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Como não fazem vocês outra coisa senão perguntar como correu, afinal, a consulta com a higienista oral, não posso adiar mais este assunto e está na hora de vos contar tudo. Já o devia ter feito há mais tempo, mais um bocadinho e fazia o meu post depois do regresso à consulta. Sou uma vergonha, eu sei.

Se há coisa que me orgulho de dizer é que nunca na vida tive uma cárie. Sempre fui uma menina bonita (pensava eu!), relativamente pouco amiga de doces e sempre a escovar a dentola. Desde os 10 anos, contudo, posso dizer que o dentista foi uma espécie de segunda casa graças a uma dentição demasiado precoce e grande de mais para a minha boca minúscula. Entre os 10 e os 18 anos, passei por todos os dramas dos aparelhos e dos dentes arrancados. É claro que o sorriso bonito era muito motivante, mas tinha os dentes de tal forma tortos e mal encaixados que mais tarde poderia ter dores e outros problemas. Apesar de todos os cuidados, nunca tinha ido a uma consulta de higiene oral. Com os breves esclarecimentos do dentista e os conhecimentos do senso comum que tinha, pensava que estava bem munida para uma higiene oral eficaz.

Quando a Oral-B me propôs a visita à higienista oral, aceitei sem hesitar. Sem hesitar, salvo seja! Nestas coisas da saúde e dos ensinos tenho sempre um grande receio de estar a fazer algo mal. Assim, rumei à Clínica Correia e Sousa Uva (Av. De Roma – nº 51, 2º esq.) para ser consultada pela Dra. Fátima Duarte, que para além de ser higienista clínica também é Presidente da Associação Portuguesa de Higienistas Orais. Primeiro, foi feita uma avaliação das gengivas para perceber quais eram as áreas mais sensíveis e onde havia sangramento. Eis que começou o desastre. Logo a seguir, passei pelo teste do corante, que mostra quais são as áreas da boca e dos dentes que não estão devidamente escovados. Nesta fase, entrei em pânico quando olhei para o espelho e vi o estado em que estavam os meus dentes inferiores e a parte posterior dos dentes no geral, junto às gengivas. Depois, tive direito a um polimento dos dentes. Foi-me comunicado que estava com uma gengivite. Uma gengivite! Como é que é possível? Eu, que lavo os dentes duas vezes por dia, no mínimo. Eu, que até tenho o cuidado de usar fio dentário. Para este coraçãozinho de Guida preocupada e exigente, uma gengivite soa ao mesmo que uma doença grave.

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Guida má, Guida feia, estava a escovar os dentes de uma forma incorrecta. A escovagem dos dentes deve começar sempre por um dos extremos dos maxilares, e pode ir variando. Idealmente, a escovagem começa sempre pela região anterior dos dentes e a escova deve passar junto às gengivas. Reaprendi tudo sobre a escovagem dos dentes e introduzi na minha vida a escova eléctrica Tri-Zone. Até então, tinha aversão a escovas eléctricas. Sabem porquê? Porque não as sabia utilizar devidamente. Mantive a utilização da pasta dentífrica Pro-Expert, que já utilizava desde a sua apresentação em Novembro do ano passado. Posso dizer-vos que noto uma melhoria significativa especialmente na área da sensibilidade das gengivas. Em breve, quando regressar à higienista, irei saber qual o resultado das mudanças nos meus hábitos de higiene oral. Até lá, ainda tenho algumas dissertações sobre este assunto para partilhar convosco.

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E vocês? Já visitaram algum higienista oral?

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