Categoria: Infância

O bom de não ter Internet…

… É ter tempo para organizar os arquivos e jogar. Muita jogatana!

Já tinha saudades do Sims 3 e das expansões. E desengane-se quem pensa que é só para construir casas e vestir bonecos. Ok, não oferece a mesma dificuldade que outros jogos, mas mesmo assim tem uns desafios catita de serem feitos sem batota. Vejam bem que, no jogo, já sou uma agricultora xpto e posso plantar oveiras, queijeiras, bifeiras e hamburgueiras.

É verdade, alguém já experimentou a última expansão?

Que jogos de computador vos agradam mais?

Penso que um dos sonhos de qualquer fanática por batons é ter uma paleta de cores infinita à mão de semear, independentemente da estação do ano, das tendências de cor ou dos gostos. Afinal, ter um batom de cor bizarra pode fazer jeito, sabe-se lá!

Pois bem, não tarda este sonho vai tornar-se realidade, quando os Pout Paints da Sleek chegarem à Sephora, no começo de Abril. Já vos tinha mostrado a minha primeira criação, feita durante o focus group da marca, a cor de batom que baptizei de OrGuídea.

No total, chegarão às lojas onze cores de Pout Paint, já no começo de 2012.

Por ora, tive acesso a cinco cores. Da esquerda para a direita: Port, Peekablo, Pinkini, Pin Up e Milkshake. Mas quero as restantes e por isso vou a correr à Sephora assim que descobrir que lá estão todas!

Logicamente, as cores podem ser usadas sozinhas (bom, alguém arrisca o azul?). No entanto, o que tem piada é misturá-las e criar os nossos batons exclusivos. O produto tem boa durabilidade se o deixarmos em frasquinhos fechados, pelo que podem arriscar fazer uma série de cores ao mesmo tempo para usar no espaço de alguns meses (cuidado, muito cuidado com as alterações de textura, cheiro e cor. Já sabem que caso se verifique alguma destas características alteradas é sinónimo de ter de mandar tudo para o lixo, certo?). Sinto-me que nem uma criança a seguir ao Natal! Lembro-me que quando andava na escola primária havia um brinquedo (da Barbie?) que nos permitia justamente fabricar glosses de diversas cores.

Encontrar frasquinhos para estas experiências foi o mais complicado. Podia ter usado frascos vazios de amostras, mas queria algo transparente que desse para ver bem a mistura contida no interior. Procurei, procurei, até que há uns dias encontrei uma loja chinesa que vendia packs de doze frasquinhos por 1.10€. Pareceu-me muito bem!

Não é genial?

Quando era pequenina… #2

Quem me conhece (e vocês que me lêem já vão sabendo algumas coisas sobre mim) sabe que sou extremamente nostálgica, para o bem e para o mal. Depois do post dos sapatos da minha infância, e de ter mencionado levemente o que o bom gosto da minha mamã fez por mim, fiquei a pensar numa série de coisas da moda dos meus tempos de pequena.

Com calma logo chego a tudo, mas ainda dentro do capítulo do calçado lembrei-me dos All Star. Lembrei-me que raras foram as ocasiões em que tive outro tipo de ténis. Lembrei-me de ter montes de pares de cores diferentes e lembrei-me que muitas vezes não os queria calçar.

Tenho visto que (infelizmente) a moda dos ténis com luzinhas regressou e está nos pés de muita pequenada. Mais uma vez, a minha sábia mãe não me deixou fazer figuras tristes e o que na altura me pareceu uma afronta (por que é que eu não podia ter uns ténis cor-de-rosa com luzes iguais aos das minhas amigas da escolinha?), hoje em dia faz grande sentido. Que coisa horrível! Até nessa altura os All Star estiveram presentes na minha vida e lembro-me que me ofereceram uns personalizados: eram rosa-choque e tinham strass e atacadores prateados. Eram pirosos, sim, mas com estilo!

Nos anos seguintes, os belos dos ténis ficaram esquecidos. Não sei o que se passou, era quase impossível encontrar os chucks à venda e só se viam ténis horríveis: primeiro, eram muito volumosos e tinham atacadores gigantes. Depois, surgiram os modelos manhosos da Nike. Tudo isto acompanhava as calças largas da Resina e camisolas da Fubu que o povo vestia. Que triste foi a entrada no novo milénio no que toca às tendências de vestuário das camadas mais jovens. Eu, como sempre tinha acontecido, tinha a mamã a escolher a roupa. Ufa!

Só no final do meu Ensino Básico é que os Chuck Taylor All-Stars voltaram a estar em alta e lembro-me de comprar pares de stocks antigos a 15€, que usei até ficarem sem solas. Hoje em dia tenho uns ténis desse género que eu própria personalizei (logo vos mostro, se quiserem), mas sinto falta de um bom par da Converse. Ainda por cima vem aí a Primavera e é mais do que óptima altura para voltar a calçar os ténis que não são bem ténis.

A dúvida é: de que cor? Azul marinho, rosa ou lilás?



Talvez encomende dois pares. Ainda por cima, com a nova colecção vieram códigos promocionais bons dos quais podemos usufruir:

SPARTOOPT1-M – 5% (a partir de 60€)
SPARTOOPT2-M – 10% (a partir de 80€)
SPARTOOPT3-M – 15% (a partir de 100€)
SPARTOOPT4-M – 20 % (a partir de 150€)

Quando era pequenina…

… Lembro-me de ter, durante toda a minha infância, pares e pares de sapatos como os da imagem. Não que agora seja muito grande, mas o facto é que já não encontro nada disto no tamanho 35. Pela primeira vez, sinto que tenho os pés grandes. Não sei se os meus sapatos eram da mesma marca, a Aster, mas lembro com muito carinho os recortes na parte superior do sapato. Tinha-os de várias cores e lembro-me que a dada altura não os queria calçar. Estava farta dos sapatos de boneca. Como me arrependo! Por vezes, quando somos pequenos, não damos valor ao que é bom.

Que saudades tenho deste tipo de sapatos, de outros sapatos com fivelas, das socas baixinhas, dos chupa-cocós, dos casacos e camisolas de lã, dos vestidos floridos com gola que a minha avó costurava para mim, das jardineiras e dos calções com mil e um padrões diferentes… Tenho saudades de tudo isso. Lembro-me de fazer fita para vestir algumas dessas coisas, mas hoje tenho de reconhecer que tinha (e tenho, felizmente!) uma mamã com muito bom gosto que se esforçava por me manter bastante apresentável.

Deixemos as piroseiras de infância para outro post.



 Consegui encontrar estas fotos aqui no arquivo e achei por bem partilhá-las convosco. São poucos dos muitos disfarces e palhaçadas que fui fazendo ao longo dos anos. Também me mascarei de princesa, de bruxa, de noiva, de padeira, de peixeira, de minhota, de espanhola, de enfermeira, de Beatriz Costa, de Cleópatra, de velhota, entre outras coisas. E as vezes que optei por sair à rua de pijama, já que ninguém leva a mal?

Que vergonha, agora que penso no assunto não me mascaro para o Carnaval há três anos.

E vocês, de que é que já se mascararam?

A sério, eu ainda sou do tempo em que todas as crianças se mascaravam de palhaço pelo menos uma vez entre a sexta-feira antes do Carnaval e o dia de Carnaval (que a folia começava com os desfiles escolares e só terminava no próprio dia).

De há uns anos para cá não me lembro de ver os pequeninos vestidos de palhaço. Este ano, já vi chineses pouco chineses, já vi abelhas (com meias de liga? Não eram crianças, eram moças dos seus 15 anos…), já vi polícias, já vi bruxas, homens aranha…

Que aconteceu ao popular disfarce de palhaço?

Salsichas furadas?

Penso que já toda a gente viu umas imagens que circulam de há uns tempos para cá, com esparguetes espetados em salsichas que dão um efeito bastante engraçado depois da massa cozer.

Às vezes sou pior que as crianças, e por isso tive de experimentar. O truque resulta, aconselho-vos a utilizar salsichas de cachorro ou salsichas frescas em vez das enlatadas (temo que se desfaçam na cozedura. Alguém já experimentou?). É só espetar os esparguetes crus nas salsichas e levar a cozer normalmente. Não há nada mais simples!

É um espectáculo, especialmente porque assim já não nos atrapalhamos a enrolar esparguete no garfo. Falo por mim, sou um desastre: há sempre fios pendurados e a cair do garfo. Assim, basta espetar o garfo na salsicha que o esparguete vem logo na medida certa e sem confusão.

Claro que fazer massa sem cogumelos nem natas é quase impossível para mim, daí o estardalhaço no prato. Mas isso já não é novidade para vocês, pois não?

Zé Franco

A época de exames está mesmo aí à porta. Há muito tempo que não passeávamos, pelo que na sexta-feira passada (quem segue a Guida no Facebook ouviu falar do dito passeio!) decidimos rumar à Ericeira, com direito a passagem pela Aldeia Típica do Zé Franco, no Sobreiro. Nem o frio nos impediu! Como podem ver, o casaco de pêlo sintético que era da minha avó pode não ser o casaco mais bonito do mundo, mas nunca passei frio com ele vestido.

Decidimos ir por estradas velhas, enchemos os pulmões de verde e matámos saudades dos tempos de infância. Fomos depois do almoço, e apesar de estarmos de estômago aconchegado, não resistimos ao melhor pão com chouriço do mundo: o que há no Zé Franco. É enooorme, é saboroso, é barato e ainda por cima está sempre quentinho. Demos uma volta para matar saudades das miniaturas e obras e, vejam bem, até redescobrimos um boticário por lá. Acho-lhe uma piada enorme e remeto-me sempre para outro Boticário!

Hoje, sei que a maior parte das pessoas da minha geração e daí para baixo já não conhecem o Zé Franco. Prometo que quando tiver filhos os levo lá com frequência!

Já na Ericeira, pareceu-nos que o mar estava melhor do que em muitos dias de Verão. Pareceu-nos! Cá fora, o termómetro marcava 15ºC. Eram só mais 11ºC do que perto de casa! Ainda assim, estávamos gelados e pareceu-nos melhor ficar no carro a apreciar as sobras de pão com chouriço do que passear no areal.

Depois disto tudo, ainda fomos às compras.

Foi, com certeza, um bom começo de fim-de-semana.

Coisas que os Aliens Raptaram #8 – Os Monchichis

Depois de ter visto a Ana na Suécia falar das Barriguitas, lembrei-me de outro brinquedo emblemático do tempo de quem era pequenino pelos anos 80 e 90. Lembram-se dos Monchichis? Ainda tenho um ou dois primos destes macaquinhos, adoro-os e não sei como é que conseguem fazer desaparecer a bonecada toda, que era tão engraçada.

Nem sei o que é melhor, fazê-los desaparecer ou dar-lhes nova cara. É que se pensarmos nas Polly Pocket (de que já falei aqui), Barbies e Barriguitas… Mais vale mesmo estarem quietos.

Mattel, o que fizeste tu aos Monchichis?