Categoria: Higiene

Limpeza de Pele Eficaz

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Terminada a época balnear e, por conseguinte, a exposição excessiva a uma série de factores agressivos para a pele, já se sabe que é de valor apostar numa boa e profunda limpeza de pele. É um ritual que se deve manter todo o ano mas que toma especial importância na rentrée.

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Confiei na Célia Godoy (o gabinete fica pertíssimo da estação de metro de Odivelas) para cuidar devidamente do meu rosto, não através de uma limpeza de pele convencional mas com uma série de tecnologias que desconhecia até então: a extracção foi feita a vácuo e também foi utilizado equipamento de alta frequência. De forma sintética, as vantagens consistem numa maior eficácia na extracção das impurezas através do vácuo, e a alta frequência tem acção bactericida e ajuda a fechar os poros.

O procedimento durou cerca de uma hora e achei-o menos doloroso que uma limpeza de pele convencional. Em primeiro lugar, faz-se uma consulta breve para saber quais são as nossas necessidades, as características da nossa pele e eventuais problemas de saúde que possam interferir no tratamento (por exemplo, a alta frequência não pode ser utilizada por hipertensos ou grávidas). De seguida, higieniza-se a pele do rosto e é feita a exposição a vapores de ozono, para abrir os poros. Garanto-vos que em ambiente de gabinete a exposição aos vapores é muito mais cómoda que os típicos vapores que se fazem em casa.

Eis que chega a parte mais desconfortável, a extracção. Contudo, temi que fosse muito mais dolorosa. São utilizadas pequenas ventosas de diferentes dimensões que fazem o trabalho mais complicado. Posteriormente, há o recurso à extracção manual caso existam impurezas mais profundas. Sofri qualquer coisa, mas o meu nariz e o meu queixo já precisavam de uma intervenção drástica e urgente (e vocês bem sabem que utilizo bandas de remoção de pontos negros com alguma frequência. Se não as usasse, seria bem pior).

A fase do sofrimento termina depressa e quase nos esquecemos dela, porque o tónico e a máscara calmante que são aplicados de seguida aliviam imenso o desconforto. Passa-se à fase da utilização da alta frequência (caso não haja contra-indicações). Pode ser desconfortável para algumas pessoas, porque o equipamento dá pequenos choques na pele. Pessoalmente, não senti qualquer incómodo.

Para terminar, é feita uma massagem facial e aplicado um hidratante e protector solar. Durante umas horas, a pele fica com algumas vermelhidões mas, mesmo assim, visivelmente limpa. Não tirei nenhuma fotografia antes do procedimento, mas podem ver como ficou a região mais crítica do meu rosto nesse mesmo dia.

Fiquei muito impressionada com tanta limpeza. Já não me lembrava do que era ter a pele do rosto tão lisa, sem pontos negros horríveis e nojentinhos. E sabem o que é melhor? É que já passou mais de uma semana e o meu organismo não entrou em revolta. Continuo com a zona T limpinha, limpinha.

Rotina de Verão #2

Tal como prometido e em jeito de conclusão, falta falar um bocadinho dos produtos de rosto e protecção solar que ajudaram a manter a pele em bom estado durante as últimas férias de Verão.

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Na categoria dos produtos de rosto, não quis abrir grandes cerimónias. Quis manter a minha pele, que tem estado bastante oleosa na zona T, hidratada. Acima de tudo. Não é fácil atinar com um conjunto de produtos quando mudamos a nossa rotina do dia-a-dia, de sítio e de água. Negligenciei as limpezas profundas e esfoliações, que preferi deixá-las para o regresso a casa do que agredir a pele desnecessariamente.

1. O Rose Hydrate Miracle Makeover Facial Oil da Superfacialist, que já teve o merecido destaque neste posté um essencial. Antes de lavar a cara “a sério”, utilizei-o sempre para tentar atenuar os efeitos da desidratação. Um mimo!

2. Como produto de lavagem, optei pela Foaming Cleansing Fluid da linha Pureness da Shiseido. Gosto muito da linha, no geral, mas optei por levar apenas a espuma. É consistente e limpa a pele na perfeição sem a deixar a repuxar. Isto é, a parte do meu rosto que é oleosa fica limpinha, e a parte seca e desidratada não resseca. Fica tudo bonito e suave!

3. Esqueci-me de levar o tónico do costume e não quis meter-me em aventuras nem investimentos, e decidi optar pelo que não falha: água de rosas. Não agride, não faz mal, é quase dada e é polivalente (que serviu para ser pulverizada nos dias de maior calor e há sempre mil e uma utilidades). Também é um clássico cá do blog.

4. Um dos produtos que maior importância tem nesta rotina, com vista a garantir a hidratação da pele do rosto, foi (é sempre!) o Quenching Sérum SOS da Caudalíe, já apresentado aqui e um dos meus produtos indispensáveis. Não me alongo, que no post já existente está tudo dito.

5. Também da família Caudalíe e porque o contorno dos olhos começa a exigir cuidados específicos, recorri ao Creme de Olhos Polyphenol C15. Tenho de dedicar um post a toda a linha (em conjunto com a minha mãe), mas interessa dizer que consegui manter a região periocular até mais hidratada e com a pele visivelmente mais uniforme do que antes. E sem vestígios de mília!

6. O hidratante escolhido para esta temporada, sem FPS (que utilizo o protector solar separadamente), foi o Cuidado Hidratante Anti-imperfeições da Vichy. Conheço que não goste dele alegando que é pesado e pegajoso. É verdade que não é dos hidratantes mais leves do mercado para as peles oleosas, e que nem sequer é matificante, mas deixa pouco brilho e a situação não se agrava ao longo do dia. E é dos poucos hidratantes para peles oleosas que experimentei até hoje que assegura as necessidades de hidratação da minha pele. Apesar de ter alguns “activos peeling“, ácidos, não irrita a minha pele.

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Pela primeira vez em muitos anos, consegui atravessar a época das férias de praia sem uma grande alergia ao sol. Tive algum receio com o protector solar que escolhi para me acompanhar, por ser uma novidade e por não ser de uma das marcas nas quais confio desde sempre (e bem se sabe que com o sol não se pode brincar e mais vale jogar pelo seguro!), mas correu tudo bem. Creio que o próprio estado do tempo ajudou, que parece que este ano mal tivemos Verão. Tive apenas o cuidado de evitar o óleo protector solar da Clarins do qual fiquei fã por só ter FPS 30 e não saber se seria a melhor opção para mim na praia durante muitos dias seguidos.

1. Do ano passado, transitou o Gel Fotoprotector Cream Dry Touch Color FPS 50+ da ISDIN. Já vos tinha dito que o adorava e até ganhou uma Medalha de Bronze. Ide ler o post para avivar a memória, que está lá tudo dito.

2. Para o corpo, confiei no Leite Sublimador FPS 50 da L’Oréal Paris. Se receios tinha, desvaneceram rapidamente. Bem se sabe que nos últimos anos a indústria da protecção solar evoluiu muito e já é possível encontrar boas opções nos supermercados, mas precisei de ver (e sentir) para crer. Para além da protecção eficaz, o bendito do protector tem brilhinhos que ajudam a dar aquele glow que não temos naturalmente no início da temporada de praia. Ah, é fluido o suficiente para ser fácil de espalhar e não é pegajoso nem deixa a pele branca tipo fantasma. Tem uma ligeira coloração, nada que se note. O cheiro também não é o habitual para um protector solar, é super suave e creio que agrada facilmente à maior parte das mulheres. Sim, que não me parece que os homens queiram parecer os vampiros do Twilight.

3. Por fim, os cabelos não podem ser esquecidos e resolvi estender os cuidados para além dos praticados em casa. Fiquei traumatizada com as asneiras de há dois anos atrás e não quero, por nada deste mundo, estragar o cabelo novamente. Para aplicar várias vezes durante a exposição ao sol, contei com o Óleo Protector Solar Elvive. Cheirinho agradável, super fluido e leve e protecção solar. Não há muito mais para dizer, é prático (vem em formato de pulverizador) e gostei muito de o utilizar.

Espero que esta partilha possa ser útil para alguém e que tenham tão bons resultados com as minhas sugestões, tal como eu também os tive. Posso dizer que não me importava de ter férias e levar tudo na mala novamente?

Rotina de Verão #1

Tal como prometido, partilho convosco a rotina de utilização de cosméticos que funcionou comigo em tempo de férias. Vai ter de ser em duas partes, que tenho muito para dizer. Na primeira parte, vou falar um pouco dos produtos que utilizei para o cabelo e para o corpo. No próximo post, falarei dos produtos de rosto e da protecção solar.

Há que salientar que saí de Lisboa carregada de tralha e que nem tudo o que utilizei se revelou eficaz, houve estratégias que tiveram de ser repensadas muito rapidamente e o conteúdo deste post foi o que, efectivamente, utilizei e que me encheu as medidas.

Não acho descabido publicar esta espécie de review extensa em Setembro. Não só porque o Verão ainda decorre e há muita gente que está ou há-de ir de férias, mas também porque muitos destes produtos podem ser (ou serão mesmo) utilizados durante o resto do ano.

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A rotina dos cabelos foi aquela onde mais arrisquei. Sol, praia e água da rede super calcária são grandes inimigos da saúde capilar. Tenham em conta que o meu cabelo é super espesso, denso, seco e frisado, para além de o pintar com alguma frequência.

1. O champô escolhido para a temporada de praia foi o Ultra Suave Solar com Óleo de Monoi e Neroli, que é uma novidade no mercado e que não me desiludiu. Era o único produto que desconhecia totalmente deste grupo. Foi utilizado e aprovado por toda a família. Limpa o couro cabeludo sem ser agressivo e os cabelos ficam super macios, leves e bem cheirosos, sem ressecar. Não é muito consistente, embora produza muita espuma. É fácil de espalhar e enxaguar.

2. Esqueci-me de levar comigo quaisquer máscaras ou condicionadores e dentro da oferta disponível nos supermercados locais, optei pela máscara Adeus Danos da Fructis. Já sabem que tenho aversão aos champôs da marca, mas as máscaras, séruns e espumas têm sido uma agradável surpresa. Não tinha experimentado esta anteriormente, mas já conhecia outros produtos da mesma linha nos quais confio. É consistente e eficaz, super hidratante mas sem deixar o cabelo pegajoso. Um boião de 400ml custou cerca de 5€, utilizei o produto em todas as lavagens de cabelo, não recorri a condicionadores e ao final de mais de um mês ainda estou longe de ver o fundo da embalagem. É melhor, a milhas, que muitas máscaras de marcas profissionais.

3. Que disse eu de confiar na linha Adeus Danos da Fructis? Em equipa que ganha, não se mexe, e hei-de comprar e recomprar o sérum SOS Repair. É fluido, quase como um óleo, não pesa e a verdade é que deixa as pontas do cabelo bonitas, hidratadas e brilhantes. Com ar de cabelo novo, sabem? Do que há no supermercado, baratinho, este é dos melhores séruns, para mim.

4. Quem tem cabelo espesso, seco e encaracolado sabe que hidratar nunca é de mais, mesmo, mas que é preciso ter cuidado com os produtos que utilizamos depois da lavagem sob pena de o resultado ser uma mixórdia pesada e pegajosa. Privei-me de espumas e outros produtos muito elaborados, mas o leave-in é sempre essencial para uma caracoleta bonita e de aspecto saudável. Apostei no Nativa Spa Frutoterapia Ultra Hidratante Monoi e Argão, após o duche à noite, que é dos melhores produtos do género que já conheci para deixar os caracóis bem definidos mas soltos e leves (já para não falar no cheirinho delicioso). Durante o dia, por causa do sol (e por considerar que não seria de mais reforçar a hidratação), optei sempre por aplicar o Golden Plus Termoactivado, que já era um favorito da época balnear anterior e que mesmo sendo consistente e hidratante não pesa no cabelo depois de seco e ainda protege do sol e de outros agentes nocivos. Ambos os produtos são d’O Boticário.

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A questão dos produtos de duche é um pouco irrelevante e a escolha dos géis e sabonetes foi quase aleatória dentro de tudo o que consigo utilizar sem reacções alérgicas. Interessa a hidratação, e nesse aspecto tive uma super equipa comigo.

1. Ainda no duche, antes de sair, contei com o óleo Nativa Spa Monoi e Argão d’O Boticário. Tem truque, é para aplicar na pele molhada (e há quem passe por água, mesmo assim) porque é muito denso e hidratante. Só por si, já é um grande passo na hidratação corporal e… Confesso, nos dias de preguiça foi suficiente para que não ficasse a parecer um deserto em forma de gente. Não se atrevam a aplicá-lo na pele seca, que não será absorvido e ficam eternamente pegajosas.

2. Para não haver oportunidade de a pele das pernas começar a descamar (habitual por estas bandas), precisei mesmo de um produto que me garantisse toda a hidratação de que a minha pele necessita. Sou alérgica ao sol, como sabem, pelo que nesta época evito produtos com fragrâncias e outros aditivos irritantes que possam ajudar a criar situações desagradáveis. Contei com o Lipikar Lait da La Roche-Posay que é super consistente e hidratante, mas ainda assim fácil e agradável de utilizar. Rende imenso, para compensar o facto de não ser dos hidratantes mais baratos.

3. Apesar de o Lipikar Lait ser mais do que suficiente, eu ainda quero mais consistência nos primeiros dias de praia. Sou muito cautelosa, utilizo protector solar, mas quero mesmo assegurar-me que estou bem hidratada. O Bálsamo Intensivo Pós-solar da Oriflame é daqueles que se assemelha mesmo a uma manteiga, há quem considere um martírio utilizá-lo por ser mesmo muito, muito rico, mas garanto-vos que não há melhor para as áreas do nosso corpo que têm tendência a ficar mais secas e desidratadas. Acabei por utilizá-lo muito, também, nas maçãs do rosto, que sofrem sempre nesta temporada de sol e calor.

4. A loção Sesame Suntan da Lush é um bónus que recebi a tempo de testar nas férias e que adorei. É um capricho. A marca considera que é um protector solar, mas… Tem FPS 10! Big no no, mas como loção corporal naqueles dias em que saía do duche e ainda vinha para a rua com algum sol ao fim da tarde, foi um prazer utilizá-la. É muito fluida mas bastante hidratante e cheira a… Bom, cheira-me a manteiga de amendoim (óleo de sésamo, diz a Lush) e dá vontade de a comer. Sim, tive os meus receios que pudesse haver alguma alergia demoníaca, mas consta que a fragrância era mesmo a natural do óleo de sésamo e, à data, nunca tive problemas com este nem com nenhum dos restantes ingredientes (que podem conferir aqui) que compõem o produto.

Não se esqueçam, a seguir sairá um post com o resto desta rotina maravilhosa que não me deixou ficar mal, mesmo fora da minha zona de conforto.

Rosalface

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Dos hábitos que nasceram comigo, consta o sabonete tradicional. Há muito tempo que não falo desta preferência. Vou-me rendendo aos géis de banho e sabonetes líquidos, que fazem muita espuma e têm aromas e texturas muito apelativos, mas não há conforto e limpeza como na velhice dos sabonetes em barra. O Rosalface da Ach Brito, porém, não é o meu favorito para a higiene. É muito bom, sim, mas tem características que o colocam numa categoria especial.

Considero que o Rosalface é delicado de mais para ter morte imediata numa qualquer saboneteira do quarto de banho. Há anos que vários irmãos desta família habitam as caixas e gavetas cá de casa, porque a fragrância rosa-talco é duradoura e cai bem nos têxteis. Existe um factor determinante no encaminhamento para esta função especial: é um sabonete que não se desfaz em óleos e gorduras ao longo do tempo. Embora não haja grandes detalhes ou desenhos para manter intactos, tenho pena que o Rosalface se desintegre nas lavagens de mãos, o que faz com que só esporadicamente apareça um perto do lavatório.

A Ach Brito fez o favor de nos lembrar que existe, e eu sou totalmente a favor do uso do sabonete tradicional nesta era de modernidade. Foi um transtorno muito grande, há uns anos, querer encontrar relíquias destas e serem raros os sítios que as disponibilizavam. Só havia uma vantagem: os preços eram substancialmente mais agradáveis do que o que se tem verificado de há um ou dois anos para cá. Ainda assim, os sabonetes continuam a ser mais económicos que os géis de banho, no geral. Na minha opinião, há hábitos antigos que são impagáveis e não se deviam perder.

The Secret Bag – Abril de 2014

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Hão-de ter reparado que andei por aqui aflita de tempo, e acabei por não cumprir com o habitual post mensal da The Secret Bag. Aliás, até deixei passar ao lado uma edição especial da Anne Moller que valia a pena porque até trazia um dos meus protectores solares preferidos.

Adiante, que Abril também é mês e consta que à corrente data ainda existem algumas bags disponíveis para venda. Por isso, na possibilidade de ajudar alguém a resolver indecisões, cá vai o veredicto do costume.

Nesta edição, vieram quatro produtos full size: uma barra de sabonete Dirty Lush da Lush, que tem um cheiro “verde” de mais para o meu gosto mas, com certeza, terá uso (até porque estou a preparar um post com os sabonetes que já experimentei da Lush, e assim aproveito a viagem e incluo o Dirty Lush); um blush/iluminador da Beauty Uk na cor Halo, que é lindo e tem óptimo aspecto quando comparado com outros produtos da marca (embora o aspecto e a qualidade não estejam directamente ligados, e vocês bem sabem que adoro alguns produtos da Beauty Uk mas considero que poderiam ser mais apelativos); um gloss rosado mega cintilante da Être Belle, que corresponde ao tipo de produtos que não uso, mas há quem adore; por fim, um hidratante corporal super cheiroso da Women’secret, a condizer com a fragrância incluída na edição do mês passado.

Esta não foi uma das edições mais apelativas para mim, mas ainda assim considero que está equilibrada e mantém a versatilidade de sempre. Não creio que nenhum destes produtos vá ser desperdiçado, até porque quando há algum produto que não nos agrade, há sempre alguma amiga ou familiar desejosa por lhe pôr as mãos em cima e fica o assunto resolvido. Para quem gosta de bons glosses, cintilantes como este da Être Belle, só por aí esta edição da TSB já compensa. No fim das contas, estes quatro produtos sairiam por 35€. Face aos 18€ que a bag custa, já com os portes, é poupança! Não sei o que está reservado para Maio, mas com a chegada do tempo quente (espero eu!) estou ansiosa por descobrir se há surpresas adequadas ao Verão.

Compraram esta edição da The Secret Bag? O que acharam?

A Luva AmazeMitt

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Sou um pouco céptica quanto à eficácia de produtos como o protagonista deste post, a luva AmazeMitt. Aparentemente, não há grande engenho por trás da AmazeMitt: é uma luva de microfibra (creio que há dois tamanhos diferentes, mas nem compreendo bem porquê) que se usa humedecida para remover a maquilhagem do nosso rosto. Sim, só com água, sem adição de outros produtos. Já tinha ouvido falar dela noutros blogs, incluindo blogs estrangeiros, mas nunca fiquei muito curiosa. Entretanto, fui desafiada a experimentar a bendita (pela, entretanto, extinta loja Makeup Pt), aceitei a proposta e fiz questão de experimentar a famosa luva para tirar as minhas conclusões.

Tive de a comparar com alguns panos de microfibra diferentes, que cá para mim havia de ser tudo a mesma coisa e esta história da AmazeMitt só podia ser um negócio dos macacos para enganar as pessoas. Pois que não é. Na realidade, a microfibra da AmazeMitt é muito mais suave para pele, não arranha e – pasmem-se! – remove mesmo a maquilhagem. Ok, não abusemos, não é a melhor opção para remover máscara à prova d’água ou outros produtos de longa duração. Eu tenho o hábito de remover a maquilhagem com um produto adequado e só depois utilizar outro produto de limpeza de rosto, mas quem usa um só produto para ambos os fins poderá achar que a bendita luva é insuficiente.

Fiquei feliz por constatar que a luva mágica realmente funciona, e apesar de dar preferência aos produtos que utilizo habitualmente, já vi grande utilidade na AmazeMitt quando viajo e não posso/não quero (pensem em acampamentos, ou em quando têm de carregar grandes pesos, ou quando vão sair à noite e nem sabem se vão voltar a casa) trazer a minha panóplia de cuidados atrás. Em casa, utilizo-a maioritariamente em dias de preguiça, quando estou muito cansada e não quero perder muito tempo a desmaquilhar-me e lavar o rosto.

Espera-se que cada luva destas dure em bom estado durante muito tempo, mas mesmo quando perde a maciez característica, não vale a pena mandá-la logo para o lixo. À semelhança das outras microfibras, podemos utilizá-la para outros fins. O site da marca (inglês) sugere que utilizemos as nossas AmazeMitt velhas para limpar calçado de pele, mas a imaginação é o limite.

P.S. a 26.Fevereiro.2016 – Para quem já conhecia a AmazeMitt: recentemente chegou à Sephora portuguesa um produto semelhante (umas toalhinhas cor-de-rosa), a MakeUp Eraser. Já experimentaram? Como comparariam os dois produtos?

Hidratar no duche? #2

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Maneiras que não fiquei convencida com a experiência que vos relatei aqui, mas não me dei por vencida. Então e o nosso hidratante de banho, já experimentou? Perguntou a minha amiga Francisca, que é RP d’O Boticário. E caiu a ficha. O Boticário tem um hidratante banho, e eu não sabia. Até há pouco mais de um mês, eu não sabia. O Inverno e a preguiça ditaram o começo imediato dos testes do Hidratante de Banho Monoi e Argão Nativa Spa.

Para começar, a fragrância desta linha não dá origem a meios termos. Ou se ama, ou se detesta. Eu cá faço parte da facção que adora e não acho que tresande a praia e Verão. A mim, lembra-me o perfume favorito da minha avó paterna e as bonecas Miss Party Surprise (volta, infância!). Por isso, gosto muito da ideia de poder rechear o meu duche com boas memórias. Esta parte não é nova, que já há algum tempo que a linha Monoi e Argão vivia cá por casa.

Passando ao que realmente interessa, os fundamentos e atributos do hidratante de banho. Continuo a achar que a tal história de ser um produto prático e a favor da preguiça tem um fim a partir do momento em que necessita de ser enxaguado. Neste aspecto, o óleo continua a ser muito mais vantajoso, já para não falar da quantidade extra de água que precisamos de gastar a enxaguar um hidratante deste tipo.

Em termos de eficácia, mantenho a opinião de que este tipo de produto não é a mesma coisa que um óleo ou hidratante corporal convencional. Aliás, a embalagem menciona a eventual combinação com o hidratante corporal da mesma linha para que tenhamos melhores resultados. O produto em si é bastante consistente e agradável de utilizar: sai facilmente da embalagem e espalha-se muito bem, no corpo húmido, no fim do duche. Faz mais do que os outros hidratantes de banho que experimentei, e se o utilizar sozinho uma vez por outra, a minha pele não se queixa, embora não fique devidamente hidratada. Ainda assim, continuo a ter de recorrer a outros produtos e esta continua a não ser a opção ideal face à resolução dos “problemas” habituais (tempo e conveniência) dos hidratantes de corpo.

Já o experimentaram? O que acharam?

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Após séculos a ouvir falar tanto e tão bem das parafarmácias online, e de receber umas quantas mensagens a pedir a minha opinião sobre as mesmas e não saber o que responder, cá estou eu a iniciar-me neste maravilhoso mundo.

Sempre tive algum receio de adquirir online os produtos que habitualmente compro na farmácia. A maior parte são cosméticos sem nada que os impedisse de serem vendidos numa perfumaria ou outro tipo de loja, mas a farmácia oferece outra confiança. Contudo, dei por mim a assistir a alguns lançamentos em antemão nas parafarmácias online e só depois nas lojas físicas, para além das promoções constantes que raramente encontro perto de mim.

Há quem alegue que nas lojas físicas sempre podemos experimentar os testers e comparar produtos, mas o que verifico perto de mim é que o produto não existe e/ou o técnico/farmacêutico desconhece totalmente e/ou tenta impingir algo que julga ser semelhante, e quando dou por ela até tenho umas quantas pessoas em fila de espera a meter o bedelho no assunto. Assim sendo, há muito que faço a minha pesquisa antes de comprar cosméticos, e na hora da verdade vou determinada e só trago mesmo o produto que pretendo.

Outra vantagem aliciante de algumas parafarmácias online são os sistemas de afiliados. Ganhar uma comissão a partir das compras que as pessoas fizeram porque me ouviram falar de uma loja? Bem, é matar dois coelhos de uma só cajadada: divulgo o que compro e ainda poupo porque ganho sobre os gastos alheios.

Posto tudo isto, estou a ambientar-me com a Sweetcare e so far, so good. Fiz a minha primeira encomenda e chegou de um dia para o outro, e registei-me no sistema de afiliados. Por isso, já sabem, se fizerem uma encomenda através do meu link, ganho uma comissão sobre o que gastarem.

Da minha encomenda, falarei mais tarde e com todos os detalhes. Quanto a vocês, gostava muito de saber se já experimentaram a Sweetcare ou outras lojas semelhantes, e qual é a vossa opinião. Ajudam-me?

Fight Fire with Fire

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Vá-se lá entender porquê, pensei que já tinha publicado este post há muito tempo. Sou mesmo cabeça de noz. Como pude eu não falar de um produto tão maravilhoso que integrou a minha rotina de cuidados de rosto desde que o conheci? Falo do Camomile Silky Cleansing Oil da The Body Shop. Antes de o ter comigo, já andava curiosa com os óleos de limpeza da pele há algum tempo. Por isso, ele foi o pretexto perfeito para experimentar e ver as diferenças.

Aos poucos, comecei a usá-lo no lugar de alguns desmaquilhantes, soluções de limpezas, e quando pretendo fazer uma “máscara” de hidratação também sou capaz de o deixar no rosto por uns bons 15 minutos. É muito importante ter em conta as sugestões que vêm no rótulo da embalagem: deitam-se umas gotinhas de óleo nas mãos, fricciona-se para que aqueça, e esfrega-se no rosto, massajando. Depois, é só retirar com água. Este óleo tem uma substância emulsionante que faz com que se torne leitoso em contacto com a água, sendo bastante fácil removê-lo. Eu, que tenho a zona T do rosto super oleosa, posso garantir-vos que o problema não se agrava por utilizar um cleansing oil. Pelo contrário! A pele tem estado mais hidratada, produzindo menos oleosidade nas zonas críticas.

Não há ingredientes hardcore na composição do óleo, como o óleo mineral que é tão constante noutros produtos semelhantes, e há uma série de ingredientes benéficos, como o óleo de amêndoas doces, óleo de semente de girassol, óleo de soja, óleo de camomila e óleo de sementes de sésamo. São todos ingredientes que asseguram hidratação e nutrição combinadas com agentes anti-inflamatórios e anti-bacterianos, o que reforça a ideia de que este óleo se adequa a qualquer tipo de pele.

A cereja no topo do bolo é a relação qualidade/preço deste produto, já que a embalagem de 200ml custa 16€ (contra os 19€/30ml do Superfacialist) e deve durar eternidades, já que é preciso pouca quantidade de produto de cada vez e o doseador ajuda a controlar o gasto de produto.

Não tenham receio de experimentar este produto, mesmo que tenham pele oleosa. Amor com amor se paga, e o Camomile Silky Cleansing Oil ajuda a “dissolver”a oleosidade da nossa pele. Um mimo! Estou mesmo muito feliz com esta inovação nas rotinas de cuidados de rosto. Desta gama, ainda estou curiosa para experimentar a manteiga desmaquilhante, que em breve virá morar comigo. Tem mesmo de ser!

Christmas with Heart

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Já que os anteriores (e escassos, que não é hábito nem tradição por estas bandas) posts com sugestões de presentes de Natal foram bem recebidos, não posso deixar de partilhar convosco uma panóplia de coisas boas das quais tomo conhecimento a partir das marcas do meu coração.

Desta feita, cá ficam umas quantas imagens de kits que a The Body Shop preparou a pensar na época natalícia. São dos tais presentes que tenho vindo a receber (olá tio!) ao longo dos últimos anos e que adoro. Há opções para todos os gostos, narizes e carteiras. Caso sejam a favor dos miminhos e lembranças e queiram preparar a árvore de Natal em si com o que vão oferecer, já pensaram nos kits pequeninos que dão para pendurar?

À semelhança dos outros anos, existem algumas fragrâncias temáticas exclusivas desta altura do ano: os arandos, a baunilha, e o gengibre – que em 2013 é o protagonista novamente!

Se algum dos meus Pais Natal estiver a ler este post, já sabem que não sou esquisita, mas… É Honeymania ou Chocomania!

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