Categoria: Pessoal

Estou aqui!

Marlene Dietrich em Seven Sinners (1940)
Marlene Dietrich em Seven Sinners (1940)

Haverá namoro pior que aquele onde as palavras falham e as ausências se vão prolongando? Eu não sou pessoa de pedir tempos, e tenho a certeza que a nossa história não acabou, mas sei que não tenho sido uma boa parceira. Encaremos este nosso compromisso virtual, onde escrevo e vocês procuram ter o que ler e o que ver, como uma espécie de poliamor. Modernices.

Nestas coisas dos projectos, dos amores e das famílias, creio que todos concordamos que têm de existir princípios de equidade. A atenção deve ser distribuída de forma justa e conforme as necessidades existentes. Neste momento, a Enfermagem, essa chata, requer de mim muito mais investimento. Eu própria, que tenho passado bocados complicados, chego ao ponto de quase arrancar cabelos e preciso de gostar mais de mim e dedicar mais tempo ao meu sossego.

Não quero que vocês vão embora. Isto não é o nosso fim! Quero que se lembrem que sempre depositei muito de mim neste projecto, e até tenho trabalhado (embora eventualmente não reparem) nos detalhes e floreados do nosso blog. Será pedir de mais que continuem por aqui?

Ah, no meio do turbilhão que tem sido a minha vida, ainda vou apanhando no ar algumas histórias das que vão acontecendo. Ouvi, por estes dias, umas poucas baboseiras ditas por tolinhos que afirmam ter blogs e serem bloggers. Houve quem ficasse ofendido, mas a verdade é que o melhor é nem passar bilhete. Logo lhes passa a febre, tal como acontece com as crianças quando se lhes dá a última novidade do mundo dos brinquedos e já pouco querem saber deles passado três dias. Aos que julgam ser o Sol, basta deixá-los sozinhos no seu universozinho de poeira e cotão rosa-piroso.

Quem gosta de escrever para os outros genuinamente não deve sentir-se diminuído com parvoíces destas. Quem gosta de ler vai sempre saber quem pode visitar. Por mim, com toda a humildade possível, garanto que enquanto houver Internet, terão de me aturar. Nem que, por uns tempos, seja assim em modo relâmpago!

Problemas de Logística

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Quando chegam as meias estações e tenho de fazer mudanças de roupas e sapatos (que aqui não dá para ter tudo a jeito e exposto durante todo o ano!), fico sempre com uma dor de cabeça que nem vos digo, nem vos conto.

Bom, a verdade é que a minha dor de cabeça não se fica pelas meias estações. Creio que posso dizer que todas as semanas, todos os dias, o filme se repete, para que vejam o caos em que vivo. Para não vos massacrar muito com o assunto, vou ficar-me por uma pequena fracção da história. Senão, aposto que iriam sair daqui com uma dor de cabeça como as que tenho.

Considero que não tenho assim tanto calçado quanto isso. Vá, se calhar tenho mais que as pessoas normais. Tenho algumas dezenas de pares. Possivelmente, já passei a centena. Estimo muito os pares que tenho e duram anos, mesmo quando os uso exaustivamente. Quando têm visíveis sinais de desgaste, descarto-os logo ou levo ao sapateiro caso tenham remédio.

Tento manter o tipo de calçado organizado por caixas ou sacos de modo a ter todos os pares de uma mesma família (sapatos de salto, sapatilhas, sandálias, sabrinas, botas, …) organizados, simplificando a tarefa de vislumbrar todas as opções na hora de as escolher. Não é que, mesmo assim, dou por mim invariavelmente com uma guerra de sapatos instalada no chão do meu quarto todos os dias?

E arrumar tudo? Não há espaço. Divido o quarto, não sou só eu e não grande arrumação. Tenho caixas debaixo da cama, mas não chega. Tenho caixas empilhadas ao fundo da cama, mas não chega. É um pesadelo. Não sei o que é pior: arrumar tudo direitinho ou ter de desarrumar tudo para ver o que tenho. É um filme, uma tragédia.

Já está na altura de me pirar do ninho e encontrar o meu próprio lar, com direito a closet e tudo…

Será exagero?

Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.
Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.

Sou exagerada e friorenta em proporções quase iguais. Durmo de botija e, se preciso for, em Agosto não esqueço as meias de lã. Ninguém merece ter os pés frios. Contudo, não posso sentir no ar os aromas da Primavera nem ver um raio de sol, que quero logo andar de perna ao léu e pés semi-descalços.

É simples: não gosto da cor de lula do tempo frio e tampouco me sinto confortável de meias que se colam à pele. E os collants terríveis que teimam em esburacar-se num ápice? Não há quem aguente.

Consta que até ao final da semana as temperaturas serão amenas durante o dia. Preocupa-me estagiar num local mais fresco que a restante Lisboa, mas para o tempo que levo a sair de lá e deslocar-me para qualquer outro sítio, acho que já dá para arriscar.

Eu bem sei que ainda regressará o tempo frio, mas nos tempos que correm há que aproveitar as abébias que o São Pedro nos dá, certo? Tenho tantas sandálias e sabrinas bonitas, já para não mencionar as sapatilhas de lona, que pedem tempo assim para poderem sair à rua. Estou farta de botas, que martírio. Serei a única? Será exagero?

Knock, knock.

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Está alguém aí, ainda? Que tal correm os festejos típicos do mês de Dezembro? Ai, ai, bem sei que já não há pachorra para estes meus hiatos, mas não tenho conseguido melhor que isto. Sim, estou viva, e bem (dentro do possível). Este é o último ano na faculdade, não tem sido nada fácil conciliar tudo e mais alguma coisa, e a história das férias de Natal é um engodo, porque acabam sempre por servir para resolver todos os assuntos que não conseguimos tratar durante o resto do tempo. Vá, confesso que tive direito a uns dias de descanso e que não quis pôr os pés por aqui. Pelo Instagram, sempre vou dando notícias, que é muito mais fácil e rápido.

O blog poderá continuar a meio gás (dizer adeus, nunca!), mas está tudo organizadinho para que não ocorram mais episódios destes de desaparecimentos gigantescos. Também andei a vasculhar nas vísceras do bicho (bicho, blog!), que andava com uns poucos problemas que já me arreliavam há algum tempo. Como sempre, tenho muitas coisas para contar e pouco tempo disponível para o fazer.

Ainda não consegui tratar de ver as entradas do último passatempo, mas já falta pouco para conseguir lançar as vencedoras. Em breve, para começar 2015 em beleza, prometo que trago presentes para vocês. Afinal, até aos Reis ainda estou a tempo, verdade?

Dias negros para as compras

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Consta que as tradições dos outros países são contagiosas e, de ano para ano, têm aumentado as alusões à acção americana Black Friday por terras lusas. Este dia (que, em muitos casos, se transformou num fim-de-semana inteiro, vá-se lá entender a estratégia) que sucede o Dia da Acção de Graças, muito resumidamente, é visto em termos comerciais como o início da preparação para o Natal.

As lojas e marcas aproveitam para oferecer imensos descontos e promoções, a malta agradece. Não há nada que me faça muita falta, pelo que eventuais compras seriam um capricho. Confesso que nem sequer tive motivação para bisbilhotar as ofertas deste período como deve ser, significando isto que não fiz compras nenhumas no próprio dia.

Hoje, após o almoço, aproveitei para dar uma volta pelo shopping do costume para procurar um blusão preto que me agradasse e deparei-me com os vestígios das promoções especiais. Como é que é, senhores comerciantes? É impressão minha ou retiraram as peças mais jeitosas dos expositores? Bastou-me entrar na Zara e ver as movimentações das funcionárias, que estavam atarefadíssimas, para perceber que estavam a devolver à loja o seu aspecto “normal” e que houve imensas peças que foram retiradas de cena durante o dia de ontem, numa tentativa de escoar artigos desinteressantes e mais que batidos.

Afinal, foi ou não foi uma boa oportunidade para fazer compras? Tenho a certeza que algumas de vós terão feito boas compras (onde e o quê? Já sei que as lojas online, no geral, ficaram viradas do avesso). Cá por mim, o melhor é mesmo esperar pela época que sucede o Natal. Saldos, vinde a mim!…

Em Recuperação

Pés de Molho
Imagem de fonte desconhecida.

Tinha em mente ter regressado às postagens frequentes algo mais cedo, não fosse a Internet do meu primeiro destino (não confiem em pessoas das operadoras que vos dizem que oferecem o melhor serviço de todos nem que seja o pai, a mãe ou o namorado!) ser completamente obsoleta e estar completamente fora de questão postar a partir da praia, onde o sinal da rede era substancialmente melhor.

A meio do meu descanso, tive a melhor surpresa de sempre. Tive de passar por Lisboa durante uns dias, mas longe da civilização, com o tempo contado ao segundo e com muitas caminhadas. Resumindo e concluindo: precisei de uns quantos dias de hibernação para recuperar o fôlego e a saúde dos meus pés.

Habitualmente, ando imenso e não refilo. Adoro caminhar por longos períodos e não me canso. Contudo, caí no erro de percorrer Lisboa (contabilizem mais de dez quilómetros) num dia de sol e calor com umas sandálias assassinas. Juro que não tinha ideia de que fossem tão desconfortáveis, porque nunca me tinham magoado os pés e nem sequer são novas nem feitas de materiais reles. Foi inacreditável, fiquei com tantas bolhas que passei os dias seguintes (sim, que se seguiram mais uns poucos quilómetros nessa noite e mais dois dias de muito andar) feita maltrapilha, de ténis feios mas incrivelmente confortáveis. Burra fui eu, que aposto que nem sequer umas Havaianas teriam deixado os meus pés em estado tão miserável.

Acabei por ter de passear desconfortável. Desconfortável na medida em que não há cá maneira de uns ténis algo consistentes e espalhafatosos (mas confortáveis, uns dunks Victoria, podem confiar) ficarem bem com vestuário bonito. Qual vestidos, qual quê! Contentei-me com uns quaisquer jeans e um top velhíssimo (que, esperta, deixei a roupa bonita toda pelo Alentejo à espera que ma trouxessem e nem paciência houve para engomar o que quer que fosse). Digam-me, meninas que andam por aí a palmilhar cidades novas e quentes em pleno Agosto, calçado bonito (bonito daquele que fica bem com vestidos e afins, com ar polido, sabem?) e fresco compatível com caminhadas muito, muito longas? 

De férias?

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De férias, feliz, e sem aviso prévio. Há-de ter sido muito aborrecido para quem por aqui passa frequentemente na esperança de novidades, mas teve de ser. Lamento o tempo de espera! Postar através de um smartphone, já que era o único acesso à Internet, seria impensável. Tentei actualizar o Instagram e, e…

Temo que este seja o último ano em que tenho mais que um mês de férias, os tempos que correm são complexos e avizinha-se uma grande batalha. Atenção, que não me queixo, não interpretem tudo ao contrário. Preferi aproveitar o bom ar e o repouso e bem sei que compreendem e fariam o mesmo.

A maior parte de vós não sabe da missa a metade, e resumindo tudo aos detalhes essenciais, lá terei de ficar por Lisboa para já. Bom, a partir de Setembro, que ainda estou no bem bom das férias mas já a sofrer por antecipação. Com jeito, acho que conseguirei provar de tudo o que quero ter daqui por um ano, mas com trabalhinho acrescido. Paciência há-de ser a palavra de maior peso por aqui nos próximos tempos, hã? Não fujam, que eu não quero e vou precisar de força. Se forem pessoas de correntes e orações, já sabem, torçam aqui pela je.

Deixemo-nos de lamúrias, que já tinha muitas saudades deste espaço. Continuo de férias, mas o blog já descansou. E vocês, já foram de férias, estão de volta, ainda vão?

Querido Santo António,

Santo_Antonio

A ver se a gente se entende, que eu cá não gosto de sarilhos e confusões e parece-me que andamos a falar línguas diferentes. É possível que sim, mas desse assunto já falarei adiante.

Bem sabes que eu não sou mulher de missas, anjinhos e santinhos, mas tenho a minha devoção por ti. Gosto muito dos teus ministérios, tenho-te muito carinho e até te acendo uma vela de quando em vez. Não precisas de ter ciúmes do teu amigo Pedro, que eu sei que tenho falado muito dele e com ele, mas por motivos que já conheces e bem. Aproveita para lhe meter juízo na cabeça, diz-lhe que o tempo como está agora é que é bom e que não precisa de se meter com choradeiras novamente.

Voltando ao que nos diz respeito, vê lá se intervéns aí a meu favor. É que isto de, de repente, a vida de uma pessoa dar uma volta que até o coração salta para a boca não é nada, nada bom. Eu até nem me importo de aprender quinhentas mil línguas novas, se é isso que queres, mas já fazias o jeitinho e encurtavas a distância. Logo é a tua noite e bem que poderias ter sido mais generoso comigo. Ainda vais a tempo, sei lá, de mandar um voo especial de corrida com uma visita especial para mim, mas já sei que tal não vai acontecer.

Vê se atinas, alinha aí os astros e afina aí os dons de cupido porque suspeito que está tudo muito mal. Entretanto, eu prometo que me vou divertir e tentar não pensar muito nas tuas trapalhices. Olha que eu vou ficar muito triste se, no fim disto tudo, não tiveres um desfecho bem bonito para mim!

Em que é que ficamos?

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Pela primeira vez na vida, eu quis conter-me. A sério que quis. Quis evitar deitar os foguetes antes da festa, quis ser prudente e manter o meu roupeiro pudico, tímido, ainda com ecos do Inverno. Quis manter a Nina encasacada, porque o tempo voltaria a piorar. Eu sei que estamos na Primavera e que o tempo é instável, mas não era preciso isto. Quem devo culpar? O São Pedro ou o amola-tesouras?

É indecente, pensei cá para mim que o calor que se fazia sentir era excessivo para esta época, mas nunca pensei que voltássemos a ter tempo digno de há dois ou três meses atrás, em plena época fria. Que temporais são estes? Quase andei a destilar, com pouca roupa à qual recorrer, até que me dignei a arrumar as lãs e as botas, e até levei a Nina à tosquia. Para quê? Agora, estamos as duas com frio e fartas de tomar banho em plena rua.

O que é que devemos fazer? Se voltarmos a ir buscar as mantas, o bom tempo regressa? Quero usufruir das minhas roupas de Verão. Eu cá não sou de intrigas, mas gostava muito que as nuvens e o vento fossem recolhidos lá para o hemisfério sul, que aqui já não fazem falta. As cerejas não precisam disto. Eu também não. E é bom que se resolva este assunto durante os próximos dias, senão vamos ter graves problemas. Quero ir passear e preciso de bom tempo, sim?

Das aventuras no Porto

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Se algum dia duvidarem do amor que vos tenho, considerem o sacrifício que é postar via iPad. Mas nem eu posso ficar mais tempo inactiva nem vocês merecem o meu silêncio e muito menos que eu deixe passar em branco este episódio de há uns dias atrás.

Antes de entrar em domínios mais delicados, tenho de agradecer à Expocosmética pelo convite que me dirigiu nesta edição, a propósito da realização de um Bloggers Event. Já há alguns anos que faço questão de me dirigir a este evento (e outros semelhantes) para conhecer novidades e fazer compras, e sabe bem ter direito a bilhetes de transportes oferecidos.

O problema é que, no meu entender, o Bloggers Event terminou por aí. A desorganização nos contactos esteve presente desde o primeiro email, sendo que necessitei de esclarecer várias dúvidas a saca-rolhas e pude constatar que a informação não era consensual entre bloggers. Entretanto, à medida que se foram desvendando alguns mistérios, também me apercebi que os convites não eram todos iguais. Adiante.

Chegado o dia da visita à feira, começou tudo muito mal. No terminal de autocarros, bem antes da hora de terminar o check in, já não havia lugares. Não sei de quem foi a culpa, gerou-se imensa confusão e finalmente surgiu um terceiro autocarro… Preparado para viagens de curta distância. Isso, íamos chegando marrecas e de rabo quadrado ao Porto. É de salientar que ninguém fez chamadas, ninguém confirmou bilhetes e apurei que algumas pessoas tinham previsto no seu bilhete uma viagem para o dia seguinte, detalhe que só saltou à vista durante a viagem porque… Foram induzidas em erro pela organização. Detalhes.

Para mim, o dito Bloggers Event só pode ter ocorrido dentro do autocarro, porque foi onde a maior parte do convívio aconteceu. Quando chegámos à Exponor, poucas foram as indicações, ouvimos diversas informações de diferentes fontes e ninguém nos recebeu. No balcão de check in, apercebemo-nos, mais uma vez, das distinções entre bloggers. Já no recinto da feira, não nos apercebemos que houvesse um espaço especial para algum evento, visto que, repito, ninguém se apresentou nem nos recebeu, e as áreas pelas quais passámos eram acessíveis a qualquer visitante. Falaram de um cocktail de recepção, mas só visualizei três tabuleiros de pequenos queques que desapareceram em menos de um fósforo.

Já que a minha principal intenção era fazer compras, foi a isso que me dediquei e fiquei satisfeita porque trouxe quase tudo o que tinha em mente. Não recebi (nem eu nem as bloggers com quem conversei) quaisquer goodies que qualquer outra blogger sem convite não pudesse receber. Pude, também, rever algumas amizades e ver, pela primeira vez, outras tantas. Maravilhas do mundo digital!

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No final da feira, juntámo-nos para falar com a organização e expressar o nosso desagrado com tudo o que não correu bem. Não quisemos parecer ingratas, pelo contrário, sabemos que o nosso feedback é importante para que, futuramente, erros destes não se repitam. Pessoalmente, sinto que, espremendo a fruta, poderia ter saído muito mais sumo desta iniciativa. Foi-nos explicado que o Bloggers Event foi planeado, inicialmente, para um grupo muito mais pequeno de bloggers e que decidiram abraçar um número muito maior de nós. A intenção foi boa, sim, mas convinha que a dedicação e os recursos fossem canalizados de forma a abarcar toda a gente e não só meia dúzia. Fico muito feliz que um determinado grupo tenha tido a oportunidade de permanecer mais tempo e com outras condições, foi-nos dito que esse grupo derivou de sugestões de expositores (podia ser de ponderar uma avaliação dos blogs sugeridos, digo eu, que até pesco algumas coisas do assunto), mas se assim foi creio que as regalias deveriam ter sido proporcionadas por esses expositores e que a organização deveria ter sido clara e imparcial com todas as bloggers desde o início, tratando-as de igual forma.

No fim das contas, faço um balanço positivo… Do bom convívio que tive com as minhas amigas durante o dia e da atenção prestada pelos stands todos que visitei. Espero que este tipo de iniciativas não termine e que seja possível melhorar, tendo sido detectados e comunicados os erros na óptica das participantes. Com ou sem convite, lá estarei nas próximas edições.