Categoria: Moda

Quanto é que são muitos sapatos?

sapatos barbie
Imagem de origem desconhecida.

A pergunta pode parecer tonta e fútil, mas aposto que não sou a primeira a matutar neste assunto. Começo por dizer que não tenho nenhum closet cheio de sapatos (bem vistas as coisas, até era bem capaz de encher o equivalente à minha despensa adaptada a roupeiro com calçado) nem nada que se pareça.

Quando é que nos passámos da marmita e temos mais do que é aceitável?

E quanto é que é essa coisa do aceitável? Ainda que eu tivesse um sem fim de sapatos, o mais provável seria o mundo inteiro estar-se nas tintas porque é um assunto que só a mim diz respeito e as pessoas, pois claro, empregam o seu escasso tempo noutras discussões.

Adiante, passemos aos factos: tenho pares de sapatos bons cuja última utilização que me recordo foi em tempos remotos para lá do nascimento de Cristo e não ficaria, sequer, surpreendida se me deparasse com modelitos cuja existência se perdeu na minha memória. Estou sozinha?

Apliquem à roupa, acessórios ou ao que quiserem, também, mas lembrei-me disto agora que ando em arrumações e desarrumações típicas da mudança de estação. Dou por mim a concluir que tenho por aqui sapatos bonitos que por algum motivo não saem à rua.

Se estas situações de calçado que não utilizamos existem, não será que estes pares estão a mais?

E se tivermos dezenas de pares cuja posse é justificada com a devida utilização e estão em bom estado/são de boa qualidade, será que estas dezenas equivalem a dizer muitos, de sobra, a ocupar espaço desnecessariamente? Fica lançada a discussão!

E ainda acrescento: se tivessem de escolher 5 pares de sapatos e não pudessem ter mais, quais seriam? Creio que já respondi a isto algures, mas é pertinente reflectir novamente. Um dia destes, partilho as minhas escolhas e gostava que fizessem o mesmo. Se tiverem blogs e postarem sobre isto, por favor, dêem-me os links para poder partilhar!

Corta, corta, corta!

Há alguma mulher que não faça mudanças ao cabelo no pós-parto?

Tenho as minhas dúvidas. Não sei se conheço alguma mulher que, depois de ser mãe, tenha mantido o cabelo tal e qual como estava antes do parto.

Primeiro, porque nós mudamos.

Não só o nosso corpo, mas também a pessoa que somos. Mudamos mesmo! É tudo muito drástico, ninguém nos avisa e o facto é que damos connosco numa maré de coisas novas e nem todas elas são boas.

Mal descansamos, as hormonas andam aos pulinhos e é muito fácil acharmos que estamos pavorosas. Exageros ou não, se não estamos satisfeitas (seja com o que for) devemos fazer por mudar.

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Favor ignorar a fitinha da blusa!

Como se não fosse suficiente, ainda nos cai cabelo.

Aos montes! E os tratamentos que ficaram por fazer durante a gravidez porque poderiam ser nefastos para o bebé?

No meu caso, toda esta história capilar dava um melodrama que não vou elaborar agora, mas prometo que vai dar post.

Story short, mesmo com esta vasta juba que me conhecem, também me calhou na rifa aquela coisa de ficar com entradas e tudo.

Adiante, adiante, andava há que séculos a querer uma mudança mais evidente de corte e medidas drásticas exigem tratamentos à altura.

Há cinco anos que não o fazia, pelo que foi desta: combinei com a minha Íris que iria cortar o cabelo pelos ombros, e assim foi. Mais curto atrás que à frente, vejam bem a ousadia!

Fi-lo sem qualquer arrependimento, mas só porque foi a Íris a fazê-lo e porque repeti o alisamento progressivo que já havia feito há uns tempos (podem espreitar aqui) e adorei.

Sei que com ela não há falhas e, por isso, confio. Senão, não havia condições para tolerar um corte destes.

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Sinto-me verdadeiramente aliviada e muito melhor que antes.

É *só* cabelo, mas pode fazer toda a diferença. Sinto-me renovada. Gira, novamente! Agora, sim, sinto-me recuperada de todos os males do pós-parto.

Foi uma espécie de milagre que me soube tão bem que quase não consigo explicar esta vaidade toda.

Só me arrependo de não o ter feito mais cedo, pelo que fica aqui uma sugestão de amiga para quem teve bebé e ainda está a recuperar: vão ao cabeleireiro. Façam aquele corte. Experimentem aquela cor, madeixas.

Mudem sem medos! Vão ver que ganham energia e ânimo de uma forma que nem imaginavam.

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Este é o resultado após lavar em casa.

As minhas sabrinas do momento – Zaxy

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São as Zaxy Pop Heart, em azul.

Eu sei que já venho fora de horas, mas já sabem que sou assim e não há nada a fazer. Andei que séculos a namorá-las. Sabrinas confortáveis, diferentes do habitual mas, ainda assim elegantes.

Ainda por cima, num material que é quase todo o terreno: é impermeável e facilmente lavável. Neste caso é, literalmente, ouro sobre azul!

O modelo não é novo, novo.

Já tem alguns meses. O problema é que, quando estas Zaxy apareceram, não as trouxe comigo e depois nunca mais encontrei o meu tamanho em lado nenhum.

Surpresa! Na época dos saldos, que por sinal coincidiu com o meu aniversário, lá as desencantei (foi o marido que as avistou, na verdade) na Prof.

Não sei muito bem como se deu o fenómeno, mas agradeço aos anjinhos e desde que moram comigo quase me esqueci que tenho toda uma colecção de sabrinas à minha disposição para usar.

É simples: gosto muito destas e as cores ficam bem com praticamente toda a roupa que tenho vestido ultimamente. Só por este motivo, já valeram totalmente a pena.

Boas, bonitas e baratas, querem melhor?

É por estas e por outras que apregoo aos sete ventos as qualidades das Zaxy, Melissa e afins.

Calçado de borracha tem tudo para correr mal se queremos vestir-nos de forma elegante, mas neste caso corre sempre tãooo bem!

É Carnaval, ninguém leva a mal!

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Tinha mesmo de mostrar a minha Minnie.

Porque eu nem era eu se não mostrasse à minha filha, logo de pequenina, o que é o Carnaval. Porque ela pode ser 7 meses de gente, mas já alinha nas minhas macacadas. É uma vaidosa, é a minha princesa!

Para quem diz ah e tal, que é difícil encontrar disfarces de Carnaval para bebés: ilustres, do pouco se faz muito!

Encontrámos um vestido com saia de tule a 3.99€ na H&M (há-de servir para outras trapalhadas), as orelhinhas com laçarote comprámos no chinês – vinham numa bandolete, mas a minha mãe retirou-as e coseu numa fita de cabelo.

O casaco (feito pela minha mãe para mim, já tem quase 30 anos!) e os collants (e os sapatos, aqui estava descalça mas usa sempre sapatos tal e qual gente crescida) são da roupa que veste normalmente.

Ficou ou não ficou a Minnie mais amorosa de todas?

E agora, vá, vamos tod@s limpar a baba e seguir com as nossas vidas.

Gravidez 101 – o que vestir?

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Com direito a duas barrigas na fila de baixo, à esquerda – a Patrícia e eu.

Pensavam que eu me esquecia dos assuntos da gravidez só porque a Teresa já está cá fora?

Naninão! Se aprendi algo, tenho que partilhar. Por isso, não esperem que eu me cale porque vou querer ajudar quem se cruzar com estes posts em estado de graça.

Sabemos que, nalgum ponto da gravidez, a nossa roupa vai deixar de servir.

Pelo menos, boa parte dela. Apesar de, alegadamente, constar que a barriga de grávida só se nota muito mais tarde, aqui foi necessário começar a repensar o guarda-roupa logo às 7 semanas de gestação. Ainda o primeiro trimestre ia pela metade!

A verdade é que foi precisamente nesta altura que ganhei a maior parte do peso da gravidez. No final da viagem, foram cerca de 11kg a mais. Foi algo expressivo, especialmente se tiverem em conta que meço 1.58m!

Assim sendo, sinto-me mais do que no direito de expor a minha opinião quanto ao vestuário a comprar na gravidez. Pode haver quem tenha outras opiniões (partilhem nos comentários, que é útil para todas!), esta é a minha.

A boa notícia é que não necessitam de comprar muita roupa.

Na secção de pré-mamã, digo. O resto depende um bocadinho do estilo de cada pessoa, mas eu diria que não vale mesmo a pena comprar muita roupa. Siga a missa, fiquem com os meus conselhos:

  • Na secção de grávida, comprem 1 ou 2 pares de calças do vosso tamanho, eventualmente leggings (eu não o fiz e arrependi-me).
    • É mais do que suficiente e sempre se vão sentir mais confortáveis com uma peça que aconchega a barriga.
  • Em alternativa, se se sentirem confortáveis (foi o meu caso e só descobri lá para as 20 semanas), esta é a altura ideal para vestirem calças descaídas, daquelas que normalmente ficam horríveis e marcam pneus inexistentes.
    • Calças descaídas! Eventualmente, no tamanho acima do que era habitual. O mesmo se aplica a calções, no caso de apanharem boa parte do Verão. Tudo descaído e folgadão abaixo da barriga.
  • Invistam em sutiãs, porque vão haver grandes mudanças.
    • Dica para quem não tem umas mamas gigantes: experimentem sutiãs sem armação, pode ajudar a amenizar o problema da sensibilidade.
    • Nesta fase, não se ponham a comprar sutiãs de amamentação. Esperem pelo bebé e pela subida do leite, aí é que vão descobrir o tamanho mais adequado.
    • Nesses primeiros dias, o mais provável até é abominarem toda e qualquer roupa que possa estar em contacto com o peito. Quem vos avisa…
  • Cuecas de algodão em quantidades industriais. E aqui, decidam porque não há meio termo.
    • Ou escolhem umas de gola muito alta que acompanhem a barriga de grávida, ou então umas descaídas. Conforto acima de tudo!
    • Falando em cuecas, munam-se de pensos diários tipo algodãozinho e mudem-nos com frequência. Vão ter litradas de corrimento e não vão querer sentir-se desconfortáveis nem potencializar uma infecção!
  • Se vão atravessar o Inverno, não invistam em peças muito quentes porque vão passar o tempo todo cheias de calor. Optem por várias camadas de roupa mais fina e fresca. De nada!
  • No demais, utilizem a roupa normal, que estão muito bem. Só é preciso optar por peças mais folgadas ou com maior elasticidade, mas tenho a certeza que têm por aí muitas túnicas e vestidos que servem perfeitamente.

Por hoje, é isto. Se perderam o post sobre o calçado ou se já se esqueceram, podem vê-lo aqui. Se o assunto é meias/collants, também já partilhei aqui aqueles que foram a minha salvação em tempos de muito inchaço nas pernas!

Sapatilhas na berlinda – Puma

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Correndo o risco de me tornar repetitiva, tenho a dizer que não sou menina de calçado desportivo.

Ou, melhor, não era. Nos últimos anos, parece que as marcas constataram que havia toda uma multidão feminina à espera que as malfadadas sapatilhas se tornassem bonitas.

Porque de nada serve o conforto se depois os ténis não condizem com o resto da indumentária!

Ora recuperaram modelitos giros mas que andavam esquecidos, inventaram novidades que nos deixaram doidas e rendidas à cena dos sapatos de correr, enfim…

Que levante a mão quem não acha piada nenhuma a um par que seja destas sapatilhas trendy a que me refiro.

Se, por um lado, os especialistas têm tido a decência e atenção de lançar modelos mais femininos e apelativos, que possam ser calçados no dia-a-dia sem parecer que vamos para um ginásio, o facto de ter havido uma clara adesão a este movimento democratizou a utilização dos ténis.

puma basket heart

Por mim falo: dou por mim a calçá-los mais vezes do que algum dia imaginei e em todas as colecções tenho visto novidades que me deixam a cobiçar mais um par.

Desta feita, são os novos Basket Heart da Puma.

Não são novidade, por si só. Nem sequer são nada assim de tão novo e espantoso, não fossem os atacadores largos de cetim em laçarote fazer a diferença. Nada que eu não fizesse já com outros ténis, botas e galochas.

Mas, oooooh, vejam as cores novas em camurça! Nem sei de quais gosto mais. Por mim, vinham os cinza, mas também vinham os rosa!

Exagero da minha parte ou por aí também gostam dos Basket Heart? Investimos nos laçarotes ou em pompons de peluche, como já se tem visto por aí? Contem-me de vossa justiça.

A Mel agora é Zaxy?

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Vêem o que quero dizer quando reapareço, do nada, e digo que estou a leste do mundo?

Duh, são sapatos de borracha e já toda a gente tinha percebido que houve uma mudança. Menos eu! Para quem ainda está mais longe disto que eu: a Mel era uma marca de calçado da Melissa.

Mais barata, dentro do budget que estou que estou disposta a empregar dentro do género, mas de igual qualidade. Podem bisbilhotar os arquivos do blog para perceber que gosto mesmo deles.

Na verdade, a marca continua a existir, mas mudou de nome e agora chama-se Zaxy.

Bem me tinha parecido que os modelitos eram semelhantes de mais para ser só uma coincidência a Mel ter desaparecido do mapa. Eia, que imitadores, dizia eu cada vez que via as novidades na montra.

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Não tenho muito mais para acrescentar a esta minha constatação, a não ser que continuo deliciada com muitos dos modelos que têm saído e que até está na hora de pensar em substituir umas das sabrinas que tenho na colecção e que de tão maltratadas que foram, já merecem a reforma.

Miúda de gostos simples e baratos, eu, hã?

8 ou 80

Eu sei que sou uma queixinhas que só sei dizer que está mal, que está tudo mal.

Sou mesmo. E já que tenho a fama, ao menos que venha com o proveito e quero ter direito ao usufruto total deste meu estatuto.

Falemos dos tamanhos de roupa, aliás, dos tamanhos de calçado para bebés.

Mães que me estão a ler, certo? Estamos sintonizadas? Certo. Marcas e lojas, atentem aqui um bocadinho.

Nós, mães, estamos fartas de procurar sapatinhos minúsculos que, de tão minúsculos, nunca estão contemplados nas vossas colecções.

Temos filhos e filhas que querem pôr os pés no chão e merecem ter o que calçar abaixo do tamanho 15. Mais, querem saber? Já está na hora de serem uniformes nas poucas opções que disponibilizam.

Exemplo: tanto tenho sapatinhos de tamanho 12/13 que são grandes para os pés da Teresa, como sapatos do tamanho acima que não lhe servem. Da mesma marca. How come? 

pés bebé calçado infantil sapatos menina
Pés de Teresinha e suas aventuras.

Outra que me anda atravessada, porque nem todos os miúdos começam a querer andar  (nada contra, queridas “colegas”, que cada bebé leva o seu tempo e está tudo muito bem) lá para os 10 meses.

Que tal disponibilizarem tamanhos mínimos com sola mais rija? Abaixo do 18, é quase impossível de encontrar e acreditem que pode dar uma ajuda valente aos petizes.

Por hoje, é só isto. E já é muito. Mães que me lêem: se tiveram/têm este problema, como o contornaram/contornam? Onde compram os sapatos para os vossos bebés?

Pantufos de Carneira – Coisas que os Aliens Raptaram

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Não sei como é que um fenómeno destes aconteceu, que só dei por ela assim em cima do joelho.

É como aquela história de Santa Bárbara e as trovoadas.

O que é que aconteceu aos bons e velhos pantufos de carneira?

Aqueles de pelinho, quentes e confortáveis que duravam eternidades? Corro tudo e, hoje em dia, só encontro imitações baratas.

Não me aborrecem os materiais sintéticos, mas as solas parecem sofrer de grande fragilidade e o revestimento é sempre em tecido sintético manhoso.

Das últimas visitas que fiz à Serra da Estrela, já nem por lá (nem nos arredores) encontrei o que procurava. Aí, para piorar, os malfadados sintéticos saem a preço de ouro.

Se justificassem o desaparecimento da carneira à antiga por motivos de poupança, entendia. Mas a saírem assim ao mesmo preço para o consumidor?

Não sei quando é que se deu este fenómeno, mas aposto que são os extraterrestres que andam aí todos embrulhadinhos e encasacados com as carneiras que estavam destinadas aos nossos pantufos.

Se encontrarem por aí os bons pantufos que procuro, por favor, avisem-me!

Tal filha, tal mãe.

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Perdoem-me se pouco escrevo e, quando escrevo, só falo da maternidade.

É que isto de ter filhos é um mundo novo (ai, mais clichés!). Sem dar por ela, tudo se transforma num mar de bebés, coisas de bebés e experiências relacionadas com ser mãe.

Sempre quis ter uma menina.

Sempre disse que, quando fosse mãe, gostava de ter uma menina. O sexo não é, de todo, o mais importante quando pensamos nos filhos. Queremos que sejam saudáveis e lindos.

O resto vem por acréscimo, mas eu gostava de ter alguém a quem passar todo o meu espólio de brinquedos, roupas e acessórios. Tal e qual como fizeram comigo. Vou deixar para outro dia as trapalhadas que a Teresa já herdou mesmo sem ter noção, ainda.

Ter meninas significa que o universo das roupas e vaidosices é infinito e tem muito mais piada.

Vejam bem, estou aqui mortinha para encher a Teresa de laçarotes, mas quis o destino que me calhasse na rifa uma carequinha. Lá chegaremos.

Eu já tinha consciência de que as secções infantis das lojas do costume tinham roupas muito giras e que, por vezes, nos servem.

Não é novidade, que já vos tenho dito ocasionalmente, que compro muitas coisas destinadas aos mais pequerruchos. Agora, tenho a desculpa ideal. Será que o matchy matchy é uma coisa pirosa de mais?

De vez em quando, parece-me que pode ser muito giro vestirmo-nos a condizer com as pessoas pequeninas. Ou vesti-las como nós!

Tal filha, tal mãe.

Já tenho estudado umas quantas hipóteses destas combinações de que falo. Se há coisa com que me entusiasmo, é com o vestuário da donzela.

Eu até posso andar cansada e com roupa desinteressante, mas ela está sempre feita bonequinha. Quando me aperalto, ainda mais bonequinha ela anda. Por isso mesmo, gostava muito que combinássemos no que vestimos.

Quando a Teresa nasceu, a tia Rita ofereceu-lhe uns Adidas Stan Smith brancos com a parte de trás cor de rosa.

Estou seriamente a ponderar comprar uns para mim. O Luís diz que também quer uns para ele.

Acho que é esta a primeira peça que podemos ter (até o papá alinha!) iguais uma à outra e deixa-me entusiasmada quanto ao que o futuro nos reserva.

Afinal, partilhar estes detalhes também faz parte da cumplicidade que existe na relação mãe-filha!