Categoria: Vintage

A Minha Banqueta – DIY

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A maior parte da minha mobília é antiga.

Tem décadas em cima, é velha e na perspectiva de algumas pessoas é feia.

Estou-me pouco nas tintas para opiniões alheias, que eu cá vejo muito potencial em supostos monos mal amados que se mantêm (nem sempre) íntegros e tenho o maior gosto em estimá-los e dar-lhes o carinho que tanto merecem.

Aos poucos, devagar, o que outrora foi enfadonho pode vir a ter mais pinta que as modernices que se vendem hoje em dia. Sabem daquelas pessoas que andam sempre atentas quando passam perto de um caixote do lixo? Sou eu. Sem vergonha.

Lixo de uns, luxo de outros.

É um lema que me diz muito e que tem mostrado resultados muito bons. Há uns tempos, num lugar de (des)arrumação pouco digno para relíquias, saltou-me à vista a banqueta com rodinhas, que ali havia sido esquecida à mercê de intempéries e bicharada clandestina.

Exclamei o meu interesse pela peça. Fui autorizada a ficar com ela. Não sei quem é que teve a triste ideia de negligenciá-la, mas trouxe-a comigo para ter o amor que merecia. Agora, mora cá em casa.

Dei-lhe uma boa limpeza. Tratei o assento com graxa castanha e spray cockpit, tratei as rodas e pintei o pé com tinta acobreada.

Assim, sim!

Não dá gosto ver esta peça especial com a cara lavada e de volta à vida?

Por favor, antes de se desfazerem de mobiliário antigo de qualquer espécie, vejam bem se não há mesmo mais nada a fazer. Nem que seja doar a quem quer/necessita.

Tudo se transforma. Do velho, faz-se novo.

É Carnaval, ninguém leva a mal!

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Tinha mesmo de mostrar a minha Minnie.

Porque eu nem era eu se não mostrasse à minha filha, logo de pequenina, o que é o Carnaval. Porque ela pode ser 7 meses de gente, mas já alinha nas minhas macacadas. É uma vaidosa, é a minha princesa!

Para quem diz ah e tal, que é difícil encontrar disfarces de Carnaval para bebés: ilustres, do pouco se faz muito!

Encontrámos um vestido com saia de tule a 3.99€ na H&M (há-de servir para outras trapalhadas), as orelhinhas com laçarote comprámos no chinês – vinham numa bandolete, mas a minha mãe retirou-as e coseu numa fita de cabelo.

O casaco (feito pela minha mãe para mim, já tem quase 30 anos!) e os collants (e os sapatos, aqui estava descalça mas usa sempre sapatos tal e qual gente crescida) são da roupa que veste normalmente.

Ficou ou não ficou a Minnie mais amorosa de todas?

E agora, vá, vamos tod@s limpar a baba e seguir com as nossas vidas.

10 do Momento

Comecei por ter um blog de beleza,

Embora considere que grande parte da essência do blog ainda passe por aí mesmo.

Só decidi que me daria à liberdade de escrever sobre o que quisesse e, às tantas, acabo por me esquecer que vocês gostam tanto quanto eu de saber das lides dos betumes e tintas. Verdade ou mentira?

Vai daí, desde Junho de 2015 que não faço um apanhado dos 10 cosméticos que mais tenho gostado ultimamente.

Está na hora de partilhar convosco os meus aliados e desenganem-se se pensam que, com os tempos, se mudam todas as vontades. Só mudam algumas!

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Os meus 10 favoritos actuais. Da esquerda para a direita, de cima para baixo.

Eis o meu top, sem ordem específica.

  • Bio Oil – Comecei a utilizar quando estava grávida e nunca mais o larguei. Até no rosto o utilizo, à laia de sérum.
    • Nunca fui muito rigorosa (sei que há grávidas que têm todo um ritual de aplicação de cremes e mistelas 2 ou 3 vezes por dia, mas eu que sou preguiçosa tinha dias em que nem sequer utilizava nada), mas o facto é que a pele se mantém elástica, hidratada e sem estrias.
  • Quenching Serum SOS, Caudalíe – Não me canso de falar dele, se não se lembram podem espreitar o que já disse aquiaqui, aqui e aqui. Preciso de dizer mais alguma coisa?
  • BB Cream Beyond the Solution, Lioele – Não é novo e já falei dele neste post. Agora, mais que nunca, dou-lhe o devido valor.
    • Muito boa cobertura, hidratante, não fica empoado tipo estuque mas também não me deixa com cara de fritadeira.
    • Agora tenho menos tempo que antes para me arranjar, pelo que gosto de atalhar caminho no que diz respeito à preparação da pele para a maquilhagem.
  • Protector Solar SPF 50 gel-creme para peles oleosas, Youth Lab – Foi a Ana que mo deu a conhecer e nunca mais o larguei. Todos, mas todos os dias, faça chuva ou faça sol, utilizo protector solar. Se já tinha todo um historial de alergias ao sol, a gravidez deu-me a conhecer a realidade das manchas e rugas.
    • Mais vale prevenir do que remediar, e este protector solar é o melhor do mundo para o rosto porque não pesa, não tem aquele cheiro a “sintético” a praia nem fica todo oleoso na cara.
    • Como bónus, tem uma ligeira corzinha. Há dias em que acabo por nem aplicar mais nada no rosto.
  • Poudre de Riz de Java, Bourjois – É uma reedição do famoso produto da Bourjois, em comemoração dos seus 150 anos.
    • É um pó solto translúcido com subtis cintilâncias que nos deixam o rosto com um ar polido e iluminado.
    • Não acumula nem tende a ficar oleoso.
    • A embalagem é prática, contendo uma patilha “doseadora” que não deixa que saia demasiado pó do compartimento.
    • Esta parte é completamente secundária mas também tem de ser referida: tem um cheirinho tão bom!
  • Batom Color Sensational Vivid Matte, Maybelline – Eu sei que não tem uma durabilidade imaculada, que nem sequer fica mate e que só chegaram 4 cores a Portugal.
    • Se procuram um daqueles batons líquidos mate à prova de tudo, esqueçam.
    • Ainda assim, são dos que mais tenho usado, especialmente a cor 50 (Nude Thrill).
    • A aplicação é super confortável, não resseca os lábios, efectivamente confere o conforto de um gloss sem ser pegajoso nem brilhante. E tem um sabor/aroma bastante agradável.
  • Blindagem Capilar, Novex – Já falei dela aqui e nem me vou alongar mais que isto: poupa-se muito tempo na secagem e preservação do penteado. Xô, humidade!
  • Emulsão de Banho, Anjinho – Só para contextualizar, a Anjinho/Angelito/Babyheart (há-de ter outros nomes noutros países) é a marca de produtos de higiene para bebé do Aldi e está muito subvalorizada. É mesmo muito boa e muito barata e volta e meia trago alguns produtos para a Teresa.
    • A emulsão de banho é um deles e também a utilizo. Adoro!
    • Não resseca a pele no banho, é um mimo.
    • Se tiverem um Aldi por perto, não olhem para este produto (nem para o resto da marca) de lado!
  • Gel de Limpeza 2 em 1 Pure Active, Garnier – É para peles oleosas e surpreendeu-me muito porque é delicado.
    • Não arde nem resseca a pele – palminhas por terem compreendido que as peles oleosas podem ser sensíveis e desidratadas e criarem um produto que respeita estas características!
    • É eficaz, é prático e é económico (a embalagem é gigantesca para o que é habitual num gel de limpeza de rosto – tem 200ml).
  • Purelan, Medela – Este é aquele produto do qual possivelmente nunca ouviriam falar se não estivessem grávidas/fossem mães.
    • O Purelan é um creme muito espesso e hidratante de lanolina pura. Tipicamente, utiliza-se nos mamilos quando estão gretados/sensibilizados pela amamentação.
    • Mas também serve para muitas outras coisas! Para peles muito secas e sensíveis (como os lábios), garanto-vos que não há melhor que isto.
    • Há quem gaste muito pouco, ao longo da amamentação. Eu já vou na segunda bisnaga à conta da função multi-usos.

E é o que tenho para dizer por agora. Pode parecer aborrecido, mas é mesmo o que mais tenho utilizado e que mais me tem surpreendido. E nem é necessário dizer que utilizo tudo exaustivamente, pois não?

Pantufos de Carneira – Coisas que os Aliens Raptaram

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Não sei como é que um fenómeno destes aconteceu, que só dei por ela assim em cima do joelho.

É como aquela história de Santa Bárbara e as trovoadas.

O que é que aconteceu aos bons e velhos pantufos de carneira?

Aqueles de pelinho, quentes e confortáveis que duravam eternidades? Corro tudo e, hoje em dia, só encontro imitações baratas.

Não me aborrecem os materiais sintéticos, mas as solas parecem sofrer de grande fragilidade e o revestimento é sempre em tecido sintético manhoso.

Das últimas visitas que fiz à Serra da Estrela, já nem por lá (nem nos arredores) encontrei o que procurava. Aí, para piorar, os malfadados sintéticos saem a preço de ouro.

Se justificassem o desaparecimento da carneira à antiga por motivos de poupança, entendia. Mas a saírem assim ao mesmo preço para o consumidor?

Não sei quando é que se deu este fenómeno, mas aposto que são os extraterrestres que andam aí todos embrulhadinhos e encasacados com as carneiras que estavam destinadas aos nossos pantufos.

Se encontrarem por aí os bons pantufos que procuro, por favor, avisem-me!

Trouxe dos 90s – Anita

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Hoje é dia de trazer à ribalta outro clássico para quem cresceu nos anos 90, ou nas décadas anteriores.

Na verdade, ainda hoje as meninas deliram com os livros da Anita.

Ou Martine, como lhe quiseram chamar há uns tempos.

Bom, há que dar a mão à palmatória aqui: afinal, a Anita sempre se chamou Martine. As histórias originais, em francês, surgiram em 1954 pelas mãos de Gilbert Delahaye e Marcel Marlier (escritor e ilustrador das histórias).

Em Portugal, a Editorial Verbo foi responsável pela circulação dos livros a partir de 1966 e foi aqui que a protagonista das histórias mudou de nome para nos soar mais familiar.

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No ano passado, a Zero a Oito decidiu devolver o nome original à menina das histórias e é claro que passados quase 50 anos ninguém achou piada à ideia.

É a Anita e não se fala mais nisso!

Devo ter dado muitos dos meus livros às minhas primas mais novas e fiquei com pena porque agora bem que gostava de os ter para a minha Teresinha.

O que vale é que, pelos vistos, ainda estão disponíveis sem a nhanha do nome “novo”, ainda que não sejam os livros antigos e bonitos (com capas e algumas ilustrações diferentes das de hoje em dia) a que estava acostumada.

E vocês, ainda guardam as aventuras da Anita?

Trouxe dos 90s – Trolls

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Troll Dolls. Imagem de origem desconhecida.

Voltando à bonecada dos anos 90, aposto que ficaram nostálgic@s só de ouvir falar dos Trolls, ou Troll Dolls!

Na verdade, os bonequinhos de cabelo espetado e farfalhudo surgiram em 1959, mas tiveram especial popularidade décadas mais tarde quando surgiram em videojogos e desenhos animados.

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Lembro-me que em 1999/2000 havia Trolls de colocar nos lápis, que saíam nos cereais Wheetos (e possivelmente noutras variedades). Alguém tem espécimes destes por aí guardados?

Entretanto, a DreamWorks encarregou-se de fazer um filme de animação que, ao que parece, chegará a Portugal ainda este ano.

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Poster alusivo à colecção Good Luck Trolls da MAC.

Também a MAC acaba de anunciar uma linha de maquilhagem chamada Good Luck Trolls alusiva a estes brinquedos, a propósito do filme referido anteriormente.

As embalagens e os produtos em si são super coloridos e dá vontade de ter tudo.

Estas memórias não poderiam vir mais a calhar num ano tão importante para os Trolls!

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Zelf. Imagem de origem desconhecida.

Sendo eu uma criança crescida, não pude deixar de reparar que, recentemente, surgiram outros bonecos que me parecem claramente inspirados nos Trolls e que inundaram as prateleiras dos supermercados, os Zelfs.

Aposto que, com tanto alarido, não tardará muito até que consigamos reencontrar Trolls à venda para matar saudades, mas enquanto não acontece (e se quiserem algo mais colorido para as vossas crianças), fica a dica!

Ainda têm por aí algum Troll perdido?

Trouxe dos 90s – Canetas de Sopro

Sendo eu uma acumuladora de tralhas em mudanças, estou a confrontar-me com muitos dos brinquedos da minha infância que guardei na esperança de um dia passar à descendência.

O meu propósito vai ser cumprido, e já que posso juntar o útil ao agradável, quero partilhar convosco algumas pérolas de quem cresceu nos anos 90 (e não só).

Todas as semanas, trarei à ribalta um brinquedo/memória diferente e, se possível, irei complementar com fotografias do que tenho na minha colecção.

canetas de sopro blo pens flying tiger

Para começar, pareceu-me bem falar de algo que redescobri recentemente e que há mais de 15 anos me mantinha entretida por muuuitas horas seguidas.

As canetas de sopro, ou Blo Pens, que era o nome da principal marca que as comercializava.

Eram canetas de feltro com umas pecinhas de plástico que permitiam que as utilizássemos através do sopro por uma espécie de boquilha, fazendo autênticos grafitis nas folhas de papel, tecidos e afins.

Por norma, traziam stencils temáticos que nos ajudavam a “desenhar” figuras mais direitinhas. Até havia edições especiais, como uma em que estava incluída uma caneta branca que modificava a cor das restantes (já vi disto noutros conjuntos de canetas de feltro).

Comprava as minhas em papelarias e no Toys’r’us, e à presente data não sei se ainda existem nestes locais. Para meu espanto, descobri que existem canetas destas (sem marca) à venda na Tiger.

Para quem tem filhos/sobrinhos/crianças pequenas, aqui fica uma ideia de presente dos bons e que tenho a certeza que vão adorar! E vocês, brincavam com canetas de sopro?

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Workshop de Iniciação à Costura

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Há duas semanas, recebi um convite da Companhia das Agulhas para ir a um workshop de iniciação à costura.

Calhou que nem ginjas: agora que estou em mudanças, estava à procura de algo semelhante porque, já que tenho máquina de costura, convém saber utilizá-la.

É claro que a mamã sabe e ajuda. Ela tem todos os conhecimentos e, por isso mesmo, pensa que há coisas que são tão básicas que toda a gente as sabe empiricamente.

Consequentemente, não tem a paciência necessária e a simples tarefa de montar a máquina é uma odisseia neste domicílio.

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Bloggers a aprender a costurar. Fotografia retirada do Facebook da Companhia das Agulhas.

Quero poder ser eu a arranjar as roupas na minha casa e, quem sabe, fazer projectos lindos completamente de raiz.

Assim sendo, adorei a proposta e não podia dizer que não. Rumei à Companhia para, numa tarde, aprender os básicos da costura à máquina.

Há coisas básicas (não sei como é que, hoje em dia, há quem não as saiba fazer!) das quais sei tratar à mão, como coser botões e bainhas, mas no demais não sei fazer nada.

No total, éramos 5 bloggers sem grande experiência no assunto, e posso garantir que nos portámos todas muito bem.

Com a ajuda da Ju e da Sofia, conseguimos preparar e confeccionar um individual com espacinhos para os talheres bem giro e que, falo por mim, tem feito muito sucesso!

Mas nem só de costura para nabiças é feita a Companhia: há cursos e workshops para todos os fins e dificuldades, aulas livres, cursos de malha…

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Em jeito de conclusão: adorei a tarde e saí do workshop bastante motivada para aprender a trabalhar com a minha máquina. Há esperança. E posso dizer-vos que se eu consigo, vocês também conseguem!

Com mais ou menos persistência, é preciso é ter vontade de aprender. Para saberem mais sobre a Companhia das Agulhas, é só consultarem o site que está lá tudo (modalidades, preços, morada e tudo o que possam imaginar).

Verão Rio Sixties

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Apesar de este ano o Verão estar bastante tímido por terras lusas, não podia ter começado de melhor forma que em companhia de grandes amigos, num óptimo dia de convívio.

O que pode ser melhor do que uma grande festa de celebração do Verão e da beleza em modo sixties, com tanta gente que comunga do mesmo interesse?

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Foi assim que começou a minha estação do ano preferida.

Nas Portas do Sol (café/bar super fancy!), a convite d’O Boticário.

Na ordem dos trabalhos, se é que me entendem, esteve a apresentação/demonstração da linha Make B Rio Sixties pelo grande Fernando Torquatto, maquilhador responsável pela criação de toda a linha Make B e consultor da rede Globo.

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Vestido – Vintage, feito pela minha avó | Sandálias – Mel | Brincos – Vintage

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A linha de maquilhagem em si já chegou a Portugal há mais tempo, mas nem por isso ficou descontextualizada, já que é inspirada no calçadão do Rio de Janeiro e nas tendências dos anos 60, pelo que é a cara do Verão.

Foram feitas demonstrações de looks de maquilhagem na Vanessa Martins (actriz), na Margarida Almeida (blog Style it Up) e, oh yeah, na vossa Guida. Euzinha mesma!

Já posso gabar-me de ter sido maquilhada pelo super maquilhador das estrelas, e ainda tirámos uma selfie. Foi um grande privilégio, e apesar de eu ter ido vestida e maquilhada a preceito para a ocasião, as sombras utilizadas no meu look foram a cereja no topo do bolo.

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Entre conversa, abraços, e muita diversão, seguiu-se um almoço bastante descontraído. Deu para rever tantas amigas e matar saudades, que já se sabe que nem sempre a correria do dia-a-dia e a distância (sim, as giraças do Porto também vieram!) nos permitem ver as pessoas de quem tanto gostamos com frequência.

A família O Boticário cresce, mas nem por isso se perdem os bons hábitos típicos de quem cultiva sempre o carinho e a beleza nas pessoas. Duvidam? Ora vejam o vídeo abaixo, mas não me responsabilizo se depois desejarem ter lá estado.

Vêem por que é que gosto tanto desta família?

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Rosalface – Ach Brito

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Dos hábitos que nasceram comigo, consta o sabonete tradicional.

Há muito tempo que não falo desta preferência.

Vou-me rendendo aos géis de banho e sabonetes líquidos, que fazem muita espuma e têm aromas e texturas muito apelativos, mas não há conforto e limpeza como na velhice dos sabonetes em barra.

O Rosalface da Ach Brito, porém, não é o meu favorito para a higiene. É muito bom, sim, mas tem características que o colocam numa categoria especial.

Considero que o Rosalface é delicado de mais para ter morte imediata numa qualquer saboneteira do quarto de banho. Há anos que vários irmãos desta família habitam as caixas e gavetas cá de casa, porque a fragrância rosa-talco é duradoura e cai bem nos têxteis.

Existe um factor determinante no encaminhamento para esta função especial: é um sabonete que não se desfaz em óleos e gorduras ao longo do tempo. Embora não haja grandes detalhes ou desenhos para manter intactos, tenho pena que o Rosalface se desintegre nas lavagens de mãos, o que faz com que só esporadicamente apareça um perto do lavatório.

A Ach Brito fez o favor de nos lembrar que existe, e eu sou totalmente a favor do uso do sabonete tradicional nesta era de modernidade. Foi um transtorno muito grande, há uns anos, querer encontrar relíquias destas e serem raros os sítios que as disponibilizavam.

Só havia uma vantagem: os preços eram substancialmente mais agradáveis do que o que se tem verificado de há um ou dois anos para cá. Ainda assim, os sabonetes continuam a ser mais económicos que os géis de banho, no geral. Na minha opinião, há hábitos antigos que são impagáveis e não se deviam perder.