Categoria: Tecnologia

Habemus Android! – Huawei Ascend G300

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O MacBook deu o berro.

Vai ao arranjo, e entretanto lá tive de, finalmente, investir num telemóvel novo porque o antigo também já estava meio demente há uns tempos valentes.

Descobri que o Huawei Ascend G300 afinal ainda existia nalguns sítios e tufas, já cá canta.

Até agora, estou muito satisfeita com o que ando a descobrir, mas adorava saber que aplicações devo instalar e truques que os principiantes desconhecem. Existe alguma manha que deva saber?

Ah, apesar de não me ter dedicado muito ao assunto, já estou presente em terras Instagramianas com o nome aguidaequesabe.

Mala de Outono – Accessorize

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Ainda não é desta que vos vou mostrar a minha colecção de malas e bolsas, mas venho mostrar uma das aquisições mais recentes e à prova de Inverno. Com direito a elegância, que isso é essencial!

Nesta temporada, decidi espreitar quais eram as propostas da Accessorize.

Procurava algo versátil mas com pinta, de preferência em tons de bege ou toupeira porque não tinha nenhuma mala de Inverno assim. O pré-requisito principal era que fosse super espaçosa, porque ando sempre com a casa às costas.

Posso dizer-vos que dei umas dez voltas à loja, indecisa, mas os meus olhos acabavam por dizer sempre olá à mesma mala.

Finalmente, resolvi pegar nela e quando vi as divisórias interiores e os bolsos de trás e da frente, e decidi que era mesmo esta a mala que queria para mim.

Imaginem, o bolso da frente até é almofadado a pensar nos gadgets que possamos querer trazer connosco!

Tive algumas dúvidas quanto à resistência a chuvadas, mas o São Pedro tem feito das suas e já pude verificar que tenho aqui uma mala à prova de tudo e que, se quiser, até posso utilizar durante todo o ano.

Pai Natal, se és solidário, o telemóvel é para mim.

Com a aproximação do Natal, a pequenada anda aos pulos a fazer os seus pedidos ao velhote das barbas brancas.

É bom sonhar, e se alguém tem culpa das agruras deste mundo não hão-de ser as crianças e todas elas merecem um presente.

O Natal comercial é uma questão cultural relativamente recente e é importante destacar o valor intrínseco do que, na prática, é uma festa da família: o carinho, os afectos e o convívio com aqueles de quem mais gostamos.

Sou contra o endividamento por caprichos de plástico pouco didácticos para os mais pequenos, mas não posso negar que é bom receber presentes.

Falo por mim, que fui uma criança relativamente mimada que sempre teve tudo o que quis – com conta, peso e medida.

Sabia que receber jogos e brinquedos era algo quase exclusivo do Natal e do aniversário e que tinha de definir prioridades. Muitas vezes, tinha de juntar algumas moedinhas para ajudar a comprar o que queria.

Sempre dei valor ao que tenho porque sei quanto custam as coisas.

Dou graças a Deus por ainda hoje viver numa situação relativamente confortável, especialmente pelas histórias de miséria que se conhecem de amigos, vizinhos, conhecidos e outras tantas pessoas que surgem nas notícias diariamente. Tento olhar para quem está à minha volta e ajudar como posso, por pouco que seja.

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Para mim, é inconcebível que haja crianças a sofrer uma série de carências pelas quais ninguém deveria passar.

Tento ajudar pessoas próximas e, quando é possível, também gosto de atender a iniciativas de solidariedade que vão surgindo. Neste sentido, tenho andado atenta às cartas do Pai Natal Solidário dos CTT para tentar apadrinhar os desejos de natal de um menino ou menina.

Tenho assuntos para tratar nalguma estação, e assim juntava o útil ao agradável e presenteava alguém que de outra forma poderia não ter nenhum mimo quando chegasse a hora de desembrulhar as prendas.

Feliz ou infelizmente, não tenho conseguido porque quando vou ao site ou ao Facebook da iniciativa já todas as cartas foram apadrinhadas.

Na noite passada, finalmente encontrei algumas cartas por apadrinhar no site.

Fixe!, pensei eu. Finalmente vou poder cumprir com o meu propósito de participar no Pai Natal Solidário.

Eis que começo a ler os pedidos e só me surgem no caminho pedidos absurdos:

  • Ora são cartas de bebés de meses com pedidos que nitidamente são para miúdos de 5 ou 6 anos;
  • Ora são fedelhos de 10 anos (e até menos) a pedincharem telemóveis.

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CTT, em que é que ficamos?

Solidariedade era oferecerem-me a mim o bendito telemóvel, que o meu avariou. Miúdos de 10 anos a pedirem telemóveis? Para quê?

A culpa não é deles, é da educação que têm e das perspectivas consumistas que lhes são incutidas. CTT, quem é que faz a filtragem dos pedidos?

Por que é que um telemóvel faria falta a uma criança? Tratando-se de famílias que passam dificuldades (presumo que seja esse o objectivo da iniciativa, possibilitar que não falte um presente a crianças que de outra forma não o receberiam), como é que é a nossa vida?

Mesmo que por qualquer motivo eu oferecesse um telemóvel, quem é que o carregava depois se supostamente não há dinheiro?

Tenham dó de mim. A minha vontade foi apadrinhar uma dessas cartas, fazer-me parva e enviar um telemóvel de brincar.

Não o fiz porque, relembro, a culpa não é das crianças e de qualquer forma prefiro canalizar o meu esforço para alguém que realmente necessite. E, depois, se o fizesse, o Menino Jesus ainda ficava ofendido comigo.

A sério, Pai Natal, se queres ser solidário, quem precisa do telemóvel sou eu.

Como não tenho nenhum padrinho que me vá oferecer telemóvel nenhum, gostava que me aconselhassem quanto a modelos relativamente baratos com Android. Preferencialmente da Vodafone e com boa autonomia.

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Nike Kinect Training – Xbox 360

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Ou a Guida foi apanhar uma sova à Microsoft.

Acho que tenho de ir investigar que aulas de ginástica é que o Centro de Dia aqui da minha zona tem destinadas à terceira idade, porque no estado em que estou parece-me que só nessas sessões é que me safo.

A convite da Microsoft, na semana passada fui conhecer o jogo Nike Kinect Training para a Xbox 360.

A ideia era passar um momento descontraído a experimentar os exercícios, mas ao fim de 2 minutos a mexer-me eu estava KO.

Não faz mal, alguém tem de ficar de fora a tirar fotografias (que havia mais pessoas) e eu assumi boa parte desse enooorme sacrifício.

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Nunca tinha prestado grande atenção ao Kinect porque apesar de saber que não há comandos necessários e que o sensor detecta os nossos movimentos, pensei que podia fazer batota como na Wii e assim tudo perdia a piada.

Senti no corpo o meu erro. Ó se senti!

O lado positivo disto é que fiquei a saber que ainda há maneira de estar entretida a mexer o meu rabo gordo em prol de um estilo de vida mais saudável sem estar sujeita a figuras tristes aos olhos de terceiros.

Atrevo-me a dizer que o pijama e os pantufos passam a ser vestuário mais do que adequado para as tarefas dos treinos físicos.

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O jogo foi criado em parceria com a Nike e tudo foi pensado ao detalhe:

  • Existem dois personal trainers da marca, o Alex e a Mary, que foram colocados no Kinect Training e logo à partida temos de escolher um deles para nos acompanhar ao longo das nossas sessões de exercício.
  • É feito um teste inicial com dados como a nossa altura e peso, regularidade com que praticamos exercício e quais são os nossos objectivos.
  • Depois, criamos um compromisso quanto à regularidade dos treinos.
  • Há exercícios para todos os gostos (força, cardio), com graus de dificuldade diferentes e com vários tempos de duração.

Nós escolhemos um treino de 15 minutos que mais pareceu uma eternidade e cada pessoa do grupo teve a sua oportunidade de tomar o lugar principal em frente ao Kinect (porque em casa é suposto treinarmos individualmente!).

A nossa PT foi a Mary e, olhem, ela é uma chata que nos dá nas orelhas se não fazemos tudo como deve ser. Esqueçam a batota!

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No final, tivemos direito ao merecido (ou não, que para a meia dúzia de calorias queimadas fomos logo à lambonice) lanche e um bom momento de conversa.

Eu que não gosto de desporto e sou a maior lontra de sofá fiquei com vontade de trazer a Xbox 360 e o Kinect comigo para poder jogar o Nike Kinect Training à vontade. Entre outra jogatana!

GoGear Sound Dot – Philips

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Se tiver de elaborar uma lista de coisas sem as quais não passo bem, a música estará próxima do topo.

Talvez venha a seguir ao chá.

Não entendo nada dos instrumentos nem de cantar, mas gosto muito de ouvir e não sou muito esquisita. Ok, sou um bocadinho, mas não interessa para o caso.

Aqui há uns tempos, o meu MP4 super especial de corrida com 30GB de capacidade e que me custou os olhos da cara morreu. Simplesmente, morreu. Não caiu, não tomou banho, nem comeu. Finou-se, simplesmente.

Não imaginam o meu transtorno. Por sorte, tinha feito o backup de (quase) tudo o que estava lá dentro na véspera.

Desde então, jurei nunca mais querer um mp3 muito complexo.

Queria algo com boa autonomia, leve, se tivesse muito espaço de armazenamento seria bom mas não era a minha prioridade, sem muitos botões. Na verdade, queria algo prático que servisse simplesmente para… Ouvir música!

E eis que surge o GoGear Sound Dot da Philips.

Era mesmo isto que eu queria. Existem três versões com cores diferentes (um rosa, um azul e este branco com botão verde). Tem 2GB de capacidade e 6h de autonomia. Não tem grandes rococós nem precisa.

  • É super leve.
  • Basta ligá-lo ao computador para carregar
  • A entrada dos phones tem um led que passa do vermelho para o verde quando já está carregado.
  • Passam-se as músicas para dentro da pasta como se fosse uma pen.
  • Como só é “clicável” em três sítios, não há espaço para grandes enganos e confusões.
  • O botão verde, no meio, liga e desliga o mp3 e também faz pausa nas músicas.
  • O lado branco com dois pontinhos serve para aumentar o volume e para passar para a música seguinte.
  • O lado oposto, com um ponto, diminui o volume e retrocede as músicas.

Não tem muito espaço, é verdade, mas aprendi a ver o lado positivo desta contrapartida: é que assim sou obrigada a mudar de playlist frequentemente.

Com o mp3 antigo, de 30GB, passava a vida a mudar de música porque a variedade era tanta que nunca estava satisfeita.

Tinha outra preocupação na procura do mp3 ideal para mim e nem sequer me tinha ocorrido que fosse algo tão simples de tratar.

Volta e meia tenho ido saltar à corda, mas fazer exercício é para mim uma espécie de martírio e sempre pensei que se estivesse a ouvir música o tempo passava mais rápido. E o risco de o mp3 sair disparado de onde quer que fosse?

Com o Sound Dot não há esse problema porque a parte cinzenta é um clip que pode prender na roupa e assim ele fica bem preso.

Face às opções semelhantes das outras marcas conhecidas e boas (não me venham com histórias relativamente às chinesas populares que nem sequer têm garantia…), o Sound Dot ainda se torna mais apelativo por só custar cerca de 25€ nas lojas do costume (Worten e afins).

So far, so good. Estou satisfeitíssima e uso e abuso do meu novo apêndice!

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Lisbon Blinner – 2ª Edição

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Desta feita, tratou-se de um piquenique no jardim da Gulbenkian, organizado novamente pela Patrícia do The Juicy Glambition.

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Cheguei atrasada, mas nem por isso deixei de me divertir. Passei a maior parte do tempo à conversa com a Cereja, com a Bia, com a Mantinha, com a Andreia e com a Catarina.

Este tipo de iniciativa é bom para conhecer caras novas mas também é bom para pôr em dia com quem temos mais afinidade tudo aquilo que é negligenciado graças à distância.

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Houve presentes para toda a gente e a paparoca foi cortesia do DeluxeDay Spa. Vê-se pelas fotos, não é? O Kiss e a Ryca também lá estavam, e como gostam da Guida é claro que tivemos de deixar este momento registado.

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Adoro estes momentos de convivência e espero que em breve haja mais, porque dão sempre origem a novas amizades e a boas trocas de ideias.

Blogs Portugueses – é de deixar a vista turva

marilyn monroe

Agora apeteceu-me cortar na casaca de alguém.

Sou mesmo ruim, eu.

Como não tenho mais nada que fazer, cá vou eu de ser ‘vejosa (ah, não, queriam!), que já sei o que a casa gasta e que vai aparecer alguém com os cotovelos a jeito.

Portanto: esqueçam que sou a Guida e que tenho um blog. Como tal, estou a fazer esta análise enquanto leitora de outros blogs, neste caso hão-de partilhar da minha dor; fiquem totalmente indiferentes, se vos aprouver.

Servindo a carapuça, espero que tenham o bom senso de aprender alguma coisa com este post e, se não servir para melhorarem enquanto pessoas, pelo menos evitem massacrar quem vos rodeia.

Não, não quero ofender ninguém nem quero parecer pretensiosa. Mas, vá, ajudem-me, não têm assim umas certas comichões quando se deparam com algum dos exemplos que vou dar de seguida?

  • Fulana tal recebeu uns press releases bem catita e então vai de escarrapachar tudo no seu blog tal e qual como está escrito no documento que lhe chegou às mãos. É claro que mais ninguém recebeu o mesmo material (façam o favor de meter muita ironia nisto tudo). Ou, vá, como não é já suficientemente bonito, a pessoa decide dar um toque pessoal com maiúsculas e erros ortográficos, tudo num vermelho espampanante, bem carregado. Bonito, hã?
  • Já tal fulana foi convidada para um evento de uma marca, e ela muito entusiasmada confirmou presença. À última da hora achou que era um grande aborrecimento. Mas, que é isso? Um evento é uma coisa que se organiza em cinco minutos, basta estalar os dedos que é tudo fácil para as empresas organizadoras. Mais pessoa, menos pessoa, não faz a diferença.
  • Então não se avisa ninguém. Ou dão-se desculpas que depois toda a gente vem a descobrir que são só… Desculpas. Eventualmente, este exemplo só fará sentido mesmo para quem tem um blog. Isto é ruim para as marcas, é ruim para quem não acredita que assim perde credibilidade e é ruim para…
  • … Quem com razão se queixa que não teve oportunidade para ir aos ditos eventos a quem alguém se baldou à grande. Não seria aborrecido, mais ou menos, o problema aqui é quando começam a bombardear tudo o que é blog e Facebook com “tenho muita pena de não ter sido convidada, mas”… Mas os eventos são todos em Lisboa, mas as marcas são umas más que só querem saber de quem é grande, entre outros mas.
  • Vamos cá ver: um desabafo esporádico, tolera-se. Agora, quando começamos sempre a ver os mesmos desabafos, à tonelada, sempre feitos pelas mesmas pessoas, não há paciência. Olhem que conheço muito boa gente do Algarve, do Alentejo, de Bragança e da Conchichina que se deslocam a todo o lado, sempre que é pertinente. E a Lisboa também se desloca ao resto do país, que eu bem sei e também o faço. Sim, porque há muitas coisas a acontecer por este nosso Portugal fora. Quando não é Lisboa, é o trabalho, ou é porque é caro, ou é porque não conhecem ninguém. Gente envergonhada, nhecs.
  • Também há os fantasmas, tenho a certeza que toda a gente conhece pelo menos um. Não aparecem, não dão a cara, não dizem nada, mas a verdade é que acabam por estar em todo o lado quando o tema de conversa é receber. Não interessa se são picas na testa, se é dado os fantasmas querem.
  • O mais deprimente é quando surgem pessoas completamente aleatórias, sem perfis ou blogues, que enviam emails com histórias assim: “eu sei que recebes muitas coisas por causa do blogue, partilha comigo que eu fico eternamente grata e rezo por ti nas minhas orações”. Calma lá! Feliz ou infelizmente, aqui não é a Santa Casa nem se recebem muitas coisas. Curiosamente, nesses emails, as muitas coisas traduzem-se sempre em cosméticos e nunca em comida ou outros bens de primeira necessidade
  • Por fim, tenho de falar de algo totalmente invisível para quem não tem um blogue, que são as supostas parcerias entre blogues ou entre blogues e marcas/vendedoras de marcas que acham que a malta é parva e então podem pôr e dispor dos espaços alheios.
  • Cada um é livre de fazer o que quiser e bem entender com os seus espaços, mas querem um conselho de amiga? Trabalho é pago, não deixem que algum(a) totó vos coma por tol@s. Então, o manel vende qualquer coisa e decide criar um blogue para expandir o seu negócio. Propõe-vos uma parceria. Quer organizar um sorteio no vosso espaço com o produto que ele vende, com as regras dele e com links para o blogue dele. Vantagens para vocês. Zero. Nenhuma. Niente.
  • Não sejam tont@s ao ponto de aceitar coisas assim. Não se chama parceria. Nas aulas do ensino básico, aprendi que uma relação deste tipo, em que um dos elementos beneficia e o outro é prejudicado (porque nem sequer há um afluxo de seguidores significativo para os nossos blogues) chama-se parasitismo.

Peço-vos tanta desculpa, mas estes sapos andavam aqui presos há algum tempo e alguém tinha de levar com eles.

Compras do Ebay

anéis ebay

Sou pequenina, tenho as mãos pequenas e os dedos pequenos. É dificílimo encontrar anéis para mim, e foi por isso que já há algum tempo decidi começar a recorrer ao Ebay para adquirir a preços bem baixinhos.

Garanto-vos que dei menos de $5 por cada um deles.

O primeiro, da caveira, foi dos mais baratuchos.

Por sinal, já o vi numa loja online que supostamente desenvolve as suas colecções em Portugal mas que a ver bem manda vir tudo de lojas online chinesas. Uma cujo o nome lembra Coelhinhos Bonitos. Lá, o mesmo anel custa 8,50€. Não comprem coelho por lebre!

Tenho muita coisa para vos mostrar, foi tudo chegando e eu sem me lembrar de partilhar.

O Ebay é mesmo o mundo! Costumam fazer compras por lá?

Facebook Kids

facebook criançasOntem descobri que as minhas primas de dez anos têm perfis no Facebook.

Os pais têm conhecimento, é certo, mas mesmo assim não deixa de ser medonho.

Ambas têm fotografias. Uma delas nem sequer deixa adicionar amigos, o que me deixa um nadinha mais aliviada. A outra, tem o mural à mercê de quem passa, pois nem sequer controla a visibilidade do que escreve.

Bem sei que as coisas mudam e que quando eu tinha a idade delas mal havia Internet.

Tive o meu primeiro blog aos doze anos. Nessa altura, ninguém pensava em redes sociais. Havia os chats, o mIRC ainda tinha algum peso e era por lá que se conversava.

Mas numa época em que quase ninguém tinha câmaras digitais e os telemóveis só serviam para telefonar e mandar mensagens, não havia essa preocupação. Até porque o mais provável era utilizar um nickname hoje, outro amanhã e por aí fora.

Sou sincera, criança minha não teria autorização para criar um perfil na Internet tão cedo.

Em primeiro lugar, os miúdos são novos de mais para andarem agarrados a computadores. Nem sequer falando na saúde deles, acho que é desde cedo que se aprendem os valores importantes da vida.

Como é possível esperar que tenham força de vontade e que sejam seres amigáveis se têm a liberdade de alapar em frente ao monitor? Acho que aos dez anos socializar significa algo mais do que passear pelo Facebook.

No meu tempo, saltava-se à corda, andava-se de bicicleta, brincava-se. Também se jogava no Gameboy e na Playstation, mas enjoávamos de tudo isso muito depressa. Hoje em dia, joga-se no Farmville, Cityville e outros villes.

Na minha escolinha, teríamos gosto por ter uma horta num canteiro algures. Já estes miúdos, ficam contentes por ter uma horta virtual. Pergunto-me se sabem que o leite vem da vaca e que os morangos não vêm das árvores.

Depois, há a questão da segurança.

Não me venham dizer que os pais controlam, porque não acredito que algum pai tenha controlo total sobre os seus filhos durante todos os minutos do dia. Não me enganem, todos passámos por lá, todos sabemos o que a casa gasta.

E os azares acontecem, muitas vezes porque damos abébias.

Se há coisas em que acredito que quanto mais cedo lidarmos com elas, melhor, esta não é uma delas. Sabem, vejo muitos adultos que deviam ser proibidos de estar em redes sociais pelas atitudes que têm.

Não se apercebem de que qualquer pessoa pode ver o que escrevem e por vezes dizem as maiores barbaridades. Sim, temos liberdade de expressão. Mas também é verdade que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros, e muita gente não se apercebe dos limites.

Se é este o exemplo que as pessoas grandes dão, como esperam que os mais novos tenham bom senso? Nem falo dos falsos perfis de adultos mal intencionados.

Falo de pessoas relativamente influentes, que sabem que há malta miúda a vê-las e que ainda assim jogam muitos palavrões para o ar, a par de afirmações grotescas (como pessoa tal que há tempos afirmava que quando as jovens se vestem de forma “provocatória” merecem o assédio de que sofrem por vezes).

É que, a meu ver, grande parte da nossa formação humana vem dos exemplos que tivemos. Por vezes, não conseguimos distinguir o exemplo bom do exemplo mau.

Chamem-me forreta, mas a isto eu faço “não gosto”.

Guida Hackada

É verdade, parece que três anos sem chatices de gente ruim estavam a ser bons de mais.

De tal forma que ontem quando estava a preparar-me para entrar no blogue e vir dar um ar da minha graça, deparo-me com um WordPress cheio de erros e viroses, virado do avesso.

Se entrei em pânico? Não senhores! Vá, só um bocadinho, que isto de andar por aí a espalhar bichos maus pelos computadores alheios é uma coisa muito feia e eu espero não ter prejudicado ninguém.

Felizmente, faço sempre backup de tudo e por isso foi fácil deixar tudo direito novamente.

Ainda assim, fica o alerta para quem tem blogue no WordPress (e não só):

  • Mudem regularmente as vossas passwords e chaves secretas
  • Façam backups regulares de TUDO nos blogues
  • Instalem sempre as últimas actualizações do WordPress e dos plugins
  • Cuidado quando fazem login em computadores onde acedem várias pessoas

Estou de volta em força!