Categoria: Moda

A Boutique do Cão

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No outro dia, quando fui com a minha Nina à tosquia, conheci a Filipa e as suas criações mais que fofas para os nossos patudos. Felizmente, cada vez mais (espero eu!) tratamos os nossos animais de estimação como gente e, como tal, começámos a incutir neles alguma vaidade. Eu falo por mim: se podia dar agasalhos e acessórios funcionais mas simples à minha Nina? Podia, mas não era a mesma coisa.

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A verdade é que dá gosto ver os nossos pequeninos bonitos e aperaltados e cada vez mais há interesse em ter roupinhas e acessórios bonitos e únicos, à medida dos nossos amores.

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Fiquei maravilhada com as peças que é possível encontrar e adquirir n’A Boutique do Cão (online e nalgumas feiras de artesanato, é questão de estarem atentas à página!) e não tenho mais que dizer senão que a Filipa tem um grande talento e que os patudos dela são uns sortudos vaidosos.

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Dá vontade de encomendar uma peça de cada. Há para o menino e para a menina, de vários tamanhos, vestidos, agasalhos, coleiras, trelas, peitorais, caminhas, … Enfim, um arsenal para encher o roupeiro dos nossos fofinhos (sim, a minha Nina tem um roupeiro, será assim tão estranho?). Porque se nós gostamos de andar bonitas, por que não dar o mesmo mimo aos nossos melhores amigos?

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Natura Renovada

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No sábado passado, fui convidada para assistir e celebrar uma série de mudanças boas que têm acontecido com a Natura (obrigada Vanessa, Marta e Helena!).

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O “nosso” grupinho: eu, Sara Meess (Diary of Fashion), Sara Cabido (Little Tiny Pieces of Me), Silvana Querido (In Vogue), Helena Magalhães (The Styland), Vanessa Ferreira (Chic Diary) e Marta Martins (Pegada Feminina)

Juntou-se um bom grupo de bloggers amigas e, todas juntas, rumámos ao Meco para ver e experimentar as peças da nova colecção da marca, festejar a nova loja online e conversar e dançar muito.

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Houve tempos em que vivi amuada com o fofo do urso. Hoje em dia, ele está mais crescido e amadureceu. As mudanças estão à vista: a Natura apresenta produtos de qualidade, bonitos e a bom preço. Foi uma surpresa agradável descobrir todas as novidades. E sabem o melhor? Os tamanhos das peças foram feitos para pessoas normais, isto é, com medidas razoáveis. Por exemplo, sabem daqueles vestidos de Verão, e calças, com comprimentos astronómicos? Por aqui não há disso, não há peças de tamanhos pequenos com comprimento digno de gigante. As novidades têm chegado às lojas esta semana, e eu aconselho-vos mesmo a dar uma espreitadela. Por aqui, nos próximos tempos poderão ver algumas das minhas escolhas.

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A apresentação decorreu no bar Gula do Meko e, como tal, é óbvio que a festa não se ficou pelo recinto interior e pelas peças de roupa veraneantes. Cocktails, gelados e músicas – com as amigas, é o que se pede numa tarde atípica de muito calor em Maio. Os DJs André Henriques e Filipe Gonçalves foram responsáveis pela banda sonora que animou a nossa tarde. O fotógrafo Pau Storch esteve lá sempre connosco para capturar momentos bonitos como os que podem ver neste post. A diversão faz-nos felizes. Queremos mais tardes assim, queremos mais tardes Natura!

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Entendidos em mochilas, onde andam?

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Chega o sol e o calor, aproximam-se as férias, e o drama de fazer malas é uma realidade daquelas que assustam muito. Tento ser organizada e prática quando organizo as bagagens, mas nem sempre consigo. Habitualmente, prefiro mochilas a malas ou trolleys porque posso transportar mais facilmente a carga sem estar dependente de terceiros.

As mochilas têm as suas desvantagens e a principal, no meu entender, é o facto de boa parte delas não ter divisórias práticas e funcionais. Os fechos, muitas vezes, também não ajudam. A qualidade dos materiais também é questionável e só damos valor a esta variável quando já temos as costas todas desfeitas.

Avizinha-se uma época de acampamentos e viagens e começo a ver a minha vida a andar para trás quando percebo que a minha mochila de campismo, velhinha que só ela, está a pedir a reforma. Nunca fui grande fã dela, mas tem muitas histórias para contar. E é gira, em tons de tijolo e amarelo.

Agora, instala-se a questão: onde é que encontro uma mochila como deve ser, gira e funcional? Não precisa de ser gigantesca, até era bom que desse para ser funcional no dia-a-dia. Mas tem de ser compatível com carga para um fim-de-semana em viagem/campismo, incluindo a possibilidade de levar uma esteira e um saco-cama.

Sou fã da North Face, mas não me apet€ce muito ir por aí. Não sei se as opções das lojas mais comuns (Decathlon,  Sport Zone, …) compensam. Gosto das Camelbak mas não sei se dão para o que pretendo. Se alguém puder ajudar, agradecia mesmo muito!

[Ah, também tenho andado a bisbilhotar sacos-cama como deve ser, múmia, mas deixemos essa conversa para outra altura…]

Problemas de Logística

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Quando chegam as meias estações e tenho de fazer mudanças de roupas e sapatos (que aqui não dá para ter tudo a jeito e exposto durante todo o ano!), fico sempre com uma dor de cabeça que nem vos digo, nem vos conto.

Bom, a verdade é que a minha dor de cabeça não se fica pelas meias estações. Creio que posso dizer que todas as semanas, todos os dias, o filme se repete, para que vejam o caos em que vivo. Para não vos massacrar muito com o assunto, vou ficar-me por uma pequena fracção da história. Senão, aposto que iriam sair daqui com uma dor de cabeça como as que tenho.

Considero que não tenho assim tanto calçado quanto isso. Vá, se calhar tenho mais que as pessoas normais. Tenho algumas dezenas de pares. Possivelmente, já passei a centena. Estimo muito os pares que tenho e duram anos, mesmo quando os uso exaustivamente. Quando têm visíveis sinais de desgaste, descarto-os logo ou levo ao sapateiro caso tenham remédio.

Tento manter o tipo de calçado organizado por caixas ou sacos de modo a ter todos os pares de uma mesma família (sapatos de salto, sapatilhas, sandálias, sabrinas, botas, …) organizados, simplificando a tarefa de vislumbrar todas as opções na hora de as escolher. Não é que, mesmo assim, dou por mim invariavelmente com uma guerra de sapatos instalada no chão do meu quarto todos os dias?

E arrumar tudo? Não há espaço. Divido o quarto, não sou só eu e não grande arrumação. Tenho caixas debaixo da cama, mas não chega. Tenho caixas empilhadas ao fundo da cama, mas não chega. É um pesadelo. Não sei o que é pior: arrumar tudo direitinho ou ter de desarrumar tudo para ver o que tenho. É um filme, uma tragédia.

Já está na altura de me pirar do ninho e encontrar o meu próprio lar, com direito a closet e tudo…

Será exagero?

Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.
Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.

Sou exagerada e friorenta em proporções quase iguais. Durmo de botija e, se preciso for, em Agosto não esqueço as meias de lã. Ninguém merece ter os pés frios. Contudo, não posso sentir no ar os aromas da Primavera nem ver um raio de sol, que quero logo andar de perna ao léu e pés semi-descalços.

É simples: não gosto da cor de lula do tempo frio e tampouco me sinto confortável de meias que se colam à pele. E os collants terríveis que teimam em esburacar-se num ápice? Não há quem aguente.

Consta que até ao final da semana as temperaturas serão amenas durante o dia. Preocupa-me estagiar num local mais fresco que a restante Lisboa, mas para o tempo que levo a sair de lá e deslocar-me para qualquer outro sítio, acho que já dá para arriscar.

Eu bem sei que ainda regressará o tempo frio, mas nos tempos que correm há que aproveitar as abébias que o São Pedro nos dá, certo? Tenho tantas sandálias e sabrinas bonitas, já para não mencionar as sapatilhas de lona, que pedem tempo assim para poderem sair à rua. Estou farta de botas, que martírio. Serei a única? Será exagero?

Primavera Mel

Eu sei que ainda está um frio de rachar e que mesmo que venha tempo mais ameno, está longe de ser uma constante. Não gosto do Inverno nem com molho de tomate, e para piorar este meu ódio de estimação, já começam a aparecer nas lojas as novas colecções para as estações quentes.

No que toca ao calçado, pela originalidade e pela qualidade aliada ao facto de se tratar de calçado de fácil limpeza e manutenção, uma das marcas que gosto de espreitar com frequência é a Mel. É simples, os modelitos são de babar, ficam em conta, e se não corremos logo para o que pretendemos o mais certo é daí a pouco já não termos essa oportunidade porque os sapatos são tão giros que toda a gente os quer.

Pop VII
Pop VII
Pitanga
Pitanga

Acabei de espreitar as sabrinas e sandálias para a Primavera e fiquei com vontade de mandar vir logo quatro pares. Diria o meu pai, como é barato, vem logo à dúzia. Mas não pode ser, não é sustentável e não se justifica. Já tenho umas parecidas com as Move (embora em preto, com a flor branca) e sabrinas pretas também tenho de sobra. Não vou descansar enquanto não tiver as Pitanga (são ou não são sandálias lindas?) e as Pop VIII. Aiii, que sarilho!

Move
Move

Pop VIII
Pop VIII

Boa Compañia para o Meu Roupeiro

Bem sei que tem estado um frio desgraçado e que o mais provável é estarmos a milhas de dias quentes (a menos que o termostato do São Pedro avarie, ainda que já não espantasse ninguém), mas é impossível não pensar neles quando, ao deambular pelas lojas do costume, encontramos roupa muito bonita e fresquinha a preços que dão vontade de comprar tudo. E vivam os saldos!

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Falo por mim, já conheço a Compañia Fantástica há algum tempo e a verdade é que, regra geral, é a minha cara. Na verdade, não encontraria um adjectivo que melhor caracterizasse a marca: fantástica, sim, que até hoje, acho que não lhes vi uma peça que não tenha gostado. Têm sempre modelitos e padrões tão bonitos e femininos, e nunca ascendem a preços inacessíveis.

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Com a Nádia Basto (Coisas da Nadya) e a Sara Meess (Diary of Fashion), que não tinha melhor foto para vos mostrar um bocadinho do bendito vestido.

Bem sei que as peças são da colecção do ano passado, mas por isso mesmo é que aparecem agora nos saldos e na minha humilde opinião (e vocês concordam, right?) não há aqui nada que tenha caído ou que possa cair em desuso rapidamente. Aliás, o segundo vestido – com padrão de ananás – já me faz compañia desde a Primavera de 2014 e somos felizes e havemos de continuar juntos por muito tempo. Na altura, foi cerca de 45€ e agora está a 26,40€. Com sorte, ainda baixa mais um bocadinho. Se gostarem, têm a saia com o mesmo padrão. Não têm de quê!

Cachecol em 30 Minutos

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À prova de aselhas! Gostava de ter partilhado umas poucas ideias destas convosco antes do Natal e não vim a tempo, mas há preciosidades que são bem vindas a qualquer altura.

Logo após o Verão, comecei a ver imensas referências nas redes sociais sobre um suposto cachecol infinito em tricô que seria feito com os braços, em coisa de meia hora. Fiquei intrigada, está claro, e deixei o assunto em stand by porque aguardava encontrar uma lã gorducha e bonita para utilizar neste feito.

Pela altura do Natal, ao passear por um shopping da minha zona, encontrei a lã de que necessitava (se quiserem a referência e a marca, avisem, que logo procuro os papelitos dos novelos) e meti mãos e braços à obra. Olhem, não podia ser mais simples! É tal e qual como explicam no vídeo do Handimania. Não é preciso fugirem se não souberem tricotar, porque está mesmo tudo muito bem explicado e é muito simples, tão simples que até as crianças podem fazer.

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Aqui fica uma ideia para presentes rápidos que agradam a toda a gente, para terem o cachecol/gola mais giro de todos, ou quiçá para aplicar a ideia a outras peças de vestuário. Já conheciam esta ideia? Já alguém experimentou?

Dramas, dramas…

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Sou daquelas pessoas que tem pouca paciência para fazer compras de roupa. Gosto de caçar bons negócios e fazer bons achados, mas tenho aversão a multidões, confusão e provadores. Compro quase toda a minha roupa a olhómetro. É claro que, no final, acabo por ter de trocar umas quantas poucas coisas porque o tamanho não era bem aquele que escolhi. Ups.

Também há situações em que se torna necessário fazer pequenos arranjos, mas esse é um mal menor, no geral. Só me aborrece quando as peças são muito elaboradas ou de materiais complicados de trabalhar, como as napas e peles. Já vos disse que andava (e ando, bolas!) à procura de um blusão preto, não já? Na verdade,  o que quero é um biker jacket. 

É triste, pode parecer tarefa simples encontrar um que seja perfeito com facilidade, já que as lojas transbordam deles nos tempos que correm. Minhas amigas, desenganem-se, que tem sido uma chatice procurar. Há sempre algum inconveniente: ou o tamanho das mangas (geralmente compridas de mais), ou a cintura (gigante, sem forma), ou o material que é manhoso, ou o preço que não compensa, ou a cor dos metais.

Estou a pensar em comprar o da imagem, que é da BT London. Conheço os tamanhos da marca, tenho agasalhos, e até agora tem corrido tudo bem. Mas… Não sei. Em boa verdade, se não gostar posso sempre devolver. Mas o tempo que se perde nestes processos é chato. Que acham? O mesmo blusão existe com os fechos em prateado, mas acho o douradinho mais fancy. Já vi peças semelhantes a cerca de 120€ e este casaco custa 51€. E agora? Arrisco, ou quê?

Das misérias que me acontecem

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Contando a história, ninguém acredita. Sou a campeã das solas de sapatos perdidas. Juro! Já perdi a conta às vezes em que os meus sapatos (que, por sinal, são sempre bem estimados) se desintegram em plena rua. Poder-se-ia dar a desculpa de que a qualidade tem-se em directa proporção para com o que pagamos, mas já me aconteceram catástrofes destas com sapatos bem caros de lojas e marcas conhecidas.

Adiante, que desta feita até nem foi o caso. Tinha uns sapatos bonitos, como os da imagem, que foram um achado. Pensava eu. Baratos, muito bonitos e super confortáveis. Deixavam-me com altura de gente e com uma pernoca jeitosa. Então não é que ontem, quando dei por ela, tinha as malditas das plataformas a descolarem-se? Não me estatelei no chão porque não calhou e salvou-me o papá, que teve de me resgatar da bela Lisboa e da sua calçada maravilhosa.

Agora estou triste, muito triste, que não quero dar reforma aos sapatos mas também não sei se há remédio que lhes valha. Há cola, pois há, mas até que ponto é que é eficaz? Já fiz a experiência com outros pares de sapatos de plataforma, como estes, e nunca serviu de muito, nem com intervenções do sapateiro. Alguém sabe de uma solução milagrosa ou devo mesmo dizer-lhes adeus e pensar em comprar uns substitutos como deve ser?