Categoria: Poupança

Andam a beber o que não devem?

garrafasRefaço a pergunta: por onde andam vocês a beber?

É certo e sabido que faz bem à saúde ingerir uma quantidade considerável de líquidos durante o dia, e fico feliz por constatar que cada vez mais as pessoas prestam atenção a isso e é cada vez mais comum ver a malta de garrafa de água em punho. Euzinha incluída, mas deixei de o fazer há algum tempo.

E o porquê?

Parece que já os meus avós adivinhavam quando nos impediam de beber água das garrafas de plástico que ficavam guardadas no carro, durante as viagens.

Segundo se sabe hoje, as garrafas PET, que são as vulgares garrafas de plástico, libertam substâncias nocivas para a saúde ao fim de algumas utilizações e principalmente se forem expostas a mudanças de temperatura.

Eu não quis acreditar e fui vasculhar na Internet. E a conclusão a que cheguei é que a maioria das fontes (e algumas delas bastante fiáveis) fala, realmente, da toxicidade de alguns dos químicos constituintes das garrafas.

Então, o que se pode fazer?

Eu andava sempre com a mesma garrafinha para poupar dinheiro e problemas ambientais, se bem que as garrafas de plástico são recicláveis (ena, até servem para fazer t-shirts…). O melhor é mesmo desfazermo-nos (ou pelo menos arranjar outro fim) das belas das PET e arranjarmos alternativas.

Hoje em dia, o mercado oferece-nos montes de opções neste sentido e por isso há que saber escolher bem antes de comprar. É verdade que a curto prazo as garrafas de plástico são muito mais baratas, mas passado uns tempos, se fizermos as contas, chegamos à conclusão que já gastámos dinheiro a mais em garrafas destas.

Para além disso, a longo prazo, podemos vir a desenvolver doenças e cancros graças a estas meninas.

É de evitar todo o tipo de garrafas de plástico, sejam elas estas tais PET ou do género das que o pessoal costuma ter quando vai ao ginásio. Não há desculpas, mesmo que seja para guardar água, chá ou seja lá o que for, o melhor é optar por garrafas de vidro.

Já para transportar, a melhor opção são as garrafas de alumínio e da mesma família, tipo Sigg e afins, que são as que acarretam menos riscos para a saúde. Agora até as há bem bonitas, com desenhos e tudo, para ir de encontro aos gostos e preferências de cada um.

São mais caras, é verdade, mas vejam as vantagens: não se estragam facilmente, não têm que as deitar fora ao fim de algumas utilizações e ainda conservam temporariamente a temperatura da bebida que lá meterem dentro. É uma amiga para a vida!

Nas lojas de desporto encontram opções bem acessíveis, sem ligar a marcas nem à bonecada. Creio que comprei a minha garrafa de alumínio de meio litro, azulinha, na Sportzone e custou-me cerca de 3€.

Refaçam as vossas escolhas, cá está algo que é bom para nós e bom para o ambiente.

Só precisamos do que temos

compras vintage

E o resto é supérfluo.

E não venham com histórias, porque se estão a ler este blogue é porque têm um tecto, comida, roupa, conforto.

Ainda assim, podemos pensar na miséria dos outros, lá nos sítios longínquos, que embora passando graves necessidades ainda conseguem sorrir.

Não é por causa disso, no entanto, que vamos encaixar nas nossas cabecinhas que, oh meu deus, somos uns bichos pecadores sem perdão que consumimos o que podemos e o que não podemos. Consumistas, sim.

Se podemos mudar alguma coisa? Podemos e devemos.

Principalmente, também devemos pensar no próximo, seja ele o nosso vizinho ou o filhote que está para vir e ainda nem foi planeado, o esquimó que está prestes a ficar sem gelo, a senhora que está em risco de morrer à fome ou à sede numa África muito seca ou, falando em algo que paira nas nossas notícias actuais, nos milhões de pessoas que neste momento estão a sofrer no Haiti.

No entanto, também não nos podemos esquecer que se correspondemos a um determinado padrão de luxo e conforto foi porque a nossa sociedade nesse sentido evoluiu e quanto a isso nada há a fazer. Será que vocês que neste momento estão sentados ao computador a fazer trabalhos, a ler emails, a pagar contas, a espreitar os blogues e sites do costume abdicariam dele? Ou da Internet?

Será que quem tem uma máquina de lavar loiça abdicaria dela? Só não faz falta a quem não tem, porque está habituado a desenrascar-se de outra forma qualquer. E quem fala numa máquina de lavar fala noutra coisa qualquer.

Por isso, e porque a coisa está preta, convém ponderar muito bem antes de abrir a carteira.

Que podemos fazer para travar (um pouco) o consumismo?

  • Comecemos pelo mais fácil: poupar nas pequenas coisas. Percebem agora o post anterior?
  • E falando em poupar em pequenas coisas, nunca fica mal reforçar que convém pensar muito, muito bem antes de comprar até um bolinho ou chocolate. Será que precisamos mesmo deles? Não! E saem caro para a carteira e para a saúde.
  • Não olhar para anúncios. A sério! Eles fazem-nos mal, as marcas fazem-nos mal. Para além disso, tod@s nós sabemos por experiência própria como em muitos dos casos a publicidade é enganosa. Não há muitas desculpas para cair em erros, com a Internet toda a gente tem direito a falar e o que não falta por aí são críticas honestas a todos os produtos que possamos imaginar: basta procurar.
  • Criar uma wishlist pode ser uma boa ideia. Eu faço-o, prefiro esperar um certo tempo até adquirir o que quero (por vezes até saem modelos melhores e os preços descem!) mas fazer uma compra inteligente. Para além disso, com uma lista percebemos o que realmente nos faz falta e aquilo que é meramente acessório. Quando vamos às compras há também a vantagem de, desta forma, não nos dispersarmos e trazer apenas o essencial.
  • Devemos dar valor ao que temos. Vamos olhar para tudo o que nos pertence e apreciar.
  • Se já não gostarmos dos nossos haveres, temos duas hipóteses: doamos a quem goste/precise ou reciclamos. Por que não? As coisas até ficam mais bonitas só pelo valor do nosso trabalho.
  • Vamos parar de comprar. Vá, sem dramas! Os bens necessários (compras semanais para a casa, transportes, medicamentos) não contam. Por que não experimentam uma semana sem gastar dinheiro em mais nada? Vão concluir que, se calhar, andavam a gastar mais do que o necessário e que afinal conseguem perfeitamente viver confortavelmente sem algumas das coisas do costume. Experimentem cortar nos jornais, por exemplo.

Este post pode soar a tio-patinhice, mas experimentem uma coisa ou outra e vão ver como tenho razão. Olhem para vós e olhem para quem está à vossa volta.

Nós só gastamos porque temos para gastar!

E quem não tem? Já que temos, devemos gastar com responsabilidade. Temos aqui um grande desafio: será que ao poupar conseguimos realizar aquele objectivo especial? Fazer a nossa viagem de sonho? Ajudar quem precisa? Comprar aquela peça XPTO que nunca comprámos porque não tínhamos dinheiro ou achávamos muito cara?

Menos é mais.

Vamos brincar à poupança

mealheiro

Penso que tod@s vocês sabem que estamos em época de crise e que a situação está a ficar cada vez mais feia e que, sim, é possível reverter este problema mas até que isso aconteça vai levar algum tempo.

Portanto, é preciso conter os gastos e ir poupando onde podemos.

É isto que nos ensinam quando somos pequeninos, que não podemos gastar ao desbarato e não acredito que haja alguém por estas bandas que nunca tenha tido um mealheiro!

É possível poupar se cortarem no tabaco, nos pequenos-almoços e outras refeições pouco saudáveis fora de casa (pode parecer ridículo, mas não custa nada levar um saquinho com a comida quando formos para a escola ou para o trabalho! Há tantas opções diferentes e sai tudo muito mais barato e menos danoso para a saúde, acreditem).

Nas revistas que compramos e deitamos fora passada uma semana (hoje em dia não há desculpas para andarmos desactualizad@s: temos toda a informação que quisermos e mais alguma na Internet), nos transportes (dou-vos como exemplo este mês. Não comprei passe porque durante quase metade do mês estive de férias e, portanto, não compensava gastar quase 30€ no passe, que compro durante os meses em que tenho aulas.

Um bilhete daqui a loures custa 0,80€, o que na minha opinião é um exagero. Assim, tento apanhar o autocarro só de manhã, que é quando tenho pressa para chegar à escola. À vinda, ou se tiver que voltar à escola, venho a pé o máximo de vezes possível e desta forma até faço exercício físico) e desta outra maneira que vos vou sugerir.

De há uns tempos para cá, recriei o hábito de ter um mealheiro. Aliás, dois. Num deles, guardo as moedas pretas que o namorado me dá porque não gosta de as ter na carteira (a lata quase já não fecha! Tenho que começar a trocar as moedinhas de 1, 2 e 5 cêntimos por moedas maiores e notas…). No outro, coloco, no mínimo, 0,20€ por dia. Parece ridículo? 20 cêntimos não chegam para nada, não é? Façamos as contas.

Ao fim de 5 dias a colocar 0,20€ no mealheiro, temos 1€.

Não é grande espingarda, pois não? Ao fim de um mês de 30 dias a amealhar 0,20€, temos 6€. Já faz a diferença? Ok, ainda não vos convenci. Ao fim de um ano de 365 dias, amealhámos 73€, o que já tem algum peso, principalmente se forem jovens como eu e dependerem dos vossos pais. Querem mais? Experimentem ir fazendo este jogo com quantias maiores, amealhem todo o dinheiro que não gastaram ao final do dia.

Durante este mês em que não tenho passe, tenho guardado cerca de 1,20€ por dia, que é o que me sobra dos 2€ que a minha mãe me dá para os transportes diariamente. Tendo em conta que recebi esta quantia por 6 dias, já amealhei 7,20€ desde a semana passada só com os trocos dos transportes! Jeitoso, não?

Tentem vocês também ir amealhando e contem-me quanto é que conseguem poupar com aquelas moedas que, aparentemente, não fazem grande festim dentro dos vossos porta-moedas.

Nacos de Soja

strogonoff soja

Comer pode, por vezes, ser difícil.

Se pensarmos na variedade dos alimentos que ingerimos chegamos à conclusão que no meio de milhares ou milhões de espécies, acabamos sempre por comer os mesmos cinco ou seis bichos e outra dúzia de vegetais. O truque está em combinar todos os ingredientes de diferentes formas.

No entanto, porque a vida está difícil ou porque há gente esquisita (como eu, mas reconheço que agora ando menos niquenta) que não gosta de uma série de coisas, parece que temos sempre as mesmas coisas no prato. Assim, torna-se importante a procura de novos sabores. Sem preconceito! Ou pelo menos fingimos que sim.

Costumo navegar em diversos blogues e sites de Culinária, cheios de pratos apetitosos, uns mais do que outros, e com montanhas de coisas novas lá pelo meio.

Eu, fã assumida de tudo o que é bife, consegui engraçar com uma série de pratos vegetarianos, a maior parte dos quais com soja lá pelo meio.

No entanto, só no sábado é que me lembrei de passar na secção dos produtos especiais tipo Celeiro e ganhei coragem para trazer soja em nacos. Por 300g paguei cerca de 1,70€. É justo, 300g dá para imensa coisa e sendo assim é mesmo muito económico, principalmente tendo em conta que tem um prazo de validade bastante alargado: a soja em nacos vem seca em embalagens de plástico, como se fosse massa.

Faltava saber se realmente a soja era boa. Dizem as más línguas que não! Eu não quis acreditar.

E foi hoje que experimentei. Podia ter feito milhentas coisas, mas decidi começar pelo meu prato preferido, decidi ver como ficava a soja com molho de strogonoff.

Segui as instruções da embalagem e deixei a soja de molho em água a ferver por meia hora. Como tive algum medo de não gostar do sabor da soja, preferi juntar logo um caldo Knorr. Diz-se que os temperos e molhos devem até ser adicionados à soja nesta fase em muitos casos, pois são absorvidos de uma forma mais eficaz.

Depois, fiz o strogonoff como de costume. E ficou como podem ver na foto!

Quanto ao sabor… Bem, não sabe a carne. Mas também não sabe mal! Nem sei dizer bem a que sabe, nem sei se sabe a soja. Ficou muito bom. A soja tem uma textura esponjosa, creio que o mais semelhante que consigo encontrar a isto são as moelas, que ainda assim não são tão esponjosas.

Graças a esta mesma textura, tanto o tempero como o molho foram bastante mais absorvidos e foi mais rápido cozinhar desta forma do que com carne.

Fiquei fã! Da próxima, experimento sem o caldo. Ah, e hei-de fazer outros pratos, cozinhando tal e qual como se fosse carne! Para além do frango, do peru, do porco, da vaca, do salmão, do atum e pouco mais do que isto, agora há a soja. É um sabor novo!

Acompanhei com polpa de goiaba, mas esta é assunto para outro post.

Agora, deitem fora os preconceitos e toca a experimentar!

Decorar com Pedras

pintar pedras

Não sei se vocês são do tipo de pessoas que desprezam o que por aí encontramos, como pedras e calhaus.

Se são, passem a olhar para os sítios por onde passam com mais atenção.

Nunca pensaram que os seixos da praia podem dar bons elementos decorativos? Olhem para a imagem. Não são mais do que pedras pintadas com tinta acrílica.

Também podem decorá-las com folha de ouro, ou pintar animaizinhos ou o que vos der na veneta.

Convido-vos a experimentar! Os vossos pequeninos também irão gostar. Só têm que ter cuidado e ter sempre olho neles.

Meia dúzia de coisas sobre Botões

coraline buttons
Olhos de botões. Retirado do filme Coraline and the Secret Door.

Botões. Todos nós os temos à solta por casa fora do sítio onde deviam estar.

O que lhes podemos fazer?

  1. Comecemos por mantê-los bem presos à roupa. Para isso, convém que estejam bem cosidos e, se for preciso, pôr uma gotinha de verniz transparente bem no centro, onde se juntam as linhas. Desta forma, o risco de se descoserem é muito menor.
  2. Também ajuda se formos meiguinh@s quando engomamos a roupa! Pode dar jeito engomar os sítios próximos dos botões com uma placa de alisar cabelo. Assim, para além de não abandalharmos as linhas, também não expomos botões ao calor, o que lhes dá um aumento significativo da durabilidade.
  3. Caíram os botões ou há por aí botões sem utilidade? Que tal usá-los para guardar os brincos? Em vez de andarmos à procura dos pares no meio de uma caixa cheia de brincos, é mais fácil se os prendermos em botões. Convém que tenham, no mínimo, dois buracos (logicamente).
  4. E por que não fazer mesmo brincos com botões, como se vê aqui e aqui?
  5. Quem fala em brincos, fala em colares, pulseiras, roupa, acessórios e coisas para a casa. Inspirem-se aqui, dêem asas à imaginação e, eventualmente, leiam este blogue que até tem um livro.
  6. Para terminar, e esta é para quem gosta de coisas mais personalizadas, dá sempre para “inventar” botões. É possível pegar em tecidos que gostemos para mandar forrar botões na retrosaria ou fazê-los com massa FIMO, ou de outra maneira qualquer. Para fazer qualquer uma das sugestões acima ou para substituírem os botões feios e vulgares da vossa roupa!

Divirtam-se!

Descontos e muita festa!


Mostrem roupa bonita e barata a uma mulher e peçam-lhe para não fazer compras.

Não dá! O roupeiro mal fecha, mas há sempre peças em falta e peças que não têm arranjo que as torne novamente “vestíveis”.

Isto para vos dizer que dêem uma vista de olhos no catálogo da La Redoute, que está com descontos até 60% em toda a colecção Primavera-Verão ’09, até 14 de Julho.

Já tenho as minhas escolhas feitas!

Amig@s da Saúde e da Carteira

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Antigamente, não havia máquinas cheias de comida da treta e cafés à mão de semear.

Não havia ao dispor das pessoas quase nenhuma das facilidades e confortos que temos hoje em termos de alimentos, para além de que muitas famílias não se podiam dar ao luxo de gastar dinheiro com comida já embalada e pronta a levar (esta faz parte dum antigamente já muito recente), quando ainda por cima a maior parte tinha hortas e quintais com alguns cultivos para a família.

Não sei o que dirão vocês, mas eu acho um grande abuso o dinheiro que cobram por peças de fruta (quando está disponível), sandes, sumos e leites até mesmo no bar da escola. Para além disso, não temos uma grande variedade de alimentos à nossa escolha, sendo a maior parte do que há para comer muito precária a nível nutricional.

No entanto, o que fazemos nós? Continuamos a gastar dinheiro em folhados e bolos mal-cheirosos. Experimentem fazer as contas: sei que 2€ é, provavelmente, uma quantia exagerada para o que a maior parte de nós consome ao pequeno-almoço ou ao lanche. Ainda assim, com esse valor, num mês podemos chegar a gastar 50€ com esta brincadeira, se só contarmos com uma “refeição”. E por que é que insistimos?

Outra coisa que me deixa extremamente aborrecida é ver as lancheiras dos meninos da escola, cheios de bolicaos e batatas fritas porque, segundo os pais, é o que sai mais barato. Não, não é! Todas as escolas primárias do estado são obrigadas a fornecer aos alunos aquilo que se chama leite escolar.

Se os pequenos não gostarem, há sumos e essas coisas que os pais podem comprar e que, eu garanto, não saem caras! Cinco sumos ou leites ou seja lá o que for ficam significativamente abaixo dos 2€ que gastariam numa ida matinal ao café. E o pão? Será que custa assim tanto fazer sandes com doce, queijo ou fiambre ou outra coisa qualquer na véspera ou mesmo de manhã antes de sair de casa? Acreditem que o que vão gastar nisso numa semana fica bem abaixo do pacote de bolicaos.

Se os meninos da escola podem levar o lanche, por que é que se perde esse hábito?

Por que é que nós não fazemos como eles? Vejam a foto acima. Sabem o que lá está? Bolsas para as merendas, antigas (na verdade são guardanapeiras, mas raramente devem ter sido usadas como tal). Tenho uma pilha enorme delas cá em casa e perguntei à minha mãe se as podia usar, pois não ocupam espaço nenhum na mala com uma sandes, pacote de bolacha integral ou peça de fruta e um leite ou iogurte, e assim não tenho que usar sacos de plástico. Escolhi três, é mais do que suficiente para ir revezando.

Desta forma, não vou estar a engolir as gorduras e óleos dos cafés e bares que só fazem mal ao colesterol, à pele e a tudo. Nem vou estar a gastar tanto dinheiro com comida, que faz tanto jeito para outras coisas. Como vêem, não há desculpas para continuarem a abusar do vosso organismo e do porta-moedas.

Podem ir mais longe e fazer como eu, quando tinha que almoçar fora de casa: estaria a mentir se dissesse que não como porcarias nem como no shopping, mas na maior parte dos casos levava uma caixinha com o almoço (se tiverem sítios próprios para aquecer o comer, óptimo. Se não houver, têm que fazer comida que seja boa fria).

Tens Mortalhas?

Há uns dias, li algures que as folhinhas que absorvem a oleosidade da pele da Clean & Clear (eu digo Clean & Clear porque são as únicas que vi à venda por estas bandas!) podiam ser substituídas por papel seda branco. Fiquei céptica, até porque sei lá que raio de químicos e nhanhas é que eles metem no dito papel. E lá fui eu pesquisar, até que certa alminha genial referiu as belas das mortalhas.

Sim, mortalhas! Aqueles papelinhos do tabaco de enrolar.

E aí já vi mais credibilidade na coisa e não hesitei em testar: há dois ou três dias fui à tabacaria mais próxima e por 0,55€ comprei um bloquinho de 100 mortalhas (refira-se que as folhinhas das marcas XPTO do combate ao acne e à oleosidade custariam, sem qualquer dúvida, mais do que uma nota!) que me vai durar montanhas de tempo e que cumpre perfeitamente a função: os papelinhos mandam a oleosidade para o galheiro e não dão cabo da maquilhagem! Testem vocês mesm@s e vão ver como eu tenho razão!

Ah, e para que não sintam vergonha de andar com as ditas cujas na bolsa e serem mal interpretad@s se alguém vos vir com as belas das mortalhas na mão, por que não fazerem os vossos próprios envelopezinhos com cartolina e alguma imaginação? Não é preciso ser um grande artista para realizar esta tarefa, mas se mesmo assim não quiserem ter muito trabalho… É questão de procurar a marca de mortalhas que mais vos agrada, garanto-vos que há designs de embalagens bem bonitos por aí!