Categoria: Saúde

E Guida. Este post é spoiler free. Gosto muito das idas ao cinema e, se pudesse, garantia o meu lugar em todas as estreias. Por ora, não é um vício sustentável. Há algum tempo que quero integrar mais este tema aqui no blog, até porque posso ajudar alguém a decidir se determinado filme vale ou não a pena ser visto, pelo menos enquanto é projectado no grande ecrã. Quem sabe, até começo a ter aqui uma mãozinha. Nos últimos dias, a sessão de cinema foi dupla.

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Começando pela ordem natural das coisas, na passada sexta-feira assisti a uma sessão especial de Grace of Monaco. Não tinha grandes expectativas e era um filme que podia perfeitamente ver em casa daqui por uns tempos, ou talvez não, que tenho pouca paciência para filmes medíocres, que é a categoria onde esta fita se enquadra. Este filme tinha tudo para não resultar e… Não resultou. Em primeiro lugar, a Grace Kelly é a Grace Kelly e não há cá invenções. E o mesmo se aplica ao senhor Alfred Hitchcock. Não há substitutos. Mas poderia ter havido um esforço, que não houve. E eu passei o filme todo a a lembrar-me que estava a ver imitações pobres. Nem o Príncipe Rainier se safa, coitadinho. É tudo muito forçado, pouco natural, pouco gracioso, pouco genial. O argumento é oco e falacioso. Não houve, sequer, um esforço para compreender como funciona a Casa de Grimaldi (ou, bom, aspectos básicos do protocolo de qualquer monarquia na Europa). No meio dos factos que jamais alguém explicará, há falhas óbvias a mais. Não gostei. De 1 a 10, a minha nota para este filme é 5. Há pior, sim (pouco), mas também há muito melhor! E, bem feito, este filme poderia ter sido bom. Deve haver para aí uma maldição qualquer com as Princesas e os filmes. Fiquei com vontade de rever os clássicos com as verdadeiras estrelas para esquecer este desastre. Resta-me deixar o alerta para os epilépticos, que existe uma cena com flashes que pode ser problemática.

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Passando a algo melhor, sábado foi dia de dar protagonismo ao Godzilla. Melhor mas, ainda assim, decepcionante. Há meses que aguardava a estreia do filme. Tudo apontava para que estivesse muito bom. Chegada a hora da verdade, deparei-me com um bom filme, com um bom argumento, óptimos efeitos especiais mas com um elenco que podia ser melhor. Sim, é bom. Sim, quem gosta de ficção científica tem de o ver. Não, não é tudo aquilo que dizem por aí de maravilhoso. É um filme normal, bom. Está longe de ser estupendo. De 1 a 10, para mim vale 7.

Melhores dias virão, estou ansiosa pelo X-Men: Days of Future Past. Está quase, quase, quase a sair…

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Após séculos a ouvir falar tanto e tão bem das parafarmácias online, e de receber umas quantas mensagens a pedir a minha opinião sobre as mesmas e não saber o que responder, cá estou eu a iniciar-me neste maravilhoso mundo.

Sempre tive algum receio de adquirir online os produtos que habitualmente compro na farmácia. A maior parte são cosméticos sem nada que os impedisse de serem vendidos numa perfumaria ou outro tipo de loja, mas a farmácia oferece outra confiança. Contudo, dei por mim a assistir a alguns lançamentos em antemão nas parafarmácias online e só depois nas lojas físicas, para além das promoções constantes que raramente encontro perto de mim.

Há quem alegue que nas lojas físicas sempre podemos experimentar os testers e comparar produtos, mas o que verifico perto de mim é que o produto não existe e/ou o técnico/farmacêutico desconhece totalmente e/ou tenta impingir algo que julga ser semelhante, e quando dou por ela até tenho umas quantas pessoas em fila de espera a meter o bedelho no assunto. Assim sendo, há muito que faço a minha pesquisa antes de comprar cosméticos, e na hora da verdade vou determinada e só trago mesmo o produto que pretendo.

Outra vantagem aliciante de algumas parafarmácias online são os sistemas de afiliados. Ganhar uma comissão a partir das compras que as pessoas fizeram porque me ouviram falar de uma loja? Bem, é matar dois coelhos de uma só cajadada: divulgo o que compro e ainda poupo porque ganho sobre os gastos alheios.

Posto tudo isto, estou a ambientar-me com a Sweetcare e so far, so good. Fiz a minha primeira encomenda e chegou de um dia para o outro, e registei-me no sistema de afiliados. Por isso, já sabem, se fizerem uma encomenda através do meu link, ganho uma comissão sobre o que gastarem.

Da minha encomenda, falarei mais tarde e com todos os detalhes. Quanto a vocês, gostava muito de saber se já experimentaram a Sweetcare ou outras lojas semelhantes, e qual é a vossa opinião. Ajudam-me?

Momento Relax à Moda Thai #2

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Não me esqueci que tinha ficado de vos contar como foi a minha experiência no Thai Way Spa, sobre as massagens em si, tal como tinha prometido no post que fiz em Dezembro a apresentar o espaço. Se já não se lembram ou se ainda não o leram podem fazê-lo aqui.

Quando cheguei ao spa, fui recebida com um chá quentinho e doce só por si. Na minha tarde zen, por sugestão do Thai Way, combinei dois programas de massagens: primeiro a massagem Lenda Thai, e depois a massagem Magia Aromática. Para o primeiro momento,  vesti um pijama largo de algodão.

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A massagem Lenda Thai, que aconteceu durante os primeiros 60 minutos da minha experiência, deixou-me com algum receio inicialmente. Se virem fotografias na Internet (ou a minha, e uma outra que coloquei no Facebook), parece uma experiência um pouco agressiva. Para minha felicidade, foi a massagem mais revigorante e eficaz que alguma vez recebi. Esta massagem consiste numa série de pressões e feitas sobre o pijama, e alongamentos dos pés à cabeça. Nenhuma parte do corpo fica esquecida, e se alguns dos alongamentos causam desconforto por fracções de segundos (imaginem os alongamentos de quando se faz exercício físico, mas com o desconforto reduzido a um breve instante), a verdade é que posteriormente fica uma sensação de leveza tão grande que parece que ficamos capazes de voar. É uma massagem que proporciona relaxamento profundo, e não é só fisicamente. Parece que, à semelhança do peso do corpo, os nossos problemas e preocupações também voam.

Desengane-se quem pensa que a Lenda Thai está destinada a pessoas com vidas muito activas, em boa condição física e jovens: se forem umas grandes lontras, como eu, irão beneficiar imenso deste tratamento e vão sentir-se desenferrujadas. Em caso de dúvida, podem contactar o spa directamente, mas já se sabe que os alongamentos são sempre bons e eu garanto que esta massagem vale totalmente a pena.

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De seguida, tive direito à massagem Magia Aromática. Foi uma hora de puro relaxamento em que quase dormi. Nesta massagem, todas as partes do corpo foram trabalhadas mas o foco foram os pés, devido à quantidade de pontos energéticos que neles se encontram, e que são muito importantes para as técnicas orientais. Vêem-me de roupão na foto, mas a verdade é que durante a massagem somos cobertos por uma toalha, e só é destapada a área em que a terapeuta está a trabalhar (de forma a ser preservada a nossa privacidade). Para estimular o funcionamento da rede linfática do nosso organismo, é exercida pressão nalguns pontos bastante importantes como as virilhas.

Posso dizer-vos que no final destes dois tratamentos, senti-me outra pessoa. O spa tem ao dispor dos clientes um duche, caso queiram utilizá-lo depois das massagens, mas não achei necessário. Já estava muito relaxada e a sentir-me fresca e nova para enfrentar o mundo, e não achei que o óleo das massagens deixasse a pele pegajosa. Pelo contrário, foi hidratação adicional em tempos de frio e pele seca. Antes de me despedir, tive direito a mais um chá quentinho, daqueles que nos fazem sentir em casa. Conforto numa caneca. Querem sentir-se especiais, importantes, mimados e capazes de encarar o mundo de melhor maneira? Considero que o Thai Way Spa é um bom ponto de partida, e um sítio daqueles que todos devemos visitar com alguma frequência para a manutenção da saúde não só física mas também mental. 

Espero poder regressar lá em breve, porque adorei a experiência!

Eu chamo-lhe bruxedo.

Bruxismo
Imagem de origem desconhecida.

Mas, afinal, diz que se chama bruxismo. Ou ranger os dentes, para quem não gosta das palavras caras. Este assunto não tem elegância, mas merece atenção (tal como tantas outras coisas do corpo humano sobre as quais temos de ir falando). Não gosto de tabus, e por isso está na hora de abrir a boca. Ah, que piada a minha!

Já estive para trazer para aqui o bruxismo há mais tempo mas, felizmente, tenho andado esquecida. Felizmente, porque (que eu saiba) já não me acontecia tal desgraça há algum tempo. Até há pouco mais de um ano, recusei-me a acreditar que rangia os dentes durante o sono quando a minha mãe me contava sobre as tragédias nocturnas. Claro, se eu estou a dormir, não oiço o barulho agoniante que faço. É uma sorte, dizem algumas pessoas que padecem do mesmo mal e que acordam consigo próprias a ranger os dentes. Só acreditei nisto quando terceiros se queixaram e acharam que eu ia partir os dentes, tal era a força furiosa exercida, e essa foi a única vez em que acordei com dores na mandíbula, curiosamente.

Vivo bem a ranger os dentes, mas acho que está na altura de pedir ajuda ao meu dentista. Por agora, o maior problema é o facto de incomodar as pessoas à minha volta com o barulho. Futuramente, se não fizer nada, pode surgir uma série de problemas relacionados com o desgaste dos dentes, dores e anomalias nas articulações. Não tenho os dentes (visivelmente) desgastados como algumas pessoas com o mesmo diagnóstico, por agora, mas mais vale prevenir que remediar.

Confesso que tenho algum receio dos incómodos da utilização de placas interoclusais (as típicas goteiras) durante o sono, e tal pode dever-se à desinformação. Já utilizei aparelhos nos dentes que me deixaram traumatizada com o desconforto.

Há por aí alguém a passar pelo mesmo drama, a querer partir os dentes involuntariamente durante o sono? Ou durante o dia? Já alguém tomou medidas para minimizar ou resolver o problema? Contem-me tudo, que eu quero saber como correu.

Óculos de Guida

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Há pouco mais de um ano, descobri o maravilhoso mundo dos óculos. É importante salientar que utilizava lentes de contacto desde os quinze anos (e continuo a utilizá-las algumas vezes), mas nunca me tinha adaptado à utilização de óculos. Normalmente é ao contrário, mas tenho os meus motivos.

Há quase 10 anos, a minha escolha dos óculos foi pouco ponderada: em coisa de cinco ou dez minutos escolhi o modelo, achei que era o melhor para mim, e estava redondamente enganada. A escolha era pouca no local onde fui (e noutras lojas não era muito melhor), sabia que queria um modelo em massa e preto e, dentro dos modelos disponíveis, foi só escolher aquele que mais gostava de ver no meu rosto ao espelho. Acabei por trazer um par da Versace, com umas hastes horríveis com um “letreiro publicitário” (mais ou menos irrelevante porque ficavam quase sempre tapadas pelo meu cabelo). O material era pesadíssimo e dava origem a dores (e marcas) no nariz e nas orelhas e as lentes eram estreitas o suficiente para que olhasse por fora facilmente e visse tudo desfocado.

Felizmente, o mundo evolui e o mesmo se passou com as lojas de óptica. Quando descobri o Firmoo, já sabem que fiquei tão contente que quis um par de óculos a condizer com quase todo o roupeiro. Houve quem ficasse céptico, e ao início a variedade de modelos nem era assim tanta, mas a qualidade estava lá. Consegui montar uma colecção e passei a palavra. Vocês, os meus amigos e a minha família renderam-se ao site e assim toda a gente poupou uma pipa de massa em óculos. Aliás, como é que se pode ver bem quando os óculos geralmente nos custam os olhos da cara?

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Uma das minhas tristezas quanto ao Firmoo era a falta de modelos mais arrojados, mais ao meu gosto. Recentemente, reparei que havia novidades boas e… Lá fui eu, lá tive de encomendar mais um par de óculos, que é o que vêem na imagem. Demoraram cerca de uma semana a chegar às minhas mãos, e fiquei agradavelmente surpreendida com três detalhes (não sei se acontece com os restantes modelos, especialmente os mais antigos): o material parece mais resistente, mas ainda assim super leve; os encaixes são maleáveis, com molas; por dentro de uma das hastes, vem o link da loja para não nos esquecermos de onde vieram!

Já ando a namorar outros modelos e espero conseguir adquiri-los em breve. Relembro que o Firmoo continua a ter um programa para poderem experimentar o vosso primeiro par grátis, onde só pagam algumas características especiais (espessura reduzida, …) das lentes (caso desejem/necessitem) e os portes de envio. Mesmo que tenham um pedido muito específico, garanto-vos que os óculos saem muito mais baratos do que num oculista convencional. E, em muitos casos, o material é o mesmo e vem dos mesmos sítios. Desafio-vos a experimentar esta loja online caso ainda não a conheçam, e podem sempre dar uma espreitadela aqui pelo blog para ver os outros pares que tenho e que vieram de lá.

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Momento Relax à Moda Thai

thaiway1Há alguns dias, recebi um convite do Thai Way Spa para poder experimentar alguns serviços de massagem. Fiquei curiosa e aceitei a proposta. Em primeiro lugar, a área das Terapias Complementares interessa-me muito, e no domínio das massagens já experimentei algumas coisas. As primeiras impressões, através do site e das imagens, levaram-me a deduzir que o Thai Way era um espaço diferente por se focar mesmo nas técnicas e costumes tailandeses, o que à partida era diferenciador dos restantes spas que tinha conhecido até então. Não tinha como recusar!

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Existem dois spas Thai Way: um no Hotel do Lago, no Monte Estoril; outro mais recente no Parque das Nações, na Avenida Dom João II, pertíssimo do CC Vasco da Gama. O espaço que visitei foi o segundo, e tive a oportunidade de usufruir de dois tipos de massagem diferentes, experiência que irei relatar futuramente noutro post. Há muito para dizer sobre o Thai Way Spa e não quero que se percam pelo caminho!

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Para que não restem dúvidas, no spa Thai Way do Parque das Nações existem várias salas de massagem, cada uma decorada de forma temática mas sempre com artefactos da Tailândia. De forma a atender a alguns dos programas propostos, existem salas com duas marquesas para que seja possível efectuar massagens de duas pessoas (na Tailândia, consta que é habitual os amigos porem a conversa em dia durante as massagens!). Todo o spa está organizado de forma a respeitar a privacidade dos utentes.

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Neste espaço, tudo foi pensado ao detalhe. Logo à entrada, senti-me especial e como se estivesse numa espécie de local sagrado. E que bem soube: todo o spa está a uma temperatura muito mais agradável que o exterior, e recebem-nos com um chá muito bom (procedimento que é repetido no final das massagens). Nos espaços comuns, impera o silêncio, mas nas salas de massagem há sempre música de fundo muito relaxante. 

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Se bem me conhecem, sabem que o meu animal preferido é o elefante, pelo que delirei com o facto de o Thai Way Spa ter elefantes por todo o lado. Fiquei com vontade de trazer alguns comigo, mas… Não me deixaram. Imaginem a pontaria, a sala onde tive direito à minha massagem foi a sala dos elefantes! Logo vos mostro mais detalhes quando falar das massagens em si.

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 Só de olhar para as fotografias deste post, já tenho vontade de regressar. Já as mostrei a alguns familiares e amigos, e o feedback que obtive foi sempre algo do género “também quero experimentar”! O que lhes disse, e que partilho agora convosco, é que estão em óptima altura para o fazer, porque para além das promoções permanentes na aquisição de pacotes de massagens, o Thai Way Spa preparou algumas ofertas natalícias muito aliciantes que nos permitem usufruir de boas massagens a partir de 25€. Todas as informações estão tanto no site do spa como na página de Facebook, e caso surjam dúvidas podem sempre perguntar.

Quis que estes detalhes sobre o espaço e promoções constassem deste post porque sempre é uma ideia para quem ainda planeia comprar presentes de Natal e não sabe onde procurar (e está provado que as experiências valem mais que muitos bens materiais!). Por que não oferecer bem-estar?

Para além disso, a minha experiência das massagens merece um post à parte, que virá em breve. Preparem-se para as fotografias, porque algumas delas podem parecer violentas, mas… Não se assustem!

Dietox: a experiência

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Prometi-vos que apesar de ter partilhado várias considerações sobre o regime Dietox no Facebook, no dia em que o cumpri, fazia aqui no blog um apanhado de toda a experiência. Por isso, cá vamos nós.

Como sabem, o meu dia de regime foi a passada quarta-feira, dia 27 de Novembro. Foi um dia relativamente calmo, já que este tipo de regime com jejum líquido não é aconselhado em dias de muito movimento porque tem um aporte calórico muito baixo que pode não assegurar algumas necessidades energéticas. O aconselhável é que nos dias anterior e posterior à dieta cumpramos um regime alimentar saudável, livre de gorduras e excessos no geral.

Começando pelo princípio, não cumpri os hábitos alimentares saudáveis no dia anterior à dieta. Comi sopa, fruta e salada, mas… Também ataquei um belo rolo de carne com batatas fritas ao jantar! Passando ao dia de Dietox, começou muito bem.

Continuo sem saber quais são os ingredientes que compõem as garrafas da edição de Inverno, apesar de ter sido oficialmente lançada no dia 1. O batido nº 1 soube muito bem (se tivesse de adivinhar, diria que é uma mistura de citrinos e cenoura) e ajudou-me a acordar. Habitualmente, não consigo tomar o pequeno-almoço assim que acordo porque fico indisposta, mas desta feita correu tudo bem. O formato do gargalo da garrafa, na minha opinião, ajuda a que a ingestão dos batidos seja feita de forma lenta, tal como aconselham que seja feito (cada garrafa deve ser ingerida em 30 minutos, no mínimo). Assim sendo, creio que o facto de ter ingerido o batido nº 1 vagarosamente terá contribuído para o facto de me ter sentido surpreendentemente bem disposta. O batido nº 2 também foi uma tarefa fácil de completar, já que é um batido verde docinho (consegui distinguir sabores que devem corresponder a kiwi, banana e maçã).

Eis que chega a hora de almoço. Não houve sensações de fome ou cansaço até então, e está na hora de ingerir o batido nº 3. Apesar de não saber a composição do batido de Inverno, na página do Facebook do Dietox informaram que o nº3 corresponderia a uma espécie de creme de abóbora. Fixe, pensei eu, adoro abóbora e ainda por cima já me livrei do tomate (que detesto) da versão de Verão. Ainda por cima, este batido da versão de Inverno pode ser aquecido. Ouro sobre azul, pensei eu, que adoro sopa. Não imaginam o sacrifício que foi comer todo o batido à colher, e aquecido ainda me soube pior. Teria trocado por uma posta de peixe cozido (que detesto) sem pensar duas vezes. Esqueçam as sopas das cantinas escolares, hospitais e afins. Esqueçam a sopa instantânea. O batido nº3 do Dietox é pior. Mas, enfim, marchou. Salvou-me o chá verde que bebi a seguir (sim, bebi muita água e muito chá verde durante o dia, é hábito meu) para tirar o sabor do batido da boca, mas mesmo assim fiquei agoniada e com medo do batido seguinte, pelo que o deixei de lado o máximo que pude.

Não podia adiar mais o meu confronto com o batido nº 4, pelo que comecei a bebê-lo a medo. Não tardou muito para descobrir que podia continuar a aventura sem medos: este é o batido mais delicioso de todo o regime. Deve ter frutos vermelhos e banana, pelo menos foi o que consegui distinguir. E adorei! Chegar quase ao fim do dia só com 4 batidos, a resistir a todas e quaisquer tentações (é complicado fazer um regime destes numa casa onde há chocolates por todo o lado) é proeza.

Os últimos dois batidos podem ser aquecidos, mas depois da experiência traumatizante do batido nº3, não me apanham a cometer o mesmo erro novamente. O batido nº 5 é verde, como o nº2, mas as semelhanças ficam por aí. Bebi-o fresco, mas deparei-me com dois pequenos problemas: primeiro, este batido sabia tão mal como o batido nº 3. Terrível, verde de mais, foi como beber a praça toda misturada sem qualquer harmonia entre os vegetais. Depois, curiosamente, não tinha fome. Sentia o meu estômago cheio. Como aconselham a beber pelo menos 2/3 de cada garrafa, foi mesmo isso que aconteceu: bebi o que tinha a beber, com esforço, e não terminei a garrafa. Exteriormente, o batido nº 6, o último, é o que tem pior aspecto por ser acastanhado. Não posso dizer que seja o pior, mas também me custou a bebê-lo e também não consegui terminar a garrafa. A primeira impressão foi que este era o melhor batido, soube-me a praliné. O problema foi o sabor com que fiquei na boca depois de engolir o primeiro gole. Torna-se amargo! Bebi o que tinha a beber e…

Fiquei feliz porque consegui cumprir o desafio a que me tinha proposto! Conclusões da experiência em forma resumida: faz-se bem. Há coisas piores, e fome não tive. Também não fiquei cansada, por aí a desfalecer. Se há tentações? Há, mas é só um dia, três no máximo (para quem cumpre os 3 dias de Dietox) e há que ter força de vontade. O que é que me fez mais confusão durante este dia? Não, não foram os sabores de alguns dos batidos; foi o facto de não haver nada para mastigar. Passando aos efeitos: no dia seguinte, acordei com muita vivacidade e, por incrível que pareça, com a pele mais limpa, radiante. Estive atenta à questão do peso, só por curiosidade, e perdi 1,5kg. No imediato, não senti os efeitos diuréticos – esses vieram mais tarde, e realmente não sei de onde saiu tanto líquido. Já li alguns relatos de pessoas que querem devorar este mundo e o outro no dia seguinte ao regime, por aqui não houve sensações dessas. Comi normalmente (vá, de forma não saudável), em quantidades inferiores às que estou habituada porque não senti necessidade de comer mais. Acho que um dia de Dietox de vez em quando não faz mal nenhum.

Se é um regime caro? Depende do ponto de vista, e só acede quem quer. Podem fazer algumas variantes em casa, há muitas receitas online, é questão de encontrarem aquelas que melhor servem os vossos interesses (nutricionais, digo). O Dietox tem a vantagem de ser muito mais prático e podermos ficar descansados porque já temos tudo aquilo de que necessitamos dentro das garrafinhas. Se é um regime adequado a quem quer perder peso? Não, é um regime de detox, serve para compensar o nosso organismo face a alguns excessos que cometemos. Pode ser um bom aliado para quem pretende iniciar um regime alimentar saudável mas não sabe como ou não tem a motivação necessária, mas sozinho não faz milagres. Se querem perder peso, adoptem estilos de vida saudáveis: tenham um regime saudável e equilibrado diariamente e façam exercício físico.

Já se sabe o que acontece na época do Natal e do Ano Novo, pelo que o Dietox pode ser uma boa opção para ajudar a voltar à normalidade depois das festas.

Dietox

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Há cerca de duas semanas, conheci uma espécie de dieta detox que me deixou com a pulga atrás da orelha, chamada Dietox. Antes de mais, quero deixar bem esclarecido (para quem acabou de chegar aqui e não me conhece) que não sou nenhuma maníaca das dietas nem tenho complexos com a minha aparência ou com o meu peso. Pelo contrário, tenho a auto-estima nos píncaros e sou (muito) comilona. E o pior é que quando me dá para comer, raramente me apetece algo saudável e acabo por me empanturrar com tudo o que é alimento engorda.

Conhecem aquele sentimento do pós-festa (conhecem, pois, e acredito que grande parte de vós vai matar as saudades que não tem já daqui a umas semanas), em que só nos apetece beber chá e mandar o nosso estômago para a reforma? Acontece muito por aqui, e não é nada bom, porque se por um lado nos privamos de uma série de excessos, por outro também não estamos a fornecer ao nosso organismo uma série de nutrientes essenciais. E é aqui que nasce o meu interesse pelo regime Dietox.

O Dietox destaca-se de muitos regimes do género logo à partida porque é 100% natural, sem corantes nem conservantes, feito à base de cerca de 15 superalimentos vegetais, oferecendo assim todos os benefícios de um “jejum” tradicional à base de chás/sumos e caldinhos agoniantes, mas sem sensações de fome ou cansaço (a ver vamos) e com a garantia da nutrição necessária para fazer um reset saudável ao nosso corpo. É composto por 6 garrafas de 400ml com diferentes conteúdos adequados às necessidades dos diferentes momentos do dia, que é suposto beber ao longo do dia.

Obviamente, o ideal é não ingerir quaisquer alimentos, sumos, café ou refrigerantes durante a duração deste regime, que pode estender-se até 3 dias (tempo máximo de conservação das bebidas, no frigorífico, para não se estragarem). Contudo, não há restrições à ingestão de água ou chá verde. Se dá para preparar os sumos/batidos em casa e ao nosso gosto? Possivelmente, mas o Dietox é mais cómodo e é completo.

Não é qualquer pessoa que pode experimentar o Dietox: devem evitar este regime as pessoas que têm alergias a algum dos ingredientes que compõem as bebidas, doentes tuberculosos, pessoas com magreza extrema ou distúrbios alimentares, insuficiência renal, doença cardíaca, diabetes, grávidas/lactantes e crianças. Em caso de dúvida, todas as informações sobre o regime estão no site e aconselho que falem com o vosso médico.

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Foi-me concedida a oportunidade de experimentar um dia deste detox, e é o que vou fazer durante o dia de amanhã. Espero conseguir relatar a experiência no Facebook e, no fim do dia, publicar o meu veredicto final aqui no blog. Por ora, gostava de conseguir falar mais dos ingredientes que compõem o meu Dietox, mas terá de ficar para depois. É um aspecto a melhorar: a minha caixa com as 6 garrafas não trazia qualquer guia de instruções ou composição, dado que estaria toda a informação no site. Contudo, e apesar de a garrafa número 1 mencionar que esta é a versão de Verão, as cores dos sumos/batidos coincidem com a versão de Inverno (três das bebidas podem ser aquecidas) que será lançada no próximo dia 1 de Dezembro, e não encontro informação relativa às composições desta edição.

Temo pelas minhas papilas gustativas e pelas tentações que podem surgir, por isso, desejem-me sorte!

Terapia Capilar

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Desengane-se quem pensa que o cabelo, ou melhor, o couro cabeludo não precisa tratamentos específicos. Quem pensa assim, felizmente, será porque nunca teve problemas de maior como oleosidade, eczema, psoríase, caspa e tantos outros transtornos que poderiam vir à baila.

Quando chega o tempo frio, a estas bandas chega também a psoríase. Não devo ser caso único, a avaliar pela quantidade de emails, mensagens e comentários que recebo sobre o assunto que recebo nesta altura. Durante a maior parte do tempo, tenho de substituir o champô por sabonete de alcatrão, que ajuda imenso a melhorar as crises. Contudo, mesmo quando consigo atenuar as feridas e vermelhidões, continuo a ter de lidar com o drama da descamação da pele.

Há cerca de um ano (eu sei, já devia ter partilhado esta informação mas… Mais vale tarde que nunca!), descobri que há esfoliantes para o nosso cabelo/couro cabeludo. Fiquei curiosa e, ao mesmo tempo, receosa, porque produtos desse tipo têm todo o potencial para serem agressivos. Eis que tive a oportunidade de experimentar o Pré Shampoo Purificante Argila da linha Nativa Spa Terapias d’O Boticário, e fiquei rendida. No Verão, andou esquecido, e agora voltei a precisar dele.

Este pré champô é um produto que devemos utilizar uma ou duas vezes por semana, no cabelo húmido, antes de aplicar o champô habitual. Aplica-se massajando no couro cabeludo e deixa-se actuar por alguns minutos, enxagua-se, e prosseguimos com a nossa rotina de lavagem do cabelo. Diz a marca que quem mais beneficia das terapias da Argila são os cabelos oleosos, pelas propriedades purificantes. Eu diria que este produto é bastante mais versátil, porque consegue ser eficaz sem ser agressivo para o couro cabeludo e sem o ressecar.

Por isso, cá fica a deixa para quem sofre destes males dos eczemas e da psoríase (e em caso de dúvida, não se esqueçam que quem melhor sabe da nossa saúde é o médico): resolvam os problemas das vermelhidões/sensibilidade e/ou feridas e, quando tudo estiver mais “calmo” e houver peles mortas a descamar, ataquem com o Pré Shampoo Argila. Por aqui, tem sido milagroso!

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Quem lê este blog desde os seus primórdios, já deve saber das minhas guerras com os lábios secos, desidratados, do cieiro e da minha opinião quanto aos habituais bálsamos da Labello. Confesso, tive muitas saudades do batom de cereja quando andou desaparecido, mas a verdade é que os batons do cieiro da Labello nunca fizeram muito pela saúde dos meus lábios.

Quis o destino que surgisse, contudo, uma novidade que viria mudar a minha opinião. Há uns dias, quando abri a minha caixa do correio, tinha à minha espera a novíssima Lip Butter Original, com manteiga de karité, óleo de amêndoas e hydra IQ (uma tecnologia exclusiva da Nivea que ajuda a garantir hidratação por 24h). Não senti grande entusiasmo pela boa nova, mas tenho uma doença que muitas de vós devem conhecer, que consiste no facto de não conseguir manter bálsamos labiais fechados e intactos. Em menos de um fósforo, mudei radicalmente de opinião e fiz as pazes com a Labello. Esqueçam a consistência dos sticks, porque esta manteiga não tem nada a ver com aquilo a que estamos habituadas pela marca. É muito mais consistente e hidratante, mas sem ser pegajosa. Não tem sabor nem fragrância, o que é um bónus para quem tem reacções de sensibilidade ou alergias. É muito confortável depois de aplicada, e dura muitas horas sem que sintamos necessidade de reaplicar. A sensação de hidratação não é ilusória, como noutras manteigas que são aparentemente ricas mas que na verdade desaparecem rápido e não conservam nem fornecem hidratação.

Vai directamente para o meu top de hidratantes labiais, tem feito toda a diferença com a chegada do frio. O melhor de tudo? Está à venda em super e hipermercados e cada lata de 16,7g custa 2,69€. Conseguem arranjar melhor e mais barato? Eu não!