Categoria: Passeios

Dia de Plantar Melancias

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Fotografia por Graziela Costa

Ultimamente, muito se disserta neste blog sobre a melancia Teresa. Há outras agriculturas na vida, e no início do mês surgiu a oportunidade de aprender mais sobre as melancias de verdade, aquelas docinhas e grandonas do fim da Primavera. O convite foi feito pelo Lidl, o interesse era grande (adoro plantas e o campo!) e lá rumámos à Herdade da Comporta num sábado de manhã para nos divertirmos e aprender coisas novas. Foi muita fruta!

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Foram explicados alguns factos importantes sobre as melancias e como funciona esta indústria no nosso país. Tivemos a oportunidade de plantar alguns exemplares e, se correr tudo bem, lá para o fim de Junho (as melancias levam entre 90 a 110 dias desde a plantação até estarem prontas a comer) estarão maduras.

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O almoço não foi esquecido, e esteve a cargo do Chef Hernâni Ermida. Obviamente, todos os petiscos envolviam melancia (que, nesta altura do ano, teve de ser importada). Já experimentaram melancia grelhada? Eu desconhecia, mas fica muito boa.

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Foi um dia bastante agradável e em boa companhia que espero repetir em breve, já que está previsto irmos buscar as nossas melancias quando estiverem completamente desenvolvidas.

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O grupo do dia.

Vamos fazer as malas?

Ultimamente, entre os actos sistemáticos de fazer e desfazer malas, arrumar e desarrumar coisas de que necessito no dia-a-dia, em minha casa ou noutras, dei por mim a matutar na arrumação para viagens. Estou habituada a ser um caracol humano, o que daqui para a frente será impraticável. As minhas costas não gostam e em breve passarei a ter de me preocupar com roupinhas que não são para mim, fraldas e cremes, já para não contar com o carrinho que também conta como bagagem.

As malas de viagem que tenho também não são muito amigáveis (passar um fim-de-semana fora já chega a ser uma odisseia!), é o eterno drama. Não têm rodinhas e também não acomodam devidamente o conteúdo, porque até aqui dei preferência a malas molengonas, do mais simples que há, para nem sequer ter chatices quando viajo noutros meios de transporte que não o automóvel. Quem é que quer saber de malas feias e moles? Ninguém. Assim, também não desaparecem nem são bisbilhotadas por mãos alheias – pensa o meu lado paranóico.

Tenho feito olhinhos a malas mais consistentes, trolleys, como as da imagem (que, aliás, são da marca da minha mala de fim-de-semana, que já é bem velhota e ainda resiste a todas as intempéries), mas tenho as minhas reticências. Vale a pena o gasto? A minha mala, apesar de resistência, não oferece o maiooor nem o melhor espaço de arrumação do mundo. Adquiro modelos mais rijos, plastificados, ou forrados a tecido? De que tamanho? Devo optar pelas que têm aspecto mais simples ou posso escolher as coloridas, como gosto, sem correr o risco de desaparecerem? Sugerem outras marcas? Por favor, contem-me tudo!

Restaurante Maria Albertina

Restaurante Maria Albertina

Numa destas noites, como bons comilões que somos, aceitámos o convite do restaurante Maria Albertina e rumámos à Parede para jantar. Após andarmos perdidos por ruas até então desconhecidas, conseguimos encontrar o local. Quem o vê por fora, se não conhecer, não imagina o que está escondido por trás da porta.

O Maria Albertina é um estabelecimento que serve comida típica portuguesa, com uma configuração um pouco diferente do típico e velhinho restaurante: o espaço é amplo mas acolhedor, com uma decoração que alia elementos tradicionais e antigos à modernidade dos dias que correm.

Os menus são conhecidos e apreciados pela população portuguesa, no geral, mas têm um toque especial dado pelo Chef Eduardo Cardoso, responsável pela cozinha e cuja carreira inclui vários restaurantes nacionais e internacionais com Estrelas Michellin. Optámos por pedir pratos que fossem familiares ao nosso paladar.

O L. optou por ficar pelas típicas entradas (pão com manteiga, queijos e afins), mas eu experimentei os cogumelos frescos salteados. Bem sei que é um petisco simples, mas é dos que mais gosto e nem sempre fica perfeito. Aqui, não tenho nada a apontar! Estavam no ponto, deliciosos.

Posteriormente, optámos por pedir ambos o mesmo prato (neste restaurante, aconselho que peçam 1 dose por pessoa!): abanicos de lombo de porco ibérico com puré de maçã. Por norma, viria com batata a murro, mas preferimos trocar por batata frita (porque somos gulosos). Sobre eles, tenho a dizer que estavam muito bons. Não estavam demasiado passados, estavam bem condimentados (como pede o paladar do português) e os acompanhamentos estavam igualmente bem confeccionados.

Passámos à sobremesa, com muitas indecisões. É que a oferta é muito variada e as sobremesas tinham óptimo aspecto. O L. pediu mousse de chocolate preto e eu escolhi o cheesecake de framboesa à chef (mas fiquei a meditar nas farófias!). As sobremesas são servidas em dose generosa e ambas estavam deliciosas.

Outro dos aspectos que nos fez adorar a experiência e ficar com vontade de a repetir foi, sem dúvida, o atendimento: o staff é super atencioso e simpático, e mesmo com a casa cheia não escapou nenhum detalhe, o serviço foi rápido e quiseram sempre ter a certeza que tudo estava do nosso agrado.

Os preços habituais não são nada do outro mundo, sendo que, em média, gastarão cerca de 25€/2 pessoas por refeição. Aconselho que façam reserva com antecedência, já que aos fins-de-semana o restaurante fica cheio. Fomos informados que, durante a semana, costuma haver menos movimento. Pareceu-me um espaço com bastante potencial para jantares de grupo, e inclusivamente decorreram dois ou três durante a nossa visita.

Sem dúvida, foi uma boa surpresa e é uma óptima opção para comer fora sem ir à falência nas imediações de Cascais.

Maria Albertina Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Rota de Tapas – 5ª Edição

5ª Edição Rota de Tapas Estrella Damm Lisboa

No dia 21 de Maio, começou a 5ª edição da Rota de Tapas Estrella Damm em Lisboa (3ª edição no Porto). Até ao próximo dia 7 de Junho, será possível tapear pelos bairros da Madragoa, Bairro Alto, Príncipe Real, Alfama, Cais do Sodré e Rossio (Baixa e Ribeira no Porto), degustando diversas tapas com ingredientes dentro do mote Sabores da Terra e do Mar.

Por 3€, será possível degustar 1 tapa + 1 mini Estrella Damm e coleccionar os carimbos no mapa do percurso. Com dois carimbos, podem andar à boleia de Tuk Tuk entre os diferentes estabelecimentos. Com três carimbos, podem habilitar-se a uma viagem a Barcelona e um jantar no famoso restaurante Ticket.

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Esta é uma oportunidade de passear e provar novos sabores, e nesta edição parece que até o clima ajuda e convida a que participemos. Eu já dei a minha voltinha, tendo começado pelo Tapa Bucho, pela Velha Gaiteira e pelo Kizzy. Devo dizer que a tapa do Tapa Bucho foi a minha favorita (podem ver do que se trata no mapa e aconselho que provem).

Vão aproveitar ou já aproveitaram para ir tapear?

Entendidos em mochilas, onde andam?

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Imagem de fonte desconhecida

Chega o sol e o calor, aproximam-se as férias, e o drama de fazer malas é uma realidade daquelas que assustam muito. Tento ser organizada e prática quando organizo as bagagens, mas nem sempre consigo. Habitualmente, prefiro mochilas a malas ou trolleys porque posso transportar mais facilmente a carga sem estar dependente de terceiros.

As mochilas têm as suas desvantagens e a principal, no meu entender, é o facto de boa parte delas não ter divisórias práticas e funcionais. Os fechos, muitas vezes, também não ajudam. A qualidade dos materiais também é questionável e só damos valor a esta variável quando já temos as costas todas desfeitas.

Avizinha-se uma época de acampamentos e viagens e começo a ver a minha vida a andar para trás quando percebo que a minha mochila de campismo, velhinha que só ela, está a pedir a reforma. Nunca fui grande fã dela, mas tem muitas histórias para contar. E é gira, em tons de tijolo e amarelo.

Agora, instala-se a questão: onde é que encontro uma mochila como deve ser, gira e funcional? Não precisa de ser gigantesca, até era bom que desse para ser funcional no dia-a-dia. Mas tem de ser compatível com carga para um fim-de-semana em viagem/campismo, incluindo a possibilidade de levar uma esteira e um saco-cama.

Sou fã da North Face, mas não me apet€ce muito ir por aí. Não sei se as opções das lojas mais comuns (Decathlon,  Sport Zone, …) compensam. Gosto das Camelbak mas não sei se dão para o que pretendo. Se alguém puder ajudar, agradecia mesmo muito!

[Ah, também tenho andado a bisbilhotar sacos-cama como deve ser, múmia, mas deixemos essa conversa para outra altura…]

InstaxDay Barcelona – Parte 1

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Há oportunidades que só surgem uma vez numa vida, e tenho cá para mim que o convite da Fujifilm para participar no seu último #InstaxDay em Barcelona foi um deles. Dei pulos de contente no primeiro contacto, aceitei de imediato e mal sabia eu que este fim-de-semana teria tantas surpresas e coisas boas para recordar para sempre.

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As actividades do dia começaram cedo, às 9h30′ tínhamos um mini bus à porta do hotel para nos vir buscar e levar-nos ao nosso primeiro destino. Tudo neste dia foi surpresa, só dava para perceber o que ia acontecer quando estava prestes a acontecer. Para começar, fomos tomar o pequeno-almoço à Comaxurros. Foi lá que pudemos conhecer devidamente a equipa Fujifilm de Portugal e de Espanha e todo o conceito Instax (já tinha brincado com as Mini 8 no Lisbon Blinner!). Depois de cada uma das participantes ter a sua máquina fotográfica na mão (eu escolhi uma cor-de-rosa, tinha de ser), começámos a brincadeira das fotografias instantâneas a par de um pequeno-almoço à base de churros. Desengane-se quem pensa que tinham alguma coisa a ver com o que é normal encontrar nas roulottes do costume: apesar de serem fritos, estes churros não eram nada enjoativos nem pingavam óleo queimado, eram deliciosos e, pasmem-se, até havia churros salgados com recheios tão fantásticos como salada e presunto ou queijo derretido. Uma delícia!

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De seguida, fomos ao mercado Encants Vells, uma espécie de Feira da Ladra num edifício recente giríssimo, com o tecto espelhado. Havia de tudo para todos os gostos, desde velharias a perfumes autênticos a preços absurdos. Aproveitei para comprar um par de Menorquinas, que por lá se encontravam a 10€. Futuramente, vou querer um par de cada cor.

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Mal sabíamos nós que, ao sair do mercado, teríamos dois Cadillacs e um Bentley à nossa espera para o seguinte passeio. eu e as minhas compinchas Ana Rita, Camila e Jael fomos passear de Bentley e sentimo-nos as maiores vedetas. Toda a gente na rua parava e olhava para os carros a tentar perceber quem eram as pessoas importantes que se encontravam no interior. Fomos ao Montjuic, em modo de corrida, só para espreitar Barcelona pelo miradouro. Sem dúvida, será um sítio a visitar com mais calma futuramente.

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De seguida, bem, acho que ninguém esperava uma surpresa tão espectacular. Fomos almoçar à Torre d’Alta Mar, que é dos restaurantes mais chiques de Barcelona e consta até nos tops mundiais dos restaurantes com as vistas mais bonitas. A torre é altíssima e há vidros a toda a volta, o que possibilita uma vista de 360º sobre a cidade. Foi giríssimo, se olhasse para os vidros à minha esquerda, estava um dia lindíssimo e havia pessoas na praia e piscinas. À minha direita, via uma tempestade a acontecer em Tibidabo. É de salientar, também, que a comida estava perfeita.

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Depois do almoço perfeito, visitámos o Palau de la Música Catalana. Sabem daquelas sensações em que achamos que já não há mais surpresas mas elas continuam a acontecer? Foi assim que este dia aconteceu. Tudo neste edifício é lindo, é tudo tão bonito que eu fiquei perdida nos detalhes e creio que poderia ter ficado horas a contemplar tudo ao pormenor. Tivemos direito a uma visita guiada e a uma demonstração do órgão. Calculo que seja magnífico assistir a um concerto nesta sala!

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O percurso seguinte foi feito a pé pelas ruas de Barcelona, passámos pelo Bairro Gótico, fizemos uma breve paragem em frente à Catedral.

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Também passámos pelas Ramblas e, no fim da caminhada, fomos beber um copo antes do jantar, na Terraza Alaire, com uma vista fantástica sobre o Passeig de Gràcia e arredores.

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Para terminar o dia em beleza, tivemos o privilégio de desfrutar de um jantar popup no Spoonik, em casa do chefe Giraldo. Digo-vos já que foi uma experiência única, que é preciso fazer reserva para poder comparecer num evento destes e a lista de espera é gigantesca. Eu sou muito esquisita com a comida e adorei todos os pratos especiais que foram servidos. No final, fomos surpreendidos por uma cantora lírica perfeita.

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O #InstaxDay terminou perto das duas da manhã, mas nem por isso dei por acabado o meu dia. As novas cidades não existem só de dia, também têm noite, certo? Ainda aproveitei para dançar numa discoteca cujo nome não me recordo, mas que era uma antiga pista de carrinhos de choque e que, ao redor, tinha uma vitrina cheia de máquinas antigas. Na noite anterior, visitei o Bosc de les Fades, e adorei. Adiante, ainda aproveitei o dia seguinte para uma pequena passeata turística, assisti a uma romaria, e fiquei com muita vontade de regressar e conto fazê-lo em breve.

Por tudo o que esta experiência me proporcionou, atrevo-me a dizer que foi o melhor fim-de-semana de sempre. Resta-me agradecer infinitas vezes à Fujifilm, que foram mesmo impecáveis e espectaculares!

Para vocês… Não percam os próximos episódios, que já sabem que trouxe um recuerdo para vos oferecer. Por essa altura, aproveito para vos dar a conhecer todas as bloggers que estiveram presentes neste #InstaxDay. Só para rematar, sim, pedi algumas fotos emprestadas às amigas, pelo que se passarem o rato em cima delas irão perceber quais são, que têm links a encaminhar para os respectivos blogs.

Das aventuras no Porto

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Se algum dia duvidarem do amor que vos tenho, considerem o sacrifício que é postar via iPad. Mas nem eu posso ficar mais tempo inactiva nem vocês merecem o meu silêncio e muito menos que eu deixe passar em branco este episódio de há uns dias atrás.

Antes de entrar em domínios mais delicados, tenho de agradecer à Expocosmética pelo convite que me dirigiu nesta edição, a propósito da realização de um Bloggers Event. Já há alguns anos que faço questão de me dirigir a este evento (e outros semelhantes) para conhecer novidades e fazer compras, e sabe bem ter direito a bilhetes de transportes oferecidos.

O problema é que, no meu entender, o Bloggers Event terminou por aí. A desorganização nos contactos esteve presente desde o primeiro email, sendo que necessitei de esclarecer várias dúvidas a saca-rolhas e pude constatar que a informação não era consensual entre bloggers. Entretanto, à medida que se foram desvendando alguns mistérios, também me apercebi que os convites não eram todos iguais. Adiante.

Chegado o dia da visita à feira, começou tudo muito mal. No terminal de autocarros, bem antes da hora de terminar o check in, já não havia lugares. Não sei de quem foi a culpa, gerou-se imensa confusão e finalmente surgiu um terceiro autocarro… Preparado para viagens de curta distância. Isso, íamos chegando marrecas e de rabo quadrado ao Porto. É de salientar que ninguém fez chamadas, ninguém confirmou bilhetes e apurei que algumas pessoas tinham previsto no seu bilhete uma viagem para o dia seguinte, detalhe que só saltou à vista durante a viagem porque… Foram induzidas em erro pela organização. Detalhes.

Para mim, o dito Bloggers Event só pode ter ocorrido dentro do autocarro, porque foi onde a maior parte do convívio aconteceu. Quando chegámos à Exponor, poucas foram as indicações, ouvimos diversas informações de diferentes fontes e ninguém nos recebeu. No balcão de check in, apercebemo-nos, mais uma vez, das distinções entre bloggers. Já no recinto da feira, não nos apercebemos que houvesse um espaço especial para algum evento, visto que, repito, ninguém se apresentou nem nos recebeu, e as áreas pelas quais passámos eram acessíveis a qualquer visitante. Falaram de um cocktail de recepção, mas só visualizei três tabuleiros de pequenos queques que desapareceram em menos de um fósforo.

Já que a minha principal intenção era fazer compras, foi a isso que me dediquei e fiquei satisfeita porque trouxe quase tudo o que tinha em mente. Não recebi (nem eu nem as bloggers com quem conversei) quaisquer goodies que qualquer outra blogger sem convite não pudesse receber. Pude, também, rever algumas amizades e ver, pela primeira vez, outras tantas. Maravilhas do mundo digital!

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No final da feira, juntámo-nos para falar com a organização e expressar o nosso desagrado com tudo o que não correu bem. Não quisemos parecer ingratas, pelo contrário, sabemos que o nosso feedback é importante para que, futuramente, erros destes não se repitam. Pessoalmente, sinto que, espremendo a fruta, poderia ter saído muito mais sumo desta iniciativa. Foi-nos explicado que o Bloggers Event foi planeado, inicialmente, para um grupo muito mais pequeno de bloggers e que decidiram abraçar um número muito maior de nós. A intenção foi boa, sim, mas convinha que a dedicação e os recursos fossem canalizados de forma a abarcar toda a gente e não só meia dúzia. Fico muito feliz que um determinado grupo tenha tido a oportunidade de permanecer mais tempo e com outras condições, foi-nos dito que esse grupo derivou de sugestões de expositores (podia ser de ponderar uma avaliação dos blogs sugeridos, digo eu, que até pesco algumas coisas do assunto), mas se assim foi creio que as regalias deveriam ter sido proporcionadas por esses expositores e que a organização deveria ter sido clara e imparcial com todas as bloggers desde o início, tratando-as de igual forma.

No fim das contas, faço um balanço positivo… Do bom convívio que tive com as minhas amigas durante o dia e da atenção prestada pelos stands todos que visitei. Espero que este tipo de iniciativas não termine e que seja possível melhorar, tendo sido detectados e comunicados os erros na óptica das participantes. Com ou sem convite, lá estarei nas próximas edições.

A Capital das Ruas Enfeitadas

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Estar em Mação nesta altura de Agosto e não visitar o Pereiro, A Capital das Ruas Enfeitadas, como se lê na tabuleta à entrada da localidade, é como ir a Roma e não ver o Papa. Não dá para perder esta festa típica em que se vê presente o empenho dos habitantes, que durante o ano fazem mais de cem mil flores para enfeitar as ruas. Aliando este festival de cores aos reencontros e bailaricos, penso que o Pereiro transmite na perfeição o que se passa no Verão nas pequenas terras de todo o país. Tenho orgulho na minha terra e espero que estas (e outras) tradições nunca se percam no tempo.

Sabiam que é aqui que está o maior girassol da Europa? Sim, o das fotos. Se estiverem aqui pela zona, visitem o Pereiro. Prometo que não se vão arrepender! Nos arredores, há várias praias fluviais, circuitos pedestres interessantes e muitos sítios para a petisquice. E, apesar de serem zonas rurais, há placas que indicam relativamente bem os caminhos para tudo o que interessa.

Aqui em Mação, está a decorrer o Festival do Arroz. No próximo fim-de-semana, temos as Festas de Santa Maria (também era habitual haver flores, mas…). Eu irei aproveitar tudo até ao último pingo de férias!

Preciso de uma mala.

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Benetton | Little Marcel | Guess

Não se apoquentem, que não é um capricho. Vá, é um capricho assim-assim. Não é uma mala das que se usam diariamente, nem precisa de ser chique. Trata-se mesmo de uma mala de viagem.

Confesso que este era um domínio que até há pouco tempo não me preocupava, de todo. Estive, desde sempre, habituada a ter ao meu dispor uma panóplia de sacos de viagem que… Já pedem reforma. A descoberta do trolley é recente, nunca achei piada às rodinhas mas a verdade é a vaidade pesa (literalmente) e não há costas e ombros que aguentem o peso das férias num saco de viagem. Sou fã das mochilas de campismo, mas quando ficamos albergados debaixo de um tecto por um certo período do tempo, ter de tirar tudo de dentro de uma mochila, caçar o que estamos à procura e arrumar tudo novamente pode ser um martírio demorado e isso é coisa para esfrangalhar os nervos a uma pessoa quando lá fora a diversão grita por nós. E, afinal, as férias são para descansar. Não são para nos preocuparmos com arrumações e desarrumações.

Posto isto, também preciso de uma mochila grande de campismo, sim. Mas, mais do que isso, preciso de uma mala rígida e toda catita. Já tenho algumas debaixo de olho.

Há alguma marca/tamanho que me aconselhem? Isto das rodinhas é coisa para se aguentar? Não que eu planeie fazer rally de trolley, mas bem sabemos como é a calçada portuguesa…

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Sou o mau feitio em forma de gente e tenho perfeita consciência disso. Calha ter herdado certos hábitos familiares, também, e sei apreciar o cavalheirismo. A boa educação não fica mal a ninguém e há atitudes que nunca passam de moda. Apesar de não ser o primor da pontualidade (longe disso!), e de ser muito condescendente com quem é como eu, o cenário muda completamente quando se trata de um encontro com alguém cujos interesses são outros. Vocês sabem do que falo. Afinal, há interesse e motivação suficientes para chegar a horas ou há algo mais importante do que a nossa companhia?