Categoria: Infância

O Álbum da Teresa

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Os primeiros tempos da vida de um bebé passam a correr.

Parece um cliché, mas garanto que é verdade. Todos os dias os petizes aprendem coisas novas e, nos primeiros meses, crescem visivelmente da noite para o dia.

Acreditem quando vos digo que há coisas importantes que, se não registamos, acabamos por esquecer muito rápido.

Eu faço questão de tirar muitas fotos, gravar vídeos e registar momentos da Teresa.

Como um arquivo que não é tratado é uma espécie de arquivo morto, faz todo o sentido manter e organizar um álbum (mais álbuns, mas um como “resumo”) do primeiro ano de vida.

Antes de a cachuchinha nascer, pedi-vos ajuda na escolha do melhor álbum. Bom, até poderia ter sido eu a fazê-lo, mas já tinha assuntos a mais em mãos.

Vi álbuns para todos os gostos: artesanais, produzidos em série, incompletos, com floreados a mais, a custarem os dois rins, baratos e feios…

Até álbuns com fotografias de outros bebés na decoração eu encontrei. Qual é o sentido? Não é suposto serem os nossos bebés os protagonistas destas recordações?

álbum aiaimatilde

Acabei por optar pelo álbum da Aiaimatilde.

Tenho vários artigos desta marca portuguesa, adoro todos e o álbum de bebé ia de encontro a tudo o que procurava.

É lindo, tem um formato prático de manusear e compor, dá para registar tudo o que é mais relevante, não é caro (custa 12.50€) e sei que a Teresa vai adorar folheá-lo quando for mais crescida.

Há para menino e para menina, e só me arrependo de não ter pedido para personalizar a capa com o nome da minha pequenina.

Açúcar na Papa

Estou longe de ser a pessoa mais fundamentalista com a alimentação da minha filha.

Tal como tudo na vida, o equilíbrio é um bom princípio. Ainda assim, preocupo-me muito com a saúde dela e sei que é importante ter cuidado com o que lhe ponho no prato.

Mantivemos o aleitamento materno exclusivo até aos 4 meses.

Depois disso, apesar de não ter sido muito rígida, fui introduzindo a sopa e a fruta no regime alimentar da Teresa.

Poderia (e deveria, talvez) ter mantido a amamentação exclusiva até aos 6 meses, mas angustiava-me ver a pequenina toda interessada em ver-nos comer e ficar triste por não poder comer nada.

Parecia que queria saltar da cadeira e fazia (e faz, ainda faz…) caretas quando via talheres ou copos a passar à frente dela.

Sem stress nenhum, decidimos avançar com a introdução dos alimentos e foi um sucesso.

Adora tudo o que lhe damos. Como sempre teve uma óptima progressão de peso, ainda não lhe dei a conhecer as papas. Achei que não faria sentido algum introduzir farinhas tão cedo.

Porém, com o aproximar dos 6 meses, planeio dar-lhe mais alimentos novos e, finalmente, experimentar as papas. Preferencialmente feitas em casa!

Repito, não sou fundamentalista com a alimentação da Teresa. Sei bem que, fora de casa, pode ser necessário recorrer a um desses malfadados produtos de compra, pré feitos. Não estou assustada com essa parte e eu própria faço questão que ela coma de tudo.

O problema para mim é que, segundo a indústria alimentar, o que deveria ser uma excepção transformou-se na regra.

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Constituição de uma papa à venda no mercado, para bebés a partir dos 4 meses.

Na consulta dos 4 meses, quando discuti a introdução dos alimentos com a enfermeira que nos acompanha, foi-me dito que poderia apostar em papas de compra adequadas à idade da bebé. Infelizmente, pasmem-se, também se fala assim nas escolas.

Ora bolas, poder até posso!

Mas quem é que, no seu perfeito juízo e preocupação, sabendo ler um rótulo e interpretar a informação que tem à sua frente vai encharcar um bebé com açúcar e óleos da treta sem que haja um bom motivo (não vejo motivos, mas…)? Eu não!

É mesmo uma questão de desinformação, porque nem o argumento da disponibilidade económica é válido – sai muito mais barato comprar os ingredientes e fazer as papas em casa, como deve ser.

Ainda não sei bem para onde me virar, mas o que não falta actualmente (porque é um assunto cada vez mais debatido, felizmente) são manuais e sítios com receitas para bebés.

Fica no ar a questão: como se admite às marcas que, em pleno século XXI e após décadas de lutas neste domínio, continuem a lucrar com a disseminação de informações erróneas e produtos que não fazem, de todo, bem à saúde dos nossos bebés?

Eles adoram-nas, sem dúvida, são tão doces! Raríssimas são as marcas no mercado que disponibilizam papas com uma constituição minimamente decente.

E olhem que vos escreve uma pessoa que adora toda a espécie de papas doces…

A Teresa é uma Boti Baby

Eu sei, não me batam!

Ultimamente mal postei e, quando posto, é só Teresinha, só Teresinha…

Já pareço um baby blog e vocês já não aguentam tanto mel. Peço-vos alguma compreensão porque ela é, literalmente, a menina dos meus olhos e o motivo que me tem mantido afastada do resto do mundo.

Prometo que não vamos falar só da Teresa, mas também tenho de a incluir por estas bandas!

Tão pequenina e já tão vaidosa…

Mesmo antes de a Teresa nascer, eu já tinha tomado uma série de decisões no que toca aos seus cuidados de higiene e beleza. Sim, beleza, que é de pequenino que se torce o pepino e as verdadeiras princesas já nascem coquetes.

Eu já sabia que produtos escolheria, de que marcas e quando os utilizar, porque quero o melhor para a minha filha.

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Não sou maluquinha, calma!

Pensei nos básicos, que hei-de partilhar convosco. Há de tudo, para todos os gostos e carteiras (que nem sempre o produto melhor é o mais caro).

Até disse, cá para mim, que água de colónia não seria algo a entrar em circulação logo à nascença e, portanto, nem sequer coloquei nenhuma no toucador da miss.

Aliás, não poderia ser uma colónia qualquer: a primeira teria de ser Baby Boti, que vocês sabem que eu adoro (se não se lembram, dêem uma espreitadela aqui e aqui).

Para um recém-nascido, por muito tentador que possa ser enchê-lo de cheirinhos e perfuminhos bons, o melhor é mesmo evitar ao máximo as fragrâncias.

Assim sendo, quando aferisse que era relativamente seguro utilizar colónia na pele/roupa da pequenina, logo trataria de a trazer para casa. Tolice a minha, porque quando a Teresa nasceu, O Boticário tratou logo de a apadrinhar.

Quando é que os vossos bebés começaram a utilizar água de colónia?

Só com quatro meses é que a Teresa começou e decidi liberar a utilização de alguns produtos de higiene mais cheirosos (sempre com cautela).

Mas já que teve o privilégio de receber como primeiro presente de princesa bonita e vaidosa um conjunto Baby Boti, com colónia, gel de banho, hidratante e protector solar, e apesar de me conter, não resisti a utilizar o protector solar logo nos primeiros tempos de vida.

O cheirinho a bebé é o mesmo e devo dizer que foi de preciosa ajuda logo no primeiro mês da pequena – como os dias eram bons, fizemos questão de a levar a passear quase sempre, ao fim da tarde e com as devidas precauções.

Resumindo e concluindo: posso afirmar que a minha filha chegou a este mundo em beleza e não poderia andar mais bem cheirosa. Miminhos destes são mais um motivo para dizer que O Boticário é mesmo aquela marca do coração.

Muito obrigada, desta mamã que só quer dar ainda mais beijinhos à sua filhota bem cheirosa!

Guida guarda-tudo a investir na descendência

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A caixa da Teresa, obra da Kandandus da Avó Filó.

Filho de peixe, sabe nadar.

Posso dizer, com orgulho, que muitos dos meus brinquedos e colecções estão guardados e em boas condições para que a Teresa possa divertir-se como eu me diverti. Quem diz brinquedos, diz roupas e bugigangas.

Da mesma forma que a Teresa herda o que é meu, eu também herdei coisas da mãe, das avós, das primas e das tias. Se está nas minhas mãos, é garantido que vai ser bem estimado. Se está em bom estado ou tem remédio, gosto de guardar.

Disse algo novo até agora?

Deixem-me acrescentar que adoro que os meus pais tenham guardado muitas recordações da minha infância (há álbuns fotográficos intermináveis, o cordão umbilical, a primeira madeixa de cabelo cortada, o primeiro desenho) e lamento pelas que se perderam.

Dá para imaginar que, há coisa de 20 anos, quando nos assaltaram a casa levaram os meus dentes de leite?

Dêem-me o desafio de completar colecções, que eu aceito sem pestanejar. Especialmente se for para a minha Teresocas, e espero que ela dê o devido valor um dia e lhe ganhe o gosto.

Havia coisas que queria guardar e que não são compatíveis com os típicos álbuns de bebé, e longe estava eu de imaginar que há caixas destinadas a este fim.

É certo que não cheguei a investigar muito, porque fui surpreendida pela minha vizinha e amiga Filó com a caixa que vos mostro na foto.

Não é amorosa? E tem espaço para as coisinhas bonitas que queria guardar da minha menina: no interior, tem 4 caixinhas com bonequinhos em biscuit nas respectivas tampas para guardar:

  • A pulseira da maternidade
  • O cordão umbilical
  • A primeira madeixa de cabelo
  • E os dentinhos de leite

É um projecto a longo prazo daqueles que vai ser delicioso rever daqui a muitos anos.

A caixa exterior é personalizável e adorei a aproximação às características físicas. Será que vai ser mesmo assim? Foi uma surpresa e pêras ♥♥♥

Achei a ideia giríssima e é uma óptima sugestão para aquelas pessoas próximas que vão ter bebés e não sabemos o que oferecer.

Aliás, se espreitarem a página Kandandus da Avó Filó, o que não falta são ideias e projectos giríssimos que merecem mesmo uma visita. E eu sou da opinião que os presentes feitos à mão são muito mais bonitos!

8 ou 80

Eu sei que sou uma queixinhas que só sei dizer que está mal, que está tudo mal.

Sou mesmo. E já que tenho a fama, ao menos que venha com o proveito e quero ter direito ao usufruto total deste meu estatuto.

Falemos dos tamanhos de roupa, aliás, dos tamanhos de calçado para bebés.

Mães que me estão a ler, certo? Estamos sintonizadas? Certo. Marcas e lojas, atentem aqui um bocadinho.

Nós, mães, estamos fartas de procurar sapatinhos minúsculos que, de tão minúsculos, nunca estão contemplados nas vossas colecções.

Temos filhos e filhas que querem pôr os pés no chão e merecem ter o que calçar abaixo do tamanho 15. Mais, querem saber? Já está na hora de serem uniformes nas poucas opções que disponibilizam.

Exemplo: tanto tenho sapatinhos de tamanho 12/13 que são grandes para os pés da Teresa, como sapatos do tamanho acima que não lhe servem. Da mesma marca. How come? 

pés bebé calçado infantil sapatos menina
Pés de Teresinha e suas aventuras.

Outra que me anda atravessada, porque nem todos os miúdos começam a querer andar  (nada contra, queridas “colegas”, que cada bebé leva o seu tempo e está tudo muito bem) lá para os 10 meses.

Que tal disponibilizarem tamanhos mínimos com sola mais rija? Abaixo do 18, é quase impossível de encontrar e acreditem que pode dar uma ajuda valente aos petizes.

Por hoje, é só isto. E já é muito. Mães que me lêem: se tiveram/têm este problema, como o contornaram/contornam? Onde compram os sapatos para os vossos bebés?

Tal filha, tal mãe.

pink adidas stan smith rosa

Perdoem-me se pouco escrevo e, quando escrevo, só falo da maternidade.

É que isto de ter filhos é um mundo novo (ai, mais clichés!). Sem dar por ela, tudo se transforma num mar de bebés, coisas de bebés e experiências relacionadas com ser mãe.

Sempre quis ter uma menina.

Sempre disse que, quando fosse mãe, gostava de ter uma menina. O sexo não é, de todo, o mais importante quando pensamos nos filhos. Queremos que sejam saudáveis e lindos.

O resto vem por acréscimo, mas eu gostava de ter alguém a quem passar todo o meu espólio de brinquedos, roupas e acessórios. Tal e qual como fizeram comigo. Vou deixar para outro dia as trapalhadas que a Teresa já herdou mesmo sem ter noção, ainda.

Ter meninas significa que o universo das roupas e vaidosices é infinito e tem muito mais piada.

Vejam bem, estou aqui mortinha para encher a Teresa de laçarotes, mas quis o destino que me calhasse na rifa uma carequinha. Lá chegaremos.

Eu já tinha consciência de que as secções infantis das lojas do costume tinham roupas muito giras e que, por vezes, nos servem.

Não é novidade, que já vos tenho dito ocasionalmente, que compro muitas coisas destinadas aos mais pequerruchos. Agora, tenho a desculpa ideal. Será que o matchy matchy é uma coisa pirosa de mais?

De vez em quando, parece-me que pode ser muito giro vestirmo-nos a condizer com as pessoas pequeninas. Ou vesti-las como nós!

Tal filha, tal mãe.

Já tenho estudado umas quantas hipóteses destas combinações de que falo. Se há coisa com que me entusiasmo, é com o vestuário da donzela.

Eu até posso andar cansada e com roupa desinteressante, mas ela está sempre feita bonequinha. Quando me aperalto, ainda mais bonequinha ela anda. Por isso mesmo, gostava muito que combinássemos no que vestimos.

Quando a Teresa nasceu, a tia Rita ofereceu-lhe uns Adidas Stan Smith brancos com a parte de trás cor de rosa.

Estou seriamente a ponderar comprar uns para mim. O Luís diz que também quer uns para ele.

Acho que é esta a primeira peça que podemos ter (até o papá alinha!) iguais uma à outra e deixa-me entusiasmada quanto ao que o futuro nos reserva.

Afinal, partilhar estes detalhes também faz parte da cumplicidade que existe na relação mãe-filha!

Bebé A Caminho – 37 Semanas

Onde é que tinha ficado na história da minha gravidez?

Gravidez 36 Semanas
Fotografia tirada às 36 semanas + 6 dias.

Já passaram quase 10 semanas desde que fiz o último post deste género.

Na verdade, a minha ausência foi predominante aqui pelo blog, mas foi por uma boa causa – finalmente, entrámos no processo de mudança de casa e no meio de obras, restauros, desarrumos e arrumos (mais tarde, falarei melhor deste processo), não tenho tido tempo para escrever. De todo! Nem Internet, mais ou menos.

As velocidades são uma treta e por vezes nem sequer consigo dar aquele olá básico nas redes sociais, que ajuda a deixar toda a gente mais descansada. Mais uns dias, mais uns dias e parece-me que tudo volta a entrar nos eixos. Por quanto tempo? Não sei.

Ora, está tudo muito longe de estar pronto e a minha filhota estará aqui connosco a qualquer momento.

Dizem que as últimas semanas são as que mais demoram a passar, mas a mim parece-me que o tempo continua a voar.

Tendo em conta todos os sintomas e queixas habituais desta fase, deixem-me que vos diga que tenho vivido uma gravidez santa: nada de enjoos, há várias semanas que não sei o que é a azia, nada de incontinência e durmo na maior, com excepção feita a algumas cãibras (que já eram minhas conhecidas anteriormente) e viagens à casa de banho.

Ecografia 3º Trimestre
Imagem da ecografia do último trimestre, às 32 semanas.

Sabem que mais? Das 33 semanas para agora, até perdi peso e volume. Ainda assim, não consegui escapar ao edema de que vos falei. Agravou-se, e embora tenha algum controlo, os meus pés parecem paiolas.

Com a miss Teresa, também não há muitas novidades.

Não, ainda não nasceu. Assim que acontecer, estejam descansad@s, eu aviso! Continua a mexer-se muito, é uma crescida (na ecografia das 32 semanas, tinha uma estimativa de peso de 2130g), está posicionada nos conformes para nascer e tem umas grandes bochechas, tal mãe, tal pai. CTG? Só para depois das 38 semanas.

O quarto dela não está pronto, nem perto disso. Não estou muito preocupada porque, quando ela nascer, não é lá que dorme. A cómoda está pronta e arrumada, o ovo a jeito e o saco pronto. O dela! O meu ainda está a ser arrumado.

Gravidez 35 Semanas
Fotografia tirada às 35 semanas + 4 dias.

Contrariamente ao que podem pensar pelas fotos, se fiz 3 horinhas de piscina este ano, já foi muito. Gostava de ter tempo para mais, que a água fresca sabe que nem ginjas!

Estou a atravessar um dilema: por um lado, o calor é insuportável e começo a sentir alguns entraves à mobilidade habitual. Por outro, dava mesmo muito jeito que a miúda se mantivesse cá dentro, no seu T0 amniótico, até às 40 semanas.

Fofinhices La Redoute

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Isto dos cookies e afins é o último e fatal golpe para quem não resiste a fazer compras online.

Está uma pessoa muito descansadinha a dar uma vista de olhos no Facebook e, pimbas, toma lá com anúncios daqueles que sabemos que te interessam.

Promoções em produtos de beleza? Resisto, na boa.

Saldos de roupa de adultos? Tendo em conta que agora quase nada serve e que tenho mesmo muito vestuário (querem apurar se têm muitas ou poucas coisas? Experimentem fazer mudanças), passo.

Agora, coisas de bebé cutxi-cutxi fofinhas? La Redoute, não se faz!

Não há aqui marosca nem ninguém me pagou para partilhar isto (mas se quiserem mandar uns trapinhos cá para casa, sintam-se à vontade!). Bastou aparecer uma imagem com o primeiro vestido que está na montagem.

Nem precisavam de falar em descontos. Involuntariamente, a pessoa dá por si a navegar no site e a encontrar as coisas fofinhas que aqui podem ver e a preços tão parvinhos que quase nem se acredita. Não dá vontade de comprar logo tudo?

E sim, eu sei que a Teresa não vai fazer praia este ano, mas não posso deixar de babar para um fato de banho com melancias todo fofinho com tamanhos a partir de 1M.

Não me digam, que eu já sei: a minha filha vai ser uma grande pirosa vaidosa.

Trouxe dos 90s – Anita

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Hoje é dia de trazer à ribalta outro clássico para quem cresceu nos anos 90, ou nas décadas anteriores.

Na verdade, ainda hoje as meninas deliram com os livros da Anita.

Ou Martine, como lhe quiseram chamar há uns tempos.

Bom, há que dar a mão à palmatória aqui: afinal, a Anita sempre se chamou Martine. As histórias originais, em francês, surgiram em 1954 pelas mãos de Gilbert Delahaye e Marcel Marlier (escritor e ilustrador das histórias).

Em Portugal, a Editorial Verbo foi responsável pela circulação dos livros a partir de 1966 e foi aqui que a protagonista das histórias mudou de nome para nos soar mais familiar.

livros anita vintage martine

No ano passado, a Zero a Oito decidiu devolver o nome original à menina das histórias e é claro que passados quase 50 anos ninguém achou piada à ideia.

É a Anita e não se fala mais nisso!

Devo ter dado muitos dos meus livros às minhas primas mais novas e fiquei com pena porque agora bem que gostava de os ter para a minha Teresinha.

O que vale é que, pelos vistos, ainda estão disponíveis sem a nhanha do nome “novo”, ainda que não sejam os livros antigos e bonitos (com capas e algumas ilustrações diferentes das de hoje em dia) a que estava acostumada.

E vocês, ainda guardam as aventuras da Anita?

Bebé A Caminho – 28 Semanas

Gravidez 28 Semanas gestação gestante family baby blog
Fotografia tirada às 28 semanas + 2 dias.

É muito esquisito pensar que, neste momento, faltam menos de 12 semanas para chegar ao fim desta aventura e ter a minha Teresinha cá fora comigo.

Não sei bem se continuo a achar que o tempo passa depressa demais (que passa!), se me parece que Julho nunca mais chega porque o último trimestre de gestação chegou com grande pompa e circunstância.

Tem sido um martírio tentar dormir: não encontro uma posição confortável, estou sempre a destilar e perco a conta às viagens ao quarto de banho. E as litradas de água que bebo por dia?

A isto, juntem os pontapés da madame, que começam a ser muito pouco simpáticos.

Fora esta parte menos boa, tudo corre bem.

Finalmente, o tempo tem dado chances de sair de roupa mais fresca sem parecer doente, praticamente deixei de inchar que nem um balão desde que fiz das meias compressivas as minhas melhores amigas, mantive o peso e sinto-me gira com este barrigão muito redondo.

Gravidez 28 Semanas gestação gestante family baby blog
Fotografia tirada às 28 semanas + 2 dias.

O L. tem sido impecável, como é costume, atura as minhas macacadas todas e está sempre presente para tudo e mais alguma coisa. Podia ter pedido mais ou melhor? Nem pensar!

A nossa Teresa concorda comigo e já reage, e bem, à presença do pai.

Vejam bem, eu que sou uma pessoa extremamente nervosa e ansiosa, até me tenho portado muito bem perante a lentidão do processo de mudanças e com a possibilidade de ter um problema de saúde mais ou menos complexo.

Não sei onde fui buscar tanta calma, mas espero permanecer assim, serena, e que para a semana já esteja tudo resolvido e pelo melhor!