Categoria: Vintage

O tempo mais frio já chegou e finalmente eu pude estrear o meu vestido Concreto da colecção de Inverno 2012/2013. Aproveito para vos explicar o porquê da minha escolha ter recaído sobre este modelito: as lãs e malhas da Concreto têm a melhor qualidade possível (duram anos como novas, sem borboto e sem deformar) e o vestido é branco/creme num modelo intemporal, o que faz com que tenha a certeza que vou utilizá-lo imenso e nunca me vou fartar. O caimento é perfeito, e mesmo com as malhas mais largas que formam o padrão da frente, a lã consistente não deixa que tenhamos frio. Relembrando que a Concreto é uma marca portuguesa, o que é que eu podia pedir mais?

Vestido – Concreto O/I 12/13
Cinto – vintage, artesanal
Botas – Seaside, antigas
Laço – Loja da Maria

Não sou esquisita com as épocas antigas e tenho um grande fascínio por todas elas. Não devo ser a única, porque com filmes, séries e novelas alusivas aos Loucos Anos 20 a surgir que nem cogumelos é normal que toda a gente se sinta entusiasmada. Aliás, sinto-me dentro do espírito com este meu corte de cabelo à Beatriz Costa. Um pouco mais comprido, e acidental, mas não deixa de ser um bob como os que se usavam. Assim sendo, faz todo o sentido que as marcas de cosméticos também apostem nas cores e visuais típicos dessa altura.

É o caso da Make Up Factory, que lançou agora a colecção de maquilhagem Glamorous Reflections of the 1920s. Os itens que compõem a colecção estão na imagem abaixo, e confesso que fiquei embeiçada pelo batom cor de vinho, o iluminador mosaico e pelas sombras. Os preços oscilam entre os 9,50€ e os 15,00€. Acessível, portanto! Dá vontade de ir a correr à Perfumes & Companhia e trazer estas relíquias todas.

Milkybar = Galak?

Pela altura da Páscoa, adquiri umas galochas Hunter glossy pretas, lindas. São caras, eu sei, mas mesmo assim decidi que precisava de ter umas dado que as galochas pretas que tinha estavam a meter água. Galochas inúteis! Pensei que era preferível ponderar um investimento superior mas ter umas galochas que durassem para todo o sempre, visto que as Hunter tem óptima reputação neste aspecto.

Mal sonhava eu que, por serem mesmo de borracha, daí a pouco tempo iriam ficar todas esbranquiçadas. Foi uma grande desilusão, mas como não precisei de as calçar mais porque entretanto chegou o Verão, não voltei a ligar ao assunto até à semana passada, quando chegou a chuva.

Não podia ser a única pessoa a passar por isto! Fui em busca de soluções, mas só me apresentavam produtos caros para tratar das galochas. E soluções caseiras?

Descobri que a melhor opção era passar um algodão embebido em azeite pelas botas. Sim, azeite! Limpei as galochas com um pano húmido (não adiantou grande coisa) e depois tratei da parte do azeite. O problema não ficou totalmente resolvido na primeira passagem, mas da vez seguinte já fiquei satisfeita e desde então as botas estão quase como novas. Quase, porque onde há reentrâncias ainda há pequenas partes esbranquiçadas. Já averiguei como é que posso resolver o problema de vez e dizem que vinagre diluido em água resolve o problema. Não tenham medo de deixar as botas todas oleosas. Isso não acontece, garanto!

Temperar as botas? pelos vistos, neste caso, é mesmo a melhor solução.

P.S. – Melhor ainda que o azeite, são os sprays Cockpit. Experimentei por sugestão vossa nos comentários e fiquei fascinada: galochas brilhantes e sem vestígios de esbranquiçado por muito tempo! Não sejam esquisitos com as marcas, procurem na secção dos automóveis no supermercado e vão ver que há muitas opções. Até os sprays Cockpit de marca branca servem.

Pertences de Verão

O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago | Óculos de sol antigos | Chocomania Lip Butter, The Body Shop | Sabonete de Enxofre, Confiança | Fita para o cabelo, H&M | Relógio, Paul Richard | O meu anti-inflamatório | Conchas

Que nas férias precisamos de pouca coisa para sermos muito felizes. Estes são alguns dos essenciais.

Hoje foi dia de conhecer novidades. Muitas, mais até do que eu queria. Mas amanhã também é dia de falar e também é dia de conhecer mais novidades da L’Óreal – porque eu mereço! E vocês também, que tenho coisas boas para vos dar.

Vestido – Pepe Jeans
Sandálias – Best Mountain
Mala – Vintage (era da minha avó)
Brincos – Westrags
Fio – Ebay
Relógio – Vintage (era da minha mãe)

Ora, se isto de ter um blogue é bom para falar de coisas boas, também tem de servir para as coisas menos boas. E vocês sabem que eu vos conto tudo.

Este post é uma espécie de aviso, que eu não quero a gente cá do burgo a gastar dinheiro no que não deve. O tempo é de crise e não se pode deitar dinheiro ao lixo.

No meu passeio pela Expocosmética, deparei-me com um stand chamado “La Depilación Natural”. Aproximei-me para espreitar o que era, e em menos de nada tinha uma senhora a passar-me uma lixa no braço. Pois claro que não achei muita piada, e manifestei-me. Mantive-me calma, nunca se sabe o que pode acontecer, quis ouvir o que a senhora tinha para dizer. Para mim, aquilo era nada mais, nada menos que uma daquelas lixas depilatórias do antigamente (encontrei a imagem do post na Internet, era uma geringonça parecida com essa), mas mais fina.

Andei eu a descolorar os braços para nada! Agora estes pêlos vão nascer terríveis, como se os tivesse cortado com uma lâmina, disse eu. A senhora respondeu-me que não, que a dita lixa arrancava os pêlos pela raiz.

Já que ali estava, quis saber mais da cantiga deles. Então, vendiam umas lixas que dariam para dois anos de utilizações por 20€. Tinham de ser compradas ali no stand. As recargas poderiam ser adquiridas na Internet, mas o “aplicador” com as primeiras lixas tinha de ser comprado na hora. Perguntei se tinham contactos, disseram-me que não. Insistiram muito que aquela era uma oportunidade única e que deveria comprar aquele aparelho milagroso.

A conversa não me agradou, calculo que muita gente tenha caído na conversa porque as promessas eram boas. Uma lixa indolor que arranca os pêlos pela raíz? Maravilhoso!

Bem dito, bem certo. Quem ficou com uma peladela no braço fui eu. E os pêlos começaram a despontar no dia seguinte, tal como tinha previsto.

Isto tudo para quê? Isso mesmo que vocês já sabem: se virem algo do género numa destas feiras, fujam porque não é coisa boa.

Na semana passada, a Guida teve a oportunidade de ir à tarde da apresentação da maquilhagem da Clinique, nos escritórios da marca em Lisboa.

Foi muito bom e calhou mesmo na altura certa. Não houve apresentações aborrecidas com detalhes técnicos que por vezes não são úteis para o consumidor. Nada disso! Nesse dia, a intenção era obter aconselhamento, experimentar e conhecer tudo o que a Clinique tem para oferecer na área da maquilhagem. Ultimamente, tenho sentido algumas limitações no que toca à utilização de cosméticos visto ter sofrido uma reacção alérgica cuja causa ainda é desconhecida. Nestes casos, sei que a Clinique não me decepciona (graças à elevada qualidade dos produtos, que são formulados e testados para diminuir o risco de alergias para o mínimo possível) e sempre que possível tento conhecer algo novo da marca.

Logicamente, um dos pontos altos destes eventos é sempre o reencontro com pessoas amigas e o tempo para pôr a converseta em dia.

Não é que me faça muita falta, mas de momento procuro uma boa base de maquilhagem e a Clinique está no topo da minha lista de escolhas, especialmente pela tal questão dos testes de qualidade. Só não sabia muito bem em qual investir, mas após ser ouvida pela equipa da marca, fui aconselhada a optar pela base Stay Mate. Eu fico assustada com todos os produtos de rosto que dizem ter acabamento mate, pois tenho medo de ficar sem qualquer brilho e com um ar artificial. No entanto, gostei muito do comportamento da base durante o tempo em que a mantive aplicada. Não apagou a luminosidade natural da pele, não é pesada e não precisou de ser complementada com um pó facial em tempo algum.

O batom escolhido foi o High Impact 07, delineado com o Quickliner 03. Não tenho preconceitos com batons castanhos, mas ainda não me habituei a vê-los com a minha nova cor de cabelo. Ainda assim, gostei! Há quem diga que me faz parecer mais velha (o que ainda não é, de todo, um problema). A mim, lembra o início do século XX e as tendências eduardianas e vitorianas. E vocês sabem que eu adoro as coisas do antigamente!

Tudo o que foi utilizado, foi registado num face chart bem bonito para que mais tarde seja fácil adquirir os produtos que foram utilizados, caso o deseje. Sabem, fiquei mesmo com vontade de ter um caderno de face charts destes da Clinique! Até o papel é perfeito para os registos e experiências com maquilhagem, meio rugoso.

Também houve direito a fotografias bonitas! A Spoil, que é uma das parcerias da Clinique, esteve presente no evento para tirar fotos à séria a cada uma das convidadas, para mais tarde recordar. Não sei se alguma vez vos disse, mas adoro ser fotografada e tenho imensa pena que nem sempre surjam oportunidades para fazer coisas bonitas. Senti-me uma modelo à séria com todo o profissionalismo da fotógrafa Vera.

Foi, com certeza, um momento muito bem passado e a repetir.

Não ficarei por aqui com os frutos do evento, estejam atentas que hei-de ter experiências boas para partilhar.