Categoria: Vintage

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 27 – O teu produto de cuidado de pele preferido[:en]30 Days Beauty Challenge – Day 27 – Your favorite skin care product

Terça da Máscara #7

Luta na lama. Ou máscara de argila verde! Ou máscara de outra argila qualquer (qualquer, salvo seja!). Eu venho falar da argila verde porque é aquela que eu uso, pois apesar de não ter a pele muito oleosa, a verdade é que volta e meia aparece uma ou outra borbulha e os pontos negros vão aparecendo às resmas se não der conta deles. E, posto isto, conclui-se que a argila verde é adequada a peles normais a oleosas, com tendência acnéica. Se este não é o seu tipo de pele, pesquise sobre argilas branca, rosa e amarela (se fizerem questão, posso falar sobre elas mais tarde!).

Eu falo por mim: os resultados desta maravilhosa máscara caseira são mais que visíveis: menos imperfeições, vê-se (e sente-se!) que a pele fica mais macia e as borbulhas e os pontos negros tendem a aparecer com muito menos frequência. Aplica-se a máscara uma ou duas vezes por semana.

Não é novidade para ninguém que eu sou apologista do que é bom, básico e barato. Neste caso, não mudei de lema: a argila verde pode ser encontrada em ervanárias e supermercados ao preço da chuva mijona (não chega aos 2€ por kg). Existem máscaras já preparadas à venda, mas são muito mais caras e nunca as experimentei. No caso desta argila em pó, tem que se ter cuidado: deve ser guardada num local seco e fresco e, depois de cada uso, convém fechar bem o pacote.

Como preparar

  1. Existem milhentas maneiras de preparar a argila: com infusões, com água destilada, por aí fora. Façam vocês a experiência! Eu uso chá verde bem concentrado a ferver – deito uma pinguinha num recipiente pequenino (tipo as tigelinhas dos patés) de vidro.
  2. Vai-se adicionando argila, cautelosamente, e mexendo com uma colher ou vareta de vidro, madeira, ou plástico. Diz-se que quando a argila entra em contacto com metais altera a sua radioactividade, o que não sei se é verdade ou mentira. Por precaução, prefiro ter esta indicação em conta.
  3. Quando a máscara tiver a textura ideal, nem líquida nem em pedra, aplica-se por todo o rosto, à excepção dos lábios e contorno dos olhos, com um pincel bem macio.
  4. Deixar repousar. Nesta altura, convém não falar nem mexer muito o rosto, sob o risco de deixar rachas na máscara e esta não fazer efeito em alguns sítios.
  5. Quando a máscara estiver seca (e por esta altura vai ser como se tivessem a cara engessada!), retirar com água morninha.
  6. Aplique o seu creme hidratante de eleição e seja feliz!

 

Artigo publicado originalmente aqui.

 

TRANSLATION

Mask Tuesday #7

Green clay mask! Or any other clay mask (any other, heh). I am here to talk about green clay because i tis the one I use, because though I do not have extremely oily skin, the truth is that sometimes there is an annoying spot and blackheads keep on appearing everyday if I do not take care of them. So, green clay is good for normal to oily skins, specially if they tend to have acne. If this is not your skin, take a look at white, pink or yellow clays (if you wish, I can talk about them later).

I speak for myself: the results of this wonderful mask are more than visible: less flaws/blemishes, you can see (and feel) that the skin turns to be softer and the spots and blackheads tend to appear less frequently. You can use this mask once or twice a week.

It is not new that I am apologist of what is good, basic and cheap. In this case, I did not change: you can find green clay in nature stores and supermarkets for less than 2€/kg. There are also ready to use green clay masks, but they are so much more expensive and I never tried them. Powder clay needs to be kept in a fresh and dry place and after each use you must make sure you keep the bag well closed.

How to prepare

  1. There are lots of ways to prepare clay: with infusions, distilled water, so on. Try it yourself! I use hot and concentrated green tea – I only need something like a spoon in a small cup.
  2. Add the clay, carefully, and mix with a glass/wood/plastic spoon. It seems that clay can become radioactive if it gets in touch with metals, which I do not know if it is true, but I prefer to play safe.
  3. When the mask has a good texture, nor liquid or too solid, apply it over your face, avoiding lips and eyes, with a soft and clean brush.
  4. Let it settle for something like 20 minutes. You will not want to talk or move your face too much in risk of crackling the mask.
  5. When it has dried out, rinse your face with warm water.
  6. Apply your mosturiser and be happy!

Originally posted here.

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 18 – A tua guru de beleza preferida

Questão difícil. Não tenho só uma, tenho muitas e por isso seguem aqui algumas. No nosso Portugal:

Também gosto muito de algumas (e alguns!) “lá de fora”, cada um no seu ramo:

Tod@s merecem uma olhada!

 

Também querem participar no desafio? Regras aqui.

TRANSLATION

30 Days Beauty Challenge – Day 18 – Your Favorite Beauty Guru

This is hard to answer, I do not have only one favorite beauty guru, I have many of them. So here go a few of them.

From Portugal:

From abroad:

They all deserve a visit!

Want to take part of the challenge? Check the rules here.

Tia das Ameixas[:en]My Plums’ Aunt

Desde pequena que gosto de ameixas, e apesar de não serem a minha fruta preferida, há alturas em que as devoro. Também há alturas em que me esqueço completamente delas, e é um frete gigante ter de as comer.

De agora para a frente, acho que vou passar a olhar para as ameixas de outra forma. Tenho comigo uma caixa gigante, estou deliciada a comê-las (com alguma moderação, que isto dá dores de barriga!) e o melhor é que me lembram de boa parte da minha infância, lembram-me de quando a tia Maria nos dava ameixas do quintal dela. Era a tia das ameixas.

Agora, as ameixas vêm com mais saudade. A tia das ameixas foi embora há dois dias, tinha 90 e muitos anos.

Para além de super nutritiva e saborosa, a ameixa passou a ser nostálgica.

[:en]

I like plums since I was a child, and though they are not my favorite fruit, there are times when I completely devour them. Others they fall into complete oblivion, and I feel like a martyr when I have to eat them.

From now on, I think I will look at plums in a different way. I have a giant box of plums here with me and I am completely delighted eating them (moderately, of course, because I do not want stomach aches!) and the best is that they remind me of good parts of my childhood, they remind me of when aunt Maria used to give us plums from her backyard. She was the plums’ aunt.

Now, apart from the nutritive side, plums bring nostalgia. My plums’ aunt left us two days ago, she was almost 100 years old.

Quando era mais novinha, lembro-me que a certa altura do ano, quando fazia calor, havia paparotes. Tenho a certeza que muit@s de vós passaram pela mesma experiência e, para quem não sabe, os paparotes são uma mistura de amoras esmagadas com açúcar. Há quem os coma nas folhas ou, para as pessoas mais niquentas (como eu, claro está), vai à colher, da tigela.

Agora é raro encontrar amoras por aí e as do supermercado custam os olhos da cara, tal como qualquer outro fruto silvestre. Para além disso, nem sequer sabem ao mesmo. As congeladas e os doces de amora não são opção, nem sugiram tal blasfémia.

Fazer o quê? Ficam na memória até à próxima vez…

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 14 – Uma foto de um estilo/corte de cabelo que gostavas de ter

A Guida Recomenda: Carmex

Se havia produto que andava mortinha por experimentar devido às críticas super positivas por esse mundo fora e pela história longa e versatilidade que o produto tem, era o bálsamo labial Carmex. Sem ligar a formas nem sabores, queria conhecer o bálsamo baratinho que tanta gente gaba. Por não o encontrar à venda nas lojas e por ter outros hidratantes para os meus lábios, acabei por ir adiando a experiência, até que tive a notícia de que o Carmex seria vendido nas parafarmácias Well’s e nalgumas farmácias. Na verdade, existe na Farmácia Findor (Centro Comercial Colombo) e o preço ronda os 4,5€. Não sei de outros sítios que vendam, mas caso não exista nas farmácias onde procurarem, peçam ao farmacêutico que rapidamente ele pode encomendar.

O quê? Carmex em Portugal? Isso mesmo! Claro que tive de ir a correr experimentar.

Tive ao meu dispor o boião, o bastão e a bisnaga (versão que prefiro pela praticidade!), todos no “sabor” original. Isto significa que a diferença reside maioritariamente na textura do bálsamo. Devo dizer que fiquei satisfeitíssima com todos! Como sabem, sou super esquisita com hidratantes labiais e o Carmex cumpriu com o que promete: hidratação e regeneração. Tudo isto aliado a uma sensação de frescura que acalma qualquer desconforto associado a lábios secos. Nesta versão original, só não sou grande fã do sabor mas, ei, não se pode ter tudo! Seria perfeito de mais para ser real.

Este bálsamo inventado em 1937 nos Estados Unidos tem feito milagres ao longo de várias gerações e no site da marca é até possível ver os ingredientes que o constituem: mentol, cânfora, fenol, lanolina, manteiga de cacau, ácido salicílico, entre outros fazem a combinação perfeita de anti-sépticos, hidratantes, regenerantes e agentes calmantes de dor para que tenhamos lábios perfeitos – até as topmodels o usam para ter lábios perfeitos e prolongar a duração do batom colorido!

O melhor é que o Carmex tem outras utilidades: pode ser usado como anti-séptico para cortes pequeninos (sabem aqueles cortes com folhas de papel horriveizinhos?), queimaduras e picadas de insecto, alivia o prurido do pé de atleta, ajuda a secar e regenerar a pele quando temos borbulhas, ajuda a amaciar cutículas e é óptimo para as partes do nosso corpo com pele mais seca (joelhos e cotovelos, por exemplo).

Não é testado em animais, não contém glúten e dura para a eternidade mesmo depois de aberto – é da qualidade dos agentes anti-sépticos! Ainda por cima, a versão em bisnaga tem FPS, que se pode querer mais?

Calmex! Nunca vou largar o Carmex.