Categoria: Saúde

Oi! Funciona!

Não quero parecer uma velhota nem vir para aqui desbobinar conversa sobre as minhas maleitas. Pode ser que um dia destes o faça, porque sei que há uma grande probabilidade de vir a ajudar a alguém. É um assunto que dá pano para mangas, especialmente o problema em si é muito subjectivo: dor. Infelizmente, a dor ainda é muito desvalorizada na nossa sociedade e nos nossos sistemas de saúde. Prometo que em breve debatemos esse assunto (sim, conto convosco para trocar ideias e impressões), mas agora não quero ir por aí.

Sofro de enxaqueca desde que me lembro de ser gente. Só aos 14 anos é que comecei a ter alguma atenção por parte dos médicos que me acompanhavam. Nunca ninguém tinha prestado a atenção devida às minhas queixas, e só nessa altura (graças a umas quantas deslocações às urgências no espaço de uma semana) é que valorizaram o problema e fui encaminhada para tratamentos que me aliviaram imenso. Hoje em dia, já sei lidar melhor com o problema.

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Ainda assim, muitas vezes é difícil lidar com as crises quando a aura já está instalada (logo explico tudo, mas podem pesquisar no Google que encontram logo a aura). Da minha experiência, não é qualquer fármaco que ajuda a eliminar a dor, e os que ajudam têm efeitos secundários incómodos e nefastos e/ou demoram muito tempo a actuar. Detesto ter de recorrer a medicamentos, mas até hoje não encontrei outra solução. Aliás, apesar de já conhecer minimamente os meus padrões, cada crise tem as suas características. De vez em quando, necessito de analgesia muito forte, por vezes endovenosa (no hospital). Não sei se é útil saberem disto, no geral considero que até sou uma pessoa resistente à dor. Não me lembro, fisicamente, de sentir dores que cheguem a ser 1/10 de algumas das minhas dores de cabeça.

Quando os processos convencionais não dão respostas satisfatórias aos nossos problemas, tornamo-nos receptivos a outras soluções. Tentar não custa, há algum tempo comecei a tomar contacto com essências, tinturas e bálsamos que prometem ajudar com as cefaleias. Já vos falei do Bálsamo Tigre, que tem mil e uma utilidades e proporciona um grande alívio das dores de cabeça. Antes, não calculava que algo assim pudesse existir. Hoje em dia, descobri algo melhor para este problema.

É importante salientar que há diferentes tipos de dor de cabeça. Consigo perfeitamente distinguir uma dor de cabeça das grandes (que começam sempre com aura, no meu caso, e quando há aura pouco se pode fazer) de uma dor de cabeça derivada do cansaço. Para mim, a dor de cabeça do cansaço é suportável, embora persistente, e é tratada de forma muito mais simples (já que basta descansar, embora geralmente com o auxílio de um analgésico leve), mas se não lhe der a merecida atenção transforma-se em algo mais grave. Nestas situações de cansaço, quando descobri o Bálsamo Tigre consegui fazer com que o seu uso aliado a analgesia leve (paracetamol, por exemplo – mais uma vez, cada caso é um caso e não quero que tomem o que quer que seja nesta vida só porque ouviram dizer que alguém toma; consultem o médico) dessem conta do recado. Mesmo nas grandes crises, providencia um grande alívio, mas é temporário. Experimentei utilizar só o Bálsamo Tigre, mas nunca foi suficiente. Para além disso, é um produto tão intenso que quando o aplico nas têmporas desato a chorar porque me ardem os olhos. Até chega a picar o nariz, e isso é muito desconfortável.

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Recentemente, conheci a Anatomicals e soube que tinham um bálsamo adequado às dores de cabeça: o Oi! You Trobhead. Por ser uma marca de cosméticos normal, confesso que tive a minha descrença, mas ainda assim tive de o experimentar. Infelizmente, já tive várias oportunidades de o fazer. Felizmente, sempre nas situações mais simples de cansaço. Tive uma surpresa bastante agradável! A sensação da aplicação deste bálsamo é muito mais suave, não faz arder os olhos nem o nariz, o cheiro é muito mais calmante (lavanda fresca) e a sensação refrescante e de alívio é superior à do velho Tigre. Por si só, é o suficiente para que eu consiga abstrair-me da dor (que diminui drasticamente) e descansar sem ter de recorrer a qualquer tipo de terapêutica. Na lista dos ingredientes maravilha, constam o azeite virgem extra, cera de abelha, óleo de hortelã-pimenta, óleo de lavanda, óleo de eucalipto, óleo de mandarina, óleo de sândalo, extracto de fruto de rosa, extracto de calêndula e fragrância. Só sei dizer que foi uma fórmula muito bem conseguida!

Apesar de achar as mensagens e os nomes dos produtos da Anatomicals uma tonteria, não deixo de lhes achar piada e ainda por cima adoro o aspecto das embalagens e tive de fotografar tudo. Infelizmente, a Anatomicals não se encontra presente em nenhuma loja portuguesa, mas dá perfeitamente para adquirir os produtos em lojas online, como o Amazon, e o melhor é que são baratinhos (este bálsamo custa cerca £3,49, o que é um preço bastante razoável para um produto que faz tanto por mim!). Tenho recomendado o Oi! You Trobhead a muitas pessoas próximas e até já pensei em encomendar uns quantos para lhes oferecer. É uma pena que ainda ninguém se tenha lembrado de vender Anatomicals por cá, porque tenho gostado muito de tudo o que tenho experimentado.

Com isto tudo, já escrevi um testamento enorme porque este assunto dá mesmo pano para mangas. Se chegaram até aqui e ainda conseguem ler mais uma linha, contem-me: quais são as vossas experiências de dor? Gostava muito que me contassem tudo aqui nos comentários ou por email, sejam as vossas dores ou as de pessoas próximas, de cabeça ou qualquer outro tipo de dor. 

Conforto Máximo

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Já tinha partilhado convosco no Facebook que tinha encomendado umas sandálias Birkenstock. Eu sei, não são o calçado mais feminino e sensual que se vê por aí, mas têm fama de ser extremamente confortáveis. Têm fama e são mesmo, mesmo, mesmo o cúmulo do conforto.

Tenho de confessar que tinha os meus receios: já se sabe que nem sempre o que toda a gente diz é para ter em conta, e apesar de considerar que este modelo de Birkenstock até é engraçado e patusco, nunca consegui apagar da minha cabeça a associação aos sapatos ortopédicos que todos os avós e turistas usam. E, meus amores, tenham lá paciência! O conforto é muito apelativo mas uma donzela como deve ser não sai à rua com aspecto de quem escolheu o seu vestuário às escuras dentro de um armazém de roupa feita para pessoas com problemas de mobilidade. Mais, tinha cá os meus receios que daqui até aos chinelos com meias fosse um tirinho. Não, não, não!

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Fear not, my ladies! Pensei que os dias de grande calor estavam a chegar, e não me enganei. Nunca acreditamos na história dos problemas e dores que surgem depois dos 20 (sim, depois dos 20, não são 30, nem 40 ou 50 anos!), mas a verdade é que acontece de tudo. Não quis dar ouvidos a quem me recomendou o uso de meias elásticas quando tenho de passar muito tempo de pé, e o resultado está à vista e sente-se: a retenção de líquidos é uma realidade por estes dias e na minha perna direita já há sinais de derrames feios. E eu não quero que isto piore e por isso vou evitar ser uma campeã dos sapatos e sandálias desconfortáveis nos dias quentes que exigem grandes caminhadas.

Posto isto tudo, adquiri umas Birkenstock Gizeh castanhas com um acabamento metalizado muito, muito subtil. Não me arrependi nada da minha decisão, não desgosto de me ver com elas e é como se fizessem parte dos meus pés. Não magoam, não deixam a pele a arder nem há marcas nos pés ao final do dia. São umas sandálias todo-o-terreno e apesar de não ficarem bem com todos os tipos de vestuário, consigo perfeitamente calçá-las com boa parte do que visto no dia-a-dia. Aliás, se houver calções ou jeans no conjunto, não há como destoarem.

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Cada vez mais, tenho a preocupação de me sentir confortável com o que calço. Especialmente depois de ter passado pela experiência das salas de tratamentos de enfermagem e de ter lidado com uma série de pessoas com problemas que poderiam ter sido atenuados ou evitados com a utilização de calçado confortável, tenho prestado muita atenção aos sapatos. Um dia destes, falo de alguns cuidados que podemos ter com os nossos pés e que trazem benefícios para todo o nosso corpo.

Tartarugando

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Há uns tempos, quaisquer óculos que pudesse querer eram pretos. Mais tarde, havendo a possibilidade de escolher o padrão tartaruga, surgiram as dúvidas. Agora, não quero outra coisa senão tartaruga. Bom, quando há modelos mais excêntricos e outras cores ao dispor, não é bem assim. Falo do que diz respeito aos modelos de óculos mais clássicos.

Lembram-se do primeiro par de óculos que encomendei no Firmoo? De certa forma, arrependi-me um pouco da minha escolha. Não consigo usá-los com tanta frequência como desejava inicialmente, especialmente por ter mais pares ao dispor. Na maior parte dos dias, dependendo de como me arranjo, sinto que pareço uma grande totó com eles postos. Foi uma falha minha, que bem podia ter aproveitado o simulador que a loja oferece (basta fazer o upload de uma fotografia nossa e experimentar os modelos que quisermos!). O que vale é que com modelos tão baratos como os do Firmoo, é possível encomendar um par para cada conjunto de roupa ou humor.

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Não me vou alongar muito a falar do Firmoo, que já vos contei várias vezes que é uma loja online de óculos a preços acessíveis, é de confiança e ainda por cima tem um programa que oferece o primeiro par de óculos gratuitamente.

Desta vez, o modelo que escolhi foi o #SD2249 e estes têm sido os meus óculos do dia-a-dia. Como de costume, desde o processo de encomenda até ter os óculos comigo passou pouquíssimo tempo. No espaço de uma semana, já estavam em Portugal. Futuramente, quero experimentar modelos de outras cores (à semelhança dos óculos turquesa que encomendei há uns tempos) e estou a ponderar encomendar óculos de sol. Tenho visto alguns modelos bonitos noutros blogs, e acredito que as lentes sejam de qualidade, à semelhança das dos óculos “de ver”.


O Pai É que Sabe

Tal como as novelas, há assuntos que têm direito a estar no ar diariamente. A diferença é que aqui a matéria é relevante e contribui para os bons hábitos da população.

Prosseguindo com os frutos da minha ida à higienista oral promovida pela Oral-B, decidi que não tinha jeito nenhum falar da minha mudança de hábitos cá em casa sem que o resto do agregado pudesse sentir o mesmo que eu. Eis que deixei a pasta dentífrica Pro-Expert à vista de toda a gente no armário da casa de banho, que eu já sei como é que esta malta funciona quando há um produto novo.

O meu pai, que é o principal responsável pela compra de pastas dentífricas deste domicílio, dizia que as pastas dos dentes são todas iguais e trazia sempre o mesmo dentífrico sem marca e sem qualidade aprovada. Foi o primeiro a ser desafiado a experimentar a Pro-Expert. Ao final de um dia ou dois, já me estava a dizer que afinal a bendita da pasta dentífrica nova fazia toda a diferença na escovagem. Olha que tinhas razão, até os dentes reluzem e nem sequer fui ao dentista. Escusado será dizer que o dentífrico antigo perdeu o lugar no armário, porque é inútil com tudo o que está relacionado com o léxico da dentição.

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Afinal, o que é que a Pro-Expert tem que a torna tão especial e eficaz? Não é por acaso que foi fruto de um grande desenvolvimento ao longo dos últimos quinze anos e que é considerada a nata da nata da Oral-B: a promessa que vem com esta pasta dentífrica é que as oito áreas mais examinadas pelos dentistas ficam protegidas. Ao utilizarmos a Pro-Expert, temos protecção contra as cáries (através da promoção da remineralização), placa bacteriana, mau hálito, gengivite e sensibilidade dentária. O esmalte dos dentes é reforçado e o tártaro também fica controlado, e os dentes ficam mais brancos e sem manchas. Tudo isto se deve a uma combinação milagrosa de alguns ingredientes constituintes deste dentífrico, que pode ser explorada no site da Oral-B caso tenham curiosidade.

Haverá melhor testemunha do que um pai para vos persuadir a experimentar a pasta dentífrica Pro-Expert?

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Acreditem se quiserem, até há relativamente pouco tempo eu era uma daquelas pessoas que não ligava grande coisa às escovas de dentes e dentífricos. Não queria uma escova de dentes qualquer, mas também não apostava em opções de grande popularidad€. Tinha medo de escovas de dentes eléctricas, mas trazia comigo a escova tradicional com as cerdas mais rijas que encontrasse. Ainda assim, acreditem, ao fim de menos de um mês, as cerdas das escovas ficavam todas voltadas para o exterior, tal era a força que eu aplicava na escovagem. Quanto às pastas dentífricas, não queria chatices com os expositores dos mercados, recheados de tanta coisa a tantos preços diferentes. Optava pela pasta antiga, tradicional, que comprava na mercearia. Ainda hoje adoro o sabor dela. Em último caso, havia sempre no armário um qualquer dentífrico de marca branca. Pensava que há coisas mais importantes na vida. É verdade, há coisas muito importantes mas chegar à terceira idade com os meus dentes intactos é algo que ambiciono e com certeza a preocupação com produtos de qualidade, mesmo que custem um pouco mais que os que estamos habituados a comprar, vai poupar uma pipa no dentista mais tarde.

Custa-me a crer que em Portugal ainda preferimos remediar do que prevenir. Pensamos que a saúde é cara, mas gastamos rios de dinheiro noutras coisas supérfluas. Já que andamos todos a contar tostões e não se sabe como será o futuro, cá fica uma deixa para repensar os hábitos e poupar a longo prazo. A falta de saúde da boca pode, inclusivamente, ser responsável por problemas tão graves como os enfartes do miocárdio.

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Desde Novembro do ano passado, fiquei convencida com a qualidade da pasta dentífrica Pro-Expert da Oral-B. Já vos falei resumidamente dela aqui, mas quero deixar a derradeira prova para outro post. Acreditem que faz mesmo a diferença na higiene oral, deixa a boca limpinha como nenhuma outra e com a sensação de termos feito uma limpeza profissional. Até o sabor é o mesmo que quando saímos dessas limpezas! Os dentes ficam “lisos” por muito mais tempo e o hálito permanece fresco. Quando fui à consulta da higienista oral e aprendi a utilizar a escova eléctrica Tri-zone, também fiquei a perceber qual era o encanto com este tipo de equipamento. A cabeça da escova assemelha-se a uma escova tradicional, mas as cerdas deslocam-se lateralmente. O que vos posso dizer é que, sem esforço nenhum, a Tri-zone faz em cerca de dois minutos algo que nunca conseguiríamos fazer com uma escova tradicional: os movimentos são tantos e tão rápidos, que os dentes ficam imaculadamente limpos.

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Estou encantada! Eu pertencia ao grupo de pessoas que achava que estas preocupações eram mariquices dignas de quem não tinha mais que fazer. Balelas, minha gente! Experimentem estes métodos de qualidade extrema e depois contem-me se tenho ou não razão. Aliás, quem é que gostava de experimentar esta dupla imbatível?

Da Consulta da Boca Aberta

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Como não fazem vocês outra coisa senão perguntar como correu, afinal, a consulta com a higienista oral, não posso adiar mais este assunto e está na hora de vos contar tudo. Já o devia ter feito há mais tempo, mais um bocadinho e fazia o meu post depois do regresso à consulta. Sou uma vergonha, eu sei.

Se há coisa que me orgulho de dizer é que nunca na vida tive uma cárie. Sempre fui uma menina bonita (pensava eu!), relativamente pouco amiga de doces e sempre a escovar a dentola. Desde os 10 anos, contudo, posso dizer que o dentista foi uma espécie de segunda casa graças a uma dentição demasiado precoce e grande de mais para a minha boca minúscula. Entre os 10 e os 18 anos, passei por todos os dramas dos aparelhos e dos dentes arrancados. É claro que o sorriso bonito era muito motivante, mas tinha os dentes de tal forma tortos e mal encaixados que mais tarde poderia ter dores e outros problemas. Apesar de todos os cuidados, nunca tinha ido a uma consulta de higiene oral. Com os breves esclarecimentos do dentista e os conhecimentos do senso comum que tinha, pensava que estava bem munida para uma higiene oral eficaz.

Quando a Oral-B me propôs a visita à higienista oral, aceitei sem hesitar. Sem hesitar, salvo seja! Nestas coisas da saúde e dos ensinos tenho sempre um grande receio de estar a fazer algo mal. Assim, rumei à Clínica Correia e Sousa Uva (Av. De Roma – nº 51, 2º esq.) para ser consultada pela Dra. Fátima Duarte, que para além de ser higienista clínica também é Presidente da Associação Portuguesa de Higienistas Orais. Primeiro, foi feita uma avaliação das gengivas para perceber quais eram as áreas mais sensíveis e onde havia sangramento. Eis que começou o desastre. Logo a seguir, passei pelo teste do corante, que mostra quais são as áreas da boca e dos dentes que não estão devidamente escovados. Nesta fase, entrei em pânico quando olhei para o espelho e vi o estado em que estavam os meus dentes inferiores e a parte posterior dos dentes no geral, junto às gengivas. Depois, tive direito a um polimento dos dentes. Foi-me comunicado que estava com uma gengivite. Uma gengivite! Como é que é possível? Eu, que lavo os dentes duas vezes por dia, no mínimo. Eu, que até tenho o cuidado de usar fio dentário. Para este coraçãozinho de Guida preocupada e exigente, uma gengivite soa ao mesmo que uma doença grave.

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Guida má, Guida feia, estava a escovar os dentes de uma forma incorrecta. A escovagem dos dentes deve começar sempre por um dos extremos dos maxilares, e pode ir variando. Idealmente, a escovagem começa sempre pela região anterior dos dentes e a escova deve passar junto às gengivas. Reaprendi tudo sobre a escovagem dos dentes e introduzi na minha vida a escova eléctrica Tri-Zone. Até então, tinha aversão a escovas eléctricas. Sabem porquê? Porque não as sabia utilizar devidamente. Mantive a utilização da pasta dentífrica Pro-Expert, que já utilizava desde a sua apresentação em Novembro do ano passado. Posso dizer-vos que noto uma melhoria significativa especialmente na área da sensibilidade das gengivas. Em breve, quando regressar à higienista, irei saber qual o resultado das mudanças nos meus hábitos de higiene oral. Até lá, ainda tenho algumas dissertações sobre este assunto para partilhar convosco.

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E vocês? Já visitaram algum higienista oral?

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Por mais hidratantes de rosto que utilize, existe um que acabo sempre por recuperar. Quando tudo o resto falha, existe uma bisnaga que faz milagres como nenhum outro produto, independentemente do estado da minha pele. Confesso que nem sempre lhe dou a atenção merecida com tantas novidades e tantos hidratantes que acabo por experimentar, mas existe sempre um bom stock deste produto lá em casa. Falo do Benamôr, da Nally, velhinho português que era usado pelas nossas avós e continua a fazer sucesso entre as gerações mais jovens. Com tantas tecnologias, tem mesmo de haver motivos fortes para o Benamôr continuar a ser utilizado. Eu já falei dos meus há muito tempo, e gostava que quem chegou aqui ao blog há menos tempo fosse espreitar a tag:

  •  http://aguidaequesabe.com/tag/benamor/

O único senão, para mim, continua a ser o facto de não ter FPS. Como, de qualquer forma, tenho de aplicar sempre protector solar, não é por causa disto que eu e o Benamôr deixamos de ser bons amigos.

O Valor dos Crocs

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Eis que chega o dia em que nos arrependemos mais de mil vezes por desdenhar os Crocs. É verdade que continuo a considerar que devem ser dos sapatos menos bonitos de sempre (embora a marca já tenha alguns modelos bastante bonitos e até seja proprietária de umas sabrinas Crocs, com muito orgulho!), mas já concluí há muito tempo que são do calçado mais confortável que há. É como andar sobre as nuvens.

Durante os ensinos clínicos deste ano, já quis enviar emails ao Gabinete de Imagem da minha faculdade por várias vezes. Por norma, devemos apresentar-nos nos locais de estágio com os ténis brancos (os meus já são cor de burro quando foge, e estão todos esfolados, mas há quem os tenha piores) horríveis e desconfortáveis que fazem parte do nosso fardamento.

Reconheço que os Crocs clássicos não são o modelo mais adequado para a enfermagem graças aos buraquinhos presentes por todo o lado, e eventualmente nem me deixariam calçar as minhas socas cor-de-rosa. Sim, há alternativas, e acredito que o meu estágio correria muito melhor se me deixassem calçar umas socas deste material.

Afinal, quem é que consegue trabalhar como deve ser e feliz com os pés feitos em papa? Às vezes, sinto-me que nem o Cristo na cruz.

Hoje é dia de ir ao higienista oral

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Entre outras coisas importantes. Antes que me perguntem quem é o higienista oral, deixem-me primeiro passar pelas experiências para vos poder explicar por que é que tem este nome fino e pomposo e não é um dentista. Estou ansiosa, não vou mentir. Não tenho medo dentistas, não é nada disso, até porque devo ter passado a vida inteira de boca aberta. Nunca tive uma cárie, mas tinha os dentes tão tortos que metia dó. Precisamente por até ser uma menina exemplar no que toca à saúde dos dentes, tenho receio de descobrir novidades pouco felizes. Logo vos conto como correu, e tenho uma pilha de dúvidas para esclarecer e poder partilhar convosco.

Se tiverem alguma dúvida relacionada com a temática dos dentes, não se inibam: perguntem nos comentários que eu prometo que leio tudo até à hora da consulta e trago respostas de volta.

Óleo Amigo das Borbulhas

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Considero-me feliz com a minha pele. Apesar de tudo, costuma permanecer lisinha. Isto não quer dizer, de vez em quando, não surja uma ou outra borbulha. Quando menos espero, em alturas completamente aleatórias, lá surge alguma imperfeição horrível para me dar cabo do juízo. Nestas alturas, o que mais quero é que ela desapareça o mais rapidamente possível.

Conheço alguns produtos/técnicas maravilhosos no combate às borbulhas solitárias malvadas, mas por serem caros ou pouco aconselháveis, tornam-se num problema que gosto de evitar. Afinal, o tempo é de crise e se pudermos encontrar algo bom a um preço amigo, é de aproveitar.

Já ouvia falar maravilhas do Tea Tree Oil há muito tempo. Era um pouco céptica porque, afinal, quem é que se lembra de utilizar óleo para resolver um problema que está quase sempre relacionado com a oleosidade? Como se costuma dizer, fight fire with fire. Arrependi-me tanto de não lhe ter dado uma oportunidade mais cedo, porque este óleo é muito especial! Cada frasquinho custa 7€ e dura imenso tempo. Não tenho de utilizar este produto com frequência, mas mesmo assim já o tenho há cerca de 3 meses e está praticamente cheio até ao topo. O tea tree oil (ou óleo de melaleuca) é muito conhecido pelas suas propriedades anti-sépticas, como já referi quando falei do primer da mesma linha. Este produto é muito concentrado. Basta aplicar uma gotinha mínima em cima das imperfeições, duas ou três vezes por dia. Falo por mim, as borbulhas desaparecem em menos de metade do tempo habitual e não fico com a pele irritada.

Só há uma coisa que me incomoda neste produto, tal como em qualquer outro da mesma linha: o cheiro, que é mesmo o cheiro típico da melaleuca e que é muito intenso.

Estou agora a experimentar um produto de limpeza da linha Tea Tree, e assim que tirar as minhas conclusões falar-vos-ei dele.