casa, para ter os momentos bonitos sempre à mão. E assim fica-se com uma colecção de álbuns lindos! A qualidade de impressão é muito boa, vem tudo com acabamento perfeito.

O Photobox disponibiliza muitas outras opções de álbuns, posters e objectos para terem registos “palpáveis” memoráveis das vossas fotos, o que acaba por ser muito bom também quando chega a altura de oferecer um presente a alguém próximo mas não se sabe bem o quê. Quem não gosta de recordar bons momentos?

Se não souberem bem se as vossas fotos têm qualidade suficiente para ficarem bonitas na impressão, não se preocupem. A aplicação do site encarrega-se de assinalar em cada foto se está apta ou não a sair com boa qualidade, para que possam substituir aquelas que não estão assim tão bem.

Quanto ao envio, é rápido, mesmo a pensar nos presentes de (quase) última hora. Em coisa de cinco dias têm a encomenda em casa, super bem embalada. No caso dos álbuns, vêm dentro de uma caixa de cartão à medida, envoltos em papel bolha, dentro de um envelope-bolha. Super bem acondicionado, hã?

Assim, com tudo composto e bonito, até dá gosto mandar imprimir fotos. E vocês? A que era pertencem? À das fotos “palpáveis” ou à das molduras digitais?

10 comments on “E o Papel?

  1. Eu detestoooooo tirar ou que me tirem fotos, fico sempre estranha.. mas achei essa ideia fantastica acho que fica muito giro :))

    beijinhos

  2. Como sou da tua idade (1990, certo?), ainda pertenço à geração em que se revelavam os rolos de fotografia e os púnhamos num álbum.. Ainda tenho muitos, mas a verdade é que agora prefiro tê-las guardadinhas no computador.. poupa-se dinheiro, pelo menos. Cá por casa só se costuma mandar “revelar” (do cartão da máquina digital) as fotos mais importantes, tipo das viagens que fazemos ou uma foto mais bonita de família..
    Já conhecia esses álbuns e até já brinquei com alguns programas para os fazer, mas nunca fui até ao fim.. mas acho imensa piada! E acho uma óptima prenda, sim!
    ***

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