Categoria: Moda

Novas Sapatilhas – Ajuda!

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Converse All Star ou Vans?

Eu que até nem gostava de calçado desportivo, tenho-me servido dele muito mais do que seria desejável.

Prefiro calçado mais clássico e feminino – vocês sabem, mas tenho de reconhecer que no meu dia-a-dia é muito mais prático usar calçado confortável e à prova de tudo. Especialmente quando tenho uma filha mimocas de 1 ano que ainda precisa de muito colo.

Habitualmente, costumo abstrair-me do que os outros dizem ou pensam sobre o que está ou não na moda e o que devemos utilizar. Nesta situação, até agradeço por aquilo a que chamo uma democratização do calçado desportivo.

Nem tanto ao mar nem tanto à terra, que o desleixo nunca favoreceu ninguém, mas os tempos que correm têm-nos ensinado que é possível vestirmo-nos bem e ter um aspecto cuidado mesmo quando calçamos ténis. Mesmo que o nosso estilo não seja, por predefinição, aquele em que mais impera a roupa relaxada, como costumo chamar-lhe.

Nesta demanda pelo vestir e calçar bem sem perder o conforto, constatei as sapatilhas de meia-estação (lonas, leia-se) estão mais que impróprias para consumo e têm de ser substituídas.

Não há orçamento para muito neste momento, pelo que estou indecisa (caso pudesse, vinha um par de cada com modelos completamente diferentes) entre os clássicos que mencionei acima.

Mais: com ou sem cano?

Trendhim – Moda no Masculino

Adoro ser mulher.

Poderia desenrolar aqui uma série de novelos sobre esta temática, mas para o caso só interessa abordar um dos motivos: a moda.

É uma sorte do caneco ter ao dispor lojas inteiras com artigos para todos os gostos e feitios. Podem contra- argumentar dizendo que isto não é sorte nenhuma e que seria (ou é) muito melhor e mais simples ter pouco por onde escolher, como costuma acontecer aos homens.

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1. Pulseira em pele preta com fecho duplo | 2. Pulseira em paracord preta | 3. Pulseira em pele castanha weave | 4. Pulseira de cordões em pele preta

Tenho cá para mim que muitos deles (tenho um cá em casa) são assim porque não há outra opção. Já viram bem a miséria de oferta que há na secção masculina da maior parte das lojas? De cada vez que o senhor meu marido se lembra que quer algo como pulseiras para homem, um lenço ou um chapéu, é toda uma odisseia.

E quando até há algo vistoso mas que ainda assim custa mais do que realmente vale só porque é “man”? Sabem há quanto tempo aturo e coopero na busca por acessórios perfeitos?

Ouvi falar da Trendhim por estes dias.

Comecei por ler posts em vários blogs e acabei por fazer a minha pesquisa. É uma loja (por cá, online) de acessórios masculinos fundada por jovens empreendedores que têm bom olho para coisa. Basta dizer que são homens e por isso compreendem bem o drama. E vieram para resolver o problema.

Há artigos para os gostos de todos os homens (e suas respectivas donzelas, se bem que acho que aqui não temos direito a meter o nariz). Aqui, o difícil é escolher só uma ou duas peças. Fios, chapéus, suspensórios, cintos…

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1. Colecção de barbear Popeye | 2. Stick de Alúmen Osma | 3. Navalha de barbear castanha em aço inoxidável para lâminas descartáveis

Mesmo que estejamos a falar de homens que não ligam muito a acessórios, tenho a certeza que vão continuar a ter interesse na loja porque vende toda uma série de artigos úteis como navalhas de barbear e produtos de higiene.

Não acreditam? Pois vejam os exemplos das imagens, com o selo de aprovação do excelentíssimo!

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1. Colar Búfalo Nature | 2. Colar Broca em pele | 3. Colar em pele preta com pendente cilíndrico Caveira | 4. Colar de pescoço ponta de lança dourada em prata 925 | 5. Colar em pele preta com pendente celta dupla face

Corpo ideal para a praia

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Thin Stray Toucan – Taymory | White Aop – O’neill | Squaw – Banana Moon | Paisley Red Aop – O’neill

Estamos no pico do Verão, está muito calor e as férias vão sendo passadas um pouco por toda a gente até ao mês que vem. Enquanto houver calor e sol, a praia é um dos destinos de eleição para muita gente. Mesmo quem trabalha, arranja um tempinho para pôr os pés de molho.

Esta época do ano pode ser um pouco aborrecida para quem tem complexos com o seu corpo.

E o pior é que, muitas vezes, até nem os temos mas as marcas que aparecem nos reclames fazem questão de nos criar alguns. Ginásios, suplementos alimentares, marcas de roupa… Quem nunca?

Ainda não consegui compreender como é que em 2017 ainda dá para fazer este tipo de joguinhos com as pessoas e iludi-las com estereótipos que muito se afastam do que é real e saudável. Às vezes, é muito simples pensarmos que algo em nós está mal quando somos bombardeadas com fotografias que nem retratam alguém real, com tanta manipulação que sofreram.

Como assim? Por que é que continuamos a deixar que nos digam que as nossas curvas (ou a falta delas), as nossas gorduras (ou a falta delas), a nossa celulite ou as nossas estrias (destas duas nunca vi ninguém queixar-se por não as ter!) estão mal?

Não creio que seja errado ter inseguranças, querer mudar algo no nosso corpo ou invejar certa parte de outra pessoa. Não é mau querer melhorar o que temos e fazer por isso. O que não é bom é quererem que deixemos de estar à vontade com algo que é nosso, único e precioso. Muito menos impingir-nos a ideia de que, efectivamente, estamos mal para os OUTROS verem.

A nossa beleza é o que os NOSSOS olhos vêem.

Não é bom dizerem-nos que não devemos vestir isto ou aquilo, que não somos boas o suficiente. O que é, afinal, o corpo ideal para o Verão? Será um corpo diferente do que temos no resto do ano? Será que se compra nas lojas, algures num chariot ao lado dos biquinis e fatos de banho?

Operação biquini deveria ser algo tão simples como chegar à gaveta (ou à loja), escolher o que nos dá na real gana, vestir, estarmo-nos pouco nas tintas para o que os outros pensam sobre o assunto e sermos felizes.

Na verdade, não temos nada a mais ou a menos que as outras. Somos todas mulheres, humanas, pessoas.

Se não relaxarmos e fizermos como nos apetece nesta vida, não teremos outra para o fazer. E o tempo que temos neste mundo passa depressa de mais! Portanto, deixemo-nos de tretas e toca a andar para o areal. Ou talvez não, se não vos aprouver. Ou para a piscina. Ou para onde vos apetecer.

Chinelos com Pêlo – Sim ou Sopas?

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Quando pensas que não há mais nada para inventar no que diz respeito à moda, entras numa qualquer loja e engoles o ingénuo pensamento.

Desta feita, apetece-me discutir esta belíssima obra de quem não podia estar com o seu juízo intacto no momento da invenção.

Qual é o sentido por trás dos chinelos com pêlo?

Isto parece-me um modelo de calçado feito a pensar nas mesmas pessoas que usam sandálias com meias.

Não sei por que carga de água haveria alguém de querer calçar chinelos de piscina de livre e espontânea vontade. Depois, pêlo.

Afinal:

  • São calçado de Verão porque são chinelos?
  • Será que entram na categoria de calçado de Inverno porque têm pêlo?

Não entendo nem sei se quero. E o caldinho que se deve formar ali entre borracha e penugens sintéticas?

Sim ou sopas? Para mim, todo um panelão de sopa a ferver em pleno Verão.

Calçado Mãe & Filha

pisamonas

Sempre quis ser mãe de uma menina.

Antes sequer de sonhar com a Teresa, dizia que ter uma menina me permitiria voltar a brincar às bonecas e oferecer-lhe aquilo que gostava de ter para mim mas já não considero adequado ou não existe para o meu tamanho.

Bom, a parte da adequação é subjectiva, confesso: sou aquela mãe que não tem vergonha ne-nhu-ma de andar igual à filha. Não é sempre, mas há dias em que é a coisa mais fofa do mundo! Torna-se ainda mais engraçado porque a minha menina, embora pequenina, é muito vaidosa e percebe muito bem o que se passa à sua volta. Adora quando a deixamos imitar quem somos, o que fazemos ou o que vestimos.

Nem sempre é fácil alimentar esta coisa de mãe e filha, embora eu encontre muitos artigos na secção infantil.

É complicado encontrar, por vezes, moda gira para bebés abaixo dos 12 meses. Ainda por cima, a Teresa é uma bebé mais pequena que a média. No que toca ao calçado, torna-se tudo pior – o mesmo número de calçado nunca corresponde ao mesmo tamanho entre marcas e a maior parte dos sítios ainda nos pede os olhos da cara por algo que só será útil por um par de meses.

É terrível procurar calçado bonito que não pareça pantufos e modelos abaixo do tamanho 20 que se adequem a uma bebé que começa a querer dar os primeiros passos.

pisamonas

Já tinha ouvido falar da Pisamonas e recentemente fiz uma encomenda que me deixou muito satisfeita. Primeiro li e depois constatei que tinham calçado com uma óptima relação qualidade/preço. Apesar do meu receio com as diferenças de tamanho, se houvesse algum problema, o processo de envios, trocas e devoluções é rápido e gratuito.

Há modelos, cores e materiais para todos os gostos, muitos deles desde os tamanhos mais pequenos de bebé até aos maiores de adulto.

Encomendei justamente o que precisava e procurava, sem extravagâncias:

  • Botas safari, intemporais e úteis em todas as estações do ano, para mim e para a Teresa. Sim, na mesma cor e tudo.
  • Menorquinas em nobuck, castanhas, super básicas e bonitas, ficam bem com tudo, também para mim e para a Teresa. As dela têm uma fivela em velcro para não fugirem do pé (adoro esta adaptação do modelo para os mais pequeninos).
  • Merceditas em branco e rosa brilhante para a Teresa. Não vieram iguais para mim porque não havia, senão…

pisamonas

Fiquei surpreendida porque passadas menos de 48h após a minha encomenda, tinha um estafeta a entregar tudo muito bem empacotado à porta de casa.

Escusado será dizer que a vaidosa mais pequenina quis logo bisbilhotar o conteúdo e ficou toda contente quando percebeu que tinha sapatinhos novos!

Gostei muito de constatar que os modelos que escolhi para a bebé correspondem ao tamanho esperado e não têm diferenças entre si. Todas as peças são de óptima qualidade e algumas delas chegam a ser cerca de 20€ mais baratas relativamente a outros locais onde procurei.

Sem dúvida, a Pisamonas ganha aqui uma família de clientes – graúdos e miúda! Defendo que as crianças não devem ter calçado em excesso, mas quero assegurar que há alternativas para os imprevistos do quotidiano e para as ocasiões especiais e esta loja online é um bom sítio para o fazer.

pisamonas

Sandálias trendy: check!

sandálias 2017

Lembram-se da minha cobiça por umas sandálias com pompons?

Vocês já sabem que eu sou de ideias fixas. Não é deste ano que as vou vendo e engraçando com a cena algo kitsch, naif delas, mas só agora é que começa a ser mais fácil encontrá-las.

Siiim, também poderia ter implementado um DIY, mas tive mais onde me ocupar. Tinha-vos dito que já tinha catrapiscado umas muito giras no catálogo da Natura. Nas lojas, nem rasto delas… Até há coisa de duas semanas. Já a minha mãe andava em cima do assunto. Já a senhora da loja sabia do meu drama, também, e disse que assim que chegassem guardava umas para mim… E guardou.

sandálias natura

Claro que nesta busca houve vítimas, que cada vez que entrava na loja para ver se já tinham chegado as benditas sandálias lá acabava por trazer sempre qualquer modelito. Até outro par de sandálias, igualmente giro e deveras confortável.

Maneiras que foi isto: giras, confortáveis, de boa qualidade e a um preço razoável. Estou feliz com a minha compra e sei que é um modelito que terá o devido uso neste Verão.

Fica a dica para quem ainda não as viu, corram!

sandálias pompons

Comprar menos, gastar melhor.

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Poderia falar de qualquer coisa, mas hoje vou falar de malas e carteiras.

Entre coisas como deve ser e tralha que não sei muito bem se voltarei a utilizar, tenho malas a mais.

Isto não quer dizer que tenho aquilo que me faz falta!

No tempo das nossas avós, uma mala era mais que suficiente para todas as ocasiões.

Talvez a minha avó não fosse o melhor exemplo para este assunto, já que boa parte de todas as minhas bolsas – as que, efectivamente, têm boa qualidade – eram dela.

Hoje em dia, quando há algo de boa qualidade, custa os olhos da cara e pode ser uma odisseia comprar uma boa mala de modelo intemporal. Por outro lado, qualquer sacola de tendência efémera custa mais do que vale, tem mau aspecto e mal resiste a uma temporada.

Com todas as bolsas que comprei e mal cumpriram o seu propósito (acabando a maior parte por ir para o lixo), já devo ter gastado uma fortuna.Talvez esteja na altura de poupar para algo melhor.

Contem-me: que malas de senhora recomendam? Onde compram as vossas?

Preferencialmente, sem marcas, logotipos ou monogramas escarrapachados por todo o lado.

Alerta Sandálias

sandálias pom pom

Frufrus, berloques e penduricalhos? É aqui! Gosto muito de complicar o que podia ser simples e no que toca à moda, não é excepção. Lembra coisas que podiam ser da nossa infância? Ah, melhor ainda!

De há uns dois anos para cá, têm aparecido pompons um pouco por todo o lado. Agora que penso nisto, creio que comecei por vê-los mesmo em sandálias. Acredito que seja fácil replicar a ideia para fazer um DIY low cost, e assim até o trabalho final seria único original. Mas nem todas temos tempo ou jeito para isso, pelo que acredito que dá jeito saber onde é que dá para encontrar estas sandálias bonitas. As da imagem são todas da marca Gioseppo e os preços não são assim nada do outro mundo. Sei que a Natura também tem algo semelhante no catálogo desta estação, mas ainda não as vi nas lojas (e agradeço que me dêem o alterta se as virem!).

Eu cá não sou de intrigas, mas desde que me deu na telha aquela vontade de ter as benditas sapatilhas que estão esgotadas em todo o lado, agora quando quero algo específico tomo logo nota de todos os sítios que disponibilizam modelitos dentro do género. E olhem que não acontece com muita coisa!

Expocosmética 2017 – O Rescaldo

expocosmetica
Nós no stand da Blogazine. Desculpem a qualidade maravilhosa e contra a luz, foi a fotografia que se arranjou e está mui linda ♥

Se eu podia viver sem ir à maior feira de estética e beleza que acontece no nosso país?

Podia, mas não era a mesma coisa!

Cheguei à conclusão que já ando nestas aventuras de partir num autocarro para abastecer de tintas, cremes e betumes há quase 7 anos. Quem corre por gosto não cansa e por muito desgastantes que estes eventos possam ser, em proveito da vaidade justifica-se a proeza. Foram raríssimas as ocasiões em que falhei a minha visita.

Manter um blog tem-me dado o privilégio de conseguir uma credencial especial nos últimos anos que me poupa as filas intermináveis para entrar e ainda dá direito a algumas novidades para experimentar, o que agradeço à organização do fundo do coração. Tenho que dizer que acima do networking, o que continua a fazer com que abdique de folgas e descanso ao fim de tantos anos são as compras.

Não estarei a exagerar se vos disser que em cada uma destas visitas poupo centenas de Euros. Com o PVP habitual? Não compraria 1/10 dos cosméticos e que, sim, utilizo e volto a comprar uma e outra vez. Não trago só as minhas compras: aproveito e levo a lista de compras das mulheres (e homens, vá) da família. Trago o mínimo possível porque não há costas que aguentem nem tempo para bisbilhotar tudo. Pensem, por exemplo, em tintas para o cabelo e não me venham cá com tretas de que só pinta o cabelo quem quer. Há quem goste do cabelo grisalho, mas não é o meu caso. Para mim, no que diz respeito à minha imagem, é só uma vulnerabilidade, é sinal de velhice e desleixo e não é algo que queira mostrar.

Adiante, blogs. Adoro conhecer quem, como eu, mantém blogs. Adoro a humildade e o esforço da organização da Expocosmética para nos dar uma oportunidade digna e percebo que não consigam controlar tudo o que se passa tanto por parte dos autores convidados como pela que compete aos stands e marcas. Eu iria de qualquer forma, com ou sem convites.

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A Maria, eu e o Luís. Foto pela Ana Isabel.

Este ano, o Luís voltou a ir comigo. Porque quis! Que eu cá não obrigo ninguém a fazer nada, mas agradeço a companhia e a ajuda. Durante a maior parte do tempo, a Maria esteve connosco e lá fizemos os três (os quatro!) o nosso percurso.

Adorei rever caras que já são constantes na Expo como a Embelleze, a Andreia e a Inoeh. Trouxe novidades de todas elas e estou mortinha por mostrar tudo. Sucedeu o mesmo com a Flormar, marca que praticamente desconhecia (apesar de ter um batom deles há anos e uma loja muito perto de mim), com a By Simone G. e a Lupa/Bioseivas, que são novas para mim e deixaram-me em êxtase com os seus produtos capilares bastante promissores.

Passei noutros expositores para fazer compras e ainda dei um saltinho aos que estavam no roteiro enviado a todos os bloggers convidados, estando marcados como pontos de interesse com novidades para nós. Não vou dizer nomes.

Tenho de referir algumas situações que presenciei e que foram desagradáveis.

Cada acção gera uma reacção e não há cooperação possível quando as partes envolvidas não sabem o que estão a fazer. Passo a descrever:

  • No stand de uma das marcas mais importantes de estética do nosso país – à nossa frente, estava uma amálgama de miúdas com blogs. Não consegui ouvir o que as representantes da marca estavam a dizer, mas ouvi as meninas a dizerem entre si que ainda faltava passarem nos sítios x, y e z para irem buscar as suas borlas. Uma dizia “Ai, será que também me dão? Ao pé de vocês ainda sou um bebé!”. Tenho vergonha alheia.
  • No stand do ponto anterior – quando, finalmente, conseguimos alcançar as senhoras da marca, o que nos disseram foi… Bom, não nos disseram nada a não ser que os brindes que tinham para bloggers tinham acabado. Assim, a seco. Fiquei sem perceber o que se passava ali porque não se apresentaram, não apresentaram a marca, não apresentaram novidade alguma. Merecem abordagens como a que referi acima.
  • Num stand de protectores solares – A verdade é que fiquei sem conhecer a gama de produtos que disponibilizam, porque se focaram nuns bronzers das Kardashian. Tenho ali um papel com uma breve descrição sobre alguns produtos que nada me dizem porque não mos mostraram. Ah, e tenho uma bolsa com meia dúzia de amostras em sachet de bronzeadores e protectores solares que nunca conseguirei usar porque, obviamente, como é que é suposto testar protector solar só numa perna ou só num braço? Queremos que falem bem de nós, disse a representante da marca. Okayyy!
  • Mais um stand, desta vez de produtos de spa – Última história, prometo! Mostram-nos um hidratante muito bem cheiroso, facto. Mostram-nos outro hidratante bastante engraçado, sobe o entusiasmo. De seguida, dizem-nos que podemos tirar as fotos que quisermos ao espaço (a sério?) e dão-nos um sachet de anti-rugas, salientando que a amostra não é para a nossa idade. Mais uma vez, queremos que falem bem de nós.

Fazemos assim: por cada motivo de queixa, têm de haver vários daqueles bonitos que gostamos de ver por aqui. Garanto-vos que existem e que vão ver que, contrariamente ao que possam pensar se leram o post até aqui, há coisas boas a destacar desta edição da Expocosmética. Durante este mês, pinky promise: vou deixar aqui tuuudo aquilo de que gostei com todos os detalhes. Porque o que é bom merece ser partilhado!

Quanto é que são muitos sapatos?

sapatos barbie
Imagem de origem desconhecida.

A pergunta pode parecer tonta e fútil, mas aposto que não sou a primeira a matutar neste assunto. Começo por dizer que não tenho nenhum closet cheio de sapatos (bem vistas as coisas, até era bem capaz de encher o equivalente à minha despensa adaptada a roupeiro com calçado) nem nada que se pareça.

Quando é que nos passámos da marmita e temos mais do que é aceitável?

E quanto é que é essa coisa do aceitável? Ainda que eu tivesse um sem fim de sapatos, o mais provável seria o mundo inteiro estar-se nas tintas porque é um assunto que só a mim diz respeito e as pessoas, pois claro, empregam o seu escasso tempo noutras discussões.

Adiante, passemos aos factos: tenho pares de sapatos bons cuja última utilização que me recordo foi em tempos remotos para lá do nascimento de Cristo e não ficaria, sequer, surpreendida se me deparasse com modelitos cuja existência se perdeu na minha memória. Estou sozinha?

Apliquem à roupa, acessórios ou ao que quiserem, também, mas lembrei-me disto agora que ando em arrumações e desarrumações típicas da mudança de estação. Dou por mim a concluir que tenho por aqui sapatos bonitos que por algum motivo não saem à rua.

Se estas situações de calçado que não utilizamos existem, não será que estes pares estão a mais?

E se tivermos dezenas de pares cuja posse é justificada com a devida utilização e estão em bom estado/são de boa qualidade, será que estas dezenas equivalem a dizer muitos, de sobra, a ocupar espaço desnecessariamente? Fica lançada a discussão!

E ainda acrescento: se tivessem de escolher 5 pares de sapatos e não pudessem ter mais, quais seriam? Creio que já respondi a isto algures, mas é pertinente reflectir novamente. Um dia destes, partilho as minhas escolhas e gostava que fizessem o mesmo. Se tiverem blogs e postarem sobre isto, por favor, dêem-me os links para poder partilhar!