Categoria: Pessoal

Bebé A Caminho – 8 Semanas

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A noção temporal é muito estranha: há alturas em que parece que o tempo não avança, outras em que voa. Já concluí que a gravidez se encaixa na segunda categoria. Na sexta-feira passada, a ervilha (que mais parece uma melancia!) fez 8 semanas.

Deixei de caber nas minhas calças. Bom, elas servem, até as skinny skinny, mas… Não apertam na barriga. Tendo em conta que todas elas são de cintura subida (e não há a menor hipótese de optar por modelos descaídos, que abomino!), tive de lhes dizer adeus. Temporariamente, espero. Impus-me o desafio de sobreviver com leggings e collants pelo menos por mais um mês. Eu, que habitualmente nem gosto muito de utilizar calças de ganga (mas utilizo outras dos mais diversos tecidos, cortes e padrões), estou a trepar paredes face à impossibilidade de utilizar as minhas agora. Antes, vestia muita roupa preta pelo simples facto de gostar da cor. É confortável porque (quase) tudo fica bem com tudo. Agora, torna-se enfadonho e parece que transmite um certo complexo de imagem. Ainda não consegui lidar muito bem com as mudanças repentinas no meu corpo.

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Felizmente, continuo sem enjoos, mas tenho muita, muita sede. Tanta sede leva a idas infinitas ao quarto de banho e… Terminaram as noites seguidas de bom dormir. Para compensar, estou cheia de sono 24/24. Os apetites especiais surgem, mas são facilmente controláveis. Faço questão de ter mais cuidado com o que como, imponho-me mais regras de horários e tenho sido uma menina linda no que toca aos vegetais. Na verdade, não deixei de fazer nada do que fazia normalmente.

Para já, não há muito mais a relatar. Tenho lido e aprendido muito (mais do que já sabia do meu percurso académico!) sobre as aventuras da gravidez e começo a organizar o que se segue. Uma das coisas que tenho apurado é que há imensos baby blogs e sítios cheios de bons freebies relacionados com a maternidade. Querem que os partilhe convosco? Têm “cromos” para a troca?

Bebé A Caminho

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Tenho uma notícia para vos dar: vou ser mãe! Não imaginam como tive de me conter para não gritar logo ao mundo inteiro que tenho um bebé na barriga. Agora, já se pode dizer. É certo e, à partida, está tudo bem. Há quem prefira aguardar um pouco mais, mas a verdade é que não há um guião de como fazer tudo nesta altura, muito menos sobre como transmitir notícias destas.

Por agora, estou a passar por um turbilhão de emoções e não vos consigo dizer muitas coisas. Ainda não há ecografia, estima-se que gestação esteja nas 6 semanas e 6 dias. Soube que estava grávida na semana passada. Não era um objectivo a curto prazo, mas vai acontecer e estamos felizes. Este vai ser o maior desafio da minha vida, espero estar à altura e fazer tudo direitinho.

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Não sei onde vai parar esta barriga, que já se faz notar. A minha roupa ainda me serve, e espero que assim continue. Não tive enjoos até agora, mas também não tenho apetites especiais. Transtorna-me que o acesso a determinados chás que adoro esteja limitado. Tenho mais sono que nunca. Para já, estamos muito bem. Espero que, até Julho, decorra tudo calmamente e dentro da normalidade.

Não quero que este blog se transforme num baby blog, mas é claro que vou partilhar algumas coisas convosco. Contem com, pelo menos, um post semanal sobre a gravidez e a maternidade. E, já sabem, conto com as vossas partilhas e opiniões!

Alergia ao Sol #2

Eu sei que não tem nada a ver, mas apeteceu-me ser um bocadinho mete-nojo e colocar aqui esta montagem com fotos tiradas pela Ana Rita (http://www.lets-talk-about-beauty.com/).
Eu sei que não tem nada a ver, mas apeteceu-me ser um bocadinho mete-nojo e colocar aqui esta montagem com fotos tiradas pela Ana Rita (http://www.lets-talk-about-beauty.com/).

É uma grande falha não dedicar mais tempo a este assunto importante e que faz parte da minha existência. Afinal, há cada vez mais pessoas a sofrer de alergias solares e é dever de quem tem o dom da palavra alertar e ajudar nestas situações. Antes de escrever este post (esperem, que não vem daqui nenhum testamento… Por enquanto!), fui vasculhar o que já tinha escrito sobre o assunto aqui no blog e concluí que falei dele duas vezes, aqui e aqui.

Vou ter de preparar um post com tudo bem explicadinho. Hoje, quero só partilhar convosco um episódio chato e que poderia ter sido evitado. Nunca apanhei um escaldão. Bronzeio com muita facilidade. Contudo, nunca descurei a aplicação de protector solar. Aos 19 anos, passei a ter ainda mais cuidado, porque comecei a ter alergias com muita facilidade. Utilizo protector solar todos os dias, todo o ano, e quando estou exposta durante muito tempo (caso dos dias de praia e piscina – procurando sempre zonas de sombra nas horas críticas!), procuro reaplicar com alguma frequência. Consegui passar o Verão do ano passado sem transtornos, e este ano ia pelo mesmo caminho.

Ia! Ontem, coloquei a uso uma embalagem de protector solar do ano passado que estava guardada em boas condições. Toda a gente lê sobre a validade dos produtos e sobre a perda de propriedades e eficácia que têm, mas nem sempre temos o maior rigor na sua utilização. Cá para mim, pensei que o dito protector solar ainda estava em perfeitas condições, já que o cheiro, cor e textura se mantiveram como seria suposto. Tenho passado os dias desta semana na piscina.

Há coisas que os olhos não vêem, e hoje à tarde comecei a ficar com muita comichão e ardor generalizados. Quando me vi ao espelho, parecia um Ferrero Rocher com pernas! Bem conheço esta ladainha. Cá estou eu, com uma brutal alergia solar, com os anti-histamínicos (não se automediquem, procurem sempre ajuda dos profissionais de saúde!) do costume e a dar por terminada a minha época balnear de 2015. Moral da história: respeitem a validade do protector solar e façam pela vossa saúde.

Guess who’s back…

Alunos do International Institute of Margaret Morries Movement a praticar exercício na praia em Kent Coast, Inglaterra. Fotografia por Reg Speller, Agosto de 1935.
Alunos do International Institute of Margaret Morries Movement a praticar exercício na praia em Kent Coast, Inglaterra. Fotografia por Reg Speller, Agosto de 1935.

Back again. Pela milionésima vez. Regressei das férias, e embora ainda não ande de volta de grandes afazeres, sinto-me recarregada e cheia de energia e vontade de abrir as janelas e arejar o nosso estaminé.

Estou mais esturricada que um conguito e, descontente, continuo a aproveitar estes dias de sol e calor que Setembro tem trazido. Afinal, ainda é Verão e eu posso!

O problema agora é não saber muito bem por onde (re)começar a escrever. Que querem que vos diga? Tenho muitos rascunhos e ideias na manga. Aborrece-me, porém, que algumas delas possam vir fora de prazo, já que se referem a uma estação quase caduca e bem sei que muit@s de vós já só querem saber do Outono, das botas e das mangas compridas. Pois aqui vos digo de minha justiça: por mim, poderia ser Verão todo o ano, que eu gosto é suminhos e pele ao fresco.

Estou mesmo, mesmo na recta final do meu curso (que já devia ter terminado há quinhentos anos) e com os nervos em franja. Estou tão fartinha da minha faculdade que nem vos digo, nem vos conto! Já agora, há por aí alguém que tenha entrado no Ensino Superior este ano? Parabéns e boa sorte a tod@s, e que os estudos vos corram pelo melhor!

Têm visto a minha vidinha boa pelo Instagram?

Em coma digital

Bettie Page. Autoria desconhecida
Bettie Page. Autoria desconhecida

Estou, à força, desligada da máquina. Quase! É que Agosto é, por predefinição, o mês das férias. Já sabem que em Agosto não quero nada com Lisboa. Bom, no resto do tempo também não sei se sou assim grande fã da cidade, mas essa é a história que vocês já estão fartinh@s de saber.

Pois bem: tenho um rascunho enorme de coisas para postar mas a Internet, essa bandida que nunca está acessível quando é necessário, não coopera. O sinal é fraco, o cenário só piora quando se fala de rede móvel e dados, e utilizar o WordPress ou consultar o email são filmes dramáticos, daqueles pesadões que nos deixam a chorar baba e ranho. Eu creio que liguei o aviso das férias do Gmail, mas se enviaram alguma coisa e não receberam notificação nem resposta, não estranhem e tenham piedade aqui da je. Limito-me às coisas rápidas do costume como o Facebook (esqueçam as páginas, que é toda uma outra app daquelas que só dá sarilho a quem tem net tão fantástica como a que havia em 2001), o Instagram e pouco mais. Descobri que o Pinterest até funciona bem por estas bandas e tenho andado entretida por lá.

Por isso, se quiserem ver o que se tem passado comigo, encontrem-me nesses sítios todos com o username do costume: aguidaequesabe. Já agora, que estamos com as mãos na massa, alguém me explica no que consiste o Dubsmash? E ninguém tem perguntinhas para me entreter a responder no Snapchat?

Até ao final do mês, é mais ou menos esta a lengalenga. Valham-me os passeios, as pinturas e restauros, os cadernos e eventuais visitas do meu rapaz (ui ui, sim, há novidades, há um namorado lindo e fofo que me dá beijinhos e flores e que até já conhece a minha família e a terrinha do coração!). Logo falaremos melhor.

Bolhas, bolhas, bolhas

Não sei o que se passou ao longo do meu processo de crescimento, que parece que agora é que tenho pés de bebé.

É raro os meus pés sofrerem. Sofrem com os saltos altos demoníacos do costume, mas ficamos por aí. Faço caminhadas infinitas e nada se passa. Ando descalça e nada se passa. Calço chinelos de enfiar os dedos, rosinhas, fofinhos e inofensivos e… Tungas. Toma lá um escaldão na planta dos pés. Ali. Bolhas gigantes e incómodas. Nunca tal me tinha acontecido e os chinelos nem sequer eram novos nem de plástico/borracha, daqueles que uma pessoa sabe a léguas de distância que não são uma boa escolha. Não era o caso destes. Agora, parece que só estou bem com os pés de molho.

Espero que seja um mal breve e que não aconteça novamente. Fiquei com um pó aos chinelos que acho que nestes dias de calor extremo começo a andar mesmo com sapatilhas e meias. Pelo menos, essas não me roem os pés! Só me apetece praguejar contra a indústria da chinelada. Nota para mim mesma: chinelos Havaianas. Só Havaianas!

Ó Santo Antoninho,

A ver se é desta que nos entendemos. Tenho cá para mim que estas choraminguices dos últimos dias são por minha causa, não é? Ficas triste cada vez que pensas nesta criaturinha miserável que só faz asneiras e pões-te a chorar, qual São Pedro disfarçado. Pois já te vou dizendo: a culpa é toda tua. Preparas uns arranjinhos mal feitos, e depois é isto!

Eu bem que te acendo velinhas (a ti e a eles!), eu bem que sou uma menina bonita, educada, bem aparentada, desenrascada, agradável e tu só me trazes mafarricos. É assim a nossa vida?  Vê lá bem se fazes melhor o teu trabalhinho, que já caio mais aos 30 que aos 20 e não me está a apetecer ficar para tia. Ouviste?

Olha que eu vou à tua festa mais logo, sou muito tua amiga e mereço mais que isto. Sim? Estamos entendidos?

Argent Makeup para as Newbies

Já foi há algum tempo que chegou o pincel nº 202 da Argent Makeup, e eu ainda não vos tinha falado dele. Como a marca já tem uns aninhos e, entretanto, muitas pessoas novas chegaram aqui ao burgo, melhor do que falar só do pincel, achei que poderia ser interessante dar um lamiré a todos os modelos que já existem e falar um bocadinho sobre a marca com a quem a sonhou e concretizou, a Tânia do La Femme d’Argent. Já sabem que tenho muito jeito para os vídeos (não, não, não!), mas melhor do que escrever é falar e, por isso, resolvemos gravar o vídeo acima.

202girly

Caso queiram dar uma espreitadela no que já foi dito por mim sobre a marca, podem sempre fazê-lo clicando aqui. Com tudo o que já foi dito, não é necessário alongar-me muito mais, já que poderão ver a apresentação do pincel mais recente e até já falo da minha experiência. A questão do tamanho, que é uma espécie de “intermédio” do que é habitual encontrar num pencil brush, para mim é fulcral!

Como complemento, deixo-vos um outro vídeo que gravámos quase em simultâneo para o canal da Tânia, com as nossas respostas à tag Espelho Meu, que anda a circular por muitos blogs e canais.

Problemas Periféricos

Sou uma pessoa bastante extrovertida e comunicativa. Conheço pessoas novas com muita facilidade, adapto-me (quase) a qualquer ambiente e não sou nada preconceituosa com os meios onde nos conhecemos uns aos outros. Do melhor que a Internet me trouxe desde o início, tenho de destacar os amigos.

Um dos problemas deste mundo virtual, que é em simultâneo uma vantagem, é o facto de estarmos escondidos atrás de um teclado e de um ecrã. Eventualmente, ficamos mais à vontade para conversar e dizemos mais facilmente o que nos dá na telha. Contudo, é necessário nunca esquecer que continuamos a ser pessoas, falamos com pessoas e, como tal, não podemos deixar a boa educação de lado. Bem sei que há que não a tenha, logo à partida, e é uma pena que estas pessoas tenham o mesmo direito que as restantes a comunicar, porque o output é completamente desagradável e desnecessário.

Num destes dias, por sugestão de uma amiga, instalei uma app de uma rede social manhosa. Repito, não sou nada preconceituosa com os meios de conhecer pessoas, e apesar do que se diz do Badoo, optei por instalar a tal da app.  Mal sabia ao que ia, mantive aquilo instalado por uns dias (por não conseguir descobrir como desactivava o raio da conta) e fugi. Sim, é assim tão mau, ou pior. Não tinha muita coisa no meu perfil: tinha uma selfie, poucos detalhes sobre a minha pessoa, que estava ali só para conversar e que não metia conversas, tampouco dava trela a mal-educados. Qualquer pessoa pode enviar-nos mensagens por lá. Que dizer da chafarica, no geral? Homens feios e desesperados, sem maneiras nenhumas. Se forem na vida real como são por ali, pois que acredito que não arranjem namorada alguma. 

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Tirei prints a tudo (fotos, perfis e tudo o que encontrei), just in case, mas aí têm uma amostra do que se passou. Alguém consegue explicar-me o que é que passeia na cabeça das pessoas para serem assim? A sério que conseguem dormir bem dirigindo-se assim a quem quer que seja?

coiso

Houve um desgraçado a quem, tendo parecido íntegro inicialmente e mantido uma conversa coerente, decidi dar outro contacto. Sem qualquer tipo de interesses românticos, porém. Dei a mão, puxou o braço, tive que o bloquear noutras redes sociais e perante este chega para lá decidiu partir para os insultos e javardices por todos os meios que conseguiu, incluindo na página do blog. Ah, pelo ícone da foto, conseguem perceber o que faz da vida. Não se sentem seguras por saber que é gente desta que se responsabiliza pela defesa do nosso país?

A sério que estes espécimes não concebem nem aceitam que as mulheres não estão interessadas no que quer que seja com eles? Eu pensava que vivia num país desenvolvido e civilizado, onde o respeito é um conceito que toda a gente conhece e pratica. Afinal, parece que estou enganada. Há por aí uns bicharocos que envergonham outros exemplares do mesmo género e a minha única esperança é que nunca se multipliquem! Ninguém merece.

Minhas amigas, aqui vos digo: se pretendem instalar apps para conhecer pessoas, evitem esta, que já sabem o que pode suceder. Os senhores que criaram o site e a app não têm a culpa, mas a verdade é que há muitas vulnerabilidades e falhas de segurança para quem a utiliza, mesmo tendo em conta o propósito inicial da utilização. Eu fiquei com muito nojinho e não recomendo a ninguém. E não se esqueçam que com esta ou qualquer outra rede social é preciso ter muito cuidadinho!

[Já agora, desculpem lá sujar o blog com um assunto medíocre destes que nem deveria existir, não fosse o mau carácter de algumas criaturas de uma espécie diferente da nossa.]

Entendidos em mochilas, onde andam?

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Chega o sol e o calor, aproximam-se as férias, e o drama de fazer malas é uma realidade daquelas que assustam muito. Tento ser organizada e prática quando organizo as bagagens, mas nem sempre consigo. Habitualmente, prefiro mochilas a malas ou trolleys porque posso transportar mais facilmente a carga sem estar dependente de terceiros.

As mochilas têm as suas desvantagens e a principal, no meu entender, é o facto de boa parte delas não ter divisórias práticas e funcionais. Os fechos, muitas vezes, também não ajudam. A qualidade dos materiais também é questionável e só damos valor a esta variável quando já temos as costas todas desfeitas.

Avizinha-se uma época de acampamentos e viagens e começo a ver a minha vida a andar para trás quando percebo que a minha mochila de campismo, velhinha que só ela, está a pedir a reforma. Nunca fui grande fã dela, mas tem muitas histórias para contar. E é gira, em tons de tijolo e amarelo.

Agora, instala-se a questão: onde é que encontro uma mochila como deve ser, gira e funcional? Não precisa de ser gigantesca, até era bom que desse para ser funcional no dia-a-dia. Mas tem de ser compatível com carga para um fim-de-semana em viagem/campismo, incluindo a possibilidade de levar uma esteira e um saco-cama.

Sou fã da North Face, mas não me apet€ce muito ir por aí. Não sei se as opções das lojas mais comuns (Decathlon,  Sport Zone, …) compensam. Gosto das Camelbak mas não sei se dão para o que pretendo. Se alguém puder ajudar, agradecia mesmo muito!

[Ah, também tenho andado a bisbilhotar sacos-cama como deve ser, múmia, mas deixemos essa conversa para outra altura…]