Categoria: Saúde

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Não só de vontade, mas também da outra. Isto de querer ser uma pessoa mais saudável e activa tem muito que se lhe diga. Decidi que queria correr. Há muito tempo, há tempo de mais. É muito motivante ver as conquistas alheias, autênticos cachalotes humanos que se transformam em sereias, estados de saúde que melhoram drasticamente com a prática regular de exercício físico… É comovente ver o que se consegue com a determinação, e se os outros conseguem, que me falta a mim?

Tinha os recursos mínimos para embarcar nesta mudança fantástica de estilo de vida: não foi preciso gastar em apetrechos nem ginásios, que quaisquer ténis bastam e o país é rico em espaços minimamente compostos para a prática de exercícios exteriores, para além de que o melhor é aproveitar a juventude, quando as engenhocas do nosso corpo ainda funcionam em pleno, para apostar neste investimento a longo prazo.

Daí à prática, bom, faltava não sei o quê. Só ontem é que me deu a tal pancada que é preciso para começar. Não sei se foi a avalanche de vídeos de mudanças radicais com que me tenho deparado ultimamente, se os regimes alimentares interessantes (ou não) que tenho conhecido, se o facto de ter de me deslocar rapidamente a um local e não ter a menor paciência para esperar por autocarros que àquela hora eram coisa escassa pela zona. Quando dei por mim, estava de ténis calçados e com trajes pouco apelativos mas propícios à prática desportiva. E lá fui eu.

Ao princípio, mesmo, mesmo, ao princípio, pareceu fácil de mais. Ena ‘pá, ainda sei correr, olhem para mim a ir vila abaixo de tal forma que até o Bolt ficaria invejoso. Nem dois minutos depois, achei que ia cair para o lado. Não foi um bom começo. Estou tão enferrujada, tão podre, que não consigo correr, seja a que velocidade for, por muito mais de um minuto. Ok, vamos mudar de estratégia. Levava comigo o mp3, e decidi que ia correr música sim, música não. Missão falhada, pois claro, que os timings tramaram-me logo à partida. Eu não sou pessoa de desistir facilmente, mas tenho de reconhecer alguns limites, estabelecer prioridades e decidir o que é ou não razoável. Por ora, pareceu-me sensato não abusar nem ficar desiludida. Consegui fazer 2,5km em menos de meia hora, entre corrida e caminhada. Não foi muito, mas foi muito mais do que o habitual para mim nos últimos anos. Senti-me toda partidinha, e pensei cá para mim que se me desse o piripaque, estava no sítio certo (visto que, por acaso, o meu destino era um estabelecimento de saúde).

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Mandem-me andar, que eu ando durante muito tempo sem me queixar. Correr, correr é outra história! Pareço uma pata-choca e nunca gostei deste tipo de actividades, sempre fui a pior aluna a Educação Física, mas a verdade é que sinto certa falta delas. A idade não perdoa, e já lá vão cinco anos desde que terminei essas miseráveis aulas. Não quero envelhecer a lamentar-me pelos maus hábitos que fui adoptando e pelas suas consequências na minha saúde, e é agora que tenho de intervir por um futuro melhor.

Posso não fazer grandes proezas do exercício, mas com certeza melhorarei e farei sempre mais do que na vez anterior. Não tenho grandes ambições no que toca aos objectivos porque, tal como disse, o que importa é mudar para melhor e fazer mais do que ontem. Se isto servir para mandar uns quilos ao ar (não mais que cinco), também não me queixo. Assim sendo, apesar da sensação de tortura, vou continuar a exercitar este corpinho de lontra que fui alimentando ao longo dos tempos. Fiquei com vontade de fazer mais, e preciso muito. Sinto que hoje até vou dormir melhor, e com menos stress. E, já sabem, vou partilhando por aqui o que achar relevante.

Se tiverem por aí dicas úteis ou se passaram pelo mesmo, gostava muito de ouvir o que têm para me dizer sobre o assunto. Se estão por aí parad@s e à espera que as galinhas ganhem dentes para mudar de vida, desafio-vos a vestirem roupa confortável, calçar os ténis e ir para a rua correr. Sem grandes expectativas. Se vos apetecer ir agora, vão agora. Se for às cinco da manhã, vão na mesma. Vão, simplesmente, vão andando e correndo, que os passos de hoje transformam-se em quilómetros amanhã e mesmo que façam pouca coisa, vão ver que no fim é gratificante.

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No início do mês, chegou à Dama de Copas a campanha “Descubra o soutien certo e apoie a Laço!”, em parceria com a Laço, que estará no ar até ao final do ano. O objectivo é informar as mulheres sobre a importância da escolha do soutien certo ao mesmo tempo que é feita uma sensibilização para aspectos relacionados com o cancro da mama.

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A embaixadora da campanha é Ana Rita Clara, que surge em spots publicitários vestindo peças da colecção Fashion Targets Breast Cancer, que este ano se foca no tema Nude & Black, e é constituída por 22 peças não só de lingerie mas também por peças de loungewear e merchandising. 20% Das vendas revertem a favor da Laço.

Pessoalmente, fiquei encantada com o corpete desta colecção, super delicado e muito rico em detalhes, e cujo preço me surpreendeu por não ser tão elevado como esperava.

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O meu primeiro contacto com a ISDIN foi completamente inesperado. Foi com este produto, sim. Apesar de ter a marca em boa conta pelas opiniões que ia conhecendo (especialmente ao longo dos estágios de enfermagem), nunca tive nenhum impulso que me levasse a procurar mais informações ou a adquirir algum cosmético da marca. Na área da protecção solar (era precisamente neste contexto que tinha ouvido falar da ISDIN), considerava que já estava bem servida. Um dia, a Ana Rita propôs que experimentasse o Fotoprotector Gel Cream Dry Touch Color 50+, que lho tinham dado para experimentar mas era escuro de mais para ela. Tipicamente, a ISDIN vende-se nas farmácias.

Calhou que nem ginjas, é claro que aceitei e de há cerca de um mês para cá tem sido um dos meus melhores amigos diariamente. Não dispenso o protector solar no rosto durante todo o ano, e se puder escolher um que seja agradável de utilizar, um tanto melhor. Este gel Fotoprotector é não comedogénico, tem toque seco e matificante (adequa-se a peles mistas/oleosas) e o melhor é que tem cor. Creio que só existe um tom deste produto, mas a marca refere que este se adapta a várias tonalidades de pele. Temo que não seja verdade com as peles clarinhas e com as peles muito escuras, mas a verdade é que desde o início das férias (já estava ligeiramente bronzeada) até agora a minha pele escureceu imenso e continuo a usá-lo na mesma. Embora se mantenha intacto (uniforme e sem brilhos) durante o dia, gosto de o reaplicar quando passo muito tempo no exterior. Especialmente nos dias de praia, embora seja um produto à prova de água.

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Pelas fotografias, espero que dê para terem uma noção (embora vaga) de como é o produto. Posso dizer-vos que é o protector solar de rosto mais leve que já usei, talvez pela textura de gel. E também o mais agradável para o nariz, dado que não cheira a protector solar (nem sei explicar a que é que cheira, mas é muito suave e desaparece após a aplicação). Espalha-se muito facilmente na pele, sem se acumular. A cobertura é muito leve, mas no meu caso (e no de muitas outras pessoas, acredito) é suficiente para uniformizar a tez. Não me preocupo muito com coisas destas em tempo de praia, mas é sempre bom ter uma pele mais lisinha e apresentável mesmo em tempo de descanso. Compreendem agora o que quis dizer quando incluí o Fotoprotector nos itens de maquilhagem que tenho utilizado? Enquanto andar ao sol, esta é a minha “base”.

Considero-me sortuda com os protectores solares de rosto, dado que tenho dois ou três que me satisfazem e bem sei que a tarefa de encontrar um que nos encha as medidas pode ser complicada. Por ser um protector solar de rosto tão txanã, com tantas qualidades e por ser polivalente, o Fotoprotector Gel Cream Dry Touch Color 50+ da ISDIN merece uma Medalha de Bronze.

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Infelizmente, está visto que os maus hábitos são implementados de forma mais fácil e rápida que os bons. Não tenho nada contra quem fuma (e ainda bem, porque ficaria quase sozinha no mundo), e na minha opinião as pessoas não são melhores nem piores por fumar. Apesar disso, o que é certo é que há algo que me desagrada profundamente nesse vício e, para meu desprazer, ultimamente tenho descoberto mais pessoas do que desejaria no meu círculo de conhecimentos que fumam. Se forem uma delas, não fiquem com receio de fumar ao pé de mim. Ficava mais feliz se não o fizessem, mas também não morro por isso.

Ainda assim, fico triste. Especialmente com a infantilidade/imaturidade/não sei bem o que hei-de chamar a esta atitude de várias destas pessoas que, mesmo estando muitas delas na casa dos trinta anos, são capazes de pedir que não se conte nada sobre o assunto aos seus pais e familiares. Não sou eu que faço figura de parva. Pois claro que sim, não sou eu que estou a mentir a mim mesma. Como se, eventualmente, nem houvesse gatos escondidos com o rabo de fora para denunciar o mau hábito. Não sou eu que deito dinheiro e saúde para o lixo, e também não sou eu que cheiro mal da boca e do resto.

Vá lá, se forem fumadores, não levem a mal este meu desabafo. Partilhem comigo as vossas impressões e a ver se, pelo menos, consigo persuadir alguém a deixar de fumar. O que é que há de bom nos cigarros?

Uma pessoa com um cigarro na mão, perde nesse momento 75% da sua beleza aos meus olhos.

Oi! Funciona!

Não quero parecer uma velhota nem vir para aqui desbobinar conversa sobre as minhas maleitas. Pode ser que um dia destes o faça, porque sei que há uma grande probabilidade de vir a ajudar a alguém. É um assunto que dá pano para mangas, especialmente o problema em si é muito subjectivo: dor. Infelizmente, a dor ainda é muito desvalorizada na nossa sociedade e nos nossos sistemas de saúde. Prometo que em breve debatemos esse assunto (sim, conto convosco para trocar ideias e impressões), mas agora não quero ir por aí.

Sofro de enxaqueca desde que me lembro de ser gente. Só aos 14 anos é que comecei a ter alguma atenção por parte dos médicos que me acompanhavam. Nunca ninguém tinha prestado a atenção devida às minhas queixas, e só nessa altura (graças a umas quantas deslocações às urgências no espaço de uma semana) é que valorizaram o problema e fui encaminhada para tratamentos que me aliviaram imenso. Hoje em dia, já sei lidar melhor com o problema.

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Ainda assim, muitas vezes é difícil lidar com as crises quando a aura já está instalada (logo explico tudo, mas podem pesquisar no Google que encontram logo a aura). Da minha experiência, não é qualquer fármaco que ajuda a eliminar a dor, e os que ajudam têm efeitos secundários incómodos e nefastos e/ou demoram muito tempo a actuar. Detesto ter de recorrer a medicamentos, mas até hoje não encontrei outra solução. Aliás, apesar de já conhecer minimamente os meus padrões, cada crise tem as suas características. De vez em quando, necessito de analgesia muito forte, por vezes endovenosa (no hospital). Não sei se é útil saberem disto, no geral considero que até sou uma pessoa resistente à dor. Não me lembro, fisicamente, de sentir dores que cheguem a ser 1/10 de algumas das minhas dores de cabeça.

Quando os processos convencionais não dão respostas satisfatórias aos nossos problemas, tornamo-nos receptivos a outras soluções. Tentar não custa, há algum tempo comecei a tomar contacto com essências, tinturas e bálsamos que prometem ajudar com as cefaleias. Já vos falei do Bálsamo Tigre, que tem mil e uma utilidades e proporciona um grande alívio das dores de cabeça. Antes, não calculava que algo assim pudesse existir. Hoje em dia, descobri algo melhor para este problema.

É importante salientar que há diferentes tipos de dor de cabeça. Consigo perfeitamente distinguir uma dor de cabeça das grandes (que começam sempre com aura, no meu caso, e quando há aura pouco se pode fazer) de uma dor de cabeça derivada do cansaço. Para mim, a dor de cabeça do cansaço é suportável, embora persistente, e é tratada de forma muito mais simples (já que basta descansar, embora geralmente com o auxílio de um analgésico leve), mas se não lhe der a merecida atenção transforma-se em algo mais grave. Nestas situações de cansaço, quando descobri o Bálsamo Tigre consegui fazer com que o seu uso aliado a analgesia leve (paracetamol, por exemplo – mais uma vez, cada caso é um caso e não quero que tomem o que quer que seja nesta vida só porque ouviram dizer que alguém toma; consultem o médico) dessem conta do recado. Mesmo nas grandes crises, providencia um grande alívio, mas é temporário. Experimentei utilizar só o Bálsamo Tigre, mas nunca foi suficiente. Para além disso, é um produto tão intenso que quando o aplico nas têmporas desato a chorar porque me ardem os olhos. Até chega a picar o nariz, e isso é muito desconfortável.

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Recentemente, conheci a Anatomicals e soube que tinham um bálsamo adequado às dores de cabeça: o Oi! You Trobhead. Por ser uma marca de cosméticos normal, confesso que tive a minha descrença, mas ainda assim tive de o experimentar. Infelizmente, já tive várias oportunidades de o fazer. Felizmente, sempre nas situações mais simples de cansaço. Tive uma surpresa bastante agradável! A sensação da aplicação deste bálsamo é muito mais suave, não faz arder os olhos nem o nariz, o cheiro é muito mais calmante (lavanda fresca) e a sensação refrescante e de alívio é superior à do velho Tigre. Por si só, é o suficiente para que eu consiga abstrair-me da dor (que diminui drasticamente) e descansar sem ter de recorrer a qualquer tipo de terapêutica. Na lista dos ingredientes maravilha, constam o azeite virgem extra, cera de abelha, óleo de hortelã-pimenta, óleo de lavanda, óleo de eucalipto, óleo de mandarina, óleo de sândalo, extracto de fruto de rosa, extracto de calêndula e fragrância. Só sei dizer que foi uma fórmula muito bem conseguida!

Apesar de achar as mensagens e os nomes dos produtos da Anatomicals uma tonteria, não deixo de lhes achar piada e ainda por cima adoro o aspecto das embalagens e tive de fotografar tudo. Infelizmente, a Anatomicals não se encontra presente em nenhuma loja portuguesa, mas dá perfeitamente para adquirir os produtos em lojas online, como o Amazon, e o melhor é que são baratinhos (este bálsamo custa cerca £3,49, o que é um preço bastante razoável para um produto que faz tanto por mim!). Tenho recomendado o Oi! You Trobhead a muitas pessoas próximas e até já pensei em encomendar uns quantos para lhes oferecer. É uma pena que ainda ninguém se tenha lembrado de vender Anatomicals por cá, porque tenho gostado muito de tudo o que tenho experimentado.

Com isto tudo, já escrevi um testamento enorme porque este assunto dá mesmo pano para mangas. Se chegaram até aqui e ainda conseguem ler mais uma linha, contem-me: quais são as vossas experiências de dor? Gostava muito que me contassem tudo aqui nos comentários ou por email, sejam as vossas dores ou as de pessoas próximas, de cabeça ou qualquer outro tipo de dor. 

Conforto Máximo

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Já tinha partilhado convosco no Facebook que tinha encomendado umas sandálias Birkenstock. Eu sei, não são o calçado mais feminino e sensual que se vê por aí, mas têm fama de ser extremamente confortáveis. Têm fama e são mesmo, mesmo, mesmo o cúmulo do conforto.

Tenho de confessar que tinha os meus receios: já se sabe que nem sempre o que toda a gente diz é para ter em conta, e apesar de considerar que este modelo de Birkenstock até é engraçado e patusco, nunca consegui apagar da minha cabeça a associação aos sapatos ortopédicos que todos os avós e turistas usam. E, meus amores, tenham lá paciência! O conforto é muito apelativo mas uma donzela como deve ser não sai à rua com aspecto de quem escolheu o seu vestuário às escuras dentro de um armazém de roupa feita para pessoas com problemas de mobilidade. Mais, tinha cá os meus receios que daqui até aos chinelos com meias fosse um tirinho. Não, não, não!

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Fear not, my ladies! Pensei que os dias de grande calor estavam a chegar, e não me enganei. Nunca acreditamos na história dos problemas e dores que surgem depois dos 20 (sim, depois dos 20, não são 30, nem 40 ou 50 anos!), mas a verdade é que acontece de tudo. Não quis dar ouvidos a quem me recomendou o uso de meias elásticas quando tenho de passar muito tempo de pé, e o resultado está à vista e sente-se: a retenção de líquidos é uma realidade por estes dias e na minha perna direita já há sinais de derrames feios. E eu não quero que isto piore e por isso vou evitar ser uma campeã dos sapatos e sandálias desconfortáveis nos dias quentes que exigem grandes caminhadas.

Posto isto tudo, adquiri umas Birkenstock Gizeh castanhas com um acabamento metalizado muito, muito subtil. Não me arrependi nada da minha decisão, não desgosto de me ver com elas e é como se fizessem parte dos meus pés. Não magoam, não deixam a pele a arder nem há marcas nos pés ao final do dia. São umas sandálias todo-o-terreno e apesar de não ficarem bem com todos os tipos de vestuário, consigo perfeitamente calçá-las com boa parte do que visto no dia-a-dia. Aliás, se houver calções ou jeans no conjunto, não há como destoarem.

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Cada vez mais, tenho a preocupação de me sentir confortável com o que calço. Especialmente depois de ter passado pela experiência das salas de tratamentos de enfermagem e de ter lidado com uma série de pessoas com problemas que poderiam ter sido atenuados ou evitados com a utilização de calçado confortável, tenho prestado muita atenção aos sapatos. Um dia destes, falo de alguns cuidados que podemos ter com os nossos pés e que trazem benefícios para todo o nosso corpo.

Tartarugando

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Há uns tempos, quaisquer óculos que pudesse querer eram pretos. Mais tarde, havendo a possibilidade de escolher o padrão tartaruga, surgiram as dúvidas. Agora, não quero outra coisa senão tartaruga. Bom, quando há modelos mais excêntricos e outras cores ao dispor, não é bem assim. Falo do que diz respeito aos modelos de óculos mais clássicos.

Lembram-se do primeiro par de óculos que encomendei no Firmoo? De certa forma, arrependi-me um pouco da minha escolha. Não consigo usá-los com tanta frequência como desejava inicialmente, especialmente por ter mais pares ao dispor. Na maior parte dos dias, dependendo de como me arranjo, sinto que pareço uma grande totó com eles postos. Foi uma falha minha, que bem podia ter aproveitado o simulador que a loja oferece (basta fazer o upload de uma fotografia nossa e experimentar os modelos que quisermos!). O que vale é que com modelos tão baratos como os do Firmoo, é possível encomendar um par para cada conjunto de roupa ou humor.

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Não me vou alongar muito a falar do Firmoo, que já vos contei várias vezes que é uma loja online de óculos a preços acessíveis, é de confiança e ainda por cima tem um programa que oferece o primeiro par de óculos gratuitamente.

Desta vez, o modelo que escolhi foi o #SD2249 e estes têm sido os meus óculos do dia-a-dia. Como de costume, desde o processo de encomenda até ter os óculos comigo passou pouquíssimo tempo. No espaço de uma semana, já estavam em Portugal. Futuramente, quero experimentar modelos de outras cores (à semelhança dos óculos turquesa que encomendei há uns tempos) e estou a ponderar encomendar óculos de sol. Tenho visto alguns modelos bonitos noutros blogs, e acredito que as lentes sejam de qualidade, à semelhança das dos óculos “de ver”.


O Pai É que Sabe

Tal como as novelas, há assuntos que têm direito a estar no ar diariamente. A diferença é que aqui a matéria é relevante e contribui para os bons hábitos da população.

Prosseguindo com os frutos da minha ida à higienista oral promovida pela Oral-B, decidi que não tinha jeito nenhum falar da minha mudança de hábitos cá em casa sem que o resto do agregado pudesse sentir o mesmo que eu. Eis que deixei a pasta dentífrica Pro-Expert à vista de toda a gente no armário da casa de banho, que eu já sei como é que esta malta funciona quando há um produto novo.

O meu pai, que é o principal responsável pela compra de pastas dentífricas deste domicílio, dizia que as pastas dos dentes são todas iguais e trazia sempre o mesmo dentífrico sem marca e sem qualidade aprovada. Foi o primeiro a ser desafiado a experimentar a Pro-Expert. Ao final de um dia ou dois, já me estava a dizer que afinal a bendita da pasta dentífrica nova fazia toda a diferença na escovagem. Olha que tinhas razão, até os dentes reluzem e nem sequer fui ao dentista. Escusado será dizer que o dentífrico antigo perdeu o lugar no armário, porque é inútil com tudo o que está relacionado com o léxico da dentição.

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Afinal, o que é que a Pro-Expert tem que a torna tão especial e eficaz? Não é por acaso que foi fruto de um grande desenvolvimento ao longo dos últimos quinze anos e que é considerada a nata da nata da Oral-B: a promessa que vem com esta pasta dentífrica é que as oito áreas mais examinadas pelos dentistas ficam protegidas. Ao utilizarmos a Pro-Expert, temos protecção contra as cáries (através da promoção da remineralização), placa bacteriana, mau hálito, gengivite e sensibilidade dentária. O esmalte dos dentes é reforçado e o tártaro também fica controlado, e os dentes ficam mais brancos e sem manchas. Tudo isto se deve a uma combinação milagrosa de alguns ingredientes constituintes deste dentífrico, que pode ser explorada no site da Oral-B caso tenham curiosidade.

Haverá melhor testemunha do que um pai para vos persuadir a experimentar a pasta dentífrica Pro-Expert?

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Acreditem se quiserem, até há relativamente pouco tempo eu era uma daquelas pessoas que não ligava grande coisa às escovas de dentes e dentífricos. Não queria uma escova de dentes qualquer, mas também não apostava em opções de grande popularidad€. Tinha medo de escovas de dentes eléctricas, mas trazia comigo a escova tradicional com as cerdas mais rijas que encontrasse. Ainda assim, acreditem, ao fim de menos de um mês, as cerdas das escovas ficavam todas voltadas para o exterior, tal era a força que eu aplicava na escovagem. Quanto às pastas dentífricas, não queria chatices com os expositores dos mercados, recheados de tanta coisa a tantos preços diferentes. Optava pela pasta antiga, tradicional, que comprava na mercearia. Ainda hoje adoro o sabor dela. Em último caso, havia sempre no armário um qualquer dentífrico de marca branca. Pensava que há coisas mais importantes na vida. É verdade, há coisas muito importantes mas chegar à terceira idade com os meus dentes intactos é algo que ambiciono e com certeza a preocupação com produtos de qualidade, mesmo que custem um pouco mais que os que estamos habituados a comprar, vai poupar uma pipa no dentista mais tarde.

Custa-me a crer que em Portugal ainda preferimos remediar do que prevenir. Pensamos que a saúde é cara, mas gastamos rios de dinheiro noutras coisas supérfluas. Já que andamos todos a contar tostões e não se sabe como será o futuro, cá fica uma deixa para repensar os hábitos e poupar a longo prazo. A falta de saúde da boca pode, inclusivamente, ser responsável por problemas tão graves como os enfartes do miocárdio.

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Desde Novembro do ano passado, fiquei convencida com a qualidade da pasta dentífrica Pro-Expert da Oral-B. Já vos falei resumidamente dela aqui, mas quero deixar a derradeira prova para outro post. Acreditem que faz mesmo a diferença na higiene oral, deixa a boca limpinha como nenhuma outra e com a sensação de termos feito uma limpeza profissional. Até o sabor é o mesmo que quando saímos dessas limpezas! Os dentes ficam “lisos” por muito mais tempo e o hálito permanece fresco. Quando fui à consulta da higienista oral e aprendi a utilizar a escova eléctrica Tri-zone, também fiquei a perceber qual era o encanto com este tipo de equipamento. A cabeça da escova assemelha-se a uma escova tradicional, mas as cerdas deslocam-se lateralmente. O que vos posso dizer é que, sem esforço nenhum, a Tri-zone faz em cerca de dois minutos algo que nunca conseguiríamos fazer com uma escova tradicional: os movimentos são tantos e tão rápidos, que os dentes ficam imaculadamente limpos.

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Estou encantada! Eu pertencia ao grupo de pessoas que achava que estas preocupações eram mariquices dignas de quem não tinha mais que fazer. Balelas, minha gente! Experimentem estes métodos de qualidade extrema e depois contem-me se tenho ou não razão. Aliás, quem é que gostava de experimentar esta dupla imbatível?

Da Consulta da Boca Aberta

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Como não fazem vocês outra coisa senão perguntar como correu, afinal, a consulta com a higienista oral, não posso adiar mais este assunto e está na hora de vos contar tudo. Já o devia ter feito há mais tempo, mais um bocadinho e fazia o meu post depois do regresso à consulta. Sou uma vergonha, eu sei.

Se há coisa que me orgulho de dizer é que nunca na vida tive uma cárie. Sempre fui uma menina bonita (pensava eu!), relativamente pouco amiga de doces e sempre a escovar a dentola. Desde os 10 anos, contudo, posso dizer que o dentista foi uma espécie de segunda casa graças a uma dentição demasiado precoce e grande de mais para a minha boca minúscula. Entre os 10 e os 18 anos, passei por todos os dramas dos aparelhos e dos dentes arrancados. É claro que o sorriso bonito era muito motivante, mas tinha os dentes de tal forma tortos e mal encaixados que mais tarde poderia ter dores e outros problemas. Apesar de todos os cuidados, nunca tinha ido a uma consulta de higiene oral. Com os breves esclarecimentos do dentista e os conhecimentos do senso comum que tinha, pensava que estava bem munida para uma higiene oral eficaz.

Quando a Oral-B me propôs a visita à higienista oral, aceitei sem hesitar. Sem hesitar, salvo seja! Nestas coisas da saúde e dos ensinos tenho sempre um grande receio de estar a fazer algo mal. Assim, rumei à Clínica Correia e Sousa Uva (Av. De Roma – nº 51, 2º esq.) para ser consultada pela Dra. Fátima Duarte, que para além de ser higienista clínica também é Presidente da Associação Portuguesa de Higienistas Orais. Primeiro, foi feita uma avaliação das gengivas para perceber quais eram as áreas mais sensíveis e onde havia sangramento. Eis que começou o desastre. Logo a seguir, passei pelo teste do corante, que mostra quais são as áreas da boca e dos dentes que não estão devidamente escovados. Nesta fase, entrei em pânico quando olhei para o espelho e vi o estado em que estavam os meus dentes inferiores e a parte posterior dos dentes no geral, junto às gengivas. Depois, tive direito a um polimento dos dentes. Foi-me comunicado que estava com uma gengivite. Uma gengivite! Como é que é possível? Eu, que lavo os dentes duas vezes por dia, no mínimo. Eu, que até tenho o cuidado de usar fio dentário. Para este coraçãozinho de Guida preocupada e exigente, uma gengivite soa ao mesmo que uma doença grave.

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Guida má, Guida feia, estava a escovar os dentes de uma forma incorrecta. A escovagem dos dentes deve começar sempre por um dos extremos dos maxilares, e pode ir variando. Idealmente, a escovagem começa sempre pela região anterior dos dentes e a escova deve passar junto às gengivas. Reaprendi tudo sobre a escovagem dos dentes e introduzi na minha vida a escova eléctrica Tri-Zone. Até então, tinha aversão a escovas eléctricas. Sabem porquê? Porque não as sabia utilizar devidamente. Mantive a utilização da pasta dentífrica Pro-Expert, que já utilizava desde a sua apresentação em Novembro do ano passado. Posso dizer-vos que noto uma melhoria significativa especialmente na área da sensibilidade das gengivas. Em breve, quando regressar à higienista, irei saber qual o resultado das mudanças nos meus hábitos de higiene oral. Até lá, ainda tenho algumas dissertações sobre este assunto para partilhar convosco.

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E vocês? Já visitaram algum higienista oral?