Categoria: Saúde

Óculos de Guida

firmoooculos

Há pouco mais de um ano, descobri o maravilhoso mundo dos óculos. É importante salientar que utilizava lentes de contacto desde os quinze anos (e continuo a utilizá-las algumas vezes), mas nunca me tinha adaptado à utilização de óculos. Normalmente é ao contrário, mas tenho os meus motivos.

Há quase 10 anos, a minha escolha dos óculos foi pouco ponderada: em coisa de cinco ou dez minutos escolhi o modelo, achei que era o melhor para mim, e estava redondamente enganada. A escolha era pouca no local onde fui (e noutras lojas não era muito melhor), sabia que queria um modelo em massa e preto e, dentro dos modelos disponíveis, foi só escolher aquele que mais gostava de ver no meu rosto ao espelho. Acabei por trazer um par da Versace, com umas hastes horríveis com um “letreiro publicitário” (mais ou menos irrelevante porque ficavam quase sempre tapadas pelo meu cabelo). O material era pesadíssimo e dava origem a dores (e marcas) no nariz e nas orelhas e as lentes eram estreitas o suficiente para que olhasse por fora facilmente e visse tudo desfocado.

Felizmente, o mundo evolui e o mesmo se passou com as lojas de óptica. Quando descobri o Firmoo, já sabem que fiquei tão contente que quis um par de óculos a condizer com quase todo o roupeiro. Houve quem ficasse céptico, e ao início a variedade de modelos nem era assim tanta, mas a qualidade estava lá. Consegui montar uma colecção e passei a palavra. Vocês, os meus amigos e a minha família renderam-se ao site e assim toda a gente poupou uma pipa de massa em óculos. Aliás, como é que se pode ver bem quando os óculos geralmente nos custam os olhos da cara?

middle-2-26LIsa4enb

Uma das minhas tristezas quanto ao Firmoo era a falta de modelos mais arrojados, mais ao meu gosto. Recentemente, reparei que havia novidades boas e… Lá fui eu, lá tive de encomendar mais um par de óculos, que é o que vêem na imagem. Demoraram cerca de uma semana a chegar às minhas mãos, e fiquei agradavelmente surpreendida com três detalhes (não sei se acontece com os restantes modelos, especialmente os mais antigos): o material parece mais resistente, mas ainda assim super leve; os encaixes são maleáveis, com molas; por dentro de uma das hastes, vem o link da loja para não nos esquecermos de onde vieram!

Já ando a namorar outros modelos e espero conseguir adquiri-los em breve. Relembro que o Firmoo continua a ter um programa para poderem experimentar o vosso primeiro par grátis, onde só pagam algumas características especiais (espessura reduzida, …) das lentes (caso desejem/necessitem) e os portes de envio. Mesmo que tenham um pedido muito específico, garanto-vos que os óculos saem muito mais baratos do que num oculista convencional. E, em muitos casos, o material é o mesmo e vem dos mesmos sítios. Desafio-vos a experimentar esta loja online caso ainda não a conheçam, e podem sempre dar uma espreitadela aqui pelo blog para ver os outros pares que tenho e que vieram de lá.

middle-4-26LIsa4enb

Momento Relax à Moda Thai

thaiway1Há alguns dias, recebi um convite do Thai Way Spa para poder experimentar alguns serviços de massagem. Fiquei curiosa e aceitei a proposta. Em primeiro lugar, a área das Terapias Complementares interessa-me muito, e no domínio das massagens já experimentei algumas coisas. As primeiras impressões, através do site e das imagens, levaram-me a deduzir que o Thai Way era um espaço diferente por se focar mesmo nas técnicas e costumes tailandeses, o que à partida era diferenciador dos restantes spas que tinha conhecido até então. Não tinha como recusar!

thaiway3

Existem dois spas Thai Way: um no Hotel do Lago, no Monte Estoril; outro mais recente no Parque das Nações, na Avenida Dom João II, pertíssimo do CC Vasco da Gama. O espaço que visitei foi o segundo, e tive a oportunidade de usufruir de dois tipos de massagem diferentes, experiência que irei relatar futuramente noutro post. Há muito para dizer sobre o Thai Way Spa e não quero que se percam pelo caminho!

thaiway7

thaiway8

Para que não restem dúvidas, no spa Thai Way do Parque das Nações existem várias salas de massagem, cada uma decorada de forma temática mas sempre com artefactos da Tailândia. De forma a atender a alguns dos programas propostos, existem salas com duas marquesas para que seja possível efectuar massagens de duas pessoas (na Tailândia, consta que é habitual os amigos porem a conversa em dia durante as massagens!). Todo o spa está organizado de forma a respeitar a privacidade dos utentes.

thaiway9

Neste espaço, tudo foi pensado ao detalhe. Logo à entrada, senti-me especial e como se estivesse numa espécie de local sagrado. E que bem soube: todo o spa está a uma temperatura muito mais agradável que o exterior, e recebem-nos com um chá muito bom (procedimento que é repetido no final das massagens). Nos espaços comuns, impera o silêncio, mas nas salas de massagem há sempre música de fundo muito relaxante. 

thaiway10

thaiway11

Se bem me conhecem, sabem que o meu animal preferido é o elefante, pelo que delirei com o facto de o Thai Way Spa ter elefantes por todo o lado. Fiquei com vontade de trazer alguns comigo, mas… Não me deixaram. Imaginem a pontaria, a sala onde tive direito à minha massagem foi a sala dos elefantes! Logo vos mostro mais detalhes quando falar das massagens em si.

thaiway12

 Só de olhar para as fotografias deste post, já tenho vontade de regressar. Já as mostrei a alguns familiares e amigos, e o feedback que obtive foi sempre algo do género “também quero experimentar”! O que lhes disse, e que partilho agora convosco, é que estão em óptima altura para o fazer, porque para além das promoções permanentes na aquisição de pacotes de massagens, o Thai Way Spa preparou algumas ofertas natalícias muito aliciantes que nos permitem usufruir de boas massagens a partir de 25€. Todas as informações estão tanto no site do spa como na página de Facebook, e caso surjam dúvidas podem sempre perguntar.

Quis que estes detalhes sobre o espaço e promoções constassem deste post porque sempre é uma ideia para quem ainda planeia comprar presentes de Natal e não sabe onde procurar (e está provado que as experiências valem mais que muitos bens materiais!). Por que não oferecer bem-estar?

Para além disso, a minha experiência das massagens merece um post à parte, que virá em breve. Preparem-se para as fotografias, porque algumas delas podem parecer violentas, mas… Não se assustem!

Dietox: a experiência

BZbgPYYCMAAf-Pn

Prometi-vos que apesar de ter partilhado várias considerações sobre o regime Dietox no Facebook, no dia em que o cumpri, fazia aqui no blog um apanhado de toda a experiência. Por isso, cá vamos nós.

Como sabem, o meu dia de regime foi a passada quarta-feira, dia 27 de Novembro. Foi um dia relativamente calmo, já que este tipo de regime com jejum líquido não é aconselhado em dias de muito movimento porque tem um aporte calórico muito baixo que pode não assegurar algumas necessidades energéticas. O aconselhável é que nos dias anterior e posterior à dieta cumpramos um regime alimentar saudável, livre de gorduras e excessos no geral.

Começando pelo princípio, não cumpri os hábitos alimentares saudáveis no dia anterior à dieta. Comi sopa, fruta e salada, mas… Também ataquei um belo rolo de carne com batatas fritas ao jantar! Passando ao dia de Dietox, começou muito bem.

Continuo sem saber quais são os ingredientes que compõem as garrafas da edição de Inverno, apesar de ter sido oficialmente lançada no dia 1. O batido nº 1 soube muito bem (se tivesse de adivinhar, diria que é uma mistura de citrinos e cenoura) e ajudou-me a acordar. Habitualmente, não consigo tomar o pequeno-almoço assim que acordo porque fico indisposta, mas desta feita correu tudo bem. O formato do gargalo da garrafa, na minha opinião, ajuda a que a ingestão dos batidos seja feita de forma lenta, tal como aconselham que seja feito (cada garrafa deve ser ingerida em 30 minutos, no mínimo). Assim sendo, creio que o facto de ter ingerido o batido nº 1 vagarosamente terá contribuído para o facto de me ter sentido surpreendentemente bem disposta. O batido nº 2 também foi uma tarefa fácil de completar, já que é um batido verde docinho (consegui distinguir sabores que devem corresponder a kiwi, banana e maçã).

Eis que chega a hora de almoço. Não houve sensações de fome ou cansaço até então, e está na hora de ingerir o batido nº 3. Apesar de não saber a composição do batido de Inverno, na página do Facebook do Dietox informaram que o nº3 corresponderia a uma espécie de creme de abóbora. Fixe, pensei eu, adoro abóbora e ainda por cima já me livrei do tomate (que detesto) da versão de Verão. Ainda por cima, este batido da versão de Inverno pode ser aquecido. Ouro sobre azul, pensei eu, que adoro sopa. Não imaginam o sacrifício que foi comer todo o batido à colher, e aquecido ainda me soube pior. Teria trocado por uma posta de peixe cozido (que detesto) sem pensar duas vezes. Esqueçam as sopas das cantinas escolares, hospitais e afins. Esqueçam a sopa instantânea. O batido nº3 do Dietox é pior. Mas, enfim, marchou. Salvou-me o chá verde que bebi a seguir (sim, bebi muita água e muito chá verde durante o dia, é hábito meu) para tirar o sabor do batido da boca, mas mesmo assim fiquei agoniada e com medo do batido seguinte, pelo que o deixei de lado o máximo que pude.

Não podia adiar mais o meu confronto com o batido nº 4, pelo que comecei a bebê-lo a medo. Não tardou muito para descobrir que podia continuar a aventura sem medos: este é o batido mais delicioso de todo o regime. Deve ter frutos vermelhos e banana, pelo menos foi o que consegui distinguir. E adorei! Chegar quase ao fim do dia só com 4 batidos, a resistir a todas e quaisquer tentações (é complicado fazer um regime destes numa casa onde há chocolates por todo o lado) é proeza.

Os últimos dois batidos podem ser aquecidos, mas depois da experiência traumatizante do batido nº3, não me apanham a cometer o mesmo erro novamente. O batido nº 5 é verde, como o nº2, mas as semelhanças ficam por aí. Bebi-o fresco, mas deparei-me com dois pequenos problemas: primeiro, este batido sabia tão mal como o batido nº 3. Terrível, verde de mais, foi como beber a praça toda misturada sem qualquer harmonia entre os vegetais. Depois, curiosamente, não tinha fome. Sentia o meu estômago cheio. Como aconselham a beber pelo menos 2/3 de cada garrafa, foi mesmo isso que aconteceu: bebi o que tinha a beber, com esforço, e não terminei a garrafa. Exteriormente, o batido nº 6, o último, é o que tem pior aspecto por ser acastanhado. Não posso dizer que seja o pior, mas também me custou a bebê-lo e também não consegui terminar a garrafa. A primeira impressão foi que este era o melhor batido, soube-me a praliné. O problema foi o sabor com que fiquei na boca depois de engolir o primeiro gole. Torna-se amargo! Bebi o que tinha a beber e…

Fiquei feliz porque consegui cumprir o desafio a que me tinha proposto! Conclusões da experiência em forma resumida: faz-se bem. Há coisas piores, e fome não tive. Também não fiquei cansada, por aí a desfalecer. Se há tentações? Há, mas é só um dia, três no máximo (para quem cumpre os 3 dias de Dietox) e há que ter força de vontade. O que é que me fez mais confusão durante este dia? Não, não foram os sabores de alguns dos batidos; foi o facto de não haver nada para mastigar. Passando aos efeitos: no dia seguinte, acordei com muita vivacidade e, por incrível que pareça, com a pele mais limpa, radiante. Estive atenta à questão do peso, só por curiosidade, e perdi 1,5kg. No imediato, não senti os efeitos diuréticos – esses vieram mais tarde, e realmente não sei de onde saiu tanto líquido. Já li alguns relatos de pessoas que querem devorar este mundo e o outro no dia seguinte ao regime, por aqui não houve sensações dessas. Comi normalmente (vá, de forma não saudável), em quantidades inferiores às que estou habituada porque não senti necessidade de comer mais. Acho que um dia de Dietox de vez em quando não faz mal nenhum.

Se é um regime caro? Depende do ponto de vista, e só acede quem quer. Podem fazer algumas variantes em casa, há muitas receitas online, é questão de encontrarem aquelas que melhor servem os vossos interesses (nutricionais, digo). O Dietox tem a vantagem de ser muito mais prático e podermos ficar descansados porque já temos tudo aquilo de que necessitamos dentro das garrafinhas. Se é um regime adequado a quem quer perder peso? Não, é um regime de detox, serve para compensar o nosso organismo face a alguns excessos que cometemos. Pode ser um bom aliado para quem pretende iniciar um regime alimentar saudável mas não sabe como ou não tem a motivação necessária, mas sozinho não faz milagres. Se querem perder peso, adoptem estilos de vida saudáveis: tenham um regime saudável e equilibrado diariamente e façam exercício físico.

Já se sabe o que acontece na época do Natal e do Ano Novo, pelo que o Dietox pode ser uma boa opção para ajudar a voltar à normalidade depois das festas.

Dietox

dietox

Há cerca de duas semanas, conheci uma espécie de dieta detox que me deixou com a pulga atrás da orelha, chamada Dietox. Antes de mais, quero deixar bem esclarecido (para quem acabou de chegar aqui e não me conhece) que não sou nenhuma maníaca das dietas nem tenho complexos com a minha aparência ou com o meu peso. Pelo contrário, tenho a auto-estima nos píncaros e sou (muito) comilona. E o pior é que quando me dá para comer, raramente me apetece algo saudável e acabo por me empanturrar com tudo o que é alimento engorda.

Conhecem aquele sentimento do pós-festa (conhecem, pois, e acredito que grande parte de vós vai matar as saudades que não tem já daqui a umas semanas), em que só nos apetece beber chá e mandar o nosso estômago para a reforma? Acontece muito por aqui, e não é nada bom, porque se por um lado nos privamos de uma série de excessos, por outro também não estamos a fornecer ao nosso organismo uma série de nutrientes essenciais. E é aqui que nasce o meu interesse pelo regime Dietox.

O Dietox destaca-se de muitos regimes do género logo à partida porque é 100% natural, sem corantes nem conservantes, feito à base de cerca de 15 superalimentos vegetais, oferecendo assim todos os benefícios de um “jejum” tradicional à base de chás/sumos e caldinhos agoniantes, mas sem sensações de fome ou cansaço (a ver vamos) e com a garantia da nutrição necessária para fazer um reset saudável ao nosso corpo. É composto por 6 garrafas de 400ml com diferentes conteúdos adequados às necessidades dos diferentes momentos do dia, que é suposto beber ao longo do dia.

Obviamente, o ideal é não ingerir quaisquer alimentos, sumos, café ou refrigerantes durante a duração deste regime, que pode estender-se até 3 dias (tempo máximo de conservação das bebidas, no frigorífico, para não se estragarem). Contudo, não há restrições à ingestão de água ou chá verde. Se dá para preparar os sumos/batidos em casa e ao nosso gosto? Possivelmente, mas o Dietox é mais cómodo e é completo.

Não é qualquer pessoa que pode experimentar o Dietox: devem evitar este regime as pessoas que têm alergias a algum dos ingredientes que compõem as bebidas, doentes tuberculosos, pessoas com magreza extrema ou distúrbios alimentares, insuficiência renal, doença cardíaca, diabetes, grávidas/lactantes e crianças. Em caso de dúvida, todas as informações sobre o regime estão no site e aconselho que falem com o vosso médico.

57f1c9be56b111e38fb40e41658df36c_8

Foi-me concedida a oportunidade de experimentar um dia deste detox, e é o que vou fazer durante o dia de amanhã. Espero conseguir relatar a experiência no Facebook e, no fim do dia, publicar o meu veredicto final aqui no blog. Por ora, gostava de conseguir falar mais dos ingredientes que compõem o meu Dietox, mas terá de ficar para depois. É um aspecto a melhorar: a minha caixa com as 6 garrafas não trazia qualquer guia de instruções ou composição, dado que estaria toda a informação no site. Contudo, e apesar de a garrafa número 1 mencionar que esta é a versão de Verão, as cores dos sumos/batidos coincidem com a versão de Inverno (três das bebidas podem ser aquecidas) que será lançada no próximo dia 1 de Dezembro, e não encontro informação relativa às composições desta edição.

Temo pelas minhas papilas gustativas e pelas tentações que podem surgir, por isso, desejem-me sorte!

Terapia Capilar

pre_shampoo_boti

Desengane-se quem pensa que o cabelo, ou melhor, o couro cabeludo não precisa tratamentos específicos. Quem pensa assim, felizmente, será porque nunca teve problemas de maior como oleosidade, eczema, psoríase, caspa e tantos outros transtornos que poderiam vir à baila.

Quando chega o tempo frio, a estas bandas chega também a psoríase. Não devo ser caso único, a avaliar pela quantidade de emails, mensagens e comentários que recebo sobre o assunto que recebo nesta altura. Durante a maior parte do tempo, tenho de substituir o champô por sabonete de alcatrão, que ajuda imenso a melhorar as crises. Contudo, mesmo quando consigo atenuar as feridas e vermelhidões, continuo a ter de lidar com o drama da descamação da pele.

Há cerca de um ano (eu sei, já devia ter partilhado esta informação mas… Mais vale tarde que nunca!), descobri que há esfoliantes para o nosso cabelo/couro cabeludo. Fiquei curiosa e, ao mesmo tempo, receosa, porque produtos desse tipo têm todo o potencial para serem agressivos. Eis que tive a oportunidade de experimentar o Pré Shampoo Purificante Argila da linha Nativa Spa Terapias d’O Boticário, e fiquei rendida. No Verão, andou esquecido, e agora voltei a precisar dele.

Este pré champô é um produto que devemos utilizar uma ou duas vezes por semana, no cabelo húmido, antes de aplicar o champô habitual. Aplica-se massajando no couro cabeludo e deixa-se actuar por alguns minutos, enxagua-se, e prosseguimos com a nossa rotina de lavagem do cabelo. Diz a marca que quem mais beneficia das terapias da Argila são os cabelos oleosos, pelas propriedades purificantes. Eu diria que este produto é bastante mais versátil, porque consegue ser eficaz sem ser agressivo para o couro cabeludo e sem o ressecar.

Por isso, cá fica a deixa para quem sofre destes males dos eczemas e da psoríase (e em caso de dúvida, não se esqueçam que quem melhor sabe da nossa saúde é o médico): resolvam os problemas das vermelhidões/sensibilidade e/ou feridas e, quando tudo estiver mais “calmo” e houver peles mortas a descamar, ataquem com o Pré Shampoo Argila. Por aqui, tem sido milagroso!

b5b7432e4e0211e3b877126482f9ef4c_8

Quem lê este blog desde os seus primórdios, já deve saber das minhas guerras com os lábios secos, desidratados, do cieiro e da minha opinião quanto aos habituais bálsamos da Labello. Confesso, tive muitas saudades do batom de cereja quando andou desaparecido, mas a verdade é que os batons do cieiro da Labello nunca fizeram muito pela saúde dos meus lábios.

Quis o destino que surgisse, contudo, uma novidade que viria mudar a minha opinião. Há uns dias, quando abri a minha caixa do correio, tinha à minha espera a novíssima Lip Butter Original, com manteiga de karité, óleo de amêndoas e hydra IQ (uma tecnologia exclusiva da Nivea que ajuda a garantir hidratação por 24h). Não senti grande entusiasmo pela boa nova, mas tenho uma doença que muitas de vós devem conhecer, que consiste no facto de não conseguir manter bálsamos labiais fechados e intactos. Em menos de um fósforo, mudei radicalmente de opinião e fiz as pazes com a Labello. Esqueçam a consistência dos sticks, porque esta manteiga não tem nada a ver com aquilo a que estamos habituadas pela marca. É muito mais consistente e hidratante, mas sem ser pegajosa. Não tem sabor nem fragrância, o que é um bónus para quem tem reacções de sensibilidade ou alergias. É muito confortável depois de aplicada, e dura muitas horas sem que sintamos necessidade de reaplicar. A sensação de hidratação não é ilusória, como noutras manteigas que são aparentemente ricas mas que na verdade desaparecem rápido e não conservam nem fornecem hidratação.

Vai directamente para o meu top de hidratantes labiais, tem feito toda a diferença com a chegada do frio. O melhor de tudo? Está à venda em super e hipermercados e cada lata de 16,7g custa 2,69€. Conseguem arranjar melhor e mais barato? Eu não!

tumblr_mw5rg8vwKD1smvuapo1_500

Não só de vontade, mas também da outra. Isto de querer ser uma pessoa mais saudável e activa tem muito que se lhe diga. Decidi que queria correr. Há muito tempo, há tempo de mais. É muito motivante ver as conquistas alheias, autênticos cachalotes humanos que se transformam em sereias, estados de saúde que melhoram drasticamente com a prática regular de exercício físico… É comovente ver o que se consegue com a determinação, e se os outros conseguem, que me falta a mim?

Tinha os recursos mínimos para embarcar nesta mudança fantástica de estilo de vida: não foi preciso gastar em apetrechos nem ginásios, que quaisquer ténis bastam e o país é rico em espaços minimamente compostos para a prática de exercícios exteriores, para além de que o melhor é aproveitar a juventude, quando as engenhocas do nosso corpo ainda funcionam em pleno, para apostar neste investimento a longo prazo.

Daí à prática, bom, faltava não sei o quê. Só ontem é que me deu a tal pancada que é preciso para começar. Não sei se foi a avalanche de vídeos de mudanças radicais com que me tenho deparado ultimamente, se os regimes alimentares interessantes (ou não) que tenho conhecido, se o facto de ter de me deslocar rapidamente a um local e não ter a menor paciência para esperar por autocarros que àquela hora eram coisa escassa pela zona. Quando dei por mim, estava de ténis calçados e com trajes pouco apelativos mas propícios à prática desportiva. E lá fui eu.

Ao princípio, mesmo, mesmo, ao princípio, pareceu fácil de mais. Ena ‘pá, ainda sei correr, olhem para mim a ir vila abaixo de tal forma que até o Bolt ficaria invejoso. Nem dois minutos depois, achei que ia cair para o lado. Não foi um bom começo. Estou tão enferrujada, tão podre, que não consigo correr, seja a que velocidade for, por muito mais de um minuto. Ok, vamos mudar de estratégia. Levava comigo o mp3, e decidi que ia correr música sim, música não. Missão falhada, pois claro, que os timings tramaram-me logo à partida. Eu não sou pessoa de desistir facilmente, mas tenho de reconhecer alguns limites, estabelecer prioridades e decidir o que é ou não razoável. Por ora, pareceu-me sensato não abusar nem ficar desiludida. Consegui fazer 2,5km em menos de meia hora, entre corrida e caminhada. Não foi muito, mas foi muito mais do que o habitual para mim nos últimos anos. Senti-me toda partidinha, e pensei cá para mim que se me desse o piripaque, estava no sítio certo (visto que, por acaso, o meu destino era um estabelecimento de saúde).

tumblr_mw3wvhMVgI1spn0a4o1_500

Mandem-me andar, que eu ando durante muito tempo sem me queixar. Correr, correr é outra história! Pareço uma pata-choca e nunca gostei deste tipo de actividades, sempre fui a pior aluna a Educação Física, mas a verdade é que sinto certa falta delas. A idade não perdoa, e já lá vão cinco anos desde que terminei essas miseráveis aulas. Não quero envelhecer a lamentar-me pelos maus hábitos que fui adoptando e pelas suas consequências na minha saúde, e é agora que tenho de intervir por um futuro melhor.

Posso não fazer grandes proezas do exercício, mas com certeza melhorarei e farei sempre mais do que na vez anterior. Não tenho grandes ambições no que toca aos objectivos porque, tal como disse, o que importa é mudar para melhor e fazer mais do que ontem. Se isto servir para mandar uns quilos ao ar (não mais que cinco), também não me queixo. Assim sendo, apesar da sensação de tortura, vou continuar a exercitar este corpinho de lontra que fui alimentando ao longo dos tempos. Fiquei com vontade de fazer mais, e preciso muito. Sinto que hoje até vou dormir melhor, e com menos stress. E, já sabem, vou partilhando por aqui o que achar relevante.

Se tiverem por aí dicas úteis ou se passaram pelo mesmo, gostava muito de ouvir o que têm para me dizer sobre o assunto. Se estão por aí parad@s e à espera que as galinhas ganhem dentes para mudar de vida, desafio-vos a vestirem roupa confortável, calçar os ténis e ir para a rua correr. Sem grandes expectativas. Se vos apetecer ir agora, vão agora. Se for às cinco da manhã, vão na mesma. Vão, simplesmente, vão andando e correndo, que os passos de hoje transformam-se em quilómetros amanhã e mesmo que façam pouca coisa, vão ver que no fim é gratificante.

1381435_10151620027010443_1331399059_n

No início do mês, chegou à Dama de Copas a campanha “Descubra o soutien certo e apoie a Laço!”, em parceria com a Laço, que estará no ar até ao final do ano. O objectivo é informar as mulheres sobre a importância da escolha do soutien certo ao mesmo tempo que é feita uma sensibilização para aspectos relacionados com o cancro da mama.

ANA RITA CLARA - LA‚O

A embaixadora da campanha é Ana Rita Clara, que surge em spots publicitários vestindo peças da colecção Fashion Targets Breast Cancer, que este ano se foca no tema Nude & Black, e é constituída por 22 peças não só de lingerie mas também por peças de loungewear e merchandising. 20% Das vendas revertem a favor da Laço.

Pessoalmente, fiquei encantada com o corpete desta colecção, super delicado e muito rico em detalhes, e cujo preço me surpreendeu por não ser tão elevado como esperava.

isdin1

O meu primeiro contacto com a ISDIN foi completamente inesperado. Foi com este produto, sim. Apesar de ter a marca em boa conta pelas opiniões que ia conhecendo (especialmente ao longo dos estágios de enfermagem), nunca tive nenhum impulso que me levasse a procurar mais informações ou a adquirir algum cosmético da marca. Na área da protecção solar (era precisamente neste contexto que tinha ouvido falar da ISDIN), considerava que já estava bem servida. Um dia, a Ana Rita propôs que experimentasse o Fotoprotector Gel Cream Dry Touch Color 50+, que lho tinham dado para experimentar mas era escuro de mais para ela. Tipicamente, a ISDIN vende-se nas farmácias.

Calhou que nem ginjas, é claro que aceitei e de há cerca de um mês para cá tem sido um dos meus melhores amigos diariamente. Não dispenso o protector solar no rosto durante todo o ano, e se puder escolher um que seja agradável de utilizar, um tanto melhor. Este gel Fotoprotector é não comedogénico, tem toque seco e matificante (adequa-se a peles mistas/oleosas) e o melhor é que tem cor. Creio que só existe um tom deste produto, mas a marca refere que este se adapta a várias tonalidades de pele. Temo que não seja verdade com as peles clarinhas e com as peles muito escuras, mas a verdade é que desde o início das férias (já estava ligeiramente bronzeada) até agora a minha pele escureceu imenso e continuo a usá-lo na mesma. Embora se mantenha intacto (uniforme e sem brilhos) durante o dia, gosto de o reaplicar quando passo muito tempo no exterior. Especialmente nos dias de praia, embora seja um produto à prova de água.

isdin2

isdin3

Pelas fotografias, espero que dê para terem uma noção (embora vaga) de como é o produto. Posso dizer-vos que é o protector solar de rosto mais leve que já usei, talvez pela textura de gel. E também o mais agradável para o nariz, dado que não cheira a protector solar (nem sei explicar a que é que cheira, mas é muito suave e desaparece após a aplicação). Espalha-se muito facilmente na pele, sem se acumular. A cobertura é muito leve, mas no meu caso (e no de muitas outras pessoas, acredito) é suficiente para uniformizar a tez. Não me preocupo muito com coisas destas em tempo de praia, mas é sempre bom ter uma pele mais lisinha e apresentável mesmo em tempo de descanso. Compreendem agora o que quis dizer quando incluí o Fotoprotector nos itens de maquilhagem que tenho utilizado? Enquanto andar ao sol, esta é a minha “base”.

Considero-me sortuda com os protectores solares de rosto, dado que tenho dois ou três que me satisfazem e bem sei que a tarefa de encontrar um que nos encha as medidas pode ser complicada. Por ser um protector solar de rosto tão txanã, com tantas qualidades e por ser polivalente, o Fotoprotector Gel Cream Dry Touch Color 50+ da ISDIN merece uma Medalha de Bronze.

medalhadebronze

4e7c2ae7969cc

Infelizmente, está visto que os maus hábitos são implementados de forma mais fácil e rápida que os bons. Não tenho nada contra quem fuma (e ainda bem, porque ficaria quase sozinha no mundo), e na minha opinião as pessoas não são melhores nem piores por fumar. Apesar disso, o que é certo é que há algo que me desagrada profundamente nesse vício e, para meu desprazer, ultimamente tenho descoberto mais pessoas do que desejaria no meu círculo de conhecimentos que fumam. Se forem uma delas, não fiquem com receio de fumar ao pé de mim. Ficava mais feliz se não o fizessem, mas também não morro por isso.

Ainda assim, fico triste. Especialmente com a infantilidade/imaturidade/não sei bem o que hei-de chamar a esta atitude de várias destas pessoas que, mesmo estando muitas delas na casa dos trinta anos, são capazes de pedir que não se conte nada sobre o assunto aos seus pais e familiares. Não sou eu que faço figura de parva. Pois claro que sim, não sou eu que estou a mentir a mim mesma. Como se, eventualmente, nem houvesse gatos escondidos com o rabo de fora para denunciar o mau hábito. Não sou eu que deito dinheiro e saúde para o lixo, e também não sou eu que cheiro mal da boca e do resto.

Vá lá, se forem fumadores, não levem a mal este meu desabafo. Partilhem comigo as vossas impressões e a ver se, pelo menos, consigo persuadir alguém a deixar de fumar. O que é que há de bom nos cigarros?

Uma pessoa com um cigarro na mão, perde nesse momento 75% da sua beleza aos meus olhos.