Categoria: Maquilhagem

Não será propriamente uma novidade fresquinha, fresquinha, mas já sabem que eu gosto de experimentar tudo como deve ser, de diversas formas e com todas as adversidades pelo meio antes de me pronunciar sobre produtos de beleza. E também não gosto de hypes e ondas, prefiro deixar que toda a gente fale das novidades e falar delas mais tarde, com calma e com a merecida atenção. Se fizesse este post há uns meses, possivelmente ninguém o teria lido.

alisadoroptico

No âmbito dos produtos recentes da Garnier que vale a pena experimentar, não podia deixar de destacar o Alisador Óptico 5 segundos. Segundo a marca, é um produto que corrige e preenche a pele de forma instantânea, para disfarçar rugas, irregularidades, poros dilatados e oleosidade. Trocando por miúdos, é um primer. Não é um produto de tratamento. Colocá-lo-ia no patamar dos produtos de maquilhagem. Dentro das tecnologias presentes na sua elaboração, há reflectores de luz e sílica. Nada que não seja novo dentro deste tipo de produto.

Pelas minhas experiências anteriores com primers deste tipo, esperava um produto bom mas não extraordinário. Costumam esfarelar (especialmente assim que entram em contacto com base) e ter um cheiro estranho. Fiquei surpreendida porque estes inconvenientes não acontecem com o Alisador Óptico, para além de que é muito leve e permite um controlo da oleosidade mais duradouro que muitos primers (a pele permanece sem brilhos indesejáveis e a maquilhagem fica intacta durante todo o dia)  de marcas conceituadas e substancialmente mais caros. Confiram o efeito pela fotografia acima!

Cada bisnaga de 30ml custa 14,49€ nos supermercados e, para mim, o Alisador Óptico entra para o pódio dos melhores primers para peles mistas/oleosas. Fazendo uma comparação óbvia, acho que este produto é muito melhor (mais leve, mais eficaz e mais duradouro) do que o Porefessional da Benefit, primer do qual sou (era) fã e que custa mais que o dobro do preço. Caso tivesse de escolher um deles, sem dúvidas nem preconceitos, optava pela versão low budget do supermercado. Bravo, Garnier!

A Luva AmazeMitt

Amazemitt

Sou um pouco céptica quanto à eficácia de produtos como o protagonista deste post, a luva AmazeMitt. Aparentemente, não há grande engenho por trás da AmazeMitt: é uma luva de microfibra (creio que há dois tamanhos diferentes, mas nem compreendo bem porquê) que se usa humedecida para remover a maquilhagem do nosso rosto. Sim, só com água, sem adição de outros produtos. Já tinha ouvido falar dela noutros blogs, incluindo blogs estrangeiros, mas nunca fiquei muito curiosa. Entretanto, fui desafiada a experimentar a bendita (pela, entretanto, extinta loja Makeup Pt), aceitei a proposta e fiz questão de experimentar a famosa luva para tirar as minhas conclusões.

Tive de a comparar com alguns panos de microfibra diferentes, que cá para mim havia de ser tudo a mesma coisa e esta história da AmazeMitt só podia ser um negócio dos macacos para enganar as pessoas. Pois que não é. Na realidade, a microfibra da AmazeMitt é muito mais suave para pele, não arranha e – pasmem-se! – remove mesmo a maquilhagem. Ok, não abusemos, não é a melhor opção para remover máscara à prova d’água ou outros produtos de longa duração. Eu tenho o hábito de remover a maquilhagem com um produto adequado e só depois utilizar outro produto de limpeza de rosto, mas quem usa um só produto para ambos os fins poderá achar que a bendita luva é insuficiente.

Fiquei feliz por constatar que a luva mágica realmente funciona, e apesar de dar preferência aos produtos que utilizo habitualmente, já vi grande utilidade na AmazeMitt quando viajo e não posso/não quero (pensem em acampamentos, ou em quando têm de carregar grandes pesos, ou quando vão sair à noite e nem sabem se vão voltar a casa) trazer a minha panóplia de cuidados atrás. Em casa, utilizo-a maioritariamente em dias de preguiça, quando estou muito cansada e não quero perder muito tempo a desmaquilhar-me e lavar o rosto.

Espera-se que cada luva destas dure em bom estado durante muito tempo, mas mesmo quando perde a maciez característica, não vale a pena mandá-la logo para o lixo. À semelhança das outras microfibras, podemos utilizá-la para outros fins. O site da marca (inglês) sugere que utilizemos as nossas AmazeMitt velhas para limpar calçado de pele, mas a imaginação é o limite.

P.S. a 26.Fevereiro.2016 – Para quem já conhecia a AmazeMitt: recentemente chegou à Sephora portuguesa um produto semelhante (umas toalhinhas cor-de-rosa), a MakeUp Eraser. Já experimentaram? Como comparariam os dois produtos?

Sai, sai da minha vida!

rimeis

Sai, que não quero choraaar! Bom, já que há tantas leitoras (do meu blog e dos outros) que refilam porque as autoras só dizem bem de todos os produtos, siga avante o que se espera que seja um conjunto de postagens regulares (ou não, que é mau sinal quando há pretexto para este tipo de post). Não tenho quaisquer problemas em dar a minha opinião mesmo quando é negativa, mas no mundo da beleza é tudo relativo e o que pode ser mau para uma pessoa, pode não ser para outra.

Adiante com a conversa, decidi começar por mostrar algumas máscaras de pestanas que são um autêntico pesadelo. Vejam bem, algumas já deviam ter sido despejadas cá de casa, mas ficaram guardadas justamente para não me esquecer de falar delas. Sou mesmo ruim! Não compreendo como é que, hoje em dia, ainda se fazem máscaras de pestanas que são um fiasco. A sério! Não deve ser um produto difícil de conceber, pelo menos há marcas low cost com opções fantásticas e depois deparamo-nos com pérolas destas. E, minhas amigas, dentro do low cost a L’Oréal e a Prestige estão longe de ser as marcas mais amigas do bolso.

Siga a festa, passemos às breves considerações (e mais que isso seria desnecessário) sobre estas quatro máscaras de ir às lágrimas. Literalmente. Nem fale a pena fotografar as escovas (apanham-nas no Google com toda a certeza), nem o efeito tampouco, que não estou para me submeter a torturas novamente.

A Define Fx Mascara da Beauty UK é a pior deste grupo. Que desilusão! Eu era fã da versão mais antiga da máscara da marca, e esperava que qualquer mudança só pudesse trazer melhorias. Mentira. Não alonga as pestanas, não lhes confere volume, não as deixa mais curvadas, nem mais pretas… E não sou a única a constatar estes factos. E o pior é que faz arder os olhos, por muito tempo. Pelo menos a mim. Apostem noutras máscaras da Beauty UK, mas fujam desta.

De seguida, o elemento mais recente desta colecção, a Mega Volume Miss Manga da L’Oréal Paris. Não sei como é que conceberam um desastre destes. Esta máscara está a ser muito badalada porque tem uma escova que se assemelha a outras que são óptimas, de marcas de luxo, e para além disso é flexível. Tudo isto soa a perfeição, só que na prática não funciona. A L’Oréal Paris tem máscaras óptimas, já há muito tempo que é assim. Fiquei super entusiasmada quando recebi esta nova para experimentar. Então, a fórmula é pegajosa de mais. Demora imenso a secar e deixa as pestanas todas coladas umas às outras. Uma nhanha. Fica tudo sem jeito, sem grande volume ou alongamento, a parecer as patas de um aranhiço. Suspeito que parte do problema se deve à tal escova inovadora flexível, que no fim das contas não mantém o ângulo da dobra e acaba por não permanecer fixa e estável. Um desastre!

No que concerne à Long Care Mascara da Prestige, não há grande coisa a dizer. Não. Não faz muito pelo alongamento das pestanas, e tem algo que abomino nas máscaras e que já não me acontecia há anos: esfarela e esborrata ao longo do dia. Esta máscara já cá mora há muito tempo, mas não a podia mandar embora sem vos mostrar a bandida.

Por último, temos a Colossal Look Felino da Maybelline. Idem aspas, cá está uma marca da qual digo o mesmo que da L’Oréal Paris. Tanta máscara boa, para quê isto? Já se devem ter fartado de ver a escova nos anúncios, há uns tempos, e eu esperei sinceramente que esta máscara desaparecesse mas ainda a vejo nas prateleiras. Look felino? Só se for dum gatinho sem pestanas. É fluida de mais e não confere grande coisa de volume nem de alongamento.

Por ora é isto. Numa gaveta cheia de máscaras, ter quatro que não correspondem aos meus padrões mínimos de qualidade nem é muito mau. E vocês, que máscaras abominam?

The Secret Bag – a 9ª edição

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Olha a Bag fresquinha, fresquinha! Acabadinha de chegar. Será que sou a primeira a mandar o spoiler para a blogosfera?

A edição de Fevereiro foi lançada mais tarde, diz a The Secret Bag que foi para não sobrepor com a edição especial da MeMeMe que saiu no dia 20 de Janeiro. Ok, percebe-se, e não fiquei triste porque já houve meses em que recebi o saquinho bem mais tarde graças ao excelente trabalho dos CTT, que demoram cada vez mais tempo para entregar a correspondência aos destinatários.

Adiante! Esta edição traz quatro produtos, um deles em tamanho de viagem: o Energy A Creme da Être Belle, que vem numa bisnaga de 15ml é um hidratante para o rosto com vitamina A. Não o conhecia, mas não é nada de novo, so far, mas por vezes é na simplicidade que residem os bons resultados. Parecendo que não, uma bisnaga de 15ml é metade do tamanho habitual de um creme de rosto, pelo que logo direi de minha justiça quando o experimentar devidamente. Já alguém o conhecia?

Os restantes três produtos, que vêm em formato full size, são o creme de olhos Neroli da Superfacialist (tenho a marca em muito boa conta, mas por ainda não necessitar de um produto com as características deste, ofereci-o à minha mãe e ela é que nos vai contar o que achou dele), o primer de rosto Prime Fx da Beauty UK (estou entusiasmada, porque me parece ser bom e diferente de todos os que tenho!) e um par de pestanas postiças da Eldora Lashes (são feitas de pêlo natural e são bastante leves e maleáveis, a ver como é que me dou com elas e depois venho cá contar tudo).

Não conhecia nenhum dos produtos e creio que esta edição da The Secret Bag agradará facilmente a quem a comprar porque não há nenhum compromisso com cores de maquilhagem ou tipos de pele específicos. Quando há, normalmente há opções de personalização, mas mesmo assim há quem não fique contente a 100% (não é o meu caso). Desta feita, os produtos incluídos serão úteis para (quase) toda a gente. O valor total deste saquinho ronda os 50€, sendo bastante superior ao custo efectivo da compra (18€, já com os portes incluídos). Foi uma edição ao jeito da anterior, do mês de Janeiro, com conteúdos novos para mim e eu gosto que se mantenha este padrão.

E vocês, compraram a The Secret Bag deste mês? O que acharam?

Eis que começa uma nova rubrica cá no blog. Há o Duelo de Titãs, nós temos o Duelo de Tintas. Pareceu-me o título adequado para uma panóplia de comparações óbvias (e não tão óbvias) entre produtos de maquilhagem que hão-de ser feitas por aqui, e por isso… Cá vamos nós!

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Para estrear esta série de posts, trago-vos dois primers de sombras: o Eye Prime Fx da Beauty UK e o Primer Potion da Urban Decay, o meu preferido e imbatível até à data.  Podia ter trazido uns quantos para a guerra, mas cada vez que surge algo novo, parece que o ponto de comparação é sempre o UDPP. Quem será que ganha esta batalha?

Começando pela hora da compra: O Eye Prime Fx vende-se em lojas como a Makeup Pt (online) ou a Kitchen Makeup Boutique e custa a módica quantia de 7,90€/9ml e o Primer Potion está disponível na Sephora por 19€/11ml, o que faz com que o primeiro, da Beauty UK, seja o vencedor em termos de custo.

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Passemos ao que realmente importa: na imagem podem ver uma sombra aplicada no dorso da minha mão, sem primer e com cada um dos primers deste duelo. Começando pelo que não dá para ver, o Eye Prime Fx é muito mais fluido e após a aplicação fica completamente seco. Já o Primer Potion, para além de ser mais consistente e de sentirmos que foi aplicado algum produto na pele. Ambos têm uma tonalidade creme muito clara e ligeira que não vai interferir (pelo menos, de forma negativa) com a aplicação de sombras. O Eye Prime Fx é uma agradável surpresa a dar vivacidade às sombras, e a fazer aparecer pequenas cintilâncias que, de outra forma, passariam despercebidas. Ainda assim, o Primer Potion faz as cores aparecerem tal e qual como se apresentam nas suas embalagens, mais “densas”, de forma muito viva e uniforme. Numa primeira impressão, antes deste teste, fiquei com a ideia de que o Eye Prime Fx fosse ligeiramente “pegajoso”, sendo assim ideal para a aplicação de purpurinas, mas já desisti dessa ideia porque para além de ser rapidamente absorvido, parece que vai desvanecendo ligeiramente ao longo do dia, o que não acontece, em tempo algum, com o Primer Potion. Para remover a maquilhagem, ambos requerem desmaquilhante. São muito resistentes. Este pode ser um problema alheio a quem tem a pele dos olhos seca, mas o Primer Potion continua a ser o único primer de olhos que, para mim, domina o problema da oleosidade a 100%, mantendo as sombras intactas mesmo quando passamos pelo calor, noitadas ou muito movimento.

Considero que o Eye Prime Fx é um bom primer, dos melhores na linha do low cost, e fico com muitas dúvidas sobre qual deveria comprar caso tivesse os dois à minha frente. É muito económico (não se esqueçam da quantidade de produto que vem em cada embalagem!) e, sem dúvida, tem um óptimo desempenho. Se precisam de um bom primer de sombras a um preço acessível, arrisquem sem medos. Contudo, o Primer Potion continua a ser o único que conserva as sombras durante o dia tal e qual como as aplico, sem problemas de acumulação nas dobras da pálpebra devido à oleosidade. Exclusivamente por este motivo, o Primer Potion da Urban Decay é o campeão neste Duelo de Tintas.

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… É que consigo usar uma corzinha nos lábios por estes dias. O velhaco do resfriado que passou por mim venceu os bálsamos e manteigas labiais de tal forma que fiquei com a pele muito mal tratada. Até abrir a boca é uma empreitada dolorosa.

Podia usar glosses coloridos, podia, mas tendem a escorrer e a acumular onde não devem e depois é um sarilho de tão feio que fica. Estes chubby sticks são uma espécie de bálsamos com cor (substancialmente mais hidratantes que os Baby Lips). São uma espécie de híbrido entre o batom, o gloss e o bálsamo.

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Tenho um de cada “raça”, tenho três, como podem ver na imagem, e só agora, na hora H, é que consegui decidir de qual deles gosto mais. No domínio das cores, imperaria a lei do mais barato e relativamente funcional, e que se danem as marcas. O Posh Pout da Beauty UK deixa algo a desejar, porque apesar de ser bem pigmentado a variedade de cores é muito menor que a dos Just Bitten Kissable (que são, realmente, stains e ganham a léguas aos outros dois na duração e intensidade da cor) da Revlon e que a dos Chubby Sticks da Clinique. Com os lábios em mau estado, consigo concluir que quem ganha a batalha da hidratação são os Chubby Sticks da Clinique. Não é, sequer, comparável o efeito e o conforto a longo prazo, sendo que os outros dois deixam os lábios a repuxar ao fim de algum tempo.

A minha carteira não se sente lá muito ofendida no meio desta história. Quer dizer, não acho que a diferença entre o Posh Pout e os Just Bitten justifique investir nos primeiros, e entre os Just Bitten e os Chubby Sticks vai uma diferença de 10€. É questão de se ponderar o que pretendemos do produto.

Nas condições em que estou, para o que preciso, optaria sem pestanejar pelos Chubby Sticks. Mas também adoro os Just Bitten, noutras circunstâncias. O melhor seria mesmo utilizar só uma boa manteiga labial até melhorar, mas quem é que consegue viver sem cor? Pelo andar da carruagem, terei de trazer mais Chubby Sticks para fazerem companhia ao filho único que por cá mora.

The Secret Bag – a edição MeMeMe

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Depois do sucesso da primeira edição especial Revlon há uns meses atrás, a The Secret Bag voltou a surpreender as clientes com uma edição especial MeMeMe. As unidades disponíveis foram limitadíssimas e esgotaram em pouquíssimo tempo, logo após terem sido colocadas à venda. Lucky me, consegui garantir a minha e hoje já chegou cá a casa.

Desta feita, o saquinho de organza não é vermelho (como é habitual nas edições mensais da TSB), mas sim cor-de-rosa. O conteúdo, na minha opinião, não desiludiu: como sabem, já tinha o iluminador Beat the Blues, mas os restantes produtos foram novidades para mim. Recebi um Blush Me Pink (é um blush lindo, rosado, enorme que deve durar para a eternidade!); um verniz nude que, pelos vistos, é novidade em Portugal; e um batom Elektra na cor Hot Magenta.

Resumindo, foram quatro full sizes que dificilmente desagradam a alguém, num valor aproximado de 41.50€. Por mim, podem fazer mais edições-surpresa destas, que eu hei-de tentar sempre arrematá-las!

RadiantOrchid

Ou, perdão, Radiant Orchid. É esta a cor do Pantone para 2014. Possivelmente, já não é novidade para a maior parte de vós, mas ainda não tinha falado do assunto cá no blog nem dei a minha opinião.

Não sou grande fã desta cor para o vestuário e acessórios, e são pouquíssimas as peças de roupa que tenho em tonalidades semelhantes. Talvez seja um sinal para usar mais a blusa acetinada com gola em laçada que é tão bonita e que me deixa tão elegante, mas que não visto muito.

1lisbonblinnerCom a Patrícia no 1º Lisbon Blinner

No que toca à maquilhagem, pode ser que finalmente as mulheres se inspirem e comecem a atrever-se a usar batons em tons de lilás e roxo. Caso não saibam bem onde encontrar o batom perfeito nesta cor tão em voga, pode ser que ainda encontrem os da linha Make B Black Crystal d’O Boticário de que falei aqui. Nas unhas vai ser mais fácil, e é nesse domínio que tenho visto um maior investimento durante o primeiro mês deste ano. Curiosamente, consigo lembrar-me de umas quantas opções low cost que foram descontinuadas. Anda tudo dessincronizado!

Sinceramente, não esperava que esta tonalidade se tornasse numa cor do ano. Ando tão interessada noutras cores e noutros tons, que fiquei um pouco desapontada. Adoro roxo, adoro cor-de-rosa (oh, quem diria!…), até consigo gostar muito de algumas tonalidades de lilás mais frias ou mais fechadas. O Radiant Orchid não é bem a minha praia. Pode ser que tenha surpresas agradáveis e que termine o ano a gostar mais de lilás deste tipo.

sweetcare

Após séculos a ouvir falar tanto e tão bem das parafarmácias online, e de receber umas quantas mensagens a pedir a minha opinião sobre as mesmas e não saber o que responder, cá estou eu a iniciar-me neste maravilhoso mundo.

Sempre tive algum receio de adquirir online os produtos que habitualmente compro na farmácia. A maior parte são cosméticos sem nada que os impedisse de serem vendidos numa perfumaria ou outro tipo de loja, mas a farmácia oferece outra confiança. Contudo, dei por mim a assistir a alguns lançamentos em antemão nas parafarmácias online e só depois nas lojas físicas, para além das promoções constantes que raramente encontro perto de mim.

Há quem alegue que nas lojas físicas sempre podemos experimentar os testers e comparar produtos, mas o que verifico perto de mim é que o produto não existe e/ou o técnico/farmacêutico desconhece totalmente e/ou tenta impingir algo que julga ser semelhante, e quando dou por ela até tenho umas quantas pessoas em fila de espera a meter o bedelho no assunto. Assim sendo, há muito que faço a minha pesquisa antes de comprar cosméticos, e na hora da verdade vou determinada e só trago mesmo o produto que pretendo.

Outra vantagem aliciante de algumas parafarmácias online são os sistemas de afiliados. Ganhar uma comissão a partir das compras que as pessoas fizeram porque me ouviram falar de uma loja? Bem, é matar dois coelhos de uma só cajadada: divulgo o que compro e ainda poupo porque ganho sobre os gastos alheios.

Posto tudo isto, estou a ambientar-me com a Sweetcare e so far, so good. Fiz a minha primeira encomenda e chegou de um dia para o outro, e registei-me no sistema de afiliados. Por isso, já sabem, se fizerem uma encomenda através do meu link, ganho uma comissão sobre o que gastarem.

Da minha encomenda, falarei mais tarde e com todos os detalhes. Quanto a vocês, gostava muito de saber se já experimentaram a Sweetcare ou outras lojas semelhantes, e qual é a vossa opinião. Ajudam-me?

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Foto tirada na apresentação do produto com a Ana Rita e a Solange

Um dos produtos de beleza mais badalados dos últimos tempos e que gera muitas questões da vossa parte é o bálsamo labial Baby Lips da Maybelline, disponível em quatro versões diferentes: Peach Kiss (pêssego), Cherry Me (vermelho), Pink Punch (rosa) e Quenched (incolor).

Este é um produto baratíssimo que é possível encontrar em qualquer supermercado, e diz a marca que é uma grande inovação no mundo dos hidratantes labiais. E eu recebo muitas mensagens vossas a perguntar se o produto é mesmo bom e se vale a pena experimentar.

Posto isto, está na hora de vos contar o que há para dizer sobre os Baby Lips! Concordo com a marca quando dizem que é uma inovação na medida em que conheço muitas pessoas que abominam bálsamos labiais, alegando que são pegajosos. Em especial, os homens, que são terríveis com esta questão. Os Baby Lips não são, de todo, pegajosos. Eu própria, por vezes, prefiro ter de aplicar mais vezes um produto que não é tão eficaz para o que pretendo, mas que é agradável e não pegajoso. E entramos no domínio da hidratação. Se é o melhor hidratante labial do mundo? Não, não é, e para mim é impensável dormir só com ele nos lábios. Durante o dia, serve perfeitamente e gosto muito dele.

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Os Baby Lips são um bom produto para a manutenção da saúde da pele dos lábios quando esta se encontra íntegra e hidratada, mas não são suficientes para resolver situações de lábios secos e gretados. Não é um produto enganador, e para quem até à data não usava nada por não gostar da sensação da aplicação dos bálsamos disponíveis no mercado, sempre é melhor usar os Baby Lips. Como bónus, três das versões disponíveis conferem um ligeiro tom colorido aos lábios, o que faz com que os Baby Lips sejam uma opção bastante acessível (não chegam a custar 3€) comparativamente a outros bálsamos coloridos.

Não é este o Santo Graal dos hidratantes labiais, mas cumpre o seu propósito de hidratação básica sem peganhice. Um mimo nas manhãs de ventania, que toda a gente sabe da guerra entre os cabelos e o que quer que seja que apliquemos nos lábios. Para usar durante o dia, não vejo motivos que invalidem experimentar!