Categoria: Vintage

No Seguimento das Arrumações…

principezinho

… Cá vêm mais descobertas!

Desta vez foram, entre outras coisas, uma agenda telefónica linda e por estrear do Principezinho (eu tive mesmo que me abarbatar dela!), um colar simples da cor linda que podem ver, um G de prata (não se esqueçam que a minha mamã também se chama Margarida!) e uma série de botões antigos com formas lindas.

Alguém adivinha o que vou fazer aos botões?

O Vintage Cá de Casa

acessórios vintage

Vocês sabem que adoro velharias e que os meus olhos brilham mais do que berlindes quando me oferecem prendas novas velhas. E não perco uma oportunidade de ir alargando a colecção!

A minha sorte é que os meus ancestrais também são arraçados de ferro-velho e guardam tudo: roupas, acessórios, livros, discos, caixas, TUDO!

Andamos em arrumações e hoje a mamã encontrou estas coisas dela e da avó e deu-mas. Fiquei super contente com o camafeu, pois queria um e não tinha. Este é para prender lenços!

A pregadeira de prata foi feita por um amigo e é óptima para prender golas de camisas bonitas. Os brincos das bolinhas são um mimo! Oh, e as pulseiras, pulseiras… Não uso sempre, mas quando uso bem que podem ir até ao cotovelo.

Amei a das bolas pretas (fica-me gigante, tenho que apertar) e as duas de prata grandalhonas lá de cima.

Sabem como fazer uma Guida feliz? Mostrem-lhe mariquices destas em vez de as deitarem fora. Usem-nas, arrasem!

Dicas de Beleza

dicas de beleza Por preguiça ou por outro motivo qualquer, ainda não tinha adquirido o livro da Mónica do mini-saia.

Eu bem que passava na Bertrand, volta e meia, e folheava o livro à hora de almoço. Mas nunca o trouxe.

Só na semana passada é que me apercebi que dava para comprar o livro online, com 10% de desconto (e um gloss da Clinique! Assunto para depois), e que enviavam à cobrança.

Juntando o útil ao agradável, lá encomendei o livro. O aviso de recepção chegou no dia a seguir à encomenda, mas só hoje é que o pude levantar.

Para quem não sabe, o mini-saia começou a ser escrito na Guiné, pois foi a forma que a Mónica Lice encontrou para se manter a par das novidades e ter a sua própria revista de moda num sítio onde não há lojas nem revistas femininas.

Começou como uma brincadeira, mas não tardou até as leitoras começarem a enviar emails a pedir conselhos e dicas de moda e beleza, o que fez com que este blogue português seja um dos mais lidos.

Surgiu, então, o livro “Dicas de Beleza”, que não é mais do que uma compilação do que foi sendo sugerido desde 2006, ano de formação do mini-saia.

A meu ver, o livro é um bom guia de consulta.

Não é complexo, tem tudo organizado por capítulos e até tem um índice remissivo. Está escrito numa linguagem acessível a toda a gente, sem grandes floreados e muitos pormenores importantes que fazem a diferença ao pôr em prática os conselhos sugeridos.

Há dicas caseiras e dicas mais velhas do que as avós, tal como eu gosto! Algumas já conhecia, outras nem tanto. Há dicas para quem tem o cabelo rebelde e para quem o tem quieto e morto de mais, para quem o tem pintado e até para quem anda a ficar careca!

Há cortes, truques para fazer o cabelo crescer mais rápido, tutoriais, montes de receitas – que não são de comida! (Mónica, adorei a máscara para os poros dilatados), conselhos adequados a todas as idades, cores e pesos, soluções para peles do contra e ajudas para quem quer manter a pele linda.

Há maquilhagem, dicas para ter o corpo em forma e até um capítulo dedicado à beleza durante a quimioterapia!

Fiquem, pois, sabendo que há dicas que algumas pessoas famosas, como a Marilyn Monroe ou a Cleópatra, praticavam assumidamente!

Há, também, espaço para alertas preciosos quanto a alguns hábitos e tipos de produto – e eu juro que nunca tinha olhado para os rótulos das embalagens de algodão nem me passava pela cabeça que pudessem ter tanta porcaria quando vêm de culturas manhosas que são tratadas com produtos químicos.

É por estas e por outras que fico contente quando vejo blogues ou programas que vejo dão livros.

Fiquei bastante surpreendida com tanta coisa gira no livro e aconselho-vos a darem uma olhada!

Repito, há coisas que já conhecia e praticava (e até já sugeri algumas coisas cá no blogue), mas também encontrei muuuitas coisas novas. Estou mortinha por ir experimentar uma série de dicas da Mónica.

Ah, se encomendarem o livro aqui, têm 10% de desconto e parece que ainda há alguns glosses da Clinique – são atribuídos às 100 primeiras pessoas a encomendar o livro e, como vêem, eu encomendei-o na quarta-feira passada e ainda recebi.

Reutilizar Acessórios de Bonecas

acessórios boneca
Anel Cup of Joe da The Lovely Teaspoon

Estava eu a navegar pelos blogues do costume quando, no WishWishWish, encontro este artigo mega fofo!

É algo que já devia ter sido falado por cá, mas nunca me ocorreu e só há pouco tempo é que descobri onde se encontram acessórios de casas de bonecas.

Como eu sei que há aqui gente que não tem paciência para ler aquilo tudo e muito menos entende de inglês, vou aqui dar umas luzes do que se trata.

Não é a primeira vez que vejo anéis com miniaturas de pires e chávenas, e outras bugigangas com acessórios das bonecas, mas tenho sempre a mesma reacção e pareço uma miúda de cinco anos aos pulos e a balbuciar coisas que ninguém percebe tal é o meu encanto com estes achados!

Para quem costuma passear no Etsy, nem sequer deve ser novidade. Dá para fazer fios, pulseiras, anéis, ganchos e o que mais imaginarmos.

Do que é que precisamos?

  • Acessórios de casas de bonecas: os vossos, das vossas filhas, sobrinhas ou irmãs ou, se preferirem, comprem. O Hospital das Bonecas na Praça da Figueira, em Lisboa, tem coisas lindas e preciosas a preços bastante acessíveis!
  • Cola que sirva para os materiais com que estão a trabalhar. Nos rótulos costuma dizer.
  • Correntes, anéis e esse tipo de metais com que pretendem trabalhar. Ah, não convém esquecer pinças e alicates!

Como Fazemos?

Imaginamos a peça que queremos e escolhemos os materiais de que vamos precisar. Temos que imaginar e examinar tudo, pois há peças que servem para anéis e não servem para brincos, por exemplo, e vice-versa. Depois, é dar asas à imaginação e ligar peças e bases, fazer colagens, inventar.

No caso do anel, fez-se algo bastante simples: usou-se uma chávena e pires dum conjunto de chá das bonecas que foram colados a uma base de anel.

Simples e interessante, não?

Feira dos Biquínis, ou dos Tecidos!

biquinis

Ontem fui com a minha mãe à Baixa à procura de seda branca (ou similar) na Feira dos Tecidos.

Apesar de ser mais pequena (diz a mamã) do que a loja de Campo de Ourique, esta loja é enorme e fiquei parva com tanto tecido de tanta espécie e a preços bastante acessíveis no mesmo sítio. Ainda não sei como é que nunca tinha lá entrado! É sabido que em breve hei-de ir lá, com algum dinheiro amealhado, comprar tecidos bonitos para os meus trabalhos.

Uma das coisas que me saltou à vista foi uma parede ocupada só com biquinis, a 2,45€ a peça. Pensei que não ia encontrar nada de jeito, e à primeira vista assim foi. Com mais cuidado e paciência, fiquei contente com o que podem ver na foto. Sim, trouxe todas essas pecinhas e algumas até combinam entre si! Há conjuntos, peças desirmanadas, e mesmo que queiram uma só peça dum conjunto, podem trazer.

Podem alegar que a qualidade não é a melhor, é certo, mas conheço quem tenha biquinis de lá que duram há anos!

Gastei, no total, pouco mais que 20€, o que acaba por ser mais barato que um único biquini. Aliás, façam as contas: quanto custa, normalmente, um biquini da H&M, por exemplo? E quanto tempo dura antes de ir para o lixo? Tenho aqui, pelo menos, duas temporadas de praia, enquanto o tal da H&M estaria pronto para ir para o lixo ao fim de uma semana (verídico!).

Estes vêm juntar-se aos quatro ou cinco biquinis caros que já tenho há não sei quantos anos e ainda estão bons e são lindos.

Acho que vale a pena darem uma olhadinha lá na loja! Mesmo para decoração, há montes de tecidos por lá.

Quis trazer vinil para fazer uns leggings, mas havia em todas as cores menos preto. Pena!

Teste da Agulha

Avó Maria José quando era bebé
Avó Maria José quando era bebé

Antes que leiam o resto do post, fica aqui escrito que esta é uma brincadeira curiosa e que se funcionou por aí, é coincidência! Mas a gente tem interesse nestas coisas…

Creio que a maior parte de vós já deve ter ouvido falar do teste da agulha.

Para quem não ouviu, no que é que consiste?

  • Bem, todos sabemos que estamos a falar de bebés, certo?
  • Ora, o teste da agulha serve para nos dizer quantos bebés vamos ter e o sexo dos mesmos.
  • Para o fazer, mete-se linha numa agulha. Ah, e a pessoa que quer saber do assunto abre a mãozinha e estica-a de palma para o ar.
  • Depois, segura-se na linha, no ar, a uma certa distância da mão aberta. Aí, a agulha há-de fazer movimentos: se girar, é uma menina; se balançar, é um menino; se ficar parada, é porque não há bebés.
  • Assim, repete-se o procedimento quantas vezes for preciso até a agulha parar.

E funciona?

Bem, lembrem-se, é uma brincadeira! Conheço várias pessoas a quem a agulha disse a verdade, mas eu não tenho filhos para dar a minha opinião. Mas que é giro, é!

E vocês? Que pensam? Partilhem!

Ai, o Fim-de-Semana!

macaofeira

Por algum motivo que ainda desconheço, o modem ranhoso do e-escolas não funcionou, o que me manteve looonge da Internet durante o fim-de-semana. Como sabem, vim para a terra e isto de não ter acesso às modernices do costume deixa-me com os nervinhos em franja.

Mas não vale a pena lamentar muito e os senhores da TMN vão ter que me ouvir amanhã ou depois, porque eu até me contentava com o mísero GB a que tinha acesso mensalmente (ok, vá, só preciso da tal Internet fora de casa e por isso duuura anos, excluindo os meses de férias). Isto de não haver serviço é que é uma grande chatice!

Aqui em Lisboa já tenho tudo e mais alguma coisa e já posso trocar umas palavritas convosco. Portanto, vá, vamos ao que há de novo!

Como já referi, houve por Mação uma Feira Mostra com montes de coisinhas da região e as barraquitas da feira do costume, com bijutarias e essas coisas. Cheguei a Mação na sexta-feira, mas não me apeteceu sair de casa. Assim, só ontem é que fui ver como param as modas.

Derreti-me com os brinquedos do antigamente e com o artesanato! Bem, como se vê, trouxe um rapa (este tem letras! Juro que nunca tinha visto um assim), uma ardósia (tinha uma mas estava partida), umas miniaturas para um quadro que estou a fazer para a cozinha, uma bolsa de retalhos bem bonita (que, por ora, anda na mala com os óculos de sol) e, das bancas normalzecas, trouxe um par de brincos estrelados e uma mão cheia de ganchinhos para o cabelo que há-de ser cortado.

Havia uma feira do livro, e achei este livro maravilha do Saramago por 4€ e tal. Já o tinha lido, mas não o tinha na minha colecção! Aconselho vivamente a quem não o leu, é muito interessante e tem daquelas histórias que só o senhor Zé consegue inventar.

A coisinha da Nívea foi parar à foto mas, na verdade, foi brinde da revista Saber Viver, que os senhores este mês foram a modos que simpáticos! Veio a calhar, pois esqueci-me do meu creme de pentear em Lisboa. Olhem que a magana é boa!

revistas

Sou tentada a entrar na tabacaria cada vez que passo por ela: há sempre uma montra repleta de revistas giras e interessantes, das que não nos fazem crescer e das que nos fazem crescer água na boca. A mãe quis ir a correr comprar a TeleCulinária das tardes, e lá fomos nós. Babei-me tanto a folheá-la que a vou surripiar por uns tempos para experimentar algumas receitas, que depois hei-de mostrar!

Como queria alguma coisa para ler e recortar e não havia Vogues nem coisas do género que nos fazem gastar dinheiro em publicidade e essas tretas e quase não têm nada escrito e já tinha as revistas interessantes do costume, trouxe uma que leio de quando em vez: a Saber Viver. Para além de ser barata, costuma ter bons artigos e desta vez até tinha um brinde catita.

Por fim, trouxeram-me o livro do meu ano, 1990, que não tinha encontrado ainda.

Mas, o que fez a Guida durante o resto do tempo?

No sábado espetaram-me com um almoço-convívio de pessoas que andaram cá no colégio (que já não é colégio há montes de tempo). Era perto duma terra que se chama Castelo mas que não tem castelo nenhum, rodeada de verde, num parque de merendas, com montes de velhotes e zero de pessoas do meu escalão etário. Não foi a maior seca do mundo, mas não esteve muito longe! O sítio era lindo.

O almoço, o que era? Sardinhas, entremeadas, farinheira e salsichas muuuito salgadas. Tudo acompanhado de pão e migas. Tudo coisas que eu adoro (ou não). Mas não passei fome.

Ouvi dizer que havia por ali uma nascente e imaginei logo uma nascente daquelas que “estamos habituados” a ver: no meio do verde, no meio das rochas, tipo riacho. E lá fui em busca de tal preciosidade. Voltei à mesa bastante triste, pois não tinha visto nascente nenhuma e pensei que fosse por ser mesmo muito distraída. Quando ma mostraram, que desilusão! Era uma bica. Sim, uma bica! E estava tudo a encher os garrafões de cinco litros por lá.

Ouvi dizer, também, que lá por cima, nos moinhos, a paisagem era linda. Não hesitei em fazer-me à estrada até perceber que até lá acima eram uns valentes quilómetros e sabe-se lá por que estradas. Acabámos por ir lá todos de carro. E não é que, a 620 metros de altitude, a vista era mesmo linda? Só se respirava verde, só se via verde! Nem a melhor máquina do mundo conseguiria fotografar o que se vê lá! Ao longe, até dava para ver Mação em tamanho microscópico. Não é por acaso que se diz que ali é o verde horizonte!

Será que posso ficar com aquele verde todo só para mim um dia? Se me sair o Euromilhões? Será que posso aproveitar uma das muitas casas de pedrinhas que foram abandonadas e ruíram para fazer a minha? Será que me deixam viver naquele sítio?

Esta e muitas outras perguntas ficam no ar, e são elas que me fazem dizer, com orgulho, e por todas as coisas que descubro de cada vez que lá vou, que Mação é a minha terra!

Pó-de-arroz, pó de perlimpimpim

Imagem retirada do Ecos do Tempo

Recebi da Bia o seguinte email:

Olá Guida! Eu sou a Bia, e depois de ler o teu blog, digo-te desde já que adorei, surgiu-me uma pequena dúvida.

Já me apercebi que nutres um gosto especial por coisas do antigamente e ontem, vasculhando umas gavetas encontrei pó-de-arroz…

Acho que ao longo do tempos este tipo de base foi deixando de ser utilizado. Porquê?

A evolução na área da cosmética tornou-o menos prático, é prejudicial à saude, não faz o que é apregoado (ou seja, esconder imperfeições, tal como acontece com a base)…

Não sei poderás ajudar-me nesta dúvida, mas se o pudesses, agradecia…

Continuação do bom trabalho com o blog e um grande beijinho*

O pó-de-arroz foi, em tempos, sinal de grande sensualidade.

Até o senhor Carlos Paião o apregoou na canção que todos nós conhecemos!

Por que é que deixou de ter o protagonismo de outros tempos, então?

Como sabem, no antigamente as pessoas não tinham ao seu dispor a quantidade de maquilhagem e cosméticos que hoje encontramos. E nem sequer existia base! Portanto, se as pessoas se queriam alindar, lá tinham que recorrer ao pó-de-arroz para esconder a oleosidade e algumas imperfeições, bem como para ficarem mais branquinhas.

É verdade, antigamente o bronze da praia não estava na moda!

A pele clara era muito mais atraente, talvez devido à discriminação racial que já existiu e ao facto de as pessoas mais “torradas” serem aquelas que se dedicavam ao trabalho no campo. Por isso, ser branco que nem a cal era chique, era um luxo e foi sinónimo de riqueza durante muito tempo (sim, que desde os primórdios da história que as pessoas, homens e mulheres, foram arranjando maneira de se maquilharem!).

Inicialmente, o pó-de-arroz era mesmo arroz em pó, esmagado! À partida, não faria nenhum mal (excepções abertas a quem pudesse fazer reacções alérgicas, não sei se acontece). Com o decorrer do tempo e o avanço das tecnologias e o desenvolvimento dos conhecimentos, a industria cosmética foi criando novos produtos.

O pó-de-arroz deixou de ser feito só de arroz, apareceu em várias tonalidades e hoje é pó compacto! Apareceu, também, a base, que fez sucesso. Foram aparecendo milhentas espécies de bases, em montes de tonalidades, o que se tornou muito mais prático para quem se maquilhava e bastante mais eficaz e natural! Salvo algumas situações, o pancake (estilo de maquilhagem das pinups, por exemplo, de cara extremamente empoada e com aspecto opaco) ficou fora de moda.

Assim, ele ainda é usado nos dias de hoje, mas apenas como acabamento após a base para remover o excesso de brilho e ajudar na fixação durante o dia. É preciso ter cuidado com ele para não cairmos em exageros, para além de que no Verão quase não se usa: com o calor todos transpiramos, e ter uma cara lisinha e seca, sem brilho nenhum é bastante artificial!

Com o nome original ou outro nome, com novas fórmulas e aparências, o pó-de-arroz ainda anda entre nós bem vivinho da Silva!

À Meia Noite

Ainda numa de Michael Jackson, alguém se lembra disto?

Infância nos anos 80/90 incluía muita música infantil made in Portugal.

E que fixe era ouvir os Queijinhos Frescos a cantar a sua versão do Thriller…

Agradeçam-me por os leitores de cassetes cá de casa não funcionarem e eu ter ido à procura disto pela Internet fora.

Fazer Roupa Interior Bonita

fazer lingerie
Cuequinhas bonitas da Belle and Burger

Encontrar roupa interior bonita, única e de qualidade pode ser uma tarefa difícil nos dias de hoje.

Apesar de haver ao nosso dispor montes de lojas dedicadas ao ramo, a verdade é que por vezes a roupa não nos assenta bem, não nos sentimos bem com ela (acontece imenso por ser alérgica a alguns tecidos sintéticos) ou sentimos que andamos todas de igual.
Meninas que frequentam ginásios, contem-me, quem é que nunca esbarrou com uma colega de cuequinhas iguais? Não é o fim do mundo, mas gostamos sempre de ter coisas exclusivas.

Já vi montes de tutoriais na Internet que ensinam a fazer roupa interior, e até tenho alguns favoritos, mas há uma lojinha que tem coisas fofas (não tem muitas coisas, é pena), incluindo cuequinhas, que parecem ser as roupas mais confortáveis do mundo.

Penso que os preços são um bocadinho feios, mas já se viu bem pior nas lojas. Ora, há bocado descobri que a senhora da Belle and Burger fez um artigo no blogue dela que ensina a fazer cuecas. Fiquei contente!

Espreitem, a sério, não é difícil fazê-las.

O artigo está em inglês, mas para quem não percebe, é bastante fácil entender as instruções pelas fotos.

Para quem não gostou do modelo, deixo aqui outros links que imprimi, até, que têm muito boas instruções e moldes e tudo:

Estão todos em inglês, mas têm fotos e bonecos. Os que não têm, podem experimentar usar o tradutor do Google. Em último caso, mandem-me um email que eu ajudo!