Categoria: Saúde

Bebé A Caminho – 11 Semanas

Gravidez 11 semanas Baby bump 11 weeks

Tenho coisas novas para contar sobre a minha ervilha. Muitas! Antes de mais, por que é que saltei das 8 semanas para as 11? É simples: não tinha ocorrido nenhuma mudança assim tão significativa que justificasse um post.

Até agora, mantive-me no registo do costume e não tive enjoos. Registam-se, apenas, alguns momentos de certo desinteresse pela comida, mas no geral até tenho bastante apetite. Não consigo comer tanto de cada vez, nem como por dois, e tenho escolhido melhor o que como. Tomei medidas drásticas! Tive um aumento ponderal de quase 4kg e estou a ficar paranóica com esta questão (obrigada, senhor enfermeiro da consulta).

Foi-me feito todo um alarido por causa do aumento de peso, que mesmo sabendo que não devo matutar muito no assunto… Assim fiquei, que a mente é traiçoeira. Pelo andar da carruagem, hei-de explodir antes das 40 semanas. As pernas mostram-se algo inchadas (e dolorosas ao toque!). As costas começam a doer. Continuo com muita sede e muito sono. Canso-me com mais facilidade e, por vezes, parece que fico sem fôlego. A barriga está, como vêem, ainda maior. O mesmo acontece com o peito.

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Rendi-me às evidências e abasteci-me de roupa interior mais adequada (e sinto-me uma velhota com tudo em algodãozinho feioso) e comprei umas calças (logo mostro) que espero que cheguem até ao fim do tempo de gestação. Parecendo que não, estas adaptações ajudam a promover o conforto e, consequentemente, também melhoram a autoestima.

Falando na aparência, deparei-me com um problema: a pintura do cabelo. Já começa a ser bem visível a raiz e surgiram dúvidas quanto à segurança da utilização de colorações. À partida, este tipo de produtos cosméticos é seguro para poder ser comercializado, não devendo ter componentes passíveis de serem absorvidos pelo organismo. Pelo sim, pelo não, prefiro esperar pelo final do primeiro trimestre.

Ecografia 11 Semanas 11 Week Ultrasound

No finalzinho de 2015, às 10 semanas, fiz a ecografia do rastreio.  Foi feito um ligeiríssimo acerto de datas. Só deu para olhar de relance para a minha ervilhinha linda e fiquei triste por não ouvir os batimentos cardíacos, já que a médica que me atendeu fez tudo muito rapidamente. Não se apresentou, tampouco se despediu e espero não ser acompanhada por ela nas próximas ecografias. A próxima é daqui a poucas semanas.

Agora sim, sei do incómodo que é ter toda a gente a dar palpites sobre o que não sabe e a agoirar porque aconteceu algo de mau à vizinha da dia da prima da avó do gato do cão durante a sua gravidez, cuidado!. E bem começo a sentir a pressão e a ansiedade de saber qual é o sexo do bebé para começar a organizar a sua chegada.

Estou um pouco assustada com o que aí vem porque, sem dar por nada, já passou 1/4 do tempo que dura a aventura da gestação. Ó tempo, passa mais devagar!

Bebé A Caminho – 8 Semanas

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A noção temporal é muito estranha: há alturas em que parece que o tempo não avança, outras em que voa. Já concluí que a gravidez se encaixa na segunda categoria. Na sexta-feira passada, a ervilha (que mais parece uma melancia!) fez 8 semanas.

Deixei de caber nas minhas calças. Bom, elas servem, até as skinny skinny, mas… Não apertam na barriga. Tendo em conta que todas elas são de cintura subida (e não há a menor hipótese de optar por modelos descaídos, que abomino!), tive de lhes dizer adeus. Temporariamente, espero. Impus-me o desafio de sobreviver com leggings e collants pelo menos por mais um mês. Eu, que habitualmente nem gosto muito de utilizar calças de ganga (mas utilizo outras dos mais diversos tecidos, cortes e padrões), estou a trepar paredes face à impossibilidade de utilizar as minhas agora. Antes, vestia muita roupa preta pelo simples facto de gostar da cor. É confortável porque (quase) tudo fica bem com tudo. Agora, torna-se enfadonho e parece que transmite um certo complexo de imagem. Ainda não consegui lidar muito bem com as mudanças repentinas no meu corpo.

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Felizmente, continuo sem enjoos, mas tenho muita, muita sede. Tanta sede leva a idas infinitas ao quarto de banho e… Terminaram as noites seguidas de bom dormir. Para compensar, estou cheia de sono 24/24. Os apetites especiais surgem, mas são facilmente controláveis. Faço questão de ter mais cuidado com o que como, imponho-me mais regras de horários e tenho sido uma menina linda no que toca aos vegetais. Na verdade, não deixei de fazer nada do que fazia normalmente.

Para já, não há muito mais a relatar. Tenho lido e aprendido muito (mais do que já sabia do meu percurso académico!) sobre as aventuras da gravidez e começo a organizar o que se segue. Uma das coisas que tenho apurado é que há imensos baby blogs e sítios cheios de bons freebies relacionados com a maternidade. Querem que os partilhe convosco? Têm “cromos” para a troca?

Bebé A Caminho

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Tenho uma notícia para vos dar: vou ser mãe! Não imaginam como tive de me conter para não gritar logo ao mundo inteiro que tenho um bebé na barriga. Agora, já se pode dizer. É certo e, à partida, está tudo bem. Há quem prefira aguardar um pouco mais, mas a verdade é que não há um guião de como fazer tudo nesta altura, muito menos sobre como transmitir notícias destas.

Por agora, estou a passar por um turbilhão de emoções e não vos consigo dizer muitas coisas. Ainda não há ecografia, estima-se que gestação esteja nas 6 semanas e 6 dias. Soube que estava grávida na semana passada. Não era um objectivo a curto prazo, mas vai acontecer e estamos felizes. Este vai ser o maior desafio da minha vida, espero estar à altura e fazer tudo direitinho.

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Não sei onde vai parar esta barriga, que já se faz notar. A minha roupa ainda me serve, e espero que assim continue. Não tive enjoos até agora, mas também não tenho apetites especiais. Transtorna-me que o acesso a determinados chás que adoro esteja limitado. Tenho mais sono que nunca. Para já, estamos muito bem. Espero que, até Julho, decorra tudo calmamente e dentro da normalidade.

Não quero que este blog se transforme num baby blog, mas é claro que vou partilhar algumas coisas convosco. Contem com, pelo menos, um post semanal sobre a gravidez e a maternidade. E, já sabem, conto com as vossas partilhas e opiniões!

Sobremesa docinha e sem açúcar de quark + whey

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Quem diz sobremesa, também diz snack! Falei-vos, muito por alto, das mudanças que tenho feito na minha alimentação, que tenho feito algum exercício e que tenho recebido algumas ajudas. Tenho um longo caminho a percorrer, é certo, mas grandes mudanças requerem grandes adaptações. É melhor fazer as coisas com calma, para correr tudo bem.

Nunca fui muito gulosa por doces, mas agora que tenho tentado implementar mudanças, verifico que até faço mais asneiras do que gostaria de assumir. Não me martirizo muito com esse assunto, mas se posso melhorar alguma coisa (que as comidas gordas e os lanches e jantares fora continuam – sou muito comilona e não abdico de alguns comodismos!), por que não?

Depois de uma grande refeição de alarve, por que não evitar a gordura e o açúcar desnecessários da sobremesa? Não quer dizer que não se coma algo para servir de consolo. Andei a investigar maneiras de utilizar o whey de caramelo que recebi, e resolvi juntá-lo com queijo quark. Podem adquirir o whey na Zumbu, o queijo quark é do Lidl. Olhem, fica uma delícia e é muito fácil de fazer: é só juntar uma porção de whey (neste caso é de caramelo, mas pode ser de outros sabores) com 250g de queijo quark magro e juntar quatro ou cinco colheres de sopa de água, para ganhar uma consistência mais cremosa. E é isto. Sim, é assim tão simples!

Sei que estes alimentos podem suscitar algumas dúvidas, e em breve planeio falar mais e melhor sobre eles. Por isso, se tiverem alguma questão (ou sugestão, se tiverem receitas para partilhar, agradeço muito!), não se inibam e enviem-ma para que possa responder.

Snacks Fora de Casa

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Dei por mim, no fim das férias, a pensar que pareço uma foca. Digam o que disserem, tenho a perfeita consciência de que não estou pessimamente mal. Estou de bem comigo mesma e com a minha imagem. Mas sei que poderia estar melhor. Sei que poderia ser muito mais saudável!

Não gosto de fundamentalismo, seja este de que ordem for. A nossa passagem por este mundo é curta, pelo que deve ser optimizada. Cada um saberá melhor o que prefere para si próprio. Eu, se puder ser feliz, divertir-me e manter uma boa qualidade de vida – que inclua certos prazeres mas sem descurar a saúde, considero que estou no caminho certo.

Voltando ao meu descontentamento, há cerca de um ano e meio, comecei a mexer-me. Gosto de dar as minhas corriditas, sem grande rigor, que me fazem sentir muito bem. Modifiquei alguns hábitos alimentares. Não como tantas coisas más, e quando as como tento que seja em quantidades menores. Procurei estabelecer algumas rotinas.

O problema é quando temos aquela fome chata entre refeições e a preguiça é grande, sendo mais fácil pegar em snacks gordos que nos saltam à vista nos cafés e supermercados do que investir em lanchinhos saudáveis. Por que hei-de eu fazer sandes quando tenho barrinhas cheias de açúcar prontas a comer? E os batidos, não é tão fácil atirar com natas e chocolates para dentro da misturadora?

É claro que o resultado fica a vista: passado pouco tempo, lá volta a fome. O exercício não rende. A forma não melhora grande coisa. Comecei a ter mais atenção a estes detalhes. Leio rótulos com mais atenção e analiso bem o que cada alimento me fornece. Não sou extremista com esta medida, mas tento evitar certas gorduras e assegurar que tenho o aporte calórico e nutricional de que necessito para o meu estilo de vida. Tive uma ajuda importante: a Zumbu aliou-se ao blog e, para começar, enviou produtos (alguns deles são amostras, mas em bons tamanhos!) que estão a ser úteis neste meu percurso.

Tenho whey de caramelo e barritas de cereais e frutos vermelhos com alto teor de proteína. Gosto de dar preferência aos alimentos na sua forma original, mas como referi atrás, a preguiça impera, por vezes. E dá jeito ter estes elementos facilitadores por perto. Dão imenso jeito para lanches apressados ou imprevistos (gosto de ter estas barritas a jeito na mala). Especialmente se tiver em conta que são deliciosos (docinhos!) e, por isso, não sinto a menor diferença para as barritas habituais ou outros batidos. Se tiverem por aí receitas de sobremesas com whey, agradeço!

Uma coisa é certa: não se metam em dietas malucas e tenham atenção a tudo o que lêem. Reforço que estes snacks não substituem uma alimentação variada e equilibrada e devem ser consumidos, tal como em tudo, com moderação. Têm um elevado teor proteico, que pode ser útil a quem pratica exercício físico e/ou quer uma ajudinha na manutenção do peso, mas tanto o excesso de proteínas como o deficit de hidratos de carbono são prejudiciais para o nosso organismo.

Têm alguma dúvida ou dicas preciosas para dar? Por favor, contem-me tudo!

As Carnes e o Cancro

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Biscoitos do Dia dos Namorados da Whipped Bakeshop.

Esta semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou um parecer sobre a associação entre o consumo de carnes processadas e o aumento da probabilidade da ocorrência de cancro. A notícia foi analisada e deturpada, sendo transmitida pelos media com muito alarmismo.

Pois bem: é importante saber interpretar a informação a que temos acesso e, de qualquer forma, o que foi dito não transmitiu (quase) nada de novo. Já todos sabíamos que comer carnes processadas em excesso faz mal. Todos os excessos fazem mal. No mesmo saco, foram metidas as carnes vermelhas. Mais uma vez, todos sabemos que comer carnes vermelhas em excesso faz mal. Já toda a gente sabia das potenciais consequências do consumo excessivo destes alimentos e o que surgiu agora foi uma série de conclusões relacionadas com estudos comparativos entre determinados hábitos e substâncias.

Segundo o que está descrito no site da OMS, a questão das carnes processadas e das carnes vermelhas foi uma das prioridades da Agência Internacional de Investigação do Cancro, com base nalguns estudos epidemiológicos que sugeriam que havia um pequeno (pequeno!!!) aumento do risco de alguns cancros que poderia estar associado ao consumo excessivo destes alimentos. As carnes processadas foram classificadas como carcinogénicas para os humanos, à semelhança do tabaco. Contudo, os perigos de consumo não são iguais. O que se considera nesta classificação é a evidência científica que diz que um determinado agente é cancerígeno e não especificamente o grau de risco desse agente.

O Global Burden of Disease Project estima que haja cerca de 34000 mortes a nível global (recordem-se que há uma população total estimada de 7.3 biliões de pessoas em todo o mundo) por cancros cujas causas podem (podem, não há certezas!) estar relacionadas com o consumo excessivo de carnes processadas. No que concerne às carnes vermelhas, é referido que não se determina que sejam uma causa de cancro, embora as dietas ricas em carnes vermelhas possam estar na origem de 50000 mortes por ano. O consumo de tabaco, o consumo de álcool e a poluição atmosférica originam um número bem maior de mortes por cancro anualmente (1000000, 600000 e 200000, respectivamente).

Não é por comerem umas fatias de bacon ou irem ao Mc da vida de vez em quando que vão morrer de cancro. Tal como se aprende na escola e tal como é constantemente apregoado um pouco por todo o lado, já se sabia que há alimentos que devem ser mais valorizados que outros e porquê. Também não é novidade que estes alimentos polémicos contribuem não só para o aumento risco de cancro mas também de doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes, entre outras, quando consumidos em excesso. O melhor é mesmo evitar as carnes processadas, mas também se sabe que o consumo esporádico de carnes vermelhas é importante (este detalhe é salientado pela OMS!) porque nos fornece nutrientes que não encontramos com facilidade noutros alimentos.

Mais vale prevenir que remediar. Neste sentido, não é esclarecido pela OMS ou pelo Global Burden of Disease que acompanhamento é que foi feito aos doentes com cancros associados ao consumo excessivo de carnes processadas (e possivelmente de carnes vermelhas). Há que destacar a importância das visitas regulares ao médico e da atenção aos sintomas anormais e que podem ser determinantes perante um cenário de doença. O melhor é mesmo manter uma alimentação e estilos de vida saudáveis, mas sem fundamentalismos. Procurem variar e equilibrar o consumo de alimentos, e sejam felizes!

Contra-notícias

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Elizabeth Taylor,18, numa sala de aula na Hollywood’s University High School, no dia da sua formatura. Foto por Peter Stackpole. Hollywood, 19 de Janeiro de 1950

Um dia destes, saltou-me à vista na timeline do Facebook um cabeçalho de um artigo etiquetado como sendo de “outdoor e alimentação saudável” num conhecido site português. O título era Como a musa da Intimissimi perdeu 12 quilos em dois meses. Bonito! Só por aqui, já dava para adivinhar que vinha dali asneira. E veio.

Lê-se uma espécie de entrevista a uma rapariga que mede 1.66m e actualmente pesa 50kg, mas já pesou 62kg e considerava-se gorda. Está no seu legítimo direito. Creio que cada pessoa deve fazer por ficar bem consigo própria. Quem não está bem, deve mudar. Mas há cuidados a ter, e a imprensa deveria ter um papel activo neste processo de consciencialização. A ideia que o texto transmite é que, efectivamente, esta rapariga que mede 1.66m era gorda quando pesava 62kg, o que estava longe de ser verdade.

Há noções elementares quando se realiza uma entrevista, e uma delas é a imparcialidade. Isto aprende-se na escola. Era o mínimo que se pedia, já que o texto não tem, de todo, ponta por onde se possa pegar. Nesta entrevista, há julgamentos por todo o lado. Desde a primeira à última questão: “ganhou 12 quilos, sem ter muita noção”, “quando e como é que caiu em si?”, “os seus amigos e pais não a chamavam à atenção?” (adoro a formulação desta última questão, a sério).

As respostas que surgem de seguida são típicas de uma pessoa desinformada e nem deveriam ser transmitidas em modo de incentivo a que outras pessoas sigam o mesmo exemplo. No final da entrevista, lá surge um parênteses a desencorajar outras pessoas de seguirem o mesmo caminho, por parte da entrevistada. Mas no geral, é isto que temos: maus hábitos alimentares, dietas drásticas e nada aconselháveis, muitas falácias. A entrevistadora ainda pergunta à modelo se “tem orgulho e gosta de ser saudável”. Perder 12 quilos em 2 meses (recorrendo a uma alimentação que não se aconselha a ninguém) é ser saudável?

Ser saudável é aceitar-se sem cair em extremos, é comer de forma variada e dar ao nosso organismo toda a nutrição de que necessita (sim, isso inclui a ingestão de hidratos de carbono!), é praticar exercício físico, é conviver, é ser feliz, é não ter de ouvir, sequer, insinuações alheias e muito menos ter de dar satisfações por sermos assim ou assado.

Muito sinceramente, preocupa-me que o maldito artigo tenha potencial para chegar a tanta gente e que, infelizmente, possa causar transtornos a quem não vai, sequer, questionar o que leu. Não sei como esperam que se mudem mentalidades e que se acabe com problemas graves como os distúrbios alimentares e toda uma panóplia de doenças mentais associadas quando nos espetam com pérolas literárias destas no ecrã.

Muito se fala da autoestima e da autoimagem, muito se promove a aceitação da diferença, mas estamos em 2015 e ainda se permite que haja conteúdos perigosos em destaque sem que haja uma chamada de atenção. Por favor, tenham muito cuidado com a informação que vos é oferecida e não se deixem influenciar por tolices!

Alergia ao Sol #2

Eu sei que não tem nada a ver, mas apeteceu-me ser um bocadinho mete-nojo e colocar aqui esta montagem com fotos tiradas pela Ana Rita (http://www.lets-talk-about-beauty.com/).
Eu sei que não tem nada a ver, mas apeteceu-me ser um bocadinho mete-nojo e colocar aqui esta montagem com fotos tiradas pela Ana Rita (http://www.lets-talk-about-beauty.com/).

É uma grande falha não dedicar mais tempo a este assunto importante e que faz parte da minha existência. Afinal, há cada vez mais pessoas a sofrer de alergias solares e é dever de quem tem o dom da palavra alertar e ajudar nestas situações. Antes de escrever este post (esperem, que não vem daqui nenhum testamento… Por enquanto!), fui vasculhar o que já tinha escrito sobre o assunto aqui no blog e concluí que falei dele duas vezes, aqui e aqui.

Vou ter de preparar um post com tudo bem explicadinho. Hoje, quero só partilhar convosco um episódio chato e que poderia ter sido evitado. Nunca apanhei um escaldão. Bronzeio com muita facilidade. Contudo, nunca descurei a aplicação de protector solar. Aos 19 anos, passei a ter ainda mais cuidado, porque comecei a ter alergias com muita facilidade. Utilizo protector solar todos os dias, todo o ano, e quando estou exposta durante muito tempo (caso dos dias de praia e piscina – procurando sempre zonas de sombra nas horas críticas!), procuro reaplicar com alguma frequência. Consegui passar o Verão do ano passado sem transtornos, e este ano ia pelo mesmo caminho.

Ia! Ontem, coloquei a uso uma embalagem de protector solar do ano passado que estava guardada em boas condições. Toda a gente lê sobre a validade dos produtos e sobre a perda de propriedades e eficácia que têm, mas nem sempre temos o maior rigor na sua utilização. Cá para mim, pensei que o dito protector solar ainda estava em perfeitas condições, já que o cheiro, cor e textura se mantiveram como seria suposto. Tenho passado os dias desta semana na piscina.

Há coisas que os olhos não vêem, e hoje à tarde comecei a ficar com muita comichão e ardor generalizados. Quando me vi ao espelho, parecia um Ferrero Rocher com pernas! Bem conheço esta ladainha. Cá estou eu, com uma brutal alergia solar, com os anti-histamínicos (não se automediquem, procurem sempre ajuda dos profissionais de saúde!) do costume e a dar por terminada a minha época balnear de 2015. Moral da história: respeitem a validade do protector solar e façam pela vossa saúde.

Óculinho Novo

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Vocês que já me conhecem, sabem que tenho duas características bem vincadas: sou muito vaidosa e padeço de uma espécie de Síndrome de Diógenes. Isto significa que, se puder, tenho muitos exemplares de cada coisa. Just in case e porque gosto de variedade.

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Sou míope, também já partilhei convosco noutras ocasiões. Sou um pouco negligente. Tenho evitado utilizar lentes com muita frequência, mas nem sempre (quase nunca, aliás!) ando de óculos na cara. É sinal que não vejo assim tão mal, mas dou conta dos olhos sem necessidade porque me canso das armações ou não acho que fiquem bem, de todo, com o que visto e sinto e quero transmitir no dia-a-dia.

Felizmente, há cada vez mais opções low cost com qualidade tanto em lojas físicas como em lojas online e assim, de tempos a tempos, dá para ir ampliando a colecção. Sim, é bom ter algo neutro que sirva para tudo, mas quem não namora armações mais extravagantes? Eu até acabo por atirar uns óculos para dentro de cada mala, e assim garanto que estou sempre prevenida para tudo.

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Fui desafiada pela Firmoo a escolher uns óculos novos e encomendei o modelo #F044, o que podem ver nas fotos. Como sabem, não são os meus primeiros óculos desta loja e o que posso dizer é que notei que houve uma ligeira subida de preços, que se justifica com uma melhoria na qualidade das armações e lentes. Não que as armações “antigas” fossem más, mas pelo menos o plástico desta armação parece mais resistente. Este modelo específico nem precisou de ajuste nas hastes, o que é uma raridade nestes modelos gigantes, tendo em conta que sou pequenina.

Se precisarem de renovar os vossos óculos, aproveitem. É frequente haver descontos e tudo na Firmoo, e garanto-vos que fica tudo bem mais em conta do que nas lojas físicas!

Medalha de Bronze nº6 – Piz Buin

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A primeira Medalha de Bronze deste ano não vai só para um produto, ou só para uma linha. A Piz Buin é um dos nomes mais fortes da protecção solar. Há alguns anos que não utilizava produtos da marca. Haja bom senso: se tenho produtos que experimento e dos quais gosto, para quê comprar mais? Quis o destino que, este ano, recebesse alguns desta marca para experimentar e a qualidade não decepciona.

Já levo uns poucos dias de sol em cima e não me arrisco a sair à rua desprotegida. Sou alérgica ao sol, recordam-se? Nunca na vida apanhei um escaldão. Bronzeio com muita facilidade. Desculpas para não usar protector solar? Nunca! Um dos maiores problemas e que desmotiva muita gente quando é hora de ir para a praia ou para a piscina é a textura dos protectores solares. São terríveis, pegajosos, são um sarilho de aplicar e espalhar e ficamos com as mãos numa bodega. Nos últimos anos, têm surgido várias fórmulas em spray, mas poucas são as que resistem aos banhos sem que o produto se dissipe todo.

Os solares em spray da Piz Buin juntam tudo o que há de bom e conveniente no mundo da protecção solar nas suas embalagens: produtos eficazes, de cheiro agradável, fáceis de aplicar, sem serem pegajosos e que duram. O Instant Glow ainda tem o bónus de deixar partículas brilhantes, muito discretas, na nossa pele. Sim, que também têm aparecido alguns protectores solares deste género mas há quem considere que tem muitos brilhantes, com partículas de grandes dimensões.

Este ano, o Verão está a ser muito generoso e esta rubrica promete. O meu Tan & Protect já vai a menos de metade. Não creio que nem ele nem o Instant Glow sobrevivam a Julho. Entre favoritos e novidades, estejam atentas porque muito teremos para conversar sobre protecção solar!

Quais são os protectores solares que têm a uso de momento?