Categoria: Faça Você Mesmo

O meu primeiro trabalho em tricô

tricot

Não é grande espingarda, não é perfeito, não foi complicado de fazer nem é assim tãooo original.

É um cachecol, que querem?

Para pôr em prática os conhecimentos que a mamã transmitiu, e porque adoro cachecóis, cá vem mais um para a colecção. Foi feito em ponto meia e tricô, às riscas.

Não é muito comprido (até porque os novelos não deram para mais), mas chega para dar duas voltas ao pescoço e deixar o resto caído para a frente. Já cá tinha os novelos há algum tempo para este propósito.

Não quis gastar muito dinheiro com a lã, pois tive medo de a estragar. Esta malhada cinza/lilás e rosa veio de uma loja chinesa qualquer, achei-a linda e muito em contra: cinco novelos custaram 1€. Se é de qualidade? Prefiro nem pensar nisso!

Recomeçar os Estudos em Grande

escola

Na hora de voltar aos estudos, nem sempre é fácil escolher os materiais a comprar nem encontrar coisas do nosso agrado.

Pela minha experiência, venho falar do que penso serem as melhores escolhas a tomar e que hão-de agradar à maior parte das pessoas. Este post é, então, dedicado à malta que ainda estuda, embora possa ser aproveitado por quem trabalha em escritórios ou simplesmente gosta de andar apetrechada.

Pais que têm filhos a ir para a escola, leiam vocês também porque pode ser útil.

Pessoas bonitas, eu sei do que falo e às vezes convém darmos mais uns € e trazer algo que é bom do que comprar no chinês e ter que voltar às compras porque o que trouxemos não presta. E, afinal, os conselhos que vos vão dar nem são os mais caros – tentei escolher os produtos que melhor qualidade tinham a preços acessíveis.

Vamos começar pelos materiais de pintura. Nem vou muito longe, nem sequer falo de guaches e tintas, mas se precisarem de ajuda basta dizerem nos comentários ou enviar as vossas dúvidas por email. Isto é o básico para quem anda no Ensino Básico e para a malta que, como eu, gosta de desenhar e pintar quando não tem mais nada para fazer.

Cá por casa param milhentas caixas de lápis e canetas das mais variadas marcas, umas mais caras que outras, umas melhores que outras (ei, pessoal, neste caso o mais caro é mesmo o melhor – dependendo das necessidades de cada um – e os meus favoritos são os Caran D’Ache):

  • Comecemos pelos lápis de cor. Os do ponto 1. são Faber Castell. Escolhi-os porque são óptimos, a mina é bastante pigmentada e macia, não parte com facilidade se os lápis andarem a chocalhar num estojo e não são caros. Podem encontrá-los noutras variedades, eu gosto do mais simples que há nas papelarias (e provavelmente supermercados);
  • Quanto a canetas de feltro – a minha maior desilusão quando era criança – não há muitas marcas que me agradem, e aqui estão as que mais gosto. De facto, as Staedtler do ponto 3. são as melhores para mim porque não gastam com facilidade, não esborratam, a ponta não se estraga e ainda são ergonómicas. Canetas maricas, é o que lhes chamo!
  • No entanto, para a malta do Ensino Básico as Giotto do ponto 2. também são muito boas e são mais baratas, para além de serem MESMO laváveis. É para os filhos que não ligam muito a estas coisas? Optem pelas da Giotto;
  • E chegámos aos lápis de cera. Tive a sorte de ter uns papás que sempre me apoiaram e foram investindo em materiais, inclusivamente naqueles que nunca uso muito, e por isso ganhei uma caixa de lápis de cera da Caran D’Ache quando ainda andava na escola primária;
  • Agora, vamos com calma. Estes lápis do ponto 4. são aguareláveis (quer dizer que dissolvem em água) e são óptimos para uns trabalhos e péssimos para outros. Querem mesmo fazer algo tipo aguarela? Estes são apropriados para o efeito. Sem dissolver, ficam com um aspecto muito pesado e do mesmo tipo encontram lápis da Staedtler e também já vi uns do mesmo género nos chineses (milagre!), com embalagem branca e rótulo azul escuro;
  • Querem efeito cera? Não gastem dinheiro em vão. Se querem lápis de cera que são mesmo lápis de cera, optem pelos do ponto 6. (falha sempre alguma coisa, desta vez esqueci-me do 5.), os famosos Crayola. Não se deixem levar pelas imitações dos chineses, porque lá os lápis são uma bela bodega e quase não pintam;
  • Se são pais e estão a ler isto, por favor, não gozem com os vossos filhos. A melhor maneira de os desmotivarem em relação às Artes é dizendo-lhes que não têm jeito e oferecendo mau material. Não se deixem enganar também pelos pseudo lápis de cera, aqueles que são mais plástico que cera, redondinhos perfeitinhos.

Ali perdido no meio do resto das coisas, anda o ponto 7., que é um corrector. Não o considero material de escrita nem de pintura nem de coisa que o valha. Para ser sincera, raramente o uso. É só mesmo em caso de necessidade extrema, e escolhi aquele corrector em caneta por ser o mais prático.

É que parece mesmo uma caneta! E por que é que raramente o uso? Prefiro ter um caderno riscado do que um caderno com corrector. O destino mais frequente dos meus cadernos usados é o papelão e sempre me ensinaram que o corrector impossibilita que o papel seja reciclado. Sabiam? Evitem ao máximo.

Quanto a colas, UHU. Não se ponham a inventar com chinesices. A UHU não falha, oferece milhentas opções e nenhuma delas nos deixa os bolsos estoirados. Sempre fui a menina que tem a cola e a tesoura no estojo: toda a gente goza mas a dada altura precisam e já sabem a quem pedem.

Têm em bisnaga, como no ponto 8. (faz muita peganhice para o meu gosto mas por vezes é necessária), e convém ter cuidado porque estas bisnagas têm muita tendência a rebentar em malas e estojos, no ponto 9. vem em caneta, que é óptima para colar pontinhas pequeninas, em bastão em 10., a mais aconselhável para os meninos mais pequeninos, embora possam usar a caneta 11. que é muito fácil para trabalhar e não faz muita porcaria.

Passando ao material de escrita, deixem-me dizer que de esferográficas e lapiseiras qualquer coisa serve.

Gosto de esferográficas cheias de bonecos, mas não me ralo por escrever com canetas Bic. Nunca falham, apesar de me darem cabo dos dedos ao fim de algum tempo a escrever.

Se vão pôr crianças a escrever com lapiseiras, deixem-me apenas aconselhar uma que não tenha ponta metálica estreitinha – é perigosa e os pequeninos dão cabo dela com facilidade. O melhor mesmo é optarem por lápis de carvão e nisso os velhinhos Staedtler 2HB do ponto 14. ou os Viarco do ponto 15. continuam a ser os melhores.

Novamente, nada de chinesices, pois a minha parte-se com facilidade e assim passamos a vida a afiar lápis. Quanto a afias, qualquer afia metálico, de preferência com caixinha, serve. Sei que a partir do 5º ano começam a ser exigidos outros lápis, e eu aconselho os da Staedtler. Não são caros e duram imenso.

Gostam de fazer desenhinhos e querem algo mais que o lápis normal? Sugiro o 4B. Se querem algo mais pesadote (mas menos fácil de apagar, vá), atrevam-se a um 8B.

Quanto a apaganços, nada bate a borracha 13., a Hi-Polymer da Pentel. Se quiserem borracha em caneta, optem pelas da Pentel também. Para mim, são as melhores.

Falámos do material de escrita e pintura, mas falta o papel. Vão desenhar e pintar? Normalmente, o Papel Cavalinho serve. Papel Cavalinho!!! É mais caro que o resto do papel pseudo Cavalinho, mas é melhor. É diferente! Tem outra cor.

Quanto a cadernos, comprem o mais simples que houver, de preferência cadernos de capa preta. Podem forrá-los com colagens, flores secas (vejam uma decoupage de cadernos aqui) ou com tecidos, como os da Rosa Pomar que estão na imagem. Sigam a vossa imaginação e comecem o ano com cadernos lindos e únicos! O mesmo se aplica às capas.

Para terminar, e se não tiverem estojos para guardar as vossas coisinhas todas, por que é que não experimentam fazer como este, que até pode ser cosido à mão (e eu prometo que não precisam de muita paciência) e feitos com restos de tecido?

Inspirem-se e regressem aos estudos em grande!

As Visitas da Guida São Estranhas

mortalhasOu chegam cá ao blogue quando pesquisam as coisas mais insólitas!

Ao longo destes meses todos, tenho-me apercebido que há gente que aparece por estas bandas ao procurar as coisas mais insólitas que possam imaginar. A melhor de todas foi:

“O que enrolar quando não há mortalhas?”

Eu juro que não quero fomentar maus hábitos nem nada do género. Às vezes, rio-me às gargalhadas com estas coisas que o Statcounter me conta.

Prometo que a pergunta terá resposta, prometo!

Convido @s leitor@s que entendem do assunto (que fumam, portanto) a dar uma ajudinha que eu de tabaco e outras coisas da família das chaminés não sei muito.

Arrumações- Regresso à Escola

material escritório

Agosto já está a poucos dias do fim e o regresso à escola e ao trabalho está cada vez mais próximo.

Assim, e porque é muito importante arrumar as ideias (e outras tantas coisas), vamos dedicar-nos à arrumação de um sítio que toma o primeiro plano nesta altura: a secretária e o resto do espaço de trabalho ou estudo.

Não vou falar de escritórios mas sim de pequenos espaços em salas de estar ou quartos.

Como é importante manter a concentração enquanto se trabalha, o local a ser escolhido deve estar minimamente isolado do resto das tralhas e confusões da casa.

Convém que seja também um espaço bastante iluminado e amplo o suficiente para que consigamos ter o material necessário à nossa frente sem encafuar tudo. No entanto, há que ter cuidado para não dispersar tudo pelo resto da divisão sob o risco de gerarmos um caos onde não nos orientamos. Convém que haja clareza!

Tendo o parágrafo anterior em conta, devemos fazer assim:

  • Já se disse que o espaço de trabalho deve estar bem iluminado. Assim, é óptimo que fique perto de janelas.
  • Como não temos a luz do sol durante todo o dia, há que investir na iluminação artificial. A luz do candeeiro do tecto nem sempre é suficiente e, por isso, não devemos dispensar os candeeiros de secretária. Os candeeiros da imagem carregam com luz solar, vejam bem! Também pode ser boa ideia não utilizar tons muito escuros nas paredes que envolvem o nosso espaço de estudo/trabalho.
  • Agora que temos luz, convém que nos sentemos adequadamente. A nossa cadeira não pode ser demasiado alta nem demasiado baixa. Se der para regular, melhor ainda! A cadeira da foto é esta.
  • No entanto, não devemos permanecer sentad@s durante muito tempo. De hora a hora, convém mexermos as pernas e descontrair.
  • A arrumação é outro factor que tem que estar bem presente nas nossas cabecinhas se queremos estar em paz enquanto não podemos descansar. Ninguém gosta de trabalhar em espaços desarrumados, geram stress! Por isso, convém ter uma secretária minimamente espaçosa onde dê para organizar tudo.
  • A da foto não é gigante e dá para arrumar quase em qualquer espaço livre lá por casa. Além do mais, dá para arrumar dossiers, livros (estes dois podem ficar mais direitinhos em separadores como os da imagem ou feitos a partir de caixas de cereais) ou caixas (ou isto tudo!).
  • Há também uma gaveta para os materiais de escrita e recorte, bem como CDs (que podem ainda ser arrumados em caixas ou latas de comida lavadas, que até podem ser pintadas). A papelada e as folhas de impressão devem ir parar aos organizadores.
  • Não devemos deixar muita tralha acumulada em cima da nossa secretária, pelo que pode ser uma boa ideia ter um balde do lixo por perto. Uma vez por semana, devemos dar uma arrumação mais a fundo e limpar o pó e eventuais migalhas que se tenham acumulado.

Se necessitarem de arrumar mais tralha, por que é que não investem num módulo de gavetas?

  • Não é obrigatório, mas na maior parte dos casos creio que o espaço de estudo/trabalho é comum ao espaço onde temos os nossos computadores. Quando não são portáteis, convém não deixar a caixa encostada à parede e fazer uma limpeza regular, pois isto permite o bom funcionamento das ventoinhas e evita o sobreaquecimento da máquina, que pode queimar.
  • Se houver cabos à solta, não há nada como uma cesta ou caixinha em cima do computador para os arrumar. Acreditem que há menos confusão.
  • Se há periféricos do computador para arrumar, como scanners e impressoras, que não cabem na secretária, dá sempre para organizá-los por cima dum módulo de gavetas ou pequena mesa debaixo da secretária, ao lado do sítio onde se arruma a cadeira. Desta forma, não há encontrões nem confusões.
  • Se têm tarefas e prazos a cumprir, por que não ter um bloco de notas a jeito, aberto, num sítio bem visível da secretária? Ou post-its. Ao escreverem, há menos probabilidade de falharem e esquecerem os compromissos.
  • Esta pode ser também uma boa maneira de estudar. Ao fazermos pequenos esquemas e resumos que deixamos num sítio para onde olhamos frequentemente, vamos estudar sem que nos apercebamos.

Com estas recomendações todas, espero ajudar-vos a começar o ano de trabalho em grande e mais calmamente!

Repelente de pulgas caseiro

caniche

O melhor amigo do Homem é o cão.

Para quem não gosta de cães, há sempre o gato. Seja qual for o nosso animal de estimação, o bicho que nos faz companhia e nos recebe sempre com mimos, devemos tratar dele como merece: bem, muito bem. Os nossos amigos têm que receber sempre tratamento VIP.

E isso inclui, entre outras coisas, assegurar que andam sempre bem de saúde e sem alergias e esse tipo de coisas.

Quem tem cães e gatos sabe o que é andar à caça à pulga, principalmente quanto o tempo aquece e levamos os bichos a passear para os campos e relvados. Temos sempre que aplicar anti-pulgas sob a forma de gotinhas, e o ideal seria mesmo andarem com aquelas coleiras mal-cheirosas que os veterinários recomendam.

Coleiras mal-cheirosas? Ao pescoço da minha Nina? Nem pensar. Não condiz com a coleira de cabedal às flores. No entanto, a bichinha é flor de estufa e qualquer picada de insecto pode deixar-lhe a pele cheia de feridas e alergias. Existem borrifadores de substâncias próprias para tratar as alergias, mas por que não prevenir em vez de remediar?

Neste tutorial da Craftzine, aprendemos a fazer um repelente de pulgas que tanto serve para cães como para gatos.

Como eu sei que nem tod@s @s leitor@s entendem de Inglês, eu explico como se faz.

Material

  • Um borrifador pequeno (conseguem encontrá-lo nos supermercados, lojas de chineses e por aí fora)
  • 2 Copos de água
  • 2 Colheres de chá de Hamamelis sem álcool (encontram em ervanárias ou lojas de produtos naturais)
  • 1 Limão grande às fatias
  • 1 Mão cheia de raminhos de lavanda fresca ou 1 colher de chá de lavanda seca
  • 1 Panelinha

Preparação

  1. Metam tudo na panela menos o Hamamelis.
  2. Levem ao lume por meia hora. Deixem a panela a arrefecer. A água deve ficar com um tom lilás e libertar um cheiro cítrico, do limão.
  3. Quando o líquido estiver frio, coem e deitem a lavanda e o limão fora.
  4. Juntem então o Hamamelis, misturem e deitem tudo no borrifador. Para decorar, podem colocar um ou dois raminhos de lavanda ao borrifador.
  5. Podem utilizar o vosso repelente, com o cuidado de o meterem no frigorífico depois de cada utilização. Apliquem-no no lombo dos vossos bichinhos e massagem bem no pêlo. Se virem pulgas a aparecer, matem-nas! Repitam o procedimento quantas vezes acharem necessárias.

Alguns bichinhos podem ficar assustados com o borrifador, e penso que os gatos não gostam muito do cheiro da lavanda. É uma questão de terem cuidado e serem meiguinhos! Se virem que o borrifador é muito traumatizante, optem antes por um frasco e apliquem à mão.

Nos dias de grande calor, borrifar este líquido pode ser muito bom também para nós, pessoas. Não é por causa das pulgas (embora possa ser útil no campismo, por exemplo) mas sim porque é bastante refrescante.

Experimentem e vão ver os vossos bichinhos mais limpos, cheirosos e felizes!

Revistas & Recortes

recortesCá estou eu, após uma viagem para a terra e não sei quantos séculos para pôr o portátil e a Internet a funcionar!

É verdade, verdadinha que ontem também não postei, mas foi porque estive em arrumações e a dar a volta a uma pilha enorme de revistas e jornais antes de mandar tudo para o papelão.
E vocês deviam fazer o mesmo!

Antes de mandar tudo para o papelão, pensem nas montanhas de coisas que ainda podem fazer com as vossas revistas:

Aventurem-se e descubram outras maneiras de reciclar antes de reciclar! Não se sentem mal quando compram revistas da treta que ao fim de uma semana ou coisa assim são descartadas?

No Seguimento das Arrumações…

principezinho

… Cá vêm mais descobertas!

Desta vez foram, entre outras coisas, uma agenda telefónica linda e por estrear do Principezinho (eu tive mesmo que me abarbatar dela!), um colar simples da cor linda que podem ver, um G de prata (não se esqueçam que a minha mamã também se chama Margarida!) e uma série de botões antigos com formas lindas.

Alguém adivinha o que vou fazer aos botões?

Dicas de Beleza

dicas de beleza Por preguiça ou por outro motivo qualquer, ainda não tinha adquirido o livro da Mónica do mini-saia.

Eu bem que passava na Bertrand, volta e meia, e folheava o livro à hora de almoço. Mas nunca o trouxe.

Só na semana passada é que me apercebi que dava para comprar o livro online, com 10% de desconto (e um gloss da Clinique! Assunto para depois), e que enviavam à cobrança.

Juntando o útil ao agradável, lá encomendei o livro. O aviso de recepção chegou no dia a seguir à encomenda, mas só hoje é que o pude levantar.

Para quem não sabe, o mini-saia começou a ser escrito na Guiné, pois foi a forma que a Mónica Lice encontrou para se manter a par das novidades e ter a sua própria revista de moda num sítio onde não há lojas nem revistas femininas.

Começou como uma brincadeira, mas não tardou até as leitoras começarem a enviar emails a pedir conselhos e dicas de moda e beleza, o que fez com que este blogue português seja um dos mais lidos.

Surgiu, então, o livro “Dicas de Beleza”, que não é mais do que uma compilação do que foi sendo sugerido desde 2006, ano de formação do mini-saia.

A meu ver, o livro é um bom guia de consulta.

Não é complexo, tem tudo organizado por capítulos e até tem um índice remissivo. Está escrito numa linguagem acessível a toda a gente, sem grandes floreados e muitos pormenores importantes que fazem a diferença ao pôr em prática os conselhos sugeridos.

Há dicas caseiras e dicas mais velhas do que as avós, tal como eu gosto! Algumas já conhecia, outras nem tanto. Há dicas para quem tem o cabelo rebelde e para quem o tem quieto e morto de mais, para quem o tem pintado e até para quem anda a ficar careca!

Há cortes, truques para fazer o cabelo crescer mais rápido, tutoriais, montes de receitas – que não são de comida! (Mónica, adorei a máscara para os poros dilatados), conselhos adequados a todas as idades, cores e pesos, soluções para peles do contra e ajudas para quem quer manter a pele linda.

Há maquilhagem, dicas para ter o corpo em forma e até um capítulo dedicado à beleza durante a quimioterapia!

Fiquem, pois, sabendo que há dicas que algumas pessoas famosas, como a Marilyn Monroe ou a Cleópatra, praticavam assumidamente!

Há, também, espaço para alertas preciosos quanto a alguns hábitos e tipos de produto – e eu juro que nunca tinha olhado para os rótulos das embalagens de algodão nem me passava pela cabeça que pudessem ter tanta porcaria quando vêm de culturas manhosas que são tratadas com produtos químicos.

É por estas e por outras que fico contente quando vejo blogues ou programas que vejo dão livros.

Fiquei bastante surpreendida com tanta coisa gira no livro e aconselho-vos a darem uma olhada!

Repito, há coisas que já conhecia e praticava (e até já sugeri algumas coisas cá no blogue), mas também encontrei muuuitas coisas novas. Estou mortinha por ir experimentar uma série de dicas da Mónica.

Ah, se encomendarem o livro aqui, têm 10% de desconto e parece que ainda há alguns glosses da Clinique – são atribuídos às 100 primeiras pessoas a encomendar o livro e, como vêem, eu encomendei-o na quarta-feira passada e ainda recebi.

Reutilizar Acessórios de Bonecas

acessórios boneca
Anel Cup of Joe da The Lovely Teaspoon

Estava eu a navegar pelos blogues do costume quando, no WishWishWish, encontro este artigo mega fofo!

É algo que já devia ter sido falado por cá, mas nunca me ocorreu e só há pouco tempo é que descobri onde se encontram acessórios de casas de bonecas.

Como eu sei que há aqui gente que não tem paciência para ler aquilo tudo e muito menos entende de inglês, vou aqui dar umas luzes do que se trata.

Não é a primeira vez que vejo anéis com miniaturas de pires e chávenas, e outras bugigangas com acessórios das bonecas, mas tenho sempre a mesma reacção e pareço uma miúda de cinco anos aos pulos e a balbuciar coisas que ninguém percebe tal é o meu encanto com estes achados!

Para quem costuma passear no Etsy, nem sequer deve ser novidade. Dá para fazer fios, pulseiras, anéis, ganchos e o que mais imaginarmos.

Do que é que precisamos?

  • Acessórios de casas de bonecas: os vossos, das vossas filhas, sobrinhas ou irmãs ou, se preferirem, comprem. O Hospital das Bonecas na Praça da Figueira, em Lisboa, tem coisas lindas e preciosas a preços bastante acessíveis!
  • Cola que sirva para os materiais com que estão a trabalhar. Nos rótulos costuma dizer.
  • Correntes, anéis e esse tipo de metais com que pretendem trabalhar. Ah, não convém esquecer pinças e alicates!

Como Fazemos?

Imaginamos a peça que queremos e escolhemos os materiais de que vamos precisar. Temos que imaginar e examinar tudo, pois há peças que servem para anéis e não servem para brincos, por exemplo, e vice-versa. Depois, é dar asas à imaginação e ligar peças e bases, fazer colagens, inventar.

No caso do anel, fez-se algo bastante simples: usou-se uma chávena e pires dum conjunto de chá das bonecas que foram colados a uma base de anel.

Simples e interessante, não?

Vamos Fazer as Malas

É provável que haja por aí malta que já gozou as férias a que tinha direito, mas a maior parte das pessoas vai ao merecido descanso a partir da segunda quinzena de Julho.

Assim, e porque não queremos confusões com bagagens e afins, hoje vamos assentar ideias sobre como fazer a mala.

Antes de mais, é preciso escolher a mala em si.

Nunca devem ser muito grandes! Se for acampar ou tiver que andar com a mala, dê preferência às mochilas. Em caso de dúvida, nunca falham. Para viagens em que descarregamos e arrumamos logo as coisas, podemos escolher as típicas malas.

No caso das viagens de avião, onde as malas andam à balda pelos tapetes fora e sujeitas a perdas, extravios e roubos, deve ser dada preferência a malas resistentes e devidamente identificadas. As malas bonitas e de marca devem ser evitadas, pois em caso de roubo são estas as afectadas.

Escolhida a mala, convém saber como arrumar as coisas.

Os objectos rígidos devem ficar no centro da mala, pois desta forma são amortecidos pelas roupas. Se tratamos de uma viagem em família, as roupas dos vários elementos devem estar repartidas nas várias malas, não vá haver algum incidente e uma das malas ficar pelo caminho.

Assim, ninguém fica sem roupa. As calças e camisas ficam no fundo, sem dobrar, estendendo-se para os lados, para evitar vincos. Os acessórios podem ser guardados dentro do calçado, poupando espaço.

Os cosméticos e maquilhagens não devem ocupar muito espaço.

É uma boa opção usar as amostras todas que pedimos ou que nos dão nas perfumarias. No caso de se levarem bisnagas ou frascos, convém conferir se está tudo bem fechado e não fazer muita pressão nos recipientes, sob o risco de estes rebentarem e sujarem tudo.

As roupas a levar devem combinar entre si.

Umas calças de ganga, uns calções, um ou dois vestidos, uns tops, um ou dois agasalhos e um conjunto mais “compostinho” (nunca sabemos quando há um jantar especial!) devem ser suficientes. O truque para não parecer que temos sempre a mesma roupa vestida é apostar nos acessórios.

Convém não esquecer a roupa interior e o vestuário de banho. Com esta restrição a poucas peças, ainda sobra espaço no caso de querermos trazer comprinhas do sítio para onde vamos.

Quanto ao calçado…

… Uns chinelos/sandálias chupa-cocó, uns ténis confortáveis (para as caminhadas e essas coisas), umas sandálias jeitosas, uns sapatos e algo que condiga com a roupa formal são suficientes. Em certos casos, pode ser necessário levar botas de montanha.

Convém não esquecer o estojo de primeiros socorros com as coisas do costume.

Os medicamentos que é preciso tomar e outros (para dores de cabeça, dores de estômago, etc), preservativos, creme para as queimaduras, repelente e o mais que entenderem. Se forem passar muito tempo fora, não se esqueçam de ir abastecid@s dos medicamentos que têm que tomar ou de levar a receita e o nome do medicamento no país para onde vão, se for caso disso.

Por fim, levem os documentos todos.

Confirmem antes de partir! Levem também os contactos que possam precisar num papel, um dicionário no caso de irem para um país estrangeiro, e dinheiro suficiente para a estadia. Nunca é de mais relembrar que onde não há Euro, convém o dinheiro ir trocado de cá, pois os câmbios saem sempre mais caros.

Tenham umas boas férias!