Categoria: Faça Você Mesmo

Sabão de Azeite

Este velhinho do tempo dos avós já não se encontra em qualquer supermercado e a maior parte das pessoas mais jovens nem sequer deve saber para que serve.

Na vertente dos trabalhos manuais, como certas pessoas me dirão (até porque nos últimos anos ressurgiu o interesse de trabalhar com feltros), o sabão de azeite serve para feltrar lã cardada.
No entanto, a utilidade do sabão de azeite não fica por aqui.

Para quem tem pele ou cabelo seco, este mimo antigo pode fazer milagres. Sabiam que muitos dos hidratantes, amaciadores e coisas da mesma família que temos no mercado têm o azeite como ingrediente chave? E que esta gordura de origem vegetal tem montes de antioxidantes, vitaminas e montes de outras coisas que fazem muito bem? Sabiam ainda que a Marilyn Monroe usava azeite para hidratar a pele da cara?

Como nem sempre é fácil ter acesso aos produtos que hoje têm pouco uso e o sabão de azeite pode dar uma grande ajuda no combate ao cabelo de vassoura e à pele seca, cá vai uma receita com base nesta (que tem que ser feita com muito cuidado!):

Ingredientes

– 1l de azeite
– 350ml de água destilada
– 100g de soda cáustica

Como Fazer

1. Ir aquecendo o azeite no lume.
2. Num recipiente de plástico ou vidro (nunca de metal!), deitar a água.
3. Juntar vagarosa e cuidadosamente a soda cáustica à água.
4. Quando o azeite aquecer, juntar aos poucos a água.
5. Durante aproximadamente meia hora, mexer tudo com uma varinha mágica.
6. Assim que a mistura atingir uma textura espessa, verter num molde definitivo (os pacotes de leite são uma boa opção) e aguardar cerca de duas semanas até desenformar, cortar e usar.

Divirtam-se e tenham os vossos sabões de azeite a baixo custo! Os meus vão aparecer em breve.

E Cá Vem o Primeiro Trabalho em Tricô da Guida

Não é grande espingarda, não é perfeito, não foi complicado de fazer nem é assim tãooo original. É um cachecol, que querem? Para pôr em prática os conhecimentos que a mamã transmitiu, e porque adoro cachecóis, cá vem mais um para a colecção. Foi feito em ponto meia e tricô, às riscas. Não é muito comprido (até porque os novelos não deram para mais), mas chega para dar duas voltas ao pescoço e deixar o resto caído para a frente. Já cá tinha os novelos há algum tempo para este propósito.

Não quis gastar muito dinheiro com a lã, pois tive medo de a estragar. Esta malhada cinza/lilás e rosa veio de uma loja chinesa qualquer, achei-a linda e muito em contra: cinco novelos custaram 1€. Se é de qualidade? Prefiro nem pensar nisso!

***

Ora, as coisas por aqui andam às cambalhotas. Andamos com umas obrinhas pequenas cá em casa e tive que formatar o portátil à última da hora. Isso significa que não tenho passado muito tempo aqui, mas há-de ficar tudo composto!

Recomeçar os Estudos em Grande

escola

Na hora de voltar aos estudos, nem sempre é fácil escolher os materiais a comprar nem encontrar coisas do nosso agrado. Pela minha experiência, venho falar do que penso serem as melhores escolhas a tomar e que hão-de agradar à maior parte das pessoas. Este post é, então, dedicado à malta que ainda estuda, embora possa ser aproveitado por quem trabalha em escritórios ou simplesmente gosta de andar apetrechada. Pais que têm filhos a ir para a escola, leiam vocês também porque pode ser útil. Pessoas bonitas, eu sei do que falo e às vezes convém darmos mais uns € e trazer algo que é bom do que comprar no chinês e ter que voltar às compras porque o que trouxemos não presta. E, afinal, os conselhos que vos vão dar nem são os mais caros – tentei escolher os produtos que melhor qualidade tinham a preços acessíveis.

Vamos começar pelos materiais de pintura. Nem vou muito longe, nem sequer falo de guaches e tintas, mas se precisarem de ajuda basta dizerem nos comentários ou enviar as vossas dúvidas por email. Isto é o básico para quem anda no Ensino Básico e para a malta que, como eu, gosta de desenhar e pintar quando não tem mais nada para fazer. Cá por casa param milhentas caixas de lápis e canetas das mais variadas marcas, umas mais caras que outras, umas melhores que outras (ei, pessoal, neste caso o mais caro é mesmo o melhor – dependendo das necessidades de cada um – e os meus favoritos são os Caran D’Ache):

– Comecemos pelos lápis de cor. Os do ponto 1. são Faber Castell. Escolhi-os porque são óptimos, a mina é bastante pigmentada e macia, não parte com facilidade se os lápis andarem a chocalhar num estojo e não são caros. Podem encontrá-los noutras variedades, eu gosto do mais simples que há nas papelarias (e provavelmente supermercados);

– Quanto a canetas de feltro – a minha maior desilusão quando era criança – não há muitas marcas que me agradem, e aqui estão as que mais gosto. De facto, as Staedtler do ponto 3. são as melhores para mim porque não gastam com facilidade, não esborratam, a ponta não se estraga e ainda são ergonómicas. Canetas maricas, é o que lhes chamo! No entanto, para a malta do Ensino Básico as Giotto do ponto 2. também são muito boas e são mais baratas, para além de serem MESMO laváveis. É para os filhos que não ligam muito a estas coisas? Optem pelas da Giotto;

– E chegámos aos lápis de cera. Tive a sorte de ter uns papás que sempre me apoiaram e foram investindo em materiais, inclusivamente naqueles que nunca uso muito, e por isso ganhei uma caixa de lápis de cera da Caran D’Ache quando ainda andava na escola primária. Agora, vamos com calma. Estes lápis do ponto 4. são aguareláveis (quer dizer que dissolvem em água) e são óptimos para uns trabalhos e péssimos para outros. Querem mesmo fazer algo tipo aguarela? Estes são apropriados para o efeito. Sem dissolver, ficam com um aspecto muito pesado e do mesmo tipo encontram lápis da Staedtler e também já vi uns do mesmo género nos chineses (milagre!), com embalagem branca e rótulo azul escuro. Querem efeito cera? Não gastem dinheiro em vão. Se querem lápis de cera que são mesmo lápis de cera, optem pelos do ponto 6. (falha sempre alguma coisa, desta vez esqueci-me do 5.), os famosos Crayola. Não se deixem levar pelas imitações dos chineses, porque lá os lápis são uma bela bodega e quase não pintam. Se são pais e estão a ler isto, por favor, não gozem com os vossos filhos. A melhor maneira de os desmotivarem em relação às Artes é dizendo-lhes que não têm jeito e oferecendo mau material. Não se deixem enganar também pelos pseudo lápis de cera, aqueles que são mais plástico que cera, redondinhos perfeitinhos.

Ali perdido no meio do resto das coisas, anda o ponto 7., que é um corrector. Não o considero material de escrita nem de pintura nem de coisa que o valha. Para ser sincera, raramente o uso. É só mesmo em caso de necessidade extrema, e escolhi aquele corrector em caneta por ser o mais práctico. É que parece mesmo uma caneta! E por que é que raramente o uso? Prefiro ter um caderno riscado do que um caderno com corrector. O destino mais frequente dos meus cadernos usados é o papelão e sempre me ensinaram que o corrector impossibilita que o papel seja reciclado. Sabiam? Evitem ao máximo.

Quanto a colas, UHU. Não se ponham a inventar com Tesas e chinesices. A UHU não falha, oferece milhentas opções e nenhuma delas nos deixa os bolsos estoirados. Sempre fui a menina que tem a cola e a tesoura no estojo: toda a gente goza mas a dada altura precisam e já sabem a quem pedem. Têm em bisnaga, como no ponto 8. (faz muita peganhice para o meu gosto mas por vezes é necessária), e convém ter cuidado porque estas bisnagas têm muita tendência a rebentar em malas e estojos, no ponto 9. vem em caneta, que é óptima para colar pontinhas pequeninas, em bastão em 10., a mais aconselhável para os meninos mais pequeninos, embora possam usar a caneta 11. que é muito fácil para trabalhar e não faz muita porcaria.

Passando ao material de escrita, deixem-me dizer que de esferográficas e lapiseiras qualquer coisa serve. Gosto de esferográficas cheias de bonecos, mas não me ralo por escrever com canetas Bic. Nunca falham, apesar de me darem cabo dos dedos ao fim de algum tempo a escrever. Se vão pôr crianças a escrever com lapiseiras, deixem-me apenas aconselhar uma que não tenha ponta metálica estreitinha – é perigosa e os pequeninos dão cabo dela com facilidade. O melhor mesmo é optarem por lápis de carvão e nisso os velhinhos Staedtler 2HB do ponto 14. ou os Viarco do ponto 15. continuam a ser os melhores. Novamente, nada de chinesices, pois a minha parte-se com facilidade e assim passamos a vida a afiar lápis. Quanto a afias, qualquer afia metálico, de preferência com caixinha, serve. Sei que a partir do 5º ano começam a ser exigidos outros lápis, e eu aconselho os da Staedtler. Não são caros e duram imenso. Gostam de fazer desenhinhos e querem algo mais que o lápis normal? Sugiro o 4B. Se querem algo mais pesadote (mas menos fácil de apagar, vá), atrevam-se a um 8B.
Quanto a apaganços, nada bate a borracha 13., a Hi-Polymer da Pentel. Se quiserem borracha em caneta, optem pelas da Pentel também. Para mim, são as melhores.

Falámos do material de escrita e pintura, mas falta o papel. Vão desenhar e pintar? Normalmente, o Papel Cavalinho serve. Papel Cavalinho!!! É mais caro que o resto do papel pseudo Cavalinho, mas é melhor. É diferente! Tem outra cor.
Quanto a cadernos, comprem o mais simples que houver, de preferência cadernos de capa preta. Podem forrá-los com colagens, flores secas (vejam uma decoupage de cadernos aqui) ou com tecidos, como os da Rosa Pomar que estão na imagem. Sigam a vossa imaginação e comecem o ano com cadernos lindos e únicos! O mesmo se aplica às capas.

Para terminar, e se não tiverem estojos para guardar as vossas coisinhas todas, por que é que não experimentam fazer como este, que até pode ser cosido à mão (e eu prometo que não precisam de muita paciência) e feitos com restos de tecido?

Inspirem-se e regressem aos estudos em grande!

As Visitas da Guida São Estranhas

Ou chegam cá ao blogue quando pesquisam as coisas mais insólitas! Ao longo destes meses todos, tenho-me apercebido que há gente que aparece por estas bandas ao procurar as coisas mais insólitas que possam imaginar. A melhor de todas foi:

“O que enrolar quando não há mortalhas?”

Eu juro que não quero fomentar maus hábitos nem nada do género. Às vezes, rio-me às gargalhadas com estas coisas que o Statcounter me conta.

Prometo que a pergunta terá resposta, prometo!
Convido @s leitor@s que entendem do assunto (que fumam, portanto) a dar uma ajudinha que eu de tabaco e outras coisas da família das chaminés não sei muito.

Arrumações a Pensar no Regresso ao Trabalho/Escola

Agosto já está a poucos dias do fim e o regresso à escola e ao trabalho está cada vez mais próximo. Assim, e porque é muito importante arrumar as ideias (e outras tantas coisas), vamos dedicar-nos à arrumação de um sítio que toma o primeiro plano nesta altura: a secretária e o resto do espaço de trabalho ou estudo.
Não vou falar de escritórios mas sim de pequenos espaços em salas de estar ou quartos.

Como é importante manter a concentração enquanto se trabalha, o local a ser escolhido deve estar minimamente isolado do resto das tralhas e confusões da casa. Convém que seja também um espaço bastante iluminado e amplo o suficiente para que consigamos ter o material necessário à nossa frente sem encafuar tudo. No entanto, há que ter cuidado para não dispersar tudo pelo resto da divisão sob o risco de gerarmos um caos onde não nos orientamos. Convém que haja clareza!

Tendo o parágrafo anterior em conta, devemos fazer assim:

– Já se disse que o espaço de trabalho deve estar bem iluminado. Assim, é óptimo que fique perto de janelas. Se a luz vier do lado esquerdo, um tanto melhor! Como não temos a luz do sol durante todo o dia, há que investir na iluminação artificial. A luz do candeeiro do tecto nem sempre é suficiente e, por isso, não devemos dispensar os candeeiros de secretária. Os candeeiros da imagem carregam com luz solar, vejam bem! Também pode ser boa ideia não utilizar tons muito escuros nas paredes que envolvem o nosso espaço de estudo/trabalho;
– Agora que temos luz, convém que nos sentemos adequadamente. A nossa cadeira não pode ser demasiado alta nem demasiado baixa. Se der para regular, melhor ainda! A cadeira da foto é esta. No entanto, não devemos permanecer sentad@s durante muito tempo. De hora a hora, convém mexermos as pernas e descontrair;
– A arrumação é outro factor que tem que estar bem presente nas nossas cabecinhas se queremos estar em paz enquanto não podemos descansar. Ninguém gosta de trabalhar em espaços desarrumados, geram stress! Por isso, convém ter uma secretária minimamente espaçosa onde dê para organizar tudo. A da foto não é gigante e dá para arrumar quase em qualquer espaço livre lá por casa. Além do mais, dá para arrumar dossiers, livros (estes dois podem ficar mais direitinhos em separadores como os da imagem ou feitos a partir de caixas de cereais) ou caixas (ou isto tudo!). Há também uma gaveta para os materiais de escrita e recorte, bem como CDs (que podem ainda ser arrumados em caixas ou latas de comida lavadas, que até podem ser pintadas). A papelada e as folhas de impressão devem ir parar aos organizadores. Não devemos deixar muita tralha acumulada em cima da nossa secretária, pelo que pode ser uma boa ideia ter um balde do lixo por perto. Uma vez por semana, devemos dar uma arrumação mais a fundo e limpar o pó e eventuais migalhas que se tenham acumulado.
Se necessitarem de arrumar mais tralha, por que é que não investem num módulo de gavetas?
– Não é obrigatório, mas na maior parte dos casos creio que o espaço de estudo/trabalho é comum ao espaço onde temos os nossos computadores. Quando não são portáteis, convém não deixar a caixa encostada à parede e fazer uma limpeza regular, pois isto permite o bom funcionamento das ventoinhas e evita o sobreaquecimento da máquina, que pode queimar. Se houver cabos à solta, não há nada como uma cesta ou caixinha em cima do computador para os arrumar. Acreditem que há menos confusão;
– Se há periféricos do computador para arrumar, como scanners e impressoras, que não cabem na secretária, dá sempre para organizá-los por cima dum módulo de gavetas ou pequena mesa debaixo da secretária, ao lado do sítio onde se arruma a cadeira. Desta forma, não há encontrões nem confusões;
– Se têm tarefas e prazos a cumprir, por que não ter um bloco de notas a jeito, aberto, num sítio bem visível da secretária? Ou post-its. Ao escreverem, há menos probabilidade de falharem e esquecerem os compromissos. Esta pode ser também uma boa maneira de estudar. Ao fazermos pequenos esquemas e resumos que deixamos num sítio para onde olhamos frequentemente, vamos estudar sem que nos apercebamos.

Com estas recomendações todas, espero ajudar-vos a começar o ano de trabalho em grande e mais calmamente!

Pareos e Outras Praíces

Imagem retirada daqui

Se há coisa que nunca vai sair de moda em tempo de praia, é o belo do pareo! Curtos, compridos, como saia ou vestido, lisos ou com padrões, os pareos são uma peça essencial no roupeiro das meninas todos os Verões. Se são monótonos? Nem por isso! Uma única peça dá para ser usada de milhentas maneiras, como podem ver nas imagens.

Imagem retirada daqui 

Imagem retirada daquiImagem retirada daqui

Pois é, hoje é dia 15, entrámos na segunda quinzena de Agosto e isso significa que a Guida vai de férias para Santo André (ei, malta, se andarem por lá digam qualquer coisa!) e fica lá até ao final do mês – com os belos dos pareos, claro!

Mas nem pensem que se vêem livres de mim assim, porque o blogue vai ser actualizado como sempre foi. Posso é não andar em cima dos vossos blogues diariamente, mas prometo que ponho tudo, tudo, tudo em dia. Em Setembro, venho com surpresas. Prometo! Basta que estejam atent@s.

Os Bichos Também Não Gostam de Comichões

Esta é a minha Nina há um ano atrás

O melhor amigo do Homem é o cão. Para quem não gosta de cães, há sempre o gato. Seja qual for o nosso animal de estimação, o bicho que nos faz companhia e nos recebe sempre com mimos, devemos tratar dele como merece: bem, muito bem. Os nossos amigos têm que receber sempre tratamento VIP. E isso inclui, entre outras coisas, assegurar que andam sempre bem de saúde e sem alergias e esse tipo de coisas.

Quem tem cães e gatos sabe o que é andar à caça à pulga, principalmente quanto o tempo aquece e levamos os bichos a passear para os campos e relvados. Temos sempre que aplicar anti-pulgas sob a forma de gotinhas, e o ideal seria mesmo andarem com aquelas coleiras mal-cheirosas que os veterinários recomendam. Coleiras mal-cheirosas? Ao pescoço da minha Nina? Nem pensar. Não condiz com a coleira de cabedal às flores. No entanto, a bichinha é flor de estufa e qualquer picada de insecto pode deixar-lhe a pele cheia de feridas e alergias. Existem borrifadores de substâncias próprias para tratar as alergias, mas por que não prevenir em vez de remediar?

Neste tutorial da Craftzine, aprendemos a fazer um repelente de pulgas que tanto serve para cães como para gatos. Como eu sei que nem tod@s @s leitor@s entendem de Inglês, eu explico como se faz.

Material

– Um borrifador pequeno (conseguem encontrá-lo nos supermercados, lojas de chineses e por aí fora)
– 2 Copos de água
– 2 Colheres de chá de Hamamelis sem álcool (encontram em ervanárias ou lojas de produtos naturais)
– 1 Limão grande às fatias
– 1 Mão cheia de raminhos de lavanda fresca ou 1 colher de chá de lavanda seca
– 1 Panelinha

Preparação

1. Metam tudo na panela menos o Hamamelis.
2. Levem ao lume por meia hora. Deixem a panela a arrefecer. A água deve ficar com um tom lilás e libertar um cheiro cítrico, do limão.
3. Quando o líquido estiver frio, coem e deitem a lavanda e o limão fora.
4. Juntem então o Hamamelis, misturem e deitem tudo no borrifador. Para decorar, podem colocar um ou dois raminhos de lavanda ao borrifador.
5. Podem utilizar o vosso repelente, com o cuidado de o meterem no frigorífico depois de cada utilização. Apliquem-no no lombo dos vossos bichinhos e massagem bem no pêlo. Se virem pulgas a aparecer, matem-nas! Repitam o procedimento quantas vezes acharem necessárias.

Alguns bichinhos podem ficar assustados com o borrifador, e penso que os gatos não gostam muito do cheiro da lavanda. É uma questão de terem cuidado e serem meiguinhos! Se virem que o borrifador é muito traumatizante, optem antes por um frasco e apliquem à mão.
Nos dias de grande calor, borrifar este líquido pode ser muito bom também para nós, pessoas. Não é por causa das pulgas (embora possa ser útil no campismo, por exemplo) mas sim porque é bastante refrescante.

Experimentem e vão ver os vossos bichinhos mais limpos, cheirosos e felizes!

Os Pequeninos Também Gostam de Roupa Gira!

Não somos só nós a gostar de roupa linda e única, as nossas crianças também têm direito a mimos desses! Isto não significa que vamos gastar rios de dinheiro para ter sempre os nossos pequeninos lindos e apresentáveis. Quem melhor do que nós, pessoas grandes (salvo seja!), para meter mãos à obra e fazer com que os pequeninos andem lindos? Oh, e a baixo custo! Gostam do que vêem na imagem? Sim, a maioria é roupa de menina, apesar de o 5 e o 6 também servirem para meninos e o 1 dar para adaptar!

Ora, cá vão umas luzinhas e instruções:

1. T-shirt com aplicação de mocho – É super simples de fazer, até quem não entende nada de linhas e agulhas pode pôr este projecto em prática! Sai barato, podem usar outros desenhos e acredito que haja muito adulto tentado a fazer uma destas para si.
2. Vestido de tricô – Este requer outros conhecimentos, mas não deve ser difícil fazer tricô. Pelo menos eu pensava que o croché era um bicho de sete cabeças e não é. Como o tricô é primo, não há-de ser muito complicado. O deste tutorial dá para 3, 6 e 12 meses.
3. Sainha com bolsos – Não me importava de ter uma para mim! São lindas, fáceis de fazer (e eu não entendo muito de costura) e as meninas pequeninas adoram, até porque podem guardar montes de coisas nos bolsos!
4. Vestido de bandana – Outra peça facílima de fazer! Serve para meninas pequeninas, muito pequeninas e sai muito barato. É bastante original. Afinal, quem é que anda vestido na rua com bandanas?
5. Baby Grow Estampado – Este é para bebés e é a delícia dos papás g33k. Também é fácil de pôr em prática e pode ser feito de duas maneiras: ou compram-se as letras já prontas a estampar com o ferro de engomar ou faz-se com stencil e tinta de tecido. Cheira-me que os meus filhos vão ter uns destes, cheira-me…
6. Baby Grow Tie Dye – Outro baby grow, mas este é decorado com coisas bastante fáceis e baratas que andam por aí, como papel colorido. Outro que até a minha Nina conseguiria fazer!
7. Lencinhos – São super simples de fazer, dá para usar mil e uma combinações de tecidos e materiais e são super importantes nesta altura em que o sol teima em andar alto e queimar cabecinhas. Podem coser à mão, é fácil e não leva assim tanto tempo. Vão ver que as vossas meninas andam todas contentinhas com eles na cabeça!
8. Saia Reciclada – Ora cá vai uma saia feita a partir de umas calças de ganga. Têm por aí calças de ganga que ficaram curtas? Aproveitem este tutorial. Ah, esta é também uma maneira óptima de aproveitar trapos que sobraram de outros projectos.
9. Conjunto de blusa e calças – Bem, se espreitaram o link descobriram que o molde é pago. Bolas, eu sei que é! Mas não consegui resistir, e quer-me parecer que é bastante fácil fazer a blusa até a partir de uma t-shirt um ou dois números acima e as calças a partir de outras calças, basta que sejam largas. Depois é encurtar e embutir um elástico como nas da foto!

Com tanta ideia jeitosa que aqui vos deixo, agora é hora de fazerem a mana, a prima, a sobrinha, a filha, a afilhada, a vizinha ou outra menina pequenina querida feliz. Vá lá!

Ainda bem que tive quem o fizesse por mim, pois costureiras é o que não falta na família!

Revistas & Recortes

Cá estou eu, após uma viagem para a terra e não sei quantos séculos para pôr o portátil e a Internet a funcionar!

É verdade, verdadinha que ontem também não postei, mas foi porque estive em arrumações e a dar a volta a uma pilha enorme de revistas e jornais antes de mandar tudo para o papelão.
E vocês deviam fazer o mesmo!

Antes de mandar tudo para o papelão, pensem nas montanhas de coisas que ainda podem fazer com as vossas revistas:

Aventurem-se e descubram outras maneiras de reciclar antes de reciclar! Não se sentem mal quando compram revistas da treta que ao fim de uma semana ou coisa assim são descartadas?