Categoria: Tecnologia

Presente de Aniversário – Agenda para Blogs

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Antes de mais nada, peço desculpa pela ausência em pleno mês de aniversário!

Se estão a ler este post, tenho a certeza que já repararam num dos motivos que levaram a este súbito desaparecimento: lavámos a cara.

Pelo meio, houve umas quantas chatices com o servidor. Gostam do novo look? Quero que me contem tudo. Continuamos com os mesmos cabeçalhos, que carregam aleatoriamente de cada vez que abrem o blog.

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Numa tentativa de me organizar e não falhar mais connosco, acabei por produzir algo que sei que vai dar jeito a quem tem blogs. E eu sei que tenho muit@s leitor@s que também têm blogs!

Depois de ler sobre o assunto pela Internet fora, decidi compor uma agenda perpétua à minha medida, com tudo aquilo de que necessito para manter o blog em ordem (espero eu, mas se surgirem actualizações, logo partilho).

Inclui calendários, folhas de estatísticas, planeamento de posts, tudo e mais alguma coisa.

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O melhor é que quando mostrei o documento à Ana Rita, ela disponibilizou-se para alindar a coisa. E puff: sai uma agenda catita para tod@s vós poderem descarregar neste link. Não é um bom presente?

Para o montarem é muito simples, e sugiro que imprimam 4 páginas por folha (que ficam com páginas em tamanho A5), que assim poupa-se papel e há espaço para tudo.

  • Imprimam as páginas de planificação e preenchimento quantas vezes necessitarem.
  • Reorganizem como vos apetecer.

Creio que a forma mais prática de utilizar a agenda é colocá-la num dossier, que assim também não precisam de imprimir logo as folhas todas para um ano e conseguem perceber se se adaptam a este sistema ou não.

Por que não imprimir páginas para um mês e experimentar?

Para vos facilitar a vida, aqui fica um guia das páginas:

  • Página 1 – Folha de Identificação
  • Páginas 2 a 13 – Calendário Perpétuo (cada mês tem um padrão diferente)
  • Página 14 – Estatísticas
  • Páginas 15 e 16 – Tops (Posts mais vistos, palavras chave, backlinks, pesquisas, posts mais comentados)
  • Páginas 17 e 18 – Objectivos do blog (a curto e longo prazo)
  • Página 19 – Registo de Passwords
  • Página 20 – Contactos
  • Página 21 – Anúncios e Patrocínios
  • Página 22 – Lucros e Despesas
  • Página 23 – Organização de posts (sugiro a utilização de postits, de forma mudar os conteúdos de sítio à medida que forem concretizados)
  • Páginas 24 a 30 – Planificação semanal de posts
  • Página 31 – Brainstorming
  • Página 32 – Passatempos
  • Página 33 – Checklist Semanal
  • Página 34 – Notas e Ideias

Se alguma coisa não vos fizer sentido, é só perguntar, que eu explico. Acredito que, para muita gente, haja aqui pelo meio uma série de dicas nas quais nunca pensaram, sequer. Não têm de quê!

No demais, só vos pedimos que sejam fofinh@s e se ainda não seguem A Guida É que Sabe e a Let’s Talk About Beauty, por favor, mostrem o vosso carinho pelos blogs e sigam-nos nas diferentes redes sociais.

Ah, e sintam-se à vontade para comentar e mandar emails com dúvidas ou sugestões. Está claro que este foi um trabalho feito com muito amor e carinho e não é para desatarem a ser copiões ou tirarem lucro com isto, sim?

Esperamos que gostem!

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InstaxParty Lisboa

fujifilm instax party mini bloggers

No passado dia 22 de Novembro, aconteceu no Palácio de Sant’Anna a primeira InstaxParty. Há pessoas que deixam muitas saudades e a equipa Fuji as amigas que se vão conhecendo nestas andanças dos blogs são algumas delas.

Dava para perder esta oportunidade de reencontro com muita diversão à mistura?

É claro que não. Não divergindo muito, estava a fazer-me falta um bocadinho assim, descontraído e diferente do dia-a-dia.

fujifilm instax party mini bloggers

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Houve tempo para tudo: para pôr a conversa em dia (sem vergonhas no que toca ao espanhol, que parte da aprendizagem passa por falar e cometer erros), para conhecer novas pessoas, para tirar muitas fotos bonitas (abusando das Instax Mini 8, claro!) e para dançar.

Tivemos o privilégio de assistir a um desfile de roupa de praia da NYOS e de apreciar a música da Teresa Queirós (ex-concorrente do programa televisivo Ídolos).

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Em resumo, foi uma noite super bem passada e em óptima companhia. A NiT ajudou a fazer com que tudo corresse na perfeição. Ah, ouviram dizer que a noite não foi este mar de rosas que aqui descrevo?

Pois eu sugiro que ignorem as más línguas, que esta foi a melhor noite dos últimos tempos e viveria feliz com mais momentos destes.

Fuji, queremos mais festa!

P.S. – Meninas das instantâneas, está na hora de digitalizarem tudo e partilharem com a malta, sim?

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Guida Simhólica

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Faço parte de uma geração que joga The Sims desde os primórdios.

Aliás, se bem me recordo, ainda o bendito jogo não existia e já o primo das simulações Sim rodava cá por casa. Tinha 11 anos quando o maravilhoso mundo dos Sims nasceu e hoje, quase aos 25, ainda fico em êxtase com as novidades.

Não tenho tempo para muitas jogatinas, mas o simlish é um idioma que domino.

Há cerca de um mês, o mundo conheceu o The Sims 4. Aqui, conto com pouco mais de duas semanas de vício e já quero as expansões que hão-de vir.

Para quem está dentro do assunto e entusiasmado como eu, deverão ter reparado que já temos Fantasmas, mesmo a tempo do Halloween!

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Mais do que nunca, os bonecos são únicos e altamente personalizáveis. Já quase têm alma, que as melhorias não podiam ser só gráficas.

Se deixaram de lado o The Sims pelos primeiros jogos que saíram, aconselho que experimentem as últimas novidades. É claro que é necessário ter em conta que continua a tratar-se de um simulador, mas substancialmente melhor.

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O único aborrecimento para mim foi o facto de o jogo não ser, de todo, compatível com o OS X (as versões anteriores corriam, mesmo que mal).

É claro que há o Boot Camp, e é por lá que consigo jogar o The Sims 3 e todas as suas expansões. Contudo, já não consegui instalar o TS4 no meu MacBook.

Deixo o alerta para quem tem iCoisas anteriores a 2008: não vai funcionar.

Como boa Simhólica que sou, afiambrei-me ao computador alheio e ficou o problema resolvido. E vocês, já experimentaram o jogo?

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Passatempo Instax Mini 8 – Vencedora

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Bem sei que aguardam por esta nova há muito tempo, mas convenhamos que não é nada fácil contabilizar uns quantos milhares de entradas em tempo de férias, especialmente quando o acesso às tecnologias é limitadíssimo.

Sei que compreendem que, para além de não ser nada ecológico (nem viável, que não havia equipamento!) imprimir folhas que iriam, decerto, ser descartadas no final da contagem, entradas de passatempos não são propriamente a melhor leitura de praia.

Apesar de tudo, e das férias, e dos imprevistos e contratempos, da falta de Internet e do resto, consegui conferir tudo e recomeço a vida do costume mais descansada.

Achei muito feio que desaparecessem uns quantos likes das redes sociais, e só serviu para atrasar o processo de contagem porque é muito injusto que quem participou como deve ser veja a sua probabilidade de ganhar diminuída por quem resolveu anular umas quantas entradas ao não cumprir regras de participação.

Sem mais demoras, a vencedora do passatempo Instax Mini 8 é a Ana Dimas. Parabéns!

Em breve, publicarei um post com as experiências que tenho feito com a minha pequenina cor-de-rosa. Muito obrigada a todos os participantes, e não desanimem, que em breve temos aniversário. Sabem o que isso significa?

Fotografias comestíveis? – Boomf

Boomf Marshmallows fotografias comestíveis kate middleton

Sim, é essa a proposta da Boomf quando disponibiliza um serviço online onde podemos converter fotografias do Instagram em marshmellows.

Descobri a Boomf por acaso, e diz a própria marca que se chama assim porque “boomf” é o barulho da caixa dos marshmellows a aterrar no tapete da nossa porta de entrada.

Lá originais são eles, e como fiquei bastante interessada no conceito e no produto (ideias para presentes originais nunca são de mais!), entrei em contacto e resolvi pedir uma caixa só para mim.

Boomf Marshmallows fotografias comestíveis kate middleton

Não é uma guloseima barata, mas vale a pena por ser tão diferente do habitual, e é muito simples de encomendar!

Basta seleccionar 9 fotografias (para 9 marshmellows, que são o conteúdo de cada caixa) de um Instagram à nossa escolha. O pagamento é feito via Paypal, e tem o valor fixo de £12. Não precisamos de nos preocupar com portes.

Assim que a encomenda é expedida, dão-nos um número de rastreio compatível com os CTT (que realizam as entregas cá em Portugal). No site, avisam que a entrega pode demorar mais tempo, mas a minha caixa chegou uma semana após ter realizado a encomenda.

O único senão é mesmo a parte de comer o conteúdo da caixa. Não que os marshmellows saibam mal, pelo contrário. Custa porque dá pena comer algo tão bonito!

Fiquei encantada, e só fico a torcer para que ampliem a gama de serviços. Para quem estiver a ler e quiser ideias de um potencial negócio, fica aqui registado que quero chocolates com fotografias!

A história da Guida na blogosfera

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Reza a lenda que não respondo a muitas tags, mas a Fashion Killer desafiou-me a responder a umas quantas questões interessantes e eu não podia deixar de o fazer.

Há coisas que, de certeza, já sabiam sobre mim e sobre o blog, mas assim condensa-se tudo. Sintam-se à vontade para responder a esta tag nos vossos blogs!

1. Por que criaste um blog?

Há que salientar, em primeiro lugar, que este não é o meu primeiro blog.

Desde os 12 anos que mantenho blogs, depois de ter lido sobre o Blogger numa revista juvenil e ter achado muita piada ao facto de poder ter uma espécie de diário online.

Sempre gostei muito de escrever e de falar, e nunca tive medo de partilhar o que penso com os outros. Sem grandes ambições, pensei que a possibilidade de ter outras pessoas a ler o que eu tinha para oferecer poderia gerar boas discussões e novas aprendizagens.

Este blog foi o último que criei e o que dura há mais tempo, e surgiu da vontade de querer partilhar algumas coisas do mundo feminino. Nessa altura, não havia muitos blogs do género e apeteceu-me escrever o que gostaria de ler.

Por que não fazê-lo no outro blog que tinha nessa época? Porque não quis misturar esta nova vontade com os textos mais pessoais que já escrevia.

2. Tinhas pensado nalgum nome diferente para o teu blog? Por que é que escolheste o nome actual?

Antes de criar o blog, tentei pensar milimetricamente em todos os aspectos da sua criação. Durante a fase de brainstorming, surgiu espontaneamente “A Guida É que Sabe”.

Pensei que podia ser “O da Joana”, mas já que quase ninguém me conhece (nem eu gosto) pelo primeiro nome, não fazia sentido algum. Por outro lado, o título actual tem duplo sentido.

Para além de eu ter as minhas manias de sabichona, a minha mãe também é Guida e… As Guidas é que sabem!

3. Ao início, preferiste um design fácil para o blog?

Há cinco anos e tal atrás, não estavam ao dispor todos os editores user friendly que existem hoje para modificar o aspecto dos blogs. Contudo, eu gostava de fazer tudo ao meu jeito e lia tudo o que pudesse para o fazer.

Nunca gostei dos temas predefinidos do Blogger (onde comecei), e por isso alterava tudo o que podia. Ah, é importante lembrar que os gifs, os players de música e outras aplicações estavam na moda e… Eu aderia a tudo!

Ainda hoje não gosto dos temas mais básicos e minimalistas. Na verdade, faz-me certa confusão que a maior parte dos blogs femininos do nosso país (ou pelo menos os “mais conhecidos”) sejam todos iguais, básicos e impessoais: fundo completamente branco e um cabeçalho com letras cor-de-rosa.

4. Preferiste um blog mais pessoal (com assuntos sobre os quais estivesses à vontade)? Se sim, porquê?

Acho que a resposta a esta questão está à vista! Pessoais, pessoais, eram os conteúdos dos meus outros blogs.

Quando A Guida começou a ficar relativamente conhecida, tive de os apagar porque comecei a notar que havia pessoas mal-intencionadas a acompanhar a minha vida perto de mais. Porque eu deixava.

Quanto à actualidade, partilho uma pequena porção da minha vida, uma minoria dos meus interesses, mas sempre com o meu cunho pessoal. Se os conteúdos não tivessem significado para mim, não faria sentido produzi-los e partilhá-los com ninguém!

5. Como foi quando escreveste o teu primeiro post? O que sentiste?

Nunca fiquei muito nervosa ou emocionada com nenhuma das primeiras publicações que fiz em diversas plataformas online.

No caso do blog, já sabia como é que as coisas funcionavam, já estava habituada, e quis só apresentar o espaço. Com a certeza, porém, que ninguém iria ler o que eu tinha escrito, pelo menos durante os primeiros tempos.

Ainda assim, desde o início, tive a preocupação de escrever algo que eu, enquanto leitora, gostasse de ler.

6. Divulgaste logo o teu trabalho nas redes sociais?

Sim, e tratei logo dos contadores de visitas, e fiz questão de comentar muito nos outros blogs. Aliás, já lia e comentava há muito tempo, mas fiz questão de (nos espaços devidos) divulgar o meu projecto mais recente.

A melhor maneira de darmos a conhecer o nosso trabalho é apoiar o trabalho dos outros e participar activamente nas comunidades.

7. Para os posts, no que pensavas e onde encontravas inspiração?

O mundo dos blogs femininos era, para mim, algo muito recente e pouco explorado. Obviamente, o que eu lia serviu de inspiração e ainda hoje acompanho.

Lia o Mini-Saia, que me foi apresentado pela minha professora de Português do Secundário, e adorava. Ainda hoje admiro muito o trabalho da Mónica!

Então, tinha-a como referência no que diz respeito à qualidade da escrita e ao formato. E colocava a mim mesma a questão: o que é que eu gostava que as revistas femininas publicassem e não publicam? Que truques é que eu conheço e acho que merecem ser partilhados?

Ao mesmo tempo, aproveitava para partilhar os meus gostos e tentar encontrar quem gostasse do mesmo que eu. Pode parecer que não é relevante, mas é muito importante especialmente no meio das pessoas mais jovens.

Nem sempre temos por perto quem compreenda e aceite os nossos gostos e decisões, e os blog também acabam por ser um escape ao mundo real, se nós quisermos. Ainda hoje, creio que funciono assim.

8. Sentiste imediatamente o apoio por parte dos leitores?

A comunidade de blogs em Portugal era muito mais pequena do que é actualmente, e por isso era muito mais fácil conhecer as pessoas. Mais do que leitores, eram amigos. Mais do que bloggers, eram amigos.

Por isso, desde o início, senti-me apoiada por quem lia o que eu escrevia. E havia pessoas a escrever sobre as mais variadas temáticas! Também houve alguns anónimos idiotas (como sempre), mas quanto a eles foi sempre muito simples decidir o que fazer: ignorar.

9. Como começaste a criar parcerias?

Quando criei este blog, não fazia ideia dessa tal história das parcerias. Essa foi uma questão que só surgiu muito mais tarde, e quase sempre por iniciativa das marcas.

A minha primeira parceria foi acidental, e já toda a gente sabe como é que aconteceu: houve uma blogger brasileira (a Meire Linhares) que publicou uma opinião sobre um produto d’O Boticário, e eu comentei a dizer que concordava com ela quando dizia que o produto era óptimo, mas que a embalagem estava muito mal concebida e criava dificuldades de utilização.

Meses depois, fui contactada pelo director da marca em Portugal e quiseram ouvir o que eu tinha para dizer e mostrar todas as mudanças que estavam a acontecer. Desde então, nunca mais nos largámos!

10. E agora, como defines o blog?

Mais do que um hobby, o blog tornou-se no meu emprego e numa das minhas principais prioridades.

Só faz sentido porque adoro escrever, adoro escrever sobre os assuntos que aqui publico, e faço questão de ser eu a ter total domínio de tudo o que aqui se passa.

Continuo a escrever o que gostaria de ler, sempre com sinceridade e com a esperança de ajudar alguém – e de ter alguma ajuda, porque os leitores também fazem parte da vida dos bloggers e não há melhores sentimentos do que o reconhecimento, o carinho e aconchego que nos dão.

O blog, hoje em dia, tornou-se numa espécie de ponto de encontro. Permitiu-me conhecer pessoas fantásticas, todos vocês que lêem o que escrevo, e que são quem confere todo o sentido a este espaço.

Obrigada por existirem!

Guia dos Presentes Low Cost

Ou guia dos presentes para trocas comprados à última hora para portuguesas falidas.

Já se sabe como é, o Natal aproxima-se, o tempo e o dinheiro rareiam e há montes de jantares, almoços, trocas e imprevistos de última hora que precisam de ser resolvidos. Ideias, aceitam-se!

Pois bem, pela saúde das vossas carteiras e para que ninguém moa os nervos a tentar lembrar-se de presentes decentes para as colegas e amigas, cá vai a minha selecção dos 10 presentes até 5€ que irão agradar, com toda a certeza, a quem os receber.

Assim, ninguém declara bancarrota. E, sim, é tudo facílimo de encontrar em lojas físicas portuguesas e rapidamente se despacham da missão das compras. Espero ajudar alguém e receber as vossas sugestões, caso tenham algo a acrescentar!

Presentes Low Cost ideias dicas natal troca presentes

  1. Meias Primark – Longe vão os tempos em que as meias eram feias e monótonas. Na Primark, há toneladas de meias quentinhas com padrões bonitos. E o melhor é que cada tamanho dá para uns quantos números diferentes, pelo que não deve haver grande margem de erro.
  2. Passador de Chá Ale Hop – Dá jeito, mais não seja quando estamos doentes. Estes, da Ale Hop, para além de práticos, embelezam as nossas chávenas de chá.
  3. EDT Suddenly Madame Glamour Lidl – Por falar em aromas, se a vossa presenteada tem um nariz refinado e gosta de fragrâncias como o Coco Mademoiselle da Chanel (entre outros Chypres) mas a vossa carteira não pode acompanhar esses luxos, por que não dar uma oportunidade a este perfume? Prometo que não se vão arrepender!
  4. Bálsamo Baby Lips Maybelline – À venda em qualquer hipermercado, este bálsamo labial tem dado que falar. E por bons motivos! É que consegue combinar hidratação com uma aplicação que não pesa, com sabores deliciosos, a preços mega acessíveis. Existem várias cores (o da imagem é incolor), que apenas dão um tonzinho de saúde aos lábios.
  5. Creme de Mãos Cuide-se Bem d’O Boticário – Esquisitices à parte, creme de mãos é algo que toda a gente usa. Se for bem cheiroso e eficaz, um tanto melhor. Este hidratante de Amêndoas e Baunilha chama a atenção em todo o lado pelo seu aroma delicioso e ajuda a manter as mãos em condições durante o tempo frio.
  6. Elásticos H&M – Uma opção de elásticos para o cabelo que tem sido muito badalada, e com mais pinta que os Invisibobble. Estes, para além de serem mesmo muito resistentes, também ficam bonitos como pulseiras.
  7. Elásticos Invisibobble – Também têm feito furor, e por menos de 5€ é possível encontrar pequenas caixas com 3 elásticos. Existem um pouco por todo o lado, especialmente em farmácias e parafarmácias. Agora no Natal, até existe um pack temático (o da imagem).
  8. Lanterna de dínamo Ljusa IKEA – Este é um item indispensável em casa, na mala ou no porta-luvas do carro. Nunca se sabe quando vai faltar a luz, e uma lanterna de dínamo é uma opção segura para termos sempre por perto porque não precisamos de nos preocupar com pilhas ou carregadores. Neste caso, ainda por cima, é uma lanterna cheia de estilo!
  9. Fragrâncias em Óleo – Já ouviram falar de aromaterapia? Acho que ninguém fica zangada por receber fragrâncias para o ambiente como deve ser, e a The Body Shop é rica em opções, com o bónus de sabermos que todos os produtos são feitos em conformidade com o respeito pelas comunidades.
  10. Gel Tint Essence – Mesmo quem não liga muito a maquilhagem, não dirá que não a um produto tão versátil como um tint: tanto pode ser utilizado como lip stain ou como blush, poupando tempo e espaço na bolsa. E este é tão económico, que nem parece verdade!

Também tenho um Pou!

app jogo games pou tamagochi

Das coisas boas que vieram com o Android, uma delas foi a nostalgia de alguns jogos da minha infância.

Há dois ou três dias, rendi-me ao Pou (que é gratuito no Android, mas também existe uma versão paga para o iOS), que é uma espécie de Tamagotchi dos tempos modernos.

Parece que voltei a ter 5 anos (a propósito, cá fica a deixa para quando os vossos pequenotes querem jogar no smartphone)

tamagochi game jogo vintage anos 90

Para quem não sabe o que é um Tamagotchi – porque é demasiado jovem, não era jovem na época e não se apercebeu do fenómeno, ou era jovem mas não teve uma infância feliz com jogatinas destas.

Trata-se de uma espécie de animal de estimação virtual cujas necessidades básicas (alimentação, higiene, carinho, saúde, …) temos de assegurar com alguma frequência.

O Pou é mais complexo e interactivo, mas igualmente inútil na prática.

É mais um joguinho que me agrada nos tempos mortos, e confesso que tanto o nome como o aspecto, que só lembram cocó, são peculiares. Já tratei de mudar a cor ao meu Pou. S

e quiserem dar uma espreitadela, o meu nickname é aguidaequesabe. Fico à espera das vossas visitas, e gostava muito que deixassem aqui nos comentários os nicknames dos vossos Pous para que eu também os possa visitar.

Ou serei a única com um Pou por estas bandas?

Transparência

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Apetece-me falar da transparência, mas não tenho muito para dizer.

Sou transparente, e quem não deve, não teme.

Não é da transparência das roupas que me apetece falar neste post, que cada um sabe de si, embora dê para opinar sobre esse assunto um dia destes.

Ultimamente, tenho lido muitas opiniões, tanto de bloggers como de leitores, sobre algo a que chamam “transparência dos conteúdos” relativamente à sua origem.

Fala-se maioritariamente de produtos, das mais diversas ordens, e questiona-se a honestidade dos autores dos blogs quanto à forma de obtenção dos mesmos. Chamam à baila exemplos de outros países, onde inclusivamente já existem leis sobre a publicidade em blogs, e muita gente defende que os posts publicitários devem estar identificados de forma clara.

Não vou dissertar muito sobre esta polémica, até porque desta questão da publicidade e dos lucros com blogs já falei aqui, mas gostava de deixar no ar a minha opinião sobre a clarificação da proveniência dos conteúdos e, quem sabe, gerar um debate.

Tenho a certeza que os meus leitores não são tolos nenhuns.

Se estão a ler este texto, neste blog, se cá voltam recorrentemente, espero que saibam que uma das premissas de tudo o que aqui publico é a honestidade. Não quero, de forma alguma, que as pessoas saiam daqui enganadas.

Se acho que a publicidade deve estar devidamente identificada?

O que é a publicidade? Enquanto leitora, não me interessa minimamente se os blogs que leio publicam opiniões sobre produtos que receberam ou compraram. O que me interessa, é que essas opiniões sejam honestas, isto é, que resultem da experiência pessoal.

Assim sendo, enquanto blogger, parto do mesmo pressuposto. A partir do momento em que menciono o nome de uma marca, seja aqui ou numa conversa informal com amigos, seja o produto dado ou comprado, estou a fazer publicidade. O que eu digo, independentemente da proveniência, não deixa de ser verdade.

Se há lojas e marcas que pagam para que eu escreva algo sobre o que vendem? Há, mas está bem explícito na nossa relação que eu sou livre de dar a minha opinião, seja ela qual for. E foi o que sempre fiz, de forma honesta.

Se há blogs que não o fazem?

Eventualmente, mas bem vos disse que vocês não são tontos, e eu também não sou. Sabem identificar essas situações, não sabem? Se não sabem, aqui têm umas luzes, e tenho a certeza que irão reconhecer algumas situações típicas. Então, o remédio é simples: ignoram-se esses casos isolados e… Blogs para ler há muitos.

Mais, se não estão satisfeitos com o que tem sido feito actualmente no domínio dos blogs, sugiro-vos que criem os vossos à maneira daquilo que gostariam de ler e não encontram.

Para mim, este problema das “transparências” é só mais uma tempestade num copo de água.

Acabou-se a bateria? – Power Bank

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Nos dias que correm, temos equipamentos electrónicos para tudo.

Falo por mim, trago sempre comigo o telemóvel, o MP3, a máquina fotográfica e, por vezes, a PSP.

Temos a sorte de viver numa época onde a Internet está quase incorporada na atmosfera, e gostamos de estar sempre ligados ao mundo.

Um dos grandes problemas da evolução da tecnologia, na minha opinião, reside na baixa autonomia da maioria dos equipamentos. E é humanamente impossível ter uma tomada sempre por perto, especialmente quando saímos cedo de casa e sabe Deus se chegamos a regressar no próprio dia.

Quando soube da existência dos power banks, não descansei enquanto não tive o meu.

Já sabia dos grandes, que asseguram que temos tempo de guardar o nosso trabalho num computador a funcionar quando falta a luz, mas a descoberta de modelos mais pequenos e de menor capacidade, super portáteis, é recente para mim.

Para quem ainda não entendeu do que se trata, o power bank é um pequeno dispositivo que carregamos na corrente eléctrica e que podemos trazer connosco para carregar qualquer dispositivo via USB nalguma urgência.

Suspeito que necessitem de grandes consumos eléctricos (demoram imenso tempo a carregar!), mas a verdade é que dão muito jeito quando não temos uma tomada por perto.

Na prática, um power bank igual ao meu carrega o equivalente a quase duas baterias de um smartphone comum.

As opções no mercado são mais do que muitas (tanto nos formatos como na capacidade), e não há muito que enganar. Comprei o meu no Ebay e custou 2€ e picos, e já tem feito a diferença nalgumas situações.