Categoria: Música

Leggy Legend

leggylegend

Parece que é quando tenho de restringir a rotina da manicure que surgem as cores mais interessantes. Recentemente, a Essie lançou uma colecção de Outono muito alusiva aos anos 70 e ao rock’n’roll, da qual faz parte o verniz Leggy Legend.

rocknroll

Normalmente, nem sou grande fã de vernizes metalizados. Lembram-me muito as avós (e não num bom sentido!) e as unhacas de há 30 anos atrás. Contudo, este é muuuito diferente. Tem pinta! Acobreado, caramelo, metalizado lindo que parece que muda ligeiramente de tom consoante a luz. A qualidade é a do costume: fluido qd, boa cobertura e durabilidade, com o bónus do pincel arredondado que facilita a aplicação.

E o nome? O nome foi, na minha opinião, escolhido a dedo. Leggy Legend? É a cara da Tina Turner e eu gosto muito. Sou fã dela! Gosto muito.

Coincidências?

Por falar em pop… E já que nos entra tanta coisa pelos ouvidos dentro quando ligamos o rádio por qualquer motivo…

M.I.A. – Paper Planes, 2007

Lily Allen – Air Balloon, 2014

Nicki Minaj – Super Bass, 2010

Meghan Trainor – All About That Bass, 2014

Quaisquer semelhanças, são pura coincidência. Ou, quem sabe… Façam os vossos julgamentos.

Podiam ser irmãos Nº3

raquelyulia

Como o que custa é começar, passou pouco tempo e já cá temos outro post da mesma rubrica. As irmãs, desta vez, são a actriz Raquel Henriques e a cantora Yulia Volkova (quem é que se lembra das t.A.T.u.?).

Poderia não ser uma comparação óbvia, no passado. Isto não abona a favor da Yulia, na minha opinião (que acho muito mais piada à mocinha simples que ela foi em tempos), mas actualmente estão muito parecidas.

Eu era fã das t.A.T.u., e custa-me perceber as voltas que houve aqui pelo meio com o marketing. Juro que não compreendo o trabalho da Yulia a solo, nem as plásticas, nem o solário.

Voltando ao tema da conversa, acho que tanto a Raquel como a Yulia são mulheres muito bonitas e que se tornariam muito mais belas se fossem mais naturais. Podiam ser irmãs! Em caso de dúvida, confiram no Google. Ou no Youtube.

E vocês, o que pensam do assunto?

Quatro Anos de Guida

Foi no dia 12 de Outubro de 2008 que foi criado o blog A Guida É que Sabe. Parece que foi ontem! Sabem por que é que o tempo passa a correr? Porque adoro ter assunto para vos falar e às vezes isso exige procura e muita paciência. Porque vocês estão sempre cá para dizer alguma coisa e sem leitores isto não ia a lado nenhum. Porque conheci muitas pessoas e tive oportunidades que de outra forma nunca teriam surgido. Porque ganhei amigos deste meio. Porque vir aqui sempre que posso me faz feliz!

Muito obrigada por terem estado sempre com a Guida ao longo destes quatro anos e preparem-se porque ainda não me cansei, este blog é um assunto sério e por isso venham mais quatro anos!

Agora, até me ficava mal ir embora sem postar a bela da música do Batatoon. Quem se lembra?

Um novo apêndice

Se tiver de elaborar uma lista de coisas sem as quais não passo bem, a música estará próxima do topo. Talvez venha a seguir ao chá. Não entendo nada dos instrumentos nem de cantar, mas gosto muito de ouvir e não sou muito esquisita. Ok, sou um bocadinho, mas não interessa para o caso.

Aqui há uns tempos, o meu MP4 super especial de corrida com 30GB de capacidade e que me custou os olhos da cara morreu. Simplesmente, morreu. Não caiu, não tomou banho, nem comeu. Finou-se, simplesmente. Não imaginam o meu transtorno. Por sorte, tinha feito o backup de (quase) tudo o que estava lá dentro na véspera.

Desde então, jurei nunca mais querer um mp3 muito complexo. Queria algo com boa autonomia, leve, se tivesse muito espaço de armazenamento seria bom mas não era a minha prioridade, sem muitos botões. Na verdade, queria algo prático que servisse simplesmente para… Ouvir música!

E eis que surge o GoGear Sound Dot da Philips. Era mesmo isto que eu queria. Existem três versões com cores diferentes (um rosa, um azul e este branco com botão verde). Tem 2GB de capacidade e 6h de autonomia. Não tem grandes rococós nem precisa. É super leve, basta ligá-lo ao computador para carregar (a entrada dos phones tem um led que passa do vermelho para o verde quando já está carregado) e passar as músicas para dentro da pasta como se fosse uma pen, e como só é “clicável” em três sítios, não há espaço para grandes enganos e confusões. O botão verde, no meio, liga e desliga o mp3 e também faz pausa nas músicas. O lado branco com dois pontinhos serve para aumentar o volume e para passar para a música seguinte. O lado oposto, com um ponto, diminui o volume e retrocede as músicas.

Não tem muito espaço, é verdade, mas aprendi a ver o lado positivo desta contrapartida: é que assim sou obrigada a mudar de playlist frequentemente. Com o mp3 antigo, de 30GB, passava a vida a mudar de música porque a variedade era tanta que nunca estava satisfeita.

Tinha outra preocupação na procura do mp3 ideal para mim e nem sequer me tinha ocorrido que fosse algo tão simples de tratar. Volta e meia tenho ido saltar à corda, mas fazer exercício é para mim uma espécie de martírio e sempre pensei que se estivesse a ouvir música o tempo passava mais rápido. E o risco de o mp3 sair disparado de onde quer que fosse? Com o Sound Dot não há esse problema porque a parte cinzenta é um clip que pode prender na roupa e assim ele fica bem preso.

Face às opções semelhantes das outras marcas conhecidas e boas (não me venham com histórias relativamente às chinesas populares que nem sequer têm garantia…), o Sound Dot ainda se torna mais apelativo por só custar cerca de 25€ nas lojas do costume (Worten e afins).

So far, so good. Estou satisfeitíssima e uso e abuso do meu novo apêndice!

Coisas que os aliens raptaram #13 – Chá Pink Lennon

Por esta altura devem estar todos a pensar que pirei de vez.

Há cerca de um ano e meio, numa apresentação da Artistry promovida pelo The Beauty and The Best, a Inês serviu-me um chá delicioso chamado Pink Lennon. Até me disse na altura onde é que o podia encontrar, mas nunca consegui encontrar o sítio. Costumamos dizer que se existe, está no Google. Neste caso, eu não estou maluquinha e, mais uma vez, não encontro o bendito chá em motor de busca nenhum e ninguém sabe do que se trata.

O que é que aconteceu ao Pink Lennon? Foi raptado pelos aliens?

Parrot, parrot, parrot dies

Digam-me que não é só comigo que isto acontece. Ficar com músicas das quais não gostamos, de bandas que não gostamos, na cabeça é do pior. Dá insónias e dores de cabeça.

Agora é a Paradise dos Coldplay. E eu que achava que os Coldplay só faziam música para dormir, enganei-me. Acho que nunca tive uma noite tão mal dormida com o raio do papagaio a atazanar-me o juízo.

Eu Denuncio

No próximo dia 29 de Junho (sexta-feira), A Câmara Municipal de Loures vai promover o espectáculo Eu Denuncio: espetáculo de solidariedade a favor da Associação de Mulheres contra a violência doméstica, no Pavilhão Paz e Amizade.

Infelizmente, a violência doméstica é uma realidade. Todos nós conhecemos histórias e situações muito pouco dignas para qualquer ser. Nos media, todos os dia surgem novos relatos. É importante falar, denunciar e saber/partilhar que há apoios nestas situações e que ficarmos no silêncio, sejamos vítimas ou observadores/conhecedores da violência, seja ela física ou verbal, é o pior que podemos fazer.

Tenho a certeza que será um evento agradável, pois haverá espaço para momentos musicais e leitura de testemunhos reais de vítimas de violência doméstica para que haja uma consciencialização para este tema, e conta-se com a participação de músicos fantásticos como Carlos do Carmo, Rita Guerra, Laurent Filipe, e actores de renome como Custódia Gallego, João Ricardo, Pedro Diogo ou Cláudia Vieira.

 Haverá um espaço infantil onde os pais podem deixar os seus filhos aos cuidados de uma associação competente que os ocupará com actividades diversas durante o espectáculo.

Com muita pena, não poderei estar presente mas espero que este seja o programa de eleição para a noite de sexta-feira de muitos de vós e dos vossos amigos e familiares. Sim, agradeço que passem a palavra e que depois me contem como foi!

Já estou restabelecida do meu dia de Rock in Rio e está mais do que na altura de falar de tudo o que de bom aconteceu na sexta-feira.

Para começar, tenho de agradecer a’O Boticário pela maravilhosa oportunidade que me deram ao escolherem-me como Rock Boti Blogger. A missão não foi mesmo nada complicada, pelo contrário. Momentos passados com O Boticário são momentos bem passados. À partida, havia dois turnos que as bloggers do dia tinham de assegurar, sempre antes dos concertos. Nós éramos quatro (eu, a Ana Rita, a Tânia e a Solange) e optámos por permanecer lá durante todo o tempo desses turnos e um pouco para lá da hora, tal era o bom ambiente!

Acho que é consensual, estivemos todas super à vontade. Experienciámos o circuito de maquilhagens no stand, tal como qualquer outra pessoa que lá se dirigisse, fiz boas compras no outlet (assegurei um bom stock de máscaras faciais e óleos corporais! Apesar de serem produtos cuja validade expira em Julho, motivo pelo qual estão a ser vendidos a preços muito mais baixos, estão em perfeitas condições pois as embalagens estão seladas.), postámos na medida do possível e divertimo-nos muito. O acesso à Internet na cidade do rock é um pouco complicado, e é especialmente por isso que não conseguimos mostrar tantas coisas em tempo real. Por isso e porque nos ocupámos a viver ao rubro tudo o que se passou no recinto para poder contar a toda a gente mais tarde!

Encontrámos a nossa Marta, e é claro que não a deixámos ir embora.

Tivemos direito a penteados especiais no stand da Lúcia Piloto, quem tem atenção ao projecto 365 sabe que adorei o meu penteado e que o mantive ontem para um baptizado.

Andámos na roda gigante e eu armei-me em medricas porque aquilo abanava por todos os lados.

Mal nos apercebemos dos Sepultura e dos Mastodon, de tão entretidas que estávamos. Tive uma certa pena quanto aos Mastodon, gostava muito de ter espreitado. Já dos Sepultura, nhé. Que dizer de uma banda que já está na sepultura (ah, piada fácil!) há montes de tempo? Há dois anos vi Soulfly também no RiR, isso sim lembrou-me as coisas do antigamente dos Sepultura.

Quando demos por ela, já era de noite e estava a começar o concerto dos Evanescence. Se já não ia à bola com a banda, este concerto serviu como tira teimas. Pouca interactividade, más apostas na escolha das músicas, má voz… Acho que se esqueceram que já não estamos em 2003 e que já não são as vedetas do momento. Nem nessa altura gostava deles, do alto dos meus treze anos. Quando conhecemos vozes muito melhores em géneros semelhantes (inspiração, chama-lhe a Amy…) como os Nightwish, somos muito exigentes. Há oito anos, os Evanescence já tinham estado no Rock in Rio e consta que a Amy Lee tinha uma laringite. Este ano, qual foi o argumento para tantas fífias ou mesmo para as falhas de voz nalgumas músicas? Ainda para mais, os Evanescence inclinam-se para um género musical que não aprecio – o nu metal – mas sei reconhecer que esteve em alta há 10 anos atrás. Por mim, agora está em declínio. Não devo ser a única a pensar assim, visto que as poucas músicas que tiveram algum feedback positivo foram aquelas que se tornaram conhecidas nessa altura. Poucas. Foram tão medíocres que saíram do palco logo assim que terminaram a última música e nem sequer voltaram. Nem sequer se ouviram palmas.

Para compensar tamanha desgraça, chegaram os Metallica para me surpreender muito pela positiva, depois de os ter visto no RiR há quatro anos atrás e de não lhes ter achado especial piada. Deram um concerto do caraças! Nem preciso de me alongar muito a descrever porque o que é bom, é bom. Eles sabem do que o público gosta e investiram imenso nos clássicos. Nunca lhes fica mal. Aproveitaram bem o espaço que tinham, cativaram os milhares e milhares de pessoas que estavam a assistir, houve o bónus dos efeitos pirotécnicos mais para o final… Foram lindos, lindos! Não tenho grande voto na matéria porque foi a segunda vez que os vi, mas a avaliar pelo que dizem e pelos vídeos de concertos que vejo por vezes no Youtube, este terá sido um dos melhores (senão o melhor) concerto dos Metallica em Portugal.

No fim da história, fomos todos tramados pelo metro e como havia filas intermináveis para os autocarros, optámos por ir a pé da Bela Vista até ao Parque das Nações. Foi uma boa caminhada nocturna numa noite fria mas com tanta emoção, e sempre podemos gabar-nos de ter andado por Chelas e Olivais à noite sem qualquer perigo. Oh yeah!

Tenho cá para mim que devia haver mais dias assim.