Categoria: Música

Leggy Legend – Essie

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Parece que é quando tenho de restringir a rotina da manicure que surgem as cores mais interessantes.

Recentemente, a Essie lançou uma colecção de Outono muito alusiva aos anos 70 e ao rock’n’roll, da qual faz parte o verniz Leggy Legend.

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Normalmente, nem sou grande fã de vernizes metalizados.

Lembram-me muito as avós (e não num bom sentido!) e as unhacas de há 30 anos atrás. Contudo, este é muuuito diferente. Tem pinta!

Acobreado, caramelo, metalizado lindo que parece que muda ligeiramente de tom consoante a luz. A qualidade é a do costume: fluido qd, boa cobertura e durabilidade, com o bónus do pincel arredondado que facilita a aplicação.

E o nome? O nome foi, na minha opinião, escolhido a dedo. Leggy Legend? É a cara da Tina Turner e eu gosto muito. Sou fã dela! Gosto muito.

Podiam ser irmãos #3

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Como o que custa é começar, passou pouco tempo e já cá temos outro post da mesma rubrica.

As irmãs, desta vez, são a actriz Raquel Henriques e a cantora Yulia Volkova (quem é que se lembra das t.A.T.u.?).

Poderia não ser uma comparação óbvia, no passado. Isto não abona a favor da Yulia, na minha opinião (que acho muito mais piada à mocinha simples que ela foi em tempos), mas actualmente estão muito parecidas.

Eu era fã das t.A.T.u., e custa-me perceber as voltas que houve aqui pelo meio com o marketing. Juro que não compreendo o trabalho da Yulia a solo, nem as plásticas, nem o solário.

Voltando ao tema da conversa, acho que tanto a Raquel como a Yulia são mulheres muito bonitas. Podiam ser irmãs! Em caso de dúvida, confiram no Google. Ou no Youtube.

E vocês, o que pensam do assunto?

Sai um ferro de engomar para a menina, “faxavor”.

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E quem diz menina, diz menino.

Que eles não têm problemas nas mãos e também devem contribuir para o bem do lar.

As pessoas têm de saber tratar de si sem ajudas. Contra mim falo, que não costumo ser eu a engomar a roupa cá de casa. No entanto, se tiver de o fazer, desempenho a tarefa com sucesso.

Não gosto de passar a ferro, mas gosto de estar apresentável.

Quando tiver a minha casa, acho que cada membro da família deverá ficar encarregue de engomar as suas roupas.

Tendo um roupeiro pequeno que está cheio até ao topo, está visto que quase tudo o que de lá tiro tem de ser engomado novamente antes de vestir, e nestas situações acabo por ser eu, quase sempre, a tratar desse assunto.

Até já disse à mamã que preferia que a minha roupa deixasse de ser engomada, visto que é tempo perdido. E eu não sou a favor das perdas de tempo com sarilhos destes. Nem sequer sou apologista de passar toalhas de banho, roupa interior e pijamas. Nem skinny jeans, nem t-shirts folgadas.

O resto, minhas meninas e meus meninos, tem mesmo de ser engomado.

Infelizmente, há quem pense de maneira diferente ou não lhe tenha sido ensinado para que é que serve um ferro de engomar.

Muitas são as vezes em que entro num blog ou faço uma pesquisa de imagens de uma determinada peça de roupa e dou de caras com pessoas todas amarfanhadas, como se a roupa tivesse saído do estendal, ou da embalagem, para o corpo.

Até o meu coração fica doente com toda uma panóplia de camisas, túnicas, vestidos, saias e afins cheios de vincos e dobradelas à mostra.

Eu compreendo que haja uma certa ansiedade em estrear roupa ou recuperar a roupa da estação anterior que esteve encaixotada durante meses.

Também gosto de novidades, gosto de mostrar peças acabadinhas de chegar às minhas mãos, mas não consigo fazê-lo sem lavar tudo e engomar devidamente.

Se mostramos vestuário novo todo amarrotado, penso que boa parte do encanto da peça morre. Que valente turn off!

GoGear Sound Dot – Philips

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Se tiver de elaborar uma lista de coisas sem as quais não passo bem, a música estará próxima do topo.

Talvez venha a seguir ao chá.

Não entendo nada dos instrumentos nem de cantar, mas gosto muito de ouvir e não sou muito esquisita. Ok, sou um bocadinho, mas não interessa para o caso.

Aqui há uns tempos, o meu MP4 super especial de corrida com 30GB de capacidade e que me custou os olhos da cara morreu. Simplesmente, morreu. Não caiu, não tomou banho, nem comeu. Finou-se, simplesmente.

Não imaginam o meu transtorno. Por sorte, tinha feito o backup de (quase) tudo o que estava lá dentro na véspera.

Desde então, jurei nunca mais querer um mp3 muito complexo.

Queria algo com boa autonomia, leve, se tivesse muito espaço de armazenamento seria bom mas não era a minha prioridade, sem muitos botões. Na verdade, queria algo prático que servisse simplesmente para… Ouvir música!

E eis que surge o GoGear Sound Dot da Philips.

Era mesmo isto que eu queria. Existem três versões com cores diferentes (um rosa, um azul e este branco com botão verde). Tem 2GB de capacidade e 6h de autonomia. Não tem grandes rococós nem precisa.

  • É super leve.
  • Basta ligá-lo ao computador para carregar
  • A entrada dos phones tem um led que passa do vermelho para o verde quando já está carregado.
  • Passam-se as músicas para dentro da pasta como se fosse uma pen.
  • Como só é “clicável” em três sítios, não há espaço para grandes enganos e confusões.
  • O botão verde, no meio, liga e desliga o mp3 e também faz pausa nas músicas.
  • O lado branco com dois pontinhos serve para aumentar o volume e para passar para a música seguinte.
  • O lado oposto, com um ponto, diminui o volume e retrocede as músicas.

Não tem muito espaço, é verdade, mas aprendi a ver o lado positivo desta contrapartida: é que assim sou obrigada a mudar de playlist frequentemente.

Com o mp3 antigo, de 30GB, passava a vida a mudar de música porque a variedade era tanta que nunca estava satisfeita.

Tinha outra preocupação na procura do mp3 ideal para mim e nem sequer me tinha ocorrido que fosse algo tão simples de tratar.

Volta e meia tenho ido saltar à corda, mas fazer exercício é para mim uma espécie de martírio e sempre pensei que se estivesse a ouvir música o tempo passava mais rápido. E o risco de o mp3 sair disparado de onde quer que fosse?

Com o Sound Dot não há esse problema porque a parte cinzenta é um clip que pode prender na roupa e assim ele fica bem preso.

Face às opções semelhantes das outras marcas conhecidas e boas (não me venham com histórias relativamente às chinesas populares que nem sequer têm garantia…), o Sound Dot ainda se torna mais apelativo por só custar cerca de 25€ nas lojas do costume (Worten e afins).

So far, so good. Estou satisfeitíssima e uso e abuso do meu novo apêndice!

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Chá Pink Lennon – Coisas que os aliens raptaram

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Por esta altura devem estar todos a pensar que pirei de vez.

Há cerca de um ano e meio, numa apresentação da Artistry promovida pelo The Beauty and The Best, a Inês serviu-me um chá delicioso chamado Pink Lennon.

Até me disse na altura onde é que o podia encontrar, mas nunca consegui encontrar o sítio. Costumamos dizer que se existe, está no Google.

Neste caso, eu não estou maluquinha e, mais uma vez, não encontro o bendito chá em motor de busca nenhum e ninguém sabe do que se trata.

O que é que aconteceu ao Pink Lennon? Foi raptado pelos aliens?

Melhor que trocar cromos

 shakira

Apesar de toda a gente saber que não gosto de carneiradas, olaré!

Já lá vão uns bons meses desde que as pulseiras malucas começaram a aparecer por todo o lado, graças à dona Shakira e à capa do seu último CD, e eu gosto.

Acho piada à ideia de andar com uma série de pulseirinhas de formas diferentes no braço.

Há de animais, letras, bonecos, tudo o que possam imaginar. Consta até que há por aí um site que tem pulseiras destas com posições do Kamasutra.

Compõe-se um arco-íris gigante e irregular e ainda há a possibilidade de trocar as repetidas, tal e qual como os cromos e tazos.

É verdade que não são charmosas e lindas, não ficam bem com tudo e são super infantilóides. Mas é aí que reside o gozo!

Tenho tantas saudades de coleccionar e trocar tazos, cromos, pega-monstros e afins que esta pancadona é nostalgia da boa.

Trouxe dois pacotes de bichos diferentes e, na verdade, fui ajudada a escolher por duas pessoas pequenas que andavam à caça do mesmo na loja.

Agora, vá, toca a usar, usem à vontade, abusem porque há aqui lagartixas e elefantes repetidos que pedem troca urgente!

O que Fica de 2010

A minha vida anda super corrida, já toda a gente ouviu mas não é de mais lembrar.

E é por isso que o blog anda meio parado. Ainda estou para ver quando consigo pôr em dia tudo, tudinho o que tenho para vos contar. Ainda há coisas do Natal para mostrar, mas ficam para depois.

Hoje é dia de fazer um balanço de 2010.

Vai por tops, alinham?

2010

Começando pelos acontecimentos, quando me lembrar de 2010, há-de ser porque:

  • Foi quando tive os meus primeiros estágios no curso de Enfermagem. Se, por um lado, no Centro de Saúde tudo correu às mil maravilhas, não vou esquecer os dias em que vinha do Lar de Idosos com vontade de chorar. Não que não gostasse do estágio, adorei. As pessoas que lá trabalhavam e a maneira como tratavam os idosos é que deixaram muito a desejar.
  • Pela primeira vez, passei muito tempo (três semanas, o máximo anterior não passava dos 5 dias) sem ver os meus pais. Custou muito, e havia dias em que só me apetecia voltar para casa. Lição aprendida: um dia, quando comprar casa, já sei que não vou para longe.
  • Decidi ser menos niquenta e, mesmo que não goste, tento comer tudo o que está no prato. Evito alimentos que sei que andavam a fazer muito mal à minha saúde e, desde então, sem mexer uma palha, perdi uns quilinhos que andavam a fazer mossa. Valeu a pena!
  • Comecei a ganhar os meus trocos. Quero dizer, trocos a sério. Dinheirinho relevante, vá.
  • As primocas pequenas… Ficaram maiores do que eu. O que é bom e mau em simultâneo, porque por enquanto ainda vou herdando umas coisinhas giras delas. Por outro lado, o quê, sou assim tão minorca que até as miúdas de 10 anos são maiores do que eu? Devo ter comido danoninhos a menos.

Um dos grandes motores de nostalgia são os nossos ouvidos, e por isso 2010 surgirá na minha memória sempre que ouvir (mesmo não gostando de muitas delas e com a agravante de estar para lá de enjoada, porque quando saímos de casa ninguém nos poupa os ouvidos):

  • Rammstein – Frühling in Paris
  • Yolanda Be Cool – We No Speak Americano
  • Apocalyptica – Beautiful
  • Florence + The Machine – You’ve Got the Love
  • Duck Sauce – Barbra Streisand
  • Lady Gaga – Alejandro
  • Lady Antebellum – Need You Now
  • Edward Maya – Stereo Love
  • Katy Perry – California Gurls
  • Pink – Raise Your Glass

beleza

Para finalizar, e dado este blogue também falar de beleza e dessas coisas mariquinhas, ficam os 10 produtos-maravilha do ano:

  1. Correctivo Intense d’O Boticário – Não será novidade para muitas de vós: pequenino, compacto, barato, super eficaz e nada artificial. Gosto, gosto muito!
  2. Graffiti Eyeliner Pen da Eyeko – É amor ou ódio. A Guida ama! Apesar de adorar eyeliner, até há bem pouco tempo fazia uma aplicação desastrosa. Esta canetinha é super prática e fácil de usar e a verdade é que com o uso frequente, quase diário, hoje já consigo aplicar outros delineadores sem fazer uma grande lambança.
  3. Loção hidratante Nativa Spa de Pitanga d’O Boticário – É paixão recente e não troco mais! Amava o cheiro do sabonete, e quando descobri que já havia a loção fiquei em êxtase. No entanto, encostei-a por uns tempos porque para além de (na embalagem) o cheiro me parecer diferente do sabonete (que é só a coisa mais bem cheirosa do mundo, pois claro!), tinha outras loções abertas e precisava de as gastar. Pois bem, chegou então a hora de dar uso a esta e… Wow! O cheiro é o mesmíssimo que o do sabonete. E é muito bom em textura, hidrata bem, a embalagem é perfeita com o doseador… Tudo de bom!
  4. Creme Superdefense da Clinique – Tive a oportunidade de o testar e não podia estar mais satisfeita! Finalmente, estou de pazes feitas com a marca e feliz por tudo dar certo quando há o aconselhamento certo. Mas, Superdefense. O meu é para pele seca/mista, pois embora tenha oleosidade na zona T, o resto da pele da cara repuxa. Tive medo que fosse super pesado, e o facto de se focar na prevenção dos sinais de envelhecimento (hã, anti-rugas aos 20 anos?) ajudou ao susto. Tudo mentiras! Não deixa a pele oleosa, tem uma textura rica que até dá gosto e para completar tem SPF 25. Voltamos a falar mais tarde, porque a Clinique tem história e dá um post bom e gigante.
  5. Topcoat Good to Go da Essie – Este é o milagre dos vernizes e topcoats! Juro. Sabem daquelas marquinhas que ganhamos no verniz da noite para o dia, dos lençóis, depois de termos tido uma trabalheira dos diabos a pintar as unhas e deixar tudo perfeito? Esqueçam. Com o Good to Go há super brilho e secagem quase instantânea. Prometo.
  6. Máscara de Chocolate Maxnatura da Aroma da Terra – Já falei dela aqui, não é? Mais não tenho a dizer!
  7. Primer Potion da Urban Decay – Também não é nova para quem navega pelos blogues e canais de beleza e maquilhagem, decerto. Funciona mesmo e acho que ainda tenho produto para uma eternidade! É bom porque fixa as sombras e traz-lhes mais intensidade na cor. Para além disso, noto que deixa a pálpebra mais lisinha e, ao aplicar as sombras, o trabalho de as deixar uniformes no sítio, esbater e essas coisas todas fica muito mais fácil.
  8. Paleta de sombras Twilight da The Body Shop – Também já se devem ter cruzado com ela. Já ouvi dizer muito bem da paleta, mas também já vi quem não tivesse gostado. Digo de minha justiça: pode não ser mesmo a mais pigmentada do mundo, mas eu penso que as cores são muito fáceis de conjugar, ficam bem com tudo e a textura é bastante boa. Principalmente para quem, como eu, ainda não aprimorou assim tão bem as técnicas de aplicação das sombras. É tão prática que a tenho usado muito regularmente.
  9. Esfoliante de Manga e Coco da Lomasi – Divino. É super cheiroso, doce mas sem enjoar, e no duche é milagroso: parece que se esfregou açúcar no corpo e que derreteu! E é um espectáculo, porque para além de esfoliar, parece que tem um óleo hidratante. É 2 em 1, e poupa a loção no fim do duche!
  10. Durable Lip Fluid nº2 da Make-Up Studio – Também já partilhei a minha opinião sobre ele aqui! Amo a cor, adoro ver-me com ela. Super uso!

E vocês, que destacam de 2010?

The Body Shop – Sobre

No passado dia 8 de Outubro, houve uma press release da marca para a qual a Guida foi convidada. Claro está, não poderia deixar de comparecer!

O evento realizou-se na Mãe D’água, o que acabou por ser a primeira de muitas surpresas para mim.

Passando ao que interessa: foi muito bom!

Se mal conhecia a marca, quaisquer dúvidas ou desconfianças ficaram por terra por conhecer os projectos que andam no ar, as pessoas que trabalham pela The Body Shop, os fundamentos.

Aliás, entre conversa amigável com toda a gente e demonstrações dos novos produtos, houve direito a palestras super interessantes sobre o que se está a passar pela marca:

  • Christina Archer, a senior buyer do Comércio Justo da TBS, explicou como se processam os negócios com os vendedores de países subdesenvolvidos, nomeadamente sul americanos, de forma a que ambas as partes saiam beneficiadas.
  • Deu até testemunhos de algumas famílias envolvidas, que mostram viver melhor e em maior segurança desde que se envolveram neste processo.
  • Explicou que cada produto da marca tem pelo menos um ingrediente obtido através do Comércio Justo, e até deu exemplos. Já lá vamos!
  • Já o maquilhador da marca, Karim Sattar, apresentou as propostas para este Inverno – a Colecção Joy of Sparkle!
  • Não vou entrar em grandes detalhes agora, mas fica prometido que amanhã falo deste assunto detalhadamente.
  • No evento, foi tudo posto em prática com uma modelo especial de corrida (da qual também já falo, vamos lá ter calma!) e houve direito a dicas de profissional.
the body shop
  • Também nos falaram da nova fragrância da marca, o Dreams Unlimited! Fiquei apaixonada, pois é um perfume fresco, de grande qualidade, criado por alguns dos melhores e mais famosos perfumistas do mundo.
  • Achei piada ao facto de este perfume ser feito com álcool 100% biológico. Álcool biológico? Que é isso? Pois bem, foi-nos mostrado o processo de obtenção do mesmo e… Rum. Está dito. Cana de açúcar, destilação, rum.
  • Vimos as novidades para o Natal, não menos importantes. Ainda estou aqui a conter-me para não comer tudo à colher! Surpresa para amanhã.
the body shop
  • Assistimos à entrega de um cheque de , se não me falha a memória, 70000€ à APAV para auxiliar no combate ao tráfico sexual de crianças e jovens. Uma causa a apoiar!
  • Ainda houve direito a música ao vivo, com nem mais nem menos do que a menina Sofia Truta, que foi, aliás… A modelo das maquilhagens do Karim Sattar!

E por hoje é tudo, mas amanhã venho cá mostrar as novidades todas direitinhas e bonitinhas.

Rock in Rio – Eu Fui!

rammstein
Rammstein. Fotografia por Rita Carmo.

E os Rammstein foram de mais.

De mais! Amei! Um dos melhores, se não o melhor concerto a que já assisti. Gostava deles, apesar de não serem os meus favoritos, e agora vou segui-los com mais atenção. Estou tão arrependida de não os ter visto antes… E mesmo quem não gosta deles, teria adorado!
Produção de excelência, muita pirotecnia, cada elemento com o seu papel e com um trabalho muito bom no conjunto. E a voz do Till? Muito boa, melhor do que esperava, que vozeirão, pude confirmar que não há nada de artifícios nos CDs.
Já os Megadeth, antes, foram uma desilusão. Não pelas guitarras, nem sequer apanhei o concerto do início (que vergonha!), mas o Mustaine está velho e voz, onde andava ela? Fui para lá com muitas expectativas, tantas…
Soufly foi o esperado. Normal, vá, foi bom, comeu-se, mas cá por mim só rendeu quando decidiram tocar músicas de Sepultura. Max, homem, ainda não concluíste que sair dos Sepultura só te fez mal?
O concerto de Motorhead também foi bom, mas confesso que esta foi a hora em que aproveitei para jantar.
Está claro que o dia não foi só música, e ainda hei-de mostrar por cá uma série de fotos. Por ora, é isto.

Rammstein, Rammstein, Rammstein!