Categoria: Tecnologia

HP DeskJet 3732 – A impressora cá de casa

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Com um novo ano lectivo prestes a começar, é a altura ideal para falar da impressora cá de casa.

Alguns poder-lhe-iam chamar um luxo, mas para mim este é um equipamento essencial no funcionamento de qualquer lar em pleno: todos necessitamos de uma impressora.

Se puder ter um scanner incorporado, um tanto melhor, embora os smartphones e tablets já sejam relativamente satisfatórios nesse sentido.

Uma impressora é quase tão importante como um microondas ou uma torradeira.

Todos vivemos bem sem eles, mas se os pudermos ter nas nossas vidas, o dia-a-dia é mais fácil. Quem é que gosta de estar dependente de papelarias, bibliotecas e afins para imprimir coisas tão simples como facturas ou formulários?

Quando nos mudámos, a busca pela impressora perfeita foi posta em curso. Precisávamos de um equipamento com uma boa relação qualidade/preço, de fácil manutenção, multifunções e que fosse o mais compacto possível.

Não imaginávamos, sequer, que existia algo como o que acabámos por comprar.

Escolhemos uma HP DeskJet 3732.

Quando começámos a descobrir as impressoras HP DeskJet 3700, soubemos que era mesmo isto que fazia falta no nosso escritório. Inicialmente, encontrámo-las nas cores branco e menta e branco e azul. A indecisão era muita.

Entretanto, perto do Natal, descobrimos que também existia a nossa, em branco e vermelho. Perfeita para o esquema de cores que decora a divisão da casa onde a colocaríamos!

Consta que é a impressora multifunções mais pequena do mundo.

  • Tem função wireless (os nossos computadores não são compatíveis, mas também tem um cabo) que nos facilita imenso a vida quando queremos imprimir algo a partir dos telemóveis ou tablets;
  •  Os tinteiros são fáceis de encontrar e baratos – não imprimem assim tantas folhas a menos que o habitual, pelo que compensa mesmo muito.

Li algumas reviews antes de comprar que me deixaram de pé atrás: referiam que se tratava de uma impressora lenta, barulhenta e de qualidade abaixo do expectável, havendo outras melhores na mesma linha de preços.

Não sei quais eram os pontos de comparação, pelo que só posso falar da minha experiência.

Esta impressora é substancialmente mais rápida tanto a imprimir como a digitalizar do que a que utilizava anteriormente, uma multifunções também da HP na mesma linha de preços, com menos de 5 anos.

É, também, muito menos barulhenta e a qualidade de impressão é muito melhor – vê-se nas fotos, que acabo por imprimir com alguma frequência.

Tanto na Worten como na Fnac (e acredito que noutras lojas semelhantes), o preço habitual das impressoras desta linha ronda os 70€. Ainda assim, é frequente encontrá-las com um bom desconto – comprei a minha por 50€.

Se procuram um equipamento compacto, giro, fácil de utilizar e prático para utilização doméstica, as HP DeskJet 3700 são um caso a ponderar!

O meu P9 Lite

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Troquei o meu smartphone da idade da pedra, deitem foguetes!

Querem ver-me em modo Tio Patinhas? Sugiram-me que devo trocar determinado equipamento que funciona, ainda que possa estar desactualizado, que mando-vos dar uma curva.

Foi assim que, durante quase 4 anos, fui portadora de um Huawei Ascend G300. Nos últimos tempos, o pobrezinho já só fazia de hotspot e era se estivesse ligado à corrente.

Sou mesmo fofinha e optimista com os meus equipamentos electrónicos (o meu portátil faz 10 anos este ano, há aí alguém com um mais velhinho?).

Foi mesmo no fim da linha do pobre e velho smartphone que aceitei que estava na hora de lhe dar a merecida reforma e escolher um novo.

É claro que nem nestas alturas perco a minha aura de sovina.

Por isso, estava decidido que não poderia ser um modelo excessivamente caro (não pago marcas peneirentas cuja oferta surge sob outros nomes a menos de metade do preço) e teria de ser resistente e eficiente para, idealmente, durar o mesmo que o antecessor (vá, não gozem comigo!).

Reunido o meu conjunto de pré-requisitos, mantive a marca, subi a fasquia.

huawei p9 lite gold

Optei pelo Huawei P9 Lite.

De caminho, o feedback foi tão bom que o marido também já foi comprar um para ele. É um telefone que me deixa fazer mais até do que já fazia no tablet (que continua a ser mais útil para as leituras e séries).

É muito prático, tendo um tamanho bastante equilibrado: é grande o suficiente para ser confortável de utilizar, mas não é assim tão grande que seja difícil de manusear nas minhas mini mãos.

Falemos das características:

  • Potencial dual sim, dando para aproveitar o compartimento do cartão de memória para o 2º sim.
  • Dimensões – 146.8 x 72.6 x 7.5 mm
  • Dimensão do ecrã – 5.2”
  • Resolução – 1920px x 1080px
  • Peso – 147g (com a bateria, que é amovível)
  • Cores – Black, white, gold, rose gold
  • Processador – HiSilicon Kirin 650 Quad Core 2.0 GHz Cortex-A53 + Quad Core 1.7 GHz Cortex-A53
  • SO – Android 6.0 Marshmallow (EMUI 4.1)
  • Memória – 16GB internos, expansíveis com cartão micro SD até 128GB
  • RAM – 3 GB
  • Câmara – traseira 13 MP/ frontal 8MP
  • Tem sensor de impressões digitais
  • Preço – Neste momento, ronda os 300€, estando frequentemente mais barato em promoções (este fim-de-semana, está a cerca de 270€ na Fnac – podem confirmar se clicarem nas miniaturas abaixo)

Tudo corre na perfeição, sem que o equipamento entre em sobreaquecimento ou as apps congelem.

A câmara traseira é melhor até que a máquina digital compacta que já possuía e que agora quase caiu em desuso. Até já filma em HD (1080p).

Não deve muito aos telemóveis das gamas de topo e dificilmente encontram a mesma qualidade a preços mais baixos no mercado.

Chega mais do que perfeitamente para o uso que lhe dou e estou confiante de que irá resistir, no mínimo, o mesmo tempo que o antecessor velhinho e barato.

A bateria, mesmo com utilização frequente (dados, GPS e afins), dura bem um dia. Com uso mais moderado, excede os dois.

Só lamento o facto de não ter giroscópio, que trocaria sem pestanejar pelo sensor de impressões digitais (que não utilizo). Mesmo assim, vivo bem com este facto e não era por aqui que iria escolher outro modelo.

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Até comprei várias capinhas bonitas.

Story short, estou mesmo muito contente com a minha escolha!

A ver agora: Black Sails

Houve uma fase da minha vida em que acompanhava muitas séries.

Mudam-se os tempos e a disponibilidade, mudam as vontades e a responsabilidade, e a dada altura desliguei-me da televisão e das manhas da Internet. Durante dois ou três anos, passou a ser raro acompanhar o que quer que fosse.

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Com a chegada do Netflix a Portugal, durante a gravidez, voltei a ganhar apetite por séries e agora é raro o dia em que não vejo nem que seja 20 minutos de uma série. É terapêutico e por vezes é este o tempo de repouso que sobra antes de dormir.

A vantagem aqui é que, como as temporadas estão disponíveis na totalidade a qualquer hora, vou vendo conforme posso e me apetece, quando já não quero faço pausa e dá para ver tudo o que há da mesma série de seguida, sem perder o fio à meada.

Misturar histórias de várias séries quando as vemos em simultâneo, quem nunca?

De momento, estou a ver Black Sails.

O Luís gosta muito e está quase a chegar a 4ª temporada. Como gostamos de ver séries juntos, estou a ver o que já está feito e ele sempre aproveita para avivar a memória. Passámos agora para a 3ª temporada e eu adorei as outras duas.

Gosto de dramas de época, no geral.

Se contarem com factos verídicos, um tanto melhor.

Neste caso, a história é uma prequela d’A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson e a acção decorre essencialmente na ilha de New Providence, durante o apogeu da pirataria.

Há uma luta pela independência desta colónia de Inglaterra, sendo que todas as nações civilizadas a declaram inimiga de todo o mundo.

Como resposta, a solução encontrada pelos seus habitantes (muitos deles piratas) é declarar guerra ao mundo. Pelo meio, há muitas histórias e tricas que tornam o enredo muito mais interessante.

Um dos pontos positivos para mim é a imprevisibilidade que tantas vezes surge no desenrolar dos episódios.

A título de curiosidade, os piratas Charles Vane, Jack Rackham, Anne Bonny, Ned Low, Hornigold e Blackbeard existiram mesmo, embora as suas vidas sejam (parcialmente) ficcionadas na série.

Posto isto, se não conhecem a série mas gostam do género, recomendo muito que a vejam!

Sem Assunto – Meia Dúzia de Dicas que Geram Ideias

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É sexta-feira à noite, não há vontade de sair e a lontrice doméstica deu para actualizar o blog.

Mas há um problema: sobre o que escrever?

Sim, este é um post para os meus leitores e leitoras que também gostam de escrever e partilhar online.


Estão com falta de inspiração? Eu também.


E assim decidi aproveitar um não-assunto e transformá-lo num assunto. Porque, com jeitinho, tudo o que vos possa passar pela cabeça pode dar um post daqueles.

A sério, é um grande desafio à criatividade e pode parecer estranho debitar umas linhas sobre, hipoteticamente, a maçaneta da porta, mas desde que haja vontade e algum brain storming, tudo é possível.

Quem sabe, a partir daqui, ficam com um montão de ideias de posts. Eu explico!


Peguem no computador, num caderno, post its e numa caneta. Ou lápis.


O que se pretende não é desatar a encher chouriços como se não houvesse amanhã.

É dar uma ajudinha a quem gosta de escrever mas não tem uma gaveta de ideias. O que aqui partilho é o que funciona comigo e que fui aprendendo por conta própria e através da observação de outros blogs. Sigam as dicas:

  1. Léxico. Peguem numa palavra ou tema, preferencialmente dentro do que costumam abordar habitualmente. Agora, tentem lembrar-se de outras palavras relacionadas e o que poderiam dizer sobre elas.
  2. Recombinar. Já se perguntaram se disseram tudo o que havia a dizer, ou tudo o que tinham para partilhar sobre um determinado assunto? Existem imensas abordagens e interpretações diferentes para o mesmo foco.
  3. Perguntar. Se têm um blog, têm audiência. O mais provável é terem presença nas redes sociais. Criam interacção (que é óptima para o crescimento do vosso projecto!) e ao mesmo tempo têm a ajuda dos leitores. Mesmo que não queiram perguntar directamente, consultem as estatísticas relativas à vossa audiência e aposto que vão descobrir dados interessantes que vos darão novas ideias.
  4. Tags. Sem exagero! Sabem aquelas “correntes” em que fulano nomeia beltrano para responder a uma série de perguntas de ordens diversas? Há algumas engraçadas e dão pano para mangas.
  5. “Bengalas” online. Não subestimem o poder do Google Trends, e se não conhecem o Gerador de Ideias da Portent (um bocadinho como o que vos disse no ponto 2, mas mais eficiente!) e o Gerador de Assuntos do Hubspot, está mais que na hora de darem uma vista de olhos.
  6. Inspiração espontânea. Aqui a conversa é outra: tragam sempre papel e caneta convosco. Durmam com papel e caneta ao vosso lado. É quando menos esperamos que surgem algumas das nossas melhores ideias, e se não as registamos logo, muitas vezes vamos esquecer-nos. Não pode ser!

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Experimentem fazer como sugeri e depois contem-me se teve ou não resultado. Aqui, há uma pasta cheia de papelinhos e rascunhos com ideias que nunca mais acabam.

Por vezes, o difícil é gerir o tempo e escolher no que pegar.

Boa escrita!

Sugestões de S. Valentim #3 – Netflix

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Sabem qual é uma das coisas melhores para fazer com @ noss@ mais que tudo?

Ficar na ronha com mantas a ver séries e filmes. Pelo menos para mim, mas aposto que não sou a única a achar este programa bastante apelativo.

Em tempos de frio, chuva e muito trabalhinho, nem faço questão de procurar uma alternativa para o fim-de-semana. Não sou mesmo a única, pois não?

Assim sendo, por que não oferecer uma assinatura do Netflix?

Bem sei que em Portugal o catálogo de conteúdos disponíveis ainda não é o melhor do mundo, mas há-de crescer e ainda assim já vale bastante a pena.

Cépticos? Podem sempre experimentar um mês grátis.

Em todo o caso, há várias maneiras de usufruir dos catálogos de outros locais do globo.

Os filmes e as séries são temas recorrentes quando estamos a conhecer alguém (dá sempre jeito, que ninguém merece ficar com quem não vê o mesmo que nós!).

A título de curiosidade, o Netflix fez uma pesquisa que mostra que a forma como um casal assiste a séries televisivas pode ser um indicador do estado do relacionamento.

Netflix é amor.

Mais de metade dos inquiridos sente que partilhar a sua conta evidencia um relacionamento sério e por isso não o faz antes de assumir um compromisso.

Ainda assim, 17% não quer partilhar a sua conta e as suas preferências antes de viver junto ou casar.

Caso pretendam oferecer um presente no Dia dos Namorados, aqui têm uma sugestão que não falha (é garantido!) e da qual podem usufruir em conjunto.

Podem fazê-lo no site ou comprar (há na Fnac, Worten, Continente e afins) cartões pré-pagos.

Quanto à parte que me toca, posso dizer que sou subscritora do serviço desde o dia em que chegaram a Portugal e faço uso da minha conta seeempre em conjunto com o L.

Dia de Luto na Blogosfera

O Boticário Make B Rio 60s
Evento de apresentação da linha Make B Rio 60’s, Junho de 2014. Um dos momentos em que tive o prazer de conviver com a Susana, imediatamente à minha direita na fotografia.

Este é um post que gostava de não saber escrever.

Gostava de não ter de lidar com assuntos feios, mas eles existem. Temos de viver com eles e o nosso crescimento pessoal passa, de certa forma, por lidar com adversidades. É muito duro, mas a vida é assim.

Hoje é o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro.

Irónico, não é? Hoje foi o dia em que uma amiga dos blogs perdeu a luta contra este filho da mãe. A Susana era jovem, tinha uma aura linda, era sorridente, era uma pessoa com quem dava gosto conversar.

Desde saber que estava doente até ao triste desfecho, passou pouquíssimo tempo. Mas ela lutou, lutou muito.

A Susana não era uma das pessoas com quem mais me cruzava ou conversava, mas a blogosfera liga-nos. Uma das maiores bênçãos de ter um blog é a quantidade de amigos e pessoas boas que entram nas nossas vidas que, de outra forma, não conheceríamos.

Nunca soube muito bem o que dizer ou fazer perante a doença, mas tenho muita fé e rezei por ela.

Fiquei tão contente quando soube que, aparentemente, estava melhor! Nunca me meti no assunto, pois tive algum receio de ser invasiva. Por outro lado, agora que nada mais há a fazer, sinto-me um pouco hipócrita por, finalmente, expressar-me.

Que mais poderia ter feito? Não ser a única a reflectir sobre este assunto e, para já, uma das conclusões a que consegui chegar é que está na altura de, neste mundo dos blogs, sermos mais amigos, mais próximos e olharmos mais uns pelos outros.

Que estejamos unidos não só pela dor mas também pelas coisas boas.

Quanto à querida Susana, espero que estejas agora num sítio melhor, desprovido de dor e sofrimento. Deixaste uma boa marca por onde passaste. Foi bom ter-te connosco neste mundo. Até um dia!

A Minha Wishlist de Natal

Pensei muuuitas vezes antes de publicar este post, porque a verdade é que:

  1. Não há nada que me faça falta.
  2. Há um bebé a caminho e, já que olho para o meu umbigo, deveria ter uma visão mais profunda do que se avizinha.

Depois, lembrei-me que também sou filha de Deus e que as épocas festivas servem para sonhar e meditar em caprichos. Não tem mal nenhum, faz bem e felizmente o Pai Natal ainda não cobra para ler cartas!

Justificando muito rapidamente as minhas escolhas, já que na imagem têm tudo direitinho, é tudo muito simples:

  • Sim, o meu telemóvel precisa de um upgrade, experimentei o Huawei Mate S conforme vos contei aqui e aqui e fiquei apaixonada. Ainda por cima, na semana passada chegou a Portugal a versão Pink. Há como não querer? Não! Pai Natal, era meeesmo isto.
  • A musa Dita Von Teese lançou o seu livro de beleza Your Beauty Mark: The Ultimate Guide to Eccentric Glamour. Quero porque quero. Já agora, consta que anda por aí um batom da MAC de edição especial da mesma senhora, também podia vir morar comigo.
  • Já bati nesta questão e volto a dar-lhe destaque: ando a namorar esta placa alisadora da Philips há quinhentos anos. Ando. Porque é tudo de bom. É grande, segura e eficaz.
  • É óbviooo que não preciso de mais paletas de sombras. Mas gosto muito delas, são um presente que aprecio e faço olhinhos a estas três da imagem. Optaria pela Chocolate Bar Semi Sweet da Too Faced, é linda e cheirosa e sempre fazia companhia à mana, mas a Cocoa Blend da Zoeva é tão lindinha e acessível e a Nude Dude da The Balm faz pendant com as minhas meninas.
  • Botas de cano alto, acima do joelho. Por que é que é tão difícil encontrar o modelo perfeito? As da imagem são da Aldo, mas não me deixam totalmente satisfeita. É que as que tenho sofreram um pequeno acidente, mas apesar de terem arranjo, não sei quanto tempo de vida terão pela frente. As que vejo nas lojas actualmente são caríssimas e medíocres. Por que é que teimam em encher tudo de fivelas, buracos e utilizar tecidos reles (tipo neoprene, hello!) na parte traseira? É o medo.
  • Gosto de colorir livrinhos engraçados, gosto do Sherlock e… Quem é que resiste a um livro de colorir do Sherlock Holmes?

Não encarem os meus caprichos como esquisitice, até porque sou uma pessoa fácil de agradar e entreter com bugigangas.

Se estão mesmo interessad@s nos meus desejos e querem mais pistas sobre o que poderiam oferecer à minha pessoa (ninguém oferece presentes a gente crescida, mas just in case…), aproveitem para me encher de collants e cuecas da avó, daquelas de algodãozinho que se fazem difíceis de encontrar hoje em dia (a sério!), túnicas e vestidos folgados.

Também não me vou ofender se decidirem encher-me o sapatinho de quinquilharias e bibelotes para a casa, hã? Como disse, sou muito fácil de contentar e sou pior que os miúdos: gosto mesmo é do mistério de desembrulhar os presentes.

E vocês, o que querem neste Natal?

Tudo Sobre o Huawei Mate S

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Há algumas semanas, contei-vos que tive a oportunidade de testar uma das últimas novidades da Huawei, e fiquei apaixonada.

Falo do smartphone Mate S.

O mercado está repleto de opções, e quem procura modelos de topo, deve ter atenção a uma série de detalhes.

Neste post, irei partilhar convosco a minha experiência de utilização e as especificações do telemóvel.

Quando comparado com modelos concorrentes, creio que se pode dizer que dificilmente há como ultrapassar a relação qualidade/preço do Mate S e que, apesar de ser um modelo algo dispendioso, é muito melhor do que outros na mesma linha de preços e até mais caros.

Têm dúvidas? Depois do que vos vou dizer, estejam à vontade para comparar as opções óbvias no Google.

Não irei dedicar muitas palavras a descrever como é bonito, porque já o tinha feito assim que o recebi. Caso queiram rever as minhas primeiras impressões, podem fazê-lo neste post.

Apesar de ser maior do que estou habituada, consegui adaptar-me a ele na perfeição. O peso também é bastante aceitável.

Para quem habitualmente utilizava um Huawei Ascend G300 e um Y530, posso dizer-vos que a mudança foi drástica.

Já eram telemóveis que precisavam de um upgrade, é certo, e tendo em conta que eram de linhas mais acessíveis, imaginem a diferença.

É um sonho utilizar um smartphone que não congela nem trava uma única vez e que corre mil e uma aplicações ao mesmo tempo, sem aquecer nem um bocadinho!

Como se não bastasse a rapidez e fluidez, existem vários bónus.

Com o telemóvel bloqueado, se desenharmos determinadas letras (M para Music, W para Meteorologia, C para a Câmara, …), iremos abrir directamente as respectivas aplicações.

Há, também, a tecnologia Fingerprint 2.0, que serve para tarefas como desbloquear o telemóvel, utilizar determinadas aplicações mais rapidamente ou realizar certos comandos como desligar o alarme despertador.

Num registo semelhante, também tem Knuckle Control 2.0, que serve para fazer capturas e outras acções com os nós dos dedos.

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O meu irmão, com cabeça de tigre porque… Porque só vos queria mesmo mostrar que não há ruído!

A câmara deixa mexer manualmente numa série de opções e tem modos e filtros para todos os gostos. Tem um processador de imagem à altura das máquinas fotográficas normais.

Gostam de selfies e de todos os filtros especiais que certas aplicações conferem? Aqui, está tudo condensado só na câmara.

A lente traseira tem 13MP e flash “normal” e âmbar, para que as fotos nocturnas fiquem com um aspecto menos frio.

A câmara frontal também tem flash, e uma lente de 8MP. Ambas permitem captar fotografias panorâmicas. Conseguem tirar fotografias quase em qualquer ambiente sem qualquer tipo de ruído.

O som também é especial, já que este smartphone tem 3 microfones em vez de um. A qualidade de som é óptima, e posso dizer-vos que fiz chamadas com muito ruído à volta (obras e vento) sem qualquer perturbação.

A nível das colunas, conseguem ouvir até cerca de 3/4 do volume possível (que já é muuuito alto!) sem qualquer ruído. Não aconselho o volume máximo, essencialmente por questões de saúde e segurança.

Quanto à autonomia, mesmo que tenha sempre os dados móveis ligados e utilize apps de alto consumo energético, dura-me, no mínimo, um dia. De contrário, funciona mais de dois dias sem problema nenhum.

É impressionante, tendo em conta que estava habituada a baterias que duram menos que um dia sem recarga.

No que toca às especificações, aqui ficam as “entranhas” do Mate S:

  • Altura – 149.8mm
  • Largura – 75.3mm
  • Peso – Cerca de 156g (já com a bateria incluída, que não é amovível)
  • CPU – Hisilicon Kirin 935, Octa core (4*2.2GHz + 4*1.5GHz), 64-bit
  • SO – Android 5.1 + EMUI 3.1
  • ROM: 32GB/64GB/128GB
  • RAM:3.0GB
  • PVP – 699,90€

Resumindo e concluindo: fiquei apaixonada pelo Mate S e vai ser muito difícil regressar aos antepassados, também da família Huawei.

O Natal está aí à porta, e eu gostava muito de ter um menino destes no meu sapatinho. Aposto que vocês também!

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Eu vidrada no Mate S, na Benetton on Canvas, no Chiado. Na companhia da Jael e da Ana.

Huawei Mate S

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Esta semana, recebi para testar durante umas semanas um dos mais recentes lançamentos da Huawei.

Falo do smartphone Huawei Mate S.

No mês passado, assisti à sua apresentação e fiquei encantada com com as novidades e não iria ficar descansada enquanto não pudesse ver com os meus próprios olhos e mexer com as minhas próprias mãos.

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Irei contar-vos tudo detalhadamente, mas por ora queria partilhar convosco algumas fotos do momento inicial e as minhas primeiras impressões sobre a utilização.

A caixa exterior é toda ela feita em cartão e bastante compacta. É simples mas elegante, preta, com as letras e o logótipo da marca a cobre.

A caixa interior é semelhante e abre-se como se fosse uma caixa de bombons, daquelas em que levantamos a tampa como se fosse a capa de um livro.

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Lá dentro, encontramos:

  • O equipamento
  • Ocabo USB com o respectivo adaptador para a corrente
  • Uns headphones todos catita
  • Uma capa
  • Uma peça para ajudar a abrir o compartimento do cartão SIM (dos pequeninos, atenção!) e micro SD, bem como o manual de instruções.

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O smartphone em si é bastante apelativo, na minha opinião.

De momento, estão disponíveis as cores Titanium Grey e Mystic Champagne, sendo que a segunda é a que recebi e que me parece que vai agradar mais ao público feminino. A frente é branca nas extremidades e a traseira é num tom de dourado discreto.

O telemóvel é super fino, de margens arredondadas e nas superfícies frontal e traseira também é “arredondado”, o que ajuda na tarefa de o segurar e prevenir algumas quedas.

Não é assim tão grande como aparenta e não se enquadra na categoria de phablet. Eu, que sou pequenina, até agora não tive quaisquer dificuldades de utilização devido às medidas do telefone.

Para já, não vou entrar em mais detalhes, porque quero guardar tudo para outro post mais específico com tudo o que vocês querem saber e que vos vai fazer querer meter o Mate S na lista de presentes para este Natal.

Netflix em Portugal

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Ontem o serviço americano de televisão via Internet Netflix chegou a Portugal!

Para quem não sabe do que se trata e, consequentemente, não percebe o por quê do mimimi em torno desta novidade, passo a explicar.

O Netflix é um serviço que disponibiliza milhentas séries das boas (sou fã de Orange Is the New Black e Sense8 há muito tempo e agora já posso aceder a elas de forma fácil!) e filmes, para todos os gostos, em streaming.

É entretenimento à hora que quisermos, onde quisermos e por quanto tempo quisermos, já que as temporadas são logo disponibilizadas por inteiro ao invés de termos de esperar que saia um episódio a cada semana.

E não é preciso ter medo de esgotar os conteúdos, já que há milhões de horas em vídeos para ver.

Para utilizar o serviço, é muito simples: podem fazê-lo através do smartphone, tablet, televisor (a Vodafone disponibiliza uma app e tudo!), consolas… Qualquer que seja a forma que vos dá mais jeito, haverá uma solução.

Antes de decidirem se faz sentido fazerem subscrições mensais do serviço (que oscilam entre os 7,99€ e os 11,99€ (consoante a modalidade que preferirem), podem sempre experimentar um mês gratuitamente.

Eu já subscrevi, que nem dava para ser de outra forma. Podem argumentar que é muito fácil aceder às séries todas pela Internet fora.

É um facto, senão nem eu conhecia as séries acima mencionadas, mas assim está tudo no mesmo sítio, dentro da legalidade e a suportar devidamente os responsáveis pelos trabalhos.

Para além disso, os preços são, no meu entender, bastante acessíveis.

Já conheciam o Netflix? Aconselham alguma das séries que por lá existem?