Categoria: Tecnologia

Acabou-se a bateria?

Power Bank Rosa Ebay

Nos dias que correm, temos equipamentos electrónicos para tudo e mais alguma coisa. Falo por mim, trago sempre comigo o telemóvel, o MP3, a máquina fotográfica e, por vezes, a PSP. Temos a sorte de viver numa época onde a Internet está quase incorporada na atmosfera, e gostamos de estar sempre ligados ao mundo. Um dos grandes problemas da evolução da tecnologia, na minha opinião, reside na baixa autonomia da maioria dos equipamentos. E é humanamente impossível ter uma tomada sempre por perto, especialmente quando saímos cedo de casa e sabe Deus se chegamos a regressar no próprio dia.

Quando soube da existência dos power banks, não descansei enquanto não tive o meu. Já sabia dos grandes, que asseguram que temos tempo de guardar o nosso trabalho num computador a funcionar quando falta a luz, mas a descoberta de modelos mais pequenos e de menor capacidade, super portáteis, é recente para mim.

Para quem ainda não entendeu do que se trata, o power bank é um pequeno dispositivo que carregamos na corrente eléctrica e que podemos trazer connosco para carregar qualquer dispositivo via USB nalguma urgência. Suspeito que necessitem de grandes consumos eléctricos (demoram imenso tempo a carregar!), mas a verdade é que dão muito jeito quando não temos uma tomada por perto. Na prática, um power bank igual ao meu carrega o equivalente a quase duas baterias de um smartphone comum.

As opções no mercado são mais do que muitas (tanto nos formatos como na capacidade), e não há muito que enganar. Comprei o meu no Ebay e custou 2€ e picos, e já tem feito a diferença nalgumas situações.

Habemus Android!

Huawei_1

O MacBook deu o berro, vai ao arranjo, e entretanto lá tive de, finalmente, investir num telemóvel novo porque o antigo também já estava meio demente há uns tempos valentes.

Descobri que o Huawei Ascend G300 afinal ainda existia nalguns sítios e tufas, já cá canta. Até agora, estou muito satisfeita com o que ando a descobrir, mas adorava saber que aplicações devo instalar e truques que os principiantes desconhecem. Existe alguma manha que deva saber?

Ah, apesar de não me ter dedicado muito ao assunto, já estou presente em terras Instagramianas com o nome aguidaequesabe.

E se for um Sony Xperia Tipo?

sony-xperia-tipo-coming-to-orange

Subi um bocadinho a fasquia na procura de um telemóvel novo, que o meu está a falecer. Já que tem de ser substituído, prefiro largar os telefones da idade da pedra e adquirir um smartphone. Queria um Huawei Ascend G300, só que o gingarelho esgotou. Pelo mesmo preço, agradou-me imenso o Sony Xperia Tipo. Eu sei que o ecrã é mais pequeno e tem resolução mais baixa (não há problema, porque as minhas mãos também são pequenas), que o processador e a câmara são piores, entre outras desvantagens. Ainda assim, serve perfeitamente para o que quero e já é mais avançado que o Smart Chat que me seduziu inicialmente. E tem um ecrã maior. E, ainda por cima, é dual sim. Alguém tem feedback

Ou a Guida foi apanhar uma sova à Microsoft. Acho que tenho de ir investigar que aulas de ginástica é que o Centro de Dia aqui da minha zona tem destinadas à terceira idade, porque no estado em que estou parece-me que só nessas sessões é que me safo.

A convite da Microsoft, na semana passada fui conhecer o jogo Nike Kinect Training para a Xbox 360. A ideia era passar um momento descontraído a experimentar os exercícios, mas ao fim de 2 minutos a mexer-me eu estava KO. Não faz mal, alguém tem de ficar de fora a tirar fotografias (que havia mais pessoas) e eu assumi boa parte desse enooorme sacrifício.

Confesso que nunca tinha prestado grande atenção ao Kinect porque apesar de saber que não há comandos necessários e que o sensor detecta os nossos movimentos, pensei que podia fazer batota como na Wii e assim tudo perdia a piada. Senti no corpo o meu erro. Ó se senti! O lado positivo disto é que fiquei a saber que ainda há maneira de estar entretida a mexer o meu rabo gordo em prol de um estilo de vida mais saudável sem estar sujeita a figuras tristes aos olhos de terceiros. Atrevo-me a dizer que o pijama e os pantufos passam a ser vestuário mais do que adequado para as tarefas dos treinos físicos.

O jogo foi criado em parceria com a Nike e tudo foi pensado ao detalhe: existem dois personal trainers da marca, o Alex e a Mary, que foram colocados no Kinect Training e logo à partida temos de escolher um deles para nos acompanhar ao longo das nossas sessões de exercício. É feito um teste inicial com dados como a nossa altura e peso, regularidade com que praticamos exercício e quais são os nossos objectivos. Depois, criamos um compromisso quanto à regularidade dos treinos. Há exercícios para todos os gostos (força, cardio), com graus de dificuldade diferentes e com vários tempos de duração. Nós escolhemos um treino de 15 minutos que mais pareceu uma eternidade e cada pessoa do grupo teve a sua oportunidade de tomar o lugar principal em frente ao Kinect (porque em casa é suposto treinarmos individualmente!). A nossa PT foi a Mary e, olhem, ela é uma chata que nos dá nas orelhas se não fazemos tudo como deve ser. Esqueçam a batota!

No final, tivemos direito ao merecido (ou não, que para a meia dúzia de calorias queimadas fomos logo à lambonice) lanche e um bom momento de conversa.

Eu que não gosto de desporto e sou a maior lontra de sofá fiquei com vontade de trazer a Xbox 360 e o Kinect comigo para poder jogar o Nike Kinect Training à vontade. Entre outra jogatana!

Blogs Portugueses – é de deixar a vista turva

marilyn monroe

Agora apeteceu-me cortar na casaca de alguém.

Sou mesmo ruim, eu.

Como não tenho mais nada que fazer, cá vou eu de ser ‘vejosa (ah, não, queriam!), que já sei o que a casa gasta e que vai aparecer alguém com os cotovelos a jeito.

Portanto: esqueçam que sou a Guida e que tenho um blog. Como tal, estou a fazer esta análise enquanto leitora de outros blogs, neste caso hão-de partilhar da minha dor; fiquem totalmente indiferentes, se vos aprouver.

Servindo a carapuça, espero que tenham o bom senso de aprender alguma coisa com este post e, se não servir para melhorarem enquanto pessoas, pelo menos evitem massacrar quem vos rodeia.

Não, não quero ofender ninguém nem quero parecer pretensiosa. Mas, vá, ajudem-me, não têm assim umas certas comichões quando se deparam com algum dos exemplos que vou dar de seguida?

  • Fulana tal recebeu uns press releases bem catita e então vai de escarrapachar tudo no seu blog tal e qual como está escrito no documento que lhe chegou às mãos. É claro que mais ninguém recebeu o mesmo material (façam o favor de meter muita ironia nisto tudo). Ou, vá, como não é já suficientemente bonito, a pessoa decide dar um toque pessoal com maiúsculas e erros ortográficos, tudo num vermelho espampanante, bem carregado. Bonito, hã?
  • Já tal fulana foi convidada para um evento de uma marca, e ela muito entusiasmada confirmou presença. À última da hora achou que era um grande aborrecimento. Mas, que é isso? Um evento é uma coisa que se organiza em cinco minutos, basta estalar os dedos que é tudo fácil para as empresas organizadoras. Mais pessoa, menos pessoa, não faz a diferença.
  • Então não se avisa ninguém. Ou dão-se desculpas que depois toda a gente vem a descobrir que são só… Desculpas. Eventualmente, este exemplo só fará sentido mesmo para quem tem um blog. Isto é ruim para as marcas, é ruim para quem não acredita que assim perde credibilidade e é ruim para…
  • … Quem com razão se queixa que não teve oportunidade para ir aos ditos eventos a quem alguém se baldou à grande. Não seria aborrecido, mais ou menos, o problema aqui é quando começam a bombardear tudo o que é blog e Facebook com “tenho muita pena de não ter sido convidada, mas”… Mas os eventos são todos em Lisboa, mas as marcas são umas más que só querem saber de quem é grande, entre outros mas.
  • Vamos cá ver: um desabafo esporádico, tolera-se. Agora, quando começamos sempre a ver os mesmos desabafos, à tonelada, sempre feitos pelas mesmas pessoas, não há paciência. Olhem que conheço muito boa gente do Algarve, do Alentejo, de Bragança e da Conchichina que se deslocam a todo o lado, sempre que é pertinente. E a Lisboa também se desloca ao resto do país, que eu bem sei e também o faço. Sim, porque há muitas coisas a acontecer por este nosso Portugal fora. Quando não é Lisboa, é o trabalho, ou é porque é caro, ou é porque não conhecem ninguém. Gente envergonhada, nhecs.
  • Também há os fantasmas, tenho a certeza que toda a gente conhece pelo menos um. Não aparecem, não dão a cara, não dizem nada, mas a verdade é que acabam por estar em todo o lado quando o tema de conversa é receber. Não interessa se são picas na testa, se é dado os fantasmas querem.
  • O mais deprimente é quando surgem pessoas completamente aleatórias, sem perfis ou blogues, que enviam emails com histórias assim: “eu sei que recebes muitas coisas por causa do blogue, partilha comigo que eu fico eternamente grata e rezo por ti nas minhas orações”. Calma lá! Feliz ou infelizmente, aqui não é a Santa Casa nem se recebem muitas coisas. Curiosamente, nesses emails, as muitas coisas traduzem-se sempre em cosméticos e nunca em comida ou outros bens de primeira necessidade
  • Por fim, tenho de falar de algo totalmente invisível para quem não tem um blogue, que são as supostas parcerias entre blogues ou entre blogues e marcas/vendedoras de marcas que acham que a malta é parva e então podem pôr e dispor dos espaços alheios.
  • Cada um é livre de fazer o que quiser e bem entender com os seus espaços, mas querem um conselho de amiga? Trabalho é pago, não deixem que algum(a) totó vos coma por tol@s. Então, o manel vende qualquer coisa e decide criar um blogue para expandir o seu negócio. Propõe-vos uma parceria. Quer organizar um sorteio no vosso espaço com o produto que ele vende, com as regras dele e com links para o blogue dele. Vantagens para vocês. Zero. Nenhuma. Niente.
  • Não sejam tont@s ao ponto de aceitar coisas assim. Não se chama parceria. Nas aulas do ensino básico, aprendi que uma relação deste tipo, em que um dos elementos beneficia e o outro é prejudicado (porque nem sequer há um afluxo de seguidores significativo para os nossos blogues) chama-se parasitismo.

Peço-vos tanta desculpa, mas estes sapos andavam aqui presos há algum tempo e alguém tinha de levar com eles.

Compras do Ebay

anéis ebay

Sou pequenina, tenho as mãos pequenas e os dedos pequenos. É dificílimo encontrar anéis para mim, e foi por isso que já há algum tempo decidi começar a recorrer ao Ebay para adquirir a preços bem baixinhos.

Garanto-vos que dei menos de $5 por cada um deles.

O primeiro, da caveira, foi dos mais baratuchos.

Por sinal, já o vi numa loja online que supostamente desenvolve as suas colecções em Portugal mas que a ver bem manda vir tudo de lojas online chinesas. Uma cujo o nome lembra Coelhinhos Bonitos. Lá, o mesmo anel custa 8,50€. Não comprem coelho por lebre!

Tenho muita coisa para vos mostrar, foi tudo chegando e eu sem me lembrar de partilhar.

O Ebay é mesmo o mundo! Costumam fazer compras por lá?

Facebook Kids

facebook criançasOntem descobri que as minhas primas de dez anos têm perfis no Facebook.

Os pais têm conhecimento, é certo, mas mesmo assim não deixa de ser medonho.

Ambas têm fotografias. Uma delas nem sequer deixa adicionar amigos, o que me deixa um nadinha mais aliviada. A outra, tem o mural à mercê de quem passa, pois nem sequer controla a visibilidade do que escreve.

Bem sei que as coisas mudam e que quando eu tinha a idade delas mal havia Internet.

Tive o meu primeiro blog aos doze anos. Nessa altura, ninguém pensava em redes sociais. Havia os chats, o mIRC ainda tinha algum peso e era por lá que se conversava.

Mas numa época em que quase ninguém tinha câmaras digitais e os telemóveis só serviam para telefonar e mandar mensagens, não havia essa preocupação. Até porque o mais provável era utilizar um nickname hoje, outro amanhã e por aí fora.

Sou sincera, criança minha não teria autorização para criar um perfil na Internet tão cedo.

Em primeiro lugar, os miúdos são novos de mais para andarem agarrados a computadores. Nem sequer falando na saúde deles, acho que é desde cedo que se aprendem os valores importantes da vida.

Como é possível esperar que tenham força de vontade e que sejam seres amigáveis se têm a liberdade de alapar em frente ao monitor? Acho que aos dez anos socializar significa algo mais do que passear pelo Facebook.

No meu tempo, saltava-se à corda, andava-se de bicicleta, brincava-se. Também se jogava no Gameboy e na Playstation, mas enjoávamos de tudo isso muito depressa. Hoje em dia, joga-se no Farmville, Cityville e outros villes.

Na minha escolinha, teríamos gosto por ter uma horta num canteiro algures. Já estes miúdos, ficam contentes por ter uma horta virtual. Pergunto-me se sabem que o leite vem da vaca e que os morangos não vêm das árvores.

Depois, há a questão da segurança.

Não me venham dizer que os pais controlam, porque não acredito que algum pai tenha controlo total sobre os seus filhos durante todos os minutos do dia. Não me enganem, todos passámos por lá, todos sabemos o que a casa gasta.

E os azares acontecem, muitas vezes porque damos abébias.

Se há coisas em que acredito que quanto mais cedo lidarmos com elas, melhor, esta não é uma delas. Sabem, vejo muitos adultos que deviam ser proibidos de estar em redes sociais pelas atitudes que têm.

Não se apercebem de que qualquer pessoa pode ver o que escrevem e por vezes dizem as maiores barbaridades. Sim, temos liberdade de expressão. Mas também é verdade que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros, e muita gente não se apercebe dos limites.

Se é este o exemplo que as pessoas grandes dão, como esperam que os mais novos tenham bom senso? Nem falo dos falsos perfis de adultos mal intencionados.

Falo de pessoas relativamente influentes, que sabem que há malta miúda a vê-las e que ainda assim jogam muitos palavrões para o ar, a par de afirmações grotescas (como pessoa tal que há tempos afirmava que quando as jovens se vestem de forma “provocatória” merecem o assédio de que sofrem por vezes).

É que, a meu ver, grande parte da nossa formação humana vem dos exemplos que tivemos. Por vezes, não conseguimos distinguir o exemplo bom do exemplo mau.

Chamem-me forreta, mas a isto eu faço “não gosto”.

Guida Hackada

É verdade, parece que três anos sem chatices de gente ruim estavam a ser bons de mais.

De tal forma que ontem quando estava a preparar-me para entrar no blogue e vir dar um ar da minha graça, deparo-me com um WordPress cheio de erros e viroses, virado do avesso.

Se entrei em pânico? Não senhores! Vá, só um bocadinho, que isto de andar por aí a espalhar bichos maus pelos computadores alheios é uma coisa muito feia e eu espero não ter prejudicado ninguém.

Felizmente, faço sempre backup de tudo e por isso foi fácil deixar tudo direito novamente.

Ainda assim, fica o alerta para quem tem blogue no WordPress (e não só):

  • Mudem regularmente as vossas passwords e chaves secretas
  • Façam backups regulares de TUDO nos blogues
  • Instalem sempre as últimas actualizações do WordPress e dos plugins
  • Cuidado quando fazem login em computadores onde acedem várias pessoas

Estou de volta em força!

Complexos Blogosféricos

Juro que me sinto aliviada por a maior parte das pessoas não querer saber ou não se preocupar com isto dos blogs.

Não quero parecer pretensiosa nem quero o peixe todo só para mim, não senhora.

Simplesmente reconheço que, apesar de saber bem andar por aqui e de gostar de saber o que os bloggers têm para dizer e eventualmente bisbilhotar um ou outro pormenor das suas vidas, pode não ser muito saudável gastar horas e horas de volta deste mundo.

Podia ocupar-me com os outros hobbies, aprofundar estudos, ir passear. Vá-se lá entender, quando posso, prefiro ficar de volta dos blogs.

Como em tudo nesta vida, há opiniões de toda a espécie que surgem da boca de cada um. Nem sempre com conhecimento de causa.

Relativamente aos blogs, quem os tem será sempre confrontado com questões do tipo:

Vais contar isto que aconteceu?

Ou

Não te sentes incomodado por expor a tua vida lá?

Cada um sabe de si e do que publica, mas isto que se pergunta sobre os blogues mostra algum preconceito e ignorância. Basta pensar.

Em primeiro lugar, a nossa vida só é exposta até onde nós queremos, se quisermos. Basta dedicar 5 minutos à procura de blogues e o que não falta são pessoas anónimas com blogs.

Em muitos casos, há também blogues bem conhecidos cujos autores pouco ou nada expõem das suas vidas. E, a expor, é claro que temos plena consciência do que fizemos (deixemos os adolescentes para outro post) e não, não nos incomoda.

É verdade que os primeiros blogs a aparecer não mais eram que diários dos seus autores, com detalhes de actividades das suas vidas diárias. A moda pegou e a tendência foi esta por vários anos.

Felizmente, o Homem é um ser criativo e embora a vertente pessoal continue a existir na maior parte dos casos, a blogosfera cresceu e é possível encontrar quem escreva sobre tudo e mais alguma coisa por estas bandas.

Já a ideia de quem não está a par deste universo, bom, em muitos casos ficou parada no tempo e o blogue continuou a ser “o diário”. E quando não é isto, é pior.

Tens um blog sobre determinado tema? Então, a tua vida só roda em torno desse tema.

Ai falas de moda e beleza? Então és fútil!

E qualquer expressão de inteligência é uma surpresa e mereces aplausos. Sobre isto, nem há comentário ou post possível a fazer…

Até nunca mais*

Qual é rede, qual é ela que tem um atendimento fofinho, tarifários fofinhos e serviços fofinhos?

Leiam tudo num tom muuuito irónico.

É a rede do até já.

Adeus, TMN, até nunca mais. Obrigada pelos tarifários caros e enganosos, pelo mau atendimento, pelos maus serviços.

É assim que perdem clientes que, por mês, vos pagam mais de 50€ (Internet móvel, telefone fixo, telemóvel com pré-carregamento, telemóvel com pagamento por factura…) por serviços dos quais não conseguem usufruir.

Tudo graças à vossa incompetência.

Até domingo, continua a não haver muita Guida.

Isto porque o plafond de Internet móvel foi atingido, não consigo carregar (diz que o número do cartão não existe!) e os senhores do apoio ao cliente não só não apresentam uma alternativa como ainda são mal educadinhos.

Querem fazer do consumidor parvo.

Então, amores da minha vida (sim, leitor@s, pois claro!), contem-me de vossa justiça: qual o melhor fornecedor de Internet móvel do momento?

Estava a pagar 18,95€/mês por 2GB de tráfego na TMN. Pretendo algo mais amigável, de preferência com bom apoio para quando é necessário.

*Não, nem pensem que vai deixar de haver Guida!