Categoria: Tecnologia

HP DeskJet 3732 – A impressora cá de casa

impressora hp deskjet 3732 review

Com um novo ano lectivo prestes a começar, é a altura ideal para falar da impressora cá de casa.

Alguns poder-lhe-iam chamar um luxo, mas para mim este é um equipamento essencial no funcionamento de qualquer lar em pleno: todos necessitamos de uma impressora.

Se puder ter um scanner incorporado, um tanto melhor, embora os smartphones e tablets já sejam relativamente satisfatórios nesse sentido.

Uma impressora é quase tão importante como um microondas ou uma torradeira.

Todos vivemos bem sem eles, mas se os pudermos ter nas nossas vidas, o dia-a-dia é mais fácil. Quem é que gosta de estar dependente de papelarias, bibliotecas e afins para imprimir coisas tão simples como facturas ou formulários?

Quando nos mudámos, a busca pela impressora perfeita foi posta em curso. Precisávamos de um equipamento com uma boa relação qualidade/preço, de fácil manutenção, multifunções e que fosse o mais compacto possível.

Não imaginávamos, sequer, que existia algo como o que acabámos por comprar.

Escolhemos uma HP DeskJet 3732.

Quando começámos a descobrir as impressoras HP DeskJet 3700, soubemos que era mesmo isto que fazia falta no nosso escritório. Inicialmente, encontrámo-las nas cores branco e menta e branco e azul. A indecisão era muita.

Entretanto, perto do Natal, descobrimos que também existia a nossa, em branco e vermelho. Perfeita para o esquema de cores que decora a divisão da casa onde a colocaríamos!

Consta que é a impressora multifunções mais pequena do mundo.

  • Tem função wireless (os nossos computadores não são compatíveis, mas também tem um cabo) que nos facilita imenso a vida quando queremos imprimir algo a partir dos telemóveis ou tablets;
  •  Os tinteiros são fáceis de encontrar e baratos – não imprimem assim tantas folhas a menos que o habitual, pelo que compensa mesmo muito.

Li algumas reviews antes de comprar que me deixaram de pé atrás: referiam que se tratava de uma impressora lenta, barulhenta e de qualidade abaixo do expectável, havendo outras melhores na mesma linha de preços.

Não sei quais eram os pontos de comparação, pelo que só posso falar da minha experiência.

Esta impressora é substancialmente mais rápida tanto a imprimir como a digitalizar do que a que utilizava anteriormente, uma multifunções também da HP na mesma linha de preços, com menos de 5 anos.

É, também, muito menos barulhenta e a qualidade de impressão é muito melhor – vê-se nas fotos, que acabo por imprimir com alguma frequência.

Tanto na Worten como na Fnac (e acredito que noutras lojas semelhantes), o preço habitual das impressoras desta linha ronda os 70€. Ainda assim, é frequente encontrá-las com um bom desconto – comprei a minha por 50€.

Se procuram um equipamento compacto, giro, fácil de utilizar e prático para utilização doméstica, as HP DeskJet 3700 são um caso a ponderar!

O meu P9 Lite

huawei p9 lite gold

Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva. Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente. Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo. É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina, pelo que estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

huawei p9 lite gold

Optei pelo Huawei P9 Lite.

 De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries). É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem. A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado. Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois. Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

capas huawei p9 lite case cover
Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

Sugestões de S. Valentim #3 – Netflix

Netflix

Sabem qual é uma das coisas melhores para fazer com @ noss@ mais que tudo? Ficar na ronha com mantas a ver séries e filmes. Pelo menos para mim, mas aposto que não sou a única a achar este programa bastante apelativo. Em tempos de frio, chuva e muito trabalhinho, nem faço questão de procurar uma alternativa para o fim-de-semana. Não sou mesmo a única, pois não? Assim sendo, por que não oferecer uma assinatura do Netflix?

Bem sei que em Portugal o catálogo de conteúdos disponíveis ainda não é o melhor do mundo, mas há-de crescer e ainda assim já vale bastante a pena. Cépticos? Podem sempre experimentar um mês grátis. Em todo o caso, há várias maneiras de usufruir dos catálogos de outros locais do globo.

Os filmes e as séries são temas recorrentes quando estamos a conhecer alguém (dá sempre jeito, que ninguém merece ficar com quem não vê o mesmo que nós!). A título de curiosidade, o Netflix fez uma pesquisa que mostra que a forma como um casal assiste a séries televisivas pode ser um indicador do estado do relacionamento. Netflix é amor. Mais de metade dos inquiridos sente que partilhar a sua conta evidencia um relacionamento sério e por isso não o faz antes de assumir um compromisso. Ainda assim, 17% não quer partilhar a sua conta e as suas preferências antes de viver junto ou casar.

Caso pretendam oferecer um presente no Dia dos Namorados, aqui têm uma sugestão que não falha (é garantido!) e da qual podem usufruir em conjunto. Podem fazê-lo no site ou comprar (há na Fnac, Worten, Continente e afins) cartões pré-pagos. Quanto à parte que me toca, posso dizer que sou subscritora do serviço desde o dia em que chegaram a Portugal e faço uso da minha conta seeempre em conjunto com o L.

A Minha Wishlist de Natal

Pensei muuuitas vezes antes de publicar este post, porque a verdade é que:

  1. Não há nada que me faça falta.
  2. Há um bebé a caminho e, já que olho para o meu umbigo, deveria ter uma visão mais profunda do que se avizinha.

Depois, lembrei-me que também sou filha de Deus e que as épocas festivas servem para sonhar e meditar em caprichos. Não tem mal nenhum, faz bem e felizmente o Pai Natal ainda não cobra para ler cartas!

Justificando muito rapidamente as minhas escolhas, já que na imagem têm tudo direitinho, é tudo muito simples:

  • Sim, o meu telemóvel precisa de um upgrade, experimentei o Huawei Mate S conforme vos contei aqui e aqui e fiquei apaixonada. Ainda por cima, na semana passada chegou a Portugal a versão Pink. Há como não querer? Não! Pai Natal, era meeesmo isto.
  • A musa Dita Von Teese lançou o seu livro de beleza Your Beauty Mark: The Ultimate Guide to Eccentric Glamour. Quero porque quero. Já agora, consta que anda por aí um batom da MAC de edição especial da mesma senhora, também podia vir morar comigo.
  • Já bati nesta questão e volto a dar-lhe destaque: ando a namorar esta placa alisadora da Philips há quinhentos anos. Ando. Porque é tudo de bom. É grande, segura e eficaz.
  • É óbviooo que não preciso de mais paletas de sombras. Mas gosto muito delas, são um presente que aprecio e faço olhinhos a estas três da imagem. Optaria pela Chocolate Bar Semi Sweet da Too Faced, é linda e cheirosa e sempre fazia companhia à mana, mas a Cocoa Blend da Zoeva é tão lindinha e acessível e a Nude Dude da The Balm faz pendant com as minhas meninas.
  • Botas de cano alto, acima do joelho. Por que é que é tão difícil encontrar o modelo perfeito? As da imagem são da Aldo, mas não me deixam totalmente satisfeita. É que as que tenho sofreram um pequeno acidente, mas apesar de terem arranjo, não sei quanto tempo de vida terão pela frente. As que vejo nas lojas actualmente são caríssimas e medíocres. Por que é que teimam em encher tudo de fivelas, buracos e utilizar tecidos reles (tipo neoprene, hello!) na parte traseira? É o medo.
  • Gosto de colorir livrinhos engraçados, gosto do Sherlock e… Quem é que resiste a um livro de colorir do Sherlock Holmes?

Não encarem os meus caprichos como esquisitice, até porque sou uma pessoa fácil de agradar e entreter com bugigangas. Se estão mesmo interessad@s nos meus desejos e querem mais pistas sobre o que poderiam oferecer à minha pessoa (ninguém oferece presentes a gente crescida, mas just in case…), aproveitem para me encher de collants e cuecas da avó, daquelas de algodãozinho que se fazem difíceis de encontrar hoje em dia (a sério!), túnicas e vestidos folgados.

Também não me vou ofender se decidirem encher-me o sapatinho de quinquilharias e bibelotes para a casa, hã? Como disse, sou muito fácil de contentar e sou pior que os miúdos: gosto mesmo é do mistério de desembrulhar os presentes.

E vocês, o que querem neste Natal?

Tudo Sobre o Huawei Mate S

huaweimates

Há algumas semanas, contei-vos que tive a oportunidade de testar uma das últimas novidades da Huawei, o smartphone Mate S, e fiquei apaixonada. O mercado está repleto de opções, e quem procura modelos de topo, deve ter atenção a uma série de detalhes. Neste post, irei partilhar convosco a minha experiência de utilização e as especificações do telemóvel. Quando comparado com modelos concorrentes, creio que se pode dizer que dificilmente há como ultrapassar a relação qualidade/preço do Mate S e que, apesar de ser um modelo algo dispendioso, é muito melhor do que outros na mesma linha de preços e até mais caros. Têm dúvidas? Depois do que vos vou dizer, estejam à vontade para comparar as opções óbvias no Google.

Não irei dedicar muitas palavras a descrever como é bonito, porque já o tinha feito assim que o recebi. Caso queiram rever as minhas primeiras impressões, podem fazê-lo neste post. Apesar de ser maior do que estou habituada, consegui adaptar-me a ele na perfeição. O peso também é bastante aceitável. Para quem habitualmente utilizava um Huawei Ascend G300 e um Y530, posso dizer-vos que a mudança foi drástica. Já eram telemóveis que precisavam de um upgrade, é certo, e tendo em conta que eram de linhas mais acessíveis, imaginem a diferença. É um sonho utilizar um smartphone que não congela nem trava uma única vez e que corre mil e uma aplicações ao mesmo tempo, sem aquecer nem um bocadinho!

Como se não bastasse a rapidez e fluidez, existem vários bónus. Com o telemóvel bloqueado, se desenharmos determinadas letras (M para Music, W para Meteorologia, C para a Câmara, …), iremos abrir directamente as respectivas aplicações. Há, também, a tecnologia Fingerprint 2.0, que serve para tarefas como desbloquear o telemóvel, utilizar determinadas aplicações mais rapidamente ou realizar certos comandos como desligar o alarme despertador. Num registo semelhante, também tem Knuckle Control 2.0, que serve para fazer capturas e outras acções com os nós dos dedos.

2015.11.30_00.22.12
O meu irmão, com cabeça de tigre porque… Porque só vos queria mesmo mostrar que não há ruído!

A câmara deixa mexer manualmente numa série de opções e tem modos e filtros para todos os gostos. Tem um processador de imagem à altura das máquinas fotográficas normais. Gostam de selfies e de todos os filtros especiais que certas aplicações conferem? Aqui, está tudo condensado só na câmara. A lente traseira tem 13MP e flash “normal” e âmbar, para que as fotos nocturnas fiquem com um aspecto menos frio. A câmara frontal também tem flash, e uma lente de 8MP. Ambas permitem captar fotografias panorâmicas. Conseguem tirar fotografias quase em qualquer ambiente sem qualquer tipo de ruído.

O som também é especial, já que este smartphone tem 3 microfones em vez de um. A qualidade de som é óptima, e posso dizer-vos que fiz chamadas com muito ruído à volta (obras e vento) sem qualquer perturbação. A nível das colunas, conseguem ouvir até cerca de 3/4 do volume possível (que já é muuuito alto!) sem qualquer ruído. Não aconselho o volume máximo, essencialmente por questões de saúde e segurança.

Quanto à autonomia, mesmo que tenha sempre os dados móveis ligados e utilize apps de alto consumo energético, dura-me, no mínimo, um dia. De contrário, funciona mais de dois dias sem problema nenhum. É impressionante, tendo em conta que estava habituada a baterias que duram menos que um dia sem recarga.

No que toca às especificações, aqui ficam as “entranhas” do Mate S:

  • Altura – 149.8mm
  • Largura – 75.3mm
  • Peso – Cerca de 156g (já com a bateria incluída, que não é amovível)
  • CPU – Hisilicon Kirin 935, Octa core (4*2.2GHz + 4*1.5GHz), 64-bit
  • SO – Android 5.1 + EMUI 3.1
  • ROM: 32GB/64GB/128GB
  • RAM:3.0GB
  • PVP – 699,90€

Resumindo e concluindo: fiquei apaixonada pelo Mate S e vai ser muito difícil regressar aos antepassados, também da família Huawei. O Natal está aí à porta, e eu gostava muito de ter um menino destes no meu sapatinho. Aposto que vocês também!

Eu vidrada no Mate S, na Benetton on Canvas, no Chiado. Acompanhada da Jael e da Ana.
Eu vidrada no Mate S, na Benetton on Canvas, no Chiado. Na companhia da Jael e da Ana.

Huawei Mate S

huaweimates1

Esta semana, recebi para testar durante umas semanas um dos mais recentes lançamentos da Huawei, o smartphone Huawei Mate S. No mês passado, assisti à sua apresentação e fiquei encantada com com as novidades e não iria ficar descansada enquanto não pudesse ver com os meus próprios olhos e mexer com as minhas próprias mãos.

huaweimates2

Irei contar-vos tudo detalhadamente, mas por ora queria partilhar convosco algumas fotos do momento inicial e as minhas primeiras impressões sobre a utilização. A caixa exterior é toda ela feita em cartão e bastante compacta. É simples mas elegante, preta, com as letras e o logótipo da marca a cobre. A caixa interior é semelhante e abre-se como se fosse uma caixa de bombons, daquelas em que levantamos a tampa como se fosse a capa de um livro.

huaweimates3

Lá dentro, encontramos o equipamento, o cabo USB com o respectivo adaptador para a corrente, uns headphones todos catita, uma capa, uma peça para ajudar a abrir o compartimento do cartão SIM (dos pequeninos, atenção!) e micro SD, bem como o manual de instruções.

huaweimates

O smartphone em si é bastante apelativo, na minha opinião. De momento, estão disponíveis as cores Titanium Grey e Mystic Champagne, sendo que a segunda é a que recebi e que me parece que vai agradar mais ao público feminino. A frente é branca nas extremidades e a traseira é num tom de dourado discreto. O telemóvel é super fino, de margens arredondadas e nas superfícies frontal e traseira também é “arredondado”, o que ajuda na tarefa de o segurar e prevenir algumas quedas. Não é assim tão grande como aparenta e não se enquadra na categoria de phablet. Eu, que sou pequenina, até agora não tive quaisquer dificuldades de utilização devido às medidas do telefone.

Para já, não vou entrar em mais detalhes, porque quero guardar tudo para outro post mais específico com tudo o que vocês querem saber e que vos vai fazer querer meter o Mate S na lista de presentes para este Natal.

Netflix em Portugal

netflix

Para quem ainda não se apercebeu, ontem o serviço americano de televisão via Internet Netflix chegou a Portugal! Para quem não sabe do que se trata e, consequentemente, não percebe o por quê do mimimi em torno desta novidade, passo a explicar: o Netflix é um serviço que disponibiliza milhentas séries das boas (sou fã de Orange Is the New Black e Sense8 há muito tempo e agora já posso aceder a elas de forma fácil!) e filmes, para todos os gostos, em streaming.

É entretenimento à hora que quisermos, onde quisermos e por quanto tempo quisermos, já que as temporadas são logo disponibilizadas por inteiro ao invés de termos de esperar que saia um episódio a cada semana. E não é preciso ter medo de esgotar os conteúdos, já que há milhões de horas em vídeos para ver.

Para utilizar o serviço, é muito simples: podem fazê-lo através do smartphone, tablet, televisor (a Vodafone disponibiliza uma app e tudo!), consolas… Qualquer que seja a forma que vos dá mais jeito, haverá uma solução.

Antes de decidirem se faz sentido fazerem subscrições mensais do serviço (que oscilam entre os 7,99€ e os 11,99€ (consoante a modalidade que preferirem), podem sempre experimentar um mês gratuitamente. Eu já subscrevi, que nem dava para ser de outra forma. Podem argumentar que é muito fácil aceder às séries todas pela Internet fora. É um facto, senão nem eu conhecia as séries acima mencionadas, mas assim está tudo no mesmo sítio, dentro da legalidade e a suportar devidamente os responsáveis pelos trabalhos. Para além disso, os preços são, no meu entender, bastante acessíveis.

Já conheciam o Netflix? Aconselham alguma das séries que por lá existem?

Presente de Aniversário – Agenda para Blogs

pink planner

Antes de mais nada, peço desculpa pela ausência em pleno mês de aniversário! Se estão a ler este post, tenho a certeza que já repararam num dos motivos que levaram a este súbito desaparecimento: lavámos a cara. Pelo meio, houve umas quantas chatices com o servidor. Gostam do novo look? Quero que me contem tudo. Continuamos com os mesmos cabeçalhos, que carregam aleatoriamente de cada vez que abrem o blog.

agenda1

Numa tentativa de me organizar e não falhar mais connosco, acabei por produzir algo que sei que vai dar jeito a quem tem blogs. E eu sei que tenho muit@s leitor@s que também têm blogs! Depois de ler sobre o assunto pela Internet fora, decidi compor uma agenda perpétua à minha medida, com tudo aquilo de que necessito para manter o blog em ordem (espero eu, mas se surgirem actualizações, logo partilho convosco). Inclui calendários, folhas de estatísticas, planeamento de posts, tudo e mais alguma coisa.

agenda2

O melhor é que quando mostrei o documento à Ana Rita, ela disponibilizou-se para alindar a coisa. E puff: sai uma agenda catita para tod@s vós poderem descarregar neste link. Não é um bom presente? Para o montarem é muito simples, e sugiro que imprimam 4 páginas por folha (que ficam com páginas em tamanho A5), que assim poupa-se papel e há espaço para tudo. Imprimam as páginas de planificação e preenchimento quantas vezes necessitarem. Reorganizem como vos apetecer. Creio que a forma mais prática de utilizar a agenda é colocá-la num dossier, que assim também não precisam de imprimir logo as folhas todas para um ano e conseguem perceber se se adaptam a este sistema ou não. Por que não imprimir páginas para um mês e experimentar?

Para vos facilitar a vida, aqui fica um guia das páginas:

  • Página 1 – Folha de Identificação
  • Páginas 2 a 13 – Calendário Perpétuo (cada mês tem um padrão diferente)
  • Página 14 – Estatísticas
  • Páginas 15 e 16 – Tops (Posts mais vistos, palavras chave, backlinks, pesquisas, posts mais comentados)
  • Páginas 17 e 18 – Objectivos do blog (a curto e longo prazo)
  • Página 19 – Registo de Passwords
  • Página 20 – Contactos
  • Página 21 – Anúncios e Patrocínios
  • Página 22 – Lucros e Despesas
  • Página 23 – Organização de posts (sugiro a utilização de postits, de forma mudar os conteúdos de sítio à medida que forem concretizados)
  • Páginas 24 a 30 – Planificação semanal de posts
  • Página 31 – Brainstorming
  • Página 32 – Passatempos
  • Página 33 – Checklist Semanal
  • Página 34 – Notas e Ideias

Se alguma coisa não vos fizer sentido, é só perguntar, que eu explico. Acredito que, para muita gente, haja aqui pelo meio uma série de dicas nas quais nunca pensaram, sequer. Não têm de quê!

No demais, só vos pedimos que sejam fofinh@s e se ainda não seguem A Guida É que Sabe e a Let’s Talk About Beauty, por favor, mostrem o vosso carinho pelos blogs e sigam-nos nas diferentes redes sociais. Ah, e sintam-se à vontade para comentar e mandar emails com dúvidas ou sugestões. Está claro que este foi um trabalho feito com muito amor e carinho e não é para desatarem a ser copiões ou tirarem lucro com isto, sim? Esperamos que gostem!

agenda3

Fotografias comestíveis?

Boomf Marshmallows

Sim, é essa a proposta da Boomf quando disponibiliza um serviço online onde podemos converter fotografias do Instagram em marshmellows. Descobri a Boomf por acaso, e diz a própria marca que se chama assim porque “boomf” é o barulho da caixa dos marshmellows a aterrar no tapete da nossa porta de entrada. Lá originais são eles, e como fiquei bastante interessada no conceito e no produto (ideias para presentes originais nunca são de mais!), entrei em contacto e resolvi pedir uma caixa só para mim.

Instagram Pictures Marshmallows Boomf

Não é uma guloseima barata, mas vale a pena por ser tão diferente do habitual, e é muito simples de encomendar! Basta seleccionar 9 fotografias (para 9 marshmellows, que são o conteúdo de cada caixa) de um Instagram à nossa escolha. O pagamento é feito via Paypal, e tem o valor fixo de £12. Não precisamos de nos preocupar com portes. Assim que a encomenda é expedida, dão-nos um número de rastreio compatível com os CTT (que realizam as entregas cá em Portugal). No site, avisam que a entrega pode demorar mais tempo, mas a minha caixa chegou uma semana após ter realizado a encomenda.

O único senão é mesmo a parte de comer o conteúdo da caixa. Não que os marshmellows saibam mal, pelo contrário. Custa porque dá pena comer algo tão bonito! Fiquei encantada, e só fico a torcer para que ampliem a gama de serviços. Para quem estiver a ler e quiser ideias de um potencial negócio, fica aqui registado que quero chocolates com fotografias!

A história da Guida na blogosfera

blog guida escrever beleza maquilhagem portugal

Reza a lenda que não respondo a muitas tags, mas a Fashion Killer desafiou-me a responder a umas quantas questões interessantes e eu não podia deixar de o fazer.

Há coisas que, de certeza, já sabiam sobre mim e sobre o blog, mas assim condensa-se tudo. Sintam-se à vontade para responder a esta tag nos vossos blogs!

1. Por que criaste um blog?

Há que salientar, em primeiro lugar, que este não é o meu primeiro blog.

Desde os 12 anos que mantenho blogs, depois de ter lido sobre o Blogger numa revista juvenil e ter achado muita piada ao facto de poder ter uma espécie de diário online.

Sempre gostei muito de escrever e de falar, e nunca tive medo de partilhar o que penso com os outros. Sem grandes ambições, pensei que a possibilidade de ter outras pessoas a ler o que eu tinha para oferecer poderia gerar boas discussões e novas aprendizagens.

Este blog foi o último que criei e o que dura há mais tempo, e surgiu da vontade de querer partilhar algumas coisas do mundo feminino. Nessa altura, não havia muitos blogs do género e apeteceu-me escrever o que gostaria de ler.

Por que não fazê-lo no outro blog que tinha nessa época? Porque não quis misturar esta nova vontade com os textos mais pessoais que já escrevia.

2. Tinhas pensado nalgum nome diferente para o teu blog? Por que é que escolheste o nome actual?

Antes de criar o blog, tentei pensar milimetricamente em todos os aspectos da sua criação. Durante a fase de brainstorming, surgiu espontaneamente “A Guida É que Sabe”.

Pensei que podia ser “O da Joana”, mas já que quase ninguém me conhece (nem eu gosto) pelo primeiro nome, não fazia sentido algum. Por outro lado, o título actual tem duplo sentido.

Para além de eu ter as minhas manias de sabichona, a minha mãe também é Guida e… As Guidas é que sabem!

3. Ao início, preferiste um design fácil para o blog?

Há cinco anos e tal atrás, não estavam ao dispor todos os editores user friendly que existem hoje para modificar o aspecto dos blogs. Contudo, eu gostava de fazer tudo ao meu jeito e lia tudo o que pudesse para o fazer.

Nunca gostei dos temas predefinidos do Blogger (onde comecei), e por isso alterava tudo o que podia. Ah, é importante lembrar que os gifs, os players de música e outras aplicações estavam na moda e… Eu aderia a tudo!

Ainda hoje não gosto dos temas mais básicos e minimalistas. Na verdade, faz-me certa confusão que a maior parte dos blogs femininos do nosso país (ou pelo menos os “mais conhecidos”) sejam todos iguais, básicos e impessoais: fundo completamente branco e um cabeçalho com letras cor-de-rosa.

4. Preferiste um blog mais pessoal (com assuntos sobre os quais estivesses à vontade)? Se sim, porquê?

Acho que a resposta a esta questão está à vista! Pessoais, pessoais, eram os conteúdos dos meus outros blogs.

Quando A Guida começou a ficar relativamente conhecida, tive de os apagar porque comecei a notar que havia pessoas mal-intencionadas a acompanhar a minha vida perto de mais. Porque eu deixava.

Quanto à actualidade, partilho uma pequena porção da minha vida, uma minoria dos meus interesses, mas sempre com o meu cunho pessoal. Se os conteúdos não tivessem significado para mim, não faria sentido produzi-los e partilhá-los com ninguém!

5. Como foi quando escreveste o teu primeiro post? O que sentiste?

Nunca fiquei muito nervosa ou emocionada com nenhuma das primeiras publicações que fiz em diversas plataformas online.

No caso do blog, já sabia como é que as coisas funcionavam, já estava habituada, e quis só apresentar o espaço. Com a certeza, porém, que ninguém iria ler o que eu tinha escrito, pelo menos durante os primeiros tempos.

Ainda assim, desde o início, tive a preocupação de escrever algo que eu, enquanto leitora, gostasse de ler.

6. Divulgaste logo o teu trabalho nas redes sociais?

Sim, e tratei logo dos contadores de visitas, e fiz questão de comentar muito nos outros blogs. Aliás, já lia e comentava há muito tempo, mas fiz questão de (nos espaços devidos) divulgar o meu projecto mais recente.

A melhor maneira de darmos a conhecer o nosso trabalho é apoiar o trabalho dos outros e participar activamente nas comunidades.

7. Para os posts, no que pensavas e onde encontravas inspiração?

O mundo dos blogs femininos era, para mim, algo muito recente e pouco explorado. Obviamente, o que eu lia serviu de inspiração e ainda hoje acompanho.

Lia o Mini-Saia, que me foi apresentado pela minha professora de Português do Secundário, e adorava. Ainda hoje admiro muito o trabalho da Mónica!

Então, tinha-a como referência no que diz respeito à qualidade da escrita e ao formato. E colocava a mim mesma a questão: o que é que eu gostava que as revistas femininas publicassem e não publicam? Que truques é que eu conheço e acho que merecem ser partilhados?

Ao mesmo tempo, aproveitava para partilhar os meus gostos e tentar encontrar quem gostasse do mesmo que eu. Pode parecer que não é relevante, mas é muito importante especialmente no meio das pessoas mais jovens.

Nem sempre temos por perto quem compreenda e aceite os nossos gostos e decisões, e os blog também acabam por ser um escape ao mundo real, se nós quisermos. Ainda hoje, creio que funciono assim.

8. Sentiste imediatamente o apoio por parte dos leitores?

A comunidade de blogs em Portugal era muito mais pequena do que é actualmente, e por isso era muito mais fácil conhecer as pessoas. Mais do que leitores, eram amigos. Mais do que bloggers, eram amigos.

Por isso, desde o início, senti-me apoiada por quem lia o que eu escrevia. E havia pessoas a escrever sobre as mais variadas temáticas! Também houve alguns anónimos idiotas (como sempre), mas quanto a eles foi sempre muito simples decidir o que fazer: ignorar.

9. Como começaste a criar parcerias?

Quando criei este blog, não fazia ideia dessa tal história das parcerias. Essa foi uma questão que só surgiu muito mais tarde, e quase sempre por iniciativa das marcas.

A minha primeira parceria foi acidental, e já toda a gente sabe como é que aconteceu: houve uma blogger brasileira (a Meire Linhares) que publicou uma opinião sobre um produto d’O Boticário, e eu comentei a dizer que concordava com ela quando dizia que o produto era óptimo, mas que a embalagem estava muito mal concebida e criava dificuldades de utilização.

Meses depois, fui contactada pelo director da marca em Portugal e quiseram ouvir o que eu tinha para dizer e mostrar todas as mudanças que estavam a acontecer. Desde então, nunca mais nos largámos!

10. E agora, como defines o blog?

Mais do que um hobby, o blog tornou-se no meu emprego e numa das minhas principais prioridades.

Só faz sentido porque adoro escrever, adoro escrever sobre os assuntos que aqui publico, e faço questão de ser eu a ter total domínio de tudo o que aqui se passa.

Continuo a escrever o que gostaria de ler, sempre com sinceridade e com a esperança de ajudar alguém – e de ter alguma ajuda, porque os leitores também fazem parte da vida dos bloggers e não há melhores sentimentos do que o reconhecimento, o carinho e aconchego que nos dão.

O blog, hoje em dia, tornou-se numa espécie de ponto de encontro. Permitiu-me conhecer pessoas fantásticas, todos vocês que lêem o que escrevo, e que são quem confere todo o sentido a este espaço.

Obrigada por existirem!