Categoria: Infância

Poupar nos brinquedos

Já que falta menos de um mês para o Natal e convém não deixar as compras para a última da hora, faz todo o sentido começar a dar algumas sugestões a quem ainda não dedicou tempo nenhum ao assunto mas pretende oferecer alguns presentes. Eu cá já tenho os meus presentes mais ou menos orientados. Ainda não consegui amadrinhar uma carta à minha medida no Pai Natal Solidário, mas também não estou de braços cruzados e com certeza contribuirei para melhorar o Natal de alguém.

Os presentes da pequenada, para mim, costumam ser dos que tenho mais dificuldades em escolher. Por um lado, gosto dos brinquedos tradicionais e raramente encontro algo ao meu gosto e que saiba que os meus pequenos receptores vão gostar também. Depois, parece que é tudo caríssimo. Por fim, fico sempre com algum receio que mais alguém ofereça um presente igual porque normalmente vamos todos fazer compras aos mesmos sítios.

No Showroomprivé há neste momento uma campanha com peluches, jogos didácticos, bonecos, jogos de construção, piões, puzzles, carros telecomandados e muito mais. Resumindo: há brinquedos para todos os gostos.

Brinquedos Showroomprive

Jogo de construção, 35,00€ 15,00€

Brinquedos Showroomprive

Puzzle de madeira, 25,00€ 12,00€

Brinquedos Showroomprive

Serviço de cozinha, 25,00€ 10,00€

Brinquedos Pet Shop Showroomprive

Almofada Pet Shop, 50,00€ 25,00€

Brinquedos Showroomprive

Chorão com carrinho, 50,00€ 24,00€

Esta campanha especial dos brinquedos está no ar até dia 3 de Dezembro.

Já se inscreveram no Showroomprive?

Pai Natal, se és solidário, o telemóvel é para mim.

Com a aproximação do Natal, a pequenada anda aos pulos a fazer os seus pedidos ao velhote das barbas brancas. É bom sonhar, e se alguém tem culpa das agruras deste mundo não hão-de ser as crianças e todas elas merecem um presente. O Natal comercial é uma questão cultural relativamente recente e é importante destacar o valor intrínseco do que, na prática, é uma festa da família: o carinho, os afectos e o convívio com aqueles de quem mais gostamos.

Sou contra o endividamento por caprichos de plástico pouco didácticos para os mais pequenos, mas não posso negar que é bom receber presentes. Falo por mim, que fui uma criança relativamente mimada que sempre teve tudo o que quis – com conta, peso e medida. Sabia que receber jogos e brinquedos era algo quase exclusivo do Natal e do aniversário e que tinha de definir prioridades. Muitas vezes, tinha de juntar algumas moedinhas para ajudar a comprar o que queria. Sempre dei valor ao que tenho porque sei quanto custam as coisas. Dou graças a Deus por ainda hoje viver numa situação relativamente confortável, especialmente pelas histórias de miséria que se conhecem de amigos, vizinhos, conhecidos e outras tantas pessoas que surgem nas notícias diariamente. Tento olhar para quem está à minha volta e ajudar como posso, por pouco que seja.

Para mim, é inconcebível que haja crianças a sofrer uma série de carências pelas quais ninguém deveria passar. Tento ajudar pessoas próximas e, quando é possível, também gosto de atender a iniciativas de solidariedade que vão surgindo. Neste sentido, tenho andado atenta às cartas do Pai Natal Solidário dos CTT para tentar apadrinhar os desejos de natal de um menino ou menina. Tenho assuntos para tratar nalguma estação, e assim juntava o útil ao agradável e presenteava alguém que de outra forma poderia não ter nenhum mimo quando chegasse a hora de desembrulhar as prendas. Feliz ou infelizmente, não tenho conseguido porque quando vou ao site ou ao Facebook da iniciativa já todas as cartas foram apadrinhadas.

Na noite passada, finalmente encontrei algumas cartas por apadrinhar no site. Fixe!, pensei eu. Finalmente vou poder cumprir com o meu propósito de participar no Pai Natal Solidário. Eis que começo a ler os pedidos e só me surgem no caminho pedidos absurdos: ora são cartas de bebés de meses com pedidos que nitidamente são para miúdos de 5 ou 6 anos, ora são fedelhos de 10 anos (e até menos) a pedincharem telemóveis.

CTT, em que é que ficamos? Solidariedade era oferecerem-me a mim o bendito telemóvel, que o meu avariou. Miúdos de 10 anos a pedirem telemóveis? Para quê? A culpa não é deles, é da educação que têm e das perspectivas consumistas que lhes são incutidas. CTT, quem é que faz a filtragem dos pedidos? Por que é que um telemóvel faria falta a uma criança? Tratando-se de famílias que passam dificuldades (presumo que seja esse o objectivo da iniciativa, possibilitar que não falte um presente a crianças que de outra forma não o receberiam), como é que é a nossa vida? Mesmo que por qualquer motivo eu oferecesse um telemóvel, quem é que o carregava depois se supostamente não há dinheiro?

Tenham dó de mim. A minha vontade foi apadrinhar uma dessas cartas, fazer-me parva e enviar um telemóvel de brincar. Não o fiz porque, relembro, a culpa não é das crianças e de qualquer forma prefiro canalizar o meu esforço para alguém que realmente necessite. E, depois, se o fizesse, o Menino Jesus ainda ficava ofendido comigo.

A sério, Pai Natal, se queres ser solidário, quem precisa do telemóvel sou eu.

Como não tenho nenhum padrinho que me vá oferecer telemóvel nenhum, gostava que me aconselhassem quanto a modelos relativamente baratos com Android. Preferencialmente da Vodafone e com boa autonomia.

Ai ai, que nunca mais é 2013!

Digo isto porque há alguns dias chegou a aiai Agenda 2013 que eu encomendei à aiaimatilde. É linda, linda, bem organizada e com ilustrações bem bonitas da boneca Matilde mais gira de Portugal e arredores!

Não subestimo a escolha de agendas. Já que é para manter tudo organizado, que seja em grande estilo. No ano passado, arrependi-me amargamente de já ter comprado uma agenda para 2012 quando apareceu a aiai Agenda. Este ano, não a podia deixar escapar. Tenho a melhor agenda de todas e o melhor é que é de uma marca 100% portuguesa. E custou 1/3 do que costumo gastar com agendas! Podia mostrar-vos imagens do interior da agenda, mas prefiro que descubram tudo no Facebook da aiaimatilde e que fiquem fãs como eu! Por lá, podem descobrir outras aiaimatildes muito giras, como o pin que veio em conjunto com a minha aiaiagenda (como é que a Matilde descobriu que eu colecciono pins?), cadernos, pulseiras e outros artigos giríssimos que nos fazem dizer “ai ai, eu quero!”.

E vocês, já escolheram a vossa agenda para 2013?

Milkybar = Galak?

Quatro Anos de Guida

Foi no dia 12 de Outubro de 2008 que foi criado o blog A Guida É que Sabe. Parece que foi ontem! Sabem por que é que o tempo passa a correr? Porque adoro ter assunto para vos falar e às vezes isso exige procura e muita paciência. Porque vocês estão sempre cá para dizer alguma coisa e sem leitores isto não ia a lado nenhum. Porque conheci muitas pessoas e tive oportunidades que de outra forma nunca teriam surgido. Porque ganhei amigos deste meio. Porque vir aqui sempre que posso me faz feliz!

Muito obrigada por terem estado sempre com a Guida ao longo destes quatro anos e preparem-se porque ainda não me cansei, este blog é um assunto sério e por isso venham mais quatro anos!

Agora, até me ficava mal ir embora sem postar a bela da música do Batatoon. Quem se lembra?

Flamingos na Ribalta

Ainda na onda das coisas cuchi cuchi e a modos que inúteis, ando em delírio com os flamingos da Nici. Adoro bicharada e todos os anos há um animal novo na ribalta. Da minha infância, lembro-me de uma fase esquisita em que toda a gente adorava golfinhos. Ora aí está um bicho pelo qual nunca nutri grande interesse. São feios e cheiram a peixe. Os flamingos não se livram da triste sina de cheirar mal, mas são passarinhos e são cor-de-rosa. São muito bonitos!

Ainda nesta história dos bichos e da ribalta, nunca fui grande fã da Nici. É uma marca com açúcar a mais para o meu gosto e nunca adorei ursinhos pirosos. Fiquei pela fase dos Forever Friends, quando estava na primeira classe.

No outro dia, estava eu a passear quando vi peluches de flamingos da Nici, de dois tamanhos, e o porta-chaves. Esteja o porta-chaves por lá no fim da semana, que passa a ser meu! Desta feita, gostei muito do que vi.

Também havia elefantes, mas apesar de serem o meu animal preferido, achei os flamingos mais amorosos.

Logo eu, que nem tenho uma colecção gigante de porta-chaves nem nada. Logo eu, que nem tenho sítio para mais peluches – mas acredito que um flamingo ficava bem plantado no meio das almofadas que tenho ao fundo da cama.

Coisas que os aliens raptaram #12 – Fashion Wheel da MB

Estava eu numa troca de comentários sobre bonecas de papel quando me lembrei deste brinquedo da minha infância. Crianças dos 80s/90s, quem se lembra da Fashion Wheel? Penso que havia várias diferentes, porque não encontrei nenhuma igual à que eu tinha. Desconfio que ainda está perdida algures no meu quarto.

Há uns anos, ainda vi disto no Toys’r’Us.

Alguém sabe o que é feito desta preciosidade? Era tão giro combinar as roupas, escolher a cara das meninas, colorir e recortar tudo…

Coisas que os aliens raptaram #11 – Belville e Scala

Quem cresceu nos anos 90, decerto se lembra dos Lego Belville e Scala. Eram Lego para meninas, que juntavam o útil ao agradável ao juntar o mundo dos blocos de encaixe com o das bonecas. Confesso que não liguei muito aos Belville, porque eram quadradões de mais para o meu gosto e a meu ver não eram nem carne nem peixe. Ou brincava com as Barbies ou brincava com os Legos.

Com a Scala, foi diferente. Tinha oito anos quando chegaram a Portugal e pedi tanto, tanto, que quando fiz nove anos me ofereceram a loja de roupa. E que delícia era brincar com aquilo! Ainda hoje, guardo as minhas Scala todas porque são algo que quero passar à descendência.

Acho que nunca mais vi nada disto à venda, o que é uma pena. Podem argumentar que é porque os miúdos de hoje em dia não querem saber de brinquedos, e eu concordo até certo ponto. Há coisas que nunca irão cair em desgosto, como o Lego. E quando as crianças não gostarem de Lego, gostam os adultos.

Sabem o que é que gostei de saber, apesar de tudo isto? Que nem tudo está perdido, agora há as Lego Friends. Há para todos os gostos: são cinco amigas (Andrea, Emma, Mia, Olivia e Stephanie) que vivem em Heartlake City e todas elas são muito diferentes entre si. Há aventureiras, cientistas, artistas, empreendedoras… Estou mortinha por ver isto tudo nos supermercados e lojas de brinquedos. Há vários conjuntos, e talvez compre um só para matar saudades visto que os preços também não são nada do outro mundo – o conjunto mais barato custa cerca de 6,50€.

Esta é também uma boa sugestão para quem tem pequeninas queridas e quer oferecer um presente no Dia da Criança, que é daqui a menos de um mês.