Categoria: Saúde

Medalha de Bronze nº6 – Piz Buin

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A primeira Medalha de Bronze deste ano não vai só para um produto, ou só para uma linha. A Piz Buin é um dos nomes mais fortes da protecção solar. Há alguns anos que não utilizava produtos da marca. Haja bom senso: se tenho produtos que experimento e dos quais gosto, para quê comprar mais? Quis o destino que, este ano, recebesse alguns desta marca para experimentar e a qualidade não decepciona.

Já levo uns poucos dias de sol em cima e não me arrisco a sair à rua desprotegida. Sou alérgica ao sol, recordam-se? Nunca na vida apanhei um escaldão. Bronzeio com muita facilidade. Desculpas para não usar protector solar? Nunca! Um dos maiores problemas e que desmotiva muita gente quando é hora de ir para a praia ou para a piscina é a textura dos protectores solares. São terríveis, pegajosos, são um sarilho de aplicar e espalhar e ficamos com as mãos numa bodega. Nos últimos anos, têm surgido várias fórmulas em spray, mas poucas são as que resistem aos banhos sem que o produto se dissipe todo.

Os solares em spray da Piz Buin juntam tudo o que há de bom e conveniente no mundo da protecção solar nas suas embalagens: produtos eficazes, de cheiro agradável, fáceis de aplicar, sem serem pegajosos e que duram. O Instant Glow ainda tem o bónus de deixar partículas brilhantes, muito discretas, na nossa pele. Sim, que também têm aparecido alguns protectores solares deste género mas há quem considere que tem muitos brilhantes, com partículas de grandes dimensões.

Este ano, o Verão está a ser muito generoso e esta rubrica promete. O meu Tan & Protect já vai a menos de metade. Não creio que nem ele nem o Instant Glow sobrevivam a Julho. Entre favoritos e novidades, estejam atentas porque muito teremos para conversar sobre protecção solar!

Quais são os protectores solares que têm a uso de momento?

Limpeza de Pele Eficaz

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Terminada a época balnear e, por conseguinte, a exposição excessiva a uma série de factores agressivos para a pele, já se sabe que é de valor apostar numa boa e profunda limpeza de pele. É um ritual que se deve manter todo o ano mas que toma especial importância na rentrée.

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Confiei na Célia Godoy (o gabinete fica pertíssimo da estação de metro de Odivelas) para cuidar devidamente do meu rosto, não através de uma limpeza de pele convencional mas com uma série de tecnologias que desconhecia até então: a extracção foi feita a vácuo e também foi utilizado equipamento de alta frequência. De forma sintética, as vantagens consistem numa maior eficácia na extracção das impurezas através do vácuo, e a alta frequência tem acção bactericida e ajuda a fechar os poros.

O procedimento durou cerca de uma hora e achei-o menos doloroso que uma limpeza de pele convencional. Em primeiro lugar, faz-se uma consulta breve para saber quais são as nossas necessidades, as características da nossa pele e eventuais problemas de saúde que possam interferir no tratamento (por exemplo, a alta frequência não pode ser utilizada por hipertensos ou grávidas). De seguida, higieniza-se a pele do rosto e é feita a exposição a vapores de ozono, para abrir os poros. Garanto-vos que em ambiente de gabinete a exposição aos vapores é muito mais cómoda que os típicos vapores que se fazem em casa.

Eis que chega a parte mais desconfortável, a extracção. Contudo, temi que fosse muito mais dolorosa. São utilizadas pequenas ventosas de diferentes dimensões que fazem o trabalho mais complicado. Posteriormente, há o recurso à extracção manual caso existam impurezas mais profundas. Sofri qualquer coisa, mas o meu nariz e o meu queixo já precisavam de uma intervenção drástica e urgente (e vocês bem sabem que utilizo bandas de remoção de pontos negros com alguma frequência. Se não as usasse, seria bem pior).

A fase do sofrimento termina depressa e quase nos esquecemos dela, porque o tónico e a máscara calmante que são aplicados de seguida aliviam imenso o desconforto. Passa-se à fase da utilização da alta frequência (caso não haja contra-indicações). Pode ser desconfortável para algumas pessoas, porque o equipamento dá pequenos choques na pele. Pessoalmente, não senti qualquer incómodo.

Para terminar, é feita uma massagem facial e aplicado um hidratante e protector solar. Durante umas horas, a pele fica com algumas vermelhidões mas, mesmo assim, visivelmente limpa. Não tirei nenhuma fotografia antes do procedimento, mas podem ver como ficou a região mais crítica do meu rosto nesse mesmo dia.

Fiquei muito impressionada com tanta limpeza. Já não me lembrava do que era ter a pele do rosto tão lisa, sem pontos negros horríveis e nojentinhos. E sabem o que é melhor? É que já passou mais de uma semana e o meu organismo não entrou em revolta. Continuo com a zona T limpinha, limpinha.

Rotina de Verão #2

Tal como prometido e em jeito de conclusão, falta falar um bocadinho dos produtos de rosto e protecção solar que ajudaram a manter a pele em bom estado durante as últimas férias de Verão.

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Na categoria dos produtos de rosto, não quis abrir grandes cerimónias. Quis manter a minha pele, que tem estado bastante oleosa na zona T, hidratada. Acima de tudo. Não é fácil atinar com um conjunto de produtos quando mudamos a nossa rotina do dia-a-dia, de sítio e de água. Negligenciei as limpezas profundas e esfoliações, que preferi deixá-las para o regresso a casa do que agredir a pele desnecessariamente.

1. O Rose Hydrate Miracle Makeover Facial Oil da Superfacialist, que já teve o merecido destaque neste posté um essencial. Antes de lavar a cara “a sério”, utilizei-o sempre para tentar atenuar os efeitos da desidratação. Um mimo!

2. Como produto de lavagem, optei pela Foaming Cleansing Fluid da linha Pureness da Shiseido. Gosto muito da linha, no geral, mas optei por levar apenas a espuma. É consistente e limpa a pele na perfeição sem a deixar a repuxar. Isto é, a parte do meu rosto que é oleosa fica limpinha, e a parte seca e desidratada não resseca. Fica tudo bonito e suave!

3. Esqueci-me de levar o tónico do costume e não quis meter-me em aventuras nem investimentos, e decidi optar pelo que não falha: água de rosas. Não agride, não faz mal, é quase dada e é polivalente (que serviu para ser pulverizada nos dias de maior calor e há sempre mil e uma utilidades). Também é um clássico cá do blog.

4. Um dos produtos que maior importância tem nesta rotina, com vista a garantir a hidratação da pele do rosto, foi (é sempre!) o Quenching Sérum SOS da Caudalíe, já apresentado aqui e um dos meus produtos indispensáveis. Não me alongo, que no post já existente está tudo dito.

5. Também da família Caudalíe e porque o contorno dos olhos começa a exigir cuidados específicos, recorri ao Creme de Olhos Polyphenol C15. Tenho de dedicar um post a toda a linha (em conjunto com a minha mãe), mas interessa dizer que consegui manter a região periocular até mais hidratada e com a pele visivelmente mais uniforme do que antes. E sem vestígios de mília!

6. O hidratante escolhido para esta temporada, sem FPS (que utilizo o protector solar separadamente), foi o Cuidado Hidratante Anti-imperfeições da Vichy. Conheço que não goste dele alegando que é pesado e pegajoso. É verdade que não é dos hidratantes mais leves do mercado para as peles oleosas, e que nem sequer é matificante, mas deixa pouco brilho e a situação não se agrava ao longo do dia. E é dos poucos hidratantes para peles oleosas que experimentei até hoje que assegura as necessidades de hidratação da minha pele. Apesar de ter alguns “activos peeling“, ácidos, não irrita a minha pele.

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Pela primeira vez em muitos anos, consegui atravessar a época das férias de praia sem uma grande alergia ao sol. Tive algum receio com o protector solar que escolhi para me acompanhar, por ser uma novidade e por não ser de uma das marcas nas quais confio desde sempre (e bem se sabe que com o sol não se pode brincar e mais vale jogar pelo seguro!), mas correu tudo bem. Creio que o próprio estado do tempo ajudou, que parece que este ano mal tivemos Verão. Tive apenas o cuidado de evitar o óleo protector solar da Clarins do qual fiquei fã por só ter FPS 30 e não saber se seria a melhor opção para mim na praia durante muitos dias seguidos.

1. Do ano passado, transitou o Gel Fotoprotector Cream Dry Touch Color FPS 50+ da ISDIN. Já vos tinha dito que o adorava e até ganhou uma Medalha de Bronze. Ide ler o post para avivar a memória, que está lá tudo dito.

2. Para o corpo, confiei no Leite Sublimador FPS 50 da L’Oréal Paris. Se receios tinha, desvaneceram rapidamente. Bem se sabe que nos últimos anos a indústria da protecção solar evoluiu muito e já é possível encontrar boas opções nos supermercados, mas precisei de ver (e sentir) para crer. Para além da protecção eficaz, o bendito do protector tem brilhinhos que ajudam a dar aquele glow que não temos naturalmente no início da temporada de praia. Ah, é fluido o suficiente para ser fácil de espalhar e não é pegajoso nem deixa a pele branca tipo fantasma. Tem uma ligeira coloração, nada que se note. O cheiro também não é o habitual para um protector solar, é super suave e creio que agrada facilmente à maior parte das mulheres. Sim, que não me parece que os homens queiram parecer os vampiros do Twilight.

3. Por fim, os cabelos não podem ser esquecidos e resolvi estender os cuidados para além dos praticados em casa. Fiquei traumatizada com as asneiras de há dois anos atrás e não quero, por nada deste mundo, estragar o cabelo novamente. Para aplicar várias vezes durante a exposição ao sol, contei com o Óleo Protector Solar Elvive. Cheirinho agradável, super fluido e leve e protecção solar. Não há muito mais para dizer, é prático (vem em formato de pulverizador) e gostei muito de o utilizar.

Espero que esta partilha possa ser útil para alguém e que tenham tão bons resultados com as minhas sugestões, tal como eu também os tive. Posso dizer que não me importava de ter férias e levar tudo na mala novamente?

Rotina de Verão #1

Tal como prometido, partilho convosco a rotina de utilização de cosméticos que funcionou comigo em tempo de férias. Vai ter de ser em duas partes, que tenho muito para dizer. Na primeira parte, vou falar um pouco dos produtos que utilizei para o cabelo e para o corpo. No próximo post, falarei dos produtos de rosto e da protecção solar.

Há que salientar que saí de Lisboa carregada de tralha e que nem tudo o que utilizei se revelou eficaz, houve estratégias que tiveram de ser repensadas muito rapidamente e o conteúdo deste post foi o que, efectivamente, utilizei e que me encheu as medidas.

Não acho descabido publicar esta espécie de review extensa em Setembro. Não só porque o Verão ainda decorre e há muita gente que está ou há-de ir de férias, mas também porque muitos destes produtos podem ser (ou serão mesmo) utilizados durante o resto do ano.

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A rotina dos cabelos foi aquela onde mais arrisquei. Sol, praia e água da rede super calcária são grandes inimigos da saúde capilar. Tenham em conta que o meu cabelo é super espesso, denso, seco e frisado, para além de o pintar com alguma frequência.

1. O champô escolhido para a temporada de praia foi o Ultra Suave Solar com Óleo de Monoi e Neroli, que é uma novidade no mercado e que não me desiludiu. Era o único produto que desconhecia totalmente deste grupo. Foi utilizado e aprovado por toda a família. Limpa o couro cabeludo sem ser agressivo e os cabelos ficam super macios, leves e bem cheirosos, sem ressecar. Não é muito consistente, embora produza muita espuma. É fácil de espalhar e enxaguar.

2. Esqueci-me de levar comigo quaisquer máscaras ou condicionadores e dentro da oferta disponível nos supermercados locais, optei pela máscara Adeus Danos da Fructis. Já sabem que tenho aversão aos champôs da marca, mas as máscaras, séruns e espumas têm sido uma agradável surpresa. Não tinha experimentado esta anteriormente, mas já conhecia outros produtos da mesma linha nos quais confio. É consistente e eficaz, super hidratante mas sem deixar o cabelo pegajoso. Um boião de 400ml custou cerca de 5€, utilizei o produto em todas as lavagens de cabelo, não recorri a condicionadores e ao final de mais de um mês ainda estou longe de ver o fundo da embalagem. É melhor, a milhas, que muitas máscaras de marcas profissionais.

3. Que disse eu de confiar na linha Adeus Danos da Fructis? Em equipa que ganha, não se mexe, e hei-de comprar e recomprar o sérum SOS Repair. É fluido, quase como um óleo, não pesa e a verdade é que deixa as pontas do cabelo bonitas, hidratadas e brilhantes. Com ar de cabelo novo, sabem? Do que há no supermercado, baratinho, este é dos melhores séruns, para mim.

4. Quem tem cabelo espesso, seco e encaracolado sabe que hidratar nunca é de mais, mesmo, mas que é preciso ter cuidado com os produtos que utilizamos depois da lavagem sob pena de o resultado ser uma mixórdia pesada e pegajosa. Privei-me de espumas e outros produtos muito elaborados, mas o leave-in é sempre essencial para uma caracoleta bonita e de aspecto saudável. Apostei no Nativa Spa Frutoterapia Ultra Hidratante Monoi e Argão, após o duche à noite, que é dos melhores produtos do género que já conheci para deixar os caracóis bem definidos mas soltos e leves (já para não falar no cheirinho delicioso). Durante o dia, por causa do sol (e por considerar que não seria de mais reforçar a hidratação), optei sempre por aplicar o Golden Plus Termoactivado, que já era um favorito da época balnear anterior e que mesmo sendo consistente e hidratante não pesa no cabelo depois de seco e ainda protege do sol e de outros agentes nocivos. Ambos os produtos são d’O Boticário.

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A questão dos produtos de duche é um pouco irrelevante e a escolha dos géis e sabonetes foi quase aleatória dentro de tudo o que consigo utilizar sem reacções alérgicas. Interessa a hidratação, e nesse aspecto tive uma super equipa comigo.

1. Ainda no duche, antes de sair, contei com o óleo Nativa Spa Monoi e Argão d’O Boticário. Tem truque, é para aplicar na pele molhada (e há quem passe por água, mesmo assim) porque é muito denso e hidratante. Só por si, já é um grande passo na hidratação corporal e… Confesso, nos dias de preguiça foi suficiente para que não ficasse a parecer um deserto em forma de gente. Não se atrevam a aplicá-lo na pele seca, que não será absorvido e ficam eternamente pegajosas.

2. Para não haver oportunidade de a pele das pernas começar a descamar (habitual por estas bandas), precisei mesmo de um produto que me garantisse toda a hidratação de que a minha pele necessita. Sou alérgica ao sol, como sabem, pelo que nesta época evito produtos com fragrâncias e outros aditivos irritantes que possam ajudar a criar situações desagradáveis. Contei com o Lipikar Lait da La Roche-Posay que é super consistente e hidratante, mas ainda assim fácil e agradável de utilizar. Rende imenso, para compensar o facto de não ser dos hidratantes mais baratos.

3. Apesar de o Lipikar Lait ser mais do que suficiente, eu ainda quero mais consistência nos primeiros dias de praia. Sou muito cautelosa, utilizo protector solar, mas quero mesmo assegurar-me que estou bem hidratada. O Bálsamo Intensivo Pós-solar da Oriflame é daqueles que se assemelha mesmo a uma manteiga, há quem considere um martírio utilizá-lo por ser mesmo muito, muito rico, mas garanto-vos que não há melhor para as áreas do nosso corpo que têm tendência a ficar mais secas e desidratadas. Acabei por utilizá-lo muito, também, nas maçãs do rosto, que sofrem sempre nesta temporada de sol e calor.

4. A loção Sesame Suntan da Lush é um bónus que recebi a tempo de testar nas férias e que adorei. É um capricho. A marca considera que é um protector solar, mas… Tem FPS 10! Big no no, mas como loção corporal naqueles dias em que saía do duche e ainda vinha para a rua com algum sol ao fim da tarde, foi um prazer utilizá-la. É muito fluida mas bastante hidratante e cheira a… Bom, cheira-me a manteiga de amendoim (óleo de sésamo, diz a Lush) e dá vontade de a comer. Sim, tive os meus receios que pudesse haver alguma alergia demoníaca, mas consta que a fragrância era mesmo a natural do óleo de sésamo e, à data, nunca tive problemas com este nem com nenhum dos restantes ingredientes (que podem conferir aqui) que compõem o produto.

Não se esqueçam, a seguir sairá um post com o resto desta rotina maravilhosa que não me deixou ficar mal, mesmo fora da minha zona de conforto.

Medalha de Bronze Nº5 – Clarins Sun Care Oil Spray

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Isto de ser alérgica ao sol tem muito que se lhe diga. Ou, melhor, não querer pôr a vida em jogo tem muito que se lhe diga. Apanhar sol faz bem, com moderação e com os devidos cuidados. Toda a gente sabe da importância da protecção solar e dos riscos inerentes à sua negligência. Um descuido hoje pode significar uma doença grave amanhã, e o melhor é mesmo prevenir.

No léxico do ambiente de praia, existe algo que me agrada à vista: a pele brilhante, radiante, reluzente de óleo. Ok, sem exageros, dispenso ver pessoas que parece que acabaram de sair de uma frigideira, qual fartura acabada de fritar. Sabem o que quero dizer? Aquele brilho bonito que não é pegajoso nem too much. O problema é que, até há pouco tempo, eu sequer conhecia um produto seguro que conferisse este efeito. Por que motivo é que as pessoas continuam a besuntar-se em óleo mineral sem qualquer protecção para ir torrar para a praia?

Eis que conheci Sun Care Oil Spray da Clarins e, olhem, fiquei fã dele porque é justamente o que eu pretendia e por isso merece uma Medalha de Bronze. É fácil de aplicar, dado que a embalagem é um spray e assim é impossível que ocorram derrames daqueles que tornam não só o produto mas tudo o que se encontre num raio de largos quilómetros intragável de escorregadio. Assim, também é mais fácil de dosear e evitar excessos de produto que levem ao tal aspecto de fartura que mencionei. É muito leve, não é pegajoso e, o mais importante, tem FPS 30. Ainda por cima, dá para utilizar no corpo e no cabelo (sim, não se esqueçam que o cabelo também tem de ser protegido do sol!). Utilizei-o diversas vezes sem qualquer inconveniente a mencionar, e a continuar assim será um favorito por muito tempo e com necessidade de reposição constante.

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Com a aproximação do Verão, todos os anos, o interesse por métodos de perda de peso de forma rápida cresce exponencialmente. As pessoas já deviam saber que não há milagres e que é importante manter um estilo de vida saudável, com um regime alimentar equilibrado e prática de exercício físico regular, durante todo o ano. Ultimamente andam em voga os chamados tratamentos “detox”, que na maior parte das vezes não são saudáveis, sequer, e pouca consistência há para que se tornem fiáveis.

Dentro do que tenho lido, houve algo que despertou a minha curiosidade apesar de em Portugal ainda não ter visto muito sobre o assunto: os chás detox, ou teatox. Se circularem por páginas americanas ou australianas, vão encontrar toneladas de artigos e fotografias com os supostos milagres deste tipo de produto.

Antes de mais, é preciso ter muito cuidado. Não se pode partir do pressuposto que um chá, por ser feito de substâncias naturais (plantas), não é perigoso. Nunca é de mais ler sobre os diferentes elementos de uma infusão, quais as suas propriedades, como interagem uns com os outros e com o nosso corpo. Em caso de dúvida, o melhor é sempre pedir informação junto de quem percebe do assunto.

Pesquisei sobre várias marcas que oferecem este tipo de produto e, pasmem-se, várias são as que incluem laxantes e outras substâncias suspeitas na sua constituição. De todas as que procurei, fiquei curiosa e quis experimentar o Tiny Tea Teatox da Your Tea. Fiz uma encomenda que demorou cerca de duas semanas a chegar a partir da Austrália. Felizmente, não ficou presa na alfândega.

O Tiny Tea Teatox contém chá oolong, sementes de Senna obtusifolia, folha de lótus, bagas de pilriteiro. É dos poucos, senão o único, deste género que não contém componentes laxantes. Resumidamente, promete ajudar a reduzir o típico inchaço abdominal que se manifesta no quotidiano e a promover a perda de peso. Existem programas de 14 e de 28 dias, sendo que o pack que experimentei foi o primeiro. Recomenda-se que sejam ingeridas três chávenas de chá por dia, cerca de meia hora antes das refeições. Não existem objecções à ingestão de outras bebidas ou alimentos e a Your Tea salienta a importância da manutenção de estilos de vida saudáveis.

Fiz o teste há algum tempo e creio que é importante deixar aqui as minhas conclusões. Relembro, mais uma vez, que não há milagres. Estes tratamentos podem ser um complemento de outras medidas já adoptadas e os seus resultados são, na maioria das vezes, temporários. Não notei que motivasse alguma perda de peso, ou se o fez não foi significativo. Confirmo que não teve quaisquer efeitos adversos. Pelo contrário, enquanto tomei o Tiny Tea Teatox senti-me bem, mais leve, menos inchada no geral. Posteriormente, claro, voltou tudo ao normal. Para mim, este tratamento não foi sacrifício nenhum porque adoro chá e não o dispenso diariamente. Achei o sabor agradável, mas posso ser suspeita para alguma de vós porque não sou esquisita com chás e bebo-os sem açúcar.

Creio que a toma deste chá valeu a pena pelo bem-estar que me proporcionou, mas parece-me que há soluções semelhantes, do tempo dos nossos avós, nas lojas de produtos naturais que nos rodeiam a preços muito mais simpáticos. Cada caixa deste tratamento custa, no mínimo, 25€. Não acho que compense a despesa nem sei de onde vem o hype das estrangeiras com este tipo de produto.

Estejam atentas, leiam muito e informem-se antes de investir em promessas de milagres de emagrecimento. Não se esqueçam que nada se ganha sem esforço. Mantenham-se bonitas, defendam a vossa saúde!

E Guida. Este post é spoiler free. Gosto muito das idas ao cinema e, se pudesse, garantia o meu lugar em todas as estreias. Por ora, não é um vício sustentável. Há algum tempo que quero integrar mais este tema aqui no blog, até porque posso ajudar alguém a decidir se determinado filme vale ou não a pena ser visto, pelo menos enquanto é projectado no grande ecrã. Quem sabe, até começo a ter aqui uma mãozinha. Nos últimos dias, a sessão de cinema foi dupla.

graceofmonaco

Começando pela ordem natural das coisas, na passada sexta-feira assisti a uma sessão especial de Grace of Monaco. Não tinha grandes expectativas e era um filme que podia perfeitamente ver em casa daqui por uns tempos, ou talvez não, que tenho pouca paciência para filmes medíocres, que é a categoria onde esta fita se enquadra. Este filme tinha tudo para não resultar e… Não resultou. Em primeiro lugar, a Grace Kelly é a Grace Kelly e não há cá invenções. E o mesmo se aplica ao senhor Alfred Hitchcock. Não há substitutos. Mas poderia ter havido um esforço, que não houve. E eu passei o filme todo a a lembrar-me que estava a ver imitações pobres. Nem o Príncipe Rainier se safa, coitadinho. É tudo muito forçado, pouco natural, pouco gracioso, pouco genial. O argumento é oco e falacioso. Não houve, sequer, um esforço para compreender como funciona a Casa de Grimaldi (ou, bom, aspectos básicos do protocolo de qualquer monarquia na Europa). No meio dos factos que jamais alguém explicará, há falhas óbvias a mais. Não gostei. De 1 a 10, a minha nota para este filme é 5. Há pior, sim (pouco), mas também há muito melhor! E, bem feito, este filme poderia ter sido bom. Deve haver para aí uma maldição qualquer com as Princesas e os filmes. Fiquei com vontade de rever os clássicos com as verdadeiras estrelas para esquecer este desastre. Resta-me deixar o alerta para os epilépticos, que existe uma cena com flashes que pode ser problemática.

godzilla

Passando a algo melhor, sábado foi dia de dar protagonismo ao Godzilla. Melhor mas, ainda assim, decepcionante. Há meses que aguardava a estreia do filme. Tudo apontava para que estivesse muito bom. Chegada a hora da verdade, deparei-me com um bom filme, com um bom argumento, óptimos efeitos especiais mas com um elenco que podia ser melhor. Sim, é bom. Sim, quem gosta de ficção científica tem de o ver. Não, não é tudo aquilo que dizem por aí de maravilhoso. É um filme normal, bom. Está longe de ser estupendo. De 1 a 10, para mim vale 7.

Melhores dias virão, estou ansiosa pelo X-Men: Days of Future Past. Está quase, quase, quase a sair…

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Após séculos a ouvir falar tanto e tão bem das parafarmácias online, e de receber umas quantas mensagens a pedir a minha opinião sobre as mesmas e não saber o que responder, cá estou eu a iniciar-me neste maravilhoso mundo.

Sempre tive algum receio de adquirir online os produtos que habitualmente compro na farmácia. A maior parte são cosméticos sem nada que os impedisse de serem vendidos numa perfumaria ou outro tipo de loja, mas a farmácia oferece outra confiança. Contudo, dei por mim a assistir a alguns lançamentos em antemão nas parafarmácias online e só depois nas lojas físicas, para além das promoções constantes que raramente encontro perto de mim.

Há quem alegue que nas lojas físicas sempre podemos experimentar os testers e comparar produtos, mas o que verifico perto de mim é que o produto não existe e/ou o técnico/farmacêutico desconhece totalmente e/ou tenta impingir algo que julga ser semelhante, e quando dou por ela até tenho umas quantas pessoas em fila de espera a meter o bedelho no assunto. Assim sendo, há muito que faço a minha pesquisa antes de comprar cosméticos, e na hora da verdade vou determinada e só trago mesmo o produto que pretendo.

Outra vantagem aliciante de algumas parafarmácias online são os sistemas de afiliados. Ganhar uma comissão a partir das compras que as pessoas fizeram porque me ouviram falar de uma loja? Bem, é matar dois coelhos de uma só cajadada: divulgo o que compro e ainda poupo porque ganho sobre os gastos alheios.

Posto tudo isto, estou a ambientar-me com a Sweetcare e so far, so good. Fiz a minha primeira encomenda e chegou de um dia para o outro, e registei-me no sistema de afiliados. Por isso, já sabem, se fizerem uma encomenda através do meu link, ganho uma comissão sobre o que gastarem.

Da minha encomenda, falarei mais tarde e com todos os detalhes. Quanto a vocês, gostava muito de saber se já experimentaram a Sweetcare ou outras lojas semelhantes, e qual é a vossa opinião. Ajudam-me?

Momento Relax à Moda Thai #2

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Não me esqueci que tinha ficado de vos contar como foi a minha experiência no Thai Way Spa, sobre as massagens em si, tal como tinha prometido no post que fiz em Dezembro a apresentar o espaço. Se já não se lembram ou se ainda não o leram podem fazê-lo aqui.

Quando cheguei ao spa, fui recebida com um chá quentinho e doce só por si. Na minha tarde zen, por sugestão do Thai Way, combinei dois programas de massagens: primeiro a massagem Lenda Thai, e depois a massagem Magia Aromática. Para o primeiro momento,  vesti um pijama largo de algodão.

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A massagem Lenda Thai, que aconteceu durante os primeiros 60 minutos da minha experiência, deixou-me com algum receio inicialmente. Se virem fotografias na Internet (ou a minha, e uma outra que coloquei no Facebook), parece uma experiência um pouco agressiva. Para minha felicidade, foi a massagem mais revigorante e eficaz que alguma vez recebi. Esta massagem consiste numa série de pressões e feitas sobre o pijama, e alongamentos dos pés à cabeça. Nenhuma parte do corpo fica esquecida, e se alguns dos alongamentos causam desconforto por fracções de segundos (imaginem os alongamentos de quando se faz exercício físico, mas com o desconforto reduzido a um breve instante), a verdade é que posteriormente fica uma sensação de leveza tão grande que parece que ficamos capazes de voar. É uma massagem que proporciona relaxamento profundo, e não é só fisicamente. Parece que, à semelhança do peso do corpo, os nossos problemas e preocupações também voam.

Desengane-se quem pensa que a Lenda Thai está destinada a pessoas com vidas muito activas, em boa condição física e jovens: se forem umas grandes lontras, como eu, irão beneficiar imenso deste tratamento e vão sentir-se desenferrujadas. Em caso de dúvida, podem contactar o spa directamente, mas já se sabe que os alongamentos são sempre bons e eu garanto que esta massagem vale totalmente a pena.

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De seguida, tive direito à massagem Magia Aromática. Foi uma hora de puro relaxamento em que quase dormi. Nesta massagem, todas as partes do corpo foram trabalhadas mas o foco foram os pés, devido à quantidade de pontos energéticos que neles se encontram, e que são muito importantes para as técnicas orientais. Vêem-me de roupão na foto, mas a verdade é que durante a massagem somos cobertos por uma toalha, e só é destapada a área em que a terapeuta está a trabalhar (de forma a ser preservada a nossa privacidade). Para estimular o funcionamento da rede linfática do nosso organismo, é exercida pressão nalguns pontos bastante importantes como as virilhas.

Posso dizer-vos que no final destes dois tratamentos, senti-me outra pessoa. O spa tem ao dispor dos clientes um duche, caso queiram utilizá-lo depois das massagens, mas não achei necessário. Já estava muito relaxada e a sentir-me fresca e nova para enfrentar o mundo, e não achei que o óleo das massagens deixasse a pele pegajosa. Pelo contrário, foi hidratação adicional em tempos de frio e pele seca. Antes de me despedir, tive direito a mais um chá quentinho, daqueles que nos fazem sentir em casa. Conforto numa caneca. Querem sentir-se especiais, importantes, mimados e capazes de encarar o mundo de melhor maneira? Considero que o Thai Way Spa é um bom ponto de partida, e um sítio daqueles que todos devemos visitar com alguma frequência para a manutenção da saúde não só física mas também mental. 

Espero poder regressar lá em breve, porque adorei a experiência!

Eu chamo-lhe bruxedo.

Bruxismo
Imagem de origem desconhecida.

Mas, afinal, diz que se chama bruxismo. Ou ranger os dentes, para quem não gosta das palavras caras. Este assunto não tem elegância, mas merece atenção (tal como tantas outras coisas do corpo humano sobre as quais temos de ir falando). Não gosto de tabus, e por isso está na hora de abrir a boca. Ah, que piada a minha!

Já estive para trazer para aqui o bruxismo há mais tempo mas, felizmente, tenho andado esquecida. Felizmente, porque (que eu saiba) já não me acontecia tal desgraça há algum tempo. Até há pouco mais de um ano, recusei-me a acreditar que rangia os dentes durante o sono quando a minha mãe me contava sobre as tragédias nocturnas. Claro, se eu estou a dormir, não oiço o barulho agoniante que faço. É uma sorte, dizem algumas pessoas que padecem do mesmo mal e que acordam consigo próprias a ranger os dentes. Só acreditei nisto quando terceiros se queixaram e acharam que eu ia partir os dentes, tal era a força furiosa exercida, e essa foi a única vez em que acordei com dores na mandíbula, curiosamente.

Vivo bem a ranger os dentes, mas acho que está na altura de pedir ajuda ao meu dentista. Por agora, o maior problema é o facto de incomodar as pessoas à minha volta com o barulho. Futuramente, se não fizer nada, pode surgir uma série de problemas relacionados com o desgaste dos dentes, dores e anomalias nas articulações. Não tenho os dentes (visivelmente) desgastados como algumas pessoas com o mesmo diagnóstico, por agora, mas mais vale prevenir que remediar.

Confesso que tenho algum receio dos incómodos da utilização de placas interoclusais (as típicas goteiras) durante o sono, e tal pode dever-se à desinformação. Já utilizei aparelhos nos dentes que me deixaram traumatizada com o desconforto.

Há por aí alguém a passar pelo mesmo drama, a querer partir os dentes involuntariamente durante o sono? Ou durante o dia? Já alguém tomou medidas para minimizar ou resolver o problema? Contem-me tudo, que eu quero saber como correu.