Categoria: Vintage

Lisbon Blinner – Impressões

Lisbon Blinner Blog Meeting
A fotografia de grupo

Cá está o post sobre o evento mais mediático dos últimos tempos.

Especialmente para quem não pôde ir, deixem-me que vos faça pirraça. Ainda não tinha dito grande coisa sobre o Lisbon Blinner – The Pinup Edition porque para além de andar a correr, ocupada com uma panóplia de assuntos que tiveram de ocupar um plano prioritário na minha vida, confesso: estava à espera das fotografias oficiais do jantar, e das restantes que foram sendo tiradas um pouco por toda a gente… Menos eu!

Gosto tanto de viver os momentos que me esqueço de dar uso às máquinas fotográficas. Por isso, e para que fique já tudo esclarecido, podem clicar em cima das fotografias deste post para serem redireccionadas para as autoras.

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As organizadoras: Jael (Coquette à Portuguesa), Joana (Joana Arêde Cotovio Makeup Artist) e eu. Falta a Patrícia!

Em primeiro lugar, digo-vos que a escassos dias do grande jantar andei a stressar com receio que algo não corresse bem.

Felizmente, correu tudo às mil maravilhas não só graças ao esforço das restantes organizadoras (a Jael, a Joana e a Patrícia) mas também porque tivemos a Joana sempre ao nosso lado, disponível para ajudar com tudo. Mesmo não fazendo parte da organização, acabou por fazer. Teve um papel fulcral.

Foram todas incansáveis! É claro que ter presente no Blinner um grupo de bloggers de alta categoria, todas lindas, simpáticas e super acessíveis e compreensivas também foi essencial para o sucesso do evento.

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Eu e a Ana Rita (Let’s Talk About Beauty), que é família!
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E a Sara (Eighteen and a Life) e eu, que tenho pena que ela more lá longe porque gosto muito dela, também

A ideia das pinups foi do melhor, porque deu perfeitamente para identificar (quase) toda a gente do nosso grupo só pelo batom vermelho. Enchemos o The Great American Disaster de mulheres bonitas! Gostei muito de conhecer umas quantas caras novas e pôr a conversa em dia com outras tantas. Vejam bem, até do Porto vieram algumas amigas! E de Leiria, e de outros locais relativamente distantes de Lisboa. É importante mencionar este facto para que quem nos vê de fora perceba como este tipo de encontros são relevantes.

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Ana Rita (Let’s Talk About Beauty), Tânia (Makeup Pt), eu, Joana Cardoso (The Paper and Ink) e Giselle Limirio (Unique by Gi). O Porto veio até nós!

O jantar demorou muito tempo a ser servido, mas foi compreensível porque houve alguns atrasos e também faltas de presença das quais não tivemos conhecimento em antemão.

Ficámos aborrecidas, mas quem perde foi quem não compareceu. Tivemos pena porque o número de vagas era limitado e poderíamos ter dado uma oportunidade a outras pessoas.

À parte deste detalhe, tudo estava impecável. Creio que toda a gente adorou e ficou satisfeita com tudo o que aconteceu.

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Os sorteios durante o jantar! Ah, a loiraça mais gira é a Joana Sousa, a nossa fotógrafa-maravilha!

Como eventos de bloggers não o são sem goodies dos bons para trazer para casa, experimentar e divulgar, toda a gente levou para casa um saco recheadíssimo (e mega pesado, imaginem quem foram as quatro malucas que alombaram com eles até ao carro, e do carro para o restaurante…), para além de um prémio aleatório atribuído por sorteio.

Durante o jantar, também tivemos direito a massagens de mãos oferecidas pela Lush e pudemos brincar com algumas máquinas instantâneas da Fujifilm. Espero que tenha correspondido às expectativas!

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A sobremesa especial feita pela Valorfúchsia.

Deixo-vos abaixo uma lista dos blogs participantes nesta edição do Lisbon Blinner e uma lista das marcas que tão amavelmente colaboraram connosco. Muito obrigada, do fundo do coração!

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Na converseta com a Maria Inês (Mantinha de Retalhos) e com a Tânia Argent (Makeup Pt).

Em breve, no que depender de nós, haverá uma nova edição. Não fiquem já ansiosas, que a seu tempo divulgarei tudo. Até lá, contem com umas quantas reviews de novidades recebidas durante o jantar.

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Francesa Inversa

unhas manicure francesa inversa ao contrário vintage pinup orly

Após os estágios desde ano, fiquei com vontade de fazer uma série de experiências nas minhas unhas.

A de hoje, está na fotografia: manicure francesa ao contrário.

Penso que é este o nome!

Já há algum tempo que queria tentar fazer algo do género, mas faltavam-me os recursos (leia-se umas quantas “bolinhas” autocolantes de remendar folhas de dossier).

Ontem, quando fui às compras, lembrei-me de passar pela secção de papelaria e trouxe o que precisava. As tais “bolinhas” permitem-nos deixar as meias-luas das unhas por pintar com muita facilidade.

Como quero que as minhas unhas permaneçam com a pintura intacta por uns dias, utilizei os produtos de qualidade do costume, todos da Orly:

  • O primer Primetime
  • A base Bonder
  • topcoat Sec’nDry
  • O verniz vermelho é o Colorstay da Revlon na cor Delicious

As pessoas com quem lido no dia-a-dia têm-me perguntado o que é que fiz às unhas para estarem tão crescidas (costumo tê-las rentes), especialmente depois de ter utilizado verniz gel.

É muito simples: em primeiro lugar, não é suposto o verniz gel danificar as unhas. Depois, não fiz nada de especial.

Não apliquei nenhum produto (não tive paciência para tal) e só tenho o cuidado de limar as unhas semanalmente e manter as mãos e cutículas hidratadas.

Ainda não sei qual vai ser a próxima fase: se me mantenho com unhas naturais ou se experimento acrílico; que cores/efeitos utilizo.

Aceitam-se sugestões!

Benamôr – Amor que Nunca Acaba

creme benamor vintage fábrica nally hidratante alantoíne

Por mais hidratantes de rosto que utilize, existe um que acabo sempre por recuperar.

Quando tudo o resto falha, existe uma bisnaga que faz milagres como nenhum outro produto, independentemente do estado da minha pele.

Confesso que nem sempre lhe dou a atenção merecida com tantas novidades e tantos hidratantes que acabo por experimentar, mas existe sempre um bom stock deste produto lá em casa.

Falo do Benamôr, da Nally, velhinho português.

Era usado pelas nossas avós e continua a fazer sucesso entre as gerações mais jovens.

Com tantas tecnologias, tem mesmo de haver motivos fortes para o Benamôr continuar a ser utilizado. Eu já falei dos meus há muito tempo, e gostava que quem chegou aqui ao blog há menos tempo fosse espreitar a tag:

http://aguidaequesabe.com/tag/benamor/

O único senão, para mim, continua a ser o facto de não ter FPS. Como, de qualquer forma, tenho de aplicar sempre protector solar, não é por causa disto que eu e o Benamôr deixamos de ser bons amigos.

Alerta vermelho – preciso de ajuda!

saia plissada vermelha ootd lotd look do dia outfit

Lembrei-me agora que tenho uma saia plissada vermelha, toda catita, como a da imagem.

É velhinha, já deve ter 30 anos (ou mais!) em cima.

Nunca sei muito bem com o que é que posso/devo combiná-la. Gostava muito de poder utilizá-la frequentemente, mas tenho os meus complexos.

Em primeiro lugar, sou baixinha e o comprimento da saia é perigoso. Fica a meio da barriga da perna.

Depois, não sou um palito sem curvas, ao contrário do que é frequente encontrar em imagens quando procuro por possibilidades de utilização de saias plissadas.

Acabo por usar a minha saia sempre da mesma forma, como a minha mãe (ou mesmo a minha avó) teriam vestido. Não me queixo, nada disso, pelo contrário, mas gostava de ter mais possibilidades de a vestir.

Meninas, se fossem vocês, como é que iriam vestir uma saia deste género?

Glamorous Reflections of the 1920s – Make Up Factory

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Não sou esquisita com as épocas antigas e tenho um grande fascínio por todas elas.

Não devo ser a única, porque com filmes, séries e novelas alusivas aos Loucos Anos 20 a surgir que nem cogumelos é normal que toda a gente se sinta entusiasmada.

Aliás, sinto-me dentro do espírito com este meu corte de cabelo à Beatriz Costa. Um pouco mais comprido, e acidental, mas não deixa de ser um bob como os que se usavam.

Assim sendo, faz todo o sentido que as marcas de cosméticos também apostem nas cores e visuais típicos dessa altura.

É o caso da Make Up Factory, que lançou agora a colecção de maquilhagem Glamorous Reflections of the 1920s.

Os itens que compõem a colecção estão na imagem abaixo, e confesso que fiquei embeiçada pelo batom cor de vinho, o iluminador mosaico e pelas sombras.

Os preços oscilam entre os 9,50€ e os 15,00€. Acessível, portanto! Dá vontade de ir a correr à Perfumes & Companhia e trazer estas relíquias todas.

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Milkybar = Galak?

Hunter Esbranquiçadas – Como Resolver

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Pela altura da Páscoa, adquiri umas galochas Hunter glossy pretas, lindas.

São caras, eu sei, mas mesmo assim decidi que precisava de ter umas dado que as galochas pretas que tinha estavam a meter água. Galochas inúteis!

Pensei que era preferível ponderar um investimento superior mas ter umas galochas que durassem para todo o sempre, visto que as Hunter tem óptima reputação neste aspecto.

Mal sonhava eu que, por serem mesmo de borracha, daí a pouco tempo iriam ficar todas esbranquiçadas.

Foi uma grande desilusão, mas como não precisei de as calçar mais porque entretanto chegou o Verão, não voltei a ligar ao assunto até à semana passada, quando chegou a chuva.

Não podia ser a única pessoa a passar por isto! Fui em busca de soluções, mas só me apresentavam produtos caros para tratar das galochas. E soluções caseiras?

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Descobri que a melhor opção era passar um algodão embebido em azeite pelas botas. Sim, azeite! Limpei as galochas com um pano húmido (não adiantou grande coisa) e depois tratei da parte do azeite.

O problema não ficou totalmente resolvido na primeira passagem, mas da vez seguinte já fiquei satisfeita e desde então as botas estão quase como novas.

Quase, porque onde há reentrâncias ainda há pequenas partes esbranquiçadas. Já averiguei como é que posso resolver o problema de vez e dizem que vinagre diluido em água resolve o problema.

Não tenham medo de deixar as botas todas oleosas. Isso não acontece, garanto!

Temperar as botas? pelos vistos, neste caso, é mesmo a melhor solução.

P.S. Melhor ainda que o azeite, são os sprays Cockpit.

Experimentei por sugestão vossa nos comentários e fiquei fascinada: galochas brilhantes e sem vestígios de esbranquiçado por muito tempo!

Não sejam esquisitos com as marcas, procurem na secção dos automóveis no supermercado e vão ver que há muitas opções. Até os sprays Cockpit de marca branca servem.

Look do Dia – Oh my darling Clementine

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Hoje foi dia de conhecer novidades. Muitas, mais até do que eu queria. Mas amanhã também é dia de falar e também é dia de conhecer mais novidades da L’Óreal – porque eu mereço! E vocês também, que tenho coisas boas para vos dar.

Vestido – Pepe Jeans | Sandálias – Best Mountain | Mala – Vintage (era da minha avó) | Brincos – Westrags | Fio – Ebay | Relógio – Vintage (era da minha mãe)

La Depilación Natural – Fujam!

la depilación natural depilacion depilação epilação lixa

Ora, se isto de ter um blog é bom para falar de coisas boas, também tem de servir para as coisas menos boas. E vocês sabem que eu vos conto tudo.

Este post é uma espécie de aviso, que eu não quero a gente cá do burgo a gastar dinheiro no que não deve. O tempo é de crise e não se pode deitar dinheiro ao lixo.

No meu passeio pela Expocosmética, deparei-me com um stand chamado “La Depilación Natural”.

Aproximei-me para espreitar o que era, e em menos de nada tinha uma senhora a passar-me uma lixa no braço. Pois claro que não achei muita piada, e manifestei-me.

Mantive-me calma, nunca se sabe o que pode acontecer, quis ouvir o que a senhora tinha para dizer.

Para mim, aquilo era nada mais, nada menos que uma daquelas lixas depilatórias do antigamente (era uma geringonça parecida com a da imagem), mas mais fina.

Andei eu a descolorar os braços para nada! Agora estes pêlos vão nascer terríveis, como se os tivesse cortado com uma lâmina, disse eu. A senhora respondeu-me que não, que a dita lixa arrancava os pêlos pela raiz.

Já que ali estava, quis saber mais da cantiga deles.

  • Então, vendiam umas lixas que dariam para dois anos de utilizações por 20€.
  • Tinham de ser compradas ali no stand.
  • As recargas poderiam ser adquiridas na Internet, mas o “aplicador” com as primeiras lixas tinha de ser comprado na hora.
  • Perguntei se tinham contactos, disseram-me que não.
  • Insistiram muito que aquela era uma oportunidade única e que deveria comprar aquele aparelho milagroso.

A conversa não me agradou, calculo que muita gente tenha caído na conversa porque as promessas eram boas. Uma lixa indolor que arranca os pêlos pela raiz? Maravilhoso!

Bem dito, bem certo. Quem ficou com uma peladela no braço fui eu. E os pêlos começaram a despontar no dia seguinte, tal como tinha previsto.

Isto tudo para quê? Isso mesmo que vocês já sabem: se virem algo do género numa destas feiras, fujam porque não é coisa boa.