Categoria: Moda

O que veste uma mãe?

roupeiro vintage

Nunca tinha pensado muito nas diferenças de guarda roupa que podem (ou não) existir antes e depois da maternidade.

Não sei se é um fenómeno que pode ter a ver com idades, com o próprio facto de ser mãe ou com as modificações corporais inerentes à gravidez e pós-parto.

Não posso queixar-me, é certo. Nunca tive, sequer, preconceitos.

Passado um mês do nascimento da Teresa, acabei por dar pouco uso aos fatos de banho que levei na bagagem de férias e troquei-os pelos biquinis minúsculos do costume.

Com vestígios de barriga a badalar, mas sem um pingo de vergonha. Para quê? Afinal, queria aproveitar o (pouco) sol a que tinha direito.

Voltando ao tópico de discussão, o que é que veste uma mãe?

Dou por mim a pegar nalgumas peças de roupa do meu roupeiro e a ponderar se é adequado vesti-las agora que sou mãe. Por quê? Por que não?

Não é um trapo que determina a minha qualidade enquanto progenitora nem compromete a minha autoridade, o que haveria de mudar?

A minha prioridade tem sido o conforto, o que muitas vezes anda de mãos dadas com o estereótipo da jovialidade, que pouco condiz com o conceito de mãe estipulado pela nossa sociedade.

Uma das coisas que me aborrece (e reconheço que o que visto, por vezes, pode não ajudar) é quando pessoas que mal conheço formulam juízos em tom depreciativo: “já mãe? Tão novinha?”.

Quando lhes digo que idade tenho, meia sem jeito, invariavelmente respondem que pareço muito mais nova, nunca diriam pelo aspecto físico e pela roupa.

Por que haveriam as mães de mudar a maneira de vestir se quem está mal não são elas?

E vocês, mães que me lêem: mudaram a vossa forma de vestir?

Pés de Balão

Ora, contei-vos que estava a conseguir controlar bem o edema dos membros inferiores, não foi?

Partilhei um montão de dicas preciosas sobre o assunto e até vos falei das meias que tenho utilizado e que se revelam muito eficazes.

Edema Pés gravidez inchaço

Imaginem, então, se não tivesse o menor cuidado. A rondar os 8 meses de gestação, posso dizer que ostento umas belíssimas paiolas no lugar dos pés.

Diziam vocês, grávidas e mães de serviço, que a coisa só se tolera com chinelos Havaianas? Balelas, não tenho outra forma de vos responder. São do mais desconfortável que se pode calçar nesta fase, por serem tão rasos.

Só estou bem com uns ténis Adidas Zx Flux que comprei há uns meses, mas não posso calçar sempre a mesma coisa e muito menos passar estes dias escaldantes com os pés fechados.

Tinha esperança que os meus pés aumentassem, efectivamente, um tamanho.

Aliás, tenho sido salva por modelitos no tamanho acima do habitual que tinha na colecção (com palmilhas ou porque sim, mesmo não calçando), que continuam a ser compridos de mais.

Tenho pés maiores, sim, mas só para cima e para os lados! Ao ponto de, adivinhem – algumas das minhas Havaianas nem sequer servirem!

Impera o desespero e o desconforto, e seja o que Deus quiser durante o próximo mês. Já falta pouco, é o que vale.

Fofinhices La Redoute

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Isto dos cookies e afins é o último e fatal golpe para quem não resiste a fazer compras online.

Está uma pessoa muito descansadinha a dar uma vista de olhos no Facebook e, pimbas, toma lá com anúncios daqueles que sabemos que te interessam.

Promoções em produtos de beleza? Resisto, na boa.

Saldos de roupa de adultos? Tendo em conta que agora quase nada serve e que tenho mesmo muito vestuário (querem apurar se têm muitas ou poucas coisas? Experimentem fazer mudanças), passo.

Agora, coisas de bebé cutxi-cutxi fofinhas? La Redoute, não se faz!

Não há aqui marosca nem ninguém me pagou para partilhar isto (mas se quiserem mandar uns trapinhos cá para casa, sintam-se à vontade!). Bastou aparecer uma imagem com o primeiro vestido que está na montagem.

Nem precisavam de falar em descontos. Involuntariamente, a pessoa dá por si a navegar no site e a encontrar as coisas fofinhas que aqui podem ver e a preços tão parvinhos que quase nem se acredita. Não dá vontade de comprar logo tudo?

E sim, eu sei que a Teresa não vai fazer praia este ano, mas não posso deixar de babar para um fato de banho com melancias todo fofinho com tamanhos a partir de 1M.

Não me digam, que eu já sei: a minha filha vai ser uma grande pirosa vaidosa.

Será que vai sair à mãe?

Moda Bebé
Eu, na minha primeira visita ao Zoo de Lisboa. Fotografia tirada em 1991.

Há coisas na vida que não podemos escolher ou prever.

Calham-nos na rifa, tal e qual como nas quermesses das festas populares, sem que tenhamos grande voto na matéria. Saiu-nos o bibelote, ora temos que ficar com ele. É assim com a genética, com a que temos e com a que passamos aos nossos descendentes.

Tenho de vos confessar que estou cada vez mais curiosa com a minha Teresinha. O pai é lindo, creio que também não estou nada mal. E o feitio, será que vai puxar ao mau humor de ambos? A quem se vai assemelhar mais?

Eu sei que o que importa é que seja saudável e feliz.

Mas gostava muito que se assemelhasse a mim nalgumas coisas. É uma questão prática! Eu estimo muito o que tenho e guardo muitas relíquias na ânsia de um dia poder passá-las à descendência.

E se agora a miúda me sai gigante e não pode vestir e calçar o mesmo que eu? Já viram o transtorno?

Seria tão giro poder partilhar o closet daqui a uns anos como insustentável arranjar espaço para armazenar mais outro tanto de vestuário e acessórios de mulher. Que eu vou ser uma mãe fixe, e bem sei que precisamos de muito espaço para as nossas coisas.

Eu sei que penso muito à frente, mas alguém tem de o fazer. E não levem isto a peito, que bem sei que é uma questão trivial. Mas que me deixa a imaginar muita coisa, deixa! Será que a minha filha vai ser como eu?

Segreta – Collants 5 Estrelas

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Como o prometido é de vidro, perdão, devido, siga um complemento à questão da prevenção do edema dos membros inferiores.

Tinha-vos falado da utilização de meias compressivas enquanto medida muito eficaz, na minha opinião, e está na hora de falar melhor da minha experiência.

Deixem-me que vos diga que, durante muito tempo, não tratei as minhas pernas como deve ser.

Quem tem profissões ou realiza estágios em que se passa muito tempo de pé, sabe bem como estão as pernas no final do dia.

Pesadas, inchadas, por vezes dolorosas e, em casos mais extremos (acontecia-me muito após turnos de noite!) até é difícil voltar a caber nas calças.

Negligenciei o problema, fiquei com alguns pequenos derrames e ignorei a existência das meias de compressão.

Porquê? Porque eram feias e desconfortáveis. Apertavam de mais, pareciam redes de pesca microscópicas, provocavam calor e passado dois ou três dias seguidos a usá-las começava a ficar com algumas irritações cutâneas.

Creio que me foi aconselhado um produto desadequado para o que pretendia, e o facto é que acabei por nem sequer lhe dar o uso devido.

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Malha das meias e collants Segreta. Nada com ar de “pós-operatório”!

Mais recentemente, comecei a ouvir falar da Segreta, uma marca italiana de meias e collants compressivos.

Falaram-me de como as meias deles não tinham nada a ver com a típica meia de compressão que associamos ao pós-operatório ou doenças venosas.

Disseram-me que tinham um aspecto de collants normais, havendo modelos e cores (com grande incidência nos tons neutros e creio que nesta matéria quase dava para viver só de meias pretas e transparentes) para todos os gostos e exigências no que toca à prevenção do edema dos membros inferiores.

Até meias para homem a Segreta disponibiliza!

Collants Segreta Meias Compressão edema inchaço compressivas pernas meias descanso gravidez
Detalhe do modelo Maman, feito para proporcionar o maior conforto durante a gravidez.

Quando comecei a sentir as pernas mais inchadas durante a gravidez, soube que estava na hora de descobrir se era verdade o que se apregoava sobre as meias Segreta, tratei de me informar e muni-me de alguns modelos para experimentar.

É possível consultar o catálogo online. Algumas das minhas escolhas servirão para mais tarde (já que se tornam desconfortáveis na barriga), mas as linhas Maman e Stay Up (estas últimas são como as meias ligas normais, até ao meio da coxa) têm sido as minhas melhores amigas.

Eis o que tenho a dizer sobre elas:

  • Sim, é um bocadinho chato vesti-las logo pela manhã porque exigem um pouco mais de tempo e esforço que vestir meias normais. Só assim é que é possível deixar tudo esticadinho, direitinho e no sítio.
  • São muito, mas mesmo muito mais resistente que collants normais, embora tenham um aspecto muito semelhante quando vestidos. Esqueçam as malhas puxadas, que com estas meias não acontecem.
  • Não provocam calor nas pernas, pelo que até podem vesti-las por baixo de calças sem quaisquer problemas.
  • O conforto que proporcionam é impagável! Já não sabia o que era chegar ao fim do dia com as pernas impecáveis, sem parecerem autênticos salpicões, há algum tempo. Da mesma forma, sinto que também tolero melhor os longos períodos de pé, quando acontecem.
  • Dilemas entre modelos: por um lado, adoro o resguardo que as Maman dão à barriga. Fica tudo aninhadinho, sem pressão, e eu gosto. Ainda assim, se passar muito tempo sentada, começo a sentir a pressão da malha contra a pele nas nádegas e eu gosto de me esquecer que estou a usar collants. Então, também sou uma grande fã das Stay Up.

Dentro das diversas linhas disponíveis, existem várias classes de compressão:

  • A 70 (11/14mmHg)
  • A 140 (18/22mmHg)
  • E 280 (23/27mmHg – para quem já tem um problema mais exacerbado instalado).

À excepção de um modelito de outra linha que não as mencionadas acima, as minhas escolhas recaem sempre em modelos de compressão 140. Escolher os tamanhos é fácil a partir do catálogo, já que vem tudo explicadinho.

A lavagem é do mais simples que há, sendo que o mais adequado é lavar à mão.

É preciso ter atenção na hora de vestir: convém que seja logo ao acordar, ou após um bom período com os membros inferiores elevados, para prevenir a retenção de líquidos.

Caso contrário, se já temos as pernas edemaciadas, vestir meias compressivas não só não ajuda como pode agravar o problema.

Por fim, onde é que se pode encontrar Segreta à venda? Em farmácias e estabelecimentos semelhantes, embora também já tenha visto em lojas online.

Se eu tivesse a oportunidade de vos oferecer alguns pares, gostavam?

Sim ou Sopas? #14

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Andando eu a redescobrir tesourinhos da arca do blog, apercebi-me que há muito tempo que não vos faço uma pergunta destas.

Se não se lembram do Sim ou Sopas, estão perfeitamente a tempo de recuperar o contexto.

Sabem daquelas peças de roupa, calçado e/ou acessórios que efectivamente causam em nós qualquer impressão, mas não sabemos dizer se é boa ou má?

Aconteceu-me com estas sandálias da Victoria.

Ainda não decidi se as adoro ou se as detesto. Reunem três coisas que abomino:

  • A sola branca, habitualmente admissível em sapatilhas mas dispensável no restante calçado no geral;
  • O formato da sola, que acaba por ser uma espécie de plataforma à “sapato do coxo”;
  • A tira frontal, que me lembra sempre as sandálias à turista. Juntem um par de meias e percebem do que é que estou a falar.

Ok, o dourado também pode ser controverso, mas tenho de vos confessar que tenho gostado de mais calçado dourado do que seria aconselhável. Isso, e a textura de pele de réptil. Também não fica bem em tudo.

Fico mesmo com muitas dúvidas perante este modelito, porque apesar de tudo as sandálias têm um aspecto leve e confortável, à semelhança do que é habitual na marca.

E conforto e leveza são coisas que exijo agora no meu dia-a-dia. O calcanhar é ligeiramente mais alto que a frente da sandália e tudo. Então… Parte de mim quer encomendá-las, que são sandálias bonitas.

A outra parte diz que não, que são uma tremenda piroseira.

Por isso, ajudem-me: sim ou sopas para as Victoria Hebilla Coco?

Cerimónias e Festas – Encontrar O Vestido

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Vestidos de cerimónia. Imagem ilustrativa.

A Primavera costuma ser, por excelência, a época em que surgem as primeiras cerimónias.

Espera-se que comece o tempo quente e o sol (ainda não vimos nada, parece que o Inverno não tem fim!), que costumam vir de mãos dadas com toda a espécie de cocktails, baptizados, casamentos, galas de fim de ano escolar, enfim: há muitos eventos no ar e nunca sabemos o que vestir.

Dentro da problemática da escolha do vestuário, diria que há dois pontos essenciais, e aposto que muitas de vós irão concordar comigo:

  • A roupa mais vistosa, de cerimónia, tende a ser mais cara. Especialmente se tivermos em conta que raramente será vestida (depende das opções e gostos de cada uma, eu sei);
  • Quando precisamos, nunca encontramos nada do que pretendemos ou que nos agrade nas lojas.
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Vestidos de cerimónia. Imagem ilustrativa.

Acredito que a esta altura do campeonato já possa ser complicado encontrar O Vestido caso o vosso compromisso esteja agendado para breve, mas deixo-vos umas dicas que podem ser úteis (experiência própria!) neste processo:

  • Não deixem as vossas compras para a última da hora. Procurem com antecedência, e mesmo que não tenham nenhuma festa prevista para breve, caso vejam uma boa oportunidade de investimento (por exemplo, roupa de cerimónia intemporal do vosso agrado e a bom preço), não a deixem escapar.
  • Procurem dentro dos vossos roupeiros, ou nos das familiares e amigas próximas. É possível que tenham peças ou acessórios que formando um conjunto, combinadas com outros novos ou passando por pequenas modificações na costureira cumprem o propósito. E sempre magoam menos a carteira!
  • Alarguem a vossa procura e espreitem mesmo nas lojas mais improváveis. Não se esqueçam que existem lojas de comércio local com autênticas preciosidades que nunca encontrariam nos centros comerciais. Procurem também na Internet, que na actualidade é fundamental. Há sites como o OKdress que podem ser uma ajuda. Em caso de dúvida, pesquisem no Google e redes sociais sobre a qualidade dos serviços.
  • Se têm jeito para a costura, há revistas como a Burda (e sites) com moldes de vestidos giríssimos que podem fazer. Assim, ficam com uma peça única, totalmente ao vosso gosto e possivelmente mais barata que algo comprado numa loja.
  • Já pensaram em alugar o vestido? Pessoalmente, é uma opção que não me agrada muito, embora saiba que as peças passam por limpeza prévia. Sem dúvida, é possível poupar e hoje em dia há serviços bastante diversificados e personalizados dentro deste âmbito (se já tiverem experimentado algum, sintam-se à vontade para divulgar nos comentários).
  • Sintam-se confortáveis com as vossas escolhas. Não vale a pena espreitar em secções cheias de floreados e berloques, só com vestidos pomposos (ou calças, ou blusas) que não fazem o nosso género. Preferem algo mais simples? Crêem que podem encontrar a indumentária perfeita numa secção/loja mais informal? Sigam o vosso instinto, nunca se sabe o que pode surgir no caminho!

Espero ter ajudado alguém nesta odisseia dos vestidos de cerimónia, e caso tenham dicas para a troca, sintam-se à vontade para as partilhar nos comentários!

Este post foi patrocinado pela loja online OKdress.co.uk.

Slip-ons Victoria

No ano passado, publiquei este post onde pedi a vossa ajuda para escolher umas sapatilhas slip-on da Victoria.

Na altura, não foi assim tão complicado decidir. Não havia um grande leque de opções e, a dado momento, as de glitter prateado já não estavam disponíveis no meu tamanho.

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Slip-ons em trança: os dourados já existiam, os restantes são novidade. Adoro os acobreados!

Optei pelas de malha dourada, sem arrependimentos. Ficaram muito bem nos meus pés, o número corresponde ao habitual, e são confortáveis e resistentes.

Este ano, sei que vou continuar a utilizá-las. Nem que tenha de utilizar uma palmilha de reforço no calcanhar, já que são completamente rasas (o que, neste momento de barriga gigante, se torna desconfortável).

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Slip-ons com glitter: os pretos, aiii os pretos!

Sucede que a nova colecção da Victoria está de sonho e eu, mesmo não sendo fã de calçado mais descontraído e desportivo, derreto-me e quero tudo.

Para além do entrançado dourado, há mais três cores. Todas têm acabamento metalizado. Quero muito as sapatilhas acobreadas, mas também adoro as pretas.

Na versão com glitter, há as pretas e as prateadas. Também são tão fofinhas!

Já tenho umas sapatilhas da mesma marca com purpurinas pretas, mas não me importava de ter estas (a sola e o modelo são diferentes!) para lhes fazerem companhia.

Estou a ponderar comprar um par, mas não sei qual deles escolher. Socorro!

Gravidez 101 – O Calçado

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Toda a gente sabe (mais não seja porque é visível) que a gravidez traz uma série de alterações corporais.

O crescimento da barriga e do peito, bem como o alargamento das ancas obrigam a uma adaptação do guarda-roupa (logo vos explico o que tenho apurado com a minha experiência).

Porém, as pernas e os pés também podem requerer cuidados especiais nesta fase e é importante ter cuidado com o calçado.

Resumidamente, por três motivos:

  • A postura – com todas as transformações do corpo, o centro de gravidade muda. Para além disso, um tamanho de salto incorrecto pode originar transtornos até ao nível da coluna;
  • O edema – nesta fase, as pernas e os pés tendem a inchar, o que pode fazer com que até o tamanho do calçado aumente;
  • O conforto – para além do que já foi referido anteriormente, podem haver outros factores que provoquem desconforto na gravidez (já me tenho queixado deles cá pelo blog), pelo que se pudermos evitar calçado desconfortável, melhor ainda.

Calçado Gravidez

Então, qual é o calçado mais adequado à gravidez?

Bom, não é necessário investir em nada de especial (digo eu!), e cada mulher irá verificar por si própria o que funciona melhor. Contudo, existem algumas dicas que podem ajudar (e algumas podem parecer surpreendentes).

  • Evitem sapatos completamente rasos. Juro! Não imaginam o martírio que pode ser andar todo o dia com sapatilhas ou sabrinas de sola completamente plana. Ficamos com os pés feitos em papa e parece que a dor associada ao inchaço das pernas é maior. Justifica-se, essencialmente, com o facto de haver maior força implementada sobre os calcanhares;
  • Da mesma forma, evitem saltos altos. O ideal é optar por saltos médios, até cerca de 5cm, que sejam estáveis e confortáveis. Neste sentido, posso dizer que até me dou bem com botas altas (entenda-se, com saltos largos/cunhas até aos 10cm) ou sapatos de cunha, e é mesmo o que acaba por ser mais confortável de momento;
  • Contem com um possível aumento do tamanho dos vossos sapatos. Deve-se ao inchaço dos pés e pode ser permanente, pelo que não vale mesmo a pena martirizarem-se com calçado que aperta. Geralmente, acontece lá para o fim do segundo trimestre, ou no último. Por aqui, ainda não se verificou (aleluia!), mas é cedo para deitar foguetes.

Irei dedicar mais posts a aspectos importantes da gravidez, mas não se esqueçam que o repouso e uma hidratação correcta podem ajudar a prevenir ou atenuar muitos desconfortos, e o do calçado é um deles.

Leitoras que já são mães ou que também estão nesta viagem, têm mais dicas no que toca ao calçado? Partilhem-nas todas!

Workshop de Iniciação à Costura

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Há duas semanas, recebi um convite da Companhia das Agulhas para ir a um workshop de iniciação à costura.

Calhou que nem ginjas: agora que estou em mudanças, estava à procura de algo semelhante porque, já que tenho máquina de costura, convém saber utilizá-la.

É claro que a mamã sabe e ajuda. Ela tem todos os conhecimentos e, por isso mesmo, pensa que há coisas que são tão básicas que toda a gente as sabe empiricamente.

Consequentemente, não tem a paciência necessária e a simples tarefa de montar a máquina é uma odisseia neste domicílio.

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Bloggers a aprender a costurar. Fotografia retirada do Facebook da Companhia das Agulhas.

Quero poder ser eu a arranjar as roupas na minha casa e, quem sabe, fazer projectos lindos completamente de raiz.

Assim sendo, adorei a proposta e não podia dizer que não. Rumei à Companhia para, numa tarde, aprender os básicos da costura à máquina.

Há coisas básicas (não sei como é que, hoje em dia, há quem não as saiba fazer!) das quais sei tratar à mão, como coser botões e bainhas, mas no demais não sei fazer nada.

No total, éramos 5 bloggers sem grande experiência no assunto, e posso garantir que nos portámos todas muito bem.

Com a ajuda da Ju e da Sofia, conseguimos preparar e confeccionar um individual com espacinhos para os talheres bem giro e que, falo por mim, tem feito muito sucesso!

Mas nem só de costura para nabiças é feita a Companhia: há cursos e workshops para todos os fins e dificuldades, aulas livres, cursos de malha…

Costura Companhia das Agulhas workshop diy faça você mesmo aprender a coser

Em jeito de conclusão: adorei a tarde e saí do workshop bastante motivada para aprender a trabalhar com a minha máquina. Há esperança. E posso dizer-vos que se eu consigo, vocês também conseguem!

Com mais ou menos persistência, é preciso é ter vontade de aprender. Para saberem mais sobre a Companhia das Agulhas, é só consultarem o site que está lá tudo (modalidades, preços, morada e tudo o que possam imaginar).